Tag: All-NBA

  • Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Galera, chegou aquela notícia que todo GM da NBA fica de olho: o salary cap projetado pra temporada 2026-27 saiu, e não é brincadeira. Segundo o Shams Charania da ESPN, estamos falando de $165 milhões – um salto de quase $10 milhões comparado com os $154,7 milhões desta temporada.

    Olha, eu sempre fico impressionado com esses números absurdos. Pra vocês terem ideia, isso representa mais grana do que muitos países movimentam em esporte por ano inteiro. Mas o que mais me chamou atenção foi uma coisa: a projeção inicial era $1 milhão MAIOR. Por que a queda? Receita de mídia local em baixa.

    E não para por aí – os ‘aprons’ também sobem

    Não é só o salary cap que muda, pessoal. O salary floor (o mínimo que os times têm que gastar) vai pra $149 milhões. Já o tax level – aquele limite que quando você passa, começa a pagar multa pesada – ficará em $201 milhões.

    Os famosos aprons, que são basicamente os níveis de punição pra quem gasta demais, também sobem. O primeiro apron vai pra $209 milhões e o segundo pra $222 milhões. Sinceramente? Esses números me deixam meio zonzo.

    Pra comparar com a temporada atual: o salary floor tá em $139,2 milhões, o primeiro apron em $195,9 milhões e o segundo em $207,8 milhões. É um aumento considerável em todos os aspectos.

    Quem tá gastando o quê hoje?

    Aqui fica interessante. Segundo o Spotrac, 29 dos 30 times da NBA estão ACIMA do soft salary cap nesta temporada. O único que não passou foi o Brooklyn Nets, com $150,5 milhões. O Memphis Grizzlies aparece com a segunda menor folha: $157,1 milhões.

    E quem tá bancando a festa toda? Golden State Warriors, monstros, com uma folha de $234 milhões! Sendo que $205,3 milhões disso conta pros aprons. Cara, deve ser uma dor de cabeça administrativa gigantesca.

    Na minha visão, essa escalada nos valores só mostra como a NBA continua crescendo financeiramente. Mas será que isso não vai acabar criando uma disparidade ainda maior entre times grandes e pequenos? O que vocês acham – esse aumento é sustentável a longo prazo?

  • Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Steve Kerr tá martelando a mesma tecla há anos, e sinceramente? Eu concordo com o cara. O técnico do Warriors voltou a falar sobre encurtar a temporada da NBA — de 82 para 72 jogos — e dessa vez foi bem direto: “Aceito ganhar menos se isso significar um produto melhor”.

    Olha, eu entendo a posição dele. Desde 2017 o Kerr vem batendo nessa tecla, mas agora parece que tá mais convicto ainda. Depois daquela derrota pros Jazz semana passada, ele falou que uma temporada menor criaria “uma liga mais competitiva e mais saudável”. E antes do jogo contra o Knicks no domingo, mandou a real: todo mundo da NBA deveria ter uma “discussão séria” sobre isso.

    A realidade financeira que ninguém quer encarar

    Mas aí que tá o problema — e o Kerr sabe disso. Menos jogos significa menos TV, menos ingressos, menos grana pra todo mundo. “Sei que menos jogos significam menos receita, todo mundo ganharia menos, e eu tô disposto a colocar minha cara a tapa e dizer que sou a favor disso”, disse o técnico.

    Cara, isso é coragem ou loucura? (Ou os dois, né?)

    A NBA é um negócio antes de tudo. Donos de time e jogadores vão aceitar ganhar menos? Duvido muito. A teoria é que com menos jogos disponíveis, a demanda aumentaria, e cada partida valeria mais. Faz sentido no papel, mas na prática… quem vai aceitar o corte no salário?

    O corpo humano não aguenta mais

    A questão física é real, gente. Quando o Kerr assumiu o Warriors em 2014-15, a NBA tinha uma média de 93.9 posses por jogo. Hoje? 99.3. O jogo tá mais rápido, mais intenso.

