Tag: Detroit Pistons

  • Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Gente, o que o Donovan Mitchell fez ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. O cara saiu do intervalo como se fosse o próprio demônio e meteu 39 pontos no segundo tempo — igualando o recorde histórico dos playoffs da NBA. Resultado? Cavs virou o jogo e empatou a série em 2-2 contra os Pistons.

    A virada mais insana que você vai ver

    Olha só a loucura: Cleveland estava perdendo por 56-52 no intervalo. Mitchell tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo (sim, QUATRO). Aí o maluco simplesmente resolveu que ia jogar videogame na vida real.

    21 pontos só no terceiro período. E não para por aí — os Cavs abriram o segundo tempo com uma sequência de 25-0. Vinte e cinco a zero, meus amigos! Virou 75-56 e game over para Detroit.

    “Pedi desculpas pro grupo”, disse Mitchell sobre sua conversa no vestiário. “Falei pros caras que a culpa era minha. Tentei fazer uma declaração no segundo tempo.” E que declaração, hein?

    Números que fazem você questionar a realidade

    Mitchell fechou a noite com 43 pontos, 5 rebounds e 2 assistências. Seus 39 pontos no segundo tempo empataram com Sleepy Floyd pelo recorde histórico de pontos em um tempo só nos playoffs. Isso é de outro mundo, cara.

    E tem mais: foi o quinto quarto de 20+ pontos dele nos playoffs, empatando com Stephen Curry e Jamal Murray. O cara tá virando lenda mesmo.

    James Harden também fez a sua parte com 24 pontos e 11 assistências. Depois de ser meio fantasma nos dois primeiros jogos, o barbudo tá finalmente mostrando por que Cleveland foi atrás dele no trade deadline.

    Agora a coisa ficou séria

    Evan Mobley quase conseguiu um 5×5 (17 pontos, 8 rebounds, 5 assistências, 5 tocos e 3 roubos), mostrando por que é candidato a Defensor do Ano. Esse time dos Cavs quando engata é perigoso demais.

    Sinceramente? Eu não esperava essa reação depois deles saírem perdendo por 2-0. Mas agora com a série empatada, qualquer coisa pode acontecer. E vocês, acham que Cleveland consegue manter esse ritmo ou foi só uma noite mágica do Mitchell?

    Uma coisa é certa: vamos ter mais um jogaço pela frente. E se o Mitchell mantiver esse nível… Detroit que se prepare.

  • NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    Olha, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo achando que foi falta, mas enfim… A NBA divulgou o Last Two Minute Report do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons e confirmou o que muita gente já suspeitava: aquela jogada do James Harden foi no mínimo questionável.

    A situação foi assim: 30 segundos finais, Cavs ganhando por apenas um ponto, e o Harden resolve partir pro isolation contra o Tobias Harris. Side-step de três, o cara voa em cima do Beard e derruba ele no chão. A bola entrou (porque o homem é clutch mesmo), mas cadê a falta?

    NBA tenta explicar o inexplicável

    Segundo o relatório oficial, não foi falta porque “Harris pulou para contestar o arremesso, mas teria evitado o contato se Harden não tivesse se projetado para frente”. Sinceramente? Essa explicação não cola comigo não.

    Qualquer um que joga basquete sabe que quando você faz um side-step, seu corpo naturalmente vai um pouco para frente. É física básica. E o Harris claramente invadiu o espaço de aterrissagem do Harden – isso é falta desde sempre no basquete.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O Harden nem reclamou muito da arbitragem. Fez a cesta e seguiu o jogo. Veterano raiz!

    Cavs ainda vivos na série

    No fim das contas, os Cavaliers conseguiram diminuir a desvantagem na série para 2-1. E olha que eles já vinham reclamando de algumas decisões da arbitragem nesta temporada – especialmente nos momentos finais dos jogos.

    O que me deixa mais tranquilo é ver que o time não deixou isso abalar o psicológico. Harden tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs, e junto com o Donovan Mitchell, eles formam uma dupla que pode incomodar qualquer defesa.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo ou estou sendo clubista demais? Porque na minha visão, qualquer contato que tire o espaço de aterrissagem do arremessador deveria ser apitado. Principalmente nos playoffs, onde cada posse vale ouro.

