Tag: Detroit Pistons

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Olha, os Cleveland Cavaliers conseguiram passar pelos Raptors — que, convenhamos, deram muito mais trabalho do que qualquer um esperava. Mas agora? Agora a coisa complica de verdade. Pela frente têm os Detroit Pistons, que fecharam a temporada regular com 60 vitórias. Sessenta!

    E vocês sabem como é: playoff é outro campeonato. Os Pistons começaram meio moles contra o Orlando Magic, chegaram até a ficar atrás por 3-1 na série. Todo mundo pensando “opa, será que esses caras não conseguem traduzir o basquete da temporada regular pro playoff?”. Aí os caras foram lá e viraram a série. Virou bagunça.

    A defesa que vai dar pesadelo no Mitchell

    Mano, Detroit teve a segunda melhor defesa da liga na temporada regular. E não é por acaso não — esses caras simplesmente não deixam ninguém chegar na cesta. Foram os que menos permitiram arremessos na área restritiva, e quando deixavam, os times convertiam apenas 62,8%. É brincadeira isso.

    E nos playoffs? Continuaram nessa pegada. Tiveram o melhor rating defensivo da primeira rodada. O Magic conseguiu converter apenas 56,2% dos arremessos perto da cesta contra eles.

    Isso me lembra muito do que o Toronto fez com o Donovan Mitchell. Os Raptors conseguiram impedir que ele penetrasse, forçaram ele a ser só um arremessador de fora. E sabemos como foi — Mitchell não conseguiu fazer eles pagarem por essa estratégia.

    Cade Cunningham: o cara que decidiu virar monstro

    Se por um lado a defesa de Detroit é sólida, o ataque deles sempre foi a grande interrogação. E cara, no começo da série contra Orlando parecia que as preocupações eram fundadas mesmo. Offense travado, bola de três não caía, o Jalen Duran sumiu… sobrou tudo pro Cade Cunningham.

    Aí que o bicho pegou. Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder. 45, 32 e 32 pontos nos três jogos de eliminação. Quarenta e cinco pontos! O cara carregou o time nas costas e mandou Orlando pra casa.

    Agora é que vem o teste de verdade pro Dean Wade. Ele que vai ter que marcar o Cade, e olha… não vai ser fácil não. Wade se saiu bem marcando o Brandon Ingram e o Scottie Barnes, mas Cunningham é outro nível. A capacidade de criação desse cara é absurda.

    A chave da série está na mão do Wade?

    Sinceramente? Se o Wade conseguir incomodar o Cunningham, os Pistons podem desmoronar rapidinho. Porque os outros caras — Tobias Harris, Daniss Jenkins, Caris LeVert — são bons coadjuvantes, mas não são criadores de elite. E com o arremesso de três deles meio inconstante, fica tudo muito dependente do Cade.

    Mas não se enganem. Esta vai ser uma série dura, daquelas de sangue no olho. Os Cavs têm mostrado algumas fragilidades, e Detroit não é time que desiste fácil — a virada contra Orlando prova isso.

    O que vocês acham? Mitchell consegue se impor contra essa defesa dos Pistons, ou vai ser mais uma série complicada para o astro dos Cavs?

  • Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Mano, os Cavs mal tiveram tempo de comemorar aquela vitória ÉPICA no Jogo 7 contra os Raptors e já vão ter que entrar em quadra de novo. É isso mesmo — Cleveland vai enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada dos playoffs, e o primeiro jogo já é amanhã à noite!

    Olha só como ficou a programação completa da série:

    Jogo 1 em Detroit: Terça, 5 de maio, às 19h (NBCSN)
    Jogo 2 em Detroit: Quinta, 7 de maio, às 19h (Prime Video)
    Jogo 3 em Cleveland: Sábado, 9 de maio, às 15h (NBC)
    Jogo 4 em Cleveland: Segunda, 11 de maio, às 20h (NBC)

    Se a série for até o fim (e eu tenho a sensação de que vai), os Jogos 5, 6 e 7 estão programados para os dias 13, 15 e 17 de maio, respectivamente.

