Tag: Detroit Pistons

  • Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Olha, eu vi esse lance umas dez vezes e sinceramente não consigo entender como os árbitros engoliram o apito ali. O Detroit Pistons tava com tudo na mão pra empatar a série contra o Cleveland Cavaliers, mas uma não-marcação questionável no fim do tempo regulamentar mandou o jogo pra prorrogação — onde os Cavs acabaram levando a melhor.

    A parada foi assim: 22 segundos no relógio, Cavaliers com a bola pra decidir o jogo. Donovan Mitchell recebe pra tentar o arremesso da vitória, mas o Ausar Thompson (que monstro defensivo, pessoal) gruda nele que nem chiclete. O garoto consegue o toco na área e ainda disputa a bola solta com o Jarrett Allen.

    O lance da discórdia

    Aí que vem a polêmica toda. Thompson consegue a posse, mas tropeça no pé do Allen e perde a bola. Tempo esgota, jogo vai pra overtime. Só que pra mim — e pro técnico dos Pistons, J.B. Bickerstaff — aquilo ali foi falta clara.

    “Ele [Allen] fez falta no Ausar. Está claro. Ele o derruba quando ele vai atrás da bola solta. Situação de fim de jogo, isso é difícil”, desabafou Bickerstaff na entrevista pós-jogo. E cara, vendo o replay, é difícil discordar.

    Com os Pistons no bônus, Thompson ia pra linha de lance livre com chance de colocar Detroit na frente. Mas os árbitros — provavelmente com medo de decidir o jogo no apito — deixaram passar. Que bad timing, né?

    Prorrogação amarga

    Na overtime, os Cavaliers rapidamente tomaram o controle e não olharam mais pra trás. James Harden (que tá numa fase absurda) comandou com 30 pontos e praticamente carimbou a classificação dos Cavs.

    Do lado dos Pistons, o Cade Cunningham fez de tudo que podia: 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes. Números de MVP, mas que não adiantaram nada. Em um universo paralelo, ele seria o herói da virada heroica de Detroit. Na vida real, vai ter que ganhar fora de casa só pra forçar um jogo 7 decisivo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os Pistons tão chorando à toa? Eu tô no time do “foi roubo”, mas quero ver se eles conseguem responder em Cleveland. A série tá pegando fogo!

  • Pistons voltam pra TV aberta depois de 20 anos – que novela!

    Pistons voltam pra TV aberta depois de 20 anos – que novela!

    Cara, vocês acreditam que os Pistons ficaram VINTE ANOS sem passar na TV local em Detroit? Vinte anos! Isso é mais tempo do que alguns de vocês têm de idade. Mas finalmente acabou essa novela — eles fecharam um acordo multianual com a Scripps Sports e vão voltar pro ar na próxima temporada.

    Olha só que loucura: desde 2005 o pessoal de Detroit não conseguia assistir o próprio time na TV aberta. Imagina a frustração dos fãs, principalmente agora que o time tá voando (terminaram como primeiro colocado da Conferência Leste na temporada regular, monstros!).

    A situação tava complicada pra todo mundo

    Os Pistons não estavam sozinhos nessa bad. Eram 13 times da NBA procurando casa nova porque a Main Street Sports fechou as portas. Uma bagunça total no mercado de transmissões.

    A Scripps Sports, que já tem contrato com cinco times da NHL, uma franquia da WNBA e até um time da liga de futebol feminino americana, decidiu apostar no basquete. E Detroit virou o primeiro time da NBA no portfólio deles.

    A WMYD-TV vai ser a casa do time, e a Scripps também tem estações em Grand Rapids e Lansing. Além disso — e isso é importante —, eles vão ter streaming direto pro consumidor. Nada de cabo, nada de assinatura maluca.

    Timing perfeito (ou não)

    Sinceramente, não podia ter hora melhor pra isso. Os Pistons estão nas semifinais da conferência contra o Cavaliers, o hype tá lá em cima, e agora os fãs finalmente vão poder assistir de casa sem precisar de streaming duvidoso ou bar.

    Brian Lawlor, presidente da Scripps Sports, mandou a real: “Transmissão aberta é uma das formas mais poderosas de conectar times com seus fãs”. E não tá errado não. TV aberta sempre foi democrática, todo mundo consegue assistir.

    O que vocês acham? Será que outros times vão seguir o mesmo caminho dos Pistons? Porque olha, se der certo em Detroit, pode virar tendência no resto da liga. E seria ótimo pra galera que não tem grana pra pagar esses pacotes caríssimos de streaming.

