Tag: Detroit Pistons

  • Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Olha, quando o Cade Cunningham machucou o pulmão, todo mundo achou que os Pistons iam desabar. Eu mesmo fiquei preocupado — não vou mentir. Mas cara, esse time tá mostrando uma garra que eu não esperava.

    E o grande responsável por isso? Jalen Duren. O pivô simplesmente virou um monstro nas últimas semanas.

    A noite histórica contra os Raptors

    Na terça-feira, contra o Toronto, o cara fez uma apresentação absurda: 31 pontos e 9 rebotes. Mas o mais impressionante não foram os números — foi a eficiência. Duren perdeu apenas UM arremesso de quadra em 13 tentativas. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    E sabe o que é mais louco? Com essa performance, ele entrou num clube bem exclusivo. Só Charles Barkley (1988-89) e Dwight Howard (2006-07) conseguiram fazer isso DUAS VEZES numa mesma temporada: pelo menos 30 pontos e 9 rebotes errando só um arremesso.

    Charles Barkley, gente. O Round Mound of Rebound. Isso não é brincadeira não.

    Pistons de pé sem o Cade

    Sinceramente, eu achava que sem o Cunningham eles iam patinar. Mas olha só: seis vitórias em oito jogos sem o armador titular. E as duas derrotas? Uma pro Hawks (que tá voando) e outra pro Thunder (atual campeão) — sendo que contra OKC ainda levaram pra prorrogação faltando o próprio Duren e o Tobias Harris.

    O que mais me impressiona é como eles mudaram o estilo de jogo. Esqueceram o basquete vistoso e abraçaram o “pau na máquina”. É pancadaria no garrafão, rebote disputado, enterrada com força. E o Duren tá sendo o cara que faz essa filosofia funcionar.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível quando o Cade voltar? Porque do jeito que as coisas andam, eles podem surpreender muita gente nos playoffs. Ou pelo menos tentar — porque esse Duren tá jogando num nível que eu não via desde os tempos do Ben Wallace em Detroit.

  • Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Cara, eu ainda tô processando isso aqui. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que há dois anos perdeu 28 jogos SEGUIDOS — acabaram de conquistar o título da Divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos esperando por esse momento!

    A vitória por 127-116 contra o Toronto na terça-feira selou uma das viradas mais impressionantes que eu já vi na NBA. E olha que eu acompanho essa liga há décadas.

    De 14 vitórias para campeões da divisão

    Vocês lembram da temporada 2023-24? Aquele horror de 14-68, com direito a sequência histórica de 28 derrotas consecutivas? Pois é, os caras foram de lá pra 55-21 nesta temporada. Cinquenta e cinco vitórias! Isso é crescimento ou não é?

    “Vocês fazem questão de entender como é difícil conseguir essas coisas nesta liga”, disse o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. E ele tá certíssimo — a NBA não perdoa, e ver esse time jovem conquistando isso é de arrepiar.

    Com Cade Cunningham fora por lesão no pulmão, Jalen Duren simplesmente destruiu: 31 pontos em 12 de 13 arremessos. Doze de treze! O garoto tá virando um problema sério pra qualquer defesa adversária. Na minha opinião, ele já é um dos pivôs mais versáteis da liga.

    A ascensão improvável

    O mais louco é que Daniss Jenkins — que começou a temporada com contrato two-way — contribuiu com 21 pontos e 5 assistências. Desde que assumiu a posição de armador titular no lugar do Cunningham, o cara tá fazendo 18.6 pontos e 6.9 assistências por jogo. Que história, meu!

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial este ano”, disse Jenkins. E conseguiram mesmo. Mas eles não querem parar por aí — playoffs tão no horizonte, e sinceramente? Eu acho que esse time pode incomodar muita gente.

    Olha, depois daquela era dourada de 2004-2008 (lembram daquele time com Billups, Hamilton, Wallace?), os Pistons viraram sinônimo de sofrimento. Dez temporadas seguidas sem uma vitória sequer nos playoffs, oito técnicos diferentes… foi um pesadelo que culminou naquela temporada apocalíptica de 2023-24.

