Tag: All-NBA Team

  • Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Gente, que temporada absurda do Chet Holmgren! O cara conseguiu uma vaga no All-NBA Third Team e, olha, por muito pouco não ficou de fora — foi literalmente o 15º colocado na votação com 87 votos. Mas conseguiu, e isso já diz muito sobre como esse garoto evoluiu.

    Sinceramente, eu lembro quando galera questionava se aquele corpo franzino de 2,16m ia aguentar a pancadaria da NBA. Hoje? O monstro tá aí no All-Star Game, All-Defensive First Team e agora All-NBA. É muita coisa pra um cara que ainda tá começando a carreira.

    Os números não mentem

    E os números do Chet na temporada foram de outro mundo mesmo. 17.1 pontos por jogo com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra — isso é eficiência pura. O maluco ainda acerta 36.2% das tentativas de três pontos. Pra um pivô daquele tamanho, é simplesmente surreal.

    Mas onde ele realmente brilha é na defesa. 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na liga) e 1.9 tocos por partida (empatado em 2º lugar). O defensive rating de 104.1 mostra que quando ele tá em quadra, o time sofre bem menos. É esse tipo de impacto que separa os bons dos especiais.

    Thunder voando rumo ao bi

    E tem mais: o Thunder tá brigando pelo segundo título consecutivo contra o Spurs nas finais da Conferência Oeste, empatado em 2-2. Se conseguir esse bi, Holmgren vira apenas o quarto jogador de Gonzaga a conquistar um anel na NBA — companhia seleta ao lado de Adam Morrison, Ronny Turiaf e Austin Daye.

    Olha, eu não sei vocês, mas tô impressionado com a rapidez que esse garoto se estabeleceu como uma das forças defensivas da liga. Aquela habilidade de proteger o aro combinada com a capacidade de abrir a quadra no ataque… é raro ver um jogador tão completo assim logo de cara.

    Será que ele consegue levar Oklahoma City pro bi? Com essa defesa monstro e o ataque cada vez mais refinado, eu apostaria que sim. E vocês, acham que o Chet já tá entre os melhores pivôs da NBA?

  • Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O pivô do Pistons acabou de se tornar elegível para um supermax de $287,1 milhões — isso é quase R$ 1,5 bilhão na nossa moeda. Tudo porque ele foi escolhido pro terceiro time All-NBA da temporada.

    Olha, eu não vou mentir: quando vi o Duren sendo selecionado, minha primeira reação foi “nossa, que evolução absurda”. O garoto de 22 anos fez uma temporada monstro, com médias de 19,5 pontos e 10,5 rebotes por jogo. Foi fundamental na campanha histórica de 60 vitórias do Pistons.

    O dilema milionário de Detroit

    Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Porque agora o Pistons tem um problemão nas mãos. Duren tecnicamente pode pedir um supermax de cinco anos que vai custar quase $300 milhões pro time. Só que — e aqui vem o grande “mas” — o pivô foi uma decepção nos playoffs.

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. Depois de uma temporada regular espetacular, o cara simplesmente sumiu quando a pressão aumentou contra o Cleveland. E agora Detroit precisa decidir: vale a pena apostar quase $300 milhões num jogador que não apareceu na hora H?

    A conta que não fecha

    Na minha opinião, o Pistons deveria buscar um meio termo. O especialista Keith Smith, do Spotrac, sugere algo em torno de $185 milhões por cinco anos — cerca de $37 milhões por temporada. Isso parece bem mais razoável pra um pivô que ainda está aprendendo a jogar sob pressão.

    E olha, não posso culpar totalmente o Duren. O garoto tem apenas 22 anos e essa foi só sua segunda experiência em playoffs. Lembrem que grandes pivôs como Tim Duncan e Shaq também tiveram suas dificuldades iniciais nos playoffs antes de dominar a liga.

    Vocês acham que Detroit deve apostar pesado no Duren ou segurar a carteira? Porque sinceramente, esse vai ser o movimento mais importante do Pistons nessa offseason. Se eles acertarem, podem ter uma dupla Cunningham-Duren dominando a conferência leste por anos. Se errarem… bom, já vimos times quebrados por contratos ruins.

  • Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Cara, o Ron Harper Jr. não conseguiu segurar a revolta e eu entendo completamente o cara. O resultado do All-NBA Team saiu no domingo à noite e o Jaylen Brown ficou de fora do primeiro time. E olha, sinceramente? Também fiquei meio perplexo com essa.

