Tag: Boston Celtics

  • Embiid pode voltar já no jogo 3? Cara está INSANO

    Embiid pode voltar já no jogo 3? Cara está INSANO

    Galera, eu não acredito no que eu tô vendo. Joel Embiid está listado como “duvidoso” pro Jogo 3 contra o Celtics. DUVIDOSO. O cara fez cirurgia de apendicite há duas semanas e já tá pensando em voltar pra quadra nos playoffs. Isso é surreal demais.

    A recuperação mais maluca da NBA

    Vamos fazer as contas aqui: cirurgia de emergência no dia 9 de abril, e agora — apenas 15 dias depois — ele pode estar de volta pra enfrentar Boston? Mano, eu já fiz cirurgia de apendicite e fiquei uma semana sem conseguir amarrar o tênis direito. O Embiid quer jogar basquete profissional contra o melhor time da conferência leste.

    O técnico Nick Nurse foi bem cauteloso nas declarações, mas deu pra sentir aquela esperança no ar. “Estamos esperançosos, e acho que ele está esperançoso também. Ele quer jogar, e nós queremos que ele jogue”, disse o treinador. Traduzindo: todo mundo tá doido pra ver o gigante de volta.

    Na minha opinião? Conhecendo o Embiid e o histórico dele de jogar machucado nos playoffs — lembra da paralisia de Bell e da cara quebrada? — eu não duvido NADA que ele entre em quadra mesmo não estando 100%.

    Sixers precisam demais do seu astro

    Olha, a situação dos Sixers sem o Embiid tá complicada. Adem Bona convertendo apenas 12% das bandejas dele? É de doer o coração. É óbvio que qualquer versão do Embiid — mesmo que seja 70% dele — seria um upgrade gigantesco pro time.

    E convenhamos: aquela vitória no Jogo 2 ficou ainda mais importante agora. Se o Embiid conseguir voltar em casa, no Jogo 3, com a torcida de Philly enlouquecida… cara, isso pode virar essa série completamente.

    Vocês acham que ele deveria arriscar? Ou será que é melhor esperar mais alguns dias pra ter certeza? Sinceramente, eu admiro demais a mentalidade competitiva desse cara, mas também fico preocupado com a saúde dele a longo prazo.

    Uma coisa é certa: se o Embiid realmente entrar em quadra amanhã, vai ser mais um capítulo épico na carreira de um dos jogadores mais durões da NBA atual. O cara é um monstro mesmo.

  • Embiid volta ao treino e pode jogar contra os Celtics!

    Embiid volta ao treino e pode jogar contra os Celtics!

    Gente, que notícia boa para quem torce pelo Philly! Joel Embiid finalmente voltou a treinar com o time ontem, duas semanas depois de fazer uma cirurgia de emergência para retirar o apêndice. Cara, eu não sei vocês, mas eu já estava achando que ia rolar despedida precoce dos playoffs mesmo.

    O gigante de 2,13m participou de partes do treino dos 76ers na quinta-feira e está listado como “duvidoso” para o Jogo 3 contra o Boston Celtics, que rola hoje à noite na Filadélfia. Olha, sendo bem sincero: depois de tudo que esse cara já passou, qualquer sinal de que ele pode voltar já é uma vitória.

    A recuperação está no caminho certo

    O técnico Nick Nurse falou que eles vão saber muito mais sobre o estado do Embiid até o fim do dia. “Ele quer jogar e nós queremos que ele jogue”, disse o treinador. Mano, imagina a ansiedade desse cara para voltar à quadra? O Philadelphia empatou a série em 1-1 depois de roubar um jogo em Boston na terça, ganhando de 111 a 97.

    E que diferença faz, né? Na estreia da série, os Sixers tomaram uma surra histórica de 32 pontos dos Celtics. Com o Tyrese Maxey e VJ Edgecombe brilhando no TD Garden, deu para ver que o time tem potencial – mas com o Embiid em quadra, a história muda completamente.

