Tag: 76ers vs Knicks

  • Famosos lotam MSG para os Knicks: Timothée Chalamet chegou de jato

    Famosos lotam MSG para os Knicks: Timothée Chalamet chegou de jato

    Cara, que espetáculo foi o Madison Square Garden ontem à noite. Os Knicks perderam o Jogo 3 das Finais da NBA por 115-111, mas o que mais chamou atenção foi o desfile de celebridades na arquibancada. Primeira final dos Knicks em casa em 27 anos — é claro que a galera ia aparecer em peso.

    O Timothée Chalamet chegou voando (literalmente) de jato particular junto com o Fat Joe. O ator desceu do avião gritando “Knicks em quatro, baby!”. Mano, esse cara é mais fanático que muito torcedor raiz por aí.

    Derek Jeter e Eli Manning marcaram presença

    A lista de famosos parecia o camarote do Rock in Rio. Derek Jeter e Eli Manning — duas lendas do esporte nova-iorquino — estavam lá dando moral. Alex Rodriguez, Juan Soto, Francisco Lindor… praticamente um All-Star Game só de convidados.

    O Ben Stiller continuou com sua mania de filmar tudo no celular (já virou marca registrada dele nos playoffs). Spike Lee apareceu com uma camisa customizada do “Papa Leo XIV” dos Knicks — só ele mesmo pra inventar uma dessas.

    Tracy Morgan e Tina Fey também marcaram presença, junto com o pessoal de “Law & Order”. Sinceramente, parecia mais um evento do Emmy do que um jogo de basquete.

    Ex-jogadores e até presidente apareceram

    A galera dos ex-Knicks veio em peso: Patrick Ewing, Walt Frazier, Allan Houston, Jeremy Lin… até o Steve Novak estava lá (lembram dele?). É sempre emocionante ver essas lendas apoiando o time.

    Agora, o mais surreal: Donald Trump estava num camarote, convidado pelo James Dolan. Primeiro presidente em exercício a ir numa final da NBA. A segurança extra deixou o trânsito em Manhattan ainda mais caótico — como se isso fosse possível.

    E olha só que absurdo: ingresso na primeira fila chegou a 1 milhão de dólares num leilão beneficente dos Knicks. O ticket médio? 7.351 dólares. Quarto evento esportivo mais caro da história segundo a SeatGeek.

    O prefeito Zohran Mamdani pagou mais de mil dólares pra ficar em pé no fundo da arena. Pelo menos ele não gastou uma fortuna, né?

    Vocês acham que toda essa energia da torcida famosa vai ajudar os Knicks a reagir na série? Porque pelo jeito que as coisas estão, eles vão precisar de muito mais que celebridades pra virar esse jogo contra os Spurs.

  • Wemby empurra Brunson e ri da cara dele nas finais da NBA

    Wemby empurra Brunson e ri da cara dele nas finais da NBA

    Cara, eu não esperava que as finais da NBA entre Knicks e Spurs fossem esquentar TÃO rápido assim. E quem tá no meio da confusão? Nosso queridinho Victor Wembanyama, claro.

    O francesão simplesmente empurrou o Jalen Brunson no pescoço no primeiro quarto do jogo 3, forçou o cara a quase cair de cara no chão, e ainda teve a audácia de RIR depois. Mano, que frieza é essa?

    O lance que tá dando o que falar

    A situação foi assim: os dois estavam brigando por posição, Knicks com a posse de bola, quando o Wemby decidiu que ia resolver na base da força bruta. Empurrão no pescoço do Brunson, que por pouco não foi beijar o chão do Madison Square Garden.

    O mais louco? Brunson levantou na moral, partiu pra cima do gigante pra falar umas verdades, e o Wembanyama simplesmente deu aquele sorrisinho sarcástico. Depois ainda virou pro Josh Hart como se nada tivesse acontecido. A frieza desse moleque de 2,24m é de outro mundo.

    E os árbitros? Deixaram passar. Richard Jefferson, que tava comentando pela ESPN, ficou pistola e disse que deveria ter sido flagrante 1 na lata. Sinceramente, concordo com ele.

    Clima tenso desde o primeiro quarto

    E não parou por aí não, galera. O Hart também perdeu a linha depois que o Luke Kornet fez contato com ele embaixo da cesta. Resultado? Empurrão de volta e falta técnica pro Josh Hart.

