Tag: All-NBA

  • Embiid e George voltam com tudo e Sixers fazem 157 pontos históricos

    Embiid e George voltam com tudo e Sixers fazem 157 pontos históricos

    Mano, que espetáculo foi esse ontem à noite na Filadélfia! Joel Embiid e Paul George voltaram juntos depois de uma eternidade fora e simplesmente destruíram o Chicago Bulls por 157 a 137. Pra vocês terem ideia do quão absurdo foi isso: os Sixers não faziam tantos pontos assim desde 1970. Cinquenta e seis anos, pessoal!

    O Show de Embiid e PG13

    Embiid voltou de uma lesão no oblíquo que o tirou de 13 jogos. George, bom… a situação dele foi mais complicada. O cara pegou 25 jogos de suspensão por usar uma substância proibida – ele mesmo explicou que foi por causa de problemas de saúde mental relacionados às limitações físicas que tava enfrentando. Pesado, né?

    Mas ontem foi pura redenção. Embiid fez 35 pontos e começou o jogo literalmente carregando o piano sozinho – 12 dos primeiros 14 pontos do time foram dele. O cara tava num ritmo tão absurdo que sozinho tava ganhando dos Bulls no primeiro quarto!

    George demorou um pouquinho pra desenferrujar (2 de 10 no primeiro tempo, imagina a ansiedade), mas no último quarto o monstro acordou: 13 dos seus 28 pontos vieram nos 12 minutos finais. Quando esses dois estão jogando assim, é impossível parar.

    O Rookie que Tá Voando

    E tem mais: VJ Edgecombe, o rookie que tá fazendo a galera pirar, meteu mais 22 pontos. O mlk tinha feito 35+ em dois dos últimos três jogos. Sinceramente, não esperava ver um calouro se adaptando tão rápido ao ritmo da NBA assim.

    A jogada mais linda da noite? Embiid com um passe de uma mão só pro Edgecombe meter uma bomba de três. Logo depois, Paul George encontrou o Embiid no garrafão e o camerunês enterrou de uma mão só por cima do Matas Buzelis. Puro basquete-arte!

    O problema é que essa foi só a 19ª vez na temporada que Embiid, George e Edgecombe jogaram juntos. E ainda falta o Tyrese Maxey, que tá fora com o dedo machucado desde março. Imaginem esse time completo…

    Os Bulls até reagiram no último quarto (53 pontos!), com Josh Giddey fazendo 23 pontos, 12 assistências e 9 rebotes. Mas não dava, né? Quando os Sixers resolvem jogar basquete desse jeito, é covardia.

    E aí, será que essa volta dos veteranos pode ser o empurrão que faltava pros Sixers brigarem pelos playoffs? Com esse tipo de performance, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Adam Silver promete acabar com tanking na NBA – e fala sobre Giannis

    Adam Silver promete acabar com tanking na NBA – e fala sobre Giannis

    Olha, o Adam Silver não tá brincando mais. O comissário da NBA bateu o punho na mesa ontem e disse que vai resolver de uma vez por todas essa palhaçada do tanking que tá virando rotina na liga. E cara, era hora mesmo.

    Durante uma coletiva depois que os governadores aprovaram a exploração da expansão da NBA para Seattle e Las Vegas (que por si só já é uma notícia absurda), Silver deixou claro: mudanças estão chegando para a próxima temporada. E não é papo furado não.

    “Vamos consertar isso, ponto final”

    A fala do Silver foi direta: “Foi unânime na sala que precisamos fazer uma mudança, e precisamos fazer para a próxima temporada”. Mano, quando o cara fala “unânime”, você sabe que o negócio tá feio mesmo.

    O mais interessante é que ele admitiu que esse ano pode ser meio atípico por causa do draft que vem aí – todo mundo sabe que vai ser um dos mais profundos dos últimos tempos. Então tem time fazendo de tudo pra conseguir uma pick boa. Mas sinceramente? Isso não justifica a vergonha que alguns times tão passando em quadra.

    Silver disse que uma reunião especial deve rolar em maio pra votar as mudanças. Ou seja, não é só conversa – eles vão mesmo mexer nas regras antes do draft e da agência livre. Os times vão entrar na próxima temporada já sabendo como é que é.

    A situação do Giannis preocupa

    E por falar em situações estranhas, vocês viram a confusão com o Giannis? A NBPA (sindicato dos jogadores) soltou uma nota defendendo o cara, dizendo que os Bucks querem “descansar” ele pelo resto da temporada. Sendo que o Greek Freak tá saudável e querendo jogar.

    Silver admitiu que ficou surpreso com a declaração do sindicato: “Antes desse comunicado, não sabíamos que havia um problema”. Agora a liga vai investigar se Milwaukee tá mesmo forçando o Giannis a ficar no banco pra melhorar as chances no draft.

    Cara, imagina a situação: você é o melhor jogador do seu time, tá 100% fisicamente, quer jogar, mas a franquia prefere que você fique em casa assistindo Netflix. É de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    Hora de mudanças reais

    O que mais me chamou atenção foi o tom do Silver. O cara tá genuinamente irritado com essa situação do tanking. E olha, não é pra menos – ver times da NBA jogando pior que universitário só pra pegar uma pick melhor é deprimente.

    A questão é: como resolver? Porque já tentaram mexer na loteria algumas vezes e os times sempre dão um jeito de burlar o sistema. Talvez seja hora de mudanças mais drásticas mesmo.

    Uma coisa é certa: se a mudança vier mesmo antes da próxima temporada, vai ser interessante ver como as franquias vão se adaptar. E quem sabe a gente finalmente veja jogos competitivos do começo ao fim da temporada regular.

    E vocês, o que acham que o Silver deveria fazer pra acabar de vez com o tanking? Porque do jeito que tá não dá mais pra aguentar.

  • SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    Galera, parece que finalmente tá acontecendo. Depois de 20 anos esperando, Seattle pode estar voltando pra NBA — e com o nome SuperSonics de volta!

    A liga aprovou por unanimidade o início do processo de expansão, e Seattle é uma das duas cidades na mira (a outra é Las Vegas). O preço? Entre 7 e 10 bilhões de dólares por franquia. É dinheiro que não acaba mais.

    A diferença é que Seattle já tem história

    Enquanto Las Vegas vai ter que criar tudo do zero — nome, logo, identidade —, Seattle tem uma vantagem absurda: pode simplesmente ressuscitar os SuperSonics. E cara, que marca é essa! Qualquer fã de NBA que se preze conhece os Sonics.

    O nome veio da Boeing, que na época (1967) estava desenvolvendo um avião supersônico. Genial, né? A franquia ficou em Seattle por 40 anos até 2008, quando foi vendida e virou Oklahoma City Thunder. Sim, aquele mesmo Thunder do Kevin Durant.

    Vocês lembram dos times dos anos 90? Gary Payton, Shawn Kemp, Detlef Schrempf… Que equipe era aquela! Chegaram nas finais de 96 com 64 vitórias na temporada regular, mas esbarraram no Michael Jordan. O que dói até hoje, imagino.

    O título de 79 que ninguém esquece

    Os SuperSonics foram campeões uma vez, em 1979. Time dirigido por Lenny Wilkens e com Jack Sikma como estrela. Bateram Lakers, Suns e Washington Bullets — sendo que tinham perdido pra esse mesmo Washington na final do ano anterior. Que revanche!

    Sinceramente, acho que poucos times tiveram uma identidade tão forte quanto aqueles Sonics dos anos 90. Era basquete bonito de assistir, mesmo perdendo pro Bulls.

    A última vez que eles fizeram playoffs foi em 2005, com Ray Allen e Rashard Lewis. Depois disso, só ladeira abaixo até a mudança pra Oklahoma City em 2008 — um ano depois de draftarem o Kevin Durant. Imaginem se ele tivesse ficado em Seattle…

    2028 pode ser o ano

    Se tudo der certo, as novas franquias começam a jogar na temporada 2028-29. Seattle já tem arena (Climate Pledge Arena) e, mais importante, tem uma base de fãs que nunca desistiu. Já vi muito fã dos Sonics por aí que até hoje usa a camisa do time.

    E aí, vocês acham que vai rolar mesmo? Eu tô bem confiante dessa vez. A NBA tá com sede de expandir, Seattle nunca parou de querer a volta, e agora tem dinheiro suficiente circulando pra fazer acontecer.

    Uma coisa é certa: se os SuperSonics voltarem, vai ser uma festa que o mundo todo vai querer ver.

  • Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Olha, essa é uma daquelas histórias que dá arrepio só de pensar. A Butler acabou de contratar Ronald Nored como novo head coach, e cara, que jogada perfeita! O cara jogou nas duas finais consecutivas do March Madness em 2010 e 2011 — vocês lembram daqueles times do Brad Stevens que quase ganharam tudo?

    Nored não é qualquer um não. Além de ter sido um monstro defensivo na faculdade (duas vezes melhor defensor da Horizon League), o cara passou os últimos anos na NBA como assistente técnico. Três temporadas no Atlanta Hawks, e antes disso rodou por Indiana Pacers, Charlotte Hornets e Boston Celtics. Resumindo: o homem sabe o que tá fazendo.

    De jogador lendário a técnico principal

    “Trabalho dos sonhos não faz justiça ao que sinto sobre liderar o programa da Butler”, disse Nored. E olha, dá pra sentir a emoção nas palavras dele. O cara literalmente derramou sangue e suor por essa camisa — são 143 jogos disputados (recorde do programa) e 16 aparições em playoffs. Isso é dedicação, galera.

    O que mais me impressiona é que a contratação não foi só nostalgia. O diretor atlético Grant Leiendecker foi claro: “Não contratamos ele pela história aqui, mas pela visão do que podemos nos tornar”. Traduzindo: querem alguém que transforme o programa, não só alguém que relembre os bons tempos.

    Butler precisa de um restart urgente

    Vamos falar a real aqui: Butler tá precisando de uma mexida faz tempo. O time terminou 16-16 nesta temporada (nem positivo ficou!) e não vai pra March Madness desde 2018. Para um programa que chegou em duas finais consecutivas, isso dói demais.

    Thad Matta, o técnico anterior, se aposentou semana passada mas vai continuar na universidade como assistente especial. Nada contra o cara, mas talvez era hora mesmo de uma cara nova no comando.

    E aí, acham que Nored consegue trazer a magia de volta pra Butler? Sinceramente, eu tô otimista. Quando você coloca alguém que viveu na pele o sucesso do programa e ainda tem experiência NBA como assistente… cara, isso tem tudo pra dar certo. Só espero que ele consiga colocar suas próprias digitais no time e não fique vivendo só do passado glorioso.

  • Warriors renovam com Yurtseven por mais 10 dias – aposta ou desespero?

    Warriors renovam com Yurtseven por mais 10 dias – aposta ou desespero?

    Os Warriors decidiram dar mais uma chance para o pivô turco Omer Yurtseven. O cara assinou um segundo contrato de 10 dias com Golden State, e olha, sinceramente? Não esperava essa renovação.

    A situação é simples: com Draymond Green suspenso e algumas lesões no garrafão, Steve Kerr precisa de corpos. Yurtseven virou a opção disponível — não necessariamente a melhor, mas a que tá ali.

    Os números não mentem (e não impressionam)

    Em cinco jogos pelos Warriors, o turco tá fazendo 3.2 pontos e 3.2 rebotes em pouco mais de 11 minutos por jogo. São números… como posso dizer… modestos? Mas é exatamente o que Golden State esperava dele: um cara pra ocupar espaço e não atrapalhar quando os titulares precisam descansar.

    Yurtseven não é aquele pivô dominante que vai mudar os rumos de uma partida. Ele é mais aquele jogador que você coloca ali pra fazer as coisas básicas — pegar alguns rebotes, fazer uma falta dura quando precisa, talvez uma bandejinha ou outra.

    Estratégia dos Warriors faz sentido?

    Na minha visão, essa renovação é mais sobre necessidade do que empolgação. Os Warriors tão numa situação complicada no garrafão, e qualquer opção minimamente decente vira ouro.

    O interessante é que Yurtseven já rodou bastante pela liga — passou por Miami, Utah, teve uma passagem pelo desenvolvimento… É um desses caras que sempre fica na beirada de conseguir uma vaga fixa na NBA.

    Vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser só mais um contrato temporário até os Warriors arrumarem algo melhor? Porque convenhamos, 10 dias na NBA hoje em dia passa voando.

    O time de Golden State tá claramente fazendo experiências na posição 5. Com Looney envelhecendo e poucas opções no banco, qualquer cara que mostre o mínimo de competência pode acabar ganhando uma oportunidade maior.

    Por enquanto, Yurtseven ganhou mais 10 dias pra provar seu valor. No basquete da NBA, às vezes é isso que basta pra mudar uma carreira inteira.

  • Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Olha só que história bacana: o Brooklyn Nets decidiu dar mais uma chance pro Malachi Smith, renovando o contrato de 10 dias do cara. E cara, isso é bem significativo porque agora a situação é do tipo “vai ou racha” — se o Nets quiser manter o garoto depois desses 10 dias, vai ter que assinar ele pelo resto da temporada.

    Smith tem 1,93m e vem jogando de armador/ala-armador. Nas seis partidas que disputou no primeiro contrato de 10 dias, o moleque fez uma média de 6.2 pontos, 2.2 rebotes, 2.7 assistências e 1 roubo de bola em quase 20 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas pelo visto impressionaram o técnico Jordi Fernandez, que elogiou publicamente a atuação do jogador.

    De Gonzaga pro sonho da NBA

    A história do Smith é daquelas que a gente gosta de acompanhar. Saiu de Gonzaga em 2023 sem ser draftado — mais um pra lista dos “rejeitados” que tentam provar seu valor na liga. Sinceramente, eu sempre torço por esses caras que chegam pela porta dos fundos. Tem algo de David contra Golias aí que me emociona.

    E o timing não podia ser melhor pro garoto. O Nets tá numa fase de reconstrução total, experimentando peças, vendo quem encaixa no quebra-cabeças. É exatamente o tipo de ambiente onde um jovem como o Smith pode florescer.

    Agora é tudo ou nada

    A pressão tá aí: esses próximos 10 dias são decisivos. Smith sabe que precisa continuar mostrando serviço se quiser garantir uma vaga no elenco até o final da temporada. E olha, considerando que ele já conquistou a confiança do técnico, as chances parecem boas.

    Vocês acham que ele consegue se firmar de vez no Nets? Eu tô na torcida. Sempre é legal ver esses underdog conseguindo uma oportunidade real na NBA. E quem sabe não vira mais uma daquelas histórias inspiradoras de jogador que ninguém queria e que acabou fazendo carreira?

    Vamos acompanhar esses próximos jogos. Se o Smith mantiver esse nível de jogo e continuar contribuindo do jeito que o Fernandez gosta, pode ser que a gente esteja vendo o nascimento de mais um rotation player sólido na liga.

  • McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    Olha, eu tô começando a ficar animado com essa notícia. Miles McBride, que tá fora desde 27 de janeiro por causa de uma lesão no core (aquela região do abdômen que é fundamental pra estabilidade), parece que finalmente tá próximo de voltar pros Knicks.

    O cara fez cirurgia pra corrigir o problema e a franquia sempre falou que esperava ter ele de volta antes do fim da temporada regular. E pelo visto, não tavam mentindo não.

    Sinais positivos na preparação

    Na terça-feira, antes do jogo contra o New Orleans Pelicans, McBride fez todo o aquecimento normal dele. Isso é um baita sinal, gente. Quando um jogador lesionado volta a fazer a rotina completa de pregame, é porque tá bem próximo mesmo de retornar.

    Claro que ele ainda não foi oficialmente liberado no relatório médico dos Knicks, mas os indícios são todos positivos. E cara, que falta esse garoto tem feito!

    Por que a volta dele é tão importante

    Antes de se machucar, McBride tava vivendo a melhor temporada da carreira dele. Os números não mentem: 12,9 pontos por jogo, 2,6 rebotes e 2,8 assistências em 28 minutos de quadra. Mas o que mais impressiona é o arremesso de três pontos — 42% de aproveitamento em quase 7 tentativas por jogo. Isso é produção de titular disfarçado de sexto homem!

    Sinceramente, acho que os Knicks sentiram demais a ausência dele. O banco ficou bem mais fraco sem essa produção ofensiva constante que o McBride oferece. E com os playoffs chegando, ter esse tipo de jogador disponível pode fazer toda a diferença.

    Vocês acham que ele volta a tempo de pegar ritmo antes dos playoffs? Porque uma coisa é voltar de lesão, outra é voltar já no nível que ele tava antes. Mas pelo menos ter a opção já é um alívio e tanto pra Tom Thibodeau.

  • LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    Cara, vocês lembram do Project B? Aquela liga meio misteriosa que tava tentando revolucionar o basquete mundial? Pois é, agora ficou mais sério. Maverick Carter — o cara que cuida dos negócios do LeBron há décadas — voltou como conselheiro da parada.

    E olha só o que o co-fundador Grady Burnett falou pro The Athletic: eles querem “estender a carreira de jogadores estabelecidos”. Traduzindo? Tão de olho nos veteranos da NBA que ainda têm muito basquete pra mostrar mas talvez queiram algo diferente.

    O plano é ambicioso demais

    Sinceramente? Eu não sei se acredito nessa história toda. A ideia é lançar divisões masculina e feminina em novembro, rodando até abril em sete cidades da Ásia, Europa e América do Sul. Tudo transmitido pelo YouTube.

    Mas aqui vem o detalhe que me deixa maluco: a liga masculina vai rolar AO MESMO TEMPO que a NBA. Ou seja, qualquer jogador da NBA que quiser participar vai ter que escolher — ou fica na melhor liga do mundo ou vai pra essa aventura nova.

    As regras da NBA nem permitem que os caras assinem com outras organizações. Como é que vai funcionar isso?

    LeBron no centro da polêmica

    O King vai ser agente livre no final desta temporada e — pasmem — não tá mais interessado em comprar uma franquia de expansão da NBA em Las Vegas. Coincidência? Eu acho que não.

    Por enquanto, os caras confirmaram que ainda não falaram com LeBron sobre jogar na liga. Mas convenhamos, com o Carter de volta e aquele vídeo do Instagram que circulou no verão passado com LeBron, Raznatovic (agente do Jokic) e o pessoal do Project B… a coisa tá ficando interessante.

    Na divisão feminina eles já pescaram peixes grandes: Alyssa Thomas, Jonquel Jones e Nneka Ogwumike. E os jogadores vão ganhar participação acionária na liga — não é só salário, é sociedade mesmo.

    Vocês acham que isso vai pra frente? Uma liga concorrendo diretamente com a NBA me parece loucura, mas com esse pessoal envolvido… sei não, viu. Pode ser que a coisa seja mais séria do que parece.

  • Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Olha, eu não vou mentir: quando vi que o Billy Donovan pode estar na mira da North Carolina, pensei “faz sentido mesmo”. O cara tá vivendo um pesadelo em Chicago há anos, e talvez seja hora de voltar às origens no basquete universitário.

    A situação é a seguinte: os Bulls vão ficar de fora dos playoffs DE NOVO, e parece que o Donovan tá sendo cotado como bode expiatório. Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, rola uma especulação pesada de que o técnico pode dar uma pausa dessa bagunça toda que virou Chicago e repensar o que ele quer da carreira.

    O fracasso em Chicago

    Vamos aos fatos: desde que chegou em 2020, Donovan classificou os Bulls pros playoffs apenas UMA vez. Uma! Foi em 2021-22, quando tomaram uma surra do Milwaukee Bucks em cinco jogos. Para um time que tinha tantas expectativas com a chegada do DeMar DeRozan e do Zach LaVine healthy, é decepcionante demais.

    O Arturas Karnisovas contratou o Donovan logo que assumiu o cargo de GM, mas sinceramente? A química nunca colou. É aquela situação clássica: técnico bom, jogadores bons, mas o negócio simplesmente não funciona. Às vezes acontece no basquete.

    Volta às raízes universitárias?

    Agora a North Carolina quer substituir o Hubert Davis, e o nome do Donovan tá no topo da lista, segundo o Jeff Borzello da ESPN. E cara, faz todo sentido. O homem ganhou DOIS títulos nacionais pela Florida antes de partir pro Thunder em 2015 — justamente na última temporada do Kevin Durant em Oklahoma City.

    Na universidade ele era monstro. Dois títulos consecutivos (2006 e 2007) com aqueles times absurdos que tinham o Al Horford, Joakim Noah, Corey Brewer. Era basquete de alta qualidade e resultados concretos.

    Vocês acham que ele deveria mesmo voltar pro universitário? Eu acho que sim. Às vezes a NBA não é pra todo mundo, e não tem problema nenhum nisso. O Donovan provou que sabe treinar — talvez Chicago que seja o problema, não ele.

    Se rolar essa mudança, vai ser interessante ver como os Bulls vão se reorganizar. Porque convenhamos: esse time precisa de uma reformulação geral, começando pelo técnico.

  • NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    Cara, segurem os cavalos porque a NBA tá prestes a fazer uma grana ABSURDA com expansão. Estamos falando de US$ 20 bilhões — isso é mais de R$ 100 bilhões na cotação atual. E o mais louco? Cada um dos 30 donos atuais vai embolsar pelo menos US$ 650 milhões só com as franquias americanas.

    Na minha visão, isso muda completamente o jogo. A liga votou oficialmente na quarta-feira pra buscar expansão doméstica, com Las Vegas e Seattle na mira, além da tal NBA Europe que deve começar em 2027.

    Seattle quer vingança, Vegas quer sua primeira chance

    Seattle perdeu o SuperSonics em 2008 (que virou o Thunder de Oklahoma City), e desde então a cidade não para de fazer lobby pra voltar. A dona do Kraken de hockey, Samantha Holloway, tá movendo céus e terras pra trazer a NBA de volta. Inclusive, ela acabou de criar uma empresa guarda-chuva pro Kraken e a Climate Pledge Arena — que, olha só, foi construída pensando no basquete também.

    Las Vegas é outro papo. A cidade que nunca dorme quer sua primeira franquia da NBA, e pelo que parece, vai ter briga feia entre vários grupos interessados. Sinceramente? Faz todo sentido. A cidade já tem os Golden Knights (NHL) e os Raiders (NFL) bombando.

    Europa entra no páreo com força total

    Mas o negócio não para por aí. A NBA Europe vai ter entre 10 e 12 times espalhados por Londres, Paris, Berlim, Madrid e Barcelona. Os grupos interessados? PSG, Real Madrid, AC Milan… e até fundos soberanos da Arábia Saudita estão na jogada.

    Cada licença europeia deve custar entre US$ 300-500 milhões, e a NBA vai ficar com 50% da liga. É praticamente impossível dar errado financeiramente falando.

    Vocês acham que isso vai diluir o produto? Ou pelo contrário, vai globalizar ainda mais o basquete? Eu tô dividido, mas uma coisa é certa: com o Celtics valendo US$ 6,1 bilhões e os Lakers US$ 10 bilhões, ter uma franquia da NBA hoje é praticamente imprimir dinheiro.

    O prazo pra primeira rodada de propostas europeias é 31 de março. Vai ser interessante ver quem entra com força nessa disputa. Uma coisa eu tenho certeza: os donos atuais da NBA vão dormir muito bem sabendo que cada um vai ganhar pelo menos meio bilhão de dólares só por existir.