Tag: Detroit Pistons

  • Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers perderam mais uma no clutch time e agora estão 0-2 na série contra os Pistons. É de arrancar os cabelos, sério.

    Olha, vou ser bem direto aqui: Donovan Mitchell finalmente acordou e mostrou por que ainda é uma estrela nessa liga. 31 pontos, sendo protagonista quando precisava ser. Foi o Mitchell que a gente conhece — atacando o garrafão, criando jogadas, sendo aquele cara que resolve os jogos.

    Mitchell voltou, mas sozinho não dá

    Durante o terceiro quarto, Don praticamente virou armador e foi lindo de ver. Ele entendeu que precisava assumir a responsa e foi pra cima. Enterradas, bandejas, arremessos de média distância — tudo funcionando. Era exatamente isso que os Cavs precisavam desde o jogo contra o Toronto.

    Mas aí chegou o quarto período e… puff. Mitchell sumiu nas jogadas decisivas. E sabe por quê? James Harden.

    O problema Harden está ficando sério

    Gente, eu não queria ter que escrever isso, mas o Harden está sendo um problema GIGANTE. 10 pontos, 4 turnovers e um basquete completamente egoísta. O cara simplesmente não consegue jogar sem a bola na mão.

    É frustrante demais ver o Mitchell pegando fogo e depois ter que ficar parado no canto vendo o Harden driblar por 15 segundos até perder a posse. Isso não é basketball moderno, isso é basquete dos anos 2000!

    E vocês sabem o que me deixa mais nervoso? É que os Cavs construíram o sucesso deles justamente no basquete coletivo. Agora virou one-on-one puro. Dá uma raiva…

    Jarrett Allen salvou as aparências

    Pelo menos o Jarrett Allen tá jogando como um monstro. 22 pontos em apenas 9 arremessos — isso é eficiência pura! O cara tá sendo o mais constante do time nessa série.

    Evan Mobley também fez sua parte na defesa (3 tocos e 3 roubadas!), mas precisa aparecer mais no ataque. O Jaylon Tyson até mostrou algumas coisas legais saindo do banco, mas ainda é pouco.

    E o Max Strus? Depois daquele jogaço no Game 1, voltou a ser aquele jogador inconstante que a gente conhece. 1/6 nos arremessos. É isso aí.

    Sinceramente, eu ainda acredito que os Cavs podem virar essa série. Mas só se o Harden entender que precisa jogar dentro do sistema. Se ele continuar com essa palhaçada de driblar sozinho, pode ir se preparando pras férias.

    O que vocês acham? Dá pra confiar que o Mitchell vai manter esse nível? E o Harden, será que muda ou vai continuar afundando o time?

  • Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Olha, eu não queria ter que escrever isso, mas o James Harden tá conseguindo ser pior do que eu imaginava nos playoffs. Depois de prometer que ia cuidar melhor da bola após o Game 1, o cara simplesmente entregou o Game 2 pros Pistons de bandeja.

    Cavaliers perdeu por 107-97 e agora tá 2-0 pra baixo na série — e sinceramente, muito disso é culpa do Harden mesmo.

    Os números que doem na alma

    Vamos aos fatos que deixam qualquer torcedor dos Cavs com vontade de quebrar a TV: 10 pontos com 3/13 nos arremessos, 0/4 do perímetro e 4 turnovers. Mas o pior não são nem os números isolados — é que em dois jogos, o cara tem mais turnovers (11) do que cestas (9) ou assistências (10).

    Mano, como é que um cara que foi MVP da liga consegue atirar 32% de quadra e míseros 9% de três? E olha que eu nem falei da defesa ainda…

    A defesa dele tá sendo descrita como “hilariously bad” — traduzindo: ridiculamente horrível. Teve uma jogada que o Ausar Thompson mal encostou nele e o Harden caiu como se tivesse levado um soco. Vergonha alheia total.

    O histórico assombra

    Aqui que a coisa fica mais triste pra quem torce pelo Barba. Esse foi o 182º jogo de playoffs da carreira dele, e pela 36ª vez ele fez 3 cestas ou menos. Isso dá quase 20% dos jogos de pós-temporada dele!

