Tag: Billy Donovan

  • Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Olha, depois da limpa geral na diretoria dos Bulls ontem, o CEO Michael Reinsdorf foi bem direto: Billy Donovan fica. E qualquer candidato a novo executivo que não gostar dessa ideia pode procurar outro emprego.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos em um técnico do Hall da Fama, então provavelmente não são o candidato certo para nós”, disparou Reinsdorf na terça.

    Cara, eu entendo a posição do cara. Donovan não é qualquer um — bicampeão pela Flórida no college, levou o OKC longe nos playoffs, e convenhamos, com os elencos que ele teve em Chicago, fez milagre.

    A reviravolta na diretoria

    Segunda-feira foi dia de demissão em massa. Arturas Karnisovas (VP de operações) e Marc Eversley (GM) levaram o pé na bunda depois de seis anos que renderam… uma classificação aos playoffs. Uma!

    O recado do Reinsdorf foi cristalino: qualquer novo executivo vai ter que trabalhar com Donovan, ponto final. E sinceramente? Acho que faz sentido. O cara tem 467-411 como técnico na NBA, foi pro Hall da Fama em setembro passado. Não é qualquer zé-ruela.

    Mas aqui vem a grande questão: será que o próprio Donovan quer ficar? Porque ele mesmo disse que precisa ver qual é o plano da organização antes de bater o martelo.

    Donovan no centro das atenções

    “A organização quer competir no mais alto nível, e eu também”, disse Billy antes do jogo contra Washington. O cara de 60 anos ainda tem fogo no olho, isso é fato.

    As opções dele são interessantes: ficar em Chicago (talvez com mais poder de decisão), procurar outro time da NBA, ou voltar pro college. Só que a vaga mais cobiçada — North Carolina — já foi preenchida pelo Michael Malone.

    Reinsdorf garante que não vai demorar para ter uma resposta. “Não acho que vai levar muito tempo para o Billy chegar a uma conclusão”, falou. A temporada acaba semana que vem, e aí é sentar e conversar.

    O plano para o futuro

    O que mais me chamou atenção foi o papo do Reinsdorf sobre construir algo duradouro. “Quero que seja ano após ano, que tenhamos chance de ser competitivos e vencer”, disse.

    Bom, com um recorde de 29-49 e quatro anos seguidos fora dos playoffs, alguma coisa precisa mudar mesmo. A pergunta é: será que manter Donovan e trocar só a diretoria vai resolver?

    Vocês acham que o Billy deveria ficar mesmo? Ou é hora de uma mudança completa? Porque olhando de fora, parece que o problema dos Bulls vai além do banco de reservas…

  • Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Olha, o Michael Reinsdorf foi bem direto ontem quando falou sobre o que espera do próximo GM dos Bulls. Uma exigência foi cristalina: quem chegar tem que estar vendido no Billy Donovan como técnico. Senão, nem precisa aparecer para a entrevista.

    “Se eu entrevistar alguém e essa pessoa não estiver convencida do Billy, não estiver convencida de um técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf, “então provavelmente não é o candidato certo pra nós.” Cara, foi bem categórico mesmo.

    Donovan no centro das decisões

    E não para por aí. O dono dos Bulls quer que o novo GM não só mantenha o Donovan, mas que o envolva mais nas decisões de elenco. Sinceramente, faz sentido — o cara conhece basquete, ganhou título universitário e levou o Thunder longe nos playoffs. Por que não aproveitar essa experiência?

    Donovan vai se encontrar com a diretoria depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que não espera que a decisão demore, mas deixou claro que quer o técnico por perto.

    Recomeço total em Chicago

    A demissão do Arturas Karnisovas e do Marc Eversley marcou o fim de seis anos dessa dupla no comando. Os Bulls estão com 29-49 na temporada — um desastre, vamos combinar. Reinsdorf foi honesto: “Como vamos sair dessa bagunça?”

    Mas olha o lado positivo: os Bulls têm muito espaço salarial neste verão e podem pegar uma boa posição no Draft. Ainda tem aquela pick extra que pode vir se o Portland se classificar pros playoffs. É uma oportunidade de ouro pra reconstruir direito.

