Tag: Detroit Pistons

  • Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Olha, não vou mentir — o Jogo 4 dos Pistons contra os Cavs foi de partir o coração. Estavam vencendo por quatro pontos no intervalo, tudo controlado, e aí veio o Donovan Mitchell e simplesmente destruiu tudo no segundo tempo. O cara fez 39 dos seus 43 pontos na segunda etapa. Trinta e nove! Resultado? Derrota por 112-103 e série empatada em 2-2.

    Mas nem tudo foi desgraça para Detroit. Sabe quem resolveu aparecer na hora certa? Caris LeVert. O cara saiu do banco e meteu 24 pontos com aproveitamento absurdo: 10/16 do campo. Foi o cestinha do time, monstro!

    A ressurreição de LeVert

    Pra vocês terem noção do quão impressionante foi essa performance: LeVert tinha feito apenas 14 pontos em toda a série até ontem. Na verdade, nos playoffs inteiros, ele tinha 24 pontos no total — e igualou isso em um jogo só. É ou não é basketball?

    JB Bickerstaff, técnico dos Pistons, não poupou elogios ao veterano depois da partida. “Ele veio e nos deu exatamente o que precisávamos. Nos deu uma faísca incrível nos dois lados da quadra”, disse o treinador. E complementou com uma frase que me marcou: “LeVert é um verdadeiro competidor e entende o momento.”

    Motivação extra contra o ex-time

    Aqui tem um tempero especial que talvez explique a performance do LeVert. Tanto ele quanto Bickerstaff são ex-Cavs. O próprio LeVert foi trocado por Cleveland no deadline de 2025 para trazer DeAndre Hunter. Imaginem a motivação extra de mostrar pro antigo time o que estão perdendo.

    Sinceramente, acho que essa pode ser a virada de chave que os Pistons precisavam. LeVert mostrou que ainda tem lenha pra queimar, e com certeza ganhou mais minutos na rotação daqui pra frente. A pergunta que fica é: será que ele consegue manter esse nível nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série vai ficar muito mais interessante.

    E vocês, acham que os Pistons conseguem usar essa performance do LeVert como combustível para virar a série? A coisa tá pegando fogo no Leste!

  • JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    Cara, o JB Bickerstaff não conseguiu se segurar depois da derrota do Pistons pros Cavaliers no jogo 4. E olha, eu entendo completamente a revolta do cara.

    Os números dos lances livres foram absolutamente bizarros. Detroit converteu 9 de 12 tentativas — só 12 tentativas, gente! Enquanto isso, Cleveland foi pra linha 34 vezes e acertou 30. É muita diferença pra ser coincidência.

    “Desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou”

    Bickerstaff não poupou palavras na coletiva. “É inaceitável. Não fizemos o suficiente, obviamente, para nos ajudarmos, e vou começar por aí. Mas desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou. Não é possível que um cara do time deles arremesse mais lances livres que nossa equipe inteira.”

    E ele tá certo, véi. Detroit não é time de ficar parado no perímetro — eles atacam o garrafão, vão pra cima. Como que só conseguem 12 tentativas?

    O mais interessante (e suspeito) foi quando Bickerstaff mencionou os comentários públicos do Kenny Atkinson sobre o Pistons. “Desde que o Kenny fez seus comentários publicamente sobre nós, os apitos mudaram nesta série.” Eita, agora a coisa ficou quente!

    Pistons fizeram a parte deles em quadra

    Mesmo com a arbitragem controversa, Detroit mostrou que tem time. Caris LeVert liderou com 24 pontos, enquanto Cade Cunningham (que eu acho que vai ser estrela) contribuiu com 19 pontos e 6 assistências. Tobias Harris e Paul Reed também fizeram a diferença.

    O problema é que quando você enfrenta uma discrepância de 22 lances livres, fica complicado demais. São pontos de graça que fazem toda a diferença no placar final.

    Agora é aguardar o jogo 5 em casa. Vocês acham que os árbitros vão manter esse padrão quando a série voltar pra Detroit? Sinceramente, espero que não, porque o basquete merece ser decidido em quadra, não na mesa dos árbitros.

  • Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Donovan Mitchell conseguiu transformar o que parecia ser uma das piores atuações da carreira dele em algo absolutamente histórico. Estou falando de uma virada completa de chave que deixou todo mundo de queixo caído.

    O cara fez APENAS 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu tava vendo o jogo e pensando “nossa, o Mitchell tá tendo uma noite horrorosa”. Mas aí veio o segundo tempo e… meu Deus do céu!

    De vilão a herói em 24 minutos

    Mitchell voltou pra quadra completamente transfigurado. Meteu 39 pontos no segundo tempo, igualando o recorde da NBA em playoffs de pontos numa única metade de jogo. Trinta e nove pontos! É muita bola, gente.

    O recorde era do Eric “Sleepy” Floyd desde 1987, quando o Warriors enfrentou o Lakers. Mitchell teve até chance de quebrar o recorde, mas errou o segundo lance livre faltando 27 segundos. Ele mesmo brincou depois: “Todo mundo me avisou que eu perdi um lance livre que quebraria o recorde”.

    Sinceramente? Não me importo nem um pouco que ele tenha errado. O que importa é que os Cavs venceram por 112-103 e empataram a série em 2-2 contra o Detroit Pistons.

    A sequência que mudou tudo

    No primeiro tempo, Mitchell simplesmente não conseguia acertar nada. Errou os primeiros seis arremessos de quadra e só foi pontuar nos últimos minutos do segundo quarto. Parecia que ia ser uma daquelas noites que a gente prefere esquecer.

    Mas no terceiro quarto? O homem virou um monstro. Fez 21 pontos só no período – igualando outro recorde da franquia. Durante uma sequência de 24-0 dos Cavs (que começou nos últimos segundos do primeiro tempo), Mitchell meteu 15 pontos. Foi uma exibição de puro basquete.

    “Às vezes é natural, né? Eu não tava forçando a barra, focando na defesa e esperando a oportunidade de atacar a cesta”, explicou Mitchell depois do jogo. E quando a oportunidade chegou, cara… ele não desperdiçou.

    No segundo tempo, foram 12 acertos em 18 tentativas de quadra, incluindo três bolas de 3 pontos, e impressionantes 12 de 13 nos lances livres. É esse tipo de eficiência que separa os bons jogadores dos grandes.

    E agora, Detroit?

    Com a série empatada, o Jogo 5 vai ser em Detroit. Os Cavs ainda não conseguiram vencer fora de casa nos playoffs essa temporada, então vai ser o primeiro grande teste. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível absurdo de jogo?

    Uma coisa é certa: se ele conseguir jogar nem que seja 70% do que jogou ontem, Detroit vai ter problemas sérios. E olha que os Pistons sabem disso. Como disse o pivô Paul Reed: “Donovan Mitchell estava nos matando, e é basicamente isso”.

    Mitchell já tem oito jogos de playoffs com pelo menos 40 pontos na carreira, quatro deles pelos Cavs. Três jogos consecutivos com mais de 30 pontos nessa série. O cara tá on fire e Cleveland precisa aproveitar isso para finalmente chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018.

    Que jogaço, pessoal. Às vezes o basquete nos presenteia com essas noites mágicas que a gente nunca esquece.

  • Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Cara, o Jalen Williams do Thunder resolveu criar uma polêmica bem divertida ontem. O Richard Jefferson perguntou qual seria o Mount Rushmore dos Jalens da NBA, e olha só a lista que ele deu: Jalen Rose, Jalen Brunson, Jalen Johnson e… ele mesmo.

    E cadê o Jalen Duren? Simplesmente sumiu da lista!

    A omissão que chamou atenção

    Sinceramente, eu entendo a escolha do Williams até certo ponto. O cara citou jogadores mais conhecidos pela criação de jogadas e pontuação. O Jalen Rose foi uma lenda, o Brunson tá voando no Knicks, o Johnson tem sido uma revelação no Hawks. E ele mesmo? Bom, tá fazendo uma pós-temporada absurda com mais de 20 pontos por jogo.

    Mas deixar o Duren de fora foi meio injusto, não acham? O pivô do Pistons pode não ter os números ofensivos dos outros (10.4 pontos por jogo), mas o cara é um monstro no rebote com mais de 9 por partida. E olha que eles foram draftados juntos em 2022!

