Tag: Detroit Pistons

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Cara, o que eu vi do Evan Mobley no Jogo 5 contra os Pistons foi simplesmente absurdo. O garoto literalmente carregou os Cavs nas costas quando mais precisavam dele — e olha que não foi fácil, não. Saiu de quadra com um corte perto do olho esquerdo, prova de que Detroit não facilitou nada pra ele.

    Sinceramente? Aquela troca do Darius Garland pelo James Harden sempre me pareceu uma aposta muito arriscada. Não no Harden — o cara é monstro. Mas era apostar que o Mobley já estava pronto pra ser protagonista nos playoffs AGORA, não daqui a 3 ou 4 anos. E cara, ele mostrou que tá pronto mesmo.

    Defesa e ataque: o show completo

    Quem acompanha a NBA desde que o Mobley chegou sabe que defesa sempre foi o ponto forte dele. Mas ontem foi além disso — o garoto simplesmente dominou a área defensiva. Intimidou tanta gente no garrafão que o Bickerstaff (técnico dos Pistons, que conhece bem esse time dos Cavs) teve que tirar o Jalen Duren — um All-Star, gente! — e fechar o jogo com o Paul Reed.

    E no ataque? Olha, os 7 pontos dele no final do quarto período vão ser manchete em todo lugar. Uma bomba de 3 decisiva e dois lances livres pra empatar o jogo no tempo normal. Duas coisas que ele vinha errando bastante na temporada regular. Mas o que mais me impressionou foi a tomada de decisão dele.

    Detroit tava fazendo de tudo pra parar o Mitchell e o Harden, então sobrou pro Mobley resolver. E ele resolveu.

    A evolução que todo mundo queria ver

    Vocês lembram dos playoffs de 2023 contra os Knicks? Cara, foi doloroso de assistir. O Mobley simplesmente não conseguia lidar com a pressão da marcação dupla. Ficava nervoso, tomava decisões ruins, não conseguia aproveitar quando o adversário mandava dois caras pra cima do armador.

    Três playoffs depois, é um jogador completamente diferente.

    O Bickerstaff (que inclusive era técnico dos Cavs naquela época traumática) tentou usar exatamente a mesma estratégia que o Thibodeau usou em 2023. Mandou pressão dupla nos armadores pra forçar o Mobley a decidir. Só que dessa vez não funcionou, não.

    O cara tava lendo a defesa como um veterano de 10 anos de NBA. Quando a ajuda vinha, ele achava o Jarrett Allen livre no garrafão — foram três assistências assim só no jogo. Quando a marcação vinha dos cantos, ele mandava a bola certinho pros arremessadores abertos.

    Oito assistências no total. Oito! Pro cara que começou a temporada dribblando demais e travando quando a pressão chegava.

    O Kenny Atkinson acertou a mão

    O técnico Kenny Atkinson falou uma coisa depois do jogo que fez muito sentido: “Ele tá encontrando o equilíbrio entre ser agressivo pra pontuar e ler a geografia da quadra. Quando eles fazem o ‘enxame’ — é assim que a gente chama —, ele consegue achar as janelas.”

    E aí, vocês acham que essa evolução do Mobley é suficiente pra levar os Cavs longe nos playoffs? Porque cara, se ele conseguir manter esse nível, esse time pode incomodar muito gente. A defesa sempre foi boa, agora com o ataque funcionando através dele…

    Não vou mentir: tô começando a acreditar nesse projeto de Cleveland. O Mobley finalmente virou o que todo mundo esperava que ele fosse.

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Cara, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo incrédulo. Os Pistons tinham TUDO nas mãos pra fechar o jogo contra os Cavaliers no Game 5, mas os árbitros… ah, os árbitros.

    Vamos aos fatos: Detroit dominando, 9 pontos na frente faltando 3 minutos. Aí vem aquele clássico colapso dos Pistons (que dor) e Cleveland empata. Nos segundos finais, Donovan Mitchell vai pra cima do Ausar Thompson, que faz uma defesa MONSTRO, rouba a bola e sai correndo atrás da sobra. Só que o Jarrett Allen simplesmente derruba o garoto e… nada. Sem falta. Jogo pra prorrogação.

