Tag: Detroit Pistons

  • Magic toma multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Magic toma multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Olha só que situação mais estranha: o Orlando Magic acabou de levar uma multa de 25 mil dólares da NBA por… mentir sobre lesão. E não é qualquer mentira não — eles colocaram o Anthony Black como “fora” do jogo contra o Detroit Pistons no dia 6 de abril e o cara entrou em quadra normalmente.

    Sinceramente, eu não entendo como isso acontece. O Black não só jogou como ainda mandou ver: 15 minutos de quadra e 14 pontos no placar. Pra quem estava “machucado”, jogou até bem demais, né?

    Regra clara, punição certa

    A liga é bem rigorosa com essas questões de relatório médico — e com razão. Imagina você apostador que confia na informação oficial do time, ou mesmo nós fãs planejando assistir um jogo esperando ver determinado jogador. É sacanagem.

    O Magic provavelmente tentou usar essa estratégia pra confundir o Pistons ou sei lá que tática maluca. Mas deu ruim. A NBA não passa pano pra ninguém quando o assunto é transparência.

    Anthony Black vale a confusão?

    Agora, 25 mil dólares pra esconder um jogador que ainda tá se afirmando na liga… será que vale a pena? O Black tem potencial, sim — rookie interessante —, mas não é exatamente o tipo de peça que você esconde do adversário como se fosse o LeBron.

    Na minha visão, isso foi mais descuido da organização do que estratégia. Alguém ali dormiu no ponto e esqueceu de atualizar o relatório. Acontece, mas na NBA custa caro.

    E aí, vocês acham que essas multas realmente funcionam pra desencorajar esse tipo de coisa? Porque 25 mil pra um time da NBA é basicamente o que eu gasto no supermercado num mês — ou seja, migalhas.

  • Magic leva multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Magic leva multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Olha só que situação bizarra aconteceu em Orlando. O Magic levou uma multa de 25 mil dólares da NBA por algo que, sinceramente, não entendo como acontece em pleno 2026: mentir no injury report.

    A situação foi a seguinte — na segunda-feira passada, contra o Detroit Pistons, o Magic colocou Anthony Black como “fora” no relatório oficial de lesionados. Só que aí chegou na hora do jogo e… surpresa! O cara estava lá, jogando e ainda por cima bem. 14 pontos, 2 assistências e 2 roubadas em apenas 15 minutos. Monstro.

    15 jogos fora por lesão abdominal

    Pra contextualizar: o Black tinha ficado 15 jogos parado por causa de uma lesão abdominal. Eu imagino que deve ter sido aquela situação de “será que joga, será que não joga” até em cima da hora. Mas cara, existe protocolo pra isso.

    O que mais me impressiona é que estamos falando de um jogador importante pro time. Anthony Black, no seu terceiro ano saindo de Arkansas, tá fazendo uma temporada sólida: 15.1 pontos e 3.8 assistências em 62 jogos, sendo 40 como titular. Não é qualquer reserva que você “esquece” de atualizar no relatório.

    NBA não brinca com injury report

    A liga foi clara na justificativa da multa: o Magic falhou em divulgar com precisão o status de disponibilidade do jogador. E olha, não é à toa que a NBA pega pesado com isso. O injury report existe principalmente por causa das apostas — imaginem quantas pessoas apostaram considerando que o Black estava fora?

    Sinceramente, acho que 25 mil dólares é uma multa justa. Pode parecer pouco pra um time de NBA, mas é o suficiente pra mandar a mensagem: organizem-se melhor com a comunicação.

    E vocês, acham que foi só desorganização mesmo ou teve algo mais por trás dessa história? Porque na minha opinião, em times profissionais desse nível, esse tipo de “erro” não deveria acontecer. Ainda mais com o Magic indo bem na temporada e precisando manter a credibilidade.

  • Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Cara, que surra foi essa ontem à noite! Os Pistons simplesmente massacraram os Bucks por 137 a 111 em casa, numa daquelas performances que você assiste e fala ‘nossa, esse time tá jogando basquete de verdade’.

