Tag: Jalen Duren

  • Pistons favoritos contra Magic nos playoffs – Duren pode desfalcar Detroit

    Pistons favoritos contra Magic nos playoffs – Duren pode desfalcar Detroit

    E aí, galera! Finalmente chegou a hora — os playoffs da NBA começam hoje e temos um confronto que promete muito no Leste. O Detroit Pistons, líder da conferência com 60 vitórias, recebe o Orlando Magic em casa para o primeiro jogo da série.

    Olha, eu confesso que não esperava ver os Pistons como cabeça de chave número 1 no começo da temporada, mas que campanha fantástica eles fizeram! 60-22 é para poucos. Do outro lado, o Magic conseguiu a oitava colocação com 45-37 — nada mal para um time que muita gente não apostava fichas.

    O duelo dos pivôs promete

    O grande destaque dos Pistons tem sido o Jalen Duren, monstro absoluto no garrafão. O cara tá jogando numa média de 19.5 pontos e acertando 65% dos arremessos — números de outro planeta. Mas aqui vem o problema: ele tá listado como “day to day” por causa de uma lesão no joelho. Cara, se o Duren não jogar, muda tudo nessa série.

    Paolo Banchero pelo Magic vem fazendo uma temporada sólida com 22.2 pontos, 8.4 rebotes e 5.2 assistências. O italiano naturalizados americano mostrou que veio para ficar na liga e pode ser a chave para uma zebra nos playoffs. Lembram do último jogo entre eles na temporada regular? Banchero meteu 31 pontos e o Magic ganhou de 123-107. Coincidência? Eu acho que não.

    Números que chamam atenção

    Detroit domina o garrafão como ninguém — são 57.9 pontos na pintura por jogo, melhor da conferência. Já o Magic aposta mais no perímetro, acertando 11.7 bolas de três por partida. A questão é: o que vai funcionar melhor nos playoffs?

    Uma coisa que me chama atenção é o equilíbrio da temporada regular entre os times — 2-2 no confronto direto. Isso mostra que não vai ser moleza para nenhum dos lados. O Magic tem o Desmond Bane jogando um basquete fino (18.2 pontos nas últimas 10), enquanto os Pistons contam com a dupla Duren-Jenkins para fazer a diferença.

    Na minha opinião, os Pistons levam essa por jogar em casa e ter o melhor record da conferência, mas cuidado com o Magic — time jovem, sem pressão e com jogadores que podem explodir a qualquer momento. E vocês, acham que Detroit confirma o favoritismo ou vem zebra por aí?

    O jogo rola hoje às 19h30 (horário de Brasília) em Detroit. Não percam!

  • Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Mano, finalmente chegou. Os Pistons tão de volta aos playoffs depois de 19 anos — DEZENOVE ANOS — e eu não consigo parar de sorrir aqui.

    Eles vão estrear no domingo contra quem sobreviver do play-in entre Magic, Sixers e Hornets na sexta. E olha, sinceramente? Não tô nem um pouco preocupado com essa primeira fase.

    Play-in? Relaxa aí

    Detroit é o primeiro colocado do Leste por um motivo, galera. Fizeram 9-2 contra esse trio na temporada regular — e uma das derrotas pro Orlando foi sem Cade Cunningham, Tobias Harris e outros titulares descansando.

    Charlotte até assusta pela chuva de três, mas esse tipo de coisa funciona melhor em jogo único do que numa série de sete jogos. Difícil manter o percentual alto por tanto tempo.

    Philadelphia tá sem Joel Embiid (pelo menos por enquanto). Tyrese Maxey é monstro, mas o resto do elenco não mete medo. E mesmo que o Embiid volte, ele não é mais aquele cara que destruía todo mundo na época de MVP.

    Orlando? Cara, tá tudo estranho lá. O talento existe — Paolo Banchero é absurdo —, mas o clima no vestiário tá pesado e eles terminaram a temporada mal. Não dá pra levar muito a sério.

    Por que a galera de Detroit tá tão desconfiada?

    Tem uma coisa estranha rolando. Nacionalmente eu até entendo a desconfiança — primeiro colocado sem tradição nos playoffs sempre gera aquela desconfiança. Mas localmente? Os próprios torcedores de Detroit parecem com medo.

    Deve ser trauma dos Tigers ano passado ou dos Lions que prometeram e não entregaram. Mas poxa, esse time não tá indo pros playoffs no escuro. Eles já passaram pelo batismo de fogo ano passado — e isso conta muito.

    Não vou falar que vão ganhar tudo (não vão), nem que chegam nas Finals (podem chegar), mas esse Pistons não é mais aquele time perdido de alguns anos atrás.

    Jalen Duren vai ser o diferencial

    Esse cara deu um salto absurdo essa temporada. All-Star, provavelmente vai fazer time All-NBA, e deveria ganhar o prêmio de jogador que mais evoluiu (mas não vai ganhar, né).

    A defesa dele vai ser crucial. Se conseguir se virar bem nos switches como fez na temporada regular, esse time pode ir longe mesmo. Contra Charlotte ou Philly sem Embiid, ele vai dominar o garrafão. Até contra Cleveland na segunda rodada os números impressionam: 21.7 pontos e 12.3 rebotes contra Mobley e Jarrett Allen.

    É uma vantagem gigante que Detroit tem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem uma boa campanha ou vão decepcionar como sempre? Eu tô apostando numa chegada pelo menos na semifinal de conferência. Esse time é diferente, galera.

  • Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Cara, que sufoco pros Hornets! Os Pistons chegaram em Charlotte e fizeram o que quiseram: 118 a 100 e mandaram os donos da casa direto pro play-in tournament. E olha que não foi nem apertado no final — Detroit simplesmente resolveu o jogo no terceiro período.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O garoto tá cada vez mais sólido no garrafão, né? Duncan Robinson também caprichou com 19 pontos — aquele arremesso de 3 dele continua letal.

    Detroit tá voando rumo aos 60 vitórias

    E tem mais: os Pistons já garantiram a primeira colocação no Leste e tão a uma vitória de completar 60 wins na temporada. Cara, 60 vitórias! A última vez que eles fizeram isso foi há 20 anos. Sinceramente, quem diria que esse time ia chegar nesse nível?

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos de boa, Ronald Holland II contribuiu com 13 e Ausar Thompson com 12. Time jogando junto, distribuindo bem a bola. É isso que eu gosto de ver.

    LaMelo tentou, mas não deu

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde: 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também colaborou com 22 pontos, mas não foi suficiente. O negócio é que até o final do terceiro quarto tava equilibrado — 11 trocas de liderança, 13 empates. Ninguém abria mais que 8 pontos de vantagem.

    Mas aí veio o baque. Charlotte tava liderando 83-82 no terceiro período quando os Pistons simplesmente explodiram. Uma parcial de 24-8 que acabou com qualquer esperança dos Hornets. Quando você vê, Detroit tava ganhando de 111-92 faltando 6 minutos. Game over.

    E aí, vocês acham que Charlotte tem moral pra fazer barulho no play-in? Porque pelo que vi hoje, vai precisar jogar MUITO mais que isso pra incomodar os grandes do Leste.

  • Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Cara, que domínio do Detroit! Os Pistons simplesmente resolveram a vida contra o Charlotte na noite de sexta, ganhando por 118 a 100 e garantindo que os Hornets ficassem presos no play-in. E o melhor de tudo? Eles fizeram isso sem nem forçar muito a máquina.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O pivô de 22 anos tá numa fase monstruosa e mostrou mais uma vez por que é uma das peças mais promissoras dessa reconstrução de Detroit. Duncan Robinson veio logo atrás com 19 pontos — o veterano tiroteador continua fazendo a diferença quando precisa.

    Pistons na cola da história

    Olha só que situação absurda: Detroit já garantiu a primeira colocação no Leste e agora tá a apenas UMA vitória de fazer sua primeira temporada de 60 triunfos em 20 anos. Vinte anos, pessoal! A última vez foi em 2005-06, época do Chauncey Billups e companhia.

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos sem forçar nada, Ronald Holland II colaborou com 13 e Ausar Thompson adicionou 12. É isso que eu mais gosto nesse time: todo mundo contribui. Ninguém precisa fazer 35 pontos todo jogo porque o coletivo funciona perfeitamente.

    Charlotte lutou, mas não aguentou

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde com 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também batalhou com seus 22 pontos. O problema é que o time simplesmente desabou no final do terceiro quarto.

    Até ali, o jogo tava pegado mesmo — 11 mudanças de liderança, 13 empates, nenhum time abrindo mais que 8 pontos de vantagem. Mas Charlotte conseguiu liderar pela última vez em 83 a 82, faltando 5:52 para acabar o terceiro período. Depois disso? Detroit simplesmente voou.

    Os Pistons fizeram uma sequência brutal de 24 a 8 que praticamente definiu o jogo: 111 a 92 com 6:23 para jogar. Sinceramente, foi uma demonstração de maturidade impressionante de um time que até poucos anos atrás amargava as piores campanhas da franquia.

    E vocês viram a confusão logo no início? Miller fez uma enterrada, caiu em cima do Robinson e levou um empurrão. Dupla técnica para os dois — o clima esquentou logo de cara na despedida de Charlotte em casa, com casa cheia e tudo (19.623 pessoas).

    Agora é só uma vitória para os Pistons fazerem história. Será que conseguem?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Detroit Pistons acabaram de garantir a primeira colocação na Conferência Leste, e isso COM O CADE CUNNINGHAM FORA há quase duas semanas por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo, pulmão colapsado. Basketball é esporte de contato mesmo.

    O que mais me impressiona? Eles fizeram isso atropelando o Philadelphia 76ers por 116 a 93 no sábado. Foi uma surra dessas que você assiste e fala: “opa, esse time tá diferente”.

    Defesa que funciona mesmo sem as estrelas

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando o Cade caiu, eu pensei que os Pistons iam desandar. O cara estava fazendo 24,5 pontos e quase 10 assistências por jogo – era praticamente o motor do time. Mas aí que tá a loucura: sem ele, o Detroit foi 7-2 em nove jogos. E as duas derrotas? Ambas na prorrogação, sendo uma pro Oklahoma City Thunder, que são os campeões vigentes.

    O Ausar Thompson disse uma coisa que me chamou atenção: “Com o Cade aqui éramos mais relaxados, sabíamos que tínhamos um superstar pra nos levar às vitórias. Mas desde que ele saiu, todo mundo se uniu e soube que tinha que ser mais garra”.

    E monstro, que garra. Thompson lidera a NBA em roubos de bola e já ganhou duas vezes o prêmio de Melhor Defensor do Mês no Leste. O cara tá numa missão de segurar todo mundo abaixo dos 100 pontos. Contra o Sixers conseguiu – eles fizeram só 93.

    Jalen Duren assumindo o protagonismo

    Sem o Cade distribuindo o jogo, quem assumiu foi o Jalen Duren. O pivô All-Star tá fazendo 23 pontos e 11 rebotes com 66% de aproveitamento nos arremessos desde que o armador se machucou. Absurdo, né?

    E o Daniss Jenkins, que tava numa fase ruim no meio da temporada, aproveitou os minutos extras pra renascer: 19,3 pontos e mais de 7 assistências. No sábado deu 14 assistências – uma a menos que seu recorde pessoal.

    Vocês acham que quando o Cade voltar (e vai voltar pros playoffs, pelo que tudo indica), esse time vai ser ainda mais perigoso? Eu acho que sim. A defesa melhorou, os arremessos de 3 decolaram (38,8% sem o Cade, sendo que eram um dos piores times da liga nesse fundamento), e todo mundo ganhou confiança.

    O Tobias Harris, que voltou pro Detroit depois de mais de 5 anos no Sixers, foi vaiado a noite toda na Filadélfia. Resposta dele? 19 pontos em 26 minutos liderando a vitória. “Não assumimos uma mentalidade de banco de reservas”, disse ele. “Eu falei: vamos mostrar pra todo mundo que sabemos jogar”.

    Primeira colocação no Leste desde 2006-07. Defesa funcionando. Jovens assumindo responsabilidade. E o melhor: o Cade deve voltar pros playoffs. Esse Detroit pode dar muito trabalho, hein?

  • Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Embiid não vai jogar hoje contra os Pistons, já pensei “essa é a chance”. O Philadelphia tá vindo de back-to-back depois de enfrentar os Timberwolves ontem, e sabemos como é – sem o pivô cabeça de área deles, a coisa fica bem mais fácil pra Detroit.

    Na minha visão, isso é presente pra um time que tá fazendo uma temporada absurda com 56 vitórias e só 21 derrotas. Os Pistons estão voando, e pegar os Sixers sem o Embiid é daquelas oportunidades que você não pode desperdiçar.

    Jalen Duren voltando pra “casa”

    O que mais me empolga nesse jogo é ver o Jalen Duren jogando na Filadélfia. O moleque cresceu a 45 minutos de distância da cidade, em New Castle, Delaware, e ainda jogou no colegial por lá. É praticamente um jogo em casa pra ele.

    Lembram do último confronto entre esses times? Pistons meteram 131-109, uma lavada histórica. Na época, os Sixers tavam tão sem opção no garrafão que colocaram o Dominick Barlow como titular no centro. Imaginem só! Naquele jogo, o Duren jogou apenas 14 minutos mas foi cirúrgico: 14 pontos em 6 de 7 arremessos e 10 rebotes. Um double-double quase sem suar.

    Agora, com o Drummond (ex-Pistons, por sinal) dando uma força maior no garrafão dos Sixers, vai ser interessante ver como o Duren se sai. O garoto tem evoluído muito ultimamente, parece que encontrou outro patamar no jogo.

    As odds favorecem Detroit

    Detroit entra como favorito por 3.5 pontos, e sinceramente, acho pouco. Com Paul George e Tyrese Maxey ainda em quadra pelos Sixers, não vai ser moleza, mas sem o Embiid e com o cansaço do back-to-back, os Pistons têm tudo pra dominar.

    A escalação provável dos Pistons com Daniss Jenkins, Duncan Robinson, Ausar Thompson, Tobias Harris e Jalen Duren me agrada. É um time que tem velocidade, arremesso de fora e presença no garrafão. Do outro lado, ver Andre Drummond de volta enfrentando seu ex-time sempre rende umas emoções extras.

    E aí, galera – vocês acham que os Pistons conseguem manter o embalo dessa temporada fantástica? O jogo é às 19h (horário de Brasília) e promete ser mais um show dessa equipe de Detroit que não para de surpreender.

  • Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Cara, eu preciso falar uma coisa: esse Detroit Pistons tá me deixando maluco de tanta qualidade. Ontem à noite eles fizeram mais uma das suas e detonaram o Minnesota Timberwolves por 113 a 108 em casa. E olha que era o terceiro jogo em quatro noites, mas parecia que os caras tinham descansado uma semana.

    O show ficou por conta de Daniss Jenkins e Jalen Duren — dois nomes que, sinceramente, eu não esperava que fossem carregar um time playoff há alguns anos. Mas é isso aí, a NBA sempre nos surpreende.

    Jenkins assumiu o protagonismo de vez

    Com Anthony Edwards fora pelo Minnesota (e que falta ele fez), Jenkins simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 26 pontos, 5 rebotes e 8 assistências — números de estrela mesmo. O cara assumiu a responsabilidade depois que Tobias Harris machucou o joelho numa dividida com o Gobert no segundo quarto.

    E que jogada foi aquela enterrada do Ausar Thompson em cima do Donte DiVincenzo no último período? Mano, quase derrubou o teto do Little Caesars Arena! Dá pra ver o Cade Cunningham comemorando no banco mesmo lesionado. Isso é química de time, é paixão pelo jogo.

    Duren jogando como All-Star

    Agora, vamos falar sério do Jalen Duren. 22 pontos e 14 rebotes em 36 minutos, dando trabalho pro Rudy Gobert como se fosse mais um qualquer. O maluco tá fazendo até arremesso de meia distância — os comentaristas falaram que ele tá 8 de 9 em chutes fora do garrafão na temporada. Absurdo!

    Sinceramente, eu acho que ele vai ganhar uma vaga no All-NBA esse ano. E no verão? Vai ganhar um contrato monstro, pode anotar. Quem diria que Detroit ia encontrar uma dupla tão competente assim para segurar a ponta enquanto o Cade se recupera.

    O jogo foi daqueles cheios de viradas — Minnesota até chegou a liderar 80-79 entrando no último quarto, mas Detroit mostrou por que tá no topo do Leste. Aqueles sete pontos de vantagem depois do alley-oop do Thompson foram decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Pistons consegue manter esse nível nos playoffs? Porque do jeito que o Jenkins tá jogando e com o Duren dominando o garrafão, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Olha, eu confesso que não esperava ver os Pistons brigando pelo topo do Leste essa temporada, mas aqui estamos. E muito disso tem a ver com o salto absurdo que Jalen Duren deu — o cara simplesmente virou um monstro na quadra.

    Só que tem uma parada meio tensa rolando por trás dos panos. Duren e Detroit não conseguiram acertar uma extensão de contrato antes do deadline em outubro, então o pivô de 22 anos vai ser agente livre restrito no verão. Mas calma aí — tanto o jogador quanto a franquia dizem que querem ficar juntos pra sempre.

    “Foi só negócios mesmo”

    “Cara, foi o que foi”, disse Duren sobre a situação. “Acho que é complicado porque tem o aspecto comercial nisso tudo. Como eu falei, eu adoraria ser um Piston pra vida toda. Não foi nada pessoal com a organização. Foi só negócios. Eles pensavam de um jeito, eu de outro. E naquele momento não conseguimos chegar num acordo.”

    O GM Trajan Langdon bateu na mesma tecla: “Nós também queremos que ele seja um Piston pra vida toda. Não teve nada a ver com o que ele fez ou deixou de fazer.”

    Sinceramente? Esse tipo de impasse sempre me deixa meio ressabiado. Quando as duas partes dizem que se amam mas não conseguem fechar negócio… geralmente é porque alguém tá pedindo muito ou oferecendo pouco demais.

    All-Star pela primeira vez

    Mas vamos ao que realmente importa: o que Duren tá fazendo na quadra é simplesmente absurdo. O cara foi pro seu primeiro All-Star Game em fevereiro e tá tendo números de outro mundo — 19,5 pontos com 64,7% de aproveitamento e quase 11 rebotes por jogo. Tá na briga pelo prêmio de jogador que mais evoluiu.

    E quando Cade Cunningham ficou oito jogos fora por causa de um pulmão colapsado (parada séria, hein?), foi Duren quem segurou as pontas. Médias de 23,4 pontos e 10,5 rebotes, ajudando Detroit a fazer 6-2 nesse período.

    A química dele com Cunningham, aliás, é coisa de cinema. Os dois viajaram juntos pra Itália no verão passado, fortalecendo uma parceria que vem desde os tempos de AAU. Duren tá investindo pesado nessa relação — meio que nem aquele lance do Edelman com o Brady nos Patriots.

    Playoffs na mira

    Com os Pistons liderando o Leste (quem diria, né?), Duren tá focado no presente. “Só quero que esse time use todo seu potencial”, falou. “Quero sair dessa temporada pensando: ‘É, fizemos tudo que queríamos fazer.’”

    E aí, vocês acham que Detroit vai abrir o cofre pra manter Duren? O cara claramente merece uma grana boa depois dessa temporada monstruosa. Mas será que os Pistons vão pagar o preço, ou vamos ter mais um drama de agência livre no verão?

    Uma coisa é certa: depois de anos patinando, Detroit finalmente achou a fórmula. Seria uma burrada tremenda deixar Duren escapar agora.