Tag: Detroit Pistons

  • 3 destinos perfeitos pro Randle se o Wolves decidir trocar ele

    3 destinos perfeitos pro Randle se o Wolves decidir trocar ele

    Cara, depois daquela eliminação humilhante pros Spurs, parece que o Julius Randle tá com os dias contados em Minnesota. E olha, sinceramente? Eu não culpo o front office dos Timberwolves se eles estiverem pensando em mexer no elenco.

    O problema é claro: o Anthony Edwards precisa de mais espaço pra operar, e o Randle meio que atrapalha isso. Por mais que o cara seja um monstro no garrafão e saiba distribuir umas assistências, a química simplesmente não tá rolando nos momentos decisivos.

    Detroit Pistons – O encaixe perfeito

    Detroit seria moleza pra ele. Os Pistons precisam urgentemente de alguém experiente no garrafão que saiba criar jogada própria e tire um pouco da pressão do Cade Cunningham. E convenhamos — aquele time ainda tá muito cru, falta pegada veterana.

    O Randle chegaria lá como protagonista mesmo, sem precisar dividir bola com outro astro. Seria aquele cara que pega rebote, empurra contra-ataque e resolve quando a jogada empaca. Exatamente o que Detroit precisa pra sair dessa de “time promissor” e virar algo perigoso de verdade.

    Pra Minnesota, Detroit tem peças jovens interessantes pra oferecer, ou até mesmo picks de draft. Não seria uma troca espetacular, mas às vezes as mais simples são as que dão certo.

    Brooklyn Nets – Aposta calculada

    Brooklyn seria uma aposta interessante. Os Nets têm um elenco equilibrado, mas falta alguém que resolva quando a coisa aperta. O Randle pode não ser a primeira opção ideal, mas num time que precisa de mais criação ofensiva, ele viraria peça-chave na hora.

    E olha, o mais importante: Brooklyn tem assets pra negociar. Se Minnesota quer flexibilidade salarial ou picks, os Nets conseguem montar um pacote decente. Não dá pra simplesmente se livrar do Randle de qualquer jeito depois daquela vexação nos playoffs.

    Charlotte Hornets – A surpresa da lista

    Agora Charlotte pode ser a jogada mais esperta de todas. Os Hornets precisam de adultos na sala, cara. O LaMelo Ball é craque, o Brandon Miller promete muito, mas falta alguém que ensine como se ganha jogo na raça.

    Randle seria perfeito pra isso. Um cara que faz 20 pontos qualquer noite, aguenta pancada e ainda tira pressão dos garotos. Charlotte não tá no nível de ficar escolhendo encaixe perfeito — eles precisam é de produção real pra virar um time competitivo.

    E aí, vocês acham que Minnesota deveria mesmo trocar o Randle? Ou será que vale a pena dar mais uma chance pra ele se encaixar com o Edwards? Eu acho que depois daquela eliminação, qualquer mudança é bem-vinda.

  • Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Cara, depois de assistir o Cavs perder por 21 pontos em casa pro Pistons no jogo 6, eu não consigo mais fingir que tá tudo bem com o Donovan Mitchell. Sinceramente.

    O Cleveland tava com tudo na mão pra carimbar a vaga na final da Conferência Leste, jogando em casa, e simplesmente entregou. Agora vai ter que encarar um jogo 7 fora de casa em Detroit. E olha, eu tô começando a achar que o problema não é só azar não.

    O time é o reflexo do Mitchell

    Vocês já repararam como os times acabam virando uma cópia do seu melhor jogador? Pois é. E o Cavs virou basicamente o Mitchell versão time: quando tá inspirado, parece que vai dominar o mundo. Quando não tá… vira essa bagunça que a gente viu no jogo 6.

    No jogo 4, o cara foi um monstro na segunda metade – igualou o recorde de mais pontos numa metade de jogo dos playoffs. Foi absurdo. Mas aí vem uma noite ruim e o castelo de cartas desaba completamente.

    O problema é que tanto os Raptors quanto os Pistons descobriram a kryptonita do Mitchell. Eles têm defensores altos e rápidos que conseguem acompanhar ele de igual pra igual, coisa que ele não enfrentou nos oito anos anteriores de playoffs. E quando ele não consegue chegar na cesta como quer, sobra só o arremesso – que às vezes cai, às vezes não.

