Tag: Detroit Pistons

  • Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Mano, que azar do caramba. O Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada absolutamente monstruosa pelos Pistons, vai perder a chance de concorrer aos prêmios da NBA por causa de uma lesão bizarra: pulmão colapsado.

    É isso mesmo que vocês leram. O cara mergulhou numa bola perdida contra o Washington Wizards no dia 17 de março, bateu com o Tre Johnson e… pulmão colapsado. Desde então, fora de combate.

    A regra cruel da NBA

    A NBA tem uma regra meio sem coração: se você perder 18 jogos ou mais, já era — não pode concorrer a MVP, Melhor Jogador Defensivo, nada. E o Cade, que jogou 61 partidas, vai ser reavaliado só semana que vem. Com três jogos ainda pela frente antes dessa reavaliação, dificilmente ele volta a tempo.

    O mais doloroso? O garoto tava fazendo uma temporada surreal. 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. E olha só: os Pistons estão com 55-21, na liderança isolada do Leste! Quem diria que Detroit estaria brigando pelo primeiro lugar, né?

    Lista dos “azarados” cresce

    Cunningham vai se juntar a uma galera que também perdeu a chance por lesão. A lista inclui nomes pesados: Anthony Edwards, Giannis, LeBron, Curry, Joel Embiid… É de cortar o coração ver tantos craques ficando de fora.

    Sinceramente, acho que essa regra dos 18 jogos deveria ser repensada. Entendo que é pra valorizar a consistência, mas às vezes as lesões são parte do jogo — principalmente quando o cara se machuca se doando pela equipe, como foi o caso do Cade.

    O que vocês acham? Será que ele volta ainda nessa temporada pra ajudar Detroit nos playoffs? Uma coisa é certa: quando voltar, vai ter que provar que ainda é o mesmo monstro que vinha sendo antes da lesão.

  • Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Cara, eu preciso falar uma coisa: esse Detroit Pistons tá me deixando maluco de tanta qualidade. Ontem à noite eles fizeram mais uma das suas e detonaram o Minnesota Timberwolves por 113 a 108 em casa. E olha que era o terceiro jogo em quatro noites, mas parecia que os caras tinham descansado uma semana.

    O show ficou por conta de Daniss Jenkins e Jalen Duren — dois nomes que, sinceramente, eu não esperava que fossem carregar um time playoff há alguns anos. Mas é isso aí, a NBA sempre nos surpreende.

    Jenkins assumiu o protagonismo de vez

    Com Anthony Edwards fora pelo Minnesota (e que falta ele fez), Jenkins simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 26 pontos, 5 rebotes e 8 assistências — números de estrela mesmo. O cara assumiu a responsabilidade depois que Tobias Harris machucou o joelho numa dividida com o Gobert no segundo quarto.

    E que jogada foi aquela enterrada do Ausar Thompson em cima do Donte DiVincenzo no último período? Mano, quase derrubou o teto do Little Caesars Arena! Dá pra ver o Cade Cunningham comemorando no banco mesmo lesionado. Isso é química de time, é paixão pelo jogo.

    Duren jogando como All-Star

    Agora, vamos falar sério do Jalen Duren. 22 pontos e 14 rebotes em 36 minutos, dando trabalho pro Rudy Gobert como se fosse mais um qualquer. O maluco tá fazendo até arremesso de meia distância — os comentaristas falaram que ele tá 8 de 9 em chutes fora do garrafão na temporada. Absurdo!

    Sinceramente, eu acho que ele vai ganhar uma vaga no All-NBA esse ano. E no verão? Vai ganhar um contrato monstro, pode anotar. Quem diria que Detroit ia encontrar uma dupla tão competente assim para segurar a ponta enquanto o Cade se recupera.

