Tag: Boston Celtics

  • Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Cara, vocês viram o que rolou na vitória massacrante dos Celtics sobre o Pelicans? 144-118 e o destaque nem foi só a chuva de três do time. Foi o Neemias Queta — isso mesmo, nosso pivô português — metendo sua PRIMEIRA bola de três na carreira NBA!

    Olha, eu não esperava isso mas o momento foi perfeito. Terceiro quarto, Celtics dominando, defesa do Pelicans meio perdida no jogo. Aí deixam o gigante de 2,13m sozinho lá no perímetro. Erro crasso. O homem não pensou duas vezes: pegou a bola e mandou ver com uma confiança absurda.

    “Buttery” – A reação épica do Hauser

    O banco dos Celtics explodiu na hora. Mas quem mais curtiu foi o Sam Hauser, que sabe bem o que é meter de três (meteu oito na partida, aliás). A descrição dele do arremesso do Queta foi simplesmente perfeita: “Buttery, foi buttery” — ou seja, macio como manteiga.

    Mano, imagina a felicidade do Queta nesse momento! Cinco anos na liga, sempre tentando se firmar. Começou ralando no Sacramento Kings sem conseguir minutos, passou pelo G League, chegou aos Celtics em 2023 com contrato de duas vias… E agora? Titular absoluto do time e ainda metendo de três!

    A evolução absurda do pivô português

    Sinceramente, a trajetória do Neemias é inspiradora. De cara que mal jogava no Kings pra titular dos Celtics — e olha que não é qualquer titular, não. O cara tá tendo médias de carreira em tudo: minutos, pontos, roubos de bola, tocos, rebotes e assistências.

    O Hauser não economizou nos elogios: “Ele fez um trabalho incrível o ano todo, só melhorando. Realmente mostrou por que é um cinco titular nesta liga e neste time. O nome dele deveria estar na conversa do Jogador Que Mais Evoluiu.”

    E olha, eu concordo. Ok, talvez ele não ganhe o prêmio, mas estar na conversa já é muito. Quantas vezes vimos pivôs europeus chegarem na NBA e demorarem anos pra se adaptar? O Queta não só se adaptou como virou peça fundamental de um candidato ao título.

    Vocês acham que esse primeiro triplo é só o começo? Com os playoffs chegando, ter um pivô que consegue abrir o jogo até o perímetro é uma arma extra pros Celtics. E pelo jeito que ele mandou essa bola, parece que tem muito mais de onde veio.

    Agora é focar nos playoffs. O último jogo da temporada regular é contra o Magic em casa, mas provavelmente vão poupar os titulares — incluindo o Queta — pra chegar inteiro na pós-temporada. E cara, depois dessa noite histórica, a confiança do português deve estar lá em cima.

  • Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Mano, o que foi isso que os Celtics fizeram ontem? 29 cestas de 3 pontos em 59 tentativas. VINTE E NOVE! Sinceramente, parecia que a bola tinha um ímã na cesta.

    Começou com o Derrick White mandando uma bomba de 34 metros com menos de um segundo no relógio — daquelas que você normalmente pensa ‘cara, que loucura’, mas que ontem simplesmente entrou. E a partir daí, foi um verdadeiro festival de arremessos de longa distância.

    Todo mundo arremessando, até o Queta!

    O mais doido é que TODOS que jogaram mais de 10 minutos tentaram pelo menos um arremesso de 3. Até o Neemias Queta — nosso pivô brasileiro que normalmente vive no garrafão — mandou uma de longe. E acertou! Saiu de uma jogada bem trabalhada, com o Jordan Walsh tocando de volta pra ele. Uma beleza.

    Olha, eu não esperava ver o Queta acertando de 3 em 2024, mas aqui estamos. O basquete é louco mesmo.

    Defesa também funcionou

    Enquanto o ataque estava pegando fogo, a defesa mostrou disciplina depois daquela noite complicada contra os Knicks. Os Pelicans normalmente vivem atacando a cesta — 42% dos arremessos deles vêm de perto do aro, liderando a liga.

    Mas os Celtics conseguiram baixar isso pra 22%. Tiraram completamente o garrafão do New Orleans, forçando eles a tentarem mais arremessos de meia distância e bandejas forçadas.

    O Queta ancorou bem a defesa no garrafão, com o Sam Hauser conectado na bola, o Walsh ajudando no topo da chave… Funcionou como um relógio suíço. Foi bom ver essa disciplina defensiva voltando — vão precisar disso nos playoffs.

    Jaylen Brown imparável no garrafão

    Do outro lado da quadra, o Jaylen mostrou por que é MVP das Finais. O cara forçou sete lances livres e converteu cinco penetrações. Quando ele pega velocidade descendo para a cesta, é muito difícil de parar mesmo.

    Mas não foi tudo perfeito. JB perdeu sete bolas pro New Orleans — assim como o Tatum havia perdido seis contra os Knicks na noite anterior. Os Pelicans aplicaram uma pressão violenta sempre que ele tinha a posse, especialmente nos pick-and-rolls.

    É interessante como esses dois jogos mostraram por que o Brown e o Tatum precisam um do outro. Quando um vira o foco total da defesa adversária, as coisas ficam mais complicadas. Juntos eles se completam e abrem espaço um pro outro.

    Vocês acham que essa chuva de 3 pontos vai se repetir nos playoffs? Porque se acontecer, vai ser complicado pra qualquer adversário…

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.

    O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.

    A jogada genial da diretoria

    Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.

    Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.

    Banton conhece a casa

    E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.

    O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.

    Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.

    No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.

  • Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Mano, que noite absurda dos Celtics! Eles destruíram os Pelicans por 144-118 ontem, fazendo 29 bolas de três e ficando A UM ARREMESSO de quebrar o recorde da NBA. Um! Imagina a frustração.

    E olha que ironia — foi a segunda temporada consecutiva que Boston teve a chance de quebrar esse recorde e não conseguiu. O recorde atual é de 29 cestas de três, dividido por três times (incluindo os próprios Celtics na temporada passada). Cara, isso deve doer.

    Queta fez história (finalmente!)

    Mas nem tudo foi frustração. Neemias Queta — nosso português naturalizado — finalmente acertou a primeira bola de três da carreira! O cara estava 0/10 antes dessa partida. Quando vi ele comemorando, quase chorei de emoção. É isso aí, Queta!

    Sam Hauser foi simplesmente um monstro de três pontos, acertando 8 das 10 tentativas e liderando a equipe com 24 pontos. No terceiro quarto, quando ele acertou a sexta bola de três dele, os Celtics já estavam ganhando por 40 pontos. Quarenta!

    Jaylen Brown também fez a sua parte com 24 pontos, enquanto Payton Pritchard saiu do banco com 15 pontos no primeiro tempo. O time estava simplesmente inspirado.

    O drama do quarto período

    O último quarto virou uma caçada ao recorde. Os Celtics começaram o período com 25 bolas de três (uma a menos que o recorde) e precisavam de mais 5 para fazer história.

    Pritchard acertou as duas primeiras. Ron Harper Jr. cravou a terceira. Hugo Gonzalez (que por sinal teve uma boa participação) fez a quarta. E aí… Baylor Scheierman teve a chance de ouro para quebrar o recorde, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Sinceramente? Eu acho que o universo não queria que eles quebrassem o recorde em um jogo contra um Pelicans completamente desfalcado. Zion, Herb Jones, Dejounte Murray — basicamente todo mundo importante estava fora.

    Números que impressionam

    Os números dessa partida são de outro planeta: Celtics atiraram 54% dos arremessos de quadra e 49% das bolas de três. QUARENTA E NOVE POR CENTO! Enquanto isso, os Pelicans fizeram apenas 28% das tentativas do perímetro.

    No intervalo, Boston já estava ganhando por 82-51. Oitenta e dois pontos em um tempo! É o tipo de coisa que você vê e pensa “cara, isso é NBA mesmo”.

    E aí, vocês acham que os Celtics vão conseguir quebrar esse recorde ainda nesta temporada? O último jogo da temporada regular é domingo contra o Magic. Quem sabe…

  • Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Cara, que noite foi essa no TD Garden! Os Celtics empataram o recorde da NBA de cestas de 3 pontos em um jogo (29), mas ficaram ali na torcida pra quebrar o recorde histórico. No final das contas, saíram com algo ainda mais valioso: a segunda colocação do Leste garantida nos playoffs.

    O Boston fez 29 arremessos de longa distância na goleada de 144-118 sobre o New Orleans Pelicans. Quando o Hugo Gonzalez acertou a 29ª bola do perímetro faltando 1:20 para o fim, a galera no Garden começou a gritar “One more three!” e todo mundo de pé. Imagina a pressão, né?

    Na trave histórica

    Eles tiveram três chances de quebrar o recorde no último minuto. O Luka Garza teve uma oportunidade mas preferiu infiltrar pra uma enterrada (ainda bem que não perdeu a chance fácil). Depois o Baylor Scheierman tentou do lado mas a bola bateu no aro e saiu. Na última posse, o técnico Joe Mazzulla mandou segurar a bola e deixaram o tempo esgotar.

