Tag: Boston Celtics

  • Celtics massacram 76ers por 32 pontos no Game 1 dos playoffs

    Celtics massacram 76ers por 32 pontos no Game 1 dos playoffs

    Cara, que surra foi essa? Os Celtics simplesmente atropelaram os 76ers por 123 a 91 no primeiro jogo da série de playoffs. Trinta e dois pontos de diferença. É o tipo de resultado que deixa todo mundo perguntando: será que vai ter série mesmo?

    Jayson Tatum comandou o show com 25 pontos e 11 rebotes em apenas 32 minutos de quadra. O mais impressionante? O cara tá vindo de uma lesão no tendão de Aquiles que aconteceu há menos de um ano. Ver ele jogando nesse nível já seria incrível em qualquer situação, mas depois de uma lesão dessas… é surreal mesmo.

    Dupla dinâmica em grande noite

    Jaylen Brown não ficou atrás e contribuiu com 26 pontos. A dupla Tatum-Brown tá funcionando que é uma beleza, e quando esses dois estão sincronizados, pode escrever: deu ruim pro adversário.

    “Esse foi o basquete dos Celtics”, disse Brown depois do jogo. “Nosso ataque não vai ganhar essa série sozinho. Quer dizer, o ataque é importante, mas temos que nos concentrar na defesa. E acho que hoje fizemos um ótimo trabalho.”

    E ele tem razão. A defesa de Boston foi sufocante. Os 76ers acertaram apenas 4 de 23 tentativas do perímetro — um aproveitamento de 17%. Pra piorar, perderam 22 bolas que viraram 22 pontos pros Celtics. É o tipo de estatística que faz qualquer técnico ter pesadelo.

    76ers sentem a ausência de Embiid

    Do lado da Filadélfia, Tyrese Maxey tentou carregar o time nas costas com 21 pontos, mas não teve ajuda suficiente. O grande problema mesmo é a ausência de Joel Embiid, que passou por uma apendicectomia de emergência no dia 9 de abril e nem viajou com a equipe.

    “A parte estranha é que conseguimos algumas boas oportunidades”, explicou Maxey. “Só erramos arremessos livres de três. Mas na defesa, tivemos muitas falhas, muita coisa que já havíamos trabalhado e que não pode acontecer.”

    Sem Embiid, os 76ers parecem um time completamente diferente. O plano agora é esticar a série o máximo possível pra dar uma chance do pivô voltar. Mas sinceramente? Depois de uma surra dessas, vai ser difícil.

    Nick Nurse, técnico dos 76ers, não poupou críticas: “Muita coisa deu errado, isso é certeza. Acho que do segundo quarto até metade do terceiro, finalmente conseguimos nos organizar e jogamos um basquete decente. Mas os minutos fora isso foram absolutamente inaceitáveis.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar no Game 2 ou os Celtics vão continuar dominando? Uma coisa é certa: sem Embiid, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    Cara, a NBA divulgou os finalistas dos principais prêmios da temporada regular e… bem, não foi um dia muito feliz pros fãs dos Celtics. Praticamente todos os nossos caras ficaram de fora das finais dos prêmios individuais. Só o técnico Joe Mazzulla conseguiu uma vaga como finalista a Técnico do Ano.

    E olha, sinceramente? Algumas dessas exclusões doem mais que enterrada na cara.

    Mazzulla finalista (mas nem quer saber do prêmio)

    O Mazzulla tá concorrendo ao prêmio de Técnico do Ano junto com Mitch Johnson (Spurs) e JB Bickerstaff (Pistons). E pelas campanhas dos times, ele tem chances reais de levar.

    Mas aqui vem o plot twist mais Mazzulla possível: o cara literalmente cagou pro prêmio. “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso. É mais sobre os jogadores”, disse ele mês passado. Mano, só o Mazzulla mesmo pra falar isso abertamente (risos).

    Na real, eu meio que concordo com ele. O técnico é importante, mas quem joga são os caras. Ainda assim, seria massa ver ele ganhar — mesmo que ele não ligue.

