Tag: 76ers vs Knicks

  • Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Gente, vocês acreditam nisso? A cadeira que a Taylor Swift sentou durante o jogo 3 das finais da Conferência Leste entre Cavaliers e Knicks está sendo leiloada. E olha, o preço já passou dos 6 mil dólares!

    A Swift foi assistir o jogo no dia 23 de maio na Rocket Arena, em Cleveland, junto com o noivo Travis Kelce (sim, aquele cara do Chiefs). Imagina só: você vai num jogo da NBA e depois descobrem que sua cadeira virou item de colecionador. Absurdo, né?

    O que tem de especial nessa cadeira?

    Olha, é uma cadeira normal de courtside com logo dos Cavaliers, apoio de braço e porta-copo. Mas cara, foi onde a Swift sentou durante um dos jogos mais falados dos playoffs de 2026. Tem até um autenticador que estava lá pra confirmar que ela realmente usou.

    A descrição do leilão fala que a Swift é “uma das artistas mais reconhecidas de sua geração” e que a presença dela “reflete o alcance cultural dos playoffs da NBA”. Marketing puro, mas funciona, porque o lance já teve 38 lances até domingo.

    E tem mais: a cadeira do Travis Kelce também tá sendo leiloada, mas por “apenas” 525 dólares. Desculpa, Travis, mas você não é a Taylor Swift (risos).

    Outros famosos também estão no páreo

    A parada não para por aí. Tem cadeira do Ben Stiller (que é fanático pelos Knicks) sendo leiloada por 385 dólares, e até do Timothée Chalamet por 106 dólares. A cadeira da Kylie Jenner, namorada dele, tá em 280 dólares.

    Sinceramente? Acho meio bizarro isso de leiloar cadeira de famoso, mas entendo a lógica. Os playoffs de 2026 foram históricos, e ter um “pedaço” dessa história… sei lá, tem gente que paga.

    Timing perfeito com as Finais da NBA

    O mais engraçado é que isso tudo acontece justo agora, com os Knicks nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Eles estão 2-0 contra os Spurs e podem levar o primeiro título desde 1973. As passagens estão custando uma fortuna – os mais baratos tão na casa dos cinco dígitos!

    E aí, será que a Taylor aparece nas Finais? Ela mora em Nova York, então não duvido nada. Imaginem o preço que uma cadeira das Finais da NBA com a Swift custaria…

    Uma coisa é certa: o cruzamento entre NBA e cultura pop nunca foi tão forte. E vocês, pagariam essa grana numa cadeira de famoso?

  • Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Cara, a torcida do Knicks tá completamente insana! E eu entendo perfeitamente o porquê.

    Com o time precisando de apenas duas vitórias para conquistar o primeiro título da franquia desde 1973, os nova-iorquinos simplesmente não conseguem se controlar. E olha, depois de roubar dois jogos em San Antonio pra abrir a série por 2-0, quem conseguiria?

    A zoação começou antes mesmo do jogo

    Os caras nem esperaram o Jogo 3 começar. Ontem, quando o Wembanyama e os Spurs estavam embarcando no ônibus do time, a galera já tava lá pra fazer a festa. Um torcedor soltou uma que me fez rir alto: “Ei Wemby, se prepara pra jogar golfe, mano!”

    Monstro demais! Essa é a essência do basquete americano que a gente ama — torcida que vai até a porta do hotel pra zoar o adversário. No Brasil a gente faria a mesma coisa, né?

    MSG vai pegar fogo segunda-feira

    Sinceramente, eu mal posso esperar pra ver o Madison Square Garden fervendo. Vai ser o primeiro jogo de Finals em casa pros Knicks desde a virada do século. Imagina a energia que vai rolar ali?

    E o mais louco: se o Knicks ganhar o Jogo 3, praticamente já era. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 nos playoffs. NENHUM. O troféu Larry O’Brien já estaria praticamente nas mãos do Jalen Brunson.

    Mas cuidado aí, galera. O Wembanyama não é qualquer um, e os Spurs têm sangue de campeão — foram eles que bateram nos próprios Knicks na última vez que o MSG recebeu uma decisão de Finals, lá em 1999.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Ou será que o francesão vai estragar a festa?

  • NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    Olha, a NBA fez algo que raramente acontece: admitiu que errou. A liga voltou atrás e cancelou a falta técnica que Mitchell Robinson, do Knicks, tinha levado no Jogo 2 das Finais contra o Spurs.