    O mais louco? Foi um show coletivo mesmo. Jalen Duren liderou a festa com 21 pontos, mas Ryan Rollins também fez a sua parte com 23. E o destaque da noite ficou por conta do Jericho Sims, que cravou o primeiro triple-double da carreira dele. Imagina a felicidade do cara!

    Detroit voando no contra-ataque

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi uma diferença tão brutal no contra-ataque: 32 a 2 para Detroit. Trinta e dois a dois, gente! Os Pistons estavam correndo que nem loucos na transição, especialmente no primeiro tempo. Enquanto isso, Milwaukee parecia que tava jogando com os pés grudados no chão.

    AJ Green até começou bem quente para os Bucks, acertando três bolas de três no primeiro quarto. Mas aí o Cade Cunningham resolveu mostrar serviço, acertando de dentro e de fora da garrada. Duncan Robinson também entrou na chuva de três, e quando você viu, Detroit já tinha aberto 75 a 57 no intervalo.

    Sims faz história em noite especial

    Sinceramente, eu não esperava ver o Jericho Sims fazendo história assim. O cara sempre foi aquele pivô trabalhador, fazia o básico bem feito, pegava rebote, protegia o garrafão. Mas ontem ele estava em todo lugar — pontos, rebotes, assistências. E o melhor: conseguiu o triple-double ainda no terceiro quarto, com tempo de sobra no jogo.

    Ron Holland II também aproveitou a festa, convertendo duas vezes em pontos depois de roubadas de bola. É essa pressão defensiva que tá fazendo a diferença no time de Detroit essa temporada.

    Do lado de Milwaukee, Taurean Prince tentou reagir com três bolas de três no terceiro quarto, mas não deu. O time estava completamente perdido defensivamente. Quando você permite 137 pontos, é porque alguma coisa deu muito errado ali, né?

    E vocês, acham que os Pistons tão finalmente montando um time competitivo? Porque performances assim me deixam empolgado com o futuro dessa franquia que sofreu tanto nos últimos anos.

  • Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Gente, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas Pistons sendo favoritos por mais de 20 pontos contra Milwaukee? Isso aí é o fim dos tempos mesmo.

    A situação é a seguinte: Detroit pode ter Cade Cunningham e Isaiah Stewart de volta hoje à noite — ambos são decisões de última hora segundo o técnico JB Bickerstaff. E sinceramente? Se o Cade jogar, já era. O cara tá numa temporada monstruosa e os Pistons estão com 57-22. Quem diria, né?

    Cade e a corrida pelos prêmios

    Olha só que situação interessante: se Cunningham jogar o resto da temporada, ele vai chegar em 64 jogos. Um a menos do limite para concorrer aos prêmios da liga. Será que ele vai tentar uma exceção especial, tipo o que o Luka andou cogitando recentemente? Na minha opinião, deveria — o cara merece estar na conversa de MVP.

    Kevin Huerter também está questionável, mas as fontes do Vince Goodwill da ESPN indicam que Cade provavelmente vai encarar. E eu torço pra que vá mesmo. Quero ver esse show.

    Milwaukee desistiu de vez

    Do lado de Milwaukee… cara, é deprimente. Giannis fora. Kyle Kuzma fora. Kevin Porter Jr. fora. Bobby Portis fora. Myles Turner fora. E o técnico deles tá falando que quer passar mais tempo com os netos. Mano, isso é praticamente hastear a bandeira branca.

    Os Bucks estão com 31-48 e vão colocar em quadra: Ryan Rollins, Gary Trent, Osumane Dieng, Pete Nance e Jericho Sims. Com todo respeito a esses caras, mas essa escalação parece G-League mesmo.

    A linha de -20.5 para Detroit até parece conservadora considerando o cenário. Os Pistons estão jogando em casa, em Little Caesars Arena, e Milwaukee claramente já tá de férias mentalmente.

    Vocês acham que Detroit vai ter piedade ou vai meter uns 40 pontos de diferença? Porque sinceramente, se eu fosse torcedor dos Bucks, nem assistiria esse jogo. É constrangedor demais.