    Mais um capítulo na saga das lesões

    Cara, essa temporada do Embiid tem sido uma montanha-russa, e olha que eu já perdi a conta de quantas vezes escrevi isso sobre ele. O MVP de 2023 jogou menos de 40 partidas na temporada regular pelo terceiro ano consecutivo. Em março, ficou 13 jogos fora com uma lesão no oblíquo. Antes disso, perdeu cinco jogos seguidos em fevereiro por causa do joelho direito.

    E não para por aí – na temporada passada, ele jogou apenas 19 partidas por causa dos problemas no joelho esquerdo, que acabaram levando ele para mais uma cirurgia em abril de 2025. Sinceramente, às vezes eu fico me perguntando: será que o corpo do Embiid aguenta essa pressão toda dos playoffs?

    Independente de tudo, ver ele de volta aos treinos já aquece o coração de qualquer fã dos Sixers. A dupla Maxey-Edgecombe mostrou que tem categoria, mas vamos combinar: com o Embiid dominando o garrafão, o Philadelphia vira um time completamente diferente. Os Celtics que se cuidem!

  • Derrick White leva prêmio de fair play: Celtics dominando em classe

    Derrick White leva prêmio de fair play: Celtics dominando em classe

    Olha só que coisa linda: Derrick White acabou de ganhar o NBA Sportsmanship Award de 2025-26, e cara, não podia ter ido pra pessoa mais merecida. O armador do Celtics levou o troféu Joe Dumars pela primeira vez na carreira — e olha que ele já tá há nove anos na liga.

    O mais absurdo? É o segundo ano consecutivo que um jogador de Boston leva esse prêmio. No ano passado foi o Jrue Holiday, que aliás já ganhou duas vezes. Parece que lá em Boston eles realmente entendem o que é jogar com classe, né?

    Celtics viraram escola de fair play

    Sinceramente, não é coincidência que dois Celtics ganharam esse troféu em anos seguidos. Quem acompanha a NBA sabe que essa equipe tem uma cultura diferenciada — não é só sobre ganhar (embora eles façam isso muito bem também), mas sobre como você ganha.

    White sempre foi conhecido por ser um cara limpo em quadra. Nunca vi ele se envolver em confusão, sempre respeitando adversários e árbitros. E olha que ele joga duro, viu? É All-Defensive Team duas vezes, então não é que ele seja “molinho” — ele simplesmente sabe jogar com inteligência e respeito.

    Currículo de campeão

    E o mais legal é que o cara tem moral pra ganhar esse prêmio. Foi campeão da NBA com Boston em 2023-24 (que jogaço foram aqueles playoffs!), medalhista de ouro olímpico em Paris 2024 com a seleção americana… O cara junta talento com caráter, que é exatamente o que esse prêmio representa.

    O troféu Joe Dumars existe desde 1995-96 e homenageia um dos jogadores mais respeitados da história da liga. Dumars, que ganhou o primeiro prêmio e jogou 14 anos inteiros pelo Detroit Pistons, sempre foi exemplo de como competir no mais alto nível mantendo a classe.

    Mike Conley continua sendo o maior vencedor com quatro troféus, mas White agora faz parte desse grupo seleto de jogadores que seus próprios colegas reconhecem como exemplos de sportsmanship. E vocês, acham que ele consegue repetir a dose no ano que vem?

  • Embiid pode voltar no Jogo 3? Sixers têm esperança depois da cirurgia

    Embiid pode voltar no Jogo 3? Sixers têm esperança depois da cirurgia

    Olha só que notícia boa para os fãs dos Sixers! Joel Embiid foi reclassificado como “duvidoso” para o Jogo 3 contra o Boston Celtics nesta sexta-feira. Depois de duas semanas parado por conta de uma apendicectomia de emergência, o pivô gigante pode estar de volta às quadras.

    Eu sinceramente não esperava ver o Embiid tão cedo de volta. Uma cirurgia de apêndice não é brincadeira, ainda mais quando você é um cara de 2,13m que depende muito do físico. Mas pelo jeito o processo de recuperação está indo melhor que o esperado.

    Progresso na recuperação surpreende

    O que me deixou mais animado foi saber que Embiid começou um programa de força e condicionamento na segunda-feira e já participou de partes do treino na quinta. Cara, isso é um sinal muito positivo. Você não coloca um jogador no treino se não tem pelo menos uma chance real dele jogar.

