Tag: Detroit Pistons

  • Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Galera, essa história do Cade Cunningham me deixou genuinamente preocupado. Pulmão colapsado é coisa séria, não é brincadeira — e agora finalmente temos uma luz no fim do túnel. O astro do Detroit Pistons foi considerado “duvidoso” antes de ser descartado da derrota de segunda-feira para o Orlando Magic, mas olha só: isso pode significar que ele volta antes dos playoffs começarem.

    Desde 19 de março que o Cade está fora por conta desse problema no pulmão esquerdo. Cara, quando eu soube da lesão, pensei “lá se vai a temporada histórica do Detroit”. Mas o protocolo de retorno já começou, e junto com ele, Isaiah Stewart (que tá fora desde 15 de março com uma distensão na panturrilha) também está progredindo.

    JB Bickerstaff otimista com os retornos

    O técnico J.B. Bickerstaff não quis cravar nada — e fez bem, né? — mas deixou claro que ambos estão “fazendo mais e mais a cada dia”. A frase dele que mais me chamou atenção foi: “sempre se trata de como você responde no dia seguinte”. É isso aí, uma lesão dessas é dia após dia mesmo.

    “Até agora, tudo bem. Eles estão dando passos na direção certa”, disse Bickerstaff. Sinceramente? Eu tô torcendo muito pra que dê tudo certo. Ver um jogador desse nível fora por algo tão sério mexe comigo.

    Detroit surpreendeu sem seu craque

    Aqui que a história fica absurda: o Detroit GARANTIU a primeira colocação no Leste sem o Cade! Isso mesmo, bateram o Philadelphia 76ers no sábado e fecharam como cabeça de chave número 1. Quem diria, hein?

    Antes da lesão, o menino estava cotado pra MVP — e com razão. 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Números de monstro. Agora imagina esse time, que já provou ser resiliente, com o Cade de volta pra uma corrida nos playoffs? Pode dar muito certo.

    Restam apenas três jogos na temporada regular. E aí, vocês acham que o Detroit consegue fazer barulho nos playoffs mesmo se o Cade não voltar 100%? Ou será que essa pausa forçada pode até ter sido boa pra ele descansar antes da pós-temporada?

  • Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Olha só que absurdo o Paolo Banchero fez ontem à noite em Orlando. O cara simplesmente decidiu que ia destruir tudo e despejou 31 pontos na vitória do Magic sobre os Pistons por 123 a 107. E não foi só ele não — Desmond Bane também resolveu aparecer e contribuiu com 25 pontos numa performance que deixou Detroit comendo poeira.

    Magic mostrando que tá vivo na briga

    O que mais me chamou atenção foi a performance do Jalen Suggs. O moleque fez um double-double quase triplo: 12 pontos, 12 assistências, 6 rebotes e ainda por cima 3 roubadas de bola. Esse tipo de linha estatística que mostra que o jogador tá realmente controlando o jogo, sabe?

    E o Magic tá numa situação interessante. Com apenas três jogos restantes na temporada regular, eles podem terminar tanto em 6º quanto em 10º lugar na Conferência Leste. É essa loucura que a gente vê no meio da tabela — qualquer escorregada pode mudar tudo.

    Anthony Black voltou após 15 jogos fora por uma lesão abdominal e já mostrou serviço: 14 pontos em apenas 15 minutos. Sinceramente, esse tipo de eficiência vindo do banco é o que faz a diferença nos playoffs.

    Pistons poupando para os playoffs

    Agora, vamos falar dos Pistons. O time de Detroit já garantiu a primeira colocação da Conferência Leste no sábado passado, então tavam poupando meio mundo. Oito jogadores ficaram fora, incluindo nomes pesados como Tobias Harris, Duncan Robinson e Caris LeVert.

    O Cade Cunningham continua fora — já são 11 jogos consecutivos por causa de um pulmão colapsado, parada séria mesmo. Sem ele e outros titulares, sobrou pros caras como Jalen Duren e Daniss Jenkins carregarem o piano, e eles até que se viraram bem com 18 pontos cada.

