Tag: Detroit Pistons

  • Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem. Tobias Harris simplesmente resolveu virar o LeBron James no Jogo 7 mais importante da vida dele. E o técnico JB Bickerstaff? Bom, ele perdeu completamente a linha defendendo o cara — e eu tô aqui por isso.

    Detroit fechou a série contra o Orlando Magic por 116 a 94, mas o que mais me chamou atenção foi a coletiva pós-jogo. Bickerstaff literalmente falou: “Ninguém pode falar merda pra mim sobre o Tobias Harris”. Em rede nacional. Sem filtro nenhum.

    A performance que calou todo mundo

    E olha, ele tinha razão de estar pistola. Harris meteu 30 pontos em 18 arremessos, sendo 11 certeiros. Cinco cestas de três em sete tentativas. Nove rebotes. Aos 33 anos, no Jogo 7, quando a pressão tava no máximo.

    Sinceramente? Eu não esperava isso dele. O cara vinha sendo criticado há anos por causa do contrato gordo e performances inconsistentes. Mas quando importou de verdade, quando o Pistons tava com a corda no pescoço depois de estar perdendo por 3-1 na série, Harris simplesmente decidiu que não ia pra casa.

    Logo no primeiro tempo ele já tinha feito 19 pontos em 11 arremessos. Sete certeiros, incluindo duas bombas de três. Foi um show à parte.

    Bickerstaff defendendo o soldado

    O que mais me impressionou foi a forma como Bickerstaff saiu em defesa do jogador. “Ele é confiável, preparado para o momento. É um líder, um grande companheiro de equipe, um ser humano incrível, um competidor de alto nível”, disse o técnico. E completou: “Aparecer hoje à noite e fazer o que fez quando estava tudo em jogo… é excepcional”.

    Cara, quando foi a última vez que você viu um técnico defender um jogador com tanta paixão assim? Bickerstaff tava claramente de saco cheio das críticas ao Harris, e usou esse momento pra calar todo mundo de uma vez.

    E vocês, acham que o Harris consegue manter esse nível na próxima série? Porque agora Detroit vai enfrentar ou Cleveland ou Toronto — ambos têm seu próprio Jogo 7 rolando.

    Uma coisa é certa: depois dessa performance, ninguém vai poder questionar a importância do Tobias Harris nesse time do Pistons. O veterano mostrou que quando a coisa aperta de verdade, ele aparece. E Bickerstaff tá aí pra defender o cara até o fim.

  • Bickerstaff nunca duvidou: Pistons fazem virada épica de 3-1

    Bickerstaff nunca duvidou: Pistons fazem virada épica de 3-1

    Cara, eu ainda tô processando o que acabou de acontecer com o Detroit Pistons. Time número 1 do Leste perdendo de 3 a 1 pro 8º colocado Orlando Magic? Parecia que ia ser uma das maiores zebras da história dos playoffs da NBA. Mas olha só como as coisas viraram…

    O técnico J.B. Bickerstaff simplesmente disse que nunca duvidou que eles iam ganhar a série. Nunca. Cara tem sangue frio ou é só confiança mesmo? “Para ser honesto com vocês, eu nunca duvidei que íamos ganhar essa série. Essa é a pura verdade”, disse Bickerstaff depois da vitória por 116 a 94 no jogo 7.

    Quando Cade e Tobias decidiram ser monstros

    E vocês viram o show que foi esse jogo 7? Cade Cunningham simplesmente resolveu que era hora de mostrar por que é considerado o futuro da franquia. 32 pontos, 10/18 nos arremessos de quadra e 4/6 do perímetro. Absurdo.

    Mas o Cade não fez isso sozinho, né? Tobias Harris — que muita gente critica por causa daquele contrato pesadão — mostrou que quando importa, ele aparece. 30 pontos com 11/18 nos arremessos e 5/7 de três. Dupla letal.