    Nick Nurse, técnico dos Sixers, não escondeu o otimismo: “Estamos muito esperançosos, e acho que ele está muito esperançoso também. Ele quer jogar, e nós queremos que ele jogue. Não sei o quão próximos estamos disso neste momento, mas acho que algum progresso está sendo feito.”

    Sixers empataram sem o astro

    O mais impressionante é que a Filadélfia conseguiu empatar a série em 1-1 sem o seu principal jogador. A vitória no Jogo 2 em Boston veio com performances incríveis de VJ Edgecombe e Tyrese Maxey — dois caras que aproveitaram a oportunidade pra mostrar que esse time não depende só do Embiid.

    Mas vamos ser honestos: ter o Joel de volta seria um game changer absurdo. O cara é um dos melhores pivôs da liga quando está saudável, e contra uma defesa física como a dos Celtics, ter essa presença no garrafão faria toda a diferença.

    E aí, vocês acham que o Embiid realmente vai conseguir jogar? Ou é muito arriscado voltar tão rápido depois de uma cirurgia? Na minha opinião, se os médicos liberaram ele pra treinar, é porque realmente existe uma chance. Mas a decisão final vai depender muito de como ele se sente na hora H.

  • 76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    Cara, eu não acreditei quando vi o jogo 2 dos Sixers contra o Celtics. Depois daquela porrada que tomaram no primeiro jogo, todo mundo já tava cavando a cova da temporada da Filadélfia — e olha, eu tava junto nesse velório.

    Mas aí veio aquela piscadinha do VJ Edgecombe e de repente todo mundo voltou a acreditar que Philadelphia não é só cidade de hockey não, viu?

    A matemática dos três pontos

    O que rolou foi basicamente isso: os Sixers acertaram 19 de 39 tentativas de três (48,7%) enquanto Boston converteu apenas 13 de 50 (26%). Uma inversão total do jogo 1, quando Philly acertou só 4 de 23 (17,4%) e os Celtics cravaram 16 de 44 (36,4%).

    Pra ter uma ideia, durante a temporada regular Boston tinha 36,7% de aproveitamento de três (8º na liga) e os Sixers 35,3% (23º). Então sim, foi variance mesmo — aquela loteria dos arremessos que às vezes sorri pra você.

    Mas aqui que fica interessante: não foi só sorte. Os caras mudaram a estratégia.

    O plano é simples: screen e arremessa

    Olha só o mapa de arremessos do Maxey e do Edgecombe juntos no jogo 2. Chuva de tentativas de três acima da linha! A dupla de armadores tentou quase tantos três dessa região quanto o time todo tentou no jogo 1.

    E não foi só o Maxey quebrando tornozelos (embora tenha tido isso também). Foi coisa básica do basquete: pega um pivô, manda ele fazer screen pro armador lá em cima e deixa voar.

    Boston joga com drop coverage nos screens altos — basicamente deixa os armadores arremessarem do meio da quadra pra não dar arremessos mais eficientes no garrafão ou no corner. O problema é que o ataque dos Sixers normalmente não consegue gerar essas cestas “fáceis” mesmo. Eles ficam no iso ou esperando o cronômetro acabar pra jogar uma oração pro alto.

    Por que não fazer isso o tempo todo?

    Sinceramente? Eu acho que os Sixers deveriam usar essa jogada até enjoar. Bota o Andre Drummond ou o Adem Bona pra fazer screen pro Maxey e pro Edgecombe e manda bala. Spam total.

    É tipo criança de 10 anos no videogame tentando fazer o máximo de pontos possível com o personagem criado. Se esses dois não tentarem pelo menos dez três por jogo daqui pra frente, tem algo errado.

    Olha, como azarão, os Sixers precisam aumentar a variação das partidas. E não tem jeito melhor de fazer isso do que chovendo bolas de três. Talvez force Boston a sair da zona de conforto defensiva, ou talvez a gente pegue carona nessa variance de amostra pequena até a terra prometida.