    37 minutos de pesadelo

    Os números do jogo 6 são brutais. O Cavs foi superado por 25 pontos nos 37 minutos que o Mitchell ficou em quadra. Vinte e cinco! E eu que tava assistindo posso garantir que pareceu ainda pior na arena.

    O cara tentou carregar o time nas costas, arremessou 20 vezes (mais que qualquer outro), mas só acertou 3 das 11 tentativas no garrafão. Aquela facilidade dele pra finalizar simplesmente sumiu.

    “Não posso ficar remoendo os arremessos que perdi”, disse o Mitchell depois. “É o impacto geral no jogo que importa.”

    E é exatamente esse o problema, mano. O impacto geral dele tem sido questionável há quatro anos.

    Cadê o jogo coletivo?

    Olha, eu não sou desses que fica cobrando assistência de todo mundo, mas 1,15 de razão assistência-turnover em 13 jogos de playoffs? Pra um cara que fica com a bola na mão o tempo todo? Isso aí não dá.

    O Mitchell simplesmente não tem plano B quando o arremesso não tá caindo. Ele não é um distribuidor habilidoso, não se move bem sem a bola, e na defesa… bom, melhor nem falar sobre defesa.

    Na minha visão, tá na hora do Cavs repensar algumas coisas. Você não pode construir um time inteiro em volta de um jogador que só funciona numa situação específica. E aí, vocês acham que ele consegue se reinventar a essa altura da carreira, ou é isso aí mesmo?

    Jogo 7 em Detroit. Vai ser agora ou nunca pra provar que eu tô errado.

  • ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    Gente, vocês viram a cagada que a ABC fez ontem? A emissora conseguiu promover um jogo que… não existe. Tipo, literalmente inventaram uma final de conferência entre Knicks e Cavaliers quando os Pistons ainda estão vivos na série.

    A coisa foi tão absurda que o comercial rodou em várias afiliadas da ABC pelo país inteiro — do Alabama até a Califórnia. No vídeo, aparecia toda aquela produção caprichada falando “Os Cavs buscam outro upset, enquanto os Knicks carregam os sonhos de toda Nova York”. Bonitinho, né? Só esqueceram de um pequeno detalhe: Detroit ganhou o Jogo 6 por 115-94 e forçou um decisivo Jogo 7.

    Conspiração ou só incompetência mesmo?

    Olha, eu não sou de ficar alimentando teoria da conspiração, mas imaginem a cara do Cade Cunningham vendo isso. O cara acabou de fazer 21 pontos numa vitória crucial, salvando a temporada do Detroit, e a ABC já estava vendendo ingresso pra final sem eles.

    Sinceramente? Acho que foi só preguiça e incompetência mesmo. Alguém lá deve ter preparado o material assumindo que Cleveland fecharia em casa — afinal, eles eram favoritos. Mas basquete é isso aí, né pessoal? Por isso que jogamos os jogos.

    Donovan Mitchell sumiu na hora H

    Falando em Cleveland, que noite horrível do Donovan Mitchell. 18 pontos até que não é ruim, mas um rating de -25 é de chorar. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele em casa.

    Enquanto isso, Cade mostrou porque virou o rosto da franquia em Detroit. Distribuição perfeita, liderança na quadra — tudo que você quer de um armador numa situação dessas. E agora vai ter Jogo 7, com Detroit sendo favorito por 4.5 pontos segundo o FanDuel.

    A real é que esse tipo de erro da ABC só adiciona mais lenha na fogueira pra quem já desconfia que a liga é manipulada. Eu não acredito nisso, mas convenhamos — vazar um comercial promovendo uma série que ainda nem foi decidida é bem estranho, né?

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fechar em casa? Porque depois dessa publicidade gratuita, eles devem estar com sangue no olho…

  • Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Cara, o Jalen Duren simplesmente ressurgiu das cinzas ontem à noite. Depois de passar uns perrengues fodidos contra o Jarrett Allen durante quase toda a série, o pivô dos Pistons decidiu que não ia deixar a temporada acabar assim não.

    15 pontos e 11 rebounds na vitória por 115-94 sobre os Cavs. Só pra vocês terem noção: esses 11 rebounds do Duren foram o mesmo tanto que ele pegou nos TRÊS jogos anteriores juntos. É ou não é ressurreição?

    O que mudou no jogo do pivô?

    Olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo. No Game 5, o técnico J.B. Bickerstaff simplesmente tirou o cara de quadra nos últimos 17 minutos da derrota em overtime. Imagina o baque psicológico? Mas o moleque mostrou personalidade.

