Tag: Detroit Pistons

  • Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Detroit mesmo. Os Pistons seguraram a pressão dos Cavaliers e venceram o Jogo 2 por 107-97, abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E olha, depois daquele susto na primeira rodada contra o Magic, ver esse time jogando assim é de arrepiar.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu que ia carregar o piano nas costas. 25 pontos e 10 assistências, sendo que metade dos pontos veio no segundo tempo – que é quando o moleque vira bicho mesmo. O mais impressionante? Foi perfeito na linha do lance livre: 8 de 8. Isso aí é frieza de veterano.

    A confusão rolou solta

    Mas nem tudo foram flores, viu. Ausar Thompson e James Harden se estranharam feio durante o jogo. O jovem Ausar perdeu a linha no segundo quarto e empurrou o veterano Harden no chão – resultado? Terceira falta e banquinho. Sinceramente, acho que foi mais nervosismo de playoff mesmo, mas o técnico fez certo tirando ele de quadra.

    Thompson voltou no segundo tempo, mas logo pegou a quarta falta no terceiro quarto. Cara ansioso demais! Mas no final das contas, quando voltou no último quarto, ajudou pacas na defesa da vantagem.

    Mitchell quase virou o jogo

    Donovan Mitchell fez o que sabe fazer de melhor: destruir no segundo tempo. O cara terminou com 31 pontos e quase botou os Cavs de volta no jogo. Evan Mobley até conseguiu dar a primeira liderança de Cleveland desde o início da partida no quarto período – eu já estava pensando “lá vamos nós de novo”.

    Mas aí que mora a diferença: Cade Cunningham não amoleceu. Quando Mitchell esquentou, o jovem armador dos Pistons respondeu na mesma moeda. Aquela tripla dele com menos de 30 segundos no relógio foi de gelar o sangue. Monstro!

    Jarrett Allen também fez sua parte com 22 pontos, mas não foi suficiente. Detroit defendeu bem nos momentos decisivos e segurou os 10 pontos de vantagem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível jogando em Cleveland? Porque agora é que a coisa fica séria mesmo. Cinco vitórias seguidas é bonito, mas quatro delas foram em casa. O único triunfo fora foi naquele colapso histórico do Orlando…

    Enfim, série 2-0 para Detroit. Na minha visão, se os Pistons roubarem pelo menos um jogo em Cleveland, essa série tá praticamente decidida. Mas playoff é playoff – tudo pode acontecer!

  • Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Olha, as coisas não estão fáceis para os Cavaliers nestes playoffs. Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante saindo do banco, está fora do Jogo 2 contra os Pistons por conta de uma lesão no posterior da coxa.

    O cara se machucou logo no começo da derrota no Jogo 1 na terça-feira – e sinceramente, os Cavs já não podem se dar ao luxo de perder mais ninguém nesta altura do campeonato. Merrill fez ressonância magnética e ficou de fora do treino de quarta-feira, o que já era um sinal de que a coisa não estava boa.

    Números que pesam na ausência

    Merrill pode não ser o astro do time, mas os 12.8 pontos de média na temporada regular não são brincadeira. E olha só que interessante: o cara pontuou em dois dígitos duas vezes naquela série de sete jogos contra o Toronto na primeira rodada. Pra um sexto homem, isso é ouro puro.

    Na minha visão, essa ausência pode complicar ainda mais as coisas para Cleveland. O Merrill tem aquele arremesso de 3 pontos que abre espaço pra galera, e quando você perde isso saindo do banco… bom, vocês sabem como é.

    Pistons aproveitam o momento

    Enquanto isso, Detroit deve estar esfregando as mãos. Já saíram na frente na série e agora pegam um adversário desfalcado jogando em casa. Esse tipo de situação pode definir uma série inteira – e eu tenho a sensação de que os Pistons sabem disso.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs conseguem compensar essa ausência? O banco deles vai ter que aparecer, porque senão essa segunda rodada pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    E lá vamos nós de novo com lesão em hora ruim. Sam Merrill, o cara que mais acerta de três no Cleveland, foi cortado do jogo 2 contra o Detroit por causa de uma distensão no músculo posterior da coxa esquerda.

    O mais frustrante? O cara até tentou forçar durante o aquecimento, testou a perna e tudo, mas na hora H teve que voltar pro vestiário. Seis minutos e meio de quadra no jogo 1 e tchau. Ressonância na quarta-feira confirmou o que todo mundo já sabia — não ia rolar.

    Cleveland já tá com o pé na cova

    Olha, não vou mentir: os Cavs já tavam numa situação complicada depois de perder o primeiro jogo por 111-101. Agora, sem o Merrill? A coisa fica bem mais difícil.

    O Detroit praticamente desafiou Cleveland a acertar de longe no jogo 1. “Pode atirar, vamos ver se vocês conseguem”. E sem o melhor arremessador do time, deu no que deu. Vinte perdas de bola que viraram 31 pontos pros Pistons. Absurdo.

    Donovan Mitchell e James Harden até fizeram a parte deles — 45 pontos combinados. Mas também foram responsáveis por 10 daquelas perdas de bola catastróficas. É complicado quando seus melhores jogadores estão forçando demais.

    Quem vai assumir a responsa?

    Merrill vinha de uma temporada regular monstro: 42.1% de aproveitamento de três pontos e média de 12.8 pontos por jogo — recorde da carreira. Não é à toa que ganhou uma extensão de quatro anos por 38 milhões de dólares.

    “Você não consegue substituir o que o Sam traz”, disse Jaylon Tyson na quarta-feira. “Ele é uma peça fundamental deste time. Nosso melhor atirador. Alguém tem que dar um passo à frente por ele.”

    No jogo 1, esse “alguém” foram Tyson, Keon Ellis e Dennis Schroder. Os três combinados acertaram 5 de 11 tentativas de três e fizeram 22 pontos em 56 minutos de quadra. Não é ruim, mas será que aguenta a pressão de uma série de playoffs?

    Sinceramente, acho que os Cavs vão sentir muito a falta do Merrill. Detroit não é time pra brincadeira, e quando você perde seu especialista em arremessos de longa distância justamente quando mais precisa dele… É de lascar. Vocês acham que Cleveland consegue virar essa situação sem seu cestinha?

  • Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Olha, não é assim que você quer começar uma série de playoffs. Sam Merrill, um dos caras mais importantes do banco do Cleveland Cavaliers, machucou o posterior da coxa esquerda no Jogo 1 contra o Detroit Pistons e agora virou preocupação real pra equipe.

    O veterano de 29 anos fez uma ressonância magnética na perna e ficou de fora do treino desta quarta-feira. Sinceramente? Não é o timing que ninguém queria, principalmente depois daquela derrota feia pro Pistons no primeiro jogo da segunda rodada.

    Lesão no pior momento possível

    Merrill jogou apenas seis minutos no Jogo 1 — tempo suficiente pra uma assistência, uma bola perdida e… uma lesão que pode complicar os planos dos Cavs. E vocês sabem como é: nos playoffs, cada peça importa. Principalmente quando você é um cara que vem do banco e precisa dar conta do recado quando chamado.

    Durante a temporada regular, o cara teve números sólidos: média de 12,8 pontos por jogo. Nada espetacular, mas consistente. Na primeira rodada contra o Toronto Raptors — que durou sete jogos sangrentos — ele pontuou em dois dígitos duas vezes. Ou seja, quando precisava aparecer, aparecia.

    Cavs precisam se reinventar

    A questão agora é: como Cleveland vai se virar sem ele? O time já não está numa situação confortável depois de perder em casa, e perder uma peça do banco justamente agora pode ser o tipo de problema que transforma uma série equilibrada numa dor de cabeça gigante.

    Amanhã tem Jogo 2 em Detroit, e os Cavs precisam empatar a série. Sem Merrill disponível (pelo menos não a 100%), vai ser interessante ver como o técnico vai mexer na rotação. E aí, vocês acham que dá pra compensar a ausência dele ou isso vai pesar mesmo nos playoffs?

    Uma coisa é certa: lesão nos playoffs é sempre drama. Torcer pra não ser nada grave e o cara voltar logo, porque Cleveland vai precisar de todo mundo se quiser sonhar grande nesta pós-temporada.

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Os Detroit Pistons simplesmente atropelaram o Cleveland Cavaliers por 111-101 no primeiro jogo das semifinais da Conferência Leste, e sabe o que mais me impressionou? JB Bickerstaff creditar essa vitória àquela série massacrante de sete jogos contra o Orlando Magic na primeira rodada.

    Olha, eu confesso que na época pensei que aquela guerra contra o Magic ia prejudicar Detroit. Sete jogos, muito desgaste físico, jogadores no limite… Mas o técnico JB Bickerstaff provou que às vezes o que não te mata te fortalece mesmo.

    A lição que valeu ouro

    “Entender o que o momento exige e ter a serenidade e confiança para executar”, disse Bickerstaff na coletiva pós-jogo. E complementou com uma frase que me arrepiou: “Jogar basicamente três jogos de eliminação te ensina isso. Você entende a importância dos inícios, da urgência. Você aprende como fechar, como finalizar e como chegar aos seus spots.”

    Mano, isso é basquete de playoff no mais alto nível. Aquela pressão absurda contra o Magic – que por pouco não causou uma das maiores zebras da história dos playoffs – moldou esse time Pistons de uma forma que talvez uma série mais tranquila não conseguiria.

    O time todo apareceu quando precisava

    E sabe o que mais me chamou atenção? Contra Orlando, era só Cade Cunningham carregando o piano nas costas. Ontem foi completamente diferente. Cunningham até que não teve sua melhor noite (6/19 nos arremessos), mas apareceram Tobias Harris e Duncan Robinson combinando 39 pontos eficientes, Jalen Duren com +17 de plus-minus, e Ronald Holland II saindo do banco pra fazer a diferença.

    Sinceramente, essa é a receita que Detroit precisa pra ir longe. Não dá pra Cade carregar tudo sozinho – o cara vai morrer no meio do caminho se for assim. Ver outros jogadores assumindo responsabilidade foi lindo de assistir.

    Vocês acham que essa experiência contra o Magic realmente foi o diferencial? Eu tô começando a acreditar que sim. Às vezes você precisa passar pelo fogo pra entender do que é capaz, e os Pistons definitivamente passaram pelo fogo naquela primeira rodada.

    Agora é manter os pés no chão. Cleveland não vai entregar de bandeja, e jogo 2 é quinta-feira às 21h. Mas se Detroit mantiver essa intensidade e esse basquete coletivo que mostrou ontem… cara, pode dar zebra grande nestes playoffs.

  • Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Olha, eu não esperava que o Donovan Mitchell fosse falar isso tão claramente. Depois da derrota do Cleveland na abertura dos playoffs contra o Detroit, o cara praticamente mandou a real: se não tá apitando pra ele, talvez seja hora de começar a simular faltas também.

    A situação é meio absurda mesmo. Mitchell teve só 2 lances livres no jogo todo, enquanto o Detroit foi 35 vezes pra linha. 35 contra 16 pro Cavs inteiro. Pra quem conhece o estilo físico dos dois times, essa disparidade não faz muito sentido não.

    “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação”

    A declaração do Mitchell foi cirúrgica. Ele começou deixando claro que não era desculpa pela derrota – maturidade que eu respeito demais. Mas aí veio o golpe: “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação, então não vou insistir no assunto… mas sinto que é isso que tenho que fazer agora”.

    Cara, que indireta elegante. O moleque tá claramente frustrado, e com razão. Ele é um dos caras que mais ataca o garrafão na liga, sempre buscando o contato, mas parece que os árbitros tão vendo outra coisa.

    No primeiro round contra o Toronto, Mitchell teve apenas 16 lances livres em SETE jogos. Dezesseis! Pra um cara que na temporada regular tinha média de 6.1 tentativas por partida. Os números não batem mesmo.

    A frustração de quem joga certo

    O que mais me chamou atenção foi ele falar “eu não simulo, talvez seja por isso”. Sinceramente, acho que ele tem um ponto. A NBA hoje premia muito quem sabe “vender” a falta, e jogadores honestos como o Mitchell acabam sendo prejudicados.