    Jaylen Brown ignorado no MVP

    Aqui dói. Os finalistas ao MVP são Nikola Jokić (Nuggets), Victor Wembanyama (Spurs) e Shai Gilgeous-Alexander (Thunder). Todos têm casos fortíssimos mesmo — SGA com 31.1 pontos, Jokić quase triplo-duplo de média (27.7 pts, 10.8 reb, 9 ast) e Wemby sendo um monstro defensivo (25 pts, 11.5 reb, 2.7 tocos).

    Mas o Jaylen Brown teve a MELHOR temporada da carreira dele: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Cara, 28.7 pontos de média! E ficou de fora?

    Eu sei que a concorrência tá absurda, mas o JB merecia pelo menos estar na conversa. Vocês acham que ele foi injustiçado ou os três finalistas eram mesmo inquestionáveis?

    Derrick White esquecido no DPOY

    Essa aqui me revolta. O Derrick White teve uma das melhores temporadas defensivas que eu já vi na NBA — e olha que eu acompanho isso há anos. 1.3 tocos e 1.1 roubos de bola por jogo, ambos recordes pessoais. O cara foi FUNDAMENTAL na defesa dos Celtics.

    Os finalistas são Chet Holmgren (Thunder), Ausar Thompson (Pistons) e — pasmem — Victor Wembanyama de novo. Não tô tirando o mérito desses caras, mas o White mereceu pelo menos estar entre os três.

    Até o próprio Jaylen Brown já falou várias vezes que o White teve uma temporada digna de DPOY. Quando seu próprio companheiro faz campanha pra você, é sinal que a coisa é séria.

    E o Neemias Queta? O português saiu de quarto opção no banco pra titular de um dos melhores times da liga. Saltou de 5 pontos pra 10.2, quase dobrou os rebotes… mas também ficou de fora do Jogador Que Mais Evoluiu.

    Pelo menos ele tá levando numa boa: “Se não for esse ano, ano que vem tá disponível de novo”, disse no podcast do White. Mentalidade top.

    No fim das contas, prêmios individuais são legais, mas o que importa mesmo é levantar o Larry O’Brien. E nisso, os Celtics tão muito bem obrigado.

  • Tatum destruiu os Sixers no Jogo 1 e mandou o recado

    Tatum destruiu os Sixers no Jogo 1 e mandou o recado

    Cara, depois de tudo que o Jayson Tatum passou nos últimos meses, ver ele jogar assim no Jogo 1 contra os Sixers foi de arrepiar. 25 pontos, 11 rebotes e 7 assistências — o homem voltou com tudo mesmo.

    Pra quem não lembra, faz seis meses que ninguém sabia se o Tatum voltaria a tempo dos playoffs. Lesão no tendão de Aquiles é coisa séria, né? E o cara mesmo admitiu que teve dias que nem sabia se ia jogar nessa temporada.

    A volta por cima

    “Tem muitos dias que eu não tinha certeza se ia jogar essa temporada, muito menos ter a chance de jogar hoje”, falou o Tatum depois da goleada de 123-91 sobre a Filadélfia. Mano, só de imaginar a cabeça do cara durante esses meses…

    Ele jogou só 16 partidas na temporada regular. Dezesseis! Cada jogo foi praticamente um teste pra ver se conseguiria estar pronto pros playoffs. E que preparação hein — 21.8 pontos de média e liderando o time em rebotes (10 por jogo).

    Lembro até do primeiro jogo dele de volta, contra os Mavericks em março. O homem errou a primeira enterrada! Imagina a pressão. Mas ontem à noite foi completamente diferente.

    Show de bola contra os Sixers

    Logo no primeiro quarto, o Tatum já mandou ver: 10 pontos, 7 rebotes e 4 assistências. Duas cestas de fade away — uma por cima do Andre Drummond, outra no Tyrese Maxey. E aquela enterrada com as duas mãos no final do primeiro quarto? Monstro demais.

    O mais legal é que ele passou o Kobe Bryant em arremessos de 3 convertidos nos playoffs (chegou a 293). É isso aí — história pura sendo escrita.