    Descanso? Que descanso?

    Uma coisa que me chamou atenção é que só tem UM DIA de descanso entre cada jogo. Cara, isso vai ser brutal. Tanto Cleveland quanto Detroit saíram de séries de sete jogos desgastantes na primeira rodada, e agora vão ter que jogar praticamente dia sim, dia não.

    Sinceramente, acho que isso pode favorecer o time com melhor condicionamento físico — e pelos playoffs até agora, os dois times parecem estar bem preparados fisicamente.

    Série equilibrada como poucas

    Na temporada regular, essas duas equipes dividiram os quatro confrontos diretos, então realmente não dá pra cravar favorito aqui.

    O primeiro encontro foi uma surra dos Cavs por 116-95, com Donovan Mitchell simplesmente resolvendo fazer 35 pontos sem nem suar. Mas aí Detroit acordou e ganhou os dois jogos seguintes.

    O mais emocionante foi aquele jogo de janeiro, quando Ausar Thompson decidiu o jogo com um rebote ofensivo e enterrada no finalzinho — que jogadaça! No último encontro entre eles, em março, Cleveland venceu sem Mitchell mesmo, com James Harden comandando a parada (18 pontos e 7 assistências).

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva essa série? Eu tô dividido, mas se os Cavs conseguirem manter aquela intensidade do Jogo 7 contra Toronto, acho que podem surpreender jogando fora de casa logo no primeiro jogo.

    Uma coisa é certa: depois daquela classificação dramática contra os Raptors, Cleveland tá com moral lá em cima. Agora é ver se conseguem sustentar esse momentum contra um Pistons que também não tá brincando em serviço nestes playoffs.

  • Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Os Pistons — que pareciam mortos e enterrados perdendo por 3-1 na série — fizeram uma das maiores viradas da história da NBA. E sabe o que é mais louco? Foi Tobias Harris quem começou a festa.

    O cara que todo mundo criticava por anos simplesmente resolveu aparecer no momento mais importante. 19 pontos no primeiro tempo, incluindo 11 pontos SEGUIDOS nos últimos 2 minutos e meio da primeira metade. Monstro total. Terminou com 30 pontos no jogo, acertando 5 de 7 bolas de três. Sinceramente, eu não esperava isso dele.

    Cade assumiu o controle quando precisava

    Se o Harris dominou no primeiro tempo, o segundo foi todo do Cade Cunningham. O garoto simplesmente disse “agora é comigo” e transformou os 11 pontos de vantagem do intervalo em 20 rapidinho no terceiro quarto. 32 pontos e 12 assistências — números de MVP.

    O técnico J.B. Bickerstaff falou tudo depois do jogo: “Ninguém pode falar m**** do Tobias. Ele é confiável, preparado para o momento”. E olha, depois de ontem, quem vai contestar?

    Detroit fechou em 116 a 94. Parecia até fácil no final, mas quem acompanhou a série sabe que não foi nada disso.

    Magic lutou, mas não foi suficiente

    Paolo Banchero fez tudo que podia pelo Magic — 38 pontos, incluindo quatro bolas de três. O problema é que ele jogou sozinho. O resto do time combinou para acertar apenas 34% dos arremessos e um triste 26% das tentativas de três pontos.

    Vocês acham que Orlando precisa de mudanças drásticas? Porque essa eliminação vai doer bastante. Eles estavam com tudo na mão, 3-1 na série, e deixaram escapar.

    Agora os Pistons vão para a segunda rodada dos playoffs pela primeira vez desde 2008. Isso mesmo, 2008! Eles se tornaram apenas o 15º time na história da NBA a conseguir uma virada de 3-1 nos playoffs.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo adversário deles? Toronto ou Cleveland decidem hoje à noite no outro Jogo 7 da rodada.