    A situação foi assim: Robinson e Wembanyama estavam brigando por posição no garrafão quando o francesão deu um empurrão no pivô do Knicks. Robinson empurrou de volta — nada demais, só aquela briguinha normal de pivô que a gente vê todo jogo. Mas os árbitros marcaram técnica só pro Robinson.

    Decisão que não fez sentido

    Sinceramente, quando eu vi a jogada ao vivo, pensei: “Que técnica é essa?”. O contato foi mínimo, coisa normal de disputa no garrafão. Wembanyama empurrou primeiro, Robinson respondeu, e só o americano levou a punição? Não batia.

    O timing foi péssimo também. Faltavam 4:56 pro fim do primeiro tempo, e o técnico dos Knicks teve que tirar Robinson de quadra, colocando Karl-Anthony Towns no lugar. Wemby ainda converteu o lance livre da técnica.

    Mas aqui está a ironia: foi justamente o Robinson quem defendeu o arremesso final do Wembanyama que poderia ter empatado o jogo. Que jogada absurda foi aquela defesa, monstro!

    Robinson jogando machucado

    O que torna tudo mais impressionante é que o cara tá jogando com a mão direita enfaixada. Ele quebrou o quinto metacarpo (aquele ossinho da mão) antes das Finais e teve que operar. Imagina defender o Wembanyama com uma mão só funcionando direito?

    “Eu sabia que a gente precisava de paradas defensivas e eu já tinha umas três faltas nele no início”, disse Robinson após o jogo. “Na minha cabeça era só: defender sem cometer falta.”

    O pivô terminou com 7 pontos, 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola em 14 minutos. Os Spurs tentaram a estratégia de mandá-lo pra linha de lance livre algumas vezes, mas Robinson se virou bem.

    Com essa decisão da NBA, os Knicks lideram a série por 2-0 e voltam pra casa no Madison Square Garden. Vocês acham que essa polêmica pode influenciar a arbitragem do Jogo 3? Eu espero que não, mas arbitragem em Finais sempre é um negócio delicado.

  • KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    Cara, eu não esperava isso. Sinceramente. Quando começaram as Finals de 2026 entre Knicks e Spurs, todo mundo — eu incluído — estava preparado para ver o show do Victor Wembanyama. O francês monstro que virou o melhor jogador da liga em apenas sua terceira temporada. Só que tem um pequeno detalhe: o Karl-Anthony Towns tá fazendo o garoto de 2,24m parecer um novato perdido na quadra.

    E olha que não é exagero não. Com os Knicks abrindo 2-0 na série, tudo gira em torno de um duelo específico: Wemby versus KAT. E até agora, quem tá levando a melhor é o veterano de Minnesota que finalmente achou seu lugar em Nova York.

    Os momentos que definem tudo

    Dois lances, dois erros catastróficos. No Jogo 1, faltando um minuto e os Spurs perdendo por quatro, Wembanyama tentou passar por Towns no drible — cara, o que ele tava pensando? — e bateu a bola no próprio joelho. Turnover. Derrota.

    No Jogo 2 foi ainda pior. Empate no placar, 12 segundos no cronômetro, Wemby pega o rebote defensivo após uma finalização do Brunson. Stephon Castle vê que o francês tem vantagem sobre Towns e vai abrir caminho. Mas aí o garoto trava. Simplesmente trava. Em vez de acelerar, ele joga a bola nas costas do próprio companheiro.

    Turnover de novo. Derrota de novo.

    Na boa, será que o Towns tá na cabeça do Wembanyama? Porque pelos números, KAT deveria estar disparado na corrida pro Finals MVP. O cara tem +25 de plus-minus — isso significa que os Knicks fizeram 25 pontos a mais que os Spurs quando ele tá em quadra. Vinte e cinco pontos, gente!

    Os números que mostram a verdade

    Ok, vamos aos fatos porque eles são impressionantes dos dois lados. Wemby tá fazendo 27.5 pontos, 10.5 rebotes e 3.5 tocos de média. Números absurdos pra um garoto de 22 anos estreando nas Finals. Só o Shaquille O’Neal em 2001 e o Hakeem Olajuwon em 1994 conseguiram números parecidos numa sequência de dois jogos das Finals.

