Tag: Billy Donovan

  • Donovan favorito pra treinar o Magic: será que a segunda tentativa cola?

    Donovan favorito pra treinar o Magic: será que a segunda tentativa cola?

    Olha, a coisa ficou interessante em Orlando. O Magic mandou embora o técnico Jamahl Mosley na segunda-feira depois que o time entregou uma vantagem de 3-1 nas séries contra o Detroit Pistons — pasmem, contra o primeiro colocado do Leste. Cinco anos no comando, três playoffs seguidos, e ainda assim rolou o pé na bunda. Será que foi merecido? Vocês que decidem.

    Mas o fato é: essa vaga de técnico do Magic é moleza a melhor das três que estão abertas na NBA agora. E pelos palpites da Kalshi, Billy Donovan tá disparado como favorito — 43% de chance de ser ele o escolhido.

    A segunda chance de Donovan em Orlando

    Cara, essa história é bizarra. Donovan já foi técnico do Magic… meio que sim, meio que não. Em 2007, o cara deixou a Universidade da Flórida (onde tinha acabado de ganhar dois títulos nacionais seguidos, por sinal) pra ir treinar o Magic. Assinou contrato, fez coletiva de imprensa, a coisa toda.

    Só que aí mudou de ideia. Voltou pra universidade e ainda teve que aceitar uma cláusula de cinco anos sem poder treinar na NBA. Imaginem a situação constrangedora.

    Agora, quase 20 anos depois, ele pode ter sua redenção em Orlando. Donovan saiu recentemente do Chicago Bulls — que tá naquela de reconstrução total — e o Magic seria perfeito pra ele. Time jovem e talentoso, com potencial real de briga no Leste.

    O elenco que faz qualquer técnico babar

    Sinceramente, se eu fosse técnico, iria correndo pro Magic. O elenco é monstro: Paolo Banchero (primeira escolha geral do draft de 2022), Desmond Bane, Jalen Suggs, Franz Wagner e Wendell Carter Jr. Todos jovens, todos com contrato garantido pra próxima temporada no mínimo.

    É muito diferente das outras vagas abertas (Chicago e New Orleans), que são basicamente missões de reconstrução. O Magic tem tudo pra brigar de verdade no Leste na próxima temporada.

    Tom Thibodeau aparece como segunda opção com apenas 12% de chance. O cara é durão, vai fazer todo mundo jogar muita defesa, mas também tem aquela fama de queimar os jogadores de tanto usar. Com 68 anos e sem treinar nesta temporada, talvez não seja exatamente o que o Magic procura pra esse grupo jovem.

    E aí, acham que Donovan vai conseguir fechar o círculo em Orlando dessa vez? Ou será que vai dar pra trás de novo? Eu, particularmente, acho que ele aprendeu a lição e dessa vez fica mesmo. O timing parece perfeito pra todo mundo.

  • Magic de olho em Billy Donovan: volta da novela de 2007?

    Magic de olho em Billy Donovan: volta da novela de 2007?

    Olha só que situação interessante rolando em Orlando. Segundo o Marc Stein, já tinha “conversa” sobre o Billy Donovan assumir o Magic ANTES mesmo dele sair do Chicago Bulls nessa offseason. E cara, isso me lembrou na hora daquela novela de 2007…

    Pra quem não lembra (ou era muito novo na época), o Donovan já tinha ACEITADO treinar o Magic em 2007. Mas aí, do nada, mudou de ideia e voltou pra University of Florida. Imagina o clima tenso que deve ter ficado na época.

    Dusty May também no radar

    Mas não para por aí. O Magic também tá de olho no Dusty May, técnico que acabou de ganhar o título nacional com Michigan. O problema é que, pelo que tudo indica, o cara vai ficar por lá mesmo — afinal, quem larga um título nacional fresquinho?

    Sinceramente, acho que seria meio difícil ele sair de Michigan agora. Acabou de provar que o sistema dele funciona no nível mais alto do basquete universitário.

    E o Mosley nisso tudo?

    Enquanto isso, o atual técnico Jamahl Mosley tá sendo cotado pro New Orleans Pelicans. O timing é meio estranho, né? O Magic acabou de ser eliminado pelos Pistons no jogo 7 da primeira rodada — uma eliminação que doeu muito considerando o potencial do time.

    Paolo Banchero, Franz Wagner, essa geração jovem promissora… será que precisa mesmo trocar de técnico? Ou é mais questão de dar tempo pro trabalho amadurecer?

    Vocês acham que o Donovan seria uma boa pro Magic? O cara tem experiência na NBA, conhece bem a pressão, mas também tem essa história meio mal resolvida com a franquia. Às vezes o passado pesa, né?

  • Donovan foi esperto: negociou saída dos Bulls antes mesmo de sair

    Donovan foi esperto: negociou saída dos Bulls antes mesmo de sair

    Olha que jogada de mestre o Billy Donovan fez. O cara literalmente se preparou pra vazar dos Bulls meses antes de realmente sair — e ainda por cima conseguiu que a própria franquia pagasse a conta.

    A história é mais interessante do que parece. Quando os Bulls bloquearam os Knicks de entrevistá-lo ano passado (eles queriam ele pra substituir o Thibodeau), Donovan topou renovar. Mas — e aqui está o pulo do gato — ele colocou uma cláusula no contrato que basicamente dizia: “Olha, se eu quiser sair na temporada 2026-27, eu saio. Ponto final.”

    A rebuild que todo mundo já sabia que vinha

    Segundo as fontes, tanto Donovan quanto o pessoal dos Bulls já tinham sacado que a franquia ia partir pra uma rebuild total. Era meio que um acordo tácito, sabe? “Tá, vamos renovar, mas se a coisa ficar feia, cada um segue seu rumo.”

    E cara, que timing perfeito. Com 60 anos, Donovan não tinha muito tempo pra perder numa reconstrução que pode levar anos. Já passou por isso no Thunder em 2020 — saiu bem antes de eles começarem a rebuild que durou até pouco tempo atrás.

    O mais impressionante? Chicago tava disposto a dar QUALQUER COISA pra ele ficar. Até responsabilidades extras na montagem do elenco ofereceram. Mas o homem já tinha decidido: hora de partir.

    Agora é o técnico mais cobiçado do mercado

    Com Jenkins indo pro Milwaukee e Michael Malone saindo pra North Carolina, Donovan virou o cara mais procurado do mercado de técnicos. E olha que ironia — ele tá livre justamente por ter sido esperto o suficiente pra negociar sua própria liberdade.

    As fontes dizem que ele vai receber interesse pesado de vários times grandes. Alguns que nem abriram vaga ainda, mas que podem abrir dependendo de como os playoffs correrem.

    Sinceramente, essa história toda mostra como Donovan é um cara experiente no mercado. Não é à toa que tem a carreira que tem — dentro e fora de quadra, o homem sabe das coisas. E vocês, acham que ele fez certo em sair dos Bulls ou deveria ter ficado pra tentar mais uma com esse elenco?

  • Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    E lá se vai mais um técnico do Bulls. Billy Donovan decidiu sair de Chicago depois de seis temporadas, e olha, sinceramente não dá pra culpar o cara.

    O mais interessante é que a diretoria queria que ele ficasse, mesmo depois de demitir o vice-presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas e o gerente geral Marc Eversley no começo de abril. Imagina a situação: “Fica aí, Billy, a gente vai contratar um monte de gente nova mas você continua”. Meio estranho, né?

    Decisão elegante do técnico

    Donovan foi esperto. Ao invés de ficar numa situação desconfortável, preferiu dar uma “limpa” na organização e permitir que os Bulls recomecem do zero. Cara classe, diga-se de passagem.

    A diretoria até ofereceu um cargo gerencial pra ele — imagino que algo parecido com o que o Doc Rivers fez antes. Mas Billy preferiu continuar na beirada da quadra mesmo.

    Mercado aquecido esperando

    E agora? Donovan já deixou claro que quer continuar treinando e, convenhamos, não vai faltar oportunidade. O cara tem currículo: levou o Thunder aos playoffs várias vezes e conseguiu fazer o Bulls competir em algumas temporadas, mesmo com um elenco limitado.

    O engraçado é que os Knicks já tinham demonstrado interesse nele antes — até ofereceram uma proposta no ano passado, mas ele preferiu renovar com Chicago. Será que agora rola? E a Universidade da Carolina do Norte também queria conversar com ele, mas acabou contratando o Michael Malone.

    Vocês acham que o Donovan vai conseguir um time melhor que o Bulls atual? Porque sinceramente, depois de ver o que ele conseguiu fazer com aquele elenco de Chicago, eu apostaria nele em qualquer lugar.

    O timing até que foi bom pra ele. Com várias franquias procurando técnico, Billy Donovan vai estar entre os nomes mais cobiçados do mercado. E merecidamente.

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Olha só, os Bulls finalmente começaram a procurar um novo presidente de operações de basquete depois de mandarem embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley há duas semanas. E cara, a lista de candidatos é bem variada mesmo.

    Segundo fontes da ESPN, Chicago já pediu permissão pra entrevistar uma galera: Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP sênior dos Pistons), Bryson Graham (VP sênior dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs). Ah, e também vão conversar com Austin Brown, que é co-chefe da divisão de basquete da CAA.

    As entrevistas começam essa semana

    O cronograma tá corrido — as entrevistas devem começar nos próximos dias e eles querem definir o novo chefão antes ou logo depois do combine de maio. Meio apertado, mas faz sentido considerando que demitir o pessoal em abril já foi meio tardio.

    E aqui vem o plot twist: Michael Reinsdorf deixou bem claro que Billy Donovan fica SIM como técnico, não importa quem assuma. “Se eu entrevisto alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos num técnico Hall da Fama”, disse o CEO. Sinceramente, isso me parece uma decisão acertada — Donovan é competente e não foi culpa dele a bagunça dos últimos anos.

    Os candidatos são interessantes

    Matt Lloyd é o que mais me chama atenção. O cara passou 17 anos em Chicago (1995-2012), conhece a casa, e agora é braço direito do Tim Connelly em Minnesota — time que chegou nas finais do Oeste duas vezes seguidas. Experiência não falta.

    Dennis Lindsey tem 30 anos de NBA, incluindo sete como GM do Utah Jazz. Bryson Graham subiu de estagiário a GM em New Orleans e é conhecido pelo olho clínico no draft. Mike Gansey tá ajudando a construir os Cavs como contenders no Leste. E Dave Telep tem 13 anos com os Spurs — organização que é referência mundial.

    Austin Brown é interessante porque é agente (representa Donovan Mitchell, por exemplo), é de Chicago e já foi oferecido o cargo de GM dos Bulls em 2020 pelo próprio Karnisovas. Será que rola uma reviravolta aí?

    Vocês acham que essa mudança vai fazer diferença? Depois de seis anos com Karnisovas e só uma aparição nos playoffs, qualquer coisa parece uma melhoria. Mas o negócio é escolher alguém que tenha visão de longo prazo e não fique fazendo malabarismo só pra tentar salvar o emprego todo ano.

  • Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Olha, a situação do Billy Donovan em Chicago tá ficando meio estranha. Depois da diretoria ter mandado embora os dois caras mais importantes do basketball operations na semana passada, o técnico dos Bulls deixou claro que tá na dúvida sobre o próprio futuro na franquia.

    “Estamos num ponto de virada agora, onde tudo mudou”, disse Donovan antes do último jogo da temporada regular contra Dallas. E cara, quando um técnico fala isso publicamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A reunião que pode definir tudo

    O mais interessante é que Donovan vai sentar com Michael Reinsdorf (presidente e CEO do time) nos próximos dias pra definir os rumos. Sinceramente? Acho que essa conversa vai ser decisiva não só pro técnico, mas pra toda a franquia.

    “Eu amo estar em Chicago, a organização e tudo sobre ela”, falou Donovan. “Mas precisamos descobrir onde todos nós estamos nisso e como vamos seguir em frente.” Traduzindo: o cara tá pedindo garantias.

    A situação fica ainda mais confusa quando você lembra que Reinsdorf disse publicamente que apoiava a continuidade do Donovan como técnico. Mas depois meio que voltou atrás, dizendo que o status do técnico não teria “precedência no processo” de contratação do novo GM.

    Fidelidade que pode não compensar

    Uma coisa que me chama atenção é a lealdade do Donovan. O cara disse que recusou outras oportunidades nos últimos anos por comprometimento com Chicago. Até cogitaram ele pra North Carolina recentemente (que acabou contratando o Michael Malone).

    “Estou comprometido aqui com Chicago”, garantiu. “Vou tentar ficar onde meus pés estão plantados.” Mas será que essa fidelidade toda vale a pena?

    Porque, vamos combinar, 226 vitórias e 255 derrotas em seis temporadas não é exatamente um retrospecto que grita “sucesso”. Os Bulls nunca conseguiram passar do primeiro round dos playoffs com Donovan, mesmo tendo tido alguns times decentes.

    E aí, vocês acham que o Donovan deveria ficar ou que seria melhor pra ambos os lados uma mudança? Com essa bagunça toda na diretoria, não sei se Chicago é o melhor lugar pra um técnico ambicioso no momento.

  • Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.

    Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?

    O apoio que não garante nada

    “Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.

    A realidade dolorosa de Chicago

    “Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”

    E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.

    Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.