    Quando saiu de quadra faltando mais de 7 minutos, com o placar 108-78, a torcida de Boston se levantou toda. Merecido demais. Foram 32 minutos em quadra parecendo que nunca tinha parado de jogar.

    O ponto de virada

    Segundo o próprio Tatum, o momento que ele realmente acreditou que daria tempo foi lá em 10 de fevereiro, há mais de 9 semanas. “Foi quando me designaram para o G-League e tivemos aquele scrimmage. Foi realmente a primeira vez que pensei ‘oh, eu posso voltar esse ano’”.

    E com o Joel Embiid fora, os Sixers estavam pedindo arrego mesmo. O Tatum não teve dó — caçou as trocas de marcação, abusou da defesa da Filadélfia e ainda distribuiu o jogo. Três das quatro bolas de 3 do Sam Hauser saíram de passes dele. E aquele passe pro Neemias Queta? Candidato a jogada da noite fácil.

    Agora ele tá a três performances de 25-10-5 de igualar o recorde do Larry Bird na história dos Celtics (26). Com essa forma toda, não duvido que chega lá ainda nessa série.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi ontem, o Tatum tá com uma fome danada de título.

  • Tatum monstro na volta aos playoffs: Celtics massacram os Sixers

    Tatum monstro na volta aos playoffs: Celtics massacram os Sixers

    Cara, que volta absurda do Jayson Tatum! Depois de quase um ano parado por causa da lesão no tendão de Aquiles, o cara simplesmente resolveu lembrar pra todo mundo por que é considerado um dos melhores da liga. 25 pontos, 11 rebotes, 7 assistências na goleada de 123-91 sobre os Philadelphia 76ers no Jogo 1. Isso que eu chamo de statement game!

    Vocês lembram do retorno dele em março contra os Mavericks? O cara perdeu seis arremessos seguidos e só conseguiu pontuar no final do primeiro tempo. Completamente fora de ritmo, né? Agora olha só — no primeiro quarto mesmo ele já tinha cravado uma enterrada monstro depois de passar por duas marcações. O TD Garden explodiu, e eu aqui do Brasil também.

    Domínio total desde o primeiro quarto

    O mais impressionante foi como ele controlou o jogo desde o início. Dez pontos, sete rebotes e quatro assistências só no primeiro quarto! O maluco participou de 19 dos 23 pontos dos Celtics no período — mais do que o time inteiro dos Sixers conseguiu fazer (18). Isso é absurdo demais.

    “Não faz muito tempo eu nem tinha certeza se ia conseguir jogar nesta temporada, quanto mais nos playoffs”, disse o Tatum depois do jogo. Mano, dá pra sentir a emoção dele falando isso. Nove anos de carreira e ele nunca tinha estado tão grato por estar em quadra.

    Celtics fazem história (de novo)

    Essa vitória por 32 pontos foi a maior goleada de estreia dos playoffs na história da franquia. E pasmem: já é a quinta vez que eles metem 30+ de diferença nos Sixers nos playoffs — recorde da NBA contra um mesmo adversário.

    Com essa performance, o Tatum chegou a 38 jogos de playoffs com pelo menos 20 pontos e 10 rebotes na carreira. Tá empatado com Kevin McHale no terceiro lugar da história dos Celtics, atrás só de Larry Bird (61) e Bill Russell (48). Pra um cara de 26 anos que perdeu quase uma temporada inteira, é de arrepiar.

    E o Jaylen Brown? Também não brincou em serviço: 26 pontos, sendo o parceiro perfeito do Tatum mais uma vez. Essa dupla quando tá ligada é praticamente impossível de parar.

    Favoritos ao título de novo

    Olha, depois da saída de alguns peças importantes no início da temporada, muita gente achava que os Celtics iam dar uma relaxada este ano. Ledo engano. Eles são os favoritos na Conferência Leste (+140) e têm a segunda melhor odd para o título (+550).

    Se o Tatum continuar jogando nesse nível — e sinceramente, acho que vai — os Celtics têm tudo pra repetir o feito de 2024. A química entre ele e o Brown tá cada vez melhor, o time como um todo parece mais maduro, e agora com essa experiência de quase perder tudo por lesão, o cara tá jogando com uma fome diferente.