    Olha, eu sempre gostei da pegada do Wembanyama, mas essa risadinha depois do empurrão foi meio desnecessária. O que vocês acham? Foi jogada suja ou apenas intimidação psicológica do francês?

    No final das contas, os Spurs levaram essa por 115 a 111, mas a série tá longe de acabar. E se for pra continuar nesse clima, a gente vai ter umas finais épicas pela frente.

  • OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    Cara, acabou a festa em Nova York. Os Knicks viram sua sequência monstro de 13 vitórias seguidas ir pro espaço ontem à noite, numa derrota dolorosa de 115-111 pros Spurs no Madison Square Garden. E o pior? Era jogo 3 das Finais da NBA — aquele que não pode perder em casa.

    Olha, eu não esperava isso. O time tava voando, havia perdido pela última vez há 46 dias (quarenta e seis!), e aí derrete logo num jogo crucial das Finais. O OG Anunoby foi direto ao ponto no pós-jogo: “Não estávamos conectados como normalmente ficamos. Tivemos alguns vacilões mentais e permitimos cestas fáceis.”

    A pressão chegou no Knicks?

    Sinceramente, acho que sim. Aquela sequência de 13 vitórias era a segunda maior da história dos playoffs — só ficou atrás dos Warriors de 2017 que ganharam 15 seguidas. Quando você chega nesse patamar, qualquer deslize vira uma montanha.

    E deslize foi o que não faltou. Treze turnovers que viraram 21 pontos pros Spurs. A defesa de transição — que tem sido o ponto forte desse time o ano todo — simplesmente não apareceu quando mais precisava.

    O Brunson fez a parte dele com 32 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O próprio OG também — 28 pontos e 5 rebotes. Mas basquete é esporte coletivo, né? E coletivamente, o time falhou nos momentos decisivos.

    Spurs aproveitaram o desespero

    Tem que dar crédito pra San Antonio também. Chegaram no MSG com a faca no pescoço depois de perder os dois primeiros em casa. Pressão total. E na reta final, quando o jogo tava pegando fogo, mantiveram a frieza.

    Brunson e OG até tentaram uma reação épica com duas bolas de três consecutivas, mas o Stephon Castle fechou o caixão nos lances livres. Frieza total do garoto.

    As estatísticas mostram como o jogo foi equilibrado: Spurs com 46% de aproveitamento de quadra contra 45% dos Knicks. Ambos com 35% nas bolas de três. A diferença mesmo foram os erros mentais que o OG mencionou.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada psicológica? O jogo 4 é na quarta-feira, e agora a pressão mudou completamente de lado. Aquela confiança inabalável pode ter rachado um pouquinho.

    Na minha visão, esse é o tipo de derrota que ou desperta um gigante ou quebra de vez o momentum. Vamos ver qual Knicks aparece no próximo jogo.

  • Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Cara, que dor de cabeça foi esse Jogo 3 pros Knicks. Depois de abrir 2-0 na série, todo mundo esperava que eles chegassem no Madison Square Garden e fechassem o caixão dos Spurs. Mas basquete não é matemática, né?

    San Antonio fez exatamente o que tinha que fazer: saiu pancadando logo no primeiro quarto e abriu 11 pontos de vantagem. Era o soco na boca que todo mundo esperava de um time desesperado.

    O ataque funcionou… por uns 12 minutos

    Aí que os Knicks mostraram por que chegaram até aqui. No segundo quarto foi um show — 14 cestas em 19 arremessos e 42 pontos no período. Quarenta e dois! Isso é recorde de franquia em finais, meu amigo. O MSG tava pegando fogo.

    Foram pro vestiário com 7 pontos na frente e eu pensando: “Pronto, agora é só administrar.” Ledo engano.

    No terceiro quarto, o ataque simplesmente travou. Sabe quando você tá jogando videogame e o controle para de funcionar? Foi isso. Os Spurs aproveitaram pra virar o jogo e entraram no último quarto na frente.

    Brunson no banco = desastre total

    E olha só que situação absurda: com Jalen Brunson no banco por problemas de falta, os Knicks ficaram quase 8 minutos sem fazer uma cesta no quarto período. Oito minutos! Em uma final da NBA! Isso não pode acontecer.