    Mas 21 turnovers? Rapaz, isso aí é muita bola perdida. Kevin Huerter e Javonte Green ainda tentaram uma reação no final com 17 pontos cada, e por um momento até ficou emocionante — Jenkins acertou uma bomba de três que deixou o jogo em apenas 3 pontos de diferença faltando pouco mais de 4 minutos.

    Banchero mandando o recado

    Mas aí que o Banchero mostrou por que é considerado uma das jovens estrelas da liga. No terceiro quarto, ele comandou uma sequência de 12 a 0 que praticamente acabou com qualquer esperança dos Pistons. Foi bonito de ver — o cara simplesmente tomou conta da partida quando precisava.

    O Magic vem bem na temporada, ganhando quatro dos últimos cinco jogos. E olha, sem o Franz Wagner (que tá sendo poupado por causa de uma entorse no tornozelo), ainda conseguiram essa performance convincente.

    Vocês acham que o Magic consegue essa vaga direta pros playoffs? Com essa Conferência Leste maluca, qualquer coisa pode acontecer nos últimos jogos da temporada regular.

  • Maxey elogia os Pistons: ‘Eles jogam do jeito certo’

    Maxey elogia os Pistons: ‘Eles jogam do jeito certo’

    Cara, eu não acreditei quando vi o Tyrese Maxey elogiando os Pistons depois de levar uma surra deles no sábado. E olha, ele tava certo — Detroit simplesmente atropelou os 76ers e mostrou por que são candidatos sérios ao título.

    “Eles jogaram duro, jogam do jeito certo”, disse Maxey após a derrota. E sinceramente? Que maturidade do garoto reconhecer isso depois de apanhar na quadra.

    Detroit sem freio mesmo com Cade machucado

    O mais impressionante é que os Pistons fizeram essa destruição sem o Cade Cunningham, que tá fora por causa de um pulmão colapsado. Imagina o que não fariam com ele em quadra?

    Sete jogadores em dois dígitos. SETE! Tobias Harris liderou com 19 pontos, mas a coisa foi coletiva mesmo: Jalen Duren com 16 e 7 rebotes, Daniss Jenkins distribuindo 14 assistências além dos 16 pontos. É time jogando junto de verdade.

    Na minha visão, esse é o Detroit que a gente sempre soube que podia existir. Lembram da época sombria deles? Agora tão com 57-21 no season e garantiram a primeira posição no Leste. Acima dos Celtics e Knicks — imaginem só!

    Maxey reconheceu o óbvio

    O que mais me chamou atenção foi a honestidade do Maxey. Ele admitiu que nos outros dois jogos contra Detroit a coisa foi diferente — Philly até teve vantagem no quarto período e “deveria ter ganhado o jogo”.

    Mas ontem? “Foi o primeiro jogo que eles meio que saltaram em cima da gente cedo e mandaram ver”, confessou o armador dos Sixers.

    E aí, vocês acham que Detroit realmente tem cara de campeão? Porque do jeito que as coisas andam, não duvido nada eles chegarem longe nos playoffs. Sem o Cade ainda, hein — quando ele voltar, vai ser sacanagem com o resto da liga.

    Próximo teste dos Pistons é contra o Orlando Magic na segunda-feira. Vamos ver se mantêm esse ritmo absurdo que tão jogando.

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Detroit Pistons acabaram de garantir a primeira colocação na Conferência Leste, e isso COM O CADE CUNNINGHAM FORA há quase duas semanas por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo, pulmão colapsado. Basketball é esporte de contato mesmo.

    O que mais me impressiona? Eles fizeram isso atropelando o Philadelphia 76ers por 116 a 93 no sábado. Foi uma surra dessas que você assiste e fala: “opa, esse time tá diferente”.

    Defesa que funciona mesmo sem as estrelas

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando o Cade caiu, eu pensei que os Pistons iam desandar. O cara estava fazendo 24,5 pontos e quase 10 assistências por jogo – era praticamente o motor do time. Mas aí que tá a loucura: sem ele, o Detroit foi 7-2 em nove jogos. E as duas derrotas? Ambas na prorrogação, sendo uma pro Oklahoma City Thunder, que são os campeões vigentes.