    “É incrível ter outra oportunidade de dividir a quadra com ele [Brown] e meus outros companheiros para competir por algo maior que nós mesmos”, disse o Tatum. E aí, vocês acham que rola o bi dos Celtics este ano?

  • Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Olha, eu já sabia que ia ser difícil pros Sixers sem o Embiid, mas o que rolou ontem em Boston foi simplesmente um massacre. 123 a 91. Cento e vinte e três a noventa e um! Dá pra acreditar nisso?

    Cara, desde 1982 — quando os Sixers conseguiram bater o Celtics num jogo 7 histórico — esses dois times se enfrentaram seis vezes nos playoffs. Adivinha quem ganhou todas? Isso mesmo, Boston. E pelo que vi no jogo 1, essa série pode muito bem virar a sétima.

    Tatum voltou querendo guerra

    O Jayson Tatum simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que aquela lesão no tendão de Aquiles ficou no passado. 25 pontos, 11 rebotes, 7 assistências em apenas 32 minutos de quadra. O cara jogou como se nunca tivesse se machucado.

    “Eu entendo a magnitude da lesão”, disse Tatum depois do jogo. E ele tem razão — voltou de uma das piores lesões que um jogador pode ter. Sinceramente, eu achava que ele ia demorar mais pra pegar o ritmo, mas o monstro tá jogando num nível absurdo.

    Na minha visão, esse Celtics com Tatum 100% é candidato real ao título. A forma como dominaram os Sixers sem força foi assustadora.

    Sixers sem Embiid = missão impossível?

    Vamos ser honestos: Philadelphia sem Joel Embiid é outro time. Completamente diferente. O cara passou por uma apendicectomia de emergência no dia 9 de abril e tá fora por tempo indeterminado.

    Os números não mentem: 2 de 16 do perímetro no primeiro tempo. Dois de dezesseis! Como você quer ganhar dos Celtics errando tudo de três? E pior: deram 22 pontos de vantagem em bolas perdidas (22 a 3). Isso é receita pra desastre contra qualquer time, imagine contra Boston.

    O Nick Nurse, técnico dos Sixers, resumiu bem: “Muita coisa deu errado, com certeza. Os minutos ao redor [do período bom] foram absolutamente inaceitáveis.”

    Vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos tornar a série competitiva? Eu tô começando a achar que vai ser 4-0 mesmo, não vou mentir. Boston tá jogando um basquete perfeito e Philadelphia… bem, tá tentando.

    O jogo 2 é terça-feira, em Boston de novo. Se os Celtics ganharem, pode ir preparando as malas, Philly. Série encerrada.

  • Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Cara, que situação louca pros playoffs de 2026! Os Celtics recebem os 76ers neste domingo (19 de abril) no TD Garden, e olha só o drama: Joel Embiid está fora por causa de uma apendicectomia, enquanto Jayson Tatum ainda é dúvida depois de passar a temporada toda se recuperando de uma lesão no tendão de Aquiles.

    Sinceramente? Isso deixa tudo muito mais imprevisível. Boston terminou como #2 seed (56-26) e Philly chegou como #7 (45-37) depois de passar pelo Play-In contra o Orlando Magic. No papel, deveria ser moleza pros Celtics, mas basquete não se joga no papel.

    Jaylen Brown vs Paul George: o duelo que vai decidir

    Com Tatum incerto e Embiid confirmado fora, o holofote vai todo para Jaylen Brown — que tá sendo cotado como candidato a MVP desta temporada. Do outro lado, os Sixers apostam todas as fichas na dupla Tyrese Maxey e Paul George. E cara, que dupla!

    Maxey fez uma temporada monstruosa, com média de 28.4 pontos por jogo — recorde pessoal dele. Paul George, mesmo já veterano, ainda consegue entregar 21.5 pontos e ser aquela presença defensiva que todo time quer ter nos playoffs.

    A defesa de Boston foi a #1 da liga na temporada regular (permitindo menos pontos por jogo), mas conter Maxey não vai ser fácil não. O garoto tem velocidade pra queimar qualquer marcação.

    As apostas e minha previsão pessoal

    Boston entra como favorito com -6.5 pontos de vantagem, e o total de pontos da partida tá em 222.5. Olha, eu entendo o favoritismo — eles têm a vantagem de casa e uma defesa sufocante.

    Mas vocês acham mesmo que vai ser tão fácil assim? Philadelphia dividiu a série da temporada regular em 2-2. Sem Embiid no garrafão, André Drummond vai ter que segurar a parada nos rebotes, e o cara tem experiência pra isso.

    Na minha visão, o jogo vai ser mais apertado do que as odds sugerem. Se Tatum não jogar, Brown vai ter que carregar o piano sozinho, e isso pode dar brecha pros 76ers. Mas a força da torcida em Boston é outro nível nos playoffs.

    Minha previsão? Celtics ganham, mas num sufoco: 116 a 104. Brown faz um jogão (uns 32 pontos), Maxey responde com uns 26, mas a defesa de Boston faz a diferença no final.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam na casa ou acreditam numa zebra logo no Jogo 1?

  • Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Olha só que situação curiosa: o Philadelphia 76ers entra nos playoffs como azarão total contra o Boston Celtics, e talvez seja exatamente isso que os pivôs da equipe precisavam para mostrar serviço.

    Depois de quase uma década decepcionando os fãs na pós-temporada, o Sixers tá numa posição que eu chamo de ‘casa da mãe Joana’ — sem pressão nenhuma. Todo mundo já deu o Celtics como campeão do Leste, então qualquer coisa que rolar é lucro. E quem pode se beneficiar mais dessa falta de expectativa? Na minha opinião, são os dois pivôs que vão ter que segurar a bronca enquanto Joel Embiid continua machucado.

    Drummond: o veterano sem pressão

    Andre Drummond, aos 32 anos, tá numa fase da carreira que eu conheço bem — aquela de provar todo santo dia que ainda tem lenha pra queimar. Cara que já foi All-Star em 2018 e hoje vive a vida de cigano da NBA, saltando de contrato curto em contrato curto.

    Mas sabe o que é interessante? Drummond emendou três double-doubles seguidos pelos Sixers e tá até acertando uns arremessos de três. Absurdo, né? Acho que ele já fez as pazes com o fato de que vai ser reserva pro resto da carreira, e isso meio que libertou o cara. Sem pressão sobre o futuro, ele consegue jogar mais solto.

    Só que tem um porém: Neemias Queta (nosso brasileiro naturalizado americano) deu um show contra o Drummond no último confronto da temporada regular. Vai ser interessante ver como ele responde.

    Bona: o jovem em busca do espaço

    Já o Adem Bona tá numa situação completamente diferente. Com apenas duas temporadas na NBA, o garoto ainda tá lutando por minutos — aquela vida clássica de segunda rodada do Draft. E olha, ele tem mostrado coisas interessantes, principalmente na defesa.

    No jogo da play-in contra o Orlando, Bona deu três tocos. TRÊS! Momentos assim que fazem você falar: ‘Opa, tem algo aí’. O ataque ainda tá cru, provavelmente nunca vai ser um monstro ofensivo, mas a defesa dele já convence.

    E tem uma diferença crucial entre ele e o Drummond — Bona não conhece a pressão dos playoffs. Será que essa inocência pode ser uma vantagem? Eu acho que sim. Às vezes não saber o peso do momento te liberta pra simplesmente jogar bola.

    A real é que os minutos de pivô sempre foram um problema gigante pro Sixers nos playoffs da última década. Toda vez que Embiid saía de quadra, a coisa desandava. Mas quem sabe dessa vez, justamente sem pressão nenhuma, esses dois não conseguem surpreender?

    Vocês acham que essa situação de ‘casa da mãe Joana’ pode realmente ajudar esses caras a jogarem mais soltos? Eu tô curioso pra ver se a falta de expectativa vai ser o combustível que eles precisavam.

  • Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Olha, quando um cara que tem três anéis da NBA fala, a gente escuta. E o Danny Green não tá nada otimista com os Knicks nestes playoffs. O veterano, que conhece bem o que é pressão de pós-temporada, soltou o verbo sobre Nova York: “Eles podem implodir”.

    Cara, isso doeu até em mim que nem torço pros Knicks.

    Os problemas internos que ninguém quer admitir

    Green, que hoje trabalha como analista da ESPN, explicou por que mudou sua previsão inicial. No começo da temporada, ele apostava nos Knicks pra chegar longe. Agora? Nem tanto.

    “Simplesmente pelo fato de que os Knicks este ano, especialmente no final da temporada, pareceram muito instáveis”, disparou o veterano. “Pareciam desconectados. A química não estava lá.”

    E aí vem a parte mais pesada: Danny falou que tá rolando uns “rumblings” – aquelas conversas de bastidor que todo mundo da NBA conhece. Alguns jogadores não curtem o técnico Mike Brown (que substituiu o Thibodeau), outros acham que o Jalen Brunson tá com a bola demais. Sabe como é, né? Ego de jogador profissional é complicado.

    O mais interessante é que Green jogou com o OG Anunoby no título dos Raptors em 2019. Então ele conhece bem o canadense e provavelmente tem informação privilegiada sobre o clima no vestiário de Nova York.

    Celtics favoritos? Faz sentido

    Na visão do Danny, os Celtics vão eliminar os Knicks na segunda rodada. E olha, por mais que doa admitir, faz sentido. Boston tem aquela química que só time campeão desenvolve, mesmo com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada.

    “Os Knicks têm todo o talento, todas as ferramentas, tudo”, reconheceu Green. “Mas com a mudança de técnico, eles parecem mais desconectados na hora errada do ano.”

    Sinceramente? Eu concordo. Trocar técnico no meio do processo nunca é fácil, ainda mais saindo do Thibs, que é conhecido por criar uma identidade forte nos times dele.

    O Charles Oakley, lenda dos Knicks, também meteu o pau. Disse que ano passado “estava tudo na mesa” e o time foi “comer no Popeyes” – ou seja, fizeram merda quando tinham tudo pra dar certo.

    Mas calma, nem tudo está perdido

    Olha, os números não mentem completamente. Os Knicks ganharam dois jogos a mais que na temporada passada e fecharam com 12 vitórias nos últimos 16 jogos. Isso não é de um time completamente perdido.

    O problema é que às vezes a química é mais importante que o talento individual. E se tem uma coisa que a NBA nos ensina é isso: time desunido não ganha título. Pode ter o roster mais caro do mundo que não adianta.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se encontrar nos playoffs ou o Danny Green tá certo? Eu tô na torcida pra eles provarem que o veterano tá errado, mas confesso que as preocupações dele fazem sentido.

  • Meu ranking dos playoffs: Wemby e Spurs lideram a briga pelo título

    Meu ranking dos playoffs: Wemby e Spurs lideram a briga pelo título

    Os playoffs da NBA começaram e, cara, que delícia ver essa paridade toda. Lembro quando era fácil cravar quem ia ganhar — hoje em dia qualquer time pode esquentar na hora certa e ir longe. Mas óbvio que tem hierarquia, né?

    Resolvi separar os 16 times em três categorias baseado no potencial real de título. E olha, algumas surpresas me chamaram atenção nessa análise.

    Os Pesos Pesados

    Estes são os monstros que não dependem de sorte — eles fazem acontecer.

    1. San Antonio Spurs

    Wembanyama é simplesmente absurdo. O cara transformou essa defesa numa coisa de outro mundo — Kirk Goldsberry soltou um dado que me deixou de queixo caído: quando o Wemby tá em quadra, a eficiência de arremesso dos adversários fica abaixo de 50%. Isso é coisa de maluco!

    Dos últimos 25 campeões da NBA, 23 terminaram no top-5 tanto no ataque quanto na defesa. Adivinha quais são os únicos dois times que conseguiram isso essa temporada? Spurs e Celtics. E olha que San Antonio ainda tem elenco pra todo lado — não é só o Wemby carregando piano.