    “Tentamos o outro caminho. Não funcionou. Falhamos e agora estamos em posição de acertar — página em branco”, falou Reinsdorf. E aí, vocês acham que dessa vez cola?

    O que esperar do novo GM

    Reinsdorf foi específico sobre o perfil que busca: alguém orientado por processos, que “não tenha medo de apertar o gatilho” e que saiba se comunicar melhor — tanto internamente quanto com torcida e imprensa. Reconheceu que comunicação não era o forte do Karnisovas.

    Uma coisa que me chamou atenção: Reinsdorf deixou claro que não quer tanking. “Isso não é quem somos como organização”, disse. É injusto com técnico, jogadores e principalmente com a torcida que paga ingresso pra ver o time competir.

    Olha, eu entendo a posição dele, mas às vezes é complicado equilibrar competitividade com reconstrução. Vai ser interessante ver como o novo GM vai lidar com essa pressão de não tankar mas ainda assim construir um time vencedor.

  • Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Cara, os Bulls finalmente fizeram o que todo mundo já tava esperando há tempo: mandaram embora o VP de operações de basquete Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. E olha, sobre tempo!

    Pensa comigo: cinco temporadas sem playoffs em seis anos. Campanha de 29-49 agora. 12º lugar no Leste. É de dar dó mesmo. Eu até entendo a paciência da organização, mas chega uma hora que não dá mais pra fingir que tá tudo bem, né?

    Quatro anos jogados fora

    Karnisovas e Eversley chegaram em 2020 com toda pompa, prometendo reconstruir os Bulls depois da era Gar Forman. Resultado? Campanha de 224-254 nesses quatro anos. Monstro… de ruim.

    E a cereja do bolo foi aquela confusão com o Jaden Ivey semana passada. Os caras trocaram Kevin Huerter e Dario Saric pra pegar o garoto, e menos de dois meses depois cortaram ele por “conduta prejudicial ao time”. O mlk fez um rant religioso no Instagram criticando o mês do orgulho e ainda chamou o catolicismo de “religião falsa”. Sinceramente, que confusão desnecessária.

    Mas não para por aí. Eles também se desfizeram do Ayo Dosunmu e Coby White no trade deadline (dois caras produtivos), e em 2021 trocaram o Lauri Markkanen – que virou All-Star depois. Ai, que dor no coração.

    Patrick Williams e o contrato maldito

    E tem o Patrick Williams, ganhando 90 milhões por cinco anos pra fazer média de 6.6 pontos por jogo. Seis pontos e meio! Por 18 milhões por ano! Eu nem sei o que dizer sobre isso.

    Michael Reinsdorf pelo menos foi honesto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. Verdade, Michael. Verdade.

    Donovan segura o emprego… por enquanto

    O que me surpreende é que Billy Donovan aparentemente vai ficar. Segundo o Shams Charania, da ESPN, os Bulls querem manter o técnico. Olha, ele chegou junto com essa dupla em 2020 e só levou o time pros playoffs uma vez, em 2021-22.

    Não sei vocês, mas eu acho que se vai mudar, muda tudo de uma vez. Deixar o Donovan ali meio que solto não faz muito sentido pra mim. O que acham?

    Enfim, mais uma temporada perdida pros Bulls, que vão pro draft lottery pelo terceiro ano seguido. Pelo menos agora têm a chance de recomeçar do zero – tomara que dessa vez dê certo.

  • Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Chicago Bulls tá vivendo um caos total. Na segunda-feira rolou aquela bomba: Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos da diretoria. E agora? Agora ninguém sabe o que vai acontecer com o Billy Donovan.

    Mas aí que vem a parte interessante da história. O Joe Cowley, do Chicago Sun-Times – que é praticamente o cara que mais entende dos Bulls -, soltou uma ideia que é meio maluca mas ao mesmo tempo genial.

    O sonho do jornalista (que pode virar realidade)

    A visão do Cowley é assim: Billy Donovan vira VP de operações de basquete e contrata o Tom Thibodeau como técnico. Sim, o mesmo Thibs que saiu dos Bulls em 2015 naquela confusão toda com a diretoria.