    O jogo rola às 19h (horário de Brasília) e vai passar no FanDuel Sports Network Detroit. Se vocês curtem ver um massacre ao vivo, é uma boa pedida.

  • Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Gente, que semana absurda pros Pistons! Primeiro eles garantem a primeira colocação no Leste pela primeira vez em 19 anos — dezenove anos, vocês conseguem acreditar? E agora vem a cereja do bolo: Cade Cunningham deve voltar hoje contra os Bucks.

    O cara ficou 11 jogos fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, parada séria). A última vez que ele pisou na quadra foi dia 17 de março contra os Wizards, onde jogou só cinco minutos antes de sair machucado. Sinceramente, na época eu pensei “lá se foi nossa temporada”.

    Detroit provou que é mais que o Cade

    Mas olha só que loucura — os Pistons foram de 8-3 sem o craque. Oito vitórias em onze jogos! E mais impressionante ainda: o time tem média de 114.8 pontos sem ele. Isso mostra que Ron Holland construiu um elenco de verdade, não é só dependência do Cunningham.

    Claro que ter o Cade faz toda diferença. O moleque tava tendo uma temporada monstro: 24.5 pontos, 5.6 rebotes e quase um triple-double de assistências por jogo (9.9). Era candidato real ao MVP antes da lesão.

    A volta no timing perfeito

    Infelizmente ele não vai conseguir os 65 jogos mínimos pros prêmios individuais, mas quem liga? O negócio agora são os playoffs como cabeça de chave número 1. A última vez que Detroit teve essa mordomia foi em 2007, quando perderam na final do Leste pro LeBron (aquele mlk de 22 anos que depois virou rei).

    Ano passado eles voltaram pros playoffs depois de cinco anos no deserto, mas caíram pros Knicks na primeira rodada. Agora é diferente — têm vantagem de quadra em toda a conferência. E vocês acham que o Cade volta 100% ou vai precisar de alguns jogos pra pegar ritmo?

    Uma coisa é certa: ver os Pistons brigando pelo título depois de tantos anos de sofrimento é emocionante demais. O garoto que eles pegaram em primeiro lugar no draft de 2021 finalmente tá levando Detroit de volta ao topo. Que volta seja hoje mesmo!

  • Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Finalmente! Cade Cunningham vai voltar hoje contra o Bucks depois de quase um mês parado por causa de um pneumotórax. Cara, quando eu li “pulmão colapsado” na época, pensei: “que parada mais bizarra é essa?” Mas o garoto tá de volta e os Pistons precisam dele nos playoffs.

    Olha só os números que ele vinha fazendo: 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Quase um triple-double de média, monstro demais. E pensar que esse mesmo Detroit que era piada da liga há alguns anos agora tá com 57 vitórias e é o primeiro colocado no Leste…

    A polêmica da regra dos 65 jogos

    Agora vem a parte chata. Por causa dessa lesão esquisita, o Cade só vai conseguir jogar 64 partidas mesmo que dispute os três últimos jogos da temporada regular. E aí que a NBA criou essa regra idiota dos 65 jogos mínimos pra ser elegível aos prêmios individuais.

    Na minha opinião, isso é uma sacanagem total. O cara tá tendo uma temporada absurda, claramente merece estar no All-NBA First Team, mas vai ficar de fora por causa de um pulmão que colapsou? Sinceramente, acho que a liga tem que repensar essa regra.

    Pistons de volta ao topo depois de 18 anos

    Mas vamos ao que importa: Detroit ganhou a divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos, pessoal! E agora querem quebrar outro jejum — não passam da primeira rodada dos playoffs desde a temporada 2007-08.

    O timing da volta do Cade não podia ser melhor. Os playoffs tão chegando e ter seu principal jogador de volta, mesmo que não 100%, já é um alívio gigante. Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois de tanto tempo parado?

    Uma coisa é certa: ver Detroit competindo de novo depois de tantos anos sendo irrelevante é revigorante pra liga. E com Cade comandando, esse time tem potencial pra fazer barulho nos playoffs.

  • Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cara, que volta foi essa do Cade Cunningham! Depois de mais de três semanas fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, galera – parada séria), o armador voltou e já mostrou por que é considerado um dos melhores jovens da liga.

    Double-double na primeira partida de volta? 13 pontos e 10 assistências em apenas 26 minutos de quadra. E o mais impressionante: o cara parecia que não tinha perdido o ritmo nem um pouco. Acertou 6 de 11 arremessos, incluindo uma de 3, e ainda pegou 5 rebotes.

    Pistons voando alto rumo aos 60 vitórias

    Olha, eu não esperava ver os Pistons com essa campanha quando a temporada começou. 58 vitórias em 80 jogos? Isso é time de playoff pesado. Se ganharem os dois últimos jogos contra Hornets e Pacers, chegam nas 60 vitórias – algo que não fazem desde 2005-06.

    Jalen Duren foi outro monstro na partida: 21 pontos e 9 rebotes. Duncan Robinson contribuiu com 20 pontos numa noite em que o técnico J.B. Bickerstaff pôde dar descanso pros titulares – ninguém jogou mais que 30 minutos.

    A vitória por 137-111 sobre o Milwaukee foi tão tranquila que no último quarto já tinha banco em quadra dos dois lados. Detroit dominou do início ao fim e mostrou que está preparado pra fazer barulho nos playoffs.

    Milwaukee em crise total

    Do outro lado, sinceramente, fica até difícil de ver o Milwaukee assim. Dez derrotas nos últimos 13 jogos – isso é coisa de time brigando pra não cair, não de uma franquia que já foi campeã recentemente.

    Jericho Sims até fez um triple-double (11 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e Ryan Rollins marcou 23, mas não adiantou nada. O time simplesmente não tem consistência nenhuma.

    E aí, pessoal – vocês acham que esse Pistons tem potencial pra incomodar os favoritos nos playoffs? Porque com Cunningham voltando nessa pegada e o time jogando esse basquete coletivo, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma zebra bonita por aí…

    Isaiah Stewart também voltou de lesão na panturrilha e marcou 8 pontos. Detroit está recuperando suas peças principais no momento perfeito da temporada. Coincidência? Eu acho que não.

  • Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Gente, que volta é essa? Cade Cunningham está de volta hoje contra o Milwaukee Bucks depois de 11 jogos parado por causa de um pulmão colapsado. Pulmão colapsado, cara! Não é uma torçãozinha no tornozelo — é coisa séria mesmo.

    O lance aconteceu no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e inicialmente todo mundo achava que a temporada dele tinha acabado. Os médicos falaram que ele só voltaria na semana dos playoffs, que começam dia 18 de abril. Mas não, o monstro se recuperou muito mais rápido que o esperado.

    Os números do garoto impressionam

    Olha só os números que ele tava fazendo antes da lesão: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo em 61 partidas. Média de mais de 34 minutos em quadra. Sinceramente, não dá pra negar que o cara é especial.

    E vocês sabem o que é o mais absurdo nessa história toda? O Detroit foi MELHOR sem ele! 8 vitórias e apenas 3 derrotas no período que ele ficou fora. Até garantiram o mando de quadra nos playoffs da Conferência Leste no sábado passado. Isso mostra a qualidade do elenco que eles montaram.

    A polêmica dos 65 jogos

    Agora vem a parte interessante — e que pode mudar tudo na NBA. Por causa da lesão do Cunningham, o sindicato dos jogadores (NBPA) tá pressionando pra acabar com aquela regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios individuais.

    A regra foi aceita há três anos, mas o caso do Cade virou o ponto de ruptura. Imagina você fazendo uma temporada monstro dessas e não poder concorrer ao prêmio de Jogador Mais Melhorado ou coisa parecida por causa de uma lesão grave? É sacanagem mesmo.

    O timing da volta dele não podia ser melhor — três jogos restantes na temporada regular pra ele pegar ritmo antes dos playoffs. E olha que o Pistons não brinca: eles querem fazer barulho nos playoffs depois de tanto tempo na zona de rebaixamento.