    Cade Cunningham não engoliu

    E olha, o Cade não deixou passar batido. Com 39 pontos, 7 rebotes e 9 assistências (que jogaço, aliás), ele foi direto ao ponto na entrevista: “Todo mundo viu a jogada, é bem claro que foi falta”.

    J.B. Bickerstaff, técnico dos Pistons, foi na mesma linha: “[Allen] fez falta no Ausar. É claro. Ele derrubou o garoto quando ele ia atrás da bola solta”.

    Sinceramente? Eu concordo com eles. Vi o lance e é inacreditável como não marcaram. O Thompson fez uma defesa perfeita no Mitchell, roubou a bola limpa e na sequência leva uma ‘rasteira’ do Allen. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre podendo ser o herói da partida.

    Árbitros se defendem, mas…

    O Tony Brothers, chefe da arbitragem, disse que foi “contato incidental” entre os dois jogadores. Ah, Tony… a gente não nasceu ontem, né?

    O relatório dos últimos 2 minutos que saiu depois disse que o no-call tava certo, que os dois foram “legalmente” pro mesmo lugar. Legalmente uma ova. Vocês acham mesmo que isso foi lance normal?

    Mas o Ausar mostrou maturidade: “Não posso culpar os árbitros. Não podemos nos colocar nessas situações”. Classe pura do garoto, mas eu não teria essa paciência toda não.

    Agora os Pistons precisam de dois milagres: vencer o Game 6 em Cleveland na sexta E ainda ganhar o jogo 7. Tudo isso pra voltar às finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2008. Uma eternidade.

    O que vocês acham? Foi roubo mesmo ou estou sendo muito clubista aqui?

  • Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Cara, que situação mais interessante pros Knicks! Enquanto o pessoal de Nova York tá descansando em casa depois de varrer os 76ers, Cleveland e Detroit estão se matando numa série absurda que já tá 3-2 pros Cavs.

    E aí surge a pergunta: pelo que os Knicks devem torcer? É uma dessas situações onde você fica calculando tudo, sabe?

    A matemática do descanso

    Olha, independente de quem avançar, os Knicks PRECISAM torcer pros Pistons ganharem o jogo 6. Por quê? Simples: Game 7!

    Enquanto os Knicks já jogaram apenas 10 partidas nesses playoffs (praticamente o mínimo possível), tanto Detroit quanto Cleveland já estão com 13 jogos nas costas. Se rolar Game 7, ambos vão chegar a 14 partidas – quatro a mais que Nova York.

    Sinceramente? Isso é MUITO jogo. E não são jogaços fáceis não – estão sendo disputas de vida ou morte. Pra vocês terem ideia, Brunson, Towns e Bridges estão jogando MENOS minutos nos playoffs do que jogavam na temporada regular. É mole?

    O mais absurdo é que o último jogo dos Knicks foi dia 10 de maio. Se o Game 7 rolar domingo (17), o vencedor vai ter apenas UM DIA de descanso antes do primeiro jogo da final do Leste. Os Knicks? Uma semana inteira descansando.

    A questão do mando de quadra

    Agora, se fosse pra escolher especificamente entre Cavs e Pistons, eu iria de Cleveland sem pensar duas vezes. Por quê? Mando de quadra, meu amigo.

    Detroit terminou com 60-22 – terceira melhor campanha da liga inteira e quatro vitórias a mais que os Knicks (56-26). Se os Pistons passarem, eles têm a vantagem de casa. Mas se Cleveland avançar (eles terminaram com apenas 52-30), aí sim os Knicks jogam em casa.

    E cara, o Madison Square Garden faz TODA diferença. Os Knicks foram absurdamente melhores em casa durante a temporada regular – quarto melhor aproveitamento da liga. É outro time jogando em Nova York.

    O cenário ideal

    Na minha opinião, o cenário perfeito seria: Pistons ganham Game 6, força Game 7, mas Cleveland vence a série no último jogo. Aí os Knicks teriam o máximo de descanso possível E ainda jogariam com mando de quadra.