    De qualquer forma, o que importa é que os Cavs conseguiram a vitória e mantêm viva a esperança de uma virada histórica. Porque vamos combinar: todo mundo gosta de uma boa remontada nos playoffs, né?

  • Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Olha, eu adoro essa mentalidade do Ausar Thompson. Depois de levar uma surra dos Cavaliers por 116-109 no jogo 3, quando todo mundo esperava que o cara fosse ficar cabisbaixo, o moleque solta: “Nada abala nossa confiança”.

    Sinceramente? Isso é exatamente o que você quer ouvir de um jogador jovem numa série de playoffs. Os Pistons tinham começado dominando em casa, 2-0 na série, e aí tomaram a primeira pancada fora de casa. É normal ficar abalado, mas não o Ausar.

    A virada que quase veio

    O mais louco é que o Detroit quase conseguiu a virada. Estavam perdendo por 16 pontos no intervalo (64-48), e no terceiro quarto fizeram 33 contra 19 dos Cavs. Quase, né? Mas Donovan Mitchell decidiu que não ia deixar barato e cravou 35 pontos.

    Cade Cunningham fez sua parte com 27 pontos, mas cara… 8 turnovers do garoto? Isso dói. No total foram 15 bolas perdidas do time todo. Contra o Cleveland você não pode dar essas bobeiras.

    Problemas que dá pra resolver

    Agora, analisando friamente (que nem o Ausar), os problemas dos Pistons no jogo 3 são totalmente ajustáveis. Além dos turnovers, erraram demais do perímetro – apenas 9 de 25 tentativas de três pontos. Só Tobias Harris e Duncan Robinson acertaram mais da metade dos arremessos.

    E olha que detalhe importante: Cleveland foi 6 vezes mais na linha de lance livre (28 contra 22). Num jogo que você perde por 7 pontos, esses detalhes fazem toda diferença.

    A confiança do Thompson faz sentido porque, se o Detroit conseguir limpar essas três coisas básicas no jogo 4 – cuidar melhor da bola, acertar os chutes abertos e ser mais agressivo pra ganhar faltas – eles podem muito bem voltar pra casa com vantagem de 3-1.

    E aí, vocês acham que essa confiança do Ausar é realismo ou só papo de vestiário? Eu tô na torcida pra ver se ele tava certo!

  • Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Que jogaço foi esse domingo em Cleveland! Os Cavaliers venceram os Pistons por 116-109 no jogo 3, e cara, foi daqueles jogos que a gente não esquece. Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir tudo com 35 pontos, enquanto James Harden apareceu na hora que mais precisava.

    Olha só esse dado absurdo: os Cavs agora têm 15 vitórias em 16 jogos quando Mitchell marca 35 ou mais pontos nesta temporada. Quinze de dezesseis! É o cara carregando o time nas costas mesmo.

    Mitchell no garrafão foi um monstro

    O que mais me impressionou foi como o Mitchell atacou a cesta. Ele converteu 6 de 8 arremessos na área restritiva — basicamente uma bandeja atrás da outra. Nos dois primeiros jogos da série, ele tinha tentado apenas UM arremesso ali dentro. Um!

    Mas tem um porém: de três ele continua sofrendo, acertando só 2 de 8. Tá com apenas 32,2% do perímetro nos playoffs. Sinceramente, se ele conseguir encontrar o arremesso de três, esse time dos Cavs vai longe.

    E vocês sabiam que Mitchell pegou 10 rebotes? O cara não fazia um double-double desde 31 de dezembro. Tá jogando em todas as áreas da quadra.

    Detroit quase virou de novo

    Os Pistons começaram mal demais — erraram 13 arremessos de três seguidos do primeiro ao terceiro quarto. Treze! Mas aí que entra a magia dos playoffs: eles fecharam o jogo acertando 7 de 10 da linha dos três pontos. Quase roubaram o jogo.

    Cade Cunningham fez um triple-double de 27 pontos, mas perdeu a bola 8 vezes. É aquela coisa de jovem ainda — faz plays absurdos mas às vezes força demais a jogada.