    No final das contas, foi um festival de horrores: 36% nos arremessos gerais, 5 de 20 nas bolas de 3 no segundo tempo, apenas 18 assistências e — prepare o coração — 13 turnovers. Treze erros de ataque numa final. Mike Brown tava visivelmente irritado no pós-jogo.

    “Ficamos tão parados quanto eu já vi esse time o ano todo”, desabafou o técnico. “Ficamos só olhando um cara driblar demais, e quando a bola era passada, ninguém tomava decisões rápidas.”

    A sequência de 13 vitórias seguidas nos playoffs? Quebrada. E agora os Knicks precisam se reinventar pro Jogo 4 na quarta-feira.

    Brunson, pelo menos, manteve a classe: “Ganhando ou perdendo, nossa mentalidade é sempre melhorar no dia seguinte. Agora temos que aprender com a derrota.”

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em casa ou os Spurs empataram a série mesmo?

  • Spurs viram o jogo nos Finals! Wemby monstro quebra sequência dos Knicks

    Spurs viram o jogo nos Finals! Wemby monstro quebra sequência dos Knicks

    Cara, que jogaço! Os Spurs finalmente acordaram e fizeram o que a gente tava esperando desde o começo desses Finals. Depois de tomar duas surras em casa, eles foram lá no Madison Square Garden e quebraram a sequência de 13 vitórias seguidas dos Knicks nos playoffs. E olha que não foi fácil não…

    Wembanyama simplesmente resolveu jogar basquete de verdade. 32 pontos, 8 rebotes, 6 assistências. O francesinho virou o monstro que a gente sabe que ele é. Só pra ter uma ideia, ele se tornou o terceiro mais jovem da história a fazer 30+ pontos numa final da NBA. Tá na companhia do Magic Johnson e do Alvin Adams — não é pouca coisa não.

    O primeiro quarto foi um show à parte

    Os Spurs começaram voando. Abriram 12 pontos de vantagem logo no primeiro quarto, movimentando a bola que nem time europeu. Foram 11 assistências em 14 cestas convertidas nos primeiros 12 minutos. Sério, foi a primeira vez que um time conseguiu tantas assistências num primeiro quarto de final desde 2018, quando o Golden State fez isso contra Cleveland.

    E o Wemby? Rapaz, o cara tava fazendo enterradas que pareciam coisa de filme. Alley-oops absurdos que deixaram até a torcida dos Knicks de boca aberta.

    MSG perdeu a energia rapidinho

    Vocês sabem como é o Madison Square Garden quando tá pegando fogo, né? Pois é, dessa vez a energia foi embora nos primeiros minutos. Os Spurs fizeram os primeiros 7 pontos do jogo e acertaram 8 dos primeiros 10 arremessos. A torcida dos Knicks ficou tão nervosa que passou o jogo inteiro gritando “refs, you suck” pros árbitros.

    Ah, e teve um detalhe curioso: o Trump tava lá assistindo, o que fez com que os torcedores tivessem que chegar duas horas mais cedo por causa da segurança reforçada. Imagina a irritação do pessoal…

    Brunson tentou carregar os Knicks nas costas com seus 32 pontos, e o OG Anunoby ajudou com 28. Mas não foi suficiente. Pela primeira vez em 46 dias, Nova York perdeu um jogo.

    O mais incrível é que essa foi a terceira vitória consecutiva do time visitante nesses Finals. Isso só tinha acontecido uma vez desde 1993! Agora a série tá 2-1 e, sinceramente, eu tô começando a acreditar que os Spurs podem mesmo virar isso.

    E aí, vocês acham que San Antonio consegue empatar a série no jogo 4? Porque do jeito que o Wemby tá jogando, qualquer coisa pode acontecer…

  • Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Cara, o Mike Brown tá pistola — e com razão. Depois da derrota dos Knicks pro Spurs no Jogo 3 das Finais da NBA, o técnico de Nova York simplesmente explodiu na coletiva. O motivo? Uma discrepância absurda nos lances livres que deixou qualquer um de queixo caído.

    “Nunca pensei que veria algo assim nas Finais da NBA”, disparou Brown após ver seu time tomar 24 lances livres do Spurs contra apenas 8 deles no segundo tempo. Vinte e quatro contra oito, gente. No segundo tempo de um jogo de Finais!

    A virada que não veio

    O jogo começou bem pros Knicks. Saíram atrás no primeiro quarto, mas meteram 42 pontos no segundo (absurdo!) e foram pro intervalo vencendo 64-57. Só que aí veio o pesadelo: saíram mortos no terceiro quarto e mesmo com uma tentativa de comeback no final, não conseguiram segurar a onda.