    “Minha confiança em mim nunca abalou. Eu sei o que posso fazer”, disse Duren depois do jogo. E realmente mostrou né, foi 7/10 nos arremessos e ainda pegou 3 tocos — que por sinal foi o mesmo tanto que ele tinha na série TODA até então.

    O que mais me impressionou foram os 4 rebotes ofensivos. Cara, isso é imposição de vontade pura. É o cara dizendo: “não, a bola não vai sair dessa posse não”.

    Cade aprovou a performance

    O Cade Cunningham, que fez seus 21 pontos tradicionais, elogiou pacas o parceiro: “Sua agressividade foi ótima quando tinha a bola e quando não tinha, indo buscar rebote fora da sua área.”

    E olha que o Duren ainda deu uma assustada no terceiro quarto quando torceu o tornozelo indo pra uma bandeja. Saiu de quadra por uns 6 minutos, mas voltou determinado pro último período e ainda contribuiu com 6 pontos e 4 rebounds em apenas 7 minutos.

    Game 7 em casa — o sonho continua

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Game 7 decisivo em Detroit. E o Duren já mostrou que sabe aparecer nesses momentos. Contra o Orlando Magic, no Game 7 da primeira rodada, ele cravou 15 pontos e 15 rebounds.

    “Game 7 é sempre divertido porque a torcida fica super empolgada e jogamos em casa. Eu gosto da gente em situações decisivas. Esses são nossos melhores momentos”, disse o pivô.

    Sinceramente? Eu tô acreditando nessa ressurreição. Depois de ver os Pistons voltarem aos playoffs depois de tanto tempo, seria cruel demais a temporada acabar com o Duren jogando abaixo. Vocês acham que ele consegue repetir essa performance no domingo?

  • Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Cara, que jogaço foi esse em Cleveland! Os Detroit Pistons simplesmente não quiseram ir embora de casa e empataram a série contra os Cavaliers em 3-3 com uma vitória dominante por 115-94. E olha, eu não esperava que eles conseguissem jogar assim fora de casa.

    O Cade Cunningham fez o que já virou rotina — liderou a pontuação com 21 pontos. Mas a grande sacada do técnico JB Bickerstaff foi apostar no banco de reservas. Paul Reed saiu do banco e meteu 13 pontos só no segundo tempo, empatando com Daniss Jenkins como maior pontuador dos Pistons nos dois quartos finais.

    O banco fez a diferença

    Sinceramente, quem esperava que o Paul Reed ia ser protagonista numa partida de playoff? O cara simplesmente apareceu na hora certa. E não foi só ele — Marcus Sasser teve um +27 absurdo em apenas 18 minutos, sendo uma dor de cabeça constante para a defesa dos Cavs.

    O mais impressionante é que Detroit conseguiu quebrar uma sequência histórica: Cleveland não havia perdido nenhum jogo em casa nos playoffs até ontem. Era literalmente uma fortaleza o Rocket Arena, mas os Pistons chegaram lá e fizeram a festa.

    Dominaram do garrafão às bolas de 3

    Foi uma aula de basquete completo. Os Pistons controlaram totalmente o garrafão — 48 pontos na pintura contra apenas 26 dos Cavs. Jalen Duren finalmente acordou e cravou um double-double com 15 pontos e 11 rebotes. Era disso que Detroit precisava do seu pivô.

    Nas bolas de três, então? Chuva total. 16 de 36 tentativas (44,4%), enquanto Cleveland ficou patinando com apenas 34,3% do perímetro. E ainda por cima, forçaram 20 turnovers dos donos da casa e converteram isso em 28 pontos. Basquete moderno na veia.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem fechar a série em casa no jogo 7? Porque na minha opinião, se jogarem assim de novo, os Cavs vão ter que suar muito para passar. Domingo vai ser guerra total em Detroit!

  • Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cara, o que o Cade Cunningham fez ontem à noite em Cleveland foi simplesmente absurdo. O garoto chegou lá, em território hostil, com a temporada do Detroit Pistons na corda bamba e simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    Olha só a situação: os Pistons vinham de uma derrota em casa no Jogo 5, praticamente com o pé na cova. Precisavam vencer fora de casa ou a temporada acabava ali mesmo. E o Cade? Simplesmente entrou em quadra como se fosse jogar no quintal de casa.