    Uma coisa eu garanto: depois dessa série, ninguém mais vai subestimar os Pistons. Tobias Harris e Cade Cunningham provaram que quando a pressão aperta, eles aparecem. Motor City está de volta, galera!

  • Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto. O Orlando Magic tinha 3×1 na série contra o Detroit Pistons e agora vai pro Jogo 7 SEM o Franz Wagner. Terceiro jogo consecutivo que o cara fica de fora por causa de uma lesão na panturrilha.

    E não é que os Pistons empataram a série? Depois de estar perdendo por 3×1, Detroit ganhou os dois últimos jogos. O mais absurdo foi o Jogo 6 na sexta – o Magic tinha 24 pontos de vantagem (VINTE E QUATRO!) e conseguiu perder. Marcaram só 19 pontos no segundo tempo. Mano, como você perde uma vantagem dessas?

    A Falta que o Wagner Faz

    Wagner se lesionou no final do Jogo 4 (que eles ganharam de 94-88) e desde então o Magic não conseguiu mais fechar a série. Coincidência? Eu acho que não. O cara era o segundo maior pontuador do time na temporada regular: 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências por jogo, acertando 35% das bolas de três.

    Nos playoffs, mesmo jogando só quatro partidas antes da lesão, ele tava fazendo 16.8 pontos por jogo. E olha que interessante – desde que ele saiu, o Magic não ganha mais.

    O Buraco no Banco

    No lugar do Wagner, quem entrou foi Jamal Cain (3 pontos) e Tristan da Silva (10 pontos) no Jogo 6. Sinceramente, não dá pra comparar. Paolo Banchero até tentou carregar o time nas costas, mas acertou só 4 de 20 arremessos. Desmond Bane fez 7/18 e Jalen Suggs… cara, 1/10 é de chorar.

    Teve um momento no jogo que o Magic errou 17 arremessos CONSECUTIVOS. Dezessete! Vocês acham que isso aconteceria com o Wagner em quadra? Eu tenho minhas dúvidas.

    A questão é que lesão na panturrilha não é brincadeira na NBA hoje em dia. Os times estão super cautelosos porque já viram muito cara que forçou e acabou rompendo o tendão de Aquiles. Melhor prevenir que remediar, né?

    Agora é domingo às 15h30 (horário de Brasília) em Detroit. Jogo 7, tudo ou nada. Será que o Magic consegue fechar sem sua segunda opção ofensiva? Ou os Pistons vão completar uma das maiores viradas da história dos playoffs?

    Eu tô torcendo pro Magic, mas confesso que tô com um frio na barriga. Perder uma série depois de estar 3×1 na frente é de doer a alma de qualquer torcedor.

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.

  • Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Cara, quando você menos espera, vira o veterano do time. É isso que tá acontecendo com Tobias Harris no Detroit Pistons — aos 31 anos, o cara virou literalmente o ‘Unc’ (tiozão) da galera jovem de Detroit. E olha que situação mais louca: ele tá liderando um time cheio de pivetes numa série de playoffs que pode acabar hoje.

    Na coletiva antes do jogo 6 decisivo contra o Orlando Magic, Harris deu aquele sorrisinho quando perguntaram sobre ele ser o mais velho do elenco. Mano, imagina a responsabilidade? O time todo olhando pra você esperando experiência e liderança quando a temporada tá literalmente na reta final.

    O que o veterano mandou

    Harris foi direto ao ponto sobre o que o Pistons precisa fazer pra forçar um jogo 7 em casa: “Controlar o jogo de posse, a gente fala disso a temporada toda. Ganhar a batalha no rebote e ao mesmo tempo limitar os turnovers. Cuidar da bola, se divertir, sorrir, curtir esse momento.”

    Sinceramente? Adorei a mentalidade. O cara tá falando como alguém que já passou por isso antes, que sabe que pressão faz parte. “É território raro estar aqui, e nós estamos jogando basquete. Vamos fazer o que sabemos, o que fazemos a vida inteira.” Puro veterano falando aí.