    Eles venceram o OKC quatro vezes na temporada regular. Quatro! Na minha visão, perderam uma oportunidade gigante de não bater o Denver no último jogo da temporada regular, porque agora vão ter que enfrentar Nuggets E Thunder em sequência. Mas sinceramente? Acho que o efeito Wembanyama é tão grande que eles levam tudo mesmo.

    2. Oklahoma City Thunder

    Shai Gilgeous-Alexander provavelmente vai levar o MVP — e com razão. O cara é uma máquina de fazer cestas, principalmente nos momentos decisivos, e praticamente nunca perde bola. A defesa do Thunder é a mais chata de enfrentar nos playoffs.

    Ganharam 64 jogos mesmo com Jalen Williams (segundo melhor jogador deles) fazendo só 33 partidas por lesão. Isso diz tudo sobre a profundidade do elenco.

    Nos playoffs, sempre aposte no time com mais maneiras de ganhar. OKC pode te massacrar na transição, pode te destruir no meio da quadra, pode jogar grande, pequeno, trocar tudo… São camaleões táticos.

    3. Boston Celtics

    Enquanto todo mundo tá no final de uma temporada longa, Jayson Tatum tá só esquentando os motores. Deve chegar na segunda rodada fresco que só, e dali pra frente os Celtics parecem o time mais completo do Leste.

    Tatum, Jaylen Brown e Derrick White funcionando bem é um Big Three que briga com qualquer um. E Joe Mazzulla já provou que sabe o que tá fazendo — levar esse time a 56 vitórias não foi sorte.

    E os Outros Candidatos?

    Denver continua perigoso com o trio Jokić-Murray-Gordon, mas algo me diz que essa não é a temporada deles. Miami sempre assombra todo mundo nos playoffs, mas precisa de mais consistência.

    E vocês, quem acham que leva essa? Eu tô com os Spurs — Wemby vai fazer história mais cedo do que todo mundo imagina. O garoto é diferenciado demais pra esperar.

  • Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Cara, vocês viram o que rolou no último jogo dos Celtics da temporada regular? Time descansou OITO titulares contra o Orlando Magic e mesmo assim ganhou de 113-108. Isso não é sorte — é pura ciência.

    O Baylor Scheierman, que foi draftado lá no finalzinho da primeira rodada em 2024, meteu 30 pontos. Career high do cara! Ron Harper Jr., que nem conseguia minutos no Toronto e Detroit, explodiu com 27 pontos poucos dias depois de ter seu contrato two-way convertido pra standard. E o Luka Garza? 27 pontos e 12 rebotes depois de não conseguir se firmar em Minnesota.

    O “Stay Ready Group” não é brincadeira

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e nunca vi uma máquina de desenvolvimento como essa dos Celtics. Eles literalmente chamam o banco de “Stay Ready Group” (Grupo Fique Pronto). Payton Pritchard era pick 26 em 2020, Sam Hauser nem foi draftado, Jordan Walsh foi pick 38 em 2023. Todos viraram jogadores importantes.

    E tem mais: Hugo Gonzalez, um moleque de 20 anos que foi pick 28 este ano, já mostrou que tem potencial de two-way player em várias ocasiões. Isso é desenvolvimento acelerado, monstro.

    Neemias Queta é o exemplo perfeito

    Mas se vocês querem um case de sucesso, olhem pro Neemias Queta. O português estava na geladeira depois que o Sacramento dispensou ele em 2023. Boston deu uma chance — e cara, que transformação! O maluco virou titular no garrafão dos Celtics e teve uma temporada tão boa que quase levou o Most Improved Player.

    Na minha opinião, isso mostra como o ambiente faz diferença. Queta tinha talento, só precisava do lugar certo pra florescer.

    O Brad Stevens, presidente de operações do time, soltou uma que resume tudo: “Se você não está melhorando aqui, o problema pode ser seu”. Meio pesado, mas é a real. Os Celtics criaram um sistema onde, se você se dedicar, vai virar jogador de NBA de verdade.

    E aí, vocês acham que outros times conseguem replicar isso? Porque sinceramente, Boston tá anos-luz na frente no quesito desenvolvimento de jogadores.