    “Qual seria o presente de Natal antecipado perfeito do Joe Cowley… Billy D diz que já teve o suficiente de treinar – assume o cargo de VP… contrata o Thibs para treinar (sim, os dois se gostam)”, postou o jornalista no X.

    E o mais louco? Segundo ele, Thibodeau já resolveu suas diferenças com a família Reinsdorf e com John Paxson. Ou seja, a ponte foi reconstruída depois de quase uma década.

    Faz sentido essa loucura?

    Sinceramente? Eu acho que faz mais sentido do que parece à primeira vista. Donovan tá treinando os Bulls desde 2020 e só conseguiu levar o time aos playoffs uma vez, em 2022 – e ainda perdeu logo na primeira rodada pro Milwaukee.

    Já o Thibodeau… cara, o histórico dele em Chicago é outro nível. Playoffs em 2011 e 2015, e em 2011 ainda chegou na final da Conferência Leste com aquele Derrick Rose MVP absurdo.

    O problema é que Thibs tem aquela fama de “quebrar” jogadores de tanto treinar, né? Mas também não dá pra negar que o cara sabe extrair o máximo dos seus times. E olha, com o roster atual dos Bulls precisando de uma identidade, talvez seja exatamente isso que eles precisam.

    Claro que ainda é só especulação de um jornalista apaixonado pelo time, mas… e aí, vocês acham que essa combinação Donovan-VP + Thibodeau-técnico poderia funcionar? Ou seria apenas mais um capítulo na novela sem fim dos Bulls?

  • Bulls no caos: Karnisovas pode cair e UNC quer roubar Donovan

    Bulls no caos: Karnisovas pode cair e UNC quer roubar Donovan

    Olha, eu já vi muito drama na NBA, mas a situação do Bulls tá ficando insustentável. A pressão tá subindo mesmo em cima do Arturas Karnisovas, o cara que manda no basquete de Chicago há seis anos e… bem, os resultados falam por si só.

    Oito temporadas sem playoffs nos últimos nove anos. Oito! É de chorar mesmo. E agora, segundo o Marc Stein — que é uma das fontes mais confiáveis da liga — a diretoria vai ter umas reuniões “decisivas” pra decidir se o Karnisovas fica ou se é tchau e bênção.

    Billy Donovan na mira da Carolina do Norte

    Aí que vem o plot twist: enquanto o Bulls quer segurar o Billy Donovan como técnico (uma das poucas decisões inteligentes que eles podem tomar), a Universidade da Carolina do Norte tá de olho no cara. E não é qualquer interesse não — a UNC é um dos programas mais tradicionais do basquete universitário americano.

    Sinceramente? Se eu fosse o Donovan, ficaria pelo menos pensando. O cara já provou que sabe trabalhar no college — foi campeão pela Flórida duas vezes seguidas em 2006 e 2007. Voltar pra universidade pode ser uma parada mais tranquila que ficar lidando com esse caos todo em Chicago.

    Bulls: um projeto que não decola há quase uma década

    A real é que o Bulls virou aquele time que todo mundo torce pra dar certo, mas que nunca consegue sair do lugar. Desde a era do Rose, eles não conseguem montar um projeto consistente. Contrataram o DeMar DeRozan, tentaram a parada com o Lonzo Ball (que virou uma saga médica), e mesmo assim… nada.

    O Donovan pelo menos conseguiu extrair o máximo desses caras. Mas cara, trabalhar com esse elenco inconsistente e uma diretoria que não sabe se quer reconstruir ou competir deve ser frustrante pra caramba.

    E vocês, acham que o Donovan deveria mesmo ficar no Bulls? Ou será que a Carolina do Norte seria uma jogada mais inteligente pra carreira dele? Porque olhando de fora, esse Bulls tá mais perdido que cego em tiroteio — e isso não é culpa do técnico não.

    A única certeza é que abril vai ser decisivo. O Donovan disse que só vai decidir qualquer coisa depois do dia 12 de abril, quando termina a temporada regular. Até lá, é torcer pra que o Bulls pelo menos termine dignamente essa temporada decepcionante.

  • Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: Billy Donovan tá numa sinuca de bico danada em Chicago. O cara já completou seis temporadas comandando os Bulls e o que tem pra mostrar? UMA vitória nos playoffs. Uma só, gente.

    Os números não mentem — 29-43 na atual temporada, mais uma campanha medíocre que deve terminar em 11º ou 12º no Leste. É aquela situação clássica de ficar no limbo da NBA: nem tão ruim pra pegar pick alto, nem bom o suficiente pra brigar por algo relevante.

    “Pivotando” ou desistindo?

    Aí que vem o drama. Donovan deu umas declarações essa semana que me deixaram pensativo. O cara foi bem direto: falou que precisa sentar com a diretoria pra definir os próximos passos. E quando um técnico fala isso publicamente… bom, vocês sabem como é.

    “Competitivamente, egoisticamente, eu quero que a gente esteja numa situação onde estamos jogando nos playoffs de verdade”, disse ele. Traduzindo: tô cansado dessa mediocridade toda.

    E tem mais: quando perguntaram sobre a vaga que abriu na Carolina do Norte (onde ele poderia voltar ao basquete universitário), Donovan não negou o interesse. Disse apenas que o “foco principal” dele tá em Chicago. Opa, essa resposta aí não convenceu ninguém, né não?

    O histórico que assombra

    Aqui que a coisa fica interessante. Lembram do Oklahoma City Thunder? Donovan saiu de lá em 2020 justamente porque, segundo o GM Sam Presti, não conseguiram dar pra ele “clareza sobre a direção futura da equipe”. Na época, todo mundo interpretou que ele não queria passar por uma reconstrução.

    Agora tá na mesma situação em Chicago — só que pior, porque pelo menos o Thunder tinha potencial. Os Bulls? Cara, depois de trocar o Zach LaVine, é recomeçar do zero mesmo.

    Donovan até tentou explicar que a situação do Thunder era “totalmente diferente”, mas convenhamos: ficar anos rebuilding não é fácil pra nenhum técnico que já provou que sabe ganhar.

    E agora, vai ou fica?

    Na minha visão, Donovan tá no direito dele de questionar se vale a pena. O cara ganhou dois títulos nacionais na Florida (2006 e 2007), tem currículo pra trabalhar onde quiser. Por que ficar numa situação que só gera frustração?

    Por outro lado, sair agora seria meio admitir a derrota, né? Depois de seis anos, deixar o projeto pela metade não pega bem.

    O que vocês acham? Donovan deveria ter paciência com mais alguns anos de reconstrução ou é hora de procurar novos ares? Sinceramente, se eu fosse ele, estaria pelo menos ouvindo outras propostas. Às vezes é melhor recomeçar do que insistir numa situação que não vai dar certo.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser decisiva. Ou os Bulls convencem o técnico de que têm um plano sólido, ou Chicago vai estar procurando um novo comandante em breve.

  • Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Olha, quando um técnico da NBA não nega interesse em uma vaga universitária, é porque a coisa tá séria mesmo. Billy Donovan, técnico do Chicago Bulls, basicamente deixou a porta aberta para um possível retorno ao basquete universitário quando perguntado sobre a vaga em North Carolina.

    A situação é a seguinte: os Tar Heels demitiram Hubert Davis depois da eliminação precoce no March Madness, e o nome do Donovan começou a circular imediatamente. E cara, faz todo sentido — o cara construiu um monstro na Florida, ganhou dois títulos consecutivos da NCAA em 2006 e 2007. Não é qualquer um que faz isso.

    O que ele disse (e o que não disse)

    Antes do jogo contra o Philadelphia 76ers, Donovan foi esperto na resposta. “Meu foco principal está nesses caras e neste novo time”, disse ele, mas — e aqui está o ponto importante — ele NÃO negou o interesse. Um simples “não tenho interesse” resolveria a questão, né? Mas não foi isso que rolou.