    E não é só velocidade — é movimento lateral, paradas bruscas, explosões constantes. Os caras cobrem muito mais espaço em quadra hoje. Em 2013-14, o Spurs liderava a liga “correndo” 17.8 milhas por jogo. Hoje esse número colocaria o time apenas na 17ª posição.

    O resultado? Mais lesões musculares, menos treinos (o próprio Kerr reclamou que ficou 8 dias numa road trip sem conseguir treinar nem uma vez), e jogadores constantemente no departamento médico.

    Na minha visão, o Kerr tá certo. 82 jogos em seis meses é desumano com o ritmo atual. Mas vai convencer os caras a abrir mão de milhões? Essa é mais difícil que uma enterrada do Nate Robinson.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar a grana por um basquete de mais qualidade?

  • Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Cara, eu nunca pensei que ia concordar tanto com Erik Spoelstra sobre uma polêmica de tanking, mas aqui estamos. E olha que coisa: o cara falou exatamente o que precisava ser dito depois daquela loucura do Bam Adebayo fazer 83 pontos contra os Wizards na semana passada.

    Pra quem perdeu o episódio (e sinceramente, onde vocês estavam?), o Bam simplesmente resolveu destruir Washington de uma forma que deixou o Kobe em segundo lugar na lista de maior pontuação em um jogo da história da NBA. Oitenta e três pontos. É muito absurdo isso.

    A revolta foi geral, mas Bam não tá nem aí

    Lógico que a galera ficou pistola. Fãs dos Lakers chorando pelo Kobe, puristas do basquete reclamando da ética… Mas o Bam? Zero preocupação. “Se vocês estão bravos, eu não ligo”, foi a resposta dele.

    E ele ainda jogou a culpa no técnico Brian Keefe: “Vocês estão me culpando? Culpem o técnico que deixou eu jogar um contra um o jogo inteiro até eu ter 70 pontos e só depois mandou a dupla marcação. Nessa altura eu tinha 70 com nove minutos pra acabar o jogo. Vocês acham que eu não ia tentar?”

    Honestamente? Ele tá certo. Qualquer jogador da NBA faria a mesma coisa nessa situação.

    Spoelstra defendeu o tanking e eu aplaudin de pé

    Aqui que a coisa fica interessante. O Spoelstra não só defendeu seu jogador (“não peço desculpas pra absolutamente ninguém”) como também chamou os Wizards na lata: “a organização deles está tentando perder”.

    Mas ó que sacada genial — ele emendou dizendo que não tem problema nenhum nisso: “Se você pode fazer tanking e conseguir uma boa escolha no draft, eu não ligo. Você pode fazer o que quiser nessa liga. Pode abordar da forma que quiser.”

    FINALMENTE alguém falou a real sobre tanking sem hipocrisia! Tank Watch (como os gringos chamam) tá aplaudindo de pé essa defesa da liberdade de tankar.

    E sinceramente, os Wizards estão fazendo um trabalho monstro nessa temporada. Perderam 12 jogos seguidos e só mandaram dupla marcação no Bam quando já era tarde demais. Keefe ainda admitiu que o quarto período “não foi um jogo real de basquete”. Missão cumprida, né?

    Outros times vão tentar a mesma?

    A pergunta que fica no ar é: será que outros jogadores vão tentar fazer a mesma coisa contra times que estão claramente tankando? Dois dias depois do Bam, o Luka fez 51 contra os Bulls.

    Lógico que o Luka consegue fazer isso contra qualquer time, mas imaginem jogadores menos conhecidos tentando entrar pra história contra essas equipes que estão de férias antecipadas?

    E aí, vocês acham que é válido esse negócio de deixar o cara fazer 83 pontos ou os Wizards deviam ter parado antes? Na minha visão, se o time decidiu tankar, tem que aguentar as consequências — e uma delas pode ser virar ponto de referência histórico pros adversários.