    O que mais me preocupou foi o rebote ofensivo: Detroit pegou 16 segundas chances contra apenas 6 dos Cavs. Kenny Atkinson, técnico de Cleveland, falou que isso é “insustentável” pra ganhar jogos. E ele tá certo.

    A série tá pegando fogo

    Os Cavs acertaram 84% dos arremessos na área restritiva — um percentil 92 nos playoffs. Quando eles atacam a cesta assim, fica difícil parar. 40% de todos os arremessos foram no garrafão.

    E aí, o que vocês acham? Os Cavaliers conseguem manter esse nível ofensivo ou Detroit vai ajustar a defesa? Uma coisa é certa: com Mitchell jogando assim e Harden aparecendo nos momentos decisivos, essa série promete muito mais emoção.

    Sam Merrill voltou da lesão no tendão e jogou só 14 minutos, mas os Cavs tiveram rating ofensivo de 130.4 com ele em quadra. Peça importante voltando na hora certa!

  • Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Cara, tem jogador que não aparece muito na estatística mas que simplesmente decide o jogo. Max Strus foi exatamente isso no Game 3 dos Cavs contra os Pistons. O cara de 30 anos não deixou Detroit respirar em momento nenhum — toda vez que os Pistons começavam a embalar, lá estava ele pra cortar o barato deles.

    E olha que a caixa de pontuação não conta a história toda: 7 pontos em 3 de 7 arremessos. Parece pouco, né? Mas Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi direto: “Nós geralmente destacamos uma jogada decisiva; essa foi A jogada decisiva do jogo”.

    O roubo de bola que mudou tudo

    A jogada que todo mundo tá falando foi aquele roubo de bola no Cade Cunningham no finalzinho do jogo. Partida empatada, tensão no máximo, e o Strus simplesmente intercepta o passe de reposição. Absurdo de timing e coragem.

    “Ele é um maníaco competitivo”, disparou Atkinson. “É meio clichê de playoffs da NBA, mas você precisa de caras que são meio loucos, no bom sentido. Precisávamos de um pouco de loucura hoje à noite, e ele entrega isso.”

    Donovan Mitchell foi além e pediu pro público da Rocket Arena aplaudir o Strus. Imagina só — um All-Star pedindo palmas pro companheiro que “só” fez 7 pontos. Isso mostra o quanto esse cara é valorizado dentro do time.

    Os detalhes que fazem a diferença

    Sinceramente, eu amo esses jogadores que fazem o trabalho sujo. Strus teve só um roubo de bola oficial, mas quem assistiu o jogo inteiro sabe que ele forçou muito mais turnover que isso. James Harden sacou na lata: “Ele tem as mãos altas. No segundo quarto, forçou uma falta ofensiva, derrubou a bola na perna do Cade… São coisas que não aparecem na estatística mas que mudam a posse e o momentum do time”.

    E o Evan Mobley completou: “Ele é meio louco, mas no bom sentido. Precisamos disso, e ele cria energia pra gente”. Cara, quando seus companheiros falam assim de você, é porque realmente faz a diferença.

    O mais legal é que Strus nem gosta muito de falar dele mesmo. Disse que o trabalho dele é ajudar a ganhar “de qualquer forma”. A bola não tava chegando muito nele no Game 3? Beleza, vou impactar de outro jeito. Essa mentalidade é de jogador especial mesmo.

    Playoffs são pra malucos (no bom sentido)

    Atkinson fechou com chave de ouro: “São esses competidores insanos que fazem a diferença. O nível de competitividade dele é sempre 10. Poucos caras são conectados assim, mesmo nesse nível”.

    E aí, vocês concordam que os playoffs da NBA precisam desses caras meio “psicopatas” pra energia? Porque eu tô convencido de que sem o Strus causando essa confusão toda, os Cavs não ganham esse jogo. Às vezes você precisa de alguém pra bagunçar o coreto do adversário, e esse cara faz isso com maestria.

  • Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Cade Cunningham falando com essa confiança depois de perder o Jogo 3 para os Cavaliers me deixou ainda mais animado com esse time dos Pistons. O cara é líder mesmo.