    Sinceramente, eu não esperava essa reação do Pistons. Depois de ficar 3-1 atrás, parecia que a temporada ia acabar do jeito mais vexatório possível. Time cabeça de chave número 1 caindo na primeira rodada? Era pra ser motivo de chacota até o ano que vem.

    Agora é esperar o próximo adversário

    Com essa virada histórica, Detroit vai ter vantagem de mando na segunda rodada contra quem sair vivo do jogo 7 entre Toronto Raptors e Cleveland Cavaliers. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse momentum? Porque olha, fazer uma dessas mexe com o psicológico de qualquer time.

    O que mais me impressiona é a frieza do Bickerstaff. Enquanto todo mundo (eu incluído) já estava escrevendo o obituário da temporada do Pistons, o cara manteve a confiança. Isso é coaching ou é loucura? Talvez seja um pouco dos dois, mas funcionou.

    Uma coisa é certa: essa vai ficar marcada como uma das viradas mais épicas da história recente dos playoffs. E quem tava duvidando do potencial desse time de Detroit agora vai ter que engolir as palavras.

  • Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cara, que jogaço foi esse Game 7! O Detroit Pistons acabou de fazer história ao lado do Philadelphia 76ers — os únicos times na NBA a virarem uma série depois de estar perdendo por 3-1 nos playoffs. E o Cade Cunningham? O monstro simplesmente despejou toda sua sinceridade no pós-jogo.

    “A gente cresceu muito por causa dessa série”, disparou Cunningham para a ABC, ainda com aquela cara de quem não acredita no que acabou de acontecer. E olha, dá pra entender o alívio do cara — estar com a corda no pescoço contra um Orlando Magic brigador e conseguir dar a volta por cima não é pra qualquer um.

    O momento que definiu tudo

    Mas o que mais me impressionou foi a jogada que incendiou o Little Caesars Arena. Cunningham simplesmente voou na frente do Desmond Bane, deu aquela toco de manual e ainda achou o Jalen Duren livre para uma enterrada que derrubou o teto. Esse é o tipo de jogada que define séries, sabe?

    E tem mais: o garoto de 24 anos acumulou 109 pontos na série — igualando uma marca histórica do LeBron James nos playoffs. Primeira vitória em série de playoffs da carreira dele. Imagina como deve estar se sentindo agora.

    De lata de lixo a protagonista

    Sinceramente, quando o Cunningham chegou em Detroit em 2021 como primeira escolha geral do Draft, eu não imaginava que levaria tanto tempo pra ver ele brilhar assim. Os primeiros três anos foram de sofrer: nunca mais que 23 vitórias, incluindo aquela temporada bizarra de 14-68 em 2023-24.

    “A gente é feito do mesmo material. Todos nós sentimos que superamos muito pra chegar onde estamos agora. A gente se conecta por ser cachorro grande e trabalhar em qualquer situação”, mandou o Cade na coletiva.

    E não é que o cara tem razão? Detroit era praticamente sinônimo de fracasso na NBA nos últimos anos. Agora tá aí, cabeça de chave número 1 no Leste e pronto pra fazer barulho na segunda rodada.

    Vocês acham que esse Pistons tem condições de chegar longe mesmo? Porque eu tô começando a acreditar que essa virada histórica pode ter sido o divisor de águas que o time precisava pra sonhar grande de novo.

  • Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Olha, eu não esperava que ia estar falando de Tobias Harris como herói de um jogo 7 em 2024, mas a NBA sempre nos surpreende, né? O cara simplesmente destruiu a defesa do Magic no domingo e levou o Detroit Pistons pras semifinais do Leste. E quem tá elogiando? Ninguém menos que o Shaq.

    A noite mágica de Harris

    30 pontos, 9 rebotes, 3 roubos de bola. Em 36 minutos de quadra, o veterano mostrou por que ainda tem lugar nessa liga. Converteu 11 de 18 arremessos, incluindo um absurdo 5 de 7 do perímetro — isso é 71% de aproveitamento nas bolas de três, gente!