    E qual é a terra prometida? Segunda rodada dos playoffs da Conferência Leste. Não é pouco não, viu?

    Vocês acham que Nick Nurse vai ter coragem de apostar tudo nessa estratégia? Eu tô torcendo pra que sim.

  • Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Cara, que jogada do Tyrese Maxey ontem à noite! Os 76ers estavam praticamente mortos nessa série contra os Celtics — perderam o primeiro jogo por TRINTA E DOIS pontos, pareciam um time de várzea jogando contra os caras de Boston. Aí o Maxey resolve aparecer no jogo 2 e fala pro Nick Nurse: “I got it” (eu resolvo).

    E resolveu mesmo, meu amigo.

    O momento que mudou tudo

    Segundo o próprio técnico Nick Nurse contou depois do jogo, no último quarto o Maxey olhou pra ele pedindo uma jogada. O treinador chamou a jogada, mas o cara simplesmente disse: “I got it!” — três palavrinhas que resumiram toda a partida.

    “Ele só queria a bola e acho que todos pudemos ver isso”, disse Nurse. E olha, deu pra ver mesmo. Maxey fez 12 pontos só no último quarto, enterrou umas bolas de três absurdas e converteu umas bandejas que deixaram a torcida dos Celtics em silêncio.

    Show do VJ Edgecombe também

    Não posso esquecer do VJ Edgecombe, que foi o cestinha da noite com 30 pontos e ainda fez história no processo. Mas na hora H, quando a coisa ficou feia, foi o Maxey quem pegou a responsabilidade.

    O cara usou muito bem o pick-and-roll com o Adem Bona e o Andre Drummond, encontrou espaços que pareciam impossíveis e simplesmente decidiu que os Celtics não iam ganhar esse jogo. Final: 111-97 para os Sixers, série empatada em 1-1.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos 76ers sem o Embiid. O cara está machucado e todo mundo achava que Philly ia tomar uma varredura histórica. Mas olha só — às vezes é isso que acontece nos playoffs: um jogador resolve que não vai perder e carrega o time nas costas.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse ritmo pro resto da série? Porque se o Maxey continuar jogando assim, os Celtics vão ter que suar muito mais do que imaginavam.

  • VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    Cara, o que o VJ Edgecombe fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo rookie? E ainda por cima contra os Celtics? Eu tô sem palavras.

    O moleque literalmente salvou os Sixers no Jogo 2. Philadelphia precisava desesperadamente de uma resposta depois de levar uma surra no primeiro jogo da série, e quem aparece? Um garoto de 19 anos que ninguém esperava que fosse fazer essa loucura toda.

    O elogio que vale ouro

    Mas sabe o que me impressionou mais? O Jaylen Brown — sim, o cara que tava do outro lado tentando parar ele — falou assim depois do jogo: “Ele é um jogador de verdade. É rookie, mas sabe jogar”.

    Porra, quando um cara do naipe do Jaylen Brown te reconhece assim, você sabe que fez algo especial. E olha que o Brown não é de ficar distribuindo elogios por aí, né?

    O que mais me chamou atenção foi a frieza do Edgecombe. O cara levou uma pancada feia no início do jogo, todo mundo achou que ia sair machucado, mas ele simplesmente levantou e continuou jogando. Terminou acertando 6 bolas de três em 19 tentativas do time inteiro.

    Fazendo história aos 19 anos

    E os números? Monstro. Ele se tornou o primeiro jogador desde Tim Duncan em 1998 a fazer pelo menos 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo tão jovem. Mais jovem que o próprio Magic Johnson quando fez números parecidos.

    Sinceramente, eu não esperava isso do garoto tão cedo. Claro, todo mundo sabia que ele tinha potencial — não vira primeira escolha do draft à toa — mas fazer isso logo no primeiro ano, em playoff, contra Boston? É coisa de craque mesmo.

    O Tyrese Maxey também merece os parabéns. 29 pontos e 9 assistências, foi ele quem organizou tudo pra que o Edgecombe pudesse brilhar. Quando você tem dois caras assim trabalhando juntos, as coisas ficam perigosas.