    O jogo foi daqueles cheios de viradas — Minnesota até chegou a liderar 80-79 entrando no último quarto, mas Detroit mostrou por que tá no topo do Leste. Aqueles sete pontos de vantagem depois do alley-oop do Thompson foram decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Pistons consegue manter esse nível nos playoffs? Porque do jeito que o Jenkins tá jogando e com o Duren dominando o garrafão, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Olha, eu confesso que não esperava ver os Pistons brigando pelo topo do Leste essa temporada, mas aqui estamos. E muito disso tem a ver com o salto absurdo que Jalen Duren deu — o cara simplesmente virou um monstro na quadra.

    Só que tem uma parada meio tensa rolando por trás dos panos. Duren e Detroit não conseguiram acertar uma extensão de contrato antes do deadline em outubro, então o pivô de 22 anos vai ser agente livre restrito no verão. Mas calma aí — tanto o jogador quanto a franquia dizem que querem ficar juntos pra sempre.

    “Foi só negócios mesmo”

    “Cara, foi o que foi”, disse Duren sobre a situação. “Acho que é complicado porque tem o aspecto comercial nisso tudo. Como eu falei, eu adoraria ser um Piston pra vida toda. Não foi nada pessoal com a organização. Foi só negócios. Eles pensavam de um jeito, eu de outro. E naquele momento não conseguimos chegar num acordo.”

    O GM Trajan Langdon bateu na mesma tecla: “Nós também queremos que ele seja um Piston pra vida toda. Não teve nada a ver com o que ele fez ou deixou de fazer.”

    Sinceramente? Esse tipo de impasse sempre me deixa meio ressabiado. Quando as duas partes dizem que se amam mas não conseguem fechar negócio… geralmente é porque alguém tá pedindo muito ou oferecendo pouco demais.

    All-Star pela primeira vez

    Mas vamos ao que realmente importa: o que Duren tá fazendo na quadra é simplesmente absurdo. O cara foi pro seu primeiro All-Star Game em fevereiro e tá tendo números de outro mundo — 19,5 pontos com 64,7% de aproveitamento e quase 11 rebotes por jogo. Tá na briga pelo prêmio de jogador que mais evoluiu.

    E quando Cade Cunningham ficou oito jogos fora por causa de um pulmão colapsado (parada séria, hein?), foi Duren quem segurou as pontas. Médias de 23,4 pontos e 10,5 rebotes, ajudando Detroit a fazer 6-2 nesse período.

    A química dele com Cunningham, aliás, é coisa de cinema. Os dois viajaram juntos pra Itália no verão passado, fortalecendo uma parceria que vem desde os tempos de AAU. Duren tá investindo pesado nessa relação — meio que nem aquele lance do Edelman com o Brady nos Patriots.

    Playoffs na mira

    Com os Pistons liderando o Leste (quem diria, né?), Duren tá focado no presente. “Só quero que esse time use todo seu potencial”, falou. “Quero sair dessa temporada pensando: ‘É, fizemos tudo que queríamos fazer.’”

    E aí, vocês acham que Detroit vai abrir o cofre pra manter Duren? O cara claramente merece uma grana boa depois dessa temporada monstruosa. Mas será que os Pistons vão pagar o preço, ou vamos ter mais um drama de agência livre no verão?

    Uma coisa é certa: depois de anos patinando, Detroit finalmente achou a fórmula. Seria uma burrada tremenda deixar Duren escapar agora.

  • Wemby e Ausar Thompson dominam defesa da NBA em março

    Wemby e Ausar Thompson dominam defesa da NBA em março

    Cara, o que esses dois moleques estão fazendo na defesa da NBA é simplesmente absurdo. Victor Wembanyama e Ausar Thompson foram eleitos os Defensores do Mês de março, e olha… não é surpresa nenhuma pra quem tá acompanhando.

    O Wemby tá literalmente destruindo qualquer coisa que chega perto do garrafão. 3.7 bloqueios por jogo em março — três vírgula sete! E ainda ficou em segundo lugar em arremessos contestados com 11.6 por partida. O cara é uma parede humana de 2,24m que se move como um escolta. Sinceramente, eu nunca vi nada igual.