  • Cavs vs Pistons: Jogo 5 define quem segue vivo nos playoffs

    Cavs vs Pistons: Jogo 5 define quem segue vivo nos playoffs

    E aí, galera! A coisa tá ficando quente entre Cavaliers e Pistons. Depois de empatar a série em 2-2 com uma vitória de 112-103 no Jogo 4, os Cavs agora precisam ir até Detroit tentar quebrar a vantagem de casa dos Pistons.

    Olha, eu confesso que não esperava que essa série fosse ser tão equilibrada assim. Os Pistons começaram voando, ganhando os dois primeiros jogos em casa (111-101 e 107-97), mas Cleveland mostrou que tem categoria e respondeu na altura com duas vitórias seguidas (116-109 e 112-103).

    O que esperar do Jogo 5

    O confronto desta quarta-feira (13 de maio) às 21h no horário de Brasília vai ser na Little Caesars Arena, e as odds estão dando Detroit como favorito por 4.5 pontos. Sinceramente? Acho pouco. Jogar em casa nos playoffs é outra coisa completamente — a torcida faz diferença mesmo.

    O over/under tá em 212.5 pontos, o que faz sentido considerando que os dois times têm mostrado eficiência ofensiva nessa série. Vocês acham que rola mais ou menos que isso?

    Onde assistir

    Pra quem quer acompanhar essa decisão, o jogo vai passar na ESPN. Se preferir streaming, dá pra ver pelo NBA League Pass. E claro, vamos ter cobertura completa aqui no Sexto Homem também.

    A pressão agora é toda em cima de Cleveland. Perder este jogo significa estar a uma derrota da eliminação, tendo que vencer em casa no Jogo 6 pra forçar um Jogo 7 decisivo em Detroit. Não é uma situação confortável, mas também não é impossível.

    Na minha visão, quem vencer hoje tem pelo menos 70% de chance de levar a série. Playoffs é isso aí — cada jogo vale uma temporada inteira. Que venha o melhor basquete!

  • Robinson fora do jogo 5: Pistons perdem peça-chave contra Cavs

    Robinson fora do jogo 5: Pistons perdem peça-chave contra Cavs

    Cara, que timing horrível. Duncan Robinson vai ficar de fora do jogo 5 entre Pistons e Cavaliers por causa de uma dor nas costas. E olha que é exatamente agora, no momento mais decisivo da série semifinal do Leste.

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica do Detroit. Robinson vinha sendo uma das peças mais importantes nos playoffs, com média de 12.2 pontos e aquele arremesso de 3 que a gente já conhece bem – eficiente demais.

    Daniss Jenkins assume a responsabilidade

    Quem vai entrar no lugar é o Daniss Jenkins, que há poucos meses estava com contrato two-way. Imagina a pressão? O cara salta de um contrato parcial direto pra um jogo 5 de semifinal de playoffs.

    Jenkins vem fazendo um trabalho honesto na série – 7.5 pontos e 3.3 assistências de média. Mas convenhamos: é uma diferença enorme comparado com o que Robinson oferece, principalmente no perímetro.

    O que isso significa para a série?

    Robinson estava numa sequência boa antes do jogo 4. Marcou pelo menos 15 pontos nos três primeiros jogos contra Cleveland. Aí na segunda-feira, quando os Cavs empataram a série, ele fez só 4 pontos em 29 minutos de quadra.

    Agora fica a pergunta: será que essa dor nas costas já estava incomodando na segunda? Pode explicar a performance bem abaixo do esperado.

    Sinceramente, acho que os Pistons vão sentir falta do spacing que o Robinson oferece. Cleveland já tem uma defesa sólida, e sem um dos principais ameaçadores de 3 pontos, fica mais fácil defender o garrafão e apertar a marcação.

    E aí, vocês acham que Jenkins consegue segurar a bronca? Ou será que essa ausência pode decidir a série?

  • Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Olha, não vou mentir — o Jogo 4 dos Pistons contra os Cavs foi de partir o coração. Estavam vencendo por quatro pontos no intervalo, tudo controlado, e aí veio o Donovan Mitchell e simplesmente destruiu tudo no segundo tempo. O cara fez 39 dos seus 43 pontos na segunda etapa. Trinta e nove! Resultado? Derrota por 112-103 e série empatada em 2-2.

    Mas nem tudo foi desgraça para Detroit. Sabe quem resolveu aparecer na hora certa? Caris LeVert. O cara saiu do banco e meteu 24 pontos com aproveitamento absurdo: 10/16 do campo. Foi o cestinha do time, monstro!