    E agora? Agora eles tão de volta onde merecem estar. Dois All-Stars no elenco, um técnico que entende do riscado e uma química que tá dando certo quando mais importa. Vocês acham que eles conseguem fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Cara, que jogo temos pela frente nesta terça-feira! Os Detroit Pistons recebem o Toronto Raptors no Little Caesars Arena, e olha, não é qualquer partida não. Estamos falando de um confronto direto que pode mexer com toda a classificação do playoff na Conferência Leste.

    Os Pistons estão voando com 54 vitórias e apenas 21 derrotas — quem diria que veríamos Detroit brigar pelo primeiro seed geral da liga? Do outro lado, os Raptors (42-32) fizeram uma segunda metade de temporada absurda e agora querem garantir uma boa posição pra pós-temporada.

    O que torna esse jogo especial

    A série entre os times está empatada em 1-1, então hoje é literalmente o “vale tudo” do confronto direto. E que confronto de estrelas, meu amigo!

    Detroit vem com a dupla Cade Cunningham e Jalen Duren mandando muito. O Cade tá numa temporada monstro com 23.4 pontos e 8.1 assistências por jogo — o garoto evoluiu demais. Já o Duren no garrafão é uma máquina: 11.8 rebotes por partida e impressionantes 62.8% de aproveitamento nos arremessos.

    Mas os Raptors não vieram pra passear. A chegada do Brandon Ingram no meio da temporada mudou completamente o time. Ele tá fazendo 20.5 pontos por jogo desde que chegou, formando uma dupla letal com Scottie Barnes (21.2 pontos, 8.4 rebotes). Sinceramente? Esse Toronto virou um dos times mais perigosos no contra-ataque.

    Onde o jogo vai se decidir

    Na minha visão, vai ser uma guerra no rebote. O Duren e Isaiah Stewart vão tentar dominar Jakob Poeltl e companhia no garrafão. Mas olha, os Raptors têm uma vantagem nas alas — esse comprimento deles pode incomodar muito o ataque dos Pistons.

    O rookie Collin Murray-Boyles dos Raptors vai ter um teste de fogo contra a defesa veterana de Detroit. E vocês acham que ele aguenta a pressão?

    As odds colocam Detroit como favorito por 2.5 pontos, o que faz sentido jogando em casa com esse retrospecto absurdo. Mas cara, Toronto com Ingram e Barnes pode surpreender qualquer um — eles têm aquele fator “time jovem sem nada a perder”.

    O over/under tá em 219.5 pontos, mas eu acho que vai ser um jogaço mais truncado. Defesas sólidas dos dois lados, muita intensidade de playoff… não me surpreenderia se ficasse abaixo dos 215.

    Onde assistir: O jogo rola às 21h (horário de Brasília) nos canais Bally Sports Detroit e Sportsnet, além do streaming pelo Fubo.

    Olha, eu não esperava ver Detroit brigando pelo topo da conferência no início da temporada, mas aqui estamos. E os Raptors provaram que nunca devemos subestimar a cultura de basquete de Toronto. Vai ser um jogaço!

  • SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    Mano, o que é que esse Shai Gilgeous-Alexander tá fazendo? O cara simplesmente DESTRUIU os Pistons ontem à noite com 47 pontos numa vitória suada por 114-110 na prorrogação. E olha, não foi moleza não — foi aquele tipo de jogo que só quem acompanha NBA de verdade sabe valorizar.

    O atual MVP da liga (e candidato fortíssimo a repetir o prêmio) acertou 12 de 19 arremessos de quadra e teve uma noite ABSURDA na linha do lance livre: 21/25. Sinceramente? Ver esse cara jogar é uma aula de basquete. E tem mais: com essa performance, ele estendeu o recorde da NBA para 136 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Cento e trinta e seis! É brincadeira isso?

    Thunder fazendo história (de novo)

    Com essa vitória, o Thunder se tornou o primeiro time da temporada a chegar nas 60 vitórias. E pasmem: é a primeira vez que Oklahoma City ganha pelo menos 60 jogos em temporadas consecutivas. Esse time tá construindo algo especial, galera.