    Ausar Thompson roubando tudo que é bola

    E o Thompson? Monstro absoluto nos roubos de bola. Liderou a NBA com 2.5 interceptações por jogo e 4.8 deflexões — que são aqueles toques na bola que geram confusão no ataque adversário. O garoto do Pistons tá jogando uma defesa que me lembra muito o prime do Kawhi Leonard.

    O mais louco é que os dois já ganharam esse prêmio antes nesta temporada. Wembanyama levou em janeiro E fevereiro (três meses seguidos seria brincadeira), enquanto Thompson havia ganhado em janeiro também.

    Futuro da defesa já chegou?

    Olha, eu tô impressionado com como esses rookies estão mudando o jogo defensivo. O Ausar com aqueles braços gigantes criando problemas na linha de passe, e o Victor simplesmente cancelando qualquer tentativa de enterrada ou bandeja fácil.

    Vocês acham que essa dupla vai dominar os prêmios defensivos pelos próximos 10 anos? Porque do jeito que tá indo, parece que a liga vai ter que criar uma categoria especial só pra eles competirem entre si.

    Uma coisa é certa: quem tem que enfrentar esses caras deve estar tendo pesadelos. Imagina você correndo pro contra-ataque e ver o Wemby voltando na sua direção… eu desistiria na hora.

  • Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cara, essa doeu. O Cade Cunningham vai ficar de fora por pelo menos mais uma semana por causa da lesão no pulmão, e isso significa uma coisa: ele não vai poder concorrer ao MVP nem fazer o All-NBA Team. A maldita regra dos 65 jogos acabou com o sonho do cara.

    Olha só que situação bizarra: o Cunningham estava tendo a temporada da vida dele — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de MVP mesmo, não tem como negar. Mas aí ele sofre um pneumotórax (lesão no pulmão, coisa séria) no jogo contra Washington em março e já perdeu 8 jogos. Agora vai perder pelo menos mais 4.

    Detroit voando sem ele, mas…

    O mais louco é que os Pistons estão indo absurdamente bem mesmo sem o cara. 55 vitórias e 21 derrotas, brigando pelo melhor recorde do Leste! Eles foram 6-2 nos jogos sem ele e ainda por cima conquistaram o título da divisão Central pela primeira vez desde 2008. Até apareceu no banco contra o Toronto essa semana.

    Mas sinceramente? Isso não deveria importar pra elegibilidade de prêmios individuais. O moleque estava no papo de MVP antes de se machucar, e agora vai ficar de fora por causa de uma lesão que nem foi culpa dele.

    A polêmica regra dos 65 jogos

    A Associação dos Jogadores já veio com tudo criticar essa regra. E olha, eu concordo 100% com eles. Falaram que é “arbitrária e rígida demais” — e tá certo mesmo. Como é que você pune um cara que se machucou de verdade?

    O Adam Silver respondeu dizendo que a regra tá funcionando como deveria, mas demonstrou empatia pela situação do Cunningham. Cara, empatia é legal e tal, mas não resolve o problema do moleque, né?

    Na minha opinião, essa regra precisa de pelo menos uma exceção pra lesões graves. Pneumotórax não é moleza — é coisa que pode ser perigosa se não tratada direito. E aí o cara vai ser punido por cuidar da saúde?

    Vocês acham que essa regra dos 65 jogos faz sentido ou é sacanagem demais com quem se machuca? Porque pra mim, ver o Cunningham perdendo a chance de disputar o MVP depois da temporada monstruosa que ele tava fazendo é de partir o coração.

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Cara, eu não acreditei quando vi isso. Os Detroit Pistons acabaram de conquistar o primeiro título de divisão desde 2008 — dezoito anos, gente! E sabe o que mais me impressionou? A reação do técnico J.B. Bickerstaff depois da vitória por 127-116 contra os Raptors.

