Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O pivô do Pistons acabou de se tornar elegível para um supermax de $287,1 milhões — isso é quase R$ 1,5 bilhão na nossa moeda. Tudo porque ele foi escolhido pro terceiro time All-NBA da temporada.

Olha, eu não vou mentir: quando vi o Duren sendo selecionado, minha primeira reação foi “nossa, que evolução absurda”. O garoto de 22 anos fez uma temporada monstro, com médias de 19,5 pontos e 10,5 rebotes por jogo. Foi fundamental na campanha histórica de 60 vitórias do Pistons.

O dilema milionário de Detroit

Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Porque agora o Pistons tem um problemão nas mãos. Duren tecnicamente pode pedir um supermax de cinco anos que vai custar quase $300 milhões pro time. Só que — e aqui vem o grande “mas” — o pivô foi uma decepção nos playoffs.

Sinceramente, foi doloroso de assistir. Depois de uma temporada regular espetacular, o cara simplesmente sumiu quando a pressão aumentou contra o Cleveland. E agora Detroit precisa decidir: vale a pena apostar quase $300 milhões num jogador que não apareceu na hora H?

A conta que não fecha

Na minha opinião, o Pistons deveria buscar um meio termo. O especialista Keith Smith, do Spotrac, sugere algo em torno de $185 milhões por cinco anos — cerca de $37 milhões por temporada. Isso parece bem mais razoável pra um pivô que ainda está aprendendo a jogar sob pressão.

E olha, não posso culpar totalmente o Duren. O garoto tem apenas 22 anos e essa foi só sua segunda experiência em playoffs. Lembrem que grandes pivôs como Tim Duncan e Shaq também tiveram suas dificuldades iniciais nos playoffs antes de dominar a liga.

Vocês acham que Detroit deve apostar pesado no Duren ou segurar a carteira? Porque sinceramente, esse vai ser o movimento mais importante do Pistons nessa offseason. Se eles acertarem, podem ter uma dupla Cunningham-Duren dominando a conferência leste por anos. Se errarem… bom, já vimos times quebrados por contratos ruins.

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