    Os números não mentem

    E não é só conversa não. Harris tá entregando nestes playoffs: 19.8 pontos, 7.6 rebotes por jogo. Tá com 44.6% nos arremessos de quadra — só o lance de 3 que tá complicado (16.7%), mas hey, nos lances livres tá certeiro com 80.8%.

    Olha, pra um cara que foi escolhido em 19º no draft de 2011 (13 anos atrás, gente!), estar liderando um time jovem em playoffs é surreal. Quantos jogadores conseguem se reinventar assim depois de tanto tempo na liga?

    Vocês acham que o Pistons consegue essa virada histórica? Porque se conseguirem, pode ter certeza que o “tiozão” Harris vai ter dedo nisso. O cara tá jogando como se soubesse exatamente o peso que carrega nos ombros — e tá adorando cada segundo disso.

  • Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. O Orlando Magic estava COM VINTE E DOIS PONTOS DE VANTAGEM no intervalo contra o Detroit Pistons, liderando a série por 3-2, e conseguiu entregar o jogo da maneira mais dolorosa possível. Perderam por 93-79 depois de serem massacrados por 55-19 no segundo tempo.

    Sinceramente? Eu não sei como você se recupera psicologicamente de uma dessas. É o tipo de derrota que fica na cabeça e pode destruir um time jovem como o Magic.

    O colapso mais bizarro que já vi

    Olha só esse dado absurdo: no quarto período, o Magic acertou APENAS UM arremesso de quadra em 20 tentativas. UM. Como é que você explica isso? Foi tipo aqueles pesadelos onde você tenta correr mas não sai do lugar.

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, tentou passar uma de otimista depois do jogo. Ele falou que o time precisa se lembrar de como jogaram bem no primeiro tempo e que “estão no meio do caminho” — que podem encontrar uma forma de ganhar o jogo 7 em Detroit.

    “A capacidade de fazer isso no primeiro tempo é algo em que vocês podem se apoiar um pouco — a mentalidade defensiva, compartilhar a bola no ataque, movimentar ela, fazer as cestas. Então vocês estão em algum lugar no meio. E acho que isso é algo que temos que registrar e entender”, disse Mosley.

    Mosley vai ter que ser criativo pra motivar essa galera

    Lembra quando o Magic perdeu no play-in pro Philadelphia 76ers? Mosley mostrou vídeos dos jogadores na época da faculdade pra motivar o time, e funcionou — eles destruíram o Charlotte Hornets na sequência.

    Agora ele vai precisar de algo ainda mais forte. Como é que você levanta o moral de um grupo que entregou uma vantagem de 22 pontos em um jogo que poderia ter fechado a série?

    Detroit fez um trabalho monstruoso de pressionar o Magic e tirar eles do ritmo. Aceleraram o jogo, bagunçaram as jogadas preparadas do Orlando. Foi uma clínica de como virar um jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar pra ganhar em Detroit? Ou essa derrota vai ficar na cabeça e acabar com as chances deles? Porque olha, jogo 7 fora de casa depois de uma entregada dessas… complicado demais.

  • Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Cara, que momento tenso pros Pistons ontem à noite. O time tava lutando pra não ser eliminado pelo Magic no jogo 6, e aí o Jalen Duren resolve se machucar a mão no terceiro quarto. Sinceramente? Não podia ser em pior hora.

    O pivô saiu de quadra e foi direto pro vestiário, deixando Detroit numa situação complicadíssima. Imagina só: seu time precisa de cada jogador disponível pra forçar um jogo 7, e você perde uma peça importante assim do nada. Sorte que ele conseguiu voltar pro banco no último quarto — mesmo sem entrar em quadra de novo.