    “Definitivamente há otimismo. Nos sentimos bem sobre onde estamos, nos sentimos bem sobre como estamos jogando basquete”, disse Cunningham após a derrota por 3-2 na série. E cara, ele tem razão de estar otimista!

    A temporada histórica que ninguém esperava

    Vamos contextualizar essa loucura: os Pistons fizeram 60 vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e garantiram a primeira colocação no Leste. Quem diria isso há uns anos, né?

    E o mais absurdo: na primeira rodada dos playoffs, estavam perdendo por 3-1 para o Orlando Magic. Parecia acabado. Aí os caras simplesmente viraram a série ganhando os três jogos seguintes. A primeira vitória em série de playoffs desde 2008!

    Contra os Cavaliers, começaram dominando com 2-0 na série. Tinham tudo pra fechar 3-0 em Cleveland, mas Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden está lá agora) disseram “não vai rolar”.

    O que rolou no Jogo 3

    Detroit começou devagar demais. Intervalo: 64-48 para Cleveland. Aí no terceiro quarto os Pistons acordaram e fizeram 33-19, quase virando o jogo. Mas nos momentos decisivos, os Cavaliers foram mais eficientes.

    A diferença mesmo foi o aproveitamento de arremessos. Cleveland acertou 58% dos chutes (monstro!), enquanto Detroit ficou em 45%. Isso decide jogo de playoff.

    O Cade fez sua parte: 27 pontos, 10 rebotes, 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff! Arremessou 10-27 do campo (não foi sua melhor noite, mas acontece). Tobias Harris ajudou com 21 pontos, Duncan Robinson contribuiu com 15, e Jalen Duren com Paul Reed fizeram 11 cada.

    E agora?

    Sinceramente? Eu ainda acredito nesse time. Estar 2-1 na série não é ruim — aliás, é bem melhor que estar 1-3 como estavam contra o Magic, né?

    O Jogo 4 é segunda-feira às 21h, e os Pistons podem muito bem voltar pra Detroit com vantagem de 3-1. Vocês acham que eles conseguem? Eu tô otimista igual o Cade!

    Esse garoto de 24 anos já provou que sabe liderar um time em momentos difíceis. E cara, ver Detroit competindo assim depois de tantos anos sofrendo… é emocionante demais.

  • Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cara, que reconhecimento bonito! Depois da vitória dos Cavaliers sobre os Pistons no Jogo 3, Cade Cunningham não poupou elogios para James Harden. E olha, quando um jovem craque como o Cade fala que alguém é “all-timer” (um dos maiores de todos os tempos), é porque realmente impressionou.

    O show do Barba no momento decisivo

    Harden fez exatamente o que sempre fez na carreira: aparecer quando o jogo estava pegando fogo. Dos 19 pontos que marcou, nove vieram no último quarto — justamente quando Detroit estava apertando o cerco após uma reação no terceiro período.

    O veterano acertou 8 de 14 arremessos (incluindo 3 de 7 do perímetro) e ainda distribuiu 7 assistências. Sinceramente, aos 36 anos, ver o Harden ainda mandando dessa forma é de arrepiar. O cara simplesmente não envelhece quando o assunto é decidir jogos.

    “Ele é um dos maiores de todos os tempos. Um pontuador de isolamento é onde ele se sente confortável”, disse Cunningham após o jogo. “Achei que fizemos um bom trabalho nele, mas obviamente, quando um cara pega o ritmo e consegue jogar com a bola, ele vai acertar os arremessos.”

    Cavaliers escapam da vassoura

    Cleveland estava contra a parede — ninguém quer ser varrido nos playoffs, né? Mas a experiência falou mais alto. Donovan Mitchell liderou com 35 pontos (monstro!), mas foi Harden quem deu o toque de mestre nos momentos finais.

    Os Pistons até tentaram uma reação heroica no terceiro quarto, diminuindo de 64-48 para algo mais respeitável, mas aí que mora o perigo de enfrentar veteranos cascudos como Harden. Eles sabem exatamente quando apertar o acelerador.

