Tag: basquete feminino

  • Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Cara, a Hannah Hidalgo é simplesmente monstruosa. 26 pontos, 13 rebotes e 8 roubadas de bola na vitória de 83-73 sobre Ohio State ontem à noite. E o mais louco? A garota fala que nem sabe os próprios números — “eu só tô ali jogando bola”, disse ela. Que humildade absurda pra quem acabou de destroçar um time seeded mais alto no March Madness feminino.

    Com essa performance, Notre Dame garantiu vaga no Sweet 16 pela 15ª vez consecutiva. QUINZE VEZES SEGUIDAS. É tradição já, pessoal. A junior conseguiu seu oitavo double-double da temporada e mostrou mais uma vez por que é considerada uma das melhores guards do país.

    O show de Hidalgo vs o drama de Cambridge

    Olha, eu tenho que dar crédito pra Jaloni Cambridge de Ohio State — a garota fez 41 pontos. QUARENTA E UM. Foi um jogaço individual dela, acertando 13 de 25 arremessos e cinco bolas de três. Mas como ela mesmo disse depois: “41 pontos não importa com uma derrota”.

    E aí que tá o drama todo. Ohio State virou o primeiro time na história do torneio feminino a ser eliminado em casa três anos seguidos. Cara, que maldição é essa? O problema não foram os pontos — foram as 21 bolas perdidas que viraram 25 pontos pra Notre Dame. Cambridge sozinha perdeu sete bolas, igualando seu pior número da temporada.

    “A gente simplesmente não estava cuidando da bola. Precisávamos ser mais inteligentes”, lamentou ela. Sinceramente, dói ver uma performance individual tão absurda sendo desperdiçada por erros coletivos.

    Notre Dame controla quando precisa

    A partida teve seus momentos de tensão. Notre Dame abriu 50-37 no terceiro quarto, mas Ohio State reagiu com uma sequência de 12-4. Cambridge fez seis pontos seguidos e quase empatou o jogo — perdeu um lance livre que deixaria tudo 54 a 54.

    Mas aí que você vê a diferença de um time experiente. Notre Dame não se abalou e respondeu com uma sequência de 12-3 que praticamente definiu o jogo. A maior vantagem foi de 83-65 no finalzinho.

    Vanessa de Jesus fez 15 pontos, enquanto Iyana Moore e Cassandre Prosper contribuíram com 13 cada. Trabalho de equipe que faz a diferença nesses momentos decisivos.

    Agora Notre Dame espera o vencedor de Vanderbilt vs Illinois na próxima fase. E vocês, acham que as Fighting Irish têm time pra brigar pelo título esse ano? Com a Hidalgo jogando nesse nível, eu não duvido de nada.

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.

  • Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Cara, que jogaço! Kentucky acabou de quebrar um jejum de 10 anos sem ir pro Sweet 16 do basquete feminino universitário, e foi do jeito mais emocionante possível: vencendo West Virginia por 74 a 73, literalmente no sufoco.

    Teonni Key foi simplesmente monstruosa — 19 pontos e 10 rebotes. Mas quem realmente decidiu foi Clara Strack, que fez um double-double absurdo: 18 pontos e 15 rebotes. A garota é All-American por algum motivo, né?

    O drama todo

    Kentucky chegou a abrir 14 pontos de vantagem no terceiro quarto (62-48), e eu já tava pensando “matou a parada”. Ledo engano. West Virginia veio com tudo no último período, principalmente com Sydney Shaw metendo 11 dos seus 23 pontos nos 10 minutos finais.

    O negócio ficou tenso mesmo quando Jordan Harrison acertou dois lances livres faltando 1:20, deixando West Virginia a apenas um ponto (72-71). Meu coração não aguenta essas coisas.

    E o final? Gia Cooke teve a bola na mão com 8 segundos restantes, fez uma jogada bonita pela esquerda e… perdeu um arremesso de 12 pés que quase entrou. “Nove de cada dez vezes essa bola entra”, disse Shaw depois. Foi aquela uma em dez que não rolou.