    A vitória manteve o Thunder dois jogos à frente do Spurs na liderança do Oeste. Foi a 15ª vitória em 16 jogos — um aproveitamento de outro mundo. Mas olha, não foi fácil não.

    Pistons sem time titular quase levaram a melhor

    Aqui que fica interessante (e meio constrangedor pro Thunder). Detroit tava praticamente sem time — Cade Cunningham fora com um pulmão colapsado, Jalen Duren machucado no joelho, Tobias Harris e Duncan Robinson com problemas no quadril. Basicamente jogaram com o time B.

    Mesmo assim, os caras quase ganharam! Paul Reed fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes), Javonte Green contribuiu com 19 e Kevin Huerter adicionou 17. O Thunder, que tinha acabado de bater o Knicks no domingo, parecia meio lerdo em quadra.

    No último período, Detroit virou e chegou a abrir 97-90 com uma bomba do Daniss Jenkins. Aí que o SGA mostrou por que é MVP: seis pontos consecutivos pra cortar pra 97-96, e depois o Jaylin Williams (que tinha errado os primeiros cinco arremessos) acertou uma tripla do canto pra empatar em 99.

    O final foi dramático — Detroit teve posse nos segundos finais empatado em 101, mas Gilgeous-Alexander roubou a bola. Ele até acertou uma tripla que daria a vitória, mas foi marcada falta ofensiva. Jenkins errou uma bomba no último segundo e foi pra prorrogação.

    Na prorrogação, adivinhem? SGA fez 8 dos 13 pontos do Thunder nos cinco minutos extras. Esse cara é diferenciado mesmo.

    E aí, vocês acham que o Thunder tem cara de candidato real ao título esse ano? Com performances assim do SGA, fica difícil apostar contra…

  • Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Olha, eu tô empolgado pra esse jogo de segunda à noite. Thunder recebendo o Pistons em Oklahoma City, e cara, que contraste de momentos! O Thunder com 59-16 (sim, cinquenta e nove vitórias) tá voando na temporada, enquanto Detroit com seus 54-20 chega desfalcado pra esse back-to-back.

    E o pior: Cade Cunningham já foi descartado. Injury management, né? Aquela velha estratégia de preservar o astro antes dos playoffs. Mas sinceramente, será que não é arriscado demais deixar um jogo desses de lado?

    Shai vs quem conseguir parar ele

    O MVP da temporada (na minha opinião) tá metendo 31.4 pontos por jogo. Trinta e um vírgula quatro! O Shai Gilgeous-Alexander tá numa temporada absurda, e sem o Cade do outro lado, vai sobrar pra quem mesmo?

    Daniss Jenkins e Marcus Sasser vão ter que dar conta do recado. Dois caras que cresceram muito nessa temporada, mas enfrentar o Thunder em casa, com essa defesa monstro que eles têm… é osso.

    E não posso esquecer do Chet Holmgren ali no garrafão. 17.1 pontos, 8.9 rebotes, mais de 54% de aproveitamento. O cara é um poste diferenciado, sabe? Aquele tipo de jogador que muda o jogo só de estar em quadra.

    Detroit vai surpreender ou vai tomar uma sapatada?

    Vou ser honesto com vocês: as odds tão pesadas pro Thunder (-13.5 pontos). Treze pontos e meio! Isso significa que as casas de apostas acham que vai ser massacre.

    Mas peraí… Detroit ganhou o último confronto entre os dois em fevereiro. Claro, era outro contexto, mas mostra que esse time tem qualidade quando tá inteiro.

    O problema é que hoje não tá. Sem Cade, a responsabilidade vai toda pro Jalen Duren no meio e pros caras do banco que vão ter que virar titulares. É muita pressão pra galera jovem.

    Eu acho que o Thunder ganha, mas não com essa facilidade toda que as odds sugerem. Detroit tem orgulho demais pra entregar de bandeja. Minha previsão? Thunder 115, Pistons 108. Mais apertado do que parece.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fazer bonito sem seu principal craque, ou o Thunder vai mesmo atropelar?

  • Bulls dispensam Jaden Ivey após comentários homofóbicos

    Bulls dispensam Jaden Ivey após comentários homofóbicos

    Cara, que situação complicada rolou em Chicago. Os Bulls acabaram de dispensar o Jaden Ivey depois de uma série de comentários homofóbicos que ele fez nas redes sociais. E olha, sinceramente? Era questão de tempo pra alguma coisa assim acontecer.