    A diferença mesmo foi na eficiência: Cavaliers acertaram 58% dos arremessos contra 45% de Detroit. Quando você tem cinco caras em duplo dígito (Mitchell, Harden, Jarrett Allen, Mobley e Schroder), fica difícil parar.

    Agora é Jogo 4 na segunda-feira, e vocês acham que os Pistons conseguem empatar a série? Ou a experiência dos Cavs vai falar mais alto de novo? Eu tô curioso pra ver se o jovem Cade vai conseguir responder à altura desse show todo do Barba.

  • Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Olha, eu admito que não esperava ver Paul Reed virando peça-chave nos playoffs do Detroit Pistons. Mas o cara tá mostrando uma mentalidade que todo técnico sonha em ter no banco. Mesmo na derrota por 116-109 para o Cleveland Cavaliers no sábado, Reed deixou claro qual é a sua função — e como ele abraça ela de verdade.

    “Eu jogo com muitas motivações”, disse Reed depois do jogo. “Minha parada é que você tem que jogar com muita energia e motor quente.” Cara, isso aí é música pros meus ouvidos. Quantas vezes a gente vê jogador reclamando do papel de sexto homem?

    A filosofia do rebote ofensivo

    Mas o que mais me impressionou foi quando Reed soltou essa pérola: “Não precisa me passar a bola o tempo todo, eu vou buscar o rebote ofensivo ou algo assim.” Monstro! Isso é mentalidade de campeão.

    E não é só papo não. O maluco fez 11 dos 26 pontos que vieram do banco dos Pistons. Pode não parecer muito, mas quem entende de basquete sabe que energia contagia. JB Bickerstaff, técnico do Detroit, até cogitou deixar Reed em quadra no lugar do Jalen Duren nos momentos finais.

    “Você sempre tem esses pensamentos sobre o que quer fazer”, explicou Bickerstaff. “P Reed obviamente nos dá uma faísca, mas voltamos com JD.” Sinceramente? Acho que essa confiança do técnico no Reed vai ser crucial pro resto da série.

    O que faltou pros Pistons

    Agora, não vou mentir — o banco não foi o problema nessa derrota. O Cleveland dominou completamente o garrafão, bloqueando sete arremessos e forçando incríveis 16 turnovers dos Pistons. É difícil ganhar jogo assim, por mais energia que o Reed traga.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar? Reed tá mostrando que tem personalidade pra playoffs, mas vai precisar de ajuda dos titulares. O cara entendeu perfeitamente qual é o seu papel — agora é ver se o resto do time consegue executar no mesmo nível de intensidade.

    Uma coisa é certa: com essa mentalidade, Reed conquistou mais um fã aqui. Jogador que não reclama do papel e ainda fala em buscar rebote ofensivo? Isso sim é basquete raiz!

  • Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Cara, que dor de barriga deve ter sido essa para o JB Bickerstaff. O técnico dos Pistons não conseguiu esconder a frustração depois da derrota por 2-1 na série contra os Cavaliers no sábado à noite. Detroit tinha TUDO na mão — estava 2-0 na série, vinha de cinco vitórias seguidas — e simplesmente entregou o jogo 3 de bandeja.

    Na minha opinião, o que mais doeu foi ver um time que estava voando alto cometer erros bobos na hora que mais importava. Bickerstaff foi direto ao ponto na coletiva: defesa mal posicionada e muitos turnovers.

    O que deu errado na defesa

    “A gente precisa diminuir mais o espaço em quadra. Estamos muito grudados no nosso marcador por causa da habilidade deles de arremessar”, explicou Bickerstaff. E olha, ele tem razão. Cleveland aproveitou cada espacinho que Detroit deu e converteu 58% dos arremessos. Cinquenta e oito por cento! É um absurdo de aproveitamento.

    Enquanto isso, os Pistons converteram apenas 45% — uma diferença que pesou demais no resultado final. Quando você está numa semifinal de conferência, esses detalhes fazem toda a diferença entre avançar e ver a série ficar mais complicada.