    A ressurreição de LeVert

    Pra vocês terem noção do quão impressionante foi essa performance: LeVert tinha feito apenas 14 pontos em toda a série até ontem. Na verdade, nos playoffs inteiros, ele tinha 24 pontos no total — e igualou isso em um jogo só. É ou não é basketball?

    JB Bickerstaff, técnico dos Pistons, não poupou elogios ao veterano depois da partida. “Ele veio e nos deu exatamente o que precisávamos. Nos deu uma faísca incrível nos dois lados da quadra”, disse o treinador. E complementou com uma frase que me marcou: “LeVert é um verdadeiro competidor e entende o momento.”

    Motivação extra contra o ex-time

    Aqui tem um tempero especial que talvez explique a performance do LeVert. Tanto ele quanto Bickerstaff são ex-Cavs. O próprio LeVert foi trocado por Cleveland no deadline de 2025 para trazer DeAndre Hunter. Imaginem a motivação extra de mostrar pro antigo time o que estão perdendo.

    Sinceramente, acho que essa pode ser a virada de chave que os Pistons precisavam. LeVert mostrou que ainda tem lenha pra queimar, e com certeza ganhou mais minutos na rotação daqui pra frente. A pergunta que fica é: será que ele consegue manter esse nível nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série vai ficar muito mais interessante.

    E vocês, acham que os Pistons conseguem usar essa performance do LeVert como combustível para virar a série? A coisa tá pegando fogo no Leste!

  • JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    Cara, o JB Bickerstaff não conseguiu se segurar depois da derrota do Pistons pros Cavaliers no jogo 4. E olha, eu entendo completamente a revolta do cara.

    Os números dos lances livres foram absolutamente bizarros. Detroit converteu 9 de 12 tentativas — só 12 tentativas, gente! Enquanto isso, Cleveland foi pra linha 34 vezes e acertou 30. É muita diferença pra ser coincidência.

    “Desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou”

    Bickerstaff não poupou palavras na coletiva. “É inaceitável. Não fizemos o suficiente, obviamente, para nos ajudarmos, e vou começar por aí. Mas desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou. Não é possível que um cara do time deles arremesse mais lances livres que nossa equipe inteira.”

    E ele tá certo, véi. Detroit não é time de ficar parado no perímetro — eles atacam o garrafão, vão pra cima. Como que só conseguem 12 tentativas?

    O mais interessante (e suspeito) foi quando Bickerstaff mencionou os comentários públicos do Kenny Atkinson sobre o Pistons. “Desde que o Kenny fez seus comentários publicamente sobre nós, os apitos mudaram nesta série.” Eita, agora a coisa ficou quente!

    Pistons fizeram a parte deles em quadra

    Mesmo com a arbitragem controversa, Detroit mostrou que tem time. Caris LeVert liderou com 24 pontos, enquanto Cade Cunningham (que eu acho que vai ser estrela) contribuiu com 19 pontos e 6 assistências. Tobias Harris e Paul Reed também fizeram a diferença.

    O problema é que quando você enfrenta uma discrepância de 22 lances livres, fica complicado demais. São pontos de graça que fazem toda a diferença no placar final.

    Agora é aguardar o jogo 5 em casa. Vocês acham que os árbitros vão manter esse padrão quando a série voltar pra Detroit? Sinceramente, espero que não, porque o basquete merece ser decidido em quadra, não na mesa dos árbitros.

  • Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Donovan Mitchell conseguiu transformar o que parecia ser uma das piores atuações da carreira dele em algo absolutamente histórico. Estou falando de uma virada completa de chave que deixou todo mundo de queixo caído.

    O cara fez APENAS 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu tava vendo o jogo e pensando “nossa, o Mitchell tá tendo uma noite horrorosa”. Mas aí veio o segundo tempo e… meu Deus do céu!

    De vilão a herói em 24 minutos

    Mitchell voltou pra quadra completamente transfigurado. Meteu 39 pontos no segundo tempo, igualando o recorde da NBA em playoffs de pontos numa única metade de jogo. Trinta e nove pontos! É muita bola, gente.

    O recorde era do Eric “Sleepy” Floyd desde 1987, quando o Warriors enfrentou o Lakers. Mitchell teve até chance de quebrar o recorde, mas errou o segundo lance livre faltando 27 segundos. Ele mesmo brincou depois: “Todo mundo me avisou que eu perdi um lance livre que quebraria o recorde”.

    Sinceramente? Não me importo nem um pouco que ele tenha errado. O que importa é que os Cavs venceram por 112-103 e empataram a série em 2-2 contra o Detroit Pistons.