    Estilos diferentes, qualidades únicas

    A questão é que cada Jalen tem seu próprio estilo. O Williams é versátil, joga de armador até ala, tem QI de basquete altíssimo e forma uma dupla absurda com o Shai Gilgeous-Alexander no Thunder. Já o Duren é mais tradicional — domina o garrafão, pega rebote pra caramba e tem sido peça fundamental na ascensão do Pistons.

    E por falar nisso, que diferença de momento para os dois times, né? Enquanto o Thunder tá prestes a varrer os Lakers nas Finais do Oeste (imagina repetir o título!), o Pistons tá apertado contra o Cavaliers, perdendo por 2-1 na série.

    Vocês concordam com a lista do Williams ou acham que o Duren merecia estar lá? Eu, pessoalmente, colocaria os quatro que ele citou mais o Duren — que se dane se são cinco no Mount Rushmore!

  • Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mano, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 43 pontos na vitória por 112-103 sobre o Detroit, empatando a série em 2-2. Mas o mais louco? Ele tinha QUATRO pontos no intervalo. Quatro. E terminou com 39 no segundo tempo.

    Isso mesmo que vocês leram. 39 pontos numa metade só de jogo de playoffs. É RECORDE histórico da NBA, gente!

    A “Cavalanche” que ninguém viu chegar

    Os Cavs estavam praticamente mortos — perdendo por quatro no intervalo e quase indo pra um buraco 3-1 na série. Aí o Mitchell simplesmente resolveu que não ia deixar isso acontecer. O cara começou o terceiro quarto metendo oito pontos em um minuto e meio. Um minuto e meio!

    E daí veio a tal da “Cavalanche” — 23-0 de parcial pra abrir o segundo tempo. Vinte e três a zero! É a maior sequência de pontos sem resposta pra começar uma metade de playoff nos últimos 30 anos. Se considerarmos os dois últimos pontos do primeiro tempo, foram 25-0. Segundo maior run da era moderna dos playoffs.

    Sinceramente, eu já vi muito jogo bom na minha vida, mas isso aí foi de outro planeta. O Mitchell sozinho fez 21 pontos no terceiro quarto — quinta vez na carreira que ele marca 20+ numa parcela só de playoffs. Só Stephen Curry e Jamal Murray conseguiram isso tantas vezes também.

    O cara que nasceu pra playoffs

    E olha, não é de hoje que o Mitchell é monstro nos playoffs. Lembram dos 57 pontos contra o Denver em 2020? Terceira maior pontuação da história dos playoffs. No ano passado meteu 50 contra o Orlando na primeira rodada.

    Agora com essa performance, ele chegou ao quarto jogo de 40+ pontos pelos Cavs nos playoffs. Passou até o Kyrie Irving e só fica atrás do LeBron (que tem 24, né… é o LeBron). Nos últimos três jogos dessa série? 109 pontos. Cento e nove!

    Tá certo que ele não estava no melhor momento — apenas 12/39 de três na série toda e meio apagado na primeira rodada contra Toronto. Mas eu sempre falei: com o Mitchell é questão de tempo. Uma hora a bomba explode.

    Agora é melhor de três

    A série virou um melhor de três, com jogo 5 na quarta em Detroit. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem segurar esse cara depois do que aconteceu ontem? Porque eu tô achando difícil, viu. Quando o Mitchell pega fogo desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O cara é puro espetáculo. Sempre foi, sempre vai ser. E momentos como esse são exatamente o motivo pelo qual a gente ama essa liga maluca.

  • Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Olha, eu sei que o Tyrese Haliburton tá vivendo um pesadelo desde aquela lesão no tendão de Aquiles no jogo 7 das Finais. Mas o cara não para de soltar umas pérolas sobre basquete, mesmo assistindo de casa.

    Em uma participação no NBA on Prime, o armador do Pacers explicou por que playoff é um negócio completamente diferente da temporada regular. E cara, ele acertou em cheio.