    Os Spurs dominaram o segundo tempo, 58-47, e aí que mora o problema. Como que em um jogo de Finais você vê uma diferença dessas nos lances livres? Brown deixou claro que não costuma reclamar da arbitragem, mas essa passou dos limites.

    “San Antonio é um grande time, eles são um grande time. Mas se jogarmos o Jogo 4 e no segundo tempo eles conseguirem 24 tentativas de lance livre contra nossas oito, isso vai diminuir muito nossas chances”, desabafou o técnico.

    Quando a física não bate

    Olha, eu entendo que o Spurs joga com muita intensidade física — o próprio Brown reconheceu isso. Mas basquete é um esporte de contato dos dois lados, né? Como que só um time consegue ir tantas vezes à linha de lance livre?

    No geral, San Antonio fez 25 de 32 lances livres, enquanto Nova York converteu 18 de 22. A diferença não tava só na quantidade, mas na oportunidade de pontuar “de graça”.

    Brown foi cirúrgico na análise: reconheceu que seu time jogou mal, que foram “estagnados como nunca” no ataque, tiveram 13 turnovers e deixaram Stephon Castle e De’Aaron Fox chegarem fácil no garrafão. Mas mesmo assim, aquela discrepância nos lances livres foi impossível de engolir.

    “Conversamos com os árbitros sobre a diferença nas marcações e espero que seja diferente na quarta-feira no Jogo 4”, disse Brown. E completou com um recado direto: “Se fizerem isso no Jogo 4, onde seja 24-8 no segundo tempo, vai ser difícil pra gente vencer”.

    E aí, vocês acham que Brown tem razão de reclamar ou é mimimi de quem perdeu? Porque sinceramente, 24 contra 8 em um segundo tempo de Finais é de doer mesmo…

  • Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Cara, quando o Draymond Green fala sobre mentalidade de playoffs, a gente escuta. E o que ele falou sobre os Spurs depois de levarem 2 a 0 dos Knicks nas finais é de arrepiar — no mal sentido.

    O veterano dos Warriors não segurou a língua no último episódio do The Draymond Green Show. Na visão dele, o San Antonio tá parecendo uma equipe que já se deu por satisfeita só por ter chegado nas finais. E olha, eu tendo a concordar com o Green nessa.

    A ressaca do Thunder ainda não passou?

    Lembram daquela vitória épica no jogo 7 contra o Thunder? O Wembanyama chorando no final da partida, emocionado por ter derrubado o atual campeão? Aquilo foi lindo de ver, mas será que o San Antonio gastou toda sua energia emocional naquele momento?

    É isso que o Draymond tá questionando, e faz sentido. Os Spurs chegaram nas finais depois de uma batalha absurda contra Oklahoma City, com direito a MVP das finais do Oeste pro franzão. Mas desde então? Parece que estão jogando no automático.

    No jogo 1, entregaram uma vantagem no último quarto. No jogo 2, cometeram erros bobos nos segundos finais. São coisas que mostram inexperiência mesmo, mas também falta daquela fome que separa os bons dos grandes.

    Os Knicks tão voando baixo

    Do outro lado, o New York tá com uma sede absurda. Uma franquia que não ganha título desde 1973 — vocês conseguem imaginar? — jogando em casa, com uma cidade inteira esperando há mais de 50 anos.

    A sequência dos caras é de dar medo: 13 vitórias consecutivas nos playoffs. É a segunda maior sequência da história da NBA nos playoffs. Treize seguidas, mano!

    E o mais impressionante é que eles conseguiram isso começando as finais fora de casa, em San Antonio. Pegaram o jogo 1 de virada e confirmaram no jogo 2. Isso é coisa de time campeão.

    Wembanyama precisa acordar pro jogo

    O Victor é um monstro, a gente sabe. Mas nas finais ele ainda não mostrou por que ganhou o MVP das finais do Oeste. Tá meio perdido no sistema, parece que os Knicks encontraram uma forma de neutralizar parte do impacto dele.

    Sinceramente? Acho que o Green tocou numa ferida real dos Spurs. Eles têm talento de sobra, mas talento sozinho não ganha final da NBA. Precisa de garra, de querer mais que o adversário, de sentir que aquela é sua única chance.