    Mas aqui vem o plot twist: quando KAT tá defendendo diretamente o Wemby, a coisa muda completamente. Sete turnovers forçados só nestes dois jogos das Finals. Somando a temporada regular, Towns já forçou nove erros do francês em apenas quatro confrontos diretos.

    E sabe o que é mais louco? Nenhum defensor forçou mais turnovers do Wembanyama esta temporada. Nem os caras do Oklahoma City, que enfrentaram o francês mais de 10 vezes!

    Towns defendeu Wemby em 124 posses esta temporada e arrancou nove bolas. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: se somar o trabalho do Isaiah Hartenstein com outros pivôs que enfrentaram o garoto várias vezes, não chega nem perto disso.

    O veterano ensinando o prodígio

    Olha, eu sempre torci pro KAT encontrar seu lugar na NBA. Depois de anos sendo criticado em Minnesota, ver ele brilhando assim nos maiores jogos da temporada é emocionante. O cara tá fazendo 19.5 pontos, 12.5 rebotes e 4 assistências com uma eficiência absurda.

    E o mais impressionante? Towns tá mostrando que experiência importa sim. Wembanyama pode ser um alien do basquete, mas ainda é um garoto de 22 anos jogando sua primeira Finals. KAT, com 11 anos de NBA, sabe exatamente quando pressionar, quando dar espaço, quando fazer o francês pensar demais.

    Sinceramente, acho que estamos vendo o nascimento de uma rivalidade clássica. Wemby vai aprender com isso — ele é inteligente demais pra não aprender. Mas por enquanto, quem manda no garrafão é o Karl-Anthony Towns.

    Vocês acham que Wembanyama consegue se ajustar pros próximos jogos? Ou KAT realmente achou o antídoto pro fenômeno francês?

  • Fat Joe cutuca técnico dos Knicks e Ben Stiller vira fã declarado

    Fat Joe cutuca técnico dos Knicks e Ben Stiller vira fã declarado

    Cara, só os Knicks mesmo para transformar um treino numa sessão de comédia stand-up. O Fat Joe simplesmente roubou a cena na coletiva do técnico Mike Brown, zoando o cara por causa do tênis que ele usa e ainda pedindo um par autografado se eles ganharem o título. Isso sim é confiança!

    A situação ficou ainda mais surreal quando o Ben Stiller apareceu filmando tudo do lado da quadra. Brown estava claramente nas nuvens: “Dia incrível pra mim hoje. Pela primeira vez consegui conhecer o Ben Stiller. Dei um aperto de mão e um abraço nele. E tenho meu cara Fat Joe sentado ali atrás. Que dia incrível!”

    A febre dos famosos tomou conta do MSG

    Olha, eu sempre soube que Nova York era uma cidade louca, mas essa paixão pelos Knicks nas Finais está em outro nível. Além do Fat Joe e Ben Stiller, tem uma lista de famosos que virou quase um catálogo da Hollywood: Spike Lee (esse aí é veterano), Tracy Morgan, Timothée Chalamet… Todo mundo grudado no time.

    E o mais legal? Brown contou que a esposa dele ficou tímida demais para pedir uma foto com o Stiller quando os Knicks garantiram a vaga nas Finais em Cleveland. Imagina a cena: mulher do técnico campeão ficando nervosa para falar com ator. Muito humano isso, não acham?

    “União que não se via desde o 11 de setembro”

    Mas a fala do Fat Joe que me arrepiou foi sobre como os Knicks estão unindo a cidade. O rapper disse que viu “judeus hassídicos fazendo breakdance com garotos negros do lado de fora do estádio”. E comparou com o sentimento pós-11 de setembro: “Se vocês querem saber como nos sentimos após a tragédia do 11 de setembro, é o que estão vendo em Nova York agora — todo mundo junto.”

    Cara, isso é poderoso demais. Ele contou que tem um amigo que colocou um telão no quintal e a vizinhança inteira — gente que nunca se falou na vida — está indo lá assistir os jogos, abrindo a geladeira como se fosse de casa. É isso que o basquete faz, né? Une as pessoas de um jeito inexplicável.

    Sinceramente? Primeira vez desde 1999 que os Knicks chegam às Finais. Era óbvio que a cidade ia pirar. Mas ver essa galera toda abraçando o time, desde o Fat Joe zoando o técnico até o Ben Stiller virando cinegrafista amador… isso mostra que quando Nova York abraça alguma coisa, abraça de verdade.