    O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.

    No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

  • Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Olha só a situação curiosa em Chicago: Michael Reinsdorf sai publicamente dizendo que quer manter Billy Donovan como técnico dos Bulls, mas o próprio Donovan tá fazendo questão de não se empolgar muito com o apoio do patrão.

    “Acho que o Michael estava apenas expressando como se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra os Wizards na quinta-feira. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, que diplomacia é essa? O cara recebe um voto de confiança público e ainda assim fica nessa de “vamos ver o que é melhor para a franquia”. Sinceramente, acho que Donovan tá sendo esperto — ele sabe que as coisas em Chicago estão uma bagunça total.

    A limpa geral na diretoria

    E não é pra menos que ele tá cauteloso. Na segunda-feira, os Bulls fizeram aquela limpeza que todo mundo já esperava: mandaram embora Arturas Karnisovas (vice-presidente executivo de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral). Seis anos de trabalho e apenas uma classificação para os playoffs. É de lascar.

    Donovan, aos 60 anos, ainda não decidiu se fica ou não. Vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada pra bater um papo sobre o futuro. “Eu amo estar aqui”, disse ele. “Amei a relação com todo mundo — não só Jerry e Michael, mas todas as pessoas no prédio, a equipe. É um ambiente de trabalho incrível e eu curto muito. Mas estamos nesta situação porque realmente não ganhamos muito.”

    O histórico que não engana

    E aí que mora o problema. Donovan tá na 11ª temporada na NBA, seis delas com Chicago. Em Oklahoma City, ele classificou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas que esteve lá. Nos Bulls? Bem… não preciso nem falar, né?

    O mais doído é que seus times só passaram da primeira rodada dos playoffs uma vez — quando Oklahoma City chegou às finais da Conferência Oeste em 2015-16, primeira temporada dele por lá. Desde então, tem sido mais sofrimento do que alegria.

    Vocês acham que Donovan deveria apostar mais alguns anos em Chicago ou partir pra outro projeto? Porque, convenhamos, o cara tem currículo pra isso — só que às vezes mudança de ares faz bem pra todo mundo.

  • Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Olha só que interessante: o Chicago Bulls basicamente amarrou o futuro da franquia ao Billy Donovan. Michael Reinsdorf, CEO do time, foi bem direto na terça-feira — qualquer candidato a executivo de basquete TEM que topar manter o Donovan como técnico. Sem discussão.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estiverem convencidos do Billy, eles não estão convencidos de um técnico Hall of Fame”, disparou Reinsdorf. E olha, eu entendo a lógica. Donovan é realmente monstro, mas será que essa rigidez toda não vai limitar as opções?

    Demitiu geral e agora quer estabilidade

    Isso tudo veio um dia depois dos Bulls mandarem embora o vice-presidente Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. Uma limpeza geral mesmo. A franquia tá com record de 30-49 — praticamente eliminada dos playoffs — então dá pra entender a pressão por mudanças.

    Donovan vai se reunir com a diretoria logo depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que espera uma conversa rápida e que tá interessado em dar mais poder pro técnico nas decisões de elenco. Sinceramente? Faz sentido. O cara conhece basquete.

    A disputa por Donovan esquentou

    Aqui fica interessante: Donovan chegou a ser cotado pra vaga na Universidade da Carolina do Norte (que no final foi pro Michael Malone), mas segundo informações, ele nem quis fazer entrevista pros Tar Heels.

    Se ele ficar disponível no mercado, vários times da NBA vão correr atrás. E quem não correria? O cara tem currículo college de elite e já mostrou que consegue lidar com vestiário NBA. Mas pelo que parece, os Bulls querem muito segurar ele.

    Reinsdorf foi bem claro sobre o perfil que quer pro novo executivo: comunicação forte, pensamento voltado a processos e capacidade de tomar decisões difíceis. Ah, e criticou tanto tanking quanto construção de elenco pensando só no curto prazo.

    “Daqui pra frente, é sobre sustentabilidade”, disse. “Eu não quero ser bom só por um ou dois anos. Quero que ano após ano a gente tenha chance de ser competitivo e vencer.”

    Os Bulls têm algumas cartas na manga pro offseason: espaço salarial e possíveis escolhas de loteria, incluindo uma pick condicional de primeira rodada do Portland Trail Blazers se eles se classificarem pros playoffs.

    E aí, acham que apostar tudo no Donovan é a jogada certa? Pra mim, ele merece a confiança, mas será que não era melhor deixar o novo GM ter mais liberdade pra montar a própria visão?