    A sequência que mudou tudo

    No primeiro tempo, Mitchell simplesmente não conseguia acertar nada. Errou os primeiros seis arremessos de quadra e só foi pontuar nos últimos minutos do segundo quarto. Parecia que ia ser uma daquelas noites que a gente prefere esquecer.

    Mas no terceiro quarto? O homem virou um monstro. Fez 21 pontos só no período – igualando outro recorde da franquia. Durante uma sequência de 24-0 dos Cavs (que começou nos últimos segundos do primeiro tempo), Mitchell meteu 15 pontos. Foi uma exibição de puro basquete.

    “Às vezes é natural, né? Eu não tava forçando a barra, focando na defesa e esperando a oportunidade de atacar a cesta”, explicou Mitchell depois do jogo. E quando a oportunidade chegou, cara… ele não desperdiçou.

    No segundo tempo, foram 12 acertos em 18 tentativas de quadra, incluindo três bolas de 3 pontos, e impressionantes 12 de 13 nos lances livres. É esse tipo de eficiência que separa os bons jogadores dos grandes.

    E agora, Detroit?

    Com a série empatada, o Jogo 5 vai ser em Detroit. Os Cavs ainda não conseguiram vencer fora de casa nos playoffs essa temporada, então vai ser o primeiro grande teste. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível absurdo de jogo?

    Uma coisa é certa: se ele conseguir jogar nem que seja 70% do que jogou ontem, Detroit vai ter problemas sérios. E olha que os Pistons sabem disso. Como disse o pivô Paul Reed: “Donovan Mitchell estava nos matando, e é basicamente isso”.

    Mitchell já tem oito jogos de playoffs com pelo menos 40 pontos na carreira, quatro deles pelos Cavs. Três jogos consecutivos com mais de 30 pontos nessa série. O cara tá on fire e Cleveland precisa aproveitar isso para finalmente chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018.

    Que jogaço, pessoal. Às vezes o basquete nos presenteia com essas noites mágicas que a gente nunca esquece.

  • Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Cara, o Jalen Williams do Thunder resolveu criar uma polêmica bem divertida ontem. O Richard Jefferson perguntou qual seria o Mount Rushmore dos Jalens da NBA, e olha só a lista que ele deu: Jalen Rose, Jalen Brunson, Jalen Johnson e… ele mesmo.

    E cadê o Jalen Duren? Simplesmente sumiu da lista!

    A omissão que chamou atenção

    Sinceramente, eu entendo a escolha do Williams até certo ponto. O cara citou jogadores mais conhecidos pela criação de jogadas e pontuação. O Jalen Rose foi uma lenda, o Brunson tá voando no Knicks, o Johnson tem sido uma revelação no Hawks. E ele mesmo? Bom, tá fazendo uma pós-temporada absurda com mais de 20 pontos por jogo.

    Mas deixar o Duren de fora foi meio injusto, não acham? O pivô do Pistons pode não ter os números ofensivos dos outros (10.4 pontos por jogo), mas o cara é um monstro no rebote com mais de 9 por partida. E olha que eles foram draftados juntos em 2022!

    Estilos diferentes, qualidades únicas

    A questão é que cada Jalen tem seu próprio estilo. O Williams é versátil, joga de armador até ala, tem QI de basquete altíssimo e forma uma dupla absurda com o Shai Gilgeous-Alexander no Thunder. Já o Duren é mais tradicional — domina o garrafão, pega rebote pra caramba e tem sido peça fundamental na ascensão do Pistons.

    E por falar nisso, que diferença de momento para os dois times, né? Enquanto o Thunder tá prestes a varrer os Lakers nas Finais do Oeste (imagina repetir o título!), o Pistons tá apertado contra o Cavaliers, perdendo por 2-1 na série.

    Vocês concordam com a lista do Williams ou acham que o Duren merecia estar lá? Eu, pessoalmente, colocaria os quatro que ele citou mais o Duren — que se dane se são cinco no Mount Rushmore!

  • Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mano, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 43 pontos na vitória por 112-103 sobre o Detroit, empatando a série em 2-2. Mas o mais louco? Ele tinha QUATRO pontos no intervalo. Quatro. E terminou com 39 no segundo tempo.

    Isso mesmo que vocês leram. 39 pontos numa metade só de jogo de playoffs. É RECORDE histórico da NBA, gente!

    A “Cavalanche” que ninguém viu chegar

    Os Cavs estavam praticamente mortos — perdendo por quatro no intervalo e quase indo pra um buraco 3-1 na série. Aí o Mitchell simplesmente resolveu que não ia deixar isso acontecer. O cara começou o terceiro quarto metendo oito pontos em um minuto e meio. Um minuto e meio!