    Uma atuação de gente grande

    Em 42 minutos de jogo, o cara cravou 21 pontos, distribuiu 8 assistências e ainda pegou 2 rebotes. Mas o que mais me impressionou foi a frieza dele nos arremessos de três pontos — 5 de 10! Em um jogo decisivo, longe de casa, com a torcida contra. Isso é mentalidade de monstro.

    E a galera de Cleveland, que teoricamente deveria estar torcendo contra, começou a gritar “MVP! MVP!” pro garoto. Sinceramente, eu não esperava essa reação da torcida adversária, mas mostra o respeito que o Cade conquistou na liga.

    Time inteiro jogando junto

    O legal foi ver que não foi só o Cunningham carregando o piano. Seis jogadores fizeram duplo dígito! Paul Reed saiu do banco voando e cravou 17 pontos — esse cara tá sendo fundamental nos playoffs. Jalen Duren fez um double-double maneiro com 15 pontos e 11 rebotes, mostrando que a dupla de garrafão dos Pistons tá funcionando.

    Daniss Jenkins também contribuiu com 15 pontos, Duncan Robinson acertou suas bolas de três como sempre, e o Ausar Thompson… cara, que jogador completo! 10 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola. É ou não é um sexto homem de luxo?

    No primeiro tempo, o jogo tava parelho — Detroit ganhando só por 54-51. Mas no segundo tempo os Pistons simplesmente atropelaram: 61 a 43 nos últimos 24 minutos. Cleveland não teve resposta.

    Jogo 7 em casa — agora é tudo ou nada

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Jogo 7 em Detroit! Os Pistons estão 4-0 em jogos de eliminação nestes playoffs (que número louco, né?), então a confiança tá lá em cima.

    Do outro lado, tem os Cavaliers querendo não desperdiçar a vantagem de casa que tiveram a série toda. Vai ser um jogaço! Quem ganhar pega o Knicks na final do Leste — imaginem só a loucura que vai ser.

    E aí, vocês acham que o Cade consegue repetir essa atuação em casa e levar os Pistons pra final? Eu tô começando a acreditar que esse menino pode chegar longe mesmo.

  • Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Olha, eu sempre falo que basquete é um esporte de detalhes. E quando você tem a chance de ir pras finais de conferência pela primeira vez desde 2018, não pode vacilar. Mas foi exatamente isso que o Cleveland Cavaliers fez ontem à noite — vacilou feio numa derrota de 115 a 94 pro Detroit Pistons.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Do jeito mais difícil possível.

    A mesma novela de sempre

    Cara, quantas vezes eu já vi essa história? Cavs começam mal, tomam susto, acordam no segundo tempo… só que dessa vez não acordaram de verdade. Foram 21 turnovers! Vinte e um! É muita bola perdida pra um jogo eliminatório contra um time que ganhou 60 jogos na temporada.

    O mais irritante? Eles chegaram no intervalo perdendo só de 3, tinham todo o momentum. Aí no terceiro quarto… bum. Detroit abriu 14-4 logo de cara e matou o jogo. Foi doloroso de assistir.

    James Harden perdeu OITO bolas sozinho. Oito! Mesmo marcando 23 pontos arremessando bem, você não pode dar presente assim numa semifinal de conferência. E Donovan Mitchell, que deveria ser o cara da equipe, fez só 18 pontos com 6-20 nos arremessos. Quando seu melhor jogador não consegue terminar as jogadas no garrafão (3-12 lá dentro), é sinal de problema.

    Detroit jogou como campeão

    Do outro lado, Cade Cunningham mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. 21 pontos, 8 assistências, controlando o ritmo do jogo como veterano. E o mais impressionante: todo mundo contribuiu.

    Paul Reed com 17 pontos, Daniss Jenkins com 15, até Duncan Robinson jogando lesionado marcou 14. Jalen Duren dominou o garrafão com double-double (15 pontos, 11 rebotes) enquanto Jarrett Allen e Evan Mobley simplesmente sumiram de quadra.

    Sinceramente? Detroit mereceu essa vitória. Jogaram com a intensidade e atenção aos detalhes que Cleveland não conseguiu ter.

    Agora é matar ou morrer

    A real é que eu queria acreditar nos Cavs, mas eles sempre fazem isso comigo. Toda vez que penso “cara, esse time pode ir longe”, eles entregam numa situação decisiva.