    E vocês, o que acham? Será que o Mitchell deveria mesmo começar a encenar mais pra conseguir as faltas que merece? Ou os árbitros é que precisam abrir mais o olho pra um dos melhores atacantes da liga?

    Uma coisa é certa: se o Cleveland quer brigar de igual pra igual nessa série, essa disparidade nos lances livres não pode continuar. O Jogo 2 é quinta-feira, e vai ser interessante ver se a arbitragem vai mudar alguma coisa – ou se o Mitchell vai começar a “interpretar” um pouquinho mais.

  • Duncan Robinson virou problema sério pros Cavs nos playoffs

    Duncan Robinson virou problema sério pros Cavs nos playoffs

    Cara, o Duncan Robinson tá simplesmente pegando fogo nesses playoffs. Na vitória dos Pistons sobre os Cavaliers por 111-101 no jogo 1 das semifinais do Leste, o cara foi um dos principais responsáveis por Detroit largar na frente na série.

    Olha, eu sempre achei o Robinson um jogador interessante, mas o que ele tá fazendo em Detroit é outro nível. 19 pontos com cinco bolas de três? E ainda arrumou treta com o James Harden no último quarto — o que, sinceramente, só mostra que ele tá incomodando mesmo.

    O efeito dominó do arremesso certeiro

    O técnico JB Bickerstaff explicou perfeitamente por que o Robinson é tão perigoso quando tá acertando. “Isso abre toda a defesa”, disse ele. “A forma como os times têm que marcar ele. Eles têm que correr atrás dele; têm que colocar quatro olhos nele porque ele tá recebendo bloqueios. E isso abre o jogo.”

    É exatamente isso que eu vejo acontecendo. Quando o Robinson tá quente, a defesa adversária entra em desespero. Os caras têm que sair correndo atrás dele nas trocas de lado, e aí sobra espaço pra todo mundo. O Cade Cunningham (23 pontos e 7 assistências) que o diga.

    Números que impressionam

    Nesses playoffs, o Robinson tá convertendo mais de 40% das tentativas de três pontos. Isso é absurdo, galera. Na temporada regular, ele já vinha bem com 41% de aproveitamento do perímetro e 12,2 pontos por jogo.

    E não é de hoje que ele vem decidindo. Contra o Orlando Magic na primeira fase, o cara foi fundamental. 10 pontos, 6 rebotes e 3 roubadas no jogo 2. No jogo 6, quando os Pistons precisavam forçar o jogo 7, lá estava ele: 14 pontos, 5 rebotes e 3 assistências numa vitória por 93-79.

    Vocês acham que Cleveland consegue encontrar uma resposta pro Robinson no jogo 2? Porque do jeito que ele tá jogando, os Cavaliers vão ter que inventar alguma coisa diferente. O próximo confronto é quinta-feira, na casa dos Pistons, e eu tenho a impressão de que essa série vai ser muito mais disputada do que muita gente imaginava.

  • Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Cara, que jogo foi esse dos Pistons! Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse sair na frente contra Cleveland logo no primeiro jogo da série, mas os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e saíram com a vitória por 111-101.

    A coisa começou bem ruim pros Pistons — Cavaliers abriram 5-0 no placar. Mas aí que você viu a magia acontecer. Detroit respondeu com uma sequência absurda de 30-9 que deixou todo mundo de queixo caído. Javonte Green ainda fechou o primeiro quarto com uma bomba de três no estouro do cronômetro: 37-21 pros visitantes.

    Ausar Thompson fez o que com o Keon Ellis?

    Monstro, a enterrada que o Ausar Thompson deu foi de outro mundo. O cara correu atrás do Keon Ellis numa transição e aplicou uma dessas bloqueadas que você guarda na memória pra sempre. Defesa pura, do tipo que faz o estádio inteiro ficar em silêncio.

    Donovan Mitchell até tentou carregar Cleveland nas costas — terminou com números decentes —, mas James Harden tava completamente perdido contra a defesa organizada dos Pistons. O Cade Cunningham tava colado nele, não deixava o barbudo respirar. Resultado? Onze bolas perdidas só no primeiro tempo.