    O parceiro do Brown postou no Instagram Stories apenas “2nd team????” com aquela cara de quem não acredita no que tá vendo. Simples, direto e cheio de indignação. Harper Jr. pode não ser o cara mais conhecido do elenco dos Celtics, mas ele tá lá no dia a dia vendo o que o Brown faz em quadra.

    Brown carregou Boston nas costas

    E não é pra menos a revolta, né? O Jaylen teve que virar o cara dos Celtics praticamente sozinho. Com o Jayson Tatum fora na maior parte da temporada por lesão, Brown assumiu a responsabilidade total – e olha que responsabilidade.

    Os números dele não mentem: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Boston era esperado pra desandar depois de todas as mudanças no elenco no verão passado, problemas com luxury tax, essas coisas. Mas não. Os caras ganharam 56 jogos na temporada regular!

    Na minha visão, Brown mostrou uma liderança absurda. Não foi só os números – foi a atitude, a consistência, aquela pegada de “vem que eu resolvo” que todo time campeão precisa ter.

    Mas quem sai do primeiro time?

    Aí que tá o problema, né? O primeiro time All-NBA ficou com Shai Gilgeous-Alexander (MVP da temporada), Nikola Jokic, Victor Wembanyama, Luka Doncic e Cade Cunningham. Monstros, todos eles.

    Eu fico pensando: quem vocês tirariam pra colocar o Brown? É complicado mesmo. Cada um desses caras teve temporadas espetaculares. O Shai foi MVP, o Jokic é o Jokic, Wemby tá revolucionando a liga, Luka… bem, é o Luka. E o Cade teve uma evolução impressionante em Detroit.

    Mas poxa, 56 vitórias praticamente carregando o time nas costas não vale um primeiro time? É de doer mesmo.

    No fim das contas, Brown ficou no segundo time ao lado de Jalen Brunson, Kevin Durant, Kawhi Leonard e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, não tem como negar. Mas a revolta dos Celtics é mais do que justificada – às vezes os números não capturam o impacto real de um jogador na temporada.

  • Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Cara, imagina a cena: você tá fazendo uma live tranquila no Twitch e de repente descobrem que você foi escolhido pro All-NBA Second Team. Foi exatamente isso que rolou com o Jaylen Brown dos Celtics no domingo à noite, e a reação dele foi simplesmente genuína.

    “Sou grato. Deus é o maior”, disse Brown pra galera que tava assistindo sua live no FCHWPO Twitch. O maluco descobriu na hora, ao vivo, que tinha sido selecionado junto com as maiores estrelas da liga. Monstro demais.

    Temporada de outro mundo sem o Tatum

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que nem todo mundo consegue carregar um time nas costas quando o parceiro cai. Brown não só conseguiu, como mostrou que é craque de verdade. Com Jayson Tatum fora por 62 jogos por causa da lesão no tendão de Aquiles, JB assumiu as rédeas dos Celtics de um jeito absurdo.

    Os números não mentem: 28.7 pontos por jogo (recorde pessoal), 5.1 assistências (também recorde), 47.7% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressionou foi ele ter encontrado seu cantinho no meio da quadra — 58.5% de aproveitamento no mid-range. Isso é coisa de All-Star mesmo.

    Boston terminou em segundo no Leste com 56-26, atrás só do Detroit Pistons (quem diria, né?). Brad Stevens tinha chamado alguns reforços de “não comprovados”, mas Brown provou que quando a situação aperta, ele aparece.

    A humildade que impressiona

    O que mais me chamou atenção na fala do Brown foi a humildade. “Às vezes eu fico surpreso por ganhar qualquer prêmio”, disse ele. Sinceramente? Acho essa postura massa demais. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um cara desse nível sendo grato é refrescante.

    Ele terminou em sexto no MVP e foi titular pela primeira vez no All-Star Game. Sexto no MVP, pessoal! Sem o Tatum na maior parte da temporada. Vocês acham que ele não merecia estar ainda mais alto nessa votação?

    A temporada acabou meio amarga com aquele colapso histórico contra o Philadelphia 76ers nos playoffs — perder de 3-1 depois de estar na frente dói até em mim que sou apenas um fã. Mas isso não tira o brilho do que Brown fez durante a temporada regular.

    “É uma benção fazer parte do grupo que eu fiz parte”, comentou ele, “especialmente com as expectativas que colocaram em nós. A expectativa era nem mesmo sermos um time de playoffs, e terminamos em segundo no Leste.”

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Brown tá pronto pra ser a cara da franquia dos Celtics quando (se) o Tatum sair? Porque depois dessa temporada, eu tô convencido que o cara tem tudo pra ser.

  • Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Cara, eu sempre acreditei que esse dia chegaria. Tyrese Maxey acabou de ser selecionado para o All-NBA Third Team de 2025-26 — primeira vez na carreira dele. E olha, não podia estar mais feliz por esse moleque.

    Do 21º pick do draft para um dos 15 melhores da liga. Essa é a história do Maxey, que dividiu o terceiro time com Jalen Duren, Chet Holmgren, Jalen Johnson e Jamal Murray. Uma companhia e tanto, diga-se de passagem.

    Os números que convenceram todo mundo

    Os números do garoto foram simplesmente absurdos: 28.3 pontos, 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por jogo. Ah, e liderou a NBA em minutos jogados por partida — o cara literalmente não saía de quadra. Aproveitamento de 46.2% nos arremessos de quadra, 36.7% nas bolas de três e 89.2% nos lances livres.

    Sinceramente? Eu acho que ele merecia estar no segundo time. No início da temporada, o monstro estava fazendo média de 32 pontos nos primeiros 45 dias. Depois deu uma esfriada — normal, né? Ninguém aguenta carregar um time nas costas o ano inteiro.

    Primeiro Sixer desde Ben Simmons

    Maxey se tornou o primeiro jogador do Philadelphia 76ers a ganhar uma vaga no All-NBA desde Joel Embiid em 2023 (ano do MVP dele). E se a gente não contar o Embiid, o último foi Ben Simmons lá em 2019-20. Ou seja, fazia tempo que Philly não tinha duas estrelas no All-NBA ao mesmo tempo.

    O que me impressiona é como ele conseguiu manter esse nível mesmo com aquela lesão no dedo em março. Por um momento, achei que ele ia perder a marca de 65 jogos necessária para concorrer aos prêmios. Mas voltou uma semana antes do previsto e ainda ajudou o time no Play-In — porque obviamente o Embiid se machucou de novo bem antes dos playoffs (clássico).

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose ano que vem? Porque se fizer outro All-NBA em 2026-27, aí sim a coisa fica interessante — ele vai poder assinar o Super-Max com os Sixers. Estamos falando de uma grana absurda.

    Olha, eu sempre defendi que o Maxey tinha potencial para ser uma estrela. Desde aqueles primeiros jogos como reserva, dava pra ver que o garoto tinha algo especial. Agora é oficial: ele não é mais só uma promessa, é realidade. E que realidade!

  • Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Galera, o Tyrese Maxey finalmente conseguiu! O cara foi selecionado para o All-NBA Third Team da temporada 2025-26. E olha, sinceramente? Merecia estar no segundo time, mas vamos celebrar mesmo assim.

    O armador dos Sixers recebeu 60 votos para o terceiro time e 36 para o segundo — não foi por pouco que ficou fora da seleção mais alta. Dividiu o terceiro time com Jamal Murray, Jalen Johnson, Chet Holmgren e Jalen Duren. Time forte, viu?

    Números de monstro na temporada

    Maxey simplesmente liderou a NBA em minutos jogados (38.0 por jogo) — o cara não parava! E terminou em quinto lugar em pontos por jogo com 28.3. Isso sem falar nos recordes pessoais: 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por partida.

    Ah, e aquele jogo contra os Bucks em novembro? 54 pontos em overtime. CINQUENTA E QUATRO! Foi absolutamente insano. O maluco chegou aos 40 pontos cinco vezes na temporada e teve menos de 20 pontos em apenas sete jogos dos 70 que disputou. Consistência é o nome do jogo.

    O que isso significa para os Sixers?

    Essa é a primeira vez desde Joel Embiid (que levou o MVP em 2022-23) que um jogador dos Sixers entra no All-NBA. Mostra que Maxey realmente deu o salto que todo mundo esperava dele.

    E olha que nos playoffs a coisa ficou mais difícil — ele jogou com o dedinho machucado e a produção caiu na série contra os Knicks. Mas cara, ainda assim ajudou na virada épica contra os Celtics na primeira rodada. Média de 23.7 pontos, 5.9 assistências e 4.0 rebotes nos playoffs não é brincadeira.

    O próprio Maxey admitiu que precisa melhorar o jogo sem bola. “Próximo ano quero fazer algumas coisas sem a bola e não ficar sempre na frente da defesa”, disse ele. É inteligente demais esse moleque.

    Com VJ Edgecombe chegando como finalista do Rookie of the Year, a dupla promete dar muito trabalho. Vocês acham que os Sixers finalmente conseguem dar o próximo passo com essa dupla? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir.