Tag: Boston Celtics

  • Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Olha