    A diferença que todo fã sente na pele

    “Eu acho que na temporada regular, ao longo de 82 jogos, você vai ter a chance de enfrentar times que estão meio que relaxando”, disparou Haliburton. “Mas no playoff, cada jogada importa demais, as margens são muito pequenas.”

    Mano, isso é exatamente o que a gente sente assistindo, não é? Na temporada regular tem aqueles jogos que você sabe que o time tá só cumprindo tabela. Mas no playoff? É guerra pura em cada posse de bola.

    E o exemplo perfeito rolou justamente na segunda-feira. Os Pistons – que são rivais de divisão do Pacers – tomaram uma surra histórica do Cavaliers no jogo 4 das semifinais do Leste. Cleveland ganhou de 112 a 103 e empatou a série em 2-2.

    Mitchell destruiu tudo (literalmente tudo)

    Donovan Mitchell fez uma das maiores atuações que eu já vi em playoff. O cara fez 39 pontos APENAS no segundo tempo – igualando um recorde da NBA. Fechou com 43 pontos no total e liderou uma sequência absurda de 24 a 0 que acabou com qualquer chance de Detroit.

    Enquanto isso, Cade Cunningham passou em branco. 19 pontos e 6 assistências – a primeira vez que ele não chegou aos 20 pontos nesses playoffs. Vocês acham que a pressão pesou?

    Sinceramente, dá pra ver como cada erro, cada arremesso perdido, cada falta boba faz uma diferença gigantesca nessa época do ano. Na temporada regular, você perde hoje e tem jogo amanhã. No playoff, você perde e pode estar indo pra casa.

    Pacers vivendo o purgatório

    E o Haliburton tá assistindo tudo isso de camarote, depois daquela temporada catastrófica de 18-61. Pra piorar, o Pacers ainda perdeu a 5ª escolha do Draft na loteria – que foi parar no Clippers por causa daquela troca do Zubac.

    A reação do Hali? Um meme do Lil Uzi Vert falando “I lost”. Pelo menos o cara tem senso de humor, né?

    A boa notícia é que ele já foi liberado totalmente para o minicamp de verão. E quando esse monstro voltar às quadras, esses times do Leste vão descobrir que “relaxar” não vai mais rolar. O Sexto Homem que se cuide!

  • Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Cara, o que tá acontecendo com o Jalen Duren? O pivot dos Pistons que foi All-Star pela primeira vez na carreira simplesmente sumiu nos playoffs. Na derrota de ontem pros Cavaliers por 112-103, o moleque fez apenas 8 pontos e pegou 2 rebotes. Dois rebotes! Um cara de 2,11m pegando dois rebotes numa semifinal de playoff.

    A situação tá ficando preocupante mesmo. Durante a temporada regular, Duren foi um monstro – média de 19.5 pontos acertando 65% dos arremessos e 10.5 rebotes por jogo. Números de MVP candidato, sem brincadeira. Mas aí chegaram os playoffs e o bicho desandou.

    A matemática não mente

    Os números são brutais: em 70 jogos na temporada regular, ele fez menos de 10 pontos apenas 6 vezes. Nos playoffs? Já são 5 jogos com pontuação simples contra os Cavs. Na série, ele tá fazendo só 9.5 pontos e 7 rebotes de média. Uma queda absurda.

    E o pior é que dá pra ver que não é só uma questão técnica. O garoto parece perdido em quadra, sem a confiança que tinha durante o ano. A intensidade dos playoffs claramente pegou ele de surpresa – coisa que acontece com muito rookie, mas Duren já tá na sua terceira temporada.

    Cleveland descobriu a receita

    Sinceramente, acho que os Cavs acharam o ponto fraco dos Pistons. Com Jarrett Allen, Evan Mobley e Dean Wade no garrafão, eles criaram uma muralha que tá incomodando demais o Duren. O cara não consegue respirar perto da cesta.

    Defensivamente então, nem se fala. Onde tá aquele pivot intimidador que protegia o aro durante a temporada? Mobley tá passeando no garrafão como se fosse treino.

    Caris LeVert salvou saindo do banco com 24 pontos, e o Cade Cunningham fez o dele com 19 pontos e 6 assistências (mas 5 turnovers que doeram). Só que numa série equilibrada dessas, você precisa que TODOS apareçam.