    “Nós esperamos mais”, disse ele. Simples assim.

    Olha, eu entendo perfeitamente a posição do cara. Você tem um time que saiu de 14 vitórias e 48 derrotas há apenas duas temporadas pra 55-21 agora. É uma transformação absurda, mas Bickerstaff tá certo — isso é só o começo.

    Jalen Duren foi monstro na noite decisiva

    E que noite foi essa do Duren, hein? 31 pontos com 12 acertos em 13 arremessos. Doze de treze! O garoto simplesmente não errou quase nada. Daniss Jenkins também fez sua parte com 21 pontos e 5 assistências — dupla que tá crescendo junto e mostrando que Detroit tem futuro.

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial esse ano”, falou Jenkins. E completou com uma mentalidade que eu adorei ouvir: “Vamos comemorar hoje à noite e voltar ao trabalho amanhã”.

    Expectativas lá em cima agora

    Sinceramente, eu não esperava ver os Pistons brigando por coisa séria tão cedo. Mas olha só onde eles chegaram — e o técnico já tá falando em “fazer estrago” nos playoffs. É essa mentalidade que separa times mediocres dos que realmente querem algo grande.

    Vocês acham que Detroit consegue surpreender nos playoffs também? Porque com esse Duren jogando desse jeito e um elenco que claramente comprou a ideia do técnico, eu não duvido de mais nada vindo desse time.

    Dezoito anos esperando por isso. Agora é hora de mostrar que não foi sorte.

  • Knicks tentaram pescar Ivey no Draft 2022, mas Detroit segurou

    Knicks tentaram pescar Ivey no Draft 2022, mas Detroit segurou

    Olha só que história interessante surgiu agora: os New York Knicks e Washington Wizards estavam DOIDOS pra conseguir o Jaden Ivey no Draft de 2022. E não foram só eles não — o telefone do Detroit simplesmente não parava de tocar com propostas pelo jovem armador que estava na quinta posição.

    Cara, imagina a cena: Troy Weaver, que era o GM dos Pistons na época, com o telefone bombando de ofertas e pensando “será que eu troco esse moleque?”. No final, Detroit decidiu ficar com Ivey mesmo, e ainda conseguiu pescar o Jalen Duren mais tarde na mesma noite. Jogada inteligente na época.

    O plano dos Pistons fez sentido

    A ideia era clara: montar uma dupla explosiva no garrafão com Cade Cunningham e Ivey. Cade mais cerebral, Ivey mais intenso — parecia a receita perfeita. E funcionou no primeiro ano, viu? O cara fez parte do All-Rookie Team com médias de 16.3 pontos e 5.2 assistências em 74 jogos. Nada mal pra um novato.

    Enquanto isso, o Sacramento Kings levou uma chuva de críticas por escolher Keegan Murray em vez do Ivey. Mas olha aí — Murray se tornou um jogador sólido dos dois lados da quadra e acabou de assinar uma extensão de cinco anos por 140 milhões de dólares. Às vezes as coisas funcionam de jeito diferente do esperado, né?

    O final melancólico da história

    Mas aí que tá a reviravolta: Ivey acabou sendo trocado pro Chicago Bulls em fevereiro e… bom, a coisa desandou. Jogou apenas quatro partidas e foi dispensado ontem por “conduta prejudicial ao time”. Que situação complicada, cara.

    O mais absurdo? Ele vai receber os 10.1 milhões do salário integral e virar agente livre quando passar pelo waiver. Sinceramente, eu não esperava que a trajetória do Ivey tomasse essa curva tão dramática. O cara tinha tudo pra dar certo em Detroit ao lado do Cade.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no talento dele depois dessa confusão toda? O potencial ainda tá lá, mas essa saída do Bulls levanta umas bandeiras vermelhas que não dá pra ignorar.