    Os números dele antes da lesão

    Até se machucar, Duren tava fazendo um jogo sólido: 8 pontos, 8 rebotes e 1 assistência em 24 minutos. Acertou 4 dos 6 arremessos que tentou. Nada espetacular, mas consistente — que é exatamente o que você quer de um pivô em playoff.

    O mais impressionante é que o garoto de 21 anos teve uma temporada regular monstro. Primeira convocação pro All-Star Game (merecidíssima, por sinal), jogando uma média de 28 minutos por partida em 70 jogos. Os números? 19.5 pontos e 10.5 rebotes por jogo, com 65% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Playoff difícil até agora

    Mas vou ser honesto aqui: Duren não tava no mesmo nível nos playoffs que mostrou na temporada regular. Nos primeiros cinco jogos da série, a média caiu pra 10.2 pontos e 8.2 rebotes — ainda respeitável, mas longe do que ele fez durante o ano.

    E olha, isso é normal pra um cara jovem enfrentando o primeiro playoff da carreira como estrela. A pressão é diferente, a intensidade é outra. Mas justo quando o time mais precisava dele…

    A boa notícia é que Detroit conseguiu reagir no jogo mesmo com Duren fora. Estavam perdendo por quase 20 pontos e conseguiram diminuir a diferença — típico espírito de “nunca desista” que todo fã de basquete ama ver.

    E aí, vocês acham que ele vai estar 100% se rolar o jogo 7 domingo em Detroit? Porque uma coisa eu garanto: os Pistons vão precisar de toda ajuda possível pra fechar essa série em casa.

  • Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cara, que jogo foi aquele! O Detroit Pistons fez uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, superando uma desvantagem de 24 pontos para vencer o Orlando Magic por 93-79 no Jogo 6. E o nome da festa? Cade Cunningham, claro.

    O garoto simplesmente resolveu carregar o time nas costas. 32 pontos e 10 rebotes — sendo 19 pontos só no segundo tempo, quando o jogo estava pegando fogo. Sinceramente, eu já estava dando esse playoff como perdido para os Pistons quando vi que estavam perdendo por mais de 20, mas o Cade mostrou porque é considerado um dos melhores jogadores do mundo.

    Duncan Robinson elogia o líder

    Depois do jogo, Duncan Robinson — que também jogou bem com seus 14 pontos — não poupou elogios ao companheiro de equipe. “Ser nosso melhor jogador, ser um dos melhores do mundo, e ainda assim confiar em nós nesses momentos… ele faz isso de forma magistral”, disse Robinson.

    E olha, o cara tem razão. O que mais me impressiona no Cunningham é como ele consegue equilibrar ser o cara que resolve e ainda fazer os outros jogarem melhor. Robinson ainda completou: “A forma como ele nos acalmou no segundo tempo, sempre que precisávamos de uma cesta, ele chegava no lugar certo”.

    Temporada de MVP interrompida por lesão bizarra

    Não dá pra falar do Cade sem mencionar a temporada absurda que ele fez. Médias de 23.9 pontos e 9.9 assistências por jogo — números de MVP mesmo. O mais louco? Ele estava sendo cotado como um dos principais candidatos ao prêmio até sofrer uma lesão no pulmão (sim, vocês leram certo, pulmão colapsado!) que o tirou de 11 jogos no final da temporada regular.

    Imaginem se ele não tivesse se machucado… Provavelmente estaria brigando de igual para igual com os favoritos ao MVP. Mas enfim, lesão é parte do jogo, né?

    Agora vem o Jogo 7 em Detroit no domingo. Os Pistons estavam perdendo a série por 3-1, mas Cunningham acordou: 45 pontos no Jogo 5 e agora essa atuação monstro no Jogo 6. Será que conseguem completar essa virada histórica em casa?

    Eu não sei vocês, mas tô torcendo demais por essa história. Ver um jovem como o Cade carregando um time tradicional como o Pistons de volta aos playoffs depois de tanto tempo é simplesmente lindo. E aí, acham que eles conseguem fechar no Jogo 7?