    Com a série empatada em 2-2 e o jogo 5 voltando pra Detroit na quarta, o Duren precisa acordar urgente. Porque se continuar assim, essa campanha histórica dos Pistons vai pelo ralo. E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai continuar sumido nos momentos decisivos?

  • Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Cara, o J.B. Bickerstaff estava pistola mesmo depois da derrota dos Pistons ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o lado dele.

    Detroit perdeu pro Cleveland por 112 a 103 no jogo 4, empatando a série em 2-2 nos playoffs. Mas não foi só a derrota que deixou o técnico dos Pistons nervoso — foi a arbitragem completamente desbalanceada que rolou na partida.

    A revolta do técnico

    “É inaceitável, é sim”, disparou Bickerstaff após o jogo. “Não fizemos o suficiente para nos ajudar, vou começar por aí. Mas desde que viemos para Cleveland, o apito mudou. Não tem como um cara do time deles arremessar mais lances livres que nosso time inteiro.”

    E os números realmente impressionam (negativamente). Os Pistons foram apenas 9 de 12 nos lances livres — porque só tiveram 12 tentativas na partida inteira! Enquanto isso, Cleveland fez 30 de 34. O Donovan Mitchell sozinho foi 13 de 15 da linha. Treze! Mais que todo o time de Detroit.

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha de arbitragem na NBA, mas isso aí é de arrepiar mesmo.

    Mitchell foi um monstro, mas…

    Olha, não dá para tirar o mérito do Mitchell. O cara simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no segundo tempo e marcou 39 dos seus 43 pontos nos últimos dois quartos — igualando um recorde histórico dos playoffs da NBA. Foi um show à parte.

    Mas aí que tá: mesmo com essa performance absurda, a discrepância nos lances livres chama atenção. Como é que um jogador consegue mais tentativas da linha que um time inteiro? Por mais que o Mitchell tenha jogado muito, isso não faz sentido estatisticamente.

    “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, continuou Bickerstaff. “Mas não podemos deixar isso ser a razão do porquê… Mas de novo, quando você olha a contagem de faltas, você olha a disparidade, isso é difícil de superar. E você fica se perguntando qual é a razão.”

    Contexto da série

    O mais interessante é que nos primeiros jogos a situação era bem diferente. No jogo 1, que Detroit ganhou, eles foram 27 de 35 nos lances livres enquanto Cleveland teve só 16 tentativas. No jogo 2, também vitória dos Pistons, a diferença foi bem menor.

    Mas desde que a série voltou para Cleveland… bom, os números falam por si só.

    E aí, vocês acham que essa pressão do Bickerstaff vai fazer diferença no jogo 5 em Detroit? Eu acho que ele fez certo em falar — às vezes os técnicos precisam mesmo chamar atenção para essas coisas, mesmo correndo o risco de levar uma multa da liga.

    A série tá empatada e promete pegada nos próximos jogos. Só espero que a arbitragem seja mais equilibrada daqui para frente, porque playoff da NBA já é tenso o suficiente sem essas polêmicas.

  • Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Donovan Mitchell simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo no segundo tempo e empatar a série pros Cavaliers. 39 pontos em dois quartos. Trinta e nove!

    O mais absurdo? O cara tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu já tava pensando que ia ser uma noite perdida pro Mitchell, mas aí ele voltou do intervalo como se fosse outro jogador.

    A virada que mudou tudo

    O jogo virou numa sequência de 6 minutos no começo do terceiro quarto — os Cavs fizeram uma corrida de 24-0 que simplesmente acabou com o jogo. Mitchell meteu 21 pontos só no terceiro quarto, acertando 8 de 9 arremessos. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    Cleveland saiu de 4 pontos atrás no intervalo pra 18 na frente, e o Detroit nunca mais conseguiu voltar pro jogo. Final: 112-103 para os Cavaliers, série empatada em 2-2.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do Mitchell depois daquele primeiro tempo horroroso (1/8 nos arremessos). Mas é isso que separa os grandes dos bons — a capacidade de simplesmente apagar tudo e começar do zero.

