Tag: Billy Donovan

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Olha só, os Bulls finalmente começaram a procurar um novo presidente de operações de basquete depois de mandarem embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley há duas semanas. E cara, a lista de candidatos é bem variada mesmo.

    Segundo fontes da ESPN, Chicago já pediu permissão pra entrevistar uma galera: Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP sênior dos Pistons), Bryson Graham (VP sênior dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs). Ah, e também vão conversar com Austin Brown, que é co-chefe da divisão de basquete da CAA.

    As entrevistas começam essa semana

    O cronograma tá corrido — as entrevistas devem começar nos próximos dias e eles querem definir o novo chefão antes ou logo depois do combine de maio. Meio apertado, mas faz sentido considerando que demitir o pessoal em abril já foi meio tardio.

    E aqui vem o plot twist: Michael Reinsdorf deixou bem claro que Billy Donovan fica SIM como técnico, não importa quem assuma. “Se eu entrevisto alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos num técnico Hall da Fama”, disse o CEO. Sinceramente, isso me parece uma decisão acertada — Donovan é competente e não foi culpa dele a bagunça dos últimos anos.

    Os candidatos são interessantes

    Matt Lloyd é o que mais me chama atenção. O cara passou 17 anos em Chicago (1995-2012), conhece a casa, e agora é braço direito do Tim Connelly em Minnesota — time que chegou nas finais do Oeste duas vezes seguidas. Experiência não falta.

    Dennis Lindsey tem 30 anos de NBA, incluindo sete como GM do Utah Jazz. Bryson Graham subiu de estagiário a GM em New Orleans e é conhecido pelo olho clínico no draft. Mike Gansey tá ajudando a construir os Cavs como contenders no Leste. E Dave Telep tem 13 anos com os Spurs — organização que é referência mundial.

    Austin Brown é interessante porque é agente (representa Donovan Mitchell, por exemplo), é de Chicago e já foi oferecido o cargo de GM dos Bulls em 2020 pelo próprio Karnisovas. Será que rola uma reviravolta aí?

    Vocês acham que essa mudança vai fazer diferença? Depois de seis anos com Karnisovas e só uma aparição nos playoffs, qualquer coisa parece uma melhoria. Mas o negócio é escolher alguém que tenha visão de longo prazo e não fique fazendo malabarismo só pra tentar salvar o emprego todo ano.

  • Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Olha, a situação do Billy Donovan em Chicago tá ficando meio estranha. Depois da diretoria ter mandado embora os dois caras mais importantes do basketball operations na semana passada, o técnico dos Bulls deixou claro que tá na dúvida sobre o próprio futuro na franquia.

    “Estamos num ponto de virada agora, onde tudo mudou”, disse Donovan antes do último jogo da temporada regular contra Dallas. E cara, quando um técnico fala isso publicamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A reunião que pode definir tudo

    O mais interessante é que Donovan vai sentar com Michael Reinsdorf (presidente e CEO do time) nos próximos dias pra definir os rumos. Sinceramente? Acho que essa conversa vai ser decisiva não só pro técnico, mas pra toda a franquia.

    “Eu amo estar em Chicago, a organização e tudo sobre ela”, falou Donovan. “Mas precisamos descobrir onde todos nós estamos nisso e como vamos seguir em frente.” Traduzindo: o cara tá pedindo garantias.

    A situação fica ainda mais confusa quando você lembra que Reinsdorf disse publicamente que apoiava a continuidade do Donovan como técnico. Mas depois meio que voltou atrás, dizendo que o status do técnico não teria “precedência no processo” de contratação do novo GM.

    Fidelidade que pode não compensar

    Uma coisa que me chama atenção é a lealdade do Donovan. O cara disse que recusou outras oportunidades nos últimos anos por comprometimento com Chicago. Até cogitaram ele pra North Carolina recentemente (que acabou contratando o Michael Malone).

    “Estou comprometido aqui com Chicago”, garantiu. “Vou tentar ficar onde meus pés estão plantados.” Mas será que essa fidelidade toda vale a pena?

    Porque, vamos combinar, 226 vitórias e 255 derrotas em seis temporadas não é exatamente um retrospecto que grita “sucesso”. Os Bulls nunca conseguiram passar do primeiro round dos playoffs com Donovan, mesmo tendo tido alguns times decentes.

    E aí, vocês acham que o Donovan deveria ficar ou que seria melhor pra ambos os lados uma mudança? Com essa bagunça toda na diretoria, não sei se Chicago é o melhor lugar pra um técnico ambicioso no momento.

  • Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.

    Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?

    O apoio que não garante nada

    “Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.

    A realidade dolorosa de Chicago

    “Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”

    E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.

    Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.

    O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.

    No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

  • Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Olha só a situação curiosa em Chicago: Michael Reinsdorf sai publicamente dizendo que quer manter Billy Donovan como técnico dos Bulls, mas o próprio Donovan tá fazendo questão de não se empolgar muito com o apoio do patrão.

    “Acho que o Michael estava apenas expressando como se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra os Wizards na quinta-feira. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, que diplomacia é essa? O cara recebe um voto de confiança público e ainda assim fica nessa de “vamos ver o que é melhor para a franquia”. Sinceramente, acho que Donovan tá sendo esperto — ele sabe que as coisas em Chicago estão uma bagunça total.

    A limpa geral na diretoria

    E não é pra menos que ele tá cauteloso. Na segunda-feira, os Bulls fizeram aquela limpeza que todo mundo já esperava: mandaram embora Arturas Karnisovas (vice-presidente executivo de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral). Seis anos de trabalho e apenas uma classificação para os playoffs. É de lascar.

    Donovan, aos 60 anos, ainda não decidiu se fica ou não. Vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada pra bater um papo sobre o futuro. “Eu amo estar aqui”, disse ele. “Amei a relação com todo mundo — não só Jerry e Michael, mas todas as pessoas no prédio, a equipe. É um ambiente de trabalho incrível e eu curto muito. Mas estamos nesta situação porque realmente não ganhamos muito.”

    O histórico que não engana

    E aí que mora o problema. Donovan tá na 11ª temporada na NBA, seis delas com Chicago. Em Oklahoma City, ele classificou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas que esteve lá. Nos Bulls? Bem… não preciso nem falar, né?

    O mais doído é que seus times só passaram da primeira rodada dos playoffs uma vez — quando Oklahoma City chegou às finais da Conferência Oeste em 2015-16, primeira temporada dele por lá. Desde então, tem sido mais sofrimento do que alegria.

    Vocês acham que Donovan deveria apostar mais alguns anos em Chicago ou partir pra outro projeto? Porque, convenhamos, o cara tem currículo pra isso — só que às vezes mudança de ares faz bem pra todo mundo.

  • Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Olha só que interessante: o Chicago Bulls basicamente amarrou o futuro da franquia ao Billy Donovan. Michael Reinsdorf, CEO do time, foi bem direto na terça-feira — qualquer candidato a executivo de basquete TEM que topar manter o Donovan como técnico. Sem discussão.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estiverem convencidos do Billy, eles não estão convencidos de um técnico Hall of Fame”, disparou Reinsdorf. E olha, eu entendo a lógica. Donovan é realmente monstro, mas será que essa rigidez toda não vai limitar as opções?

    Demitiu geral e agora quer estabilidade

    Isso tudo veio um dia depois dos Bulls mandarem embora o vice-presidente Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. Uma limpeza geral mesmo. A franquia tá com record de 30-49 — praticamente eliminada dos playoffs — então dá pra entender a pressão por mudanças.

    Donovan vai se reunir com a diretoria logo depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que espera uma conversa rápida e que tá interessado em dar mais poder pro técnico nas decisões de elenco. Sinceramente? Faz sentido. O cara conhece basquete.

    A disputa por Donovan esquentou

    Aqui fica interessante: Donovan chegou a ser cotado pra vaga na Universidade da Carolina do Norte (que no final foi pro Michael Malone), mas segundo informações, ele nem quis fazer entrevista pros Tar Heels.

    Se ele ficar disponível no mercado, vários times da NBA vão correr atrás. E quem não correria? O cara tem currículo college de elite e já mostrou que consegue lidar com vestiário NBA. Mas pelo que parece, os Bulls querem muito segurar ele.

    Reinsdorf foi bem claro sobre o perfil que quer pro novo executivo: comunicação forte, pensamento voltado a processos e capacidade de tomar decisões difíceis. Ah, e criticou tanto tanking quanto construção de elenco pensando só no curto prazo.

    “Daqui pra frente, é sobre sustentabilidade”, disse. “Eu não quero ser bom só por um ou dois anos. Quero que ano após ano a gente tenha chance de ser competitivo e vencer.”

    Os Bulls têm algumas cartas na manga pro offseason: espaço salarial e possíveis escolhas de loteria, incluindo uma pick condicional de primeira rodada do Portland Trail Blazers se eles se classificarem pros playoffs.

    E aí, acham que apostar tudo no Donovan é a jogada certa? Pra mim, ele merece a confiança, mas será que não era melhor deixar o novo GM ter mais liberdade pra montar a própria visão?

  • Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Olha, depois da limpa geral na diretoria dos Bulls ontem, o CEO Michael Reinsdorf foi bem direto: Billy Donovan fica. E qualquer candidato a novo executivo que não gostar dessa ideia pode procurar outro emprego.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos em um técnico do Hall da Fama, então provavelmente não são o candidato certo para nós”, disparou Reinsdorf na terça.