    Kentucky mostra personalidade

    O mais impressionante foi como Kentucky segurou a pressão. Jogando fora de casa, com quase 13 mil torcedores contra, e ainda conseguiu controlar o jogo nos momentos decisivos. Kenny Brooks, técnico dos Wildcats, tem apenas dois anos no cargo e já levou o time ao Sweet 16. Cara sabe o que tá fazendo.

    “Basketball é um jogo de sequências, especialmente em março”, disse Key depois da partida. E ela tem razão — esse tipo de experiência em jogos apertados faz toda diferença.

    Kentucky dominou completamente no rebote (39-23), o que foi fundamental pra vitória. Strack foi um problema sério no garrafão que West Virginia não conseguiu resolver.

    Agora é Texas

    O prêmio por essa vitória épica? Um encontro com Texas no sábado, em Fort Worth. E olha, vai ser complicado — Kentucky já perdeu duas vezes pro Longhorns nesta temporada.

    Mas depois de uma vitória dessas, quem sabe não rola a surpresa? West Virginia estava invicto há sete jogos e mesmo assim Kentucky encontrou um jeito de vencer.

    Sinceramente, fazia tempo que eu não via um jogo de basquete feminino universitário tão emocionante quanto esse. E vocês, acham que Kentucky tem chances reais contra Texas, ou foi só uma noite mágica mesmo?

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.

  • Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Cara, que jogão da Mikayla Blakes! A garota simplesmente destruiu Illinois ontem à noite e levou Vanderbilt para o Sweet 16 pela primeira vez desde 2009. E olha que ela quase fez história individual também — ficou a uma assistência do primeiro triple-double da carreira.

    25 pontos, 10 rebotes e 9 assistências. Monstro demais! Ainda catou 4 roubadas de bola. A menina tava jogando videogame na vida real, não é possível. E o mais legal? Quando ela saiu de quadra faltando 2 minutos e 12 segundos, todo mundo no ginásio sabia que tinha presenciado algo especial.

    Vanderbilt imparável em casa

    Sabe o que mais me impressiona nessa temporada de Vanderbilt? O time não perdeu NENHUM jogo em casa. Zero. Nada. 18 jogos, 18 vitórias no Memorial Gym. Isso é o que eu chamo de fazer a casa valer!

    E não é só essa temporada não. Vanderbilt agora tem um aproveitamento absurdo de 16-2 em jogos do March Madness jogando em casa. Sinceramente, quem vai enfrentar esse time em Nashville tem que ir preparado para uma guerra, porque a torcida e o ambiente fazem toda a diferença.

    Illinois até tentou, mas foi atropelado no primeiro quarto. Os Fighting Illini erraram 11 arremessos consecutivos — 13 dos últimos 15 do período. Quando você erra assim contra um time que tá voando, não tem jeito.

    Rumo aos 30 vitórias históricas

    Com 29 vitórias na temporada, Vanderbilt tá a uma vitória de igualar as temporadas de 30 triunfos de 1993 (que chegaram no Final Four) e 2001-02. Ou seja, estamos falando de fazer história no programa.

    Agora o desafio é Notre Dame no Sweet 16, na sexta-feira. Os Fighting Irish passaram por Ohio State mais cedo e chegam como cabeça de chave 6. Vai ser um jogaço em Fort Worth.

    E vocês viram que Blakes é a líder nacional em pontuação com média de 27.1 por jogo? A garota já quebrou o recorde de pontos em uma temporada de Vanderbilt na primeira rodada do torneio. AP All-American, jogadora do ano da SEC… ela tá colecionando prêmios como quem coleciona cartas de Pokémon.

    O engraçado é que ela começou o jogo errando os três primeiros arremessos. Mas ao invés de forçar, ficou ajudando as companheiras até encontrar o ritmo. Justine Pissott aproveitou e meteu 18 pontos com quatro bolas de três. Aubrey Galvan contribuiu com 12.

    Illinois, que veio pro torneio como o time mais jovem da competição (tiveram que substituir quatro titulares), lutou mas não conseguiu acompanhar o ritmo. Berry Wallace fez 18, Cearah Parchment e Jasmine Bown-Hagger adicionaram 12 cada, mas não foi suficiente.

    Agora é torcer para Vanderbilt continuar essa jornada mágica. Quem sabe não pintam no Final Four depois de tanto tempo?

  • Lakers em sequência monstruosa visitam Orlando hoje – Doncic depois de 60!

    Lakers em sequência monstruosa visitam Orlando hoje – Doncic depois de 60!

    Cara, o que tá rolando na NBA neste sábado é de outro mundo. Enquanto eu tava aqui vendo os highlights da noite passada (que monstruosidade do Doncic, 60 pontos!), já tô ansioso pelos jogos de hoje que prometem muito.

    Os Lakers chegam em Orlando numa sequência absolutamente surreal – oito vitórias seguidas. E olha, não foram vitórias qualquer não. Nessa série eles passaram o rodo nos Rockets duas vezes, bateram no Denver Nuggets (que tá sempre perigoso) e ainda por cima humilharam os Knicks. A média? 123 pontos por jogo. Isso é coisa de maluco!

    O LeBron tá numa vibe diferente

    E o mais louco é que o Rei tá jogando como se tivesse 25 anos. Triple-double na última partida: 19 pontos, 15 rebotes e 10 assistências. Com 39 anos nas costas! Sinceramente, eu já nem sei mais o que esperar desse cara.

    Do outro lado, o Magic tá numa sinuca de bico. Franz Wagner e Anthony Black machucados, e depois de uma sequência de sete vitórias, perderam as últimas três. Paolo Banchero (que média de 22.3 por jogo, diga-se) vai ter que carregar o piano sozinho.

    Os Lakers são favoritos por 3.5 pontos jogando fora de casa – e olha, raramente concordo com os odds, mas dessa vez faz sentido.

    Thunder também em alta, mas…

    Enquanto isso, o Oklahoma City Thunder tá numa de 10 vitórias consecutivas e hoje pega os Wizards em Washington. Essa aí é mais tranquila, né? Os Wizards tão derretendo, então deve ser moleza pro Thunder.

    Mas vamos ser sinceros – o jogo que todo mundo vai assistir é Lakers x Magic às 19h. Depois daquela atuação histórica do Doncic (60 pontos, gente!), quero ver se os Lakers conseguem manter o ritmo alucinante.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue parar essa máquina dos Lakers jogando em casa? Ou será que vamos ver mais uma goleada da turma de LA?

    Ah, e tem mais 10 jogos da NBA hoje, fora os 11 da NHL. Vai ser um sábado e tanto pro esporte americano. Já separei a pipoca aqui!

  • Os 5 recordes do LeBron que NINGUÉM vai quebrar tão cedo

    Os 5 recordes do LeBron que NINGUÉM vai quebrar tão cedo

    Cara, o LeBron James acabou de quebrar mais um recorde histórico da NBA — agora ele é o cara que mais jogou partidas na liga, com 1.612 jogos na temporada regular. E olha, isso me fez pensar: quantos recordes absurdos esse monstro já não quebrou?

    Segundo alguns sites gringos, o King tem por volta de 43 recordes “importantes” na NBA. Se você for no Wikipedia e procurar pelo nome dele nas páginas de recordes, o nome aparece mais de 80 vezes só na temporada regular. Adiciona mais 37 nos playoffs. É de dar tontura.

    Os recordes que são praticamente eternos

    Mas vamos ao que interessa: quais são os recordes do LeBron que vão durar décadas? Eu separei os mais absurdos, aqueles que você olha e pensa “cara, isso aí não vai ser quebrado nem no século que vem”.