    Harden segurou as pontas

    E vamos dar o crédito pro James Harden também. Enquanto o Mitchell tava travado no primeiro tempo, foi o Barba que manteve Cleveland vivo no jogo. 15 pontos e 6 assistências só na primeira metade, praticamente carregando o time nas costas.

    No final, Harden terminou com 24 pontos e 11 assistências. Evan Mobley ajudou com 17 pontos. Mas a noite foi mesmo do Mitchell — 43 pontos no total, sendo que 39 vieram no segundo tempo (empatando um recorde da era moderna dos playoffs).

    Do lado do Detroit, foi aquela coisa: Cade Cunningham até que se esforçou (19 pontos), mas precisou de 16 arremessos. Jalen Duren sumiu (só 8 pontos), e Tobias Harris foi ineficiente demais — 16 pontos em 17 tentativas.

    O banco do Detroit até salvou com Caris LeVert (24 pontos) e Paul Reed (15), mas não foi suficiente quando o Mitchell decidiu virar o Superman.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta-feira, e aqui tá uma estatística que me preocupa: Cleveland é 6-0 em casa nesses playoffs, mas 0-5 fora. E aí, acham que eles conseguem quebrar essa maldição jogando no Auburn Hills?

    Série empatada, melhor de três agora. Do jeito que o Mitchell tá jogando, qualquer coisa pode acontecer.

  • Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu que não ia perder ontem à noite. 43 pontos. Quarenta e três! O cara literalmente destruiu os Pistons e empatou a série em 2-2 com uma vitória de 112-103 que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu vi muita coisa na NBA, mas essa performance do Mitchell no segundo tempo foi absurda. O maluco fez 39 dos seus 43 pontos só depois do intervalo — depois de ter marcado apenas 4 no primeiro tempo. É tipo quando você tá jogando videogame e resolve ligar o cheat code.

    A montanha-russa emocional

    O jogo começou bem pros Cavs. James Harden (sim, o Barba tá lá) meteu 11 pontos logo de cara, duas enterradas e um par de triplos que fizeram o ginásio delirar. Cleveland abriu 14-5 e eu já tava pensando: “Opa, vai ser fácil hoje”.

    Aí o basquete mostrou que não existe moleza nos playoffs.

    Quando o Harden foi pro banco, a ofensiva dos Cavs congelou completamente. E o Caris LeVert — que joga pelos Pistons agora — decidiu que era a hora dele brilhar. O cara começou com 17 pontos no primeiro quarto atirando de tudo quanto foi lugar. Tobias Harris também ajudou, e de repente Detroit tinha virado o jogo.

    Sinceramente, eu já tava vendo os Pistons tomarem conta da parada quando…

    A “Cavalanche” que mudou tudo

    Terceiro quarto. Mitchell acordou pra vida.

    23-0. Vocês leram certo: vinte e três a zero. Uma sequência que fez os caras de Detroit questionarem a existência. Mitchell meteu 15 pontos só nessa corrida, e a dupla Jarrett Allen e Evan Mobley fechou completamente o garrafão.

    É isso que torna os Cavs tão perigosos, sabe? Eles têm essa capacidade de simplesmente explodir do nada. Um minuto você tá ganhando, no outro você olha pro placar e não entende mais nada.

    E pode falar o que quiser do Jalen Duren, mas Allen e Mobley fizeram o garoto virar criança ontem. Os dois combinaram 26 pontos e 13 rebotes, enquanto Duren ficou com 8 pontos e 2 rebotes. Humilhação técnica.

    Mitchell sendo Mitchell

    Detroit ainda tentou uma reação no final do terceiro, mas Mitchell não deixou. O cara continuou metendo de tudo — arremesso de média, triplo, bandeja, enterrada. Foi um show particular.

    E olha, essa é exatamente a performance que os Cavs esperavam quando trouxeram o Mitchell. O cara foi contratado pra ser superstar All-NBA em momentos assim, e entregou tudo.

    Harden ainda fez um double-double discreto, mas a noite era do Mitchell mesmo. 43 pontos pra empatar uma série de playoffs? Isso aí é coisa de lenda.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta. E aí, vocês acham que o Mitchell consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Pistons estão com um problemão nas mãos.