    Turnovers que custaram caro

    Mas o que mais irritou o técnico foram os 16 turnovers. “Dezesseis é demais. Demos 27 pontos de presente por causa desses erros”, desabafou. E sinceramente, é difícil discordar. Nossa defesa é boa quando conseguimos forçar o jogo de meio-campo, mas se você fica entregando a bola pro adversário…

    O pior é que Detroit chegou a reagir no terceiro quarto. Saíram perdendo por 64-48 no intervalo (um buraco considerável), mas conseguiram diminuir com uma parcial de 33-19. Por um momento, parecia que iam virar o jogo — mas Cleveland mostrou por que joga em casa e fechou melhor.

    Cade brilhou, mas não foi suficiente

    Pelo menos o Cade Cunningham fez a sua parte: 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff — isso é coisa de craque. Tobias Harris também ajudou com 21 pontos, e Duncan Robinson foi importante com 15 pontos e 5 roubos de bola.

    Mas vocês acham que individual resolve tudo? Claro que não. Basquete é esporte coletivo, e os Pistons sentiram isso na pele quando mais precisavam da consistência do grupo.

    Agora é corrigir os erros e voltar com tudo no jogo 4. A série ainda está 2-1 para Detroit, mas todo mundo sabe que momentum em playoffs é uma coisa real. Será que conseguem fechar em 4-1 ou vão deixar Cleveland crescer ainda mais? A resposta vem no próximo domingo.

  • Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Olha, o Kenny Atkinson mudou completamente o papo esse ano. Lembram dele reclamando dos árbitros nos playoffs do ano passado contra o Pacers? Pois é, esquece isso. Agora ele tá cobrando os próprios jogadores.

    Os Cavs perderam os dois primeiros jogos da segunda rodada contra o Detroit Pistons, e a história é sempre a mesma: o físico pesado dos Pistons tá destruindo Cleveland. Mas dessa vez, Atkinson não quer saber de desculpa.

    “É problema nosso, não dos árbitros”

    “É nossa responsabilidade nos adaptar à forma como o jogo está sendo apitado”, disse o técnico no sábado. “Isso não é culpa dos árbitros. É nosso trabalho nos adaptar e entender como o jogo está sendo chamado.”

    Cara, que diferença de postura, né? Ano passado ele tava pistola com a arbitragem quando o Evan Mobley e o De’Andre Hunter ficaram fora do Jogo 2. Agora ele virou a chave e tá cobrando responsabilidade do time.

    E olha, o J.B. Bickerstaff, técnico do Pistons, não tá nem ligando. O cara foi direto: “Nós simplesmente desgastamos vocês. Batemos legalmente, empurramos legalmente. Somos pegajosos legalmente e simplesmente dificultamos tudo.”

    O trio de estrelas tá sofrendo

    O problema é real. Donovan Mitchell, James Harden e Evan Mobley estão sentindo na pele esse estilo físico. Mitchell teve a taxa de lances livres cortada pela metade comparado à temporada regular. O Harden tá tendo dificuldade pra valorizar as posses. E o Mobley? Nem conseguiu chegar nas suas posições favoritas nos dois primeiros jogos.

    Atkinson fez uma analogia interessante com NBA 2K — disse que a “barra de stamina” do time tava muito baixa no final dos jogos. “Toda vez que você leva uma pancada ou corre um sprint, seu nível de energia desce. Acho que existe essa correlação entre fadiga e arremesso, e é por isso que eles tentam cansar os times.”

    E os números não mentem. Cleveland teve seu terceiro pior jogo de arremessos de 3 da temporada (21.9%), incluindo um 0-11 no quarto período. Muitos desses arremessos estavam livres, cara!

    A pergunta que não quer calar

    Sinceramente, não sei como você prepara um time pra mais físico a essa altura da temporada. Os Cavs nunca foram conhecidos por jogar esse estilo mais pegado desde que foram montados.

    Vocês acham que Cleveland consegue se adaptar rapidamente? O Atkinson tá confiante: “Se pegarmos esse jogo, a série tá aberta. Nós estávamos lá. Não acho que jogamos bem. Vamos jogar bem. Vamos pegar esse.”

    O Jogo 3 vai mostrar se essa mudança de mentalidade do técnico vai funcionar ou se os Pistons vão continuar impondo seu ritmo físico. Uma coisa é certa: não dá mais pra usar os árbitros como desculpa.