    Sinceramente? Eu entendo a decisão do treinador. Forçar um arremesso só pelo recorde quando o jogo já tava ganho não faz muito sentido. Mas imagina se fosse aqui no Brasil – a torcida ia ficar louca!

    Show coletivo de arremesso

    O mais impressionante foi ver oito jogadores diferentes acertando pelo menos duas bolas de 3. Até o pivô Neemias Queta (nosso português naturalizado) entrou na festa e acertou seu primeiro arremesso de 3 na carreira! O banco inteiro pulou comemorando – o Sam Hauser, que foi o cestinha com 24 pontos e 8 de 3, disse que o arremesso do Queta foi “manteiga”.

    O Payton Pritchard também fez um jogaço: 21 pontos, 10 assistências e 5 de 3. Double-double com estilo. Depois ele comentou sobre a importância de valorizar esse momento, já que muita gente não acreditava que Boston conseguiria chegar onde chegou.

    Temporada de superação

    E olha, ele não tá errado não. Com 55 vitórias e 26 derrotas, os Celtics conseguiram pelo menos 50 vitórias pela quarta temporada consecutiva sob o comando do Mazzulla. Isso depois de perder peças importantes como Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, e com Jayson Tatum jogando apenas 16 partidas na temporada.

    Muita gente apostava que Boston ia parar na loteria do draft. Mas esses caras provaram que têm muito mais casca do que imaginávamos. Agora é focar nos playoffs – e quem sabe não quebram esse recorde de 3 pontos numa partida que realmente importe?

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem essas peças que saíram?

  • Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu em Boston ontem à noite. Os Celtics simplesmente destruíram os Pelicans por 144 a 118, mas o mais absurdo foi como fizeram isso: com 29 arremessos de 3 pontos convertidos. VINTE E NOVE!

    Sam Hauser foi o protagonista da noite com 24 pontos, acertando 8 de 3. Oito! O cara tava com o braço quente que nem ferro de passar roupa. E olha que ele nem é considerado uma das estrelas do time — mas ontem jogou como se fosse o próprio Curry.

    Recorde histórico que dá arrepio

    Esse número de 29 cestas de três empata o recorde da NBA, que os próprios Celtics já tinham (contra os Knicks em 2024) e que também pertence ao Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks. Cara, imagina você estar no TD Garden vendo isso ao vivo? Cada arremesso que subia, a galera já sabia que ia entrar.

    E o mais louco: até o Neemias Queta, nosso pivô brasileiro, entrou na dança! O gigante acertou a primeira bola de 3 da carreira dele. Sério, quando vi o replay, quase derramei o café aqui em casa. Queta fazendo de três é coisa que eu nunca pensei que veria na minha vida.

    Jaylen Brown comandando sem o Tatum

    Com o Jayson Tatum poupado (ainda se recuperando da cirurgia no tendão de Aquiles), foi o Jaylen Brown quem puxou a fila. 23 pontos em apenas 29 minutos — nem precisou jogar o último quarto. O cara voltou da lesão no tendão de Aquiles e já chegou mandando bala.

    Payton Pritchard também merece destaque: 21 pontos e 10 assistências. Double-double do cara que todo mundo subestima, mas que sempre aparece quando precisa. Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de 3. Era chuva de bandeja lá de cima mesmo.

    Pelicans desfalcados e sem reação

    Do outro lado, os Pelicans tavam praticamente jogando com o time reserva. Zion Williamson fora (joelho direito), Herb Jones descansando, Dejounte Murray machucado… difícil competir assim, né? Jeremiah Fears até tentou com 36 pontos, mas quando o time adversário acerta 29 de três, não tem jeito.

    Com essa vitória, os Celtics garantiram a segunda posição no Leste para os playoffs. E vocês acham que eles conseguem repetir esse desempenho ofensivo na pós-temporada? Porque se mantiverem essa precisão de fora, vão dar muito trabalho pra qualquer um.

    Os Pelicans, coitados, vão ficar de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo. Nova Orleans merecia coisa melhor, mas com essas lesões todas, fica difícil mesmo.

  • Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Cara, os Celtics simplesmente resolveram fazer história ontem à noite. E que história! 29 arremessos de três pontos convertidos em uma única partida — empatando o recorde da franquia e da NBA inteira. Eu já vi muito basquete na minha vida, mas esse tipo de espetáculo ainda me arrepia.