    O Ausar Thompson disse uma coisa que me chamou atenção: “Com o Cade aqui éramos mais relaxados, sabíamos que tínhamos um superstar pra nos levar às vitórias. Mas desde que ele saiu, todo mundo se uniu e soube que tinha que ser mais garra”.

    E monstro, que garra. Thompson lidera a NBA em roubos de bola e já ganhou duas vezes o prêmio de Melhor Defensor do Mês no Leste. O cara tá numa missão de segurar todo mundo abaixo dos 100 pontos. Contra o Sixers conseguiu – eles fizeram só 93.

    Jalen Duren assumindo o protagonismo

    Sem o Cade distribuindo o jogo, quem assumiu foi o Jalen Duren. O pivô All-Star tá fazendo 23 pontos e 11 rebotes com 66% de aproveitamento nos arremessos desde que o armador se machucou. Absurdo, né?

    E o Daniss Jenkins, que tava numa fase ruim no meio da temporada, aproveitou os minutos extras pra renascer: 19,3 pontos e mais de 7 assistências. No sábado deu 14 assistências – uma a menos que seu recorde pessoal.

    Vocês acham que quando o Cade voltar (e vai voltar pros playoffs, pelo que tudo indica), esse time vai ser ainda mais perigoso? Eu acho que sim. A defesa melhorou, os arremessos de 3 decolaram (38,8% sem o Cade, sendo que eram um dos piores times da liga nesse fundamento), e todo mundo ganhou confiança.

    O Tobias Harris, que voltou pro Detroit depois de mais de 5 anos no Sixers, foi vaiado a noite toda na Filadélfia. Resposta dele? 19 pontos em 26 minutos liderando a vitória. “Não assumimos uma mentalidade de banco de reservas”, disse ele. “Eu falei: vamos mostrar pra todo mundo que sabemos jogar”.

    Primeira colocação no Leste desde 2006-07. Defesa funcionando. Jovens assumindo responsabilidade. E o melhor: o Cade deve voltar pros playoffs. Esse Detroit pode dar muito trabalho, hein?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Gente, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Os Detroit Pistons — sim, aquele mesmo time que era piada da liga há dois anos — acabaram de garantir o primeiro lugar da Conferência Leste com uma vitória tranquila de 116 a 93 sobre o Philadelphia 76ers.

    Cara, que transformação absurda! Um time que perdia 60+ jogos por temporada virou candidato real ao título. E olha que ainda estão sem o Cade Cunningham, que tá fora com um pulmão colapsado (situação bizarra, por sinal).

    Tobias Harris deu aula no ex-time

    O grande nome da noite foi Tobias Harris, que simplesmente destruiu a torcida do Philadelphia que tava vaiando ele a noite toda. O cara fez 19 pontos e ainda roubou 4 bolas, transformando cada vaia em arremesso certeiro. Sinceramente, não tem coisa mais gostosa no basquete do que ex-jogador calando a boca da torcida que tá reclamando dele.

    Mas o moleque Daniss Jenkins também merece destaque. Desde que assumiu a titularidade no lugar do Cade, o garoto tá voando: 16 pontos, 14 assistências e apenas 1 turnover. Esse aí já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Defesa sufocante decidiu o jogo

    O jogo começou equilibrado, mas foi no terceiro quarto que os Pistons mostraram por que são tão especiais. A defesa deles simplesmente espremeu o Philadelphia até não sobrar nada. Em determinado momento do último quarto, os Sixers ficaram mais de 6 minutos sem fazer uma única cesta. Imagina a frustração!

    E não é só isso — Detroit teve 33 assistências em 43 cestas convertidas. Isso é basquete coletivo no seu melhor nível. Todos os cinco titulares pontuaram em dois dígitos, além de dois reservas também contribuindo. Time completo mesmo.

    Uma transformação histórica

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e poucas vezes vi uma reconstrução tão impressionante quanto essa dos Pistons. Eles têm 57 vitórias com quatro jogos restantes na temporada regular. Se chegarem às 60 vitórias, serão apenas o terceiro time na história da franquia a conseguir isso.