    Pior ainda: em mais de 25% dos playoffs da carreira, ele teve mais turnovers que cestas. Vinte e cinco por cento, gente. É muita irregularidade pra um cara que deveria ser o segundo melhor jogador do time.

    Os Cavaliers trocaram o Darius Garland por ele em fevereiro justamente pra ter um criador de jogadas consistente ao lado do Donovan Mitchell. Não precisava ser MVP de novo — só alguém confiável nos momentos importantes.

    Será que ainda dá tempo?

    Olha, eu sei que todo jogador pode ter jogos ruins, e o Harden até mostrou algumas coisas boas na primeira rodada contra os Raptors. Mas aos 36 anos, será que ele ainda consegue se reinventar nos playoffs?

    A real é que talvez não exista outro jogador na NBA cuja reputação dependesse tanto de uma boa campanha nos playoffs. E por enquanto, tá acontecendo exatamente o oposto.

    Agora os Cavs precisam de uma virada histórica só pra chegar na final de conferência. E vocês acham que o Harden vai conseguir aparecer quando mais precisam dele? Porque pelo que vi até agora, tô com minhas dúvidas…

  • Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cara, que show do Cade Cunningham ontem à noite! O garoto simplesmente decidiu que ia resolver o jogo no último quarto e meteu 12 pontos quando mais precisava. Detroit ganhou por 107-97 e agora tá 2-0 na semifinal do Leste contra Cleveland.

    Olha, durante três quartos os Cavs conseguiram segurar o Cunningham relativamente bem — só 8 arremessos e 13 pontos. Mas aí que tá: o monstro distribuiu 10 assistências! É isso que separa os grandes dos muito grandes, né? Quando não consegue pontuar, ele faz todo mundo jogar melhor.

    O quarto período foi show à parte

    Mas no último quarto… rapaz, não teve jeito. Cunningham simplesmente assumiu o controle da partida. Foram 12 pontos decisivos, e nem o Donovan Mitchell conseguiu responder na mesma moeda. Mitchell até jogou bem (31 pontos), mas não teve ajuda suficiente dos companheiros.

    Vocês viram como Detroit virou essa série? Estavam perdendo por 3-1 pra Orlando na primeira rodada e agora emendaram cinco vitórias seguidas nos playoffs. Isso é mentalidade de campeão, gente!

    O que mais chamou atenção

    O Tobias Harris tá jogando um absurdo — 21 pontos e 7 rebotes, fazendo cestas decisivas quando o jogo apertou. E o Ausar Thompson? Esse cara é um problema pra qualquer time. 8 pontos no primeiro quarto saindo da área restritiva, 7 rebotes no total, e ainda por cima é o melhor defensor perímetro da série (talvez da liga toda).

    Já do lado de Cleveland, o James Harden tá passando um sufoco. O cara tá 9/28 na série e 1/11 do perímetro. Onze erros de ataque! Sinceramente, se ele não melhorar drasticamente em casa, essa série já era.

    Duncan Robinson acertou 5 de 9 do perímetro pro Detroit — 17 pontos que fizeram toda diferença. E o Daniss Jenkins saindo do banco com 14 pontos também foi fundamental.

    Agora a série vai pra Cleveland no domingo, jogo 3 às 15h. Os Cavs jogam muito melhor em casa nos playoffs (mas tão 0-5 fora), então ainda dá pra ter esperança. Mas na minha opinião? Detroit tá com uma confiança absurda e o Cade tá naquele nível que poucos jogadores conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue reagir em casa ou Detroit vai fechar a série rapidinho?

  • Harden sumiu no jogo e os Cavs estão no buraco contra Detroit

    Harden sumiu no jogo e os Cavs estão no buraco contra Detroit

    Cara, eu tô vendo essa série dos Cavaliers contra o Pistons e sinceramente? Tá doendo assistir. James Harden, que foi a grande aposta de Cleveland no meio da temporada, simplesmente desapareceu no Jogo 2 — e agora os Cavs estão perdendo por 2-0 na série.

    Os números do Barba foram de dar dó: 10 pontos com apenas 3/13 nos arremessos de quadra e um ZERO em quatro tentativas de três. Zero, galera. Um cara que já foi campeão de pontuação da liga errando tudo do perímetro. No primeiro tempo então… 2/10 e 0/3 de três. Absurdo.