    “Eu entendo que há coisas por aí fora, e entendo que vai haver especulação”, continuou Donovan. Traduzindo: ele sabe que tá sendo cotado e não tá fechando a porta. Sinceramente, acho que ele tá mesmo considerando a possibilidade.

    Por que North Carolina faria sentido?

    Cara, North Carolina não é qualquer programa. É uma das grandes forças históricas do basquete universitário, com recursos infinitos e tradição. E olha só que presente de grego: Dylan Mingo, um dos melhores caras da atual turma do ensino médio (cinco estrelas!), já se comprometeu com os Tar Heels.

    Donovan também tocou num ponto interessante sobre como o basquete universitário mudou. “É diferente lidar com jogadores que agora são pagos”, disse ele, se referindo ao NIL (Name, Image, Likeness). O cara tá ligado nas mudanças do jogo — e isso me faz pensar que ele realmente tá avaliando a situação.

    E vocês, o que acham? Donovan deveria voltar pro universitário ou continuar tentando algo na NBA? Na minha opinião, com 60 anos e já tendo provado o que tinha que provar nos dois níveis, talvez seja hora de voltar às raízes. North Carolina seria uma aposentadoria dos sonhos para qualquer técnico.

    O Bulls não anda lá essas coisas mesmo, então… quem sabe?

  • Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Olha, eu não vou mentir: quando vi que o Billy Donovan pode estar na mira da North Carolina, pensei “faz sentido mesmo”. O cara tá vivendo um pesadelo em Chicago há anos, e talvez seja hora de voltar às origens no basquete universitário.

    A situação é a seguinte: os Bulls vão ficar de fora dos playoffs DE NOVO, e parece que o Donovan tá sendo cotado como bode expiatório. Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, rola uma especulação pesada de que o técnico pode dar uma pausa dessa bagunça toda que virou Chicago e repensar o que ele quer da carreira.

    O fracasso em Chicago

    Vamos aos fatos: desde que chegou em 2020, Donovan classificou os Bulls pros playoffs apenas UMA vez. Uma! Foi em 2021-22, quando tomaram uma surra do Milwaukee Bucks em cinco jogos. Para um time que tinha tantas expectativas com a chegada do DeMar DeRozan e do Zach LaVine healthy, é decepcionante demais.

    O Arturas Karnisovas contratou o Donovan logo que assumiu o cargo de GM, mas sinceramente? A química nunca colou. É aquela situação clássica: técnico bom, jogadores bons, mas o negócio simplesmente não funciona. Às vezes acontece no basquete.

    Volta às raízes universitárias?

    Agora a North Carolina quer substituir o Hubert Davis, e o nome do Donovan tá no topo da lista, segundo o Jeff Borzello da ESPN. E cara, faz todo sentido. O homem ganhou DOIS títulos nacionais pela Florida antes de partir pro Thunder em 2015 — justamente na última temporada do Kevin Durant em Oklahoma City.

    Na universidade ele era monstro. Dois títulos consecutivos (2006 e 2007) com aqueles times absurdos que tinham o Al Horford, Joakim Noah, Corey Brewer. Era basquete de alta qualidade e resultados concretos.

    Vocês acham que ele deveria mesmo voltar pro universitário? Eu acho que sim. Às vezes a NBA não é pra todo mundo, e não tem problema nenhum nisso. O Donovan provou que sabe treinar — talvez Chicago que seja o problema, não ele.

    Se rolar essa mudança, vai ser interessante ver como os Bulls vão se reorganizar. Porque convenhamos: esse time precisa de uma reformulação geral, começando pelo técnico.

  • UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    Olha só que situação absurda: North Carolina está sem técnico! Hubert Davis levou a porta depois de mais uma temporada decepcionante dos Tar Heels, e agora uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano está aberta. E vocês sabem o que isso significa, né? Guerra de ofertas pelos grandes nomes do esporte.

    A saída do Davis não foi exatamente uma surpresa. O cara perdeu uma vantagem de 19 pontos (DEZENOVE!) contra o VCU na primeira rodada do March Madness. Foi a segunda eliminação precoce seguida. Numa universidade como UNC, isso é inadmissível. Tradição obriga, mano.