    Jogo 7 domingo à noite em Detroit. Ambiente hostil, pressão total, temporada na linha. Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa pancada? Ou será que Detroit vai completar a virada histórica?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço. Só espero que os Cavs acordem dessa vez, porque oportunidades assim não aparecem todo ano.

  • Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Cara, que susto foi esse no Jalen Duren ontem! O pivô dos Pistons estava fazendo sua melhor partida nos playoffs quando torceu o tornozelo esquerdo no terceiro quarto contra os Cavaliers. E olha, o timing não podia ser pior — o Detroit estava construindo uma vantagem importante no jogo 6.

    A jogada foi bizarra. Duren foi disputar posição com o James Harden, que tava claramente pescando uma falta ofensiva (vocês sabem como é o Barbudo, né?). Quando o Harden caiu no chão, o Duren deu um passo pra frente e pisou torto. Na hora você via que tinha machucado — ele foi direto pro chão segurando a perna.

    Do túnel de volta pra quadra

    O que mais me impressionou foi a determinação do garoto. Saiu de quadra, foi pro vestiário, mas voltou pro banco alguns minutos depois. Ficou lá o resto do terceiro quarto torcendo pelos companheiros, e quando começou o último período? Lá estava ele de volta, com uma proteção extra no tornozelo.

    Sinceramente, achei que ele não voltava mais. Essas torções em playoff são sempre perigosas — você força demais e pode piorar tudo. Mas o Duren mostrou por que virou All-Star pela primeira vez na carreira.

    Jogo decisivo em momento crucial

    E o mais louco? Ele tava tendo uma das melhores atuações da série. 9 pontos em 4 de 7 arremessos, 7 rebotes, 1 roubo de bola e 2 tocos. Nada espetacular nos números, mas a presença dele em quadra fez toda diferença pro ritmo do Detroit.

    Vocês lembram que no jogo 5 o técnico J.B. Bickerstaff deixou o Duren no banco o quarto período inteiro E a prorrogação? O garoto estava muito passivo, sem aquela agressividade característica. Ontem foi completamente diferente — mais intenso, buscando o jogo, impondo presença no garrafão.

    Com 75-68 no placar quando ele se machucou, os Pistons tinham tudo pra fechar a série. E aí, acham que o Duren aguenta o tranco se a série for pro jogo 7? Porque se ele não conseguir jogar 100%, vai ser muito difícil parar o ataque dos Cavaliers no garrafão.

  • Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Os Cleveland Cavaliers chegaram num ponto da série contra o Detroit Pistons onde todas as cartas já estão na mesa. Dificilmente algum dos times vai fazer algo muito surpreendente no Jogo 6. Vai ser mais do mesmo, com pequenos ajustes e execução variada.

    Mas tem um truque que os Cavs ainda guardam na manga: quando e onde escolher fazer a marcação dupla no Cade Cunningham.

    O fardo de Cade

    Olha, o Cunningham talvez carregue a maior responsabilidade individual de toda a liga. O sucesso ofensivo do Detroit depende quase que inteiramente dos ombros dele. Por isso a utilização dele tá nas alturas – Cade tenta mais arremessos por jogo nos playoffs (21.6) que qualquer outro cara.

    Isso pode dar muito certo. Cunningham foi um monstro na maior parte do Jogo 5, fazendo 39 pontos e quase colocando o time dele numa vantagem de 3-2. Mas algo mudou nos minutos finais, e o peso de tudo que o Cade tinha carregado até ali finalmente cobrou o preço.

    Os Cavs começaram a mandar dois na bola. Cunningham via múltiplos defensores na frente dele, com pressão assim que cruzava o meio da quadra. Isso forçou o garoto a se desfazer da bola e trabalhar mais pra ficar livre. É muito pra pedir de alguém que jogou 48 minutos no Jogo 5.

    A armadilha perfeita

    E os resultados falam por si só. Cunningham patinou contra a marcação dupla. Fez apenas 2 pontos nos últimos 10 minutos da partida regular e prorrogação, acertando 1 de 4 arremessos e perdendo bola num momento crucial do jogo.

    Max Strus, que já tinha roubado o passe de reposição do Cunningham no quarto período do Jogo 3, aproveitou mais uma vez o cansaço do cara e arrancou a bola dele na prorrogação do Jogo 5. Quando você tá cansado, comete erros. Os Cavs esperaram o momento perfeito pra aumentar a pressão no Cunningham.