    A pressão toda em cima do veterano

    Olha, quando Cleveland trouxe o Harden na trade deadline, a expectativa era clara: evitar outro vexame nos playoffs como aconteceu ano passado contra o Indiana. Lembram? Cavs terminaram como primeiro colocado no Leste e tomaram uma surra de 4-1 dos Pacers.

    E o que a gente viu no Jogo 2? Harden cometendo TO crucial com 30 segundos no relógio, Cleveland perdendo por seis e tentando uma reação desesperada. Quatro turnovers no total, só três assistências… Mano, pra um cara que sempre foi conhecido pelo playmaking, isso é preocupante demais.

    No Jogo 1 já tinha sido ruim — 22 pontos com 40% de aproveitamento e apenas 1/7 do perímetro. Mas pelo menos ele tinha distribuído sete assistências (mesmo cometendo sete erros também). Agora no Jogo 2 foi pior em praticamente todos os aspectos.

    Cavs precisam reagir em casa

    A boa notícia é que agora a série volta pra Cleveland. Jogo 3 no sábado, 15h, e a torcida vai estar pegando fogo. Mas vocês acham que o Harden consegue se encontrar no jogo? Porque se ele continuar assim, essa série vai acabar em quatro ou cinco jogos pra Detroit.

    Na minha visão, o problema não é só técnico — é mental. O cara tá sentindo muito a pressão de ser “a solução” dos Cavs. Detroit tá jogando uma defesa física, grudando nele, e Harden não tá conseguindo se adaptar.

    E aí, galera do Sexto Homem? Vocês acreditam numa reação dos Cavaliers ou já era pro time de Cleveland? Porque do jeito que o Barba tá jogando, fica difícil apostar nos Cavs…

  • Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Detroit mesmo. Os Pistons seguraram a pressão dos Cavaliers e venceram o Jogo 2 por 107-97, abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E olha, depois daquele susto na primeira rodada contra o Magic, ver esse time jogando assim é de arrepiar.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu que ia carregar o piano nas costas. 25 pontos e 10 assistências, sendo que metade dos pontos veio no segundo tempo – que é quando o moleque vira bicho mesmo. O mais impressionante? Foi perfeito na linha do lance livre: 8 de 8. Isso aí é frieza de veterano.

    A confusão rolou solta

    Mas nem tudo foram flores, viu. Ausar Thompson e James Harden se estranharam feio durante o jogo. O jovem Ausar perdeu a linha no segundo quarto e empurrou o veterano Harden no chão – resultado? Terceira falta e banquinho. Sinceramente, acho que foi mais nervosismo de playoff mesmo, mas o técnico fez certo tirando ele de quadra.

    Thompson voltou no segundo tempo, mas logo pegou a quarta falta no terceiro quarto. Cara ansioso demais! Mas no final das contas, quando voltou no último quarto, ajudou pacas na defesa da vantagem.

    Mitchell quase virou o jogo

    Donovan Mitchell fez o que sabe fazer de melhor: destruir no segundo tempo. O cara terminou com 31 pontos e quase botou os Cavs de volta no jogo. Evan Mobley até conseguiu dar a primeira liderança de Cleveland desde o início da partida no quarto período – eu já estava pensando “lá vamos nós de novo”.

    Mas aí que mora a diferença: Cade Cunningham não amoleceu. Quando Mitchell esquentou, o jovem armador dos Pistons respondeu na mesma moeda. Aquela tripla dele com menos de 30 segundos no relógio foi de gelar o sangue. Monstro!

    Jarrett Allen também fez sua parte com 22 pontos, mas não foi suficiente. Detroit defendeu bem nos momentos decisivos e segurou os 10 pontos de vantagem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível jogando em Cleveland? Porque agora é que a coisa fica séria mesmo. Cinco vitórias seguidas é bonito, mas quatro delas foram em casa. O único triunfo fora foi naquele colapso histórico do Orlando…

    Enfim, série 2-0 para Detroit. Na minha visão, se os Pistons roubarem pelo menos um jogo em Cleveland, essa série tá praticamente decidida. Mas playoff é playoff – tudo pode acontecer!

  • Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Olha, as coisas não estão fáceis para os Cavaliers nestes playoffs. Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante saindo do banco, está fora do Jogo 2 contra os Pistons por conta de uma lesão no posterior da coxa.

    O cara se machucou logo no começo da derrota no Jogo 1 na terça-feira – e sinceramente, os Cavs já não podem se dar ao luxo de perder mais ninguém nesta altura do campeonato. Merrill fez ressonância magnética e ficou de fora do treino de quarta-feira, o que já era um sinal de que a coisa não estava boa.

    Números que pesam na ausência

    Merrill pode não ser o astro do time, mas os 12.8 pontos de média na temporada regular não são brincadeira. E olha só que interessante: o cara pontuou em dois dígitos duas vezes naquela série de sete jogos contra o Toronto na primeira rodada. Pra um sexto homem, isso é ouro puro.

    Na minha visão, essa ausência pode complicar ainda mais as coisas para Cleveland. O Merrill tem aquele arremesso de 3 pontos que abre espaço pra galera, e quando você perde isso saindo do banco… bom, vocês sabem como é.

    Pistons aproveitam o momento

    Enquanto isso, Detroit deve estar esfregando as mãos. Já saíram na frente na série e agora pegam um adversário desfalcado jogando em casa. Esse tipo de situação pode definir uma série inteira – e eu tenho a sensação de que os Pistons sabem disso.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs conseguem compensar essa ausência? O banco deles vai ter que aparecer, porque senão essa segunda rodada pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    E lá vamos nós de novo com lesão em hora ruim. Sam Merrill, o cara que mais acerta de três no Cleveland, foi cortado do jogo 2 contra o Detroit por causa de uma distensão no músculo posterior da coxa esquerda.

    O mais frustrante? O cara até tentou forçar durante o aquecimento, testou a perna e tudo, mas na hora H teve que voltar pro vestiário. Seis minutos e meio de quadra no jogo 1 e tchau. Ressonância na quarta-feira confirmou o que todo mundo já sabia — não ia rolar.

    Cleveland já tá com o pé na cova

    Olha, não vou mentir: os Cavs já tavam numa situação complicada depois de perder o primeiro jogo por 111-101. Agora, sem o Merrill? A coisa fica bem mais difícil.

    O Detroit praticamente desafiou Cleveland a acertar de longe no jogo 1. “Pode atirar, vamos ver se vocês conseguem”. E sem o melhor arremessador do time, deu no que deu. Vinte perdas de bola que viraram 31 pontos pros Pistons. Absurdo.

    Donovan Mitchell e James Harden até fizeram a parte deles — 45 pontos combinados. Mas também foram responsáveis por 10 daquelas perdas de bola catastróficas. É complicado quando seus melhores jogadores estão forçando demais.

    Quem vai assumir a responsa?

    Merrill vinha de uma temporada regular monstro: 42.1% de aproveitamento de três pontos e média de 12.8 pontos por jogo — recorde da carreira. Não é à toa que ganhou uma extensão de quatro anos por 38 milhões de dólares.

    “Você não consegue substituir o que o Sam traz”, disse Jaylon Tyson na quarta-feira. “Ele é uma peça fundamental deste time. Nosso melhor atirador. Alguém tem que dar um passo à frente por ele.”

    No jogo 1, esse “alguém” foram Tyson, Keon Ellis e Dennis Schroder. Os três combinados acertaram 5 de 11 tentativas de três e fizeram 22 pontos em 56 minutos de quadra. Não é ruim, mas será que aguenta a pressão de uma série de playoffs?

    Sinceramente, acho que os Cavs vão sentir muito a falta do Merrill. Detroit não é time pra brincadeira, e quando você perde seu especialista em arremessos de longa distância justamente quando mais precisa dele… É de lascar. Vocês acham que Cleveland consegue virar essa situação sem seu cestinha?

  • Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Olha, não é assim que você quer começar uma série de playoffs. Sam Merrill, um dos caras mais importantes do banco do Cleveland Cavaliers, machucou o posterior da coxa esquerda no Jogo 1 contra o Detroit Pistons e agora virou preocupação real pra equipe.