    Cara, eu entendo a posição do cara. Donovan não é qualquer um — bicampeão pela Flórida no college, levou o OKC longe nos playoffs, e convenhamos, com os elencos que ele teve em Chicago, fez milagre.

    A reviravolta na diretoria

    Segunda-feira foi dia de demissão em massa. Arturas Karnisovas (VP de operações) e Marc Eversley (GM) levaram o pé na bunda depois de seis anos que renderam… uma classificação aos playoffs. Uma!

    O recado do Reinsdorf foi cristalino: qualquer novo executivo vai ter que trabalhar com Donovan, ponto final. E sinceramente? Acho que faz sentido. O cara tem 467-411 como técnico na NBA, foi pro Hall da Fama em setembro passado. Não é qualquer zé-ruela.

    Mas aqui vem a grande questão: será que o próprio Donovan quer ficar? Porque ele mesmo disse que precisa ver qual é o plano da organização antes de bater o martelo.

    Donovan no centro das atenções

    “A organização quer competir no mais alto nível, e eu também”, disse Billy antes do jogo contra Washington. O cara de 60 anos ainda tem fogo no olho, isso é fato.

    As opções dele são interessantes: ficar em Chicago (talvez com mais poder de decisão), procurar outro time da NBA, ou voltar pro college. Só que a vaga mais cobiçada — North Carolina — já foi preenchida pelo Michael Malone.

    Reinsdorf garante que não vai demorar para ter uma resposta. “Não acho que vai levar muito tempo para o Billy chegar a uma conclusão”, falou. A temporada acaba semana que vem, e aí é sentar e conversar.

    O plano para o futuro

    O que mais me chamou atenção foi o papo do Reinsdorf sobre construir algo duradouro. “Quero que seja ano após ano, que tenhamos chance de ser competitivos e vencer”, disse.

    Bom, com um recorde de 29-49 e quatro anos seguidos fora dos playoffs, alguma coisa precisa mudar mesmo. A pergunta é: será que manter Donovan e trocar só a diretoria vai resolver?

    Vocês acham que o Billy deveria ficar mesmo? Ou é hora de uma mudança completa? Porque olhando de fora, parece que o problema dos Bulls vai além do banco de reservas…

  • Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Olha, o Michael Reinsdorf foi bem direto ontem quando falou sobre o que espera do próximo GM dos Bulls. Uma exigência foi cristalina: quem chegar tem que estar vendido no Billy Donovan como técnico. Senão, nem precisa aparecer para a entrevista.

    “Se eu entrevistar alguém e essa pessoa não estiver convencida do Billy, não estiver convencida de um técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf, “então provavelmente não é o candidato certo pra nós.” Cara, foi bem categórico mesmo.

    Donovan no centro das decisões

    E não para por aí. O dono dos Bulls quer que o novo GM não só mantenha o Donovan, mas que o envolva mais nas decisões de elenco. Sinceramente, faz sentido — o cara conhece basquete, ganhou título universitário e levou o Thunder longe nos playoffs. Por que não aproveitar essa experiência?

    Donovan vai se encontrar com a diretoria depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que não espera que a decisão demore, mas deixou claro que quer o técnico por perto.

    Recomeço total em Chicago

    A demissão do Arturas Karnisovas e do Marc Eversley marcou o fim de seis anos dessa dupla no comando. Os Bulls estão com 29-49 na temporada — um desastre, vamos combinar. Reinsdorf foi honesto: “Como vamos sair dessa bagunça?”

    Mas olha o lado positivo: os Bulls têm muito espaço salarial neste verão e podem pegar uma boa posição no Draft. Ainda tem aquela pick extra que pode vir se o Portland se classificar pros playoffs. É uma oportunidade de ouro pra reconstruir direito.

    “Tentamos o outro caminho. Não funcionou. Falhamos e agora estamos em posição de acertar — página em branco”, falou Reinsdorf. E aí, vocês acham que dessa vez cola?

    O que esperar do novo GM

    Reinsdorf foi específico sobre o perfil que busca: alguém orientado por processos, que “não tenha medo de apertar o gatilho” e que saiba se comunicar melhor — tanto internamente quanto com torcida e imprensa. Reconheceu que comunicação não era o forte do Karnisovas.

    Uma coisa que me chamou atenção: Reinsdorf deixou claro que não quer tanking. “Isso não é quem somos como organização”, disse. É injusto com técnico, jogadores e principalmente com a torcida que paga ingresso pra ver o time competir.

    Olha, eu entendo a posição dele, mas às vezes é complicado equilibrar competitividade com reconstrução. Vai ser interessante ver como o novo GM vai lidar com essa pressão de não tankar mas ainda assim construir um time vencedor.

  • Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Cara, os Bulls finalmente fizeram o que todo mundo já tava esperando há tempo: mandaram embora o VP de operações de basquete Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. E olha, sobre tempo!

    Pensa comigo: cinco temporadas sem playoffs em seis anos. Campanha de 29-49 agora. 12º lugar no Leste. É de dar dó mesmo. Eu até entendo a paciência da organização, mas chega uma hora que não dá mais pra fingir que tá tudo bem, né?

    Quatro anos jogados fora

    Karnisovas e Eversley chegaram em 2020 com toda pompa, prometendo reconstruir os Bulls depois da era Gar Forman. Resultado? Campanha de 224-254 nesses quatro anos. Monstro… de ruim.

    E a cereja do bolo foi aquela confusão com o Jaden Ivey semana passada. Os caras trocaram Kevin Huerter e Dario Saric pra pegar o garoto, e menos de dois meses depois cortaram ele por “conduta prejudicial ao time”. O mlk fez um rant religioso no Instagram criticando o mês do orgulho e ainda chamou o catolicismo de “religião falsa”. Sinceramente, que confusão desnecessária.

    Mas não para por aí. Eles também se desfizeram do Ayo Dosunmu e Coby White no trade deadline (dois caras produtivos), e em 2021 trocaram o Lauri Markkanen – que virou All-Star depois. Ai, que dor no coração.

    Patrick Williams e o contrato maldito

    E tem o Patrick Williams, ganhando 90 milhões por cinco anos pra fazer média de 6.6 pontos por jogo. Seis pontos e meio! Por 18 milhões por ano! Eu nem sei o que dizer sobre isso.

    Michael Reinsdorf pelo menos foi honesto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. Verdade, Michael. Verdade.

    Donovan segura o emprego… por enquanto

    O que me surpreende é que Billy Donovan aparentemente vai ficar. Segundo o Shams Charania, da ESPN, os Bulls querem manter o técnico. Olha, ele chegou junto com essa dupla em 2020 e só levou o time pros playoffs uma vez, em 2021-22.

    Não sei vocês, mas eu acho que se vai mudar, muda tudo de uma vez. Deixar o Donovan ali meio que solto não faz muito sentido pra mim. O que acham?

    Enfim, mais uma temporada perdida pros Bulls, que vão pro draft lottery pelo terceiro ano seguido. Pelo menos agora têm a chance de recomeçar do zero – tomara que dessa vez dê certo.

  • Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Chicago Bulls tá vivendo um caos total. Na segunda-feira rolou aquela bomba: Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos da diretoria. E agora? Agora ninguém sabe o que vai acontecer com o Billy Donovan.

    Mas aí que vem a parte interessante da história. O Joe Cowley, do Chicago Sun-Times – que é praticamente o cara que mais entende dos Bulls -, soltou uma ideia que é meio maluca mas ao mesmo tempo genial.

    O sonho do jornalista (que pode virar realidade)

    A visão do Cowley é assim: Billy Donovan vira VP de operações de basquete e contrata o Tom Thibodeau como técnico. Sim, o mesmo Thibs que saiu dos Bulls em 2015 naquela confusão toda com a diretoria.

    “Qual seria o presente de Natal antecipado perfeito do Joe Cowley… Billy D diz que já teve o suficiente de treinar – assume o cargo de VP… contrata o Thibs para treinar (sim, os dois se gostam)”, postou o jornalista no X.

    E o mais louco? Segundo ele, Thibodeau já resolveu suas diferenças com a família Reinsdorf e com John Paxson. Ou seja, a ponte foi reconstruída depois de quase uma década.

    Faz sentido essa loucura?

    Sinceramente? Eu acho que faz mais sentido do que parece à primeira vista. Donovan tá treinando os Bulls desde 2020 e só conseguiu levar o time aos playoffs uma vez, em 2022 – e ainda perdeu logo na primeira rodada pro Milwaukee.

    Já o Thibodeau… cara, o histórico dele em Chicago é outro nível. Playoffs em 2011 e 2015, e em 2011 ainda chegou na final da Conferência Leste com aquele Derrick Rose MVP absurdo.

    O problema é que Thibs tem aquela fama de “quebrar” jogadores de tanto treinar, né? Mas também não dá pra negar que o cara sabe extrair o máximo dos seus times. E olha, com o roster atual dos Bulls precisando de uma identidade, talvez seja exatamente isso que eles precisam.

    Claro que ainda é só especulação de um jornalista apaixonado pelo time, mas… e aí, vocês acham que essa combinação Donovan-VP + Thibodeau-técnico poderia funcionar? Ou seria apenas mais um capítulo na novela sem fim dos Bulls?