    A pergunta que fica é: eles conseguem a mesma sorte hoje à noite?

    “É uma questão de feeling”, disse Kenny Atkinson. “Você faz depois de um pedido de tempo? Você faz pra tirar eles do ritmo, então faz na primeira jogada? Pra terminar o jogo? Obviamente, você tem que saber quando fazer, ou quando não fazer.”

    Risco calculado

    Marcar duplo um jogador como Cunningham vem com riscos. Você tá entregando de bandeja uma vantagem numérica pro ataque do Pistons ao colocar dois na bola. Pode se queimar rapidinho se os coadjuvantes do Detroit converterem nessas situações.

    Por isso é importante usar essa estratégia na hora certa. Faz muito cedo, e você corre o risco de deixar os Pistons pegarem ritmo. Faz muito tarde, e bem… é tarde demais. Variar a cobertura e manter Cunningham sempre alerta é tudo que dá pra fazer.

    “Ele é um grande jogador, não podemos dar só uma marcação pra ele”, disse Atkinson. “Então vamos continuar variando, e houve jogos nessa série onde não fizemos marcação dupla, então é questão de feeling mesmo.”

    Os Cavs têm a chance de eliminar os Pistons de 60 vitórias e avançar pras Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Pra isso, vão ter que ativar sua melhor estratégia defensiva no momento certo e dar o golpe de misericórdia.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue apertar esse botão secreto na hora exata?

  • Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Cara, que dilema dos infernos o Detroit Pistons tem pela frente com o Jalen Duren. O cara fez uma temporada regular monstro — 19,5 pontos por jogo com 65% de aproveitamento e 10,5 rebotes, jogando uma defesa de outro mundo. Quase entrou no All-NBA. Aí você pensa: “pô, esse moleque merece o máximo mesmo”.

    Só que aí chegaram os playoffs e… bom, a coisa desandou.

    A montanha-russa de Duren

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi essa história antes. Jogador brilha na temporada regular, chega a pós-temporada e simplesmente não consegue manter o nível. Com Duren foi exatamente isso: despencou para 10,1 pontos e 8,3 rebotes por jogo justamente quando o time mais precisava dele.

    O mais doloroso? O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de colocar Paul Reed no lugar dele durante o quarto período e prorrogação de um Jogo 5 decisivo. Imagina a humilhação, cara.

    E o problema não é só produção. Duren não arremessa de fora, o que deixa o ataque do Pistons completamente entupido. Orlando e Cleveland simplesmente mandaram dois, três caras em cima do Cade Cunningham e falaram: “os outros que se virem”.

    O dilema financeiro

    Agora vem a pergunta que não quer calar: ele ainda merece um contrato máximo de 5 anos e pelo menos US$ 239 milhões? Na minha opinião, baseado só nos playoffs, não. Mas a realidade é outra.

    Como um executivo disse pro Brian Windhorst da ESPN: “Ele não é um jogador de contrato máximo, mas eles provavelmente vão ter que dar o máximo pra ele”. Por quê? Porque Chicago, Brooklyn e até os Lakers podem aparecer com uma proposta irrecusável, e Detroit vai ter que igualar.

    E olha só que encrenca: os Pistons também precisam renovar com Ausar Thompson, outro defensor elite mas que também não arremessa nada de fora. Se os dois ganharem contratos gordos (Thompson deve levar algo parecido com os US$ 25 milhões por ano que Dyson Daniels ganhou), acabou a flexibilidade para buscar mais arremessadores.

    As novas regras complicam tudo

    Sinceramente, acho que a nova CBA tá matando a construção de elencos. Com essas regras de tax apron, você simplesmente NÃO PODE errar um contrato máximo, senão vira uma âncora que afunda o time.

    Duren mostrou na temporada regular que pode ser um cara especial — defesa de elite, eficiência absurda no ataque, presença no garrafão. Mas e se essa temporada foi só um flash? E se ele não consegue se desenvolver ofensivamente?

    Vocês acham que vale o risco? Porque eu tô dividido. O potencial tá lá, mas os playoffs mostraram algumas limitações sérias. E no final das contas, é nos playoffs que os times são julgados.

    Detroit tem uma decisão difícil pela frente. Dar o máximo é apostar que Duren vai evoluir e que aquela temporada regular não foi sorte. Não dar é correr o risco de perder um talento que pode se tornar uma estrela em outro lugar.

    Que dilemão, hein?