    Maior número de times contra os quais marcou 40+ pontos: O maluco fez 40 pontos ou mais contra TODOS os 30 times da liga em algum momento da carreira. Todos. Isso é de uma consistência que beira a loucura. Imagina a dedicação pra conseguir isso?

    Recordes de playoffs: Aqui é onde a coisa fica realmente surreal. O LeBron tem tantos recordes de playoff que daria pra fazer um artigo só sobre isso. Pontos, assistências, jogos… o cara basicamente dominou os playoffs por duas décadas.

    Seleções All-NBA e All-Star: Sinceramente, esse aqui me impressiona mais que qualquer recorde de pontuação. A consistência de estar entre os melhores por tanto tempo é algo que vai além do físico — é mental, é preparo, é genética mesmo.

    Por que esses recordes são “inquebráveis”?

    Olha, eu sei que nada é eterno no esporte, mas vamos ser realistas. Para quebrar os recordes do LeBron, um cara precisa:

    Primeiro, ter uma longevidade absurda — estamos falando de mais de 20 anos no mais alto nível. Segundo, manter uma consistência que é quase desumana. E terceiro, jogar numa era em que os cuidados médicos e a ciência do esporte permitem essa longevidade toda.

    O mais louco é que o cara TÁ JOGANDO ATÉ HOJE. Aos 40 anos (quase 41), ele ainda tá dando conta do recado. É como se o Kaká estivesse jogando Champions League até hoje no Real Madrid, entende?

    E aí, vocês acham que algum dia vamos ver outro jogador com essa consistência toda? Eu, sinceramente, acho difícil. O LeBron meio que quebrou o moldo mesmo.

  • RealGM lança Basketball Wiretap pra NBA: vale a pena?

    RealGM lança Basketball Wiretap pra NBA: vale a pena?

    Cara, vocês conhecem o RealGM? Se você acompanha NBA há um tempo, provavelmente já esbarrou nesse site pelo menos uma vez. Agora eles lançaram uma ferramenta chamada Basketball Wiretap que promete entregar todas as notícias fresquinhas da liga direto na sua tela.

    Na real, parece interessante — principalmente pra quem vive grudado nas notícias da NBA como eu. A proposta é simples: centralizar tudo que tá rolando na liga num lugar só. Trades, lesões, performances monstro, aquelas declarações polêmicas que sempre rendem uns memes…

    O que esperar dessa novidade?

    Olha, eu confesso que tô curioso pra ver como vai funcionar na prática. O RealGM sempre foi conhecido pelos números e estatísticas — eles têm um banco de dados absurdo. Mas notícias em tempo real? Isso é outro nível de cobrança.

    A concorrência tá pesada, né? Tem o The Athletic, ESPN, Bleacher Report… todos brigando pra ser o primeiro a soltar aquela bomba do Woj ou do Shams. E convenhamos, no mundo da NBA, ser o primeiro a noticiar vale muito.

    Vale mesmo a pena mais uma fonte?

    Sinceramente? Eu sempre prefiro ter mais opções do que menos. Principalmente quando o assunto é NBA — cada site tem sua pegada, seus contatos exclusivos. O RealGM pode trazer uma perspectiva diferente, mais focada nos dados que eles já dominam.

    Imaginem se eles conseguirem misturar as notícias quentes com aquelas análises estatísticas que eles fazem tão bem. Tipo, não só “Jogador X foi trocado”, mas “Jogador X foi trocado e isso muda completamente o defensive rating do time Y”.

    E aí, pessoal — vocês acham que precisamos de mais uma fonte de notícias NBA ou já tá saturado demais? Eu vou dar uma chance pro Basketball Wiretap, pelo menos pra matar a curiosidade. Quem sabe não vira mais uma parada viciante na minha rotina de acompanhar a melhor liga do mundo?

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.