    Mas o que mais me impressionou foi a frieza. Jogo 7, pressão total, torcida em casa, e o cara jogando como se fosse um treino. Aquela enterrada dupla no canto da quadra que o Shaq mencionou foi de arrepiar.

    “Durante toda minha carreira, os ‘outros’ me salvaram várias vezes”, disse O’Neal no Inside The NBA. Ele tava se referindo aos coadjuvantes, aqueles jogadores que não são as estrelas principais mas que decidem jogos importantes. E Harris foi exatamente isso.

    Cunningham não ficou sozinho

    Cade Cunningham teve seus 32 pontos e 12 assistências — números de craque mesmo. Mas sinceramente? Se o Tobias não tivesse jogado no nível que jogou, ia ser muito difícil pros Pistons. O Magic é chato defensivamente, e ter outro cara pontuando pesado tirou a pressão toda do garoto.

    A profundidade do Detroit impressionou: cinco caras em dois dígitos. Daniss Jenkins com 16, Jalen Duren fazendo double-double (15 pontos e 15 rebotes), Duncan Robinson colaborando com 10. Mas Harris foi o diferencial.

    “Quando um ‘outro’ tá jogando desse jeito, em casa, com a torcida empolgada… não tem muito o que fazer”, completou Shaq. E tá certo, cara. Às vezes o jogo é assim mesmo.

    Agora os Pistons esperam o vencedor entre Cavaliers e Raptors pras semifinais. Jogo 1 já na segunda, dia 5 de maio. E vocês acham que esse Detroit pode incomodar mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Olha, os Cleveland Cavaliers conseguiram passar pelos Raptors — que, convenhamos, deram muito mais trabalho do que qualquer um esperava. Mas agora? Agora a coisa complica de verdade. Pela frente têm os Detroit Pistons, que fecharam a temporada regular com 60 vitórias. Sessenta!

    E vocês sabem como é: playoff é outro campeonato. Os Pistons começaram meio moles contra o Orlando Magic, chegaram até a ficar atrás por 3-1 na série. Todo mundo pensando “opa, será que esses caras não conseguem traduzir o basquete da temporada regular pro playoff?”. Aí os caras foram lá e viraram a série. Virou bagunça.

    A defesa que vai dar pesadelo no Mitchell

    Mano, Detroit teve a segunda melhor defesa da liga na temporada regular. E não é por acaso não — esses caras simplesmente não deixam ninguém chegar na cesta. Foram os que menos permitiram arremessos na área restritiva, e quando deixavam, os times convertiam apenas 62,8%. É brincadeira isso.

    E nos playoffs? Continuaram nessa pegada. Tiveram o melhor rating defensivo da primeira rodada. O Magic conseguiu converter apenas 56,2% dos arremessos perto da cesta contra eles.

    Isso me lembra muito do que o Toronto fez com o Donovan Mitchell. Os Raptors conseguiram impedir que ele penetrasse, forçaram ele a ser só um arremessador de fora. E sabemos como foi — Mitchell não conseguiu fazer eles pagarem por essa estratégia.

    Cade Cunningham: o cara que decidiu virar monstro

    Se por um lado a defesa de Detroit é sólida, o ataque deles sempre foi a grande interrogação. E cara, no começo da série contra Orlando parecia que as preocupações eram fundadas mesmo. Offense travado, bola de três não caía, o Jalen Duran sumiu… sobrou tudo pro Cade Cunningham.

    Aí que o bicho pegou. Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder. 45, 32 e 32 pontos nos três jogos de eliminação. Quarenta e cinco pontos! O cara carregou o time nas costas e mandou Orlando pra casa.

    Agora é que vem o teste de verdade pro Dean Wade. Ele que vai ter que marcar o Cade, e olha… não vai ser fácil não. Wade se saiu bem marcando o Brandon Ingram e o Scottie Barnes, mas Cunningham é outro nível. A capacidade de criação desse cara é absurda.

    A chave da série está na mão do Wade?