    E daí veio a tal da “Cavalanche” — 23-0 de parcial pra abrir o segundo tempo. Vinte e três a zero! É a maior sequência de pontos sem resposta pra começar uma metade de playoff nos últimos 30 anos. Se considerarmos os dois últimos pontos do primeiro tempo, foram 25-0. Segundo maior run da era moderna dos playoffs.

    Sinceramente, eu já vi muito jogo bom na minha vida, mas isso aí foi de outro planeta. O Mitchell sozinho fez 21 pontos no terceiro quarto — quinta vez na carreira que ele marca 20+ numa parcela só de playoffs. Só Stephen Curry e Jamal Murray conseguiram isso tantas vezes também.

    O cara que nasceu pra playoffs

    E olha, não é de hoje que o Mitchell é monstro nos playoffs. Lembram dos 57 pontos contra o Denver em 2020? Terceira maior pontuação da história dos playoffs. No ano passado meteu 50 contra o Orlando na primeira rodada.

    Agora com essa performance, ele chegou ao quarto jogo de 40+ pontos pelos Cavs nos playoffs. Passou até o Kyrie Irving e só fica atrás do LeBron (que tem 24, né… é o LeBron). Nos últimos três jogos dessa série? 109 pontos. Cento e nove!

    Tá certo que ele não estava no melhor momento — apenas 12/39 de três na série toda e meio apagado na primeira rodada contra Toronto. Mas eu sempre falei: com o Mitchell é questão de tempo. Uma hora a bomba explode.

    Agora é melhor de três

    A série virou um melhor de três, com jogo 5 na quarta em Detroit. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem segurar esse cara depois do que aconteceu ontem? Porque eu tô achando difícil, viu. Quando o Mitchell pega fogo desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O cara é puro espetáculo. Sempre foi, sempre vai ser. E momentos como esse são exatamente o motivo pelo qual a gente ama essa liga maluca.

  • Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Olha, eu sei que o Tyrese Haliburton tá vivendo um pesadelo desde aquela lesão no tendão de Aquiles no jogo 7 das Finais. Mas o cara não para de soltar umas pérolas sobre basquete, mesmo assistindo de casa.

    Em uma participação no NBA on Prime, o armador do Pacers explicou por que playoff é um negócio completamente diferente da temporada regular. E cara, ele acertou em cheio.

    A diferença que todo fã sente na pele

    “Eu acho que na temporada regular, ao longo de 82 jogos, você vai ter a chance de enfrentar times que estão meio que relaxando”, disparou Haliburton. “Mas no playoff, cada jogada importa demais, as margens são muito pequenas.”

    Mano, isso é exatamente o que a gente sente assistindo, não é? Na temporada regular tem aqueles jogos que você sabe que o time tá só cumprindo tabela. Mas no playoff? É guerra pura em cada posse de bola.

    E o exemplo perfeito rolou justamente na segunda-feira. Os Pistons – que são rivais de divisão do Pacers – tomaram uma surra histórica do Cavaliers no jogo 4 das semifinais do Leste. Cleveland ganhou de 112 a 103 e empatou a série em 2-2.

    Mitchell destruiu tudo (literalmente tudo)

    Donovan Mitchell fez uma das maiores atuações que eu já vi em playoff. O cara fez 39 pontos APENAS no segundo tempo – igualando um recorde da NBA. Fechou com 43 pontos no total e liderou uma sequência absurda de 24 a 0 que acabou com qualquer chance de Detroit.

    Enquanto isso, Cade Cunningham passou em branco. 19 pontos e 6 assistências – a primeira vez que ele não chegou aos 20 pontos nesses playoffs. Vocês acham que a pressão pesou?

    Sinceramente, dá pra ver como cada erro, cada arremesso perdido, cada falta boba faz uma diferença gigantesca nessa época do ano. Na temporada regular, você perde hoje e tem jogo amanhã. No playoff, você perde e pode estar indo pra casa.

    Pacers vivendo o purgatório

    E o Haliburton tá assistindo tudo isso de camarote, depois daquela temporada catastrófica de 18-61. Pra piorar, o Pacers ainda perdeu a 5ª escolha do Draft na loteria – que foi parar no Clippers por causa daquela troca do Zubac.

    A reação do Hali? Um meme do Lil Uzi Vert falando “I lost”. Pelo menos o cara tem senso de humor, né?

    A boa notícia é que ele já foi liberado totalmente para o minicamp de verão. E quando esse monstro voltar às quadras, esses times do Leste vão descobrir que “relaxar” não vai mais rolar. O Sexto Homem que se cuide!