    O show começou com Sam Hauser tendo literalmente a noite da vida dele. 24 pontos acertando 8 de 3. Oito! O cara não errava uma, parecia videogame. Jaylen Brown também estava inspiradíssimo, anotando 23 pontos em apenas 29 minutos — tanto que nem precisou jogar o último quarto. Relaxou no banco vendo o massacre.

    Quando até o pivô acerta de três, você sabe que é noite especial

    Olha, o mais absurdo de tudo foi ver o Neemias Queta — nosso brasileiro naturalizado português que joga de pivô — acertando sua primeira bola de três da carreira. Imagina a emoção do cara! Além disso, pegou 10 rebotes. Quando até o grandão está acertando de longe, você sabe que é uma dessas noites mágicas que só acontecem no basquete.

    Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de três. É impressionante como esse time todo mundo sabe arremessar. Payton Pritchard fechou com 21 pontos e 10 assistências — double-double lindo de se ver.

    Pelicans viraram saco de pancadas

    Coitados dos Pelicans, né? Estavam desfalcados e acabaram levando uma goleada histórica: 144 a 118. Em alguns momentos, Boston abriu 41 pontos de vantagem. Quarenta e um! Eu até senti pena assistindo.

    Esse recorde de 29 bolas de três já tinha sido alcançado pelos próprios Celtics em outubro de 2024 contra os Knicks. Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks também dividiram essa marca. Mas cara, ver isso ao vivo (mesmo que pela TV) é de arrepiar.

    E olha que fizeram tudo isso sem o Jayson Tatum, que está sendo preservado depois da cirurgia no tendão de Aquiles. Estratégia inteligente do técnico — por que arriscar o cara principal quando o time já tá garantido nos playoffs?

    Com essa vitória, Boston garantiu o 2º lugar na Conferência Leste e ainda levou o título da Divisão Atlântico. Vocês acham que eles conseguem repetir esse show nos playoffs? Porque se conseguirem, vai ser muito difícil parar esse time…

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Cara, que momento. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden ontem à noite e, sinceramente, eu não sei como ele conseguiu controlar a emoção. Imaginem vocês: 11 meses atrás, no mesmo lugar, o cara rompeu o tendão de Aquiles numa semifinal de conferência contra os Knicks. O que ele mesmo chamou de “o pior momento da minha vida”.

    E agora? Voltou lá e saiu andando com as próprias pernas. Literalmente.

    “Só queria sair de pé”

    O Tatum foi direto ao ponto depois da derrota por 112-106 (que nem importa muito nesse contexto): “Obviamente eu queria ganhar e jogar bem, mas o mais importante era sair da quadra com meus próprios pés”.

    Monstro. 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências em 40 minutos. Ok, não foi perfeito — errou muito arremesso de três (2 de 10) e deu seis bolas perdidas. Mas quem liga? O cara enfrentou o fantasma de frente e ganhou.

    O Baylor Scheierman, companheiro do Tatum, disse que ele estava “calmo e controlado”. Mas o próprio astro admitiu: “Foi muito intenso, especialmente no começo. Demorei um tempo pra me acalmar”.

    A decisão mais difícil

    Olha, eu achei genial a escolha dele. Como não joga nos dois jogos de back-to-back seguidos (ainda se recuperando), tinha que decidir: MSG na quinta ou em casa contra o Pelicans na sexta. Escolheu enfrentar os demônios logo.

    “Precisava tirar esse gosto amargo de jogar aqui”, explicou. E fez bem — porque se os Celtics enfrentarem os Knicks nos playoffs (o que é bem provável), pelo menos agora ele já quebrou essa barreira mental.

    Durante o jogo, teve momentos que ele próprio admitiu: “Tive que me lembrar de respirar e que tudo ia ficar bem”. Imaginem a pressão psicológica, cara.

    O que vem por aí

    Com o Tatum de volta e jogando 39-40 minutos nas últimas partidas, Boston virou favorita nas casas de apostas pra chegar na Final da NBA pela terceira vez em cinco anos. Absurdo, né? Considerando tudo que rolou — a lesão grave, as saídas de jogadores importantes…

    Mas o mais legal foi ver até a torcida dos Knicks aplaudindo quando ele foi apresentado. E o Jalen Brunson falando como fica feliz de ver o Tatum saudável de novo. Isso é basquete, pessoal.

    E aí, acham que essa volta ao MSG vai dar aquela confiança extra pro Tatum nos playoffs? Pra mim, foi o momento que ele precisava pra provar — principalmente pra ele mesmo — que tá 100% de volta.