Tag: Jalen Duren

  • Pistons pode perder seus dois pivôs? Situação tá complicada

    Pistons pode perder seus dois pivôs? Situação tá complicada

    Olha, a situação do Detroit Pistons tá ficando interessante — e não necessariamente no bom sentido. Todo mundo já sabe que o Jalen Duren vai pedir um contrato max, e a franquia vai ter que decidir se realmente vale a pena investir pesado no garoto. Mas agora surgiu outro problema: o Isaiah Stewart também pode estar de saída.

    Segundo o Omar Sankofa II, do Detroit Free Press, o nome do Stewart deve aparecer bastante nas conversas de trade na offseason. E sinceramente? Faz sentido. O cara tem dois anos e 30 milhões de dólares restantes no contrato — um valor super razoável para um dos melhores defensores de garrafão da liga.

    Stewart merece mais reconhecimento

    Na minha visão, o Isaiah Stewart é completamente subestimado. O cara teve sua melhor temporada ano passado, com média de 1.6 bloqueios por jogo em apenas 23 minutos de quadra. E detalhe: ajudou a ancorar a segunda melhor defesa da NBA inteira. Isso não é brincadeira.

    O arremesso de fora ainda existe no jogo dele, mesmo que não tenha aparecido tanto nas últimas duas temporadas. Mas qualquer time que precisa de um cara pra proteger o garrafão e ainda pode se esticar até a linha de três deveria estar de olho nele.

    Pistons numa encruzilhada complicada

    A real é que Detroit não quer perder os dois pivôs de uma vez só. Seria burrice. Mas a matemática tá complicada: se algum time vier com uma proposta boa pelo Stewart, e o Duren pedir mesmo um max contract, como é que fica a situação financeira?

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem segurar os dois? Porque se eu fosse apostar, diria que pelo menos um dos dois não vai estar em Detroit na próxima temporada. O Stewart, com esse contrato atrativo, deve despertar interesse de vários times que precisam de defesa. Já o Duren… bom, alguém sempre paga caro por potencial.

    A offseason promete ser movimentada em Detroit. Só espero que eles não façam besteira e percam peças importantes por causa de dinheiro.

  • Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O pivô do Pistons acabou de se tornar elegível para um supermax de $287,1 milhões — isso é quase R$ 1,5 bilhão na nossa moeda. Tudo porque ele foi escolhido pro terceiro time All-NBA da temporada.

    Olha, eu não vou mentir: quando vi o Duren sendo selecionado, minha primeira reação foi “nossa, que evolução absurda”. O garoto de 22 anos fez uma temporada monstro, com médias de 19,5 pontos e 10,5 rebotes por jogo. Foi fundamental na campanha histórica de 60 vitórias do Pistons.

    O dilema milionário de Detroit

    Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Porque agora o Pistons tem um problemão nas mãos. Duren tecnicamente pode pedir um supermax de cinco anos que vai custar quase $300 milhões pro time. Só que — e aqui vem o grande “mas” — o pivô foi uma decepção nos playoffs.

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. Depois de uma temporada regular espetacular, o cara simplesmente sumiu quando a pressão aumentou contra o Cleveland. E agora Detroit precisa decidir: vale a pena apostar quase $300 milhões num jogador que não apareceu na hora H?

    A conta que não fecha

    Na minha opinião, o Pistons deveria buscar um meio termo. O especialista Keith Smith, do Spotrac, sugere algo em torno de $185 milhões por cinco anos — cerca de $37 milhões por temporada. Isso parece bem mais razoável pra um pivô que ainda está aprendendo a jogar sob pressão.

    E olha, não posso culpar totalmente o Duren. O garoto tem apenas 22 anos e essa foi só sua segunda experiência em playoffs. Lembrem que grandes pivôs como Tim Duncan e Shaq também tiveram suas dificuldades iniciais nos playoffs antes de dominar a liga.

    Vocês acham que Detroit deve apostar pesado no Duren ou segurar a carteira? Porque sinceramente, esse vai ser o movimento mais importante do Pistons nessa offseason. Se eles acertarem, podem ter uma dupla Cunningham-Duren dominando a conferência leste por anos. Se errarem… bom, já vimos times quebrados por contratos ruins.

  • Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O cara foi selecionado pro All-NBA Third Team e de uma hora pra outra virou candidato a um dos contratos mais gordos da história da NBA. Estamos falando de cinco anos e US$ 287 milhões com o Detroit Pistons. Isso mesmo que vocês leram — quase R$ 1,5 bilhão na cotação atual.

    Olha, eu sempre achei o Duren um jogador promissor desde que chegou em Detroit, mas sinceramente não esperava que ele desse esse salto tão rápido. O pivô de 22 anos simplesmente explodiu nesta temporada e agora tá colhendo os frutos.

    O pulo do gato financeiro

    Antes de entrar no All-NBA, o Duren só podia assinar um contrato de cinco anos por US$ 239 milhões (25% do salary cap). Com a seleção, ele passou a ter direito a 30% do teto salarial, o que significa US$ 49,5 milhões já na primeira temporada do novo contrato, em 2026-27.

    A diferença? Quase US$ 50 milhões a mais no total. É dinheiro pra comprar uns dois times da NBB inteiros, mano.

    E aqui vem a parte interessante: se ele sair de Detroit, o máximo que outro time pode oferecer são quatro anos e US$ 177,4 milhões. Ainda é uma grana absurda, mas US$ 110 milhões a menos que ficar com os Pistons. Matemática simples, né?

    Detroit finalmente acertou uma?

    Vocês se lembram quando Detroit pegou o Duren na troca que mandou o Jerami Grant pro Portland? Na época muita gente achou que foi meio aleatório, mas cara… que jogada genial isso se mostrou.

    O garoto chegou como uma aposta no futuro e agora tá se transformando no pilar da franquia. Triple-doubles, enterradas monstruosas, defesa sólida — o pacote completo que todo time quer no garrafão.

    A questão agora é: Detroit vai abrir o cofre? Porque vamos combinar, US$ 287 milhões é muita grana mesmo pra uma franquia que tá tentando se reconstruir há anos. Mas ao mesmo tempo, quando você encontra uma peça central jovem assim, você segura com unhas e dentes.

    E aí, vocês acham que vale a pena Detroit investir pesado no Duren? Ou será que algum time com mais tradição vai tentar roubar o pivô dos Pistons? As negociações começam depois das Finals de 2026, e eu já tô ansioso pra ver essa novela desenrolar.

  • Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Cara, que montanha-russa foi essa temporada do Detroit Pistons, né? Sessenta vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e depois aquela humilhação no jogo 7 contra o Cleveland Cavaliers. Sinceramente, dói no coração ver um time que fez uma campanha histórica se desmanchar desse jeito nos playoffs.

    Olha, vou ser direto: os Pistons provaram que são time de verdade, mas também aprenderam na marra que dominar a temporada regular não significa nada se você não consegue entregar quando a coisa aperta. E agora? Trajan Langdon tem duas decisões difíceis pela frente.

    A temporada mágica que virou pesadelo

    Vamos dar o devido valor primeiro — o que os Pistons fizeram foi absurdo. De 60 derrotas para 60 vitórias em duas temporadas? Isso nunca aconteceu na NBA. Nunca. Eles viraram a segunda melhor defesa da liga, ganharam a divisão pela primeira vez desde 2008, e transformaram Cade Cunningham num astro de verdade.

    O garoto evoluiu demais, ganhou troféu de jogador do mês várias vezes e mostrou que pode carregar um time nas costas. Até quando se machucou no final da temporada, Detroit foi 13-4 sem ele. Parecia que tinha entrosamento e banco forte.

    Mas aí chegaram os playoffs… E cara, que exposição dolorosa. Cleveland simplesmente parou o jogo, dissecou o ataque dos Pistons na meia-quadra, e mostrou que aquela ofensiva linda da temporada regular tinha furos gigantes. Os caras não conseguiam criar arremessos limpos de 3, o espaçamento desmoronou, e alguns jogadores viraram peso morto nos momentos decisivos.

    Jalen Duren: o dilema de 30 milhões

    E aqui chegamos na decisão mais difícil: o que fazer com Jalen Duren? Na temporada regular, o cara foi monstro — primeiro All-Star Game, double-double toda noite, âncora defensiva. Mas nos playoffs contra Cleveland? Completamente exposto.

    Os Cavaliers lotaram o garrafão e praticamente falaram: ‘se vira aí, gigante’. Duren não consegue arremessar de longe, não castiga as trocas de marcação, e ainda por cima entupiu as linhas de penetração do Cade. O ataque ficou previsível demais sempre que ele estava em quadra com outros jogadores que não arremessam de 3.

    O problema é que agora vem a conta: Duren pode pedir algo entre 30-35 milhões por ano na agência livre. Com o Cade ganhando mais de 50 milhões daqui a pouco, será que vale a pena pagar essa fortuna por um pivô tradicional que some nos playoffs?

    Na minha opinião, não vale. Os Pistons precisam explorar um sign-and-trade enquanto o valor de mercado do Duren ainda está alto. Trocar por um pivô que arremessa de longe ou um segundo criador de jogadas seria muito mais inteligente. Lealdade emocional não ganha championship.

    E aí, vocês acham que Detroit vai ter coragem de mexer no time que fez 60 vitórias? Ou vão apostar que foi só azar nos playoffs?

  • Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Pistons. Sessenta vitórias na temporada regular — algo que ninguém esperava após aquela catástrofe de 2024 com 68 derrotas. Mas sinceramente? Esse time nunca teve cara de candidato real ao título, e os playoffs deixaram isso bem claro.

    Sete jogos pra eliminar o Orlando Magic (que demitiu o técnico Jamahl Mosley na sequência, imaginem a humilhação). Depois perderam em sete pro Cleveland Cavaliers, parecendo uma equipe de ensino médio no ataque. É doloroso de assistir.

    A defesa salvou, mas o ataque afundou

    Olha só que loucura: os Pistons tiveram a segunda melhor defesa da liga. Segunda! Isso explica as 60 vitórias, mas também mostra o problema — quando você depende SÓ da defesa, vai dar ruim nos playoffs. E deu.

    O time começava dois caras que não sabem arremessar de 3: Jalen Duren e Ausar Thompson. O Cade Cunningham, que deveria ser a estrela, jogou com uma eficiência medíocre o ano todo. Como que você quer competir assim na pós-temporada? É impossível.

    A diretoria teve a oportunidade de fazer uma troca grande antes do deadline e não fez. Erro crasso. Agora tá aí o resultado — eliminação precoce e cara de quem não sabe por onde começar.

    Duren sumiu na hora H

    O Jalen Duren teve uma temporada regular monstro: 19.5 pontos, 10.5 rebotes, 65% de aproveitamento nos arremessos. O garoto parecia ter virado gente grande. Mas aí chegaram os playoffs e… cadê? Simplesmente desapareceu quando mais precisavam dele.

    Agora ele vai ser agente livre restrito, e vocês acham que ele merece uma renovação gorda depois dessa performance? Eu tô na dúvida, não vou mentir. Talvez a pressão dos playoffs tenha mostrado que ele ainda não tá pronto pra ser o cara.

    E agora, José?

    A resposta é óbvia: ARREMESSO DE 3. Os Pistons precisam desesperadamente de caras que saibam chutar de longe. Não dá pra ganhar nada na NBA moderna se você não espalha a quadra.

    Eles têm a 21ª escolha do draft — não vai resolver o problema, mas já ajuda se pegarem um cara que sabe atirar. O foco tem que ser encontrar veteranos que complementem o Cade e tragam esse espaçamento que tanto falta.

    Duncan Robinson tá com garantia parcial, Tobias Harris é agente livre… decisões importantes pela frente. Mas uma coisa é certa: se continuarem com essa filosofia de “vamos ganhar só na defesa”, vão passar mais uns anos vendo os outros brigarem pelo título.

    Sessenta vitórias foram ótimas, mas os torcedores de Detroit merecem mais que isso. Merecem um time que saiba jogar basquete moderno nos dois lados da quadra.

  • Pistons querem renovar com Duren e Harris após temporadão

    Pistons querem renovar com Duren e Harris após temporadão

    Cara, que temporada foi essa dos Pistons, hein? 60 vitórias — SESSENTA! — e chegaram no segundo round dos playoffs. Tá, perderam em 7 jogos pro Cleveland, mas convenhamos: ninguém esperava isso de Detroit há alguns anos atrás.

    E agora o GM Trajan Langdon já deixou claro que quer manter a banda junta. O foco principal? Jalen Duren e Tobias Harris. Dois caras que foram fundamentais nessa ressurreição dos Pistons.

    Duren vale ouro — literalmente

    O moleque Duren, que tem só 22 anos, simplesmente explodiu nesta temporada. Primeiro All-Star da carreira, quase 20 pontos e mais de 10 rebotes por jogo na temporada regular. Monstro absoluto no garrafão.

    Claro que nos playoffs a coisa apertou um pouco — 10.2 pontos e 8.5 rebotes por jogo. Normal, né? As defesas se ajustam, ficam mais físicas, e o garoto ainda tá aprendendo a lidar com essa pressão toda. Mas olha, Langdon foi certeiro: “JD teve uma temporada fantástica. Ele foi um dos maiores responsáveis por sermos cabeças de chave número 1.”

    E o cara pode ganhar uma grana ABSURDA. Se entrar no All-NBA — e tudo indica que vai —, ele fica elegível para um contrato máximo de 30% do salary cap. Estamos falando de mais de 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, mas sinceramente? Acho que vale cada centavo.

    Harris: o veterano confiável

    Agora, Tobias Harris é outra história. Aos 34 anos, o cara mostrou que ainda tem muito basquete pra oferecer. Mais de 18 pontos por jogo nos playoffs, sendo aquela opção segura de pontuação que todo time precisa.

    Harris tá livre no mercado agora, pode assinar com qualquer time. Mas Langdon foi direto: “Esperamos que possamos trazê-lo de volta. Ele é alguém que queremos manter no uniforme dos Pistons.”

    E faz todo sentido, né? Num time que é conhecido pela defesa — e que defesa! —, ter um cara experiente que sabe pontuar quando a coisa aperta é fundamental. Harris foi perfeito como complemento ao Cade Cunningham.

    O que vocês acham? Detroit deveria gastar pesado nesses dois ou tentar economizar e buscar outras opções no mercado? Na minha opinião, depois de uma temporada dessas, você mantém o núcleo e tenta melhorar nas bordas. Às vezes a química vale mais que tudo.

  • Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Olha, eu sabia que os playoffs iam mostrar quem é quem de verdade, mas não esperava que o Jalen Duren ia desabar desse jeito. O garoto que brilhou na temporada regular simplesmente sumiu quando a coisa ficou séria nos Pistons.

    Da glória ao vexame em questão de semanas

    Durante a temporada regular, o cara estava monstruoso: 19.5 pontos, 10.5 rebotes e absurdos 65% de aproveitamento nos arremessos. Primeira convocação pro All-Star Game aos 22 anos. Eu tava pensando “esse moleque vai arrancar uma grana violenta do Detroit”.

    Aí chegaram os playoffs e… 10.2 pontos, 8.5 rebotes, 51% nos arremessos. Cara, que diferença brutal! O pior de tudo? Foi dominado pelos pivôs adversários nas duas séries. Primeiro levou um baile do Wendell Carter Jr., depois o Jarrett Allen fez o que quis com ele.

    O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de tirar o Duren de quadra no quarto período inteiro e na prorrogação do Jogo 5, colocando o Paul Reed no lugar. Imagina a humilhação…

    Pistons ainda querem ficar com ele, mas…

    Apesar da decepção, Detroit não vai abrir mão do pivô. A diretoria ainda vê nele um jogador central pro futuro da franquia — afinal, tamanho, habilidade e idade (22 anos) não são coisas que você encontra em qualquer esquina.

    A diferença é que agora os Pistons não vão precisar quebrar o cofre pra mantê-lo. Antes dos playoffs, todo mundo falava em contrato máximo. Agora? Esquece. A própria liga não acredita que Duren tenha poder de barganha pra exigir valores astronômicos.

    Tecnicamente ele ainda poderia conseguir um contrato de cinco anos valendo 30% do teto salarial se fizesse o All-NBA Team, mas sejamos realistas: depois dessa performance nos playoffs, isso não vai rolar.