    A conexão Cade-Duren que decidiu tudo

    No último quarto, quando Cleveland empatou o jogo em 93-93, eu pensei: ‘pronto, acabou a festa de Detroit’. Mas aí que o Cade mostrou por que é estrela. O cara encontrou o Jalen Duren em três posses consecutivas para enterradas monumentais. Duas foram passes lindos depois que Cade quebrou a defesa dos Cavs.

    Vocês viram aquela conexão? É coisa de dar inveja em qualquer dupla da liga. Cunningham terminou com 23 pontos (mesmo sem acertar muito bem os arremessos) e Duren, além dos 11 pontos, pegou 12 rebotes e ainda deu 4 assistências. O impacto do pivô vai muito além dos números — defesa no garrafão e presença de quadra impressionantes.

    Tobias Harris continuou firme como segundo cestinha do time com 20 pontos e 8 rebotes. Duncan Robinson meteu 19 pontos com cinco bombas de três, e até o Daniss Jenkins saiu do banco pra contribuir com 12 pontos.

    E aí, quem aqui apostava que Detroit ia conseguir essa vitória fora de casa? Porque eu confesso que tava desconfiado. Agora a série tá 1-0 e os Pistons mostraram que vieram pra brigar de verdade. Esse time tem cara de quem pode incomodar muito mais gente nos playoffs.

  • Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cara, que frustração ontem à noite. Os Cavaliers tinham tudo pra roubar o primeiro jogo da série contra Detroit, jogando fora de casa, mas conseguiram entregar de bandeja — literalmente. Vinte turnovers. VINTE. É pedir pra perder mesmo.

    Olha, eu tava assistindo o jogo e não conseguia acreditar no que tava vendo. James Harden e Donovan Mitchell, que deveriam ser os caras que organizam o ataque, combinaram 10 turnovers contra apenas 9 assistências. Isso é de doer, gente.

    Harden precisa parar de entregar a bola

    O Harden foi o maior vilão da noite — perdeu a bola 7 vezes só nesse jogo. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: já são 43 turnovers só nestes playoffs. Cara, o maluco tá jogando como se fosse pelada de domingo no parque.

    E o Mitchell? Rapaz, desde o Game 2 contra Toronto que ele tá sumido. Não é possível que o principal jogador do time termine a partida com mais turnovers que assistências. Os Cavs precisam URGENTE de alguém que saiba controlar o jogo, e nem Harden nem Mitchell tão entregando isso.

    Max Strus salvou o que dava pra salvar

    Pelo menos teve uma luz no fim do túnel: Max Strus jogou pra caramba. 19 pontos em 7 de 13 arremessos, sendo 4 de 8 do perímetro. O cara mostrou por que é importante ter um arremessador de volume na equipe.

    Sinceramente, prefiro Strus em quadra do que Dean Wade nesses momentos decisivos. Wade até defende melhor, mas ofensivamente ele trava o ataque dos Cavs. Com Strus, pelo menos a defesa adversária tem que grudar nele lá no perímetro, abrindo espaço pros outros.

    Kenny Atkinson perdeu a mão nas rotações

    Agora vem a parte que me deixou mais irritado: Kenny Atkinson usou 11 jogadores. ONZE! Nos playoffs, cara! Isso não faz sentido nenhum.

    Tá certo que Sam Merrill se machucou logo no começo e Jarrett Allen pegou 4 faltas. Mas começar o último quarto com Thomas Bryant, Keon Ellis e Dennis Schroder juntos em quadra? Isso é pedir pra entregar o jogo de mão beijada.

    E aí, vocês acham que Allen não conseguia jogar mais que 18 minutos mesmo com 4 faltas? O cara foi herói no Game 7 contra Toronto e fica no banco vendo Bryant tentar fazer milagre. Enquanto isso, Cunningham jogou 43 minutos pelos Pistons. Essa é a diferença entre querer ganhar e facilitar pro adversário.

    Os Cavs desperdiçaram uma oportunidade de ouro de largar na frente da série. Com essa quantidade absurda de turnovers e essas rotações malucas, não dá pra competir nos playoffs. Espero que aprendam pra o Game 2, porque senão essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.