    E aí, vocês acham que essa energia toda dos famosos vai dar sorte pros Knicks? Ou é só mais pressão?

  • Dylan Harper vai brilhar no Jogo 3? Análise Spurs x Knicks

    Dylan Harper vai brilhar no Jogo 3? Análise Spurs x Knicks

    Gente, que Finals maluca estamos vendo! Os Spurs estão perdendo por 2-0 para os Knicks, mas eu tô vendo algo especial acontecendo com Dylan Harper. O garoto não tá jogando como rookie — tá jogando como veterano.

    E olha só a mentalidade do cara: “Não é o primeiro a ganhar dois jogos. Não podemos baixar a cabeça por isso.” Cara, 19 anos e falando assim? Isso é confiança pura.

    Harper pode explodir no Garden

    Olha, eu tenho uma teoria sobre esse jogo 3. Harper é de Nova Jersey, praticamente cresceu ali do lado do Madison Square Garden. Sinceramente acho que ele vai usar isso a favor dele.

    No jogo 2, o moleque foi um monstro no último quarto — nove dos 15 pontos dele foram nos minutos finais, atacando o garrafão e provocando faltas. A velocidade combinada com a força física dele tá dando trabalho até pros melhores defensores dos Knicks.

    O Mitch Johnson já tá confiando nele nos momentos decisivos. Na minha visão, se ele continuar com essa minutagem, facilmente passa dos 12.5 pontos que as casas estão oferecendo.

    Os Knicks têm fórmula em casa

    Agora vou ser sincero: os Knicks em casa são outra coisa. Madison Square Garden é um caldeirão, e esse time tem 28-15 contra o spread como favorito em casa na temporada. Absurdo.

    O Mikal Bridges foi fundamental no jogo 2 — 8/13 nos arremessos, destruindo pelo perímetro quando os Spurs faziam blitz no Brunson. E o mais impressionante? Ele fez isso saindo do banco quando Brunson e KAT descansaram.

    Vocês acham que os Spurs conseguem segurar essa pressão toda? Porque pelo que eu vi nos dois primeiros jogos, eles meio que desabam no clutch time. Bolas perdidas bobas, rebote ofensivo ruim… é como se as luzes da Broadway cegassem os garotos de San Antonio.

    Minha aposta para o jogo

    Olha, eu gosto muito do Harper over 12.5 pontos. O cara tá pegando confiança, o técnico tá dando minutagem, e ele volta pra região onde cresceu. Tem tudo pra ser uma noite especial.

    Sobre o resultado do jogo? Os Knicks são favoritos por apenas 2 pontos, mas em casa eles são praticamente imbatíveis. Brunson não precisa carregar o time sozinho — quando ele acerta aquelas cestas decisivas, é game over.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem reagir ou vai ser 3-0 para os Knicks? Harper tem potencial pra ser o X da questão nessa série, mas precisa de ajuda do Wemby e do resto do elenco.

  • Confusão total: Watch party do Knicks cancelada por causa do Trump

    Confusão total: Watch party do Knicks cancelada por causa do Trump

    Gente, que bagunça é essa? Os Knicks estão a um passo de fazer história nas finais da NBA — lideram por 2-0 contra o Spurs — e aí cancelam a watch party do Jogo 3 por causa da visita do presidente Trump ao Madison Square Garden.

    Olha, eu entendo que segurança é importante, mas os fãs que se lasquem né? Os ingressos para o jogo estão custando uma fortuna (como sempre), então a galera estava contando com essa watch party na frente da arena pra pelo menos sentir a vibe do Garden sem quebrar o cofrinho.

    NYPD vs MSG: quem tá mentindo?

    E aqui que a coisa fica interessante. A polícia de Nova York jogou a culpa no Serviço Secreto, basicamente dizendo que foi por causa da presença do Trump. Já o Madison Square Garden veio com outra versão completamente diferente.

    O MSG falou que a prefeitura que negou a permissão — e que NÃO tem nada a ver com o presidente. Cara, alguém tá mentindo aqui. Ou os dois estão cobrindo alguma coisa maior.

    “A permissão foi negada pelo escritório de licenças da cidade em consulta com a NYPD. No entanto, a Casa Branca confirmará que isso não é sobre o Presidente”, disse o porta-voz do MSG.