    Claro que independente de quem vier pela frente, vai ser guerra. Detroit é uma máquina que terminou em primeiro no Leste, e Cleveland… bem, eles não chegaram até aqui à toa. Mas com uma semana de descanso e o Garden bombando?

    Vocês acham que o descanso extra vai fazer tanta diferença assim? Eu tô curioso pra ver como os Knicks vão reagir depois de tanto tempo parados.

  • Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Gente, vocês viram aquele lance do Cade Cunningham ontem? O cara simplesmente deixou o Donovan Mitchell perdido na quadra e ainda enterrou a bomba de três. A cara do Mitchell depois foi impagável — daquelas que viram meme na hora.

    Foi no Game 5 entre Pistons e Cavaliers, lá em Detroit. Série empatada 2-2, aquela tensão toda no ar. O Cade fingiu que ia fazer o hand-off com o Paul Reed, o Mitchell mordeu a fake, e quando viu, o garoto de Detroit já tava lá atrás da linha dos três pontos mandando pra dentro. Pura maldade.

    O lance que parou a internet

    Sinceramente, esse tipo de jogada me lembra por que o Cade é considerado um dos armadores mais espertos da liga. O cara tem apenas 24 anos e já tá fazendo esse tipo de coisa com veteranos casca-grossa como o Mitchell. A expressão do Donovan foi de quem pensou: “Nossa, fui feito de otário”.

    Mas olha, por mais bonito que tenha sido o lance, o resultado final doeu. Os Pistons perderam na prorrogação por 117-113, e agora os Cavs lideram a série por 3-2. Cleveland ganhou três jogos seguidos — isso dói, cara.

    Cade foi um monstro, mas não bastou

    O armador dos Pistons fez uma partida absurda: 39 pontos (maior pontuação do jogo), 7 rebotes, 9 assistências e 2 roubadas de bola. Arremessou 13/27 dos campo e acertou 6 das 10 tentativas de três. Numbers de MVP, sem dúvida.

    Do outro lado, Mitchell teve uma noite mais discreta com 21 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Não foi mal, mas certamente não foi o suficiente pra segurar a pressão do Cade.

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons quase viraram no final. Chegaram a dois pontos de diferença faltando 26 segundos, mas aí os Cavs foram cirúrgicos nos lances livres e fecharam o caixão.

    Ausar salvou, mas não foi suficiente

    Menção honrosa pro Ausar Thompson, que forçou a prorrogação com uma tapada épica no Mitchell no último lance do tempo regulamentar. Imaginem a emoção — o cara salvou o time na raça, mas não conseguiram aproveitar na overtime.

    Agora é tudo ou nada no Game 6, em Cleveland. Os Pistons precisam vencer pra forçar o jogo 7 e manter o sonho vivo. E vocês, acham que Detroit consegue dar a volta por cima? Eu confesso que tô com um pé atrás — três derrotas seguidas é coisa séria nos playoffs.

    Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que nunca dá pra descartar um time com um armador do nível do Cade. O garoto tá jogando como se a vida dependisse disso.

  • Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Cara, que sufoco foi esse jogo 5 entre Cavs e Pistons! Cleveland saiu com a vitória por 117-113 na prorrogação, mas foi na raça mesmo. E o Kenny Atkinson não teve papas na língua depois da partida — mandou a real que todo mundo já sabia mas ninguém falava.

    “Jogo 6 é must-win pro Cavs”, disse o técnico. Traduzindo: não dá pra brincar em casa, tem que fechar a série sexta-feira mesmo.

    Virada heroica em Detroit

    Olha, eu não esperava uma partida tão doida assim. Os Cavs perderam por uns bons pontos no primeiro tempo e chegaram a estar atrás por 9 pontos nos últimos 3 minutos. Aí que a mágica aconteceu: Max Strus, James Harden e Donovan Mitchell decidiram que não ia ser dessa vez.