    O garoto de 24 anos resolveu partir pra cima do Mês do Orgulho da NBA, chamando a celebração de “injustiça” em um dos vídeos que postou. Mano, em 2026, com tudo que a liga já avançou em questões sociais, fazer esse tipo de comentário é praticamente pedir pra ser mandado embora.

    Uma sequência de decisões ruins

    O mais louco é que Ivey tinha acabado de chegar em Chicago. Os Bulls pegaram ele dos Pistons no mês passado – provavelmente achando que tinham feito um bom negócio. O cara foi pick 5 do draft de 2022, tinha potencial pra caramba quando começou em Detroit.

    Mas aí que tá: ele só jogou quatro partidas pelos Bulls antes de ser cortado da temporada por causa de uma lesão no joelho esquerdo. Quatro jogos, gente. Nem deu tempo de mostrar serviço direito e já veio com essa polêmica.

    Na minha opinião, o timing não podia ser pior. O cara já vinha lidando com depressão (ele mesmo já falou sobre isso publicamente), teve problemas com lesão que limitaram ele a só 30 jogos na temporada passada… E aí resolve fazer esse tipo de pronunciamento?

    O fim de um sonho em Detroit

    Vocês lembram quando o Ivey chegou nos Pistons? Era pra ser uma das peças da reconstrução do time. Jogador jovem, atlético, com potencial pra ser um dos caras da franquia. Mas as lesões no joelho foram minando a carreira dele aos poucos.

    Detroit nem quis renovar com ele no verão passado – já era um sinal de que as coisas não estavam indo bem. E agora, depois dessa confusão toda, ele vai pra free agency sem time e com uma baita mancha na reputação.

    Olha, eu entendo que cada um tem suas crenças e tal, mas existe uma diferença entre ter opinião pessoal e fazer comentários que podem ferir outras pessoas. A NBA sempre foi na frente em questões sociais, e qualquer jogador que queira fazer parte dessa liga precisa entender isso.

    E aí, vocês acham que algum time vai dar uma chance pro Ivey depois dessa? Vai ser difícil, viu. Talento até que ele tem, mas ninguém quer dor de cabeça no vestiário, principalmente com esse tipo de questão.

  • Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Mano, o que foi esse massacre defensivo do Detroit ontem? Os Pistons simplesmente destruíram os Timberwolves por 109 a 87, e olha que o ataque deles não tava nada inspirado. Mas quando a defesa resolve aparecer desse jeito, não tem conversa.

    Foi a SEXTA vez na temporada que Detroit segurou o adversário abaixo dos 90 pontos. Sexta! Nenhum outro time na liga conseguiu isso tantas vezes. E os coitados dos Wolves? Apenas 31% de aproveitamento nos arremessos. Trinta e um por cento, cara. Isso é quase desumano.

    Todo mundo machucado, mas a pancadaria continuou

    O negócio tava feio pros dois lados em questão de elenco. Detroit sem Cade Cunningham e Isaiah Stewart. Minnesota sem Anthony Edwards, Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu. Basicamente os caras principais de cada time assistindo de casa.

    Daniss Jenkins, que vinha numa sequência boa substituindo o Cade, simplesmente sumiu do mapa. Até os cinco minutos finais (quando o jogo já tava decidido), o cara tava 2/12 nos arremessos. Dois de doze! E ainda por cima com três assistências e três turnovers. No garbage time conseguiu melhorar os números, mas foi só maquiagem mesmo.

    Jalen Duren também teve dificuldades contra o paredão que é o Rudy Gobert – apenas 10 pontos e 13 rebotes, tentando só sete arremessos. O Gobert tava fazendo sua vida um inferno no garrafão.

    Os coadjuvantes viraram protagonistas

    Aqui que a coisa ficou interessante. Detroit teve SETE caras em dois dígitos de pontuação, com Tobias Harris liderando com 18. Ron Holland acertou duas bolas de três (cada arremesso dele de longa distância é uma benção, vamos combinar) e ainda jogou uma defesa monstruosa.