    Sinceramente? Se o Wade conseguir incomodar o Cunningham, os Pistons podem desmoronar rapidinho. Porque os outros caras — Tobias Harris, Daniss Jenkins, Caris LeVert — são bons coadjuvantes, mas não são criadores de elite. E com o arremesso de três deles meio inconstante, fica tudo muito dependente do Cade.

    Mas não se enganem. Esta vai ser uma série dura, daquelas de sangue no olho. Os Cavs têm mostrado algumas fragilidades, e Detroit não é time que desiste fácil — a virada contra Orlando prova isso.

    O que vocês acham? Mitchell consegue se impor contra essa defesa dos Pistons, ou vai ser mais uma série complicada para o astro dos Cavs?

  • Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Mano, os Cavs mal tiveram tempo de comemorar aquela vitória ÉPICA no Jogo 7 contra os Raptors e já vão ter que entrar em quadra de novo. É isso mesmo — Cleveland vai enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada dos playoffs, e o primeiro jogo já é amanhã à noite!

    Olha só como ficou a programação completa da série:

    Jogo 1 em Detroit: Terça, 5 de maio, às 19h (NBCSN)
    Jogo 2 em Detroit: Quinta, 7 de maio, às 19h (Prime Video)
    Jogo 3 em Cleveland: Sábado, 9 de maio, às 15h (NBC)
    Jogo 4 em Cleveland: Segunda, 11 de maio, às 20h (NBC)

    Se a série for até o fim (e eu tenho a sensação de que vai), os Jogos 5, 6 e 7 estão programados para os dias 13, 15 e 17 de maio, respectivamente.

    Descanso? Que descanso?

    Uma coisa que me chamou atenção é que só tem UM DIA de descanso entre cada jogo. Cara, isso vai ser brutal. Tanto Cleveland quanto Detroit saíram de séries de sete jogos desgastantes na primeira rodada, e agora vão ter que jogar praticamente dia sim, dia não.

    Sinceramente, acho que isso pode favorecer o time com melhor condicionamento físico — e pelos playoffs até agora, os dois times parecem estar bem preparados fisicamente.

    Série equilibrada como poucas

    Na temporada regular, essas duas equipes dividiram os quatro confrontos diretos, então realmente não dá pra cravar favorito aqui.

    O primeiro encontro foi uma surra dos Cavs por 116-95, com Donovan Mitchell simplesmente resolvendo fazer 35 pontos sem nem suar. Mas aí Detroit acordou e ganhou os dois jogos seguintes.

    O mais emocionante foi aquele jogo de janeiro, quando Ausar Thompson decidiu o jogo com um rebote ofensivo e enterrada no finalzinho — que jogadaça! No último encontro entre eles, em março, Cleveland venceu sem Mitchell mesmo, com James Harden comandando a parada (18 pontos e 7 assistências).

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva essa série? Eu tô dividido, mas se os Cavs conseguirem manter aquela intensidade do Jogo 7 contra Toronto, acho que podem surpreender jogando fora de casa logo no primeiro jogo.

    Uma coisa é certa: depois daquela classificação dramática contra os Raptors, Cleveland tá com moral lá em cima. Agora é ver se conseguem sustentar esse momentum contra um Pistons que também não tá brincando em serviço nestes playoffs.

  • Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Os Pistons — que pareciam mortos e enterrados perdendo por 3-1 na série — fizeram uma das maiores viradas da história da NBA. E sabe o que é mais louco? Foi Tobias Harris quem começou a festa.

    O cara que todo mundo criticava por anos simplesmente resolveu aparecer no momento mais importante. 19 pontos no primeiro tempo, incluindo 11 pontos SEGUIDOS nos últimos 2 minutos e meio da primeira metade. Monstro total. Terminou com 30 pontos no jogo, acertando 5 de 7 bolas de três. Sinceramente, eu não esperava isso dele.

    Cade assumiu o controle quando precisava

    Se o Harris dominou no primeiro tempo, o segundo foi todo do Cade Cunningham. O garoto simplesmente disse “agora é comigo” e transformou os 11 pontos de vantagem do intervalo em 20 rapidinho no terceiro quarto. 32 pontos e 12 assistências — números de MVP.