    Os Wizards assumiram a liderança do tanking com esses 16 vitórias em 67 jogos. Tá sendo uma obra de arte mesmo.

  • Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Gente, eu já vi muita coisa maluca na NBA, mas o que o Alex Caruso fez ontem contra o Magic foi de outro planeta. O cara literalmente bloqueou um arremesso COM O TÊNIS. Com o tênis mesmo!

    Vou explicar a loucura: final do segundo quarto, Thunder x Magic. Caruso perdeu o equilíbrio numa jogada defensiva e o tênis escorregou do pé. Normal, acontece. Mas aí que tá — a jogada continuou rolando e o maluco, ao invés de ficar parado esperando a bola sair, pegou o tênis na mão e continuou defendendo!

    A jogada mais absurda do ano

    O Wendell Carter Jr. tocou a bola pro Tristan da Silva, que tentou o arremesso. E o Caruso? Simplesmente deslizou e usou o próprio tênis pra bloquear a bola. Bloqueou limpo, hein! Pegou só na bola mesmo, técnica perfeita.

    Claro que os árbitros não deixaram passar batido — goaltending (interferência) e falta técnica na conta dele. Mas sinceramente? Todo mundo tá pouco se lixando pras faltas. Esse cara acabou de entrar pra história da liga com essa jogada.

    Caruso sendo Caruso

    Olha, quem acompanha o Caruso sabe que o cara é assim mesmo — faz de tudo pra ganhar. Já jogou no Lakers, sempre foi aquele sexto homem que dá o sangue em quadra, e agora no Thunder continua sendo o mesmo guerreiro de sempre.

    Mas isso aqui foi next level. Eu nunca tinha visto alguém usar um tênis como extensão da defesa. E olha que já assisto NBA há anos, já vi de tudo — desde enterradas absurdas até jogadas de QI 200. Mas bloquear com o calçado? Primeira vez.

    Vocês acham que vamos ver alguém mais tentando essa técnica inovadora do Caruso? Porque eu tenho certeza que os moleques nos playgrounds pelo Brasil inteiro já tão tentando replicar essa defesa revolucionária!

    O Thunder ganhou o jogo no final, então tá tudo certo. Mas o importante mesmo não foi o resultado — foi ver um cara que transformou a perda de um tênis numa das jogadas mais icônicas da temporada. Caruso, meu mano, você é um monstro!

  • KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    Cara, que momento histórico estamos vivendo. Kevin Durant e LeBron James podem estar se enfrentando pela última vez na temporada regular hoje à noite, e sinceramente? Pode ser a última vez que vemos esses dois monstros se encarando na NBA. LeBron vai fazer 42 anos em dezembro e ninguém sabe se ele volta na próxima temporada.

    Na segunda-feira, os Lakers foram até Houston e ganharam de 100 a 92, estendendo uma sequência absurda de seis vitórias seguidas. Mas olha, eu não tô comprando essa história toda não. É fácil ganhar em casa — e foi exatamente isso que o Lakers fizeram contra Minnesota, New York e Denver. O jogo de segunda foi o primeiro teste de verdade na estrada, e mesmo assim…

    Durant assumiu a culpa (e isso me preocupa pelos Lakers)

    O que mais me chamou atenção foi o Kevin Durant assumindo toda a responsabilidade pela derrota. “Eu senti que perdi o jogo para a gente”, disse o KD após ser limitado a apenas 18 pontos. Sete turnovers do cara que sempre foi cirúrgico com a bola. Uma das perdas de bola foi numa violação de 8 segundos — coisa que você vê uma vez por ano.

    Mas aqui entre nós: quando o Kevin Durant assume a culpa publicamente assim, pode ter certeza que ele vai voltar com tudo no jogo seguinte. O cara é orgulhoso demais para aceitar uma performance dessas duas vezes seguidas.

    E tem um detalhe importante — os Rockets não têm um armador de verdade desde que o Fred VanVleet se machucou em setembro. Quando a defesa adversária força a bola sair da mão do Durant nos momentos decisivos, o time fica perdido. Não é à toa que Houston tem o sétimo pior net rating da liga no clutch.

    Doncic dominando, LeBron aceitando papel secundário

    Do lado dos Lakers, o Luka Doncic tá simplesmente voando. 36 pontos na segunda, liderando a liga em pontuação com 32.9 por jogo. O cara tá -1400 para ganhar o título de cestinha pela segunda vez na carreira — ou seja, praticamente garantido.

    E o LeBron? Olha, é impressionante como ele aceitou esse papel de terceira opção ofensiva. 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências na segunda. O técnico J.J. Redick foi claro: “O melhor para nosso time é ele sendo o terceiro jogador com maior uso”.

    Isso me faz pensar… será que estamos vendo realmente os últimos suspiros do Rei? As odds dele se aposentar após esta temporada estão em +400. Não sei vocês, mas eu sinto que ele ainda tem lenha para queimar.

    Por que acredito na vingança dos Rockets

    Os Lakers estão bem posicionados — terceiro lugar no Oeste, 1.5 jogo à frente justamente dos Rockets. Conseguir essa terceira posição significa evitar o Oklahoma City até as finais de conferência, o que é gigante.

    Mas eu tenho um feeling de que hoje vai ser diferente. Primeiro, porque é em casa para Houston. Segundo, porque o Durant vai estar com sangue nos olhos após aquela performance de segunda. E terceiro… bem, às vezes o basquete é sobre momentum, e eu sinto que a sequência dos Lakers pode parar hoje.

    O over/under do KD está em 24.5 pontos, e eu apostaria no over sem pensar duas vezes. Quando esse cara se sente humilhado, ele responde. Lembro de três jogos atrás quando ele fez só 11 pontos contra Denver e depois voltou com 32 no jogo seguinte.

    E aí, vocês acham que KD consegue a vingança ou os Lakers mantêm essa sequência histórica?

  • Lakers subindo no Power Rankings – será que é pra valer mesmo?

    Lakers subindo no Power Rankings – será que é pra valer mesmo?

    Cara, preciso confessar uma coisa: eu tô meio dividido com esses Lakers. Nove vitórias em dez jogos? Ok, impressiona. Mas será que é contender de verdade ou só mais uma sequência boa que vai desabar quando apertar o bicho?

    O Thunder continua sendo aquele monstro que a gente já conhece. Com Ajay Mitchell, Isaiah Hartenstein e Alex Caruso de volta, a defesa deles tá simplesmente sufocando os adversários. Nove vitórias seguidas e 12 dos últimos 13 jogos — isso é coisa de time que quer título mesmo.

    Lakers no top 3: hype ou realidade?

    Agora, sobre os Lakers subirem pro terceiro lugar no Power Rankings… olha, eu admito que não esperava isso. Não faz muito tempo que eles apanhavam de qualquer time decente que enfrentava. Mas aí o Luka Dončić resolve acertar mais de 40% das bolas de três desde janeiro e — pô, quando aquele step-back dele tá caindo, o cara vira outro nível de jogador.

    O que me chamou atenção foi terem batido Knicks, Wolves, Nuggets e Rockets nessa sequência. Não são times qualquer, né? Mas sinceramente, ainda acho que eles tão mais naquela categoria dos Knicks e Wolves — times bons, mas que você não botaria a mão no fogo numa série longa de playoffs.

    Spurs continuam voando com Wemby

    Os Spurs tão numa pegada absurda também. 18 vitórias em 19 jogos com o Wembanyama em quadra — e olha que levaram o Denver até o final mesmo sem o francesão na quinta passada. Quando o moleque tá jogando, o time massacra os adversários por 23 pontos a cada 100 posses. É coisa de maluco mesmo.

    E os Celtics? Bom, o Jayson Tatum ainda tá se readaptando depois da lesão, mas já dá pra ver que o cara não perdeu nada. Perderam pro Thunder e pros Spurs (essa depois que o Jaylen Brown foi expulso cedo), mas nada que abale muito o standing deles.

    A real é que Thunder e Spurs tão num patamar diferente mesmo. Nuggets e Celtics logo atrás. Agora, esses Lakers… vocês acham que conseguem manter essa pegada nos playoffs? Porque uma coisa é ganhar nove de dez na temporada regular, outra é aguentar a pressão de uma série eliminatória.

    No final das contas, resta pouco mais de um mês de temporada regular. Logo logo vamos descobrir se esse Lakers é pra valer ou se é só mais um daqueles times que fazem barulho e somem quando a coisa fica séria.

  • Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Pessoal, vocês viram essa bomba? A NBA tá séria mesmo sobre a expansão e pode ser que Seattle e Las Vegas ganhem times novos já na temporada 2028-29. Cara, eu sempre achei que isso era só conversa, mas agora as coisas estão esquentando de verdade.

    O processo todo é bem interessante — e meio cruel também, não vou mentir. Na minha opinião, ver como seria um expansion draft hoje já dá uma noção do caos que seria redistribuir o talento da liga.

    Como funcionaria esse expansion draft?

    Olha, as regras ainda podem mudar, mas a base é assim: cada um dos 30 times atuais pode proteger até 8 jogadores, mas TEM que deixar pelo menos um desprotegido. Imagina só a dor de cabeça dos GMs! “Cara, eu protejo o veterano ou aposto no moleque?”

    Os dois novos times (Seattle e Vegas, pelo visto) então podem escolher um jogador de cada franquia existente. É tipo um draft reverso — você tá pegando jogadores já prontos, mas obviamente não os melhores de cada equipe.

    O mais louco? Estão falando em valores de 7 a 10 bilhões de dólares por franquia. Isso é muita grana, monstro! E faz sentido os donos estarem considerando — dilui um pouco a participação de cada um na liga, mas o bolo fica bem maior.

    O que esperar desse talento disponível?

    Sinceramente, acho que seria uma mistura bem interessante. Você teria alguns nomes grandes que os times não conseguiriam proteger (Zion em Seattle seria surreal), jogadores em final de contrato que poderiam render uma boa, e também alguns contratos ruins que os times adorariam se livrar.

    Tyler Herro em Vegas também faria sentido — um cara que ainda tem potencial, mas que talvez Miami não conseguisse proteger dependendo de como tá o roster deles. E olha que ironia: Vegas recebendo um jogador que já tem aquela pegada de apostador nas mãos quentes dele.

    O timing também é perfeito. 2028 dá tempo suficiente pra organizar tudo direitinho, construir as arenas se necessário, e fazer um marketing pesado. Seattle especialmente tá doida pra ter um time de novo — desde que perderam os Sonics pro Oklahoma City em 2008, a cidade vive pedindo um time de volta.

    E aí, quem vocês acham que protegeriam?

    Cara, imagina a situação de times como os Lakers. LeBron provavelmente já tá aposentado em 2028, então fica mais fácil. Mas e equipes que tão no meio da reconstrução? Vão proteger os veteranos ou apostar na molecada?

    O Warriors seria interessante também. Curry já vai ter 40 anos — ainda protegem ele? Klay? Draymond? Ou focam nos jovens que podem estar surgindo até lá?

    Uma coisa é certa: expansion draft sempre mexe com todo mundo. Não é só os dois times novos que mudam — a liga inteira se reorganiza. Jogadores que estavam confortáveis de repente podem estar em uma cidade completamente diferente, com uma cultura de time nova.

    Pessoalmente, acho que seria mágico ver Seattle de volta. A atmosfera lá sempre foi absurda, e Vegas… cara, imagina os jogos em Vegas? A NBA já é entretenimento puro, agora coloca isso na capital mundial do entretenimento.

    O que vocês acham? Quais jogadores iriam bem nessas duas cidades? E mais importante: acham que realmente vai rolar ou é só mais uma especulação que vai morrer na praia?

  • Giannis quer jogar, mas os Bucks querem mandá-lo pra casa

    Giannis quer jogar, mas os Bucks querem mandá-lo pra casa

    Olha, se dependesse da diretoria dos Milwaukee Bucks, o Giannis já taria em casa assistindo Netflix até a próxima temporada. Mas o cara simplesmente se recusa a parar de jogar, mesmo com a temporada completamente perdida.

    A situação tá tensa lá em Milwaukee. O Greek Freak machucou o joelho esquerdo depois de uma enterrada contra o Indiana Pacers no domingo passado — hiperestensão e uma contusão óssea que deve deixá-lo fora por pelo menos uma semana. Só que segundo o The Athletic, a franquia quer que ele pare por aí mesmo e não volte mais nesta temporada.

    E o Giannis? Mandou um “nem pensar” bem claro pra diretoria.

    Uma temporada de hospital

    Cara, que temporada bizarra pro MVP de 2019 e 2020. O cara começou voando — tava absurdo nas primeiras semanas —, mas desde então virou frequentador assíduo do departamento médico:

    Lesão na virilha em novembro (4 jogos fora), duas lesões na panturrilha direita (23 jogos perdidos no total), e agora essa no joelho. Resultado? Apenas 36 jogos disputados numa temporada de 82.

    Sinceramente, o que mais me preocupa são essas lesões repetidas na panturrilha. Isso já aconteceu na temporada passada e nos playoffs de 2024. O próprio técnico Doc Rivers falou que tá “preocupante” essa panturrilha que não para de incomodar.

    Bucks afundando de vez

    Com o Giannis mais tempo no banco médico do que em quadra, Milwaukee tá tendo sua pior temporada em uma década. 28 vitórias e 40 derrotas — tão em 11º no Leste, 6 jogos e meio atrás da vaga do play-in.

    Mano, mesmo se ganhassem todos os 14 jogos restantes (o que é impossível), terminariam com 42-40. Charlotte só precisaria de 8 vitórias em 13 jogos pra ficar na frente. Ou seja: temporada acabou faz tempo.

    Na real, nesse ponto seria melhor pro Bucks perderem de propósito. Eles vão receber a pior escolha de draft entre a deles e a do New Orleans Pelicans, então quanto pior a campanha, melhor a posição no draft. Tão empatados com Chicago como 10º pior time — não seria mal terminar entre os 9 piores.

    Vocês acham que o Giannis vai aceitar ficar fora ou vai insistir em voltar mesmo com tudo perdido? Eu acho que conhecendo o monstro, ele vai querer jogar até o último segundo da temporada. Típico de um competidor nato, mas será que vale o risco de uma lesão mais séria?

  • LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    Cara, lembra quando o LeBron falou que queria ser dono de um time da NBA em Vegas? Pois é, parece que o negócio complicou — e muito.

    A liga deve votar no dia 25 de março sobre a expansão com times em Las Vegas e Seattle. Se 23 dos 30 donos aprovarem (o que é bem provável), aí sim começa a correria pra ver quem vai bancar essas franquias na temporada 2028-29. E olha, não vai ser barato não: estão falando de 7 a 10 bilhões de dólares por time. É isso mesmo que vocês leram — BILHÕES.

    O problema do LeBron

    Mesmo sendo o primeiro jogador ativo a virar bilionário, o King sozinho não consegue bancar essa parada toda. A esperança dele era contar com o Fenway Sports Group — os caras que são donos do Red Sox e do Liverpool, e que o LeBron tem sociedade desde 2011.

    Só que agora veio a bad news: segundo o The Athletic, o Fenway Sports Group não tá interessado em comprar time da NBA justamente por causa desse preço absurdo. E sem eles, fica “menos provável” que o LeBron consiga tocar esse projeto pra frente.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O cara sempre falou com tanta paixão sobre ter um time em Vegas… “É a melhor torcida do mundo, e eu adoraria trazer um time aqui”, disse ele em 2022. Até chamou o Adam Silver pelo nome, olha só a confiança.

    Ainda tem jeito?

    Claro que o LeBron tem outros contatos no mundo dos negócios — o cara é um monstro empresarial. Mas encontrar parceiros dispostos a desembolsar essa grana toda não vai ser moleza.

    E tem outro detalhe: pra ser dono, ele precisa se aposentar primeiro. E até agora nada de anúncio sobre aposentadoria. Aliás, ele vai ser agente livre neste verão, então a situação tá meio em aberto mesmo.

    O que vocês acham? O LeBron consegue dar um jeito de realizar esse sonho ou vai ter que engolir essa? Porque, olha, ver o cara que sempre conseguiu tudo que quis esbarrar numa parede dessas é meio surreal. Mas quando o assunto é dinheiro nessa escala, até o King tem limites.

    Uma coisa é certa: se a expansão for aprovada, vai ser um jogaço ver quem consegue bancar essas franquias. Vegas e Seattle merecem ter times da NBA, mas o preço tá de assustar qualquer um — até bilionário.

  • LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    Gente, eu preciso começar este texto com uma confissão: quando vi essas duas enterradas do LeBron ontem à noite, eu literalmente levantei do sofá gritando. E olha que já são quase 2 da manhã aqui e os vizinhos devem ter achado que eu pirei.

    O cara tem 41 anos. Quarenta e um! Pra vocês terem uma ideia, quando eu tinha essa idade, subir uma escada já me deixava ofegante (mentira, eu só tenho 28, mas vocês entenderam o ponto). E o LeBron? O monstro simplesmente decidiu que ia destruir o Houston Rockets com duas enterradas que pareceram coisa de 2012.

    A primeira enterrada que me fez questionar a física

    A primeira aconteceu ainda no segundo quarto. Marcus Smart com a bola lá na linha dos três, o LeBron fazendo aquela jogadinha linda de cortar por trás da defesa — coisa básica, né? Só que não.

    O passe do Smart saiu alto demais, eu já estava pensando “lá vai bola na arquibancada”, quando do nada o Rei simplesmente VOOU. Pegou a bola atrás da cabeça, numa extensão total que não fazia sentido nenhum, e enterrou com uma força que fez o aro tremer.

    Sinceramente, eu vi isso ao vivo e tive que voltar o lance umas cinco vezes. Como diabos um cara de 41 anos ainda tem essa explosão nas pernas?

    Se acharam que tinha acabado…

    Mal deu tempo de processar a primeira quando veio a segunda. Dois minutos depois, bola solta, LeBron correndo a quadra (o que já é impressionante por si só), LaRavia toca pra ele e…

    Mano, o cara decolou da linha pontilhada. DA LINHA PONTILHADA! Enterrada com duas mãos, com uma força que o Reed Sheppard ficou ali só de enfeite. Eu juro que pensei: “Esse cara fez um pacto com o capeta ou o quê?”

    E vocês sabem qual é a parte mais louca? O LeBron lidera a NBA em pontos de contra-ataque nesta temporada. Com 41 anos, ele ainda é mais rápido na transição que moleques de 20. Como que explica isso?

    Lakers voando alto

    Ah, e por falar nisso, a vitória foi só consequência. Os Lakers venceram por mais uma — já são 10 vitórias nos últimos 11 jogos. LeBron errou apenas UM arremesso na noite toda. UM! Está jogando um basquete de outro planeta.

    Eu sempre falo aqui no Sexto Homem que a gente não pode ficar fazendo drama toda vez que um veterano joga bem. Mas cara, essas duas enterradas foram diferentes. Foi como se o LeBron de Miami tivesse possuído o LeBron de 2026 por uns minutinhos.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível até os playoffs? Porque do jeito que as coisas estão indo, esse Lakers pode ser uma pedra no sapato de qualquer um no Oeste.