    E aí, o que vocês acham? Os Spurs conseguem acordar pro jogo 3 no Madison Square Garden, ou vai ser mais uma noite frustrante pra galera de San Antonio?

    Uma coisa é certa: se não mudarem a postura rapidinho, a festa vai ser toda de Nova York. E vai ser uma festa e tanto depois de 53 anos de espera.

  • MSG explodindo! Knicks de volta em casa nas Finals após 25 anos

    MSG explodindo! Knicks de volta em casa nas Finals após 25 anos

    Gente, que momento absurdo foi esse no Madison Square Garden ontem à noite! Os Knicks finalmente voltaram pra casa pra disputar as Finals da NBA depois de 25 anos. VINTE E CINCO ANOS, galera!

    Olha, eu já vi muito jogo na minha vida, mas a energia que rolou no MSG antes do Jogo 3 foi de arrepiar mesmo. A torcida dos Knicks tava completamente maluca — e com razão né? O time tá a duas vitórias do primeiro título desde 1973.

    A volta dos heróis ao Garden

    Os preços dos ingressos tavam nas alturas (imagino que muita gente vendeu o rim pra estar lá), e o caos pra entrar no Garden foi total. Mas isso não importou nem um pouco. A fiel torcida laranja e azul mostrou porque o MSG é considerado o templo do basquete.

    Quando os jogadores pisaram na quadra pro aquecimento, o Garden literalmente explodiu. Chuck Barkley comentando que ficou arrepiado, e olha que o cara já viu de tudo no basquete. “Sports, there’s nothing like it”, disse o Ernie Johnson. E tá certíssimo!

    OG Anunoby e a magia do momento

    Uma das imagens mais marcantes foi a apresentação do OG Anunoby com a camisa número 8. Cara, ver a reação da torcida pra cada jogador sendo apresentado foi surreal. Vocês conseguem imaginar a pressão e ao mesmo tempo a adrenalina que esses caras tavam sentindo?

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão emocionante assim só no aquecimento. Se já tava dessa forma antes do jogo começar, imagina como deve ter sido durante os 48 minutos de jogo!

    É isso aí, galera — o basquete tem dessas coisas que não dá pra explicar. Depois de tanto tempo no deserto, os Knicks finalmente voltaram ao palco principal. E a Mecca do basquete mostrou mais uma vez porque é especial. Que atmosfera monstro!

  • Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Olha, eu sei que o cenário não tá nada fácil para os Spurs. Estar perdendo por 2-0 nas Finais da NBA contra os Knicks no Madison Square Garden é de amargar qualquer um. Mas calma aí — se tem uma coisa que essa temporada de 2026 nos ensinou é que esse time de San Antonio não desiste nunca.

    Sinceramente? Eu acho que a galera tá subestimando os Spurs. E vou te contar por quê.

    O jogo sem Wemby que mudou tudo

    Lembra do Jogo 3 contra o Portland na primeira rodada? Victor Wembanyama tinha levado uma concussão no jogo anterior e não podia jogar. Time jovem, perdendo no placar, sem o cara mais importante — receita perfeita pro desastre, né?

    Pois é, não foi bem isso que rolou. Os Spurs estavam perdendo por 15 pontos no terceiro quarto quando Dylan Harper simplesmente resolveu que ia carregar o time nas costas. O garoto fez 27 pontos (a maioria na segunda metade) e San Antonio virou aquele jogo de uma forma absurda.

    Esse foi o momento que eu pensei: “Opa, esse time tem algo especial”. Ganhar na estrada, sem o melhor jogador, virando um jogo que parecia perdido? Isso é coisa de time grande.

    A goleada que calou Minnesota

    Se o jogo contra Portland mostrou garra, o Jogo 6 contra Minnesota foi pura dominação. Os Timberwolves precisavam desesperadamente daquela vitória em casa, mas Stephon Castle tinha outros planos.

    32 pontos do Castle, liderando uma vitória por 30 pontos de diferença. Trinta pontos! Os Spurs ganharam todos os quartos e simplesmente humilharam Minnesota na frente da torcida deles. Anthony Edwards até estava machucado, mas mesmo assim foi constrangedor.

    Aquela performance me fez ter certeza: esses caras não eram mais apenas “o futuro”. Eles eram o presente.