    O técnico J.B. Bickerstaff falou tudo depois do jogo: “Ninguém pode falar m**** do Tobias. Ele é confiável, preparado para o momento”. E olha, depois de ontem, quem vai contestar?

    Detroit fechou em 116 a 94. Parecia até fácil no final, mas quem acompanhou a série sabe que não foi nada disso.

    Magic lutou, mas não foi suficiente

    Paolo Banchero fez tudo que podia pelo Magic — 38 pontos, incluindo quatro bolas de três. O problema é que ele jogou sozinho. O resto do time combinou para acertar apenas 34% dos arremessos e um triste 26% das tentativas de três pontos.

    Vocês acham que Orlando precisa de mudanças drásticas? Porque essa eliminação vai doer bastante. Eles estavam com tudo na mão, 3-1 na série, e deixaram escapar.

    Agora os Pistons vão para a segunda rodada dos playoffs pela primeira vez desde 2008. Isso mesmo, 2008! Eles se tornaram apenas o 15º time na história da NBA a conseguir uma virada de 3-1 nos playoffs.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo adversário deles? Toronto ou Cleveland decidem hoje à noite no outro Jogo 7 da rodada.

    Uma coisa eu garanto: depois dessa série, ninguém mais vai subestimar os Pistons. Tobias Harris e Cade Cunningham provaram que quando a pressão aperta, eles aparecem. Motor City está de volta, galera!

  • Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto. O Orlando Magic tinha 3×1 na série contra o Detroit Pistons e agora vai pro Jogo 7 SEM o Franz Wagner. Terceiro jogo consecutivo que o cara fica de fora por causa de uma lesão na panturrilha.

    E não é que os Pistons empataram a série? Depois de estar perdendo por 3×1, Detroit ganhou os dois últimos jogos. O mais absurdo foi o Jogo 6 na sexta – o Magic tinha 24 pontos de vantagem (VINTE E QUATRO!) e conseguiu perder. Marcaram só 19 pontos no segundo tempo. Mano, como você perde uma vantagem dessas?

    A Falta que o Wagner Faz

    Wagner se lesionou no final do Jogo 4 (que eles ganharam de 94-88) e desde então o Magic não conseguiu mais fechar a série. Coincidência? Eu acho que não. O cara era o segundo maior pontuador do time na temporada regular: 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências por jogo, acertando 35% das bolas de três.

    Nos playoffs, mesmo jogando só quatro partidas antes da lesão, ele tava fazendo 16.8 pontos por jogo. E olha que interessante – desde que ele saiu, o Magic não ganha mais.

    O Buraco no Banco

    No lugar do Wagner, quem entrou foi Jamal Cain (3 pontos) e Tristan da Silva (10 pontos) no Jogo 6. Sinceramente, não dá pra comparar. Paolo Banchero até tentou carregar o time nas costas, mas acertou só 4 de 20 arremessos. Desmond Bane fez 7/18 e Jalen Suggs… cara, 1/10 é de chorar.

    Teve um momento no jogo que o Magic errou 17 arremessos CONSECUTIVOS. Dezessete! Vocês acham que isso aconteceria com o Wagner em quadra? Eu tenho minhas dúvidas.

    A questão é que lesão na panturrilha não é brincadeira na NBA hoje em dia. Os times estão super cautelosos porque já viram muito cara que forçou e acabou rompendo o tendão de Aquiles. Melhor prevenir que remediar, né?

    Agora é domingo às 15h30 (horário de Brasília) em Detroit. Jogo 7, tudo ou nada. Será que o Magic consegue fechar sem sua segunda opção ofensiva? Ou os Pistons vão completar uma das maiores viradas da história dos playoffs?

    Eu tô torcendo pro Magic, mas confesso que tô com um frio na barriga. Perder uma série depois de estar 3×1 na frente é de doer a alma de qualquer torcedor.

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.