    Série empatada e tudo em aberto

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Philadelphia. Os Sixers conseguiram o que precisavam: roubar o fator quadra de Boston e mostrar que essa série vai ser muito mais disputada do que todo mundo imaginou.

    Vocês acham que o Edgecombe consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Celtics vão ter um problemão nas mãos. Ter um rookie jogando assim em playoff é algo que pode mudar completamente uma série.

    Uma coisa é certa: o basquete americano ganhou mais uma estrela. E pelo jeito, essa estrela veio pra ficar.

  • VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    Cara, que jogaço foi esse no TD Garden! Os Sixers empataram a série contra os Celtics em 1-1 com uma vitória absolutamente dominante por 111-97. E sabe quem foram os protagonistas? VJ Edgecombe e Tyrese Maxey combinaram pra fazer 59 pontos e literalmente silenciaram aquela torcida barulhenta de Boston.

    O susto que virou show do VJ

    Olha, por um momento eu achei que ia dar ruim. O VJ levou uma pancada feia no primeiro quarto indo buscar um rebote defensivo — dessas que você vê e já pensa ‘eita, machucou’. Ele até saiu de quadra, mas voltou no final do primeiro período.

    E aí que a mágica aconteceu. O rookie simplesmente pegou fogo no segundo quarto: 16 pontos, sendo 6 de 9 nos arremessos de quadra e um absurdo 4 de 5 nas bolas de três. Sinceramente, foi heroico. Os Sixers estavam tomando um baile (Boston abriu 16-0 no começo), mas o garoto assumiu o protagonismo e virou completamente o jogo.

    No final das contas, VJ terminou com 30 pontos, 10 rebotes, 2 assistências e 2 roubos de bola. Double-double tranquilo, e mais importante: mostrou personalidade quando o time mais precisava.

    Maxey decidiu na reta final

    Se o VJ foi o cara dos primeiros três quartos, o Maxey guardou o melhor pro final. Ele tava meio sumido até então, mas no último período explodiu com 12 pontos — incluindo umas bolas de três na hora certa pra selar a vitória.

    É isso que eu gosto de ver: veterano sendo veterano. Quando os Celtics ameaçaram uma reação, lá vem o Maxey com arremessos cirúrgicos pra acabar com qualquer esperança de comeback. No total, ele fez 29 pontos na noite.

    A dupla somou 59 pontos e mostrou que essa série vai ser muito mais equilibrada do que parecia depois do Game 1. Vocês acham que conseguem manter esse nível jogando em casa?

    Agora é série empatada voltando pra Philadelphia. O Wells Fargo Center vai estar pegando fogo na sexta-feira pro Game 3. Depois desse show no TD Garden, eu tô genuinamente empolgado pra ver como vai ser essa sequência em casa.

    Uma coisa é certa: se o VJ continuar jogando assim e o Maxey mantiver essa frieza nos momentos decisivos, os Sixers têm tudo pra incomodar muito Boston nessa série.

  • 3 culpados pela derrota feia dos Celtics no Jogo 2

    3 culpados pela derrota feia dos Celtics no Jogo 2

    Olha, eu não esperava que o Boston Celtics fosse entregar o Jogo 2 desse jeito pro Philadelphia 76ers. Mas foi exatamente isso que rolou na terça-feira à noite — uma derrota que não veio por azar ou uma sequência ruim, mas sim por falha dos caras que mais importam.

    Vou ser direto: Jayson Tatum, Derrick White e Payton Pritchard simplesmente não apareceram quando o time mais precisava. E cara, numa série de playoffs, isso é imperdoável.

    Tatum jogou como um All-Star comum, não como astro

    O Tatum fez 16 pontos com 7/13 nos arremessos. Em qualquer jogo da temporada regular, você diria “eficiência boa”. Mas contra o Sixers? Com a defesa deles sem muito poder no garrafão? Mano, precisava de muito mais.

    O Boston acertou apenas 39,3% dos arremessos e um horroroso 13/47 de três pontos. Nessas horas é que você vê a diferença entre um jogador bom e um astro de verdade. O Tatum não conseguiu quebrar a defesa nem criar jogadas de alto nível pros companheiros. E defensivamente? Deixou o Tyrese Maxey e o novato VJ Edgecombe combinarem 59 pontos. Absurdo.