    O Jogo 7 que calou todo mundo

    E aí chegamos no jogo mais importante de todos — Jogo 7 das finais do Oeste contra Oklahoma City Thunder, os campeões vigentes. Na casa deles. Vale-tudo.

    Cara, eu não vou mentir: eu estava nervoso. Mas os Spurs? Eles estavam tranquilos. Começaram bem, responderam a todas as tentativas de reação do Thunder, e no quarto período simplesmente fecharam o caixão.

    Arrancar o título da conferência das mãos dos campeões, na casa deles, em um Jogo 7? Isso não é sorte — é caráter.

    Por que isso importa contra os Knicks?

    Então me diz uma coisa: vocês realmente acham que um time que fez essas três coisas vai se entregar agora? No Madison Square Garden, com toda a pressão do mundo?

    Eu sei que estar perdendo por 2-0 nas Finais é punk. Mas se tem uma coisa que esses Spurs provaram é que eles jogam melhor quando ninguém acredita neles. E sendo brutalmente honesto, depois do que eu vi nessa temporada, eu não duvidaria nada se eles fizessem a virada.

    Os Knicks que se cuidem. Porque se rolar um Jogo 3 como aqueles que eu citei aí em cima, essa série pode virar muito rápido. E aí eu quero ver quem vai ter mais nervos de aço no final.

  • 76ers demitem Elton Brand e promovem Jameer Nelson a GM

    76ers demitem Elton Brand e promovem Jameer Nelson a GM

    Olha, os 76ers resolveram mexer no vespeiro de vez. Elton Brand foi mandado embora do cargo de gerente geral e quem assume agora é Jameer Nelson — sim, aquele mesmo que foi All-Star pelo Magic.

    Sinceramente? Era questão de tempo. Mais uma eliminação constrangedora nos playoffs — dessa vez uma varrida do Knicks na segunda rodada — e a paciência da diretoria acabou. A Filadélfia não chega na final da Conferência Leste há 25 anos, cara. Vinte e cinco!

    A nova era começa com um conhecido

    Jameer Nelson não é nome novo na organização. O cara está lá desde 2020, trabalhando nos bastidores, e desde maio de 2025 era gerente geral assistente. Agora vai trabalhar diretamente com Mike Gansey, o novo presidente de operações de basquete.

    E olha que ironia bonita: Nelson é nascido na Filadélfia e jogou na Saint Joseph’s University. Conhece a cidade como ninguém. Depois de uma carreira sólida na NBA — principalmente no Magic, onde foi All-Star em 2009 naquela campanha épica que chegou nas Finais contra o Kobe —, o cara voltou pra casa pra tentar consertar o time que ama.

    Na minha visão, é uma aposta interessante. Nelson sempre foi um cara inteligente em quadra, daqueles que entendem o jogo de verdade. Será que consegue traduzir isso pro front office?

    O problema bilionário que Nelson herdou

    Agora vem a parte complicada. Nelson vai assumir um time com problemas enormes de salary cap e algumas decisões bem espinhosas pela frente.

    Joel Embiid, aos 32 anos, vai ganhar 120 milhões pelos próximos dois anos. Paul George, com 36, ainda tem mais dois anos garantidos ganhando uma fortuna. E o Tyrese Maxey, que é o mais novo da trinca, vai faturar mais de 40 milhões na próxima temporada.

    Ou seja: muito dinheiro comprometido com jogadores que não conseguem passar da segunda rodada. E ainda tem as decisões sobre Quentin Grimes, Andre Drummond e Kelly Oubre na free agency.

    A pergunta que não quer calar: será que Nelson vai ter coragem de fazer as mudanças difíceis que esse time precisa? Porque ficar com o mesmo núcleo esperando resultado diferente já sabemos como termina.

    Uma chance de ouro

    Look, eu sempre gostei do Jameer como jogador. O cara tinha uma visão de jogo absurda e nunca fugiu de responsabilidade. Aquele time do Magic de 2009 era monstro — perdeu pro Lakers nas Finais, mas jogou demais.

    Agora como executivo, vai ser interessante ver se ele consegue montar um roster que finalmente leve os Sixers além da segunda rodada. Com a 22ª escolha no draft e algumas peças interessantes pra trocar, tem material pra trabalhar.

    Vocês acham que o Nelson consegue fazer o que outros não fizeram? Ou os 76ers vão continuar presos nesse ciclo eterno de frustrações nos playoffs?