    Trump fazendo história (querendo ou não)

    Se o Trump realmente aparecer no jogo, vai ser a primeira vez na história que um presidente em exercício assiste uma final da NBA. Sinceramente? Eu preferia que essa marca histórica ficasse pra outro momento, mas fazer o quê.

    O Josh Hart, do próprio Knicks, já tinha reclamado dos preços “ridículos” dos ingressos. Agora imagina: além de pagar uma nota preta, os fãs ainda têm que chegar duas horas mais cedo por causa do esquema de segurança presidencial.

    Os Knicks voltam pro Garden pela primeira vez em 27 anos nas finais. Vinte e sete anos, mano! E aí rola toda essa confusão. Será que conseguem fingir que é só mais um jogo?

    Uma coisa é certa: se ganharem na segunda, podem fechar a série em casa na quarta-feira. Seria o primeiro título desde 1973. Mas primeiro precisam lidar com toda essa ciranda política e de segurança.

    E vocês, o que acham? Vale a pena todo esse stress por causa de uma visita presidencial? Os fãs mereciam coisa melhor, na minha opinião.

  • Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Olha, vou ser bem direto com vocês: depois de dois jogos, os Knicks estão simplesmente destruindo os Spurs nessa final da NBA. E agora, com a série se mudando pra Nova York, a coisa pode ficar ainda mais complicada pro San Antonio.

    Karl-Anthony Towns tá jogando como se fosse 2K no modo fácil, Jalen Brunson virando clutch master quando a coisa aperta, e a defesa dos Knicks tá fazendo os Spurs sofrerem pra pontuar. Treze vitórias seguidas nos playoffs — isso não é brincadeira, pessoal.

    Madison Square Garden vai virar um inferno

    Josh Hart já avisou que “o Garden vai tremer”. E cara, quem conhece aquela arena sabe que quando os nova-iorquinos ficam empolgados, vira uma loucura mesmo. Faz 53 anos que eles não ganham um título — dá pra imaginar a pressão? Até o Trump confirmou presença, segundo as notícias.

    Na minha visão, esse é exatamente o tipo de ambiente que pode quebrar um time jovem como os Spurs. Wembanyama já passou por muita coisa, mas uma final da NBA em Nova York é outro nível.

    Fox precisa assumir o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção é como o técnico Mitch Johnson precisa urgentemente dar mais minutos pro De’Aaron Fox. Os números não mentem: Spurs +2 com Fox em quadra, -15 com Stephon Castle. O garoto Castle tem potencial, mas tá claramente nervoso — errando bandejas e cometendo cada turnover que dá dó.

    Fox também não tá incendiando (44% nos arremessos gerais), mas pelo menos consegue organizar melhor o ataque. A dupla Fox-Dylan Harper no backcourt pode ser a chave pra San Antonio conseguir respirar um pouco no ataque.

    O problema real está no fim das jogadas

    Sinceramente, a defesa dos Spurs tá fazendo um trabalho decente. Os Knicks estão com rating ofensivo de apenas 106.6 — isso seria o pior ataque da liga na temporada regular! O problema é que San Antonio conseguiu ser ainda pior, com míseros 101 pontos por 100 posses.

    Wembanyama colocou o dedo na ferida: “Precisamos capitalizar, usar todos os esforços que fizemos”. É isso aí, monstro. O time até consegue criar algumas oportunidades, mas na hora de finalizar… aí que tá o problema.

    E tem outro detalhe que me preocupa: Brunson pode até estar arremessando mal (33.9%), mas quando o jogo aperta mesmo, quando é make or break, o cara simplesmente resolve. Essa experiência clutch dos Knicks contra a juventude dos Spurs pode ser decisiva.

    Vocês acham que os Spurs conseguem reagir jogando fora de casa, ou os Knicks vão fechar a série no Garden mesmo? Porque do jeito que as coisas estão andando, pode ser que nem precise voltar pra San Antonio…

  • Knicks viram fortaleza: segurança de aeroporto no jogo histórico

    Knicks viram fortaleza: segurança de aeroporto no jogo histórico

    Mano, os Knicks tão levando isso tão a sério que até parece que vão lançar foguete no Madison Square Garden. A segurança pro Jogo 3 das Finais da NBA vai ser estilo TSA – aquela revista chatinha do aeroporto mesmo.