    O veterano de 29 anos fez uma ressonância magnética na perna e ficou de fora do treino desta quarta-feira. Sinceramente? Não é o timing que ninguém queria, principalmente depois daquela derrota feia pro Pistons no primeiro jogo da segunda rodada.

    Lesão no pior momento possível

    Merrill jogou apenas seis minutos no Jogo 1 — tempo suficiente pra uma assistência, uma bola perdida e… uma lesão que pode complicar os planos dos Cavs. E vocês sabem como é: nos playoffs, cada peça importa. Principalmente quando você é um cara que vem do banco e precisa dar conta do recado quando chamado.

    Durante a temporada regular, o cara teve números sólidos: média de 12,8 pontos por jogo. Nada espetacular, mas consistente. Na primeira rodada contra o Toronto Raptors — que durou sete jogos sangrentos — ele pontuou em dois dígitos duas vezes. Ou seja, quando precisava aparecer, aparecia.

    Cavs precisam se reinventar

    A questão agora é: como Cleveland vai se virar sem ele? O time já não está numa situação confortável depois de perder em casa, e perder uma peça do banco justamente agora pode ser o tipo de problema que transforma uma série equilibrada numa dor de cabeça gigante.

    Amanhã tem Jogo 2 em Detroit, e os Cavs precisam empatar a série. Sem Merrill disponível (pelo menos não a 100%), vai ser interessante ver como o técnico vai mexer na rotação. E aí, vocês acham que dá pra compensar a ausência dele ou isso vai pesar mesmo nos playoffs?

    Uma coisa é certa: lesão nos playoffs é sempre drama. Torcer pra não ser nada grave e o cara voltar logo, porque Cleveland vai precisar de todo mundo se quiser sonhar grande nesta pós-temporada.

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Os Detroit Pistons simplesmente atropelaram o Cleveland Cavaliers por 111-101 no primeiro jogo das semifinais da Conferência Leste, e sabe o que mais me impressionou? JB Bickerstaff creditar essa vitória àquela série massacrante de sete jogos contra o Orlando Magic na primeira rodada.

    Olha, eu confesso que na época pensei que aquela guerra contra o Magic ia prejudicar Detroit. Sete jogos, muito desgaste físico, jogadores no limite… Mas o técnico JB Bickerstaff provou que às vezes o que não te mata te fortalece mesmo.

    A lição que valeu ouro

    “Entender o que o momento exige e ter a serenidade e confiança para executar”, disse Bickerstaff na coletiva pós-jogo. E complementou com uma frase que me arrepiou: “Jogar basicamente três jogos de eliminação te ensina isso. Você entende a importância dos inícios, da urgência. Você aprende como fechar, como finalizar e como chegar aos seus spots.”

    Mano, isso é basquete de playoff no mais alto nível. Aquela pressão absurda contra o Magic – que por pouco não causou uma das maiores zebras da história dos playoffs – moldou esse time Pistons de uma forma que talvez uma série mais tranquila não conseguiria.

    O time todo apareceu quando precisava

    E sabe o que mais me chamou atenção? Contra Orlando, era só Cade Cunningham carregando o piano nas costas. Ontem foi completamente diferente. Cunningham até que não teve sua melhor noite (6/19 nos arremessos), mas apareceram Tobias Harris e Duncan Robinson combinando 39 pontos eficientes, Jalen Duren com +17 de plus-minus, e Ronald Holland II saindo do banco pra fazer a diferença.

    Sinceramente, essa é a receita que Detroit precisa pra ir longe. Não dá pra Cade carregar tudo sozinho – o cara vai morrer no meio do caminho se for assim. Ver outros jogadores assumindo responsabilidade foi lindo de assistir.

    Vocês acham que essa experiência contra o Magic realmente foi o diferencial? Eu tô começando a acreditar que sim. Às vezes você precisa passar pelo fogo pra entender do que é capaz, e os Pistons definitivamente passaram pelo fogo naquela primeira rodada.

    Agora é manter os pés no chão. Cleveland não vai entregar de bandeja, e jogo 2 é quinta-feira às 21h. Mas se Detroit mantiver essa intensidade e esse basquete coletivo que mostrou ontem… cara, pode dar zebra grande nestes playoffs.