    Teve até uma não-marcação polêmica no final do tempo normal que poderia ter dado a vitória pros Pistons. Mas a vida é assim mesmo — basquete é sobre fazer as jogadas quando importa.

    Na prorrogação foi show da defesa de Cleveland. Seguraram Detroit em apenas 2 pontos na primeira metade da prorrogação. Dois pontos! Mitchell resolveu do outro lado e abriu 7 de vantagem.

    Agora é decidir em casa

    A matemática é simples: Cavs estão 6-0 jogando em casa nesses playoffs. Seis e zero, monstro! Orlando e agora Detroit já sentiram o peso da torcida de Cleveland.

    Mas cuidado — esses Pistons não são bobos não. Conseguiram virar uma série contra o Magic depois de estar perdendo por 3-1. Quem acompanha NBA sabe que isso aí não é brincadeira.

    Sinceramente? Acho que os Cavs fecham sexta-feira mesmo. Jogando em casa, com essa sequência absurda, e depois de mostrar que têm personalidade pra virar jogo difícil… difícil imaginar eles desperdiçando essa chance.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa ou vai ter jogo 7 em Detroit? Eu já tô ansioso pra ver se eles conseguem chegar nas finais da conferência!

  • Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cara, que jogo foi esse? Cleveland estava praticamente morto — nove pontos atrás faltando três minutinhos pro fim. Aí o Tobias Harris enterrou uma de três e eu pensei: ‘acabou, né?’. Ledo engano.

    Os Cavs simplesmente resolveram jogar basquete de verdade nos momentos decisivos. Do momento que estavam perdendo de nove até o final da prorrogação, eles meteram 23 a 10 no Detroit. VINTE E TRÊS A DEZ! Isso é o que experiência de playoffs faz com um time.

    Mitchell apareceu na hora H

    O Donovan Mitchell, que tava meio sumido no jogo, decidiu acordar exatamente quando precisava. Nos momentos finais e na prorrogação, o cara acertou 4 de 5 arremessos e fez 9 pontos cruciais. Enquanto isso, o Cade Cunningham — que até então estava destruindo tudo com seus 39 pontos — foi neutralizado pela marcação dupla dos Cavs e só conseguiu 2 pontos nesse período decisivo.

    E olha só que sequência absurda na prorrogação: tripla do Mitchell, roubo de bola do Strus, bandeja do Mitchell de novo. Sete pontos na frente faltando 2:30. Pronto, jogo decidido.

    Polêmica no final do tempo normal

    Agora, tem que falar da polêmica, né? No finalzinho do tempo regulamentar, o Ausar Thompson fez uma jogada brilhante, roubou a bola do Mitchell, mas na sequência parece que o Jarrett Allen fez falta nele. O árbitro Tony Brothers estava do lado e… não marcou nada. Detroit pirou, óbvio.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta da torcida dos Pistons, mas convenhamos: eles perderam uma vantagem de 9 pontos em 3 minutos. Não foi essa jogada que decidiu o jogo, foi a falta de maturidade nos momentos cruciais.

    Heróis improváveis e veteranos decisivos

    James Harden fez 30 pontos numa noite meio bipolar — hora brilhante, hora fazendo umas escolhas questionáveis (clássico Harden de playoffs, né?). Mas o cara que salvou mesmo foi o Max Strus. Vinte pontos, 6 de 8 do perímetro. Monstro.

    O Detroit até jogou bem — Cade com 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes é coisa de All-Star. Daniss Jenkins contribuiu com 19 saindo do banco. Mas quando Cleveland resolveu marcar duplo no Cade e desafiar o resto do time a aparecer… ninguém apareceu.

    Agora Cleveland volta pra casa com 3-2 na série e a chance de fechar em casa na sexta. Detroit ainda vai brigar — o técnico J.B. Bickerstaff não tava mentindo quando disse que vão ‘chutar, socar, arranhar’ até o fim. Mas playoff é isso: experiência conta, e Cleveland mostrou que tem mais casca.

    E aí, acham que os Pistons conseguem forçar o jogo 7 ou Cleveland fecha em casa mesmo?