    Kevin Huerter tá me lembrando muito do Dennis Schröder do ano passado – um cara que você confia de olhos fechados pra tomar a decisão certa. Fez 11 pontos e várias jogadas inteligentes cortando pro cesto e organizando as jogadas.

    Do lado dos Wolves, só Donte DiVincenzo conseguiu fazer alguma coisa. O cara fez 22 pontos e acertou cinco bolas de três, mas olha só: Julius Randle, Naz Reid, Bones Hyland e Mike Conley JUNTOS fizeram 8/38 nos arremessos. Vinte e um por cento de aproveitamento. É de chorar.

    Defesa que dá orgulho

    Ausar Thompson e Ron Holland foram simplesmente implacáveis na marcação. Thompson conseguiu quatro roubos de bola, Holland dois. Mas foi trabalho de equipe mesmo – a defesa dos Pistons tá num nível que dá até arrepio.

    O mais louco? Detroit cometeu 19 turnovers (aquela especialidade deles de entregar a bola de graça), mas Minnesota só conseguiu transformar essas 19 posses extras em… sete pontos. SETE! Isso mostra como a defesa de Detroit tava sufocante.

    Sinceramente, acho que essa é a cara do Detroit quando todo mundo voltar de lesão. Se eles conseguirem manter esse nível defensivo com Cade e Stewart de volta, podem incomodar muito na conferência leste. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse padrão defensivo elite?

  • Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Cara, os Pistons estão voando! Na vitória de 109-87 sobre os Timberwolves ontem, Detroit mostrou por que está brigando sério pela primeira colocação no Leste. Tobias Harris foi o cara da partida com 18 pontos, mas o que mais me impressiona é como esse time está jogando coletivamente.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição há uns dois anos atrás. Mas olha só: nove vitórias em 11 jogos e uma vantagem de quatro jogos sobre os Celtics na liderança da conferência. Isso é coisa séria!

    Jogo coletivo que emociona

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição dos pontos. Harris liderou com 18, mas teve cinco caras fazendo pelo menos dois dígitos. Daniss Jenkins e Ronald Holland II meteram 13 cada um, e o pivô Jalen Duren fez um double-double sólido: 10 pontos e 13 rebotes.

    Essa distribuição ofensiva é o que separa times bons de times especiais na NBA. Quando você não depende só de uma estrela, fica muito mais difícil de parar.

    Minnesota sem seus principais

    Do outro lado, Minnesota está vivendo um pesadelo com lesões. Anthony Edwards perdeu o sexto jogo seguido por causa de inflamação no joelho direito — e olha que ele é praticamente o motor ofensivo dos Wolves. Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu também ficaram fora.

    Detroit também teve baixa importante: Cade Cunningham continua fora (pulmão colapsado, algo bem sério), mas a diferença é que os Pistons conseguiram se adaptar melhor às ausências.

    Donte DiVincenzo foi praticamente um exército de um homem só para Minnesota, acertando cinco bolas de três e terminando com 22 pontos. Rudy Gobert fez sua parte com 14 pontos e 12 rebotes, mas não foi suficiente. Os Wolves erraram MUITO: apenas 32% dos arremessos de quadra. É difícil ganhar assim.

    E aí, vocês estão acreditando nesse Pistons? Porque eu tô começando a ver esse time fazendo barulho nos playoffs do Leste. Com essa consistência e jogo coletivo, podem incomodar muito os favoritos.

  • Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Cara, eu sinceramente não esperava isso. Com Cade Cunningham machucado e meio time no departamento médico, o Detroit ia lá jogar contra New Orleans e eu já tava preparado pro pior. Mas aí o Jalen Duren resolve virar o Shaq e meter 30 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Quase um triple-double, monstro!

    O jogo começou equilibrado, com Zion fazendo uma bandeja no estouro do cronômetro pra fechar o primeiro quarto 33-31 pros Pelicans. Aí eu pensei: “Pronto, vai ser mais uma noite longa pro Detroit”.