    Sinceramente, acho que ele ainda não entendeu que precisa assumir o protagonismo total em jogos assim. Ser “sólido” não basta quando você é a cara do time.

    White sumiu na hora H

    O Derrick White é aquele cara que você conta pra manter tudo funcionando. Sabe, o cara que acerta os arremessos abertos, organiza o jogo, e marca bem. Só que terça-feira ele fez 2/8 dos arremessos e apenas 1/6 de três.

    Cara, quando o White não acerta os chutes abertos, a defesa pode se concentrar ainda mais no Tatum e no Jaylen Brown. É um efeito dominó terrível. E defensivamente? O Maxey e o Edgecombe fizeram o que quiseram com ele na quadra.

    Pra um cara considerado o melhor defensor perimetral do time, foi uma apresentação bem decepcionante. Você esperava mais dele numa situação dessas, né?

    Pritchard deixou o banco na mão

    Com o quinteto titular sofrendo pra pontuar (só o Brown jogou bem, com 36 pontos), o banco precisava aparecer. O Payton Pritchard é contratado justamente pra isso — entrar e dar aquela injetada na pontuação.

    Mas não rolou. Zero impacto ofensivo numa noite que o Celtics desesperadamente precisava de pontos. E defensivamente? Os caras do Sixers atacaram ele a noite toda, explorando cada mismatch possível.

    Em playoffs, esses minutos do banco fazem toda diferença. Quando não rendem nada, complica muito a vida do time titular.

    E aí, vocês acham que esses três vão conseguir se redimir no próximo jogo? Porque se não conseguirem, essa série pode ficar bem complicada pro Boston…

  • Smart feliz em ser companheiro de LeBron ao invés de rival

    Smart feliz em ser companheiro de LeBron ao invés de rival

    Cara, imagina a sensação do Marcus Smart agora. Depois de anos e anos apanhando do LeBron James nos playoffs (principalmente quando o Rei estava em Cleveland), ele finalmente pode falar: “agora somos do mesmo time, mano”.

    Durante a década de 2010, Smart e os Celtics enfrentaram LeBron inúmeras vezes — e olha, não foi muito bonito pro lado de Boston não. Cleveland levou a melhor na maioria das batalhas, faturando quatro títulos da Conferência Leste naquela década. Dói só de lembrar.

    A união que ninguém esperava

    Mas aí que tá o lance mais louco dessa história toda. No verão passado, Smart assinou com os Lakers e agora os dois antigos rivais estão do mesmo lado da quadra. E começaram com o pé direito — acabaram de vencer os Rockets no Jogo 1 dos playoffs.

    Depois da vitória, Smart não escondeu o quanto está curtindo essa nova realidade: “Tem sido incrível poder ver de perto por que ele é considerado um dos maiores de todos os tempos. A forma como ele se prepara pros playoffs é um nível completamente diferente do que na temporada regular.”

    Sinceramente, eu sempre soube que LeBron era um monstro nos playoffs, mas imagino como deve ser vê-lo se preparando nos bastidores. Smart tá tendo essa experiência em primeira mão agora.

    Liderança em dose dupla

    Com Luka e Austin Reaves fora por lesão, Smart e LeBron viraram as principais lideranças do time. E olha, que dupla interessante, né? De um lado você tem o Rei, um All-Star nato com 21 anos de experiência. Do outro, Smart — um veterano de 12 temporadas que é especialista em defesa e sempre foi conhecido por sua mentalidade vencedora.

    O próprio Smart admitiu que já sabia que LeBron tinha essa mentalidade especial, mas poder ver isso de perto, como companheiro de equipe, é algo totalmente diferente. “Estou feliz de estar do lado dele dessa vez”, disse Smart após o jogo.

    E vocês, o que acharam dessa parceria? Eu confesso que não esperava ver esses dois jogando juntos, mas tá funcionando. Se conseguirem manter esse nível durante toda a pós-temporada, os Lakers podem incomodar bastante. Afinal, ter dois caras com DNA de playoff do seu lado não é pouca coisa.