    E aí, vocês acham que o Cade volta no mesmo nível? Pulmão colapsado não é brincadeira, mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que esses caras são de outro planeta quando se trata de recuperação.

  • Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Mano, que volta é essa do Cade Cunningham! O armador do Detroit Pistons finalmente retornou às quadras ontem contra o Milwaukee Bucks depois de ficar 11 jogos fora por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo — pulmão colapsado. Coisa de louco mesmo.

    A lesão rolou no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e na época todo mundo pensava que o Cade só ia voltar nos playoffs. Mas olha só que recuperação absurda — o cara tá pronto pra jogar os últimos três jogos da temporada regular.

    Pistons voando sem o craque

    E o mais impressionante? Detroit foi simplesmente monstro na ausência do seu astro: 8 vitórias em 11 jogos. Oito! E ainda garantiram a vantagem de jogar em casa durante todos os playoffs da Conferência Leste. Sinceramente, ninguém esperava que os Pistons conseguissem manter esse nível sem o Cade.

    Isso mostra como esse time evoluiu. Não é mais aquele Detroit que dependia só de uma estrela — agora tem profundidade, sistema, química. Mas óbvio que ter o Cade de volta deixa todo mundo mais tranquilo, né?

    A questão dos prêmios individuais

    Agora vem uma parada interessante: se o Cade jogar esses últimos três jogos da temporada regular, ele vai ficar com 64 partidas — uma a menos que o mínimo de 65 exigido pra concorrer aos prêmios de fim de temporada.

    Mas tem uma brecha no acordo coletivo chamada “desafio de circunstâncias extraordinárias”. Basicamente, um árbitro independente pode revisar o caso e decidir se a situação do Cade se encaixa. E convenhamos, pulmão colapsado é bem extraordinário mesmo.

    O cara tá fazendo uma temporada absurda: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo. Números de All-Star, fácil. Seria uma injustiça tremenda se ele ficasse de fora da briga pelos troféus por causa de uma lesão bizarra dessas.

    Vocês acham que ele consegue a liberação do árbitro? Eu acho que deveria rolar — afinal, não foi culpa dele ter tido essa complicação médica louca. E agora que ele voltou, Detroit pode sonhar ainda mais alto nos playoffs que começam dia 18 de abril.

  • Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Olha só que notícia boa pros Pistons: Tolu Smith acabou de ganhar um contrato padrão de duas temporadas após impressionar geral na G League. E quando eu digo impressionar, é IMPRESSIONAR mesmo.

    O cara tem 2,11m e veio de Mississippi State sem ser draftado em 2024. Sabe como é, né? Às vezes o Draft passa batido em alguns jogadores que depois explodem. E pelo jeito, Smith pode ser um desses casos.

    Os números da G League são de outro planeta

    Vamos aos fatos: em 26 jogos na G League esta temporada, o monstro tá fazendo 19,4 pontos, 11,0 rebotes e 3,4 assistências em menos de 29 minutos. Double-double quase automático, cara. É muita bola pra um pivô que ninguém conhecia direito.

    Na NBA mesmo, ele só jogou 13 partidas até agora, com médias mais modestas de 3,9 pontos e 3,5 rebotes em 10 minutinhos. Mas sinceramente? Pra um cara que tava num contrato two-way, esses números já mostram que ele consegue se virar no nível mais alto.

    Detroit aposta no futuro do garrafão

    Os Pistons tão claramente vendo alguma coisa especial nesse Smith. E faz sentido, né? O time de Detroit tá numa reconstrução gigante e precisa de peças que possam crescer junto com o projeto. Um pivô de 2,11m que consegue pontuar, pegar rebote E ainda distribuir assistências? É ouro no bolso.

    A pergunta que não quer calar: será que Smith consegue manter essa consistência da G League quando ganhar mais minutos na NBA? Eu tô apostando que sim. O cara tem físico, tem fundamentos, e mais importante — tem fome de provar que merece estar ali.

    Vocês acham que Detroit acertou em dar esse contrato ou foi precipitado demais?