    A dupla inesperada que funcionou

    Mas olha só que loucura – Daniss Jenkins (quem?) e Kevin Huerter formaram um backcourt que funcionou de verdade. Os caras combinaram pra 41 pontos e acertaram 9 de 14 tentativas do perímetro. Huerter especialmente tava com a mão quente, metendo uns step backs que até eu fiquei impressionado aqui de casa.

    Jenkins, que tá fazendo as vezes do Cade, distribuiu 9 assistências e mostrou que tem futuro. E o Duren? Rapaz, 10/12 nos arremessos de quadra E 10/12 nos lances livres. Quando foi a última vez que vocês viram um pivô com essa eficiência na linha?

    Detroit resolveu no último quarto

    O terceiro quarto me deixou nervoso – Pelicans colaram no placar e eu já tava vendo mais uma virada sofrida. Mas no quarto período foi show do Duren e companhia. Um início devastador de 15-2 que quebrou o jogo completamente.

    A enterrada do Duren com a mão direita foi poster puro. 20 pontos de vantagem e JB Bickerstaff pôde até dar minutos pros reservas. Chaz Lanier, Bobi Klintman e Tolu Smith entraram pra curtir a festa. Vitória por 129-108.

    Sinceramente? Tô começando a me perguntar se esse Duren não pode ser aquele segundo opção que Detroit tanto procura ao lado do Cade. Média de 20+ pontos não tá fora de cogitação não, principalmente com essa versatilidade que ele tá mostrando.

    Agora é viajar pra Minnesota enfrentar Anthony Edwards e os Wolves no sábado. Com apenas alguns jogos restantes na temporada regular, cada vitória dessas conta muito pra moral do time. E aí, acham que Detroit consegue manter esse ritmo mesmo sem o Cade?

  • Pistons pegam Pelicans sem Cade — será que rola zebra?

    Pistons pegam Pelicans sem Cade — será que rola zebra?

    Olha, vou ser sincero com vocês: tá difícil me empolgar com esses jogos do final de temporada. Os Pistons estão com 52 vitórias (algo que eu jamais pensei que veria na minha vida), mas sem o Cade Cunningham por causa desse problema no pulmão, meio que perdeu a graça, né?

    E hoje tem Pelicans pela frente. New Orleans com 25-48 no ano — basicamente um time que já tá pensando nas férias. Mas ó, antes de vocês acharem que vai ser moleza, os caras estão numa sequência boa: 10-6 nos últimos 16 jogos, incluindo duas vitórias sobre os Clippers. Duas!

    Marcus Sasser volta, mas sem Duncan Robinson

    A boa notícia é que o Marcus Sasser voltou. Cara, eu tava vendo o Caris LeVert tentando armar jogadas e sinceramente? Não era pra isso que ele nasceu. LeVert é mais um finalizador, forçar ele a ser armador tava sendo sofrível de assistir.

    O problema é que o Duncan Robinson tá fora hoje. E ele é literalmente o único cara confiável dos Pistons no arremesso de 3. Kevin Huerter vai assumir a vaga, mas… bom, veremos.

    Uma parada interessante: Detroit tem o melhor aproveitamento da NBA em back-to-backs este ano (10-2). É meio surreal falar isso dos Pistons, mas aqui estamos.

    Zion ainda funciona?

    Do lado dos Pelicans, a grande questão é o Zion. O cara tem talento pra ser MVP, mas parece que tá sempre lutando contra algo — seja lesão, seja condicionamento físico. Quando ele tá bem, é monstro. Mas será que consegue dominar contra o Jalen Duren no garrafão?

    Dejounte Murray continua sendo o cara que mais produz pra eles, e o Herbert Jones é aquele tipo de jogador chato de enfrentar — defende, incomoda, faz as jogadas sujas. Saddiq Bey contra o time que o dispensou? Sempre rola um tempero extra nessas situações.

    Sinceramente, não sei o que esperar. Os Pistons são favoritos por 5 pontos, o que até faz sentido jogando em casa. Mas sem Cade e Duncan Robinson, e com um time de New Orleans que pode tanto entregar o jogo quanto resolver jogar como se fosse playoffs…

    E aí, vocês acham que rola zebra hoje? Ou os Pistons conseguem mais uma vitória nessa temporada histórica?