    Os outros dois foram lendários: o time de 2005-06 que ganhou 64 jogos com Flip Saunders e aquele esquadrão histórico de 1988-89 que foi campeão com 63 vitórias. Estar nessa companhia já é um feito e tanto.

    E aí, vocês acham que esse time dos Pistons tem o que é preciso para chegar às Finais da NBA? Com essa defesa monstruosa e sem o Cade ainda, imaginem quando ele voltar…

  • Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Cara, que decepção. Os Sixers foram atropelados pelos Pistons ontem à noite, perdendo por 116-93 em Detroit. E olha, sem o Embiid em quadra por conta de uma lesão no oblíquo, já dava pra imaginar que seria complicado, mas não esperava uma surra dessas.

    O resultado deixa a situação meio tensa na briga pelos playoffs. Com 43 vitórias e 35 derrotas, Philly agora está meio jogo atrás dos Raptors na disputa pela sexta posição no Leste. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo?

    Paul George começou fogo, mas não sustentou

    O único cara que realmente apareceu no começo foi o Paul George. Monstro fez 20 pontos com 5 rebotes, acertando 7 dos 14 arremessos. No primeiro quarto, o cara simplesmente não errava – estava com 9 pontos nos primeiros 4 minutos de jogo. Absurdo.

    Tyrese Maxey também deu sua contribuição com 23 pontos, mas não foi suficiente. O garoto VJ Edgecombe batalhou pra conseguir 19 pontos (7/18 nos arremessos), mas a coisa desandou no segundo tempo.

    Do lado dos Pistons, quem comandou foi o velho conhecido Tobias Harris – que, por sinal, foi vaiado a cada toque na bola pelos torcedores de Philly. O cara fez 19 pontos e deve ter adorado esse reencontro com a antiga casa.

    Detroit dominou o garrafão

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons atacaram a área. Segundo as estatísticas, eles fizeram 57% dos arremessos no garrafão – a média da liga é só 31,4%. Sem o Embiid pra proteger o aro, Detroit simplesmente fez a festa lá embaixo.

    Andre Drummond tentou fazer o que podia na defesa, mas não conseguiu impor aquela presença intimidadora que o Embiid tem naturalmente. Os Pistons acertaram os primeiros 8 arremessos do jogo! Oito seguidos, cara. Como você compete assim?

    Na minha visão, o problema não foi só a ausência do Embiid. Os Sixers cometeram muitas faltas desnecessárias no primeiro quarto, colocando Detroit na linha de lance livre 12 vezes. Maxey, por exemplo, acertou o antebraço de um cara tentando um arremesso de 3 – falta completamente evitável.

    Lesões complicando tudo

    E pra piorar, o Cam Payne se machucou perseguindo uma bola perdida e teve que sair de jogo com uma lesão no posterior da coxa. Sinceramente, acho que essa sequência de lesões está matando qualquer chance consistente que os Sixers tinham de fazer barulho nos playoffs.

    Johni Broome também estava fora com uma lesão no menisco. Do lado dos Pistons, Cade Cunningham (pulmão) e Isaiah Stewart (panturrilha) não jogaram, mas pelo jeito não fizeram falta.

    O mais frustrante é que os Sixers até tiveram momentos bons no segundo quarto, chegando a diminuir a diferença pra apenas 2 pontos. Mas quando o Paul George saiu pra descansar, a coisa desmoronou completamente. A diferença de qualidade sem ele em quadra ficou muito óbvia, especialmente na defesa.

    Agora é torcer pra que o Embiid volte logo e os caras consigam se recuperar nessa reta final. Porque do jeito que está, vai ser complicado fazer alguma coisa nos playoffs – se é que conseguem chegar lá.

  • Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Olha, eu já nem me surpreendo mais. Joel Embiid ficou de fora da goleada que os Philadelphia 76ers levaram dos Detroit Pistons (116-93) no sábado, e dessa vez foi por uma combinação explosiva: lesão no oblíquo direito, controle de carga e ainda por cima doença. Cara, parece que o universo conspirou contra o homem.