    E não é pra menos, né? Primeiro jogo em casa das Finais em 27 anos. VINTE E SETE ANOS. Eu nem tinha nascido quando isso aconteceu pela última vez (ok, talvez já tinha, mas era criança). E ainda por cima, vai ter um convidado especial que tá mexendo com todo mundo: o Donald Trump confirmou presença.

    Chegue cedo ou chore depois

    A orientação oficial é chegar duas horas antes do jogo. Duas horas, galera! Isso significa que se o tip-off é às 20h30, você tem que tá lá às 18h30. Sinceramente? Eu chegaria ainda mais cedo. Imagina perder o primeiro quarto porque ficou preso na fila de segurança?

    E atenção: política de ZERO bolsas. Nada mesmo. Nem aquelas bolsinhas que normalmente o Garden permite. Se você tá pensando em levar alguma coisa, melhor repensar. Até o site do Serviço Secreto tá sendo recomendado pros fãs consultarem a lista de itens proibidos.

    Presidente na arquibancada

    Cara, vai ser a primeira vez na história que um presidente americano assiste a um jogo das Finais da NBA. Trump é torcedor dos Knicks desde sempre – bem antes de virar político – então faz sentido ele aparecer justamente agora.

    O Adam Silver, comissário da NBA, tá empolgadão com a presença dele. Falou que Trump é um nova-iorquino de verdade e que tá na vibe de todo mundo com esse time dos Knicks.

    E olha, não vou mentir: por mais polêmico que seja, é história sendo feita. NBA Finals em casa depois de décadas + presidente na plateia = momento épico.

    2-0 e sonhando com o título

    Os Knicks tão voando, galera. Duas vitórias fora de casa contra o Spurs e agora podem fechar a série em casa. O último título foi em 1973 – minha nossa, que jejum absurdo!

    Vocês acham que a pressão extra com toda essa segurança e a presença do Trump pode atrapalhar? Ou será que vai ser combustível a mais pra galera do Garden fazer aquele inferno que só eles sabem fazer?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um dos jogos mais tensos e históricos que a gente já viu. E eu tô aqui torcendo pra tudo dar certo – tanto a segurança quanto o resultado em quadra.

  • Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Cara, o Mitchell Robinson tá mandando um recado claro pros Spurs: pode mandar ele pra linha de lance livre à vontade que ele não vai se intimidar. E olha que isso é coragem pura, considerando que o cara converte apenas 29,5% dos lances livres.

    No segundo quarto do jogo, com os Knicks já com problemas de faltas, San Antonio resolveu apostar na velha estratégia do Hack-a-Shaq — só que agora virou Hack-a-Mitch. Mandaram o pivô pra linha várias vezes, esperando que ele perdesse a compostura.

    O gigante não se abalou

    Resultado? Robinson converteu 3 de 6 tentativas e ainda saiu falando como quem não deve nada. “Significa muito quando eu estrago essa estratégia deles”, disse o cara na coletiva pós-jogo. “Eles só querem me tirar de quadra, então na minha visão, eu sou uma ameaça.”

    Sinceramente? Eu não esperava essa frieza toda dele. Ver um pivô que sabe das próprias limitações no lance livre e ainda assim abraçar o desafio… isso é mentalidade de campeão.

    E tem outro ponto que tá passando batido: enquanto todo mundo fala do duelo Towns vs Wembanyama (e com razão), o Robinson tá sendo fundamental pra conter o francesão. O cara pode não ser o mais rápido lateralmente, mas seu posicionamento tá impecável. Ele tá impedindo que Wemby receba a bola em posições cômodas no garrafão.

    Peça-chave na rotação

    Com o Towns entrando em problema de faltas no segundo tempo, Robinson teve que carregar o piano. E carregou bem — deu minutos de qualidade que permitiram o KAT descansar e voltar fresquinho pro último quarto.

    Agora a série volta pra Nova York, e vocês podem ter certeza que Robinson vai ser testado de novo. A pergunta é: será que ele mantém essa confiança toda? Porque uma coisa é falar bonito depois de converter 50% dos lances livres. Outra é manter a mesma energia quando estiver 1 de 8 numa situação decisiva.

    Mas pelo que vi até agora, o cara tá com a cabeça no lugar certo. E isso pode ser a diferença entre os Knicks chegarem no topo ou verem mais um sonho de título escorrer pelos dedos.