    Os nomes que estão na mira

    A especulação já começou, e os candidatos são de dar água na boca. Billy Donovan, atualmente nos Chicago Bulls, é um nome que faz todo sentido. Bicampeão nacional pela Florida e com experiência na NBA – seria perfeito para ajudar UNC a se adaptar ao basquete universitário moderno, que tá cada vez mais parecido com o profissional.

    Nate Oats também tá na lista. Sinceramente, o trabalho dele no Alabama é monstruoso. Quatro Sweet 16 consecutivas numa escola onde o football é rei? Isso é ser absurdamente competente. O time dele joga um basquete ofensivo que dá gosto de ver, com muito arremesso de 3. Mas convenhamos, sempre tem alguma polêmica rondando o programa dele.

    Dusty May é outro nome interessante. O cara fez milagre na Florida Atlantic levando eles até o Final Four, e agora tá construindo algo sólido em Michigan. É um técnico moderno que entende as mudanças do jogo.

    A tradição familiar vai continuar?

    Aqui que fica a pergunta de um milhão de dólares: UNC vai continuar com a tradição de contratar gente da “família”? Desde que Dean Smith saiu em 1997, todos os técnicos tiveram alguma ligação com o programa – Bill Guthridge, Matt Doherty, Roy Williams e Hubert Davis.

    Mas olha, talvez seja a hora de quebrar esse padrão. O basquete universitário mudou MUITO. NIL, portal de transferências, agentes… é um mundo completamente diferente. Precisa de alguém que saiba navegar nessas águas turbulentas.

    A universidade já disse que vai fazer uma “busca nacional” com ajuda de uma empresa especializada. Ou seja: vão atrás dos melhores nomes disponíveis, não importa de onde venham.

    E aí, galera do Sexto Homem, quem vocês acham que seria a contratação ideal? Apostam que vão manter a tradição ou é hora de uma revolução em Chapel Hill? Uma coisa é certa: com o prestígio e os recursos de UNC, não vai faltar candidato de peso interessado na vaga.

  • Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Olha, o Chicago Bulls até ganhou do Houston Rockets na segunda-feira passada num jogaço — daqueles que a gente pensa “cara, talvez esse time tenha jeito”. Mas vamos ser honestos aqui: essa temporada tá sendo mais uma montanha-russa de frustrações, e pelos rumores que tão rolando, Billy Donovan pode estar de saco cheio.

    Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, existe uma vibe crescente no Bulls de que o Donovan pode simplesmente dar um tempo da bagunça que virou Chicago. E sinceramente? Eu entendo perfeitamente o cara.

    Seis anos tentando fazer milagre

    Pensa comigo: o homem tá há seis temporadas tentando montar um time competitivo sem ter um astro de verdade no elenco. É tipo tentar construir uma casa com palito de dente — dá pra fazer alguma coisa, mas não espera que aguente vendaval.

    E o pior? Foram três eliminações seguidas no play-in, todas pro Miami Heat. Três! Se fosse uma vez, beleza. Duas, ok, azar. Mas três vezes pro mesmo time? Aí complica.

    O Cowley até reconheceu que “embora Donovan seja o cara mais otimista do mundo e não esteja nem perto de parar de treinar, já são seis temporadas sem um talento elite comprovado, sendo pedido pra construir uma casa de tijolos com palha e lama”. Mano, que analogia perfeita.

    Tem esperança no horizonte?

    Não vou mentir — finalmente o Bulls parece ter alguma direção com Josh Giddey, Matas Buzelis, e quem sabe mais um talento jovem dependendo de como rola a loteria do draft em maio. Mas será que o Donovan tem paciência pra mais um processo de reconstrução?

    Eu, no lugar dele, já teria pedido pra sair faz tempo. Seis anos é muito tempo pra ficar remendando time sem perspectiva real de título. E vocês, acham que ele deveria ficar ou procurar um projeto melhor estruturado?

    Por enquanto, o Bulls joga na quarta-feira contra o Philadelphia 76ers. Mais um teste pra ver se esse time tem pelo menos orgulho pra terminar a temporada com dignidade.