    O mais interessante é que na sexta-feira ele já tinha demonstrado frustração por ter sido cortado do jogo contra os Wizards na quarta. Imagino a sensação: você quer jogar, mas o corpo (e o departamento médico) não deixa. Deve ser desesperador.

    O padrão que já virou rotina

    Aqui vai um dado que não surpreende ninguém que acompanha a NBA: Embiid não jogou nem um back-to-back sequer nesta temporada. Zero. É a política de preservação levada ao extremo, e sinceramente, dá pra entender o porquê.

    O técnico Nick Nurse tentou passar uma vibe de tranquilidade antes do jogo de sábado, falando que não estava preocupado com a situação. “Lidamos com isso mantendo as coisas focadas no basquete”, disse Nurse. “Ele estava no treino ontem, foi excelente no jogo de ontem, foi realmente um grande companheiro de equipe.”

    Traduzindo: quando joga, joga bem. O problema é que joga pouco.

    Os números que preocupam

    Embiid já disputou 37 jogos nesta temporada. Para quem não faz as contas rápido, isso significa que ele perdeu mais jogos do que jogou até agora. E olha que estamos falando de um candidato ao MVP quando está saudável.

    A questão é: até onde essa gestão de carga vai funcionar? Os Sixers precisam do seu astro para brigar pelos playoffs, mas também precisam dele inteiro para quando os playoffs chegarem. É um dilema que não tem resposta fácil.

    E vocês, o que acham? Vale mais preservar o Embiid para os momentos decisivos ou é melhor arriscar para garantir uma melhor colocação na temporada regular? Porque do jeito que as coisas vão, pode ser que nem playoffs tenham para se preocupar…

  • Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Embiid não vai jogar hoje contra os Pistons, já pensei “essa é a chance”. O Philadelphia tá vindo de back-to-back depois de enfrentar os Timberwolves ontem, e sabemos como é – sem o pivô cabeça de área deles, a coisa fica bem mais fácil pra Detroit.

    Na minha visão, isso é presente pra um time que tá fazendo uma temporada absurda com 56 vitórias e só 21 derrotas. Os Pistons estão voando, e pegar os Sixers sem o Embiid é daquelas oportunidades que você não pode desperdiçar.

    Jalen Duren voltando pra “casa”

    O que mais me empolga nesse jogo é ver o Jalen Duren jogando na Filadélfia. O moleque cresceu a 45 minutos de distância da cidade, em New Castle, Delaware, e ainda jogou no colegial por lá. É praticamente um jogo em casa pra ele.

    Lembram do último confronto entre esses times? Pistons meteram 131-109, uma lavada histórica. Na época, os Sixers tavam tão sem opção no garrafão que colocaram o Dominick Barlow como titular no centro. Imaginem só! Naquele jogo, o Duren jogou apenas 14 minutos mas foi cirúrgico: 14 pontos em 6 de 7 arremessos e 10 rebotes. Um double-double quase sem suar.

    Agora, com o Drummond (ex-Pistons, por sinal) dando uma força maior no garrafão dos Sixers, vai ser interessante ver como o Duren se sai. O garoto tem evoluído muito ultimamente, parece que encontrou outro patamar no jogo.

    As odds favorecem Detroit

    Detroit entra como favorito por 3.5 pontos, e sinceramente, acho pouco. Com Paul George e Tyrese Maxey ainda em quadra pelos Sixers, não vai ser moleza, mas sem o Embiid e com o cansaço do back-to-back, os Pistons têm tudo pra dominar.

    A escalação provável dos Pistons com Daniss Jenkins, Duncan Robinson, Ausar Thompson, Tobias Harris e Jalen Duren me agrada. É um time que tem velocidade, arremesso de fora e presença no garrafão. Do outro lado, ver Andre Drummond de volta enfrentando seu ex-time sempre rende umas emoções extras.

    E aí, galera – vocês acham que os Pistons conseguem manter o embalo dessa temporada fantástica? O jogo é às 19h (horário de Brasília) e promete ser mais um show dessa equipe de Detroit que não para de surpreender.

  • Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Cara, que jogaço foi esse em Denver! O Nikola Jokic simplesmente resolveu virar o Deus do basquete ontem à noite e meteu 40 pontos, 13 assistências e 8 rebotes numa vitória épica por 136-134 na prorrogação contra o San Antonio. E olha, não foi qualquer vitória não — os Nuggets quebraram uma sequência absurda de 11 vitórias seguidas dos Spurs.

    Vocês conseguem imaginar? Onze jogos sem perder e aí chega o Jokic e fala: “Não, obrigado”. O cara é um monstro mesmo.

    Gordon salvou tudo no fim

    A coisa tava feia para Denver no final do tempo regulamentar, mas o Aaron Gordon apareceu com 6.2 segundos no relógio e empatou o jogo. Como se não bastasse, ainda forçou o Wembanyama a errar o último arremesso. Que frieza, meu amigo!

    E falando no Wemby — olha, o menino jogou pra caramba também. 34 pontos, 18 rebotes, 7 assistências e 5 tocos. Absurdo. Mas não foi o suficiente para segurar essa máquina dos Nuggets que tá voando na temporada.

    Outras pérolas da rodada

    Enquanto isso, em Miami, o Heat passou o rodo no Washington com uma vitória por 152-136. O Jaime Jaquez Jr. meteu 32 pontos antes de correr pro aeroporto assistir a final feminina da NCAA — eu achei isso o máximo, sinceramente. E o Kel’el Ware? 24 pontos, 19 rebotes e 7 tocos. Que noite!

    Mas a surpresa mesmo ficou por conta do Detroit Pistons, que garantiu a primeira colocação no Leste ao vencer o Philadelphia por 116-93. Vocês acreditam? Os Pistons como primeiro colocado desde 2006-07! E olha que o Cade Cunningham tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — mesmo assim o time tá voando.

    O Tobias Harris, que conhece bem a casa, fez 19 pontos contra o ex-time. E aí, quem vocês acham que tem mais chances de fazer barulho nos playoffs: Nuggets, Heat ou essa surpresa dos Pistons?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Cara, eu ainda tô processando o que acabou de acontecer. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que a gente via brigando pra não ser o pior da NBA — acabaram de garantir a primeira colocação da Conferência Leste. Atropelaram os 76ers por 116 a 93 no sábado e agora tão com 57 vitórias e 21 derrotas.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição tão cedo. A última vez que eles foram cabeças de chave do Leste foi em 2007, quando perderam nas finais de conferência pro LeBron (aquela série histórica que transformou o King em lenda).

    Jogo coletivo que impressiona

    O que mais me chama atenção nesse time é como eles jogam em conjunto. Contra os Sixers, sete caras diferentes terminaram com dois dígitos no placar. Tobias Harris foi o cestinha com 19 pontos, mas olha só: também pegou 4 rebotes e fez 4 roubadas de bola. É esse tipo de jogo completo que tá levando Detroit longe.

    E a defesa? Monstro. Limitaram os 76ers (que tavam sem Embiid, é verdade) a apenas 44% nos arremessos de quadra e uns patéticos 28% de três pontos. Forçaram 15 turnovers também. Tyrese Maxey até tentou, fez 23 pontos, mas não teve jeito.

    A grande incógnita: Cade Cunningham

    Agora vem a pergunta que não quer calar: e o Cade? O cara tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — coisa séria, gente. Os Pistons falaram na quinta que ele tá progredindo, mas ainda não tem data pra voltar. Vai ser reavaliado semana que vem.

    Olha, na minha visão, isso é meio preocupante. Os playoffs começam no dia 18 de abril, e ter teu principal jogador numa situação incerta não é o ideal. Por outro lado — e aqui tá o absurdo — o time fez 8-2 sem ele. Isso mostra a profundidade do elenco ou a fase mágica que eles tão vivendo?

    Os Pistons já garantiram vantagem de mando enquanto avançarem no Leste. Ultrapassar Oklahoma City Thunder (61-16) e San Antonio Spurs (59-19) pra ter vantagem em toda a pós-temporada seria quase impossível, mesmo com Cade 100%.

    E aí, vocês acham que essa campanha dos Pistons é sustentável nos playoffs? Ou vai ser mais uma daquelas histórias bonitas que acaba na primeira rodada?