    Lição aprendida ou problema maior?

    A organização dos Pistons tá apostando que essa decepção nos playoffs vai servir como combustível pro Duren crescer. Eu torço pra que seja verdade, porque o potencial tá lá. Mas vocês acham que ele consegue superar esse trauma ou vai carregar isso na carreira?

    E não para por aí — Detroit também precisa decidir sobre a extensão do Ausar Thompson, que a diretoria considera outra peça fundamental. Ou seja, vai ser um verão bem movimentado em Michigan.

    Sinceramente, acho que o Duren ainda pode virar um jogador especial. Mas essa bomba nos playoffs mostrou que experiência não se improvisa. Agora é torcer pra ele usar isso como motivação e não como trauma.

  • Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Cara, o Jalen Duren simplesmente ressurgiu das cinzas ontem à noite. Depois de passar uns perrengues fodidos contra o Jarrett Allen durante quase toda a série, o pivô dos Pistons decidiu que não ia deixar a temporada acabar assim não.

    15 pontos e 11 rebounds na vitória por 115-94 sobre os Cavs. Só pra vocês terem noção: esses 11 rebounds do Duren foram o mesmo tanto que ele pegou nos TRÊS jogos anteriores juntos. É ou não é ressurreição?

    O que mudou no jogo do pivô?

    Olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo. No Game 5, o técnico J.B. Bickerstaff simplesmente tirou o cara de quadra nos últimos 17 minutos da derrota em overtime. Imagina o baque psicológico? Mas o moleque mostrou personalidade.

    “Minha confiança em mim nunca abalou. Eu sei o que posso fazer”, disse Duren depois do jogo. E realmente mostrou né, foi 7/10 nos arremessos e ainda pegou 3 tocos — que por sinal foi o mesmo tanto que ele tinha na série TODA até então.

    O que mais me impressionou foram os 4 rebotes ofensivos. Cara, isso é imposição de vontade pura. É o cara dizendo: “não, a bola não vai sair dessa posse não”.

    Cade aprovou a performance

    O Cade Cunningham, que fez seus 21 pontos tradicionais, elogiou pacas o parceiro: “Sua agressividade foi ótima quando tinha a bola e quando não tinha, indo buscar rebote fora da sua área.”

    E olha que o Duren ainda deu uma assustada no terceiro quarto quando torceu o tornozelo indo pra uma bandeja. Saiu de quadra por uns 6 minutos, mas voltou determinado pro último período e ainda contribuiu com 6 pontos e 4 rebounds em apenas 7 minutos.

    Game 7 em casa — o sonho continua

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Game 7 decisivo em Detroit. E o Duren já mostrou que sabe aparecer nesses momentos. Contra o Orlando Magic, no Game 7 da primeira rodada, ele cravou 15 pontos e 15 rebounds.

    “Game 7 é sempre divertido porque a torcida fica super empolgada e jogamos em casa. Eu gosto da gente em situações decisivas. Esses são nossos melhores momentos”, disse o pivô.

    Sinceramente? Eu tô acreditando nessa ressurreição. Depois de ver os Pistons voltarem aos playoffs depois de tanto tempo, seria cruel demais a temporada acabar com o Duren jogando abaixo. Vocês acham que ele consegue repetir essa performance no domingo?

  • Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Cara, que susto foi esse no Jalen Duren ontem! O pivô dos Pistons estava fazendo sua melhor partida nos playoffs quando torceu o tornozelo esquerdo no terceiro quarto contra os Cavaliers. E olha, o timing não podia ser pior — o Detroit estava construindo uma vantagem importante no jogo 6.

    A jogada foi bizarra. Duren foi disputar posição com o James Harden, que tava claramente pescando uma falta ofensiva (vocês sabem como é o Barbudo, né?). Quando o Harden caiu no chão, o Duren deu um passo pra frente e pisou torto. Na hora você via que tinha machucado — ele foi direto pro chão segurando a perna.

    Do túnel de volta pra quadra

    O que mais me impressionou foi a determinação do garoto. Saiu de quadra, foi pro vestiário, mas voltou pro banco alguns minutos depois. Ficou lá o resto do terceiro quarto torcendo pelos companheiros, e quando começou o último período? Lá estava ele de volta, com uma proteção extra no tornozelo.

    Sinceramente, achei que ele não voltava mais. Essas torções em playoff são sempre perigosas — você força demais e pode piorar tudo. Mas o Duren mostrou por que virou All-Star pela primeira vez na carreira.

    Jogo decisivo em momento crucial

    E o mais louco? Ele tava tendo uma das melhores atuações da série. 9 pontos em 4 de 7 arremessos, 7 rebotes, 1 roubo de bola e 2 tocos. Nada espetacular nos números, mas a presença dele em quadra fez toda diferença pro ritmo do Detroit.

    Vocês lembram que no jogo 5 o técnico J.B. Bickerstaff deixou o Duren no banco o quarto período inteiro E a prorrogação? O garoto estava muito passivo, sem aquela agressividade característica. Ontem foi completamente diferente — mais intenso, buscando o jogo, impondo presença no garrafão.

    Com 75-68 no placar quando ele se machucou, os Pistons tinham tudo pra fechar a série. E aí, acham que o Duren aguenta o tranco se a série for pro jogo 7? Porque se ele não conseguir jogar 100%, vai ser muito difícil parar o ataque dos Cavaliers no garrafão.

  • Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Cara, que dilema dos infernos o Detroit Pistons tem pela frente com o Jalen Duren. O cara fez uma temporada regular monstro — 19,5 pontos por jogo com 65% de aproveitamento e 10,5 rebotes, jogando uma defesa de outro mundo. Quase entrou no All-NBA. Aí você pensa: “pô, esse moleque merece o máximo mesmo”.

    Só que aí chegaram os playoffs e… bom, a coisa desandou.

    A montanha-russa de Duren

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi essa história antes. Jogador brilha na temporada regular, chega a pós-temporada e simplesmente não consegue manter o nível. Com Duren foi exatamente isso: despencou para 10,1 pontos e 8,3 rebotes por jogo justamente quando o time mais precisava dele.

    O mais doloroso? O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de colocar Paul Reed no lugar dele durante o quarto período e prorrogação de um Jogo 5 decisivo. Imagina a humilhação, cara.

    E o problema não é só produção. Duren não arremessa de fora, o que deixa o ataque do Pistons completamente entupido. Orlando e Cleveland simplesmente mandaram dois, três caras em cima do Cade Cunningham e falaram: “os outros que se virem”.

    O dilema financeiro

    Agora vem a pergunta que não quer calar: ele ainda merece um contrato máximo de 5 anos e pelo menos US$ 239 milhões? Na minha opinião, baseado só nos playoffs, não. Mas a realidade é outra.

    Como um executivo disse pro Brian Windhorst da ESPN: “Ele não é um jogador de contrato máximo, mas eles provavelmente vão ter que dar o máximo pra ele”. Por quê? Porque Chicago, Brooklyn e até os Lakers podem aparecer com uma proposta irrecusável, e Detroit vai ter que igualar.

    E olha só que encrenca: os Pistons também precisam renovar com Ausar Thompson, outro defensor elite mas que também não arremessa nada de fora. Se os dois ganharem contratos gordos (Thompson deve levar algo parecido com os US$ 25 milhões por ano que Dyson Daniels ganhou), acabou a flexibilidade para buscar mais arremessadores.

    As novas regras complicam tudo

    Sinceramente, acho que a nova CBA tá matando a construção de elencos. Com essas regras de tax apron, você simplesmente NÃO PODE errar um contrato máximo, senão vira uma âncora que afunda o time.

    Duren mostrou na temporada regular que pode ser um cara especial — defesa de elite, eficiência absurda no ataque, presença no garrafão. Mas e se essa temporada foi só um flash? E se ele não consegue se desenvolver ofensivamente?

    Vocês acham que vale o risco? Porque eu tô dividido. O potencial tá lá, mas os playoffs mostraram algumas limitações sérias. E no final das contas, é nos playoffs que os times são julgados.

    Detroit tem uma decisão difícil pela frente. Dar o máximo é apostar que Duren vai evoluir e que aquela temporada regular não foi sorte. Não dar é correr o risco de perder um talento que pode se tornar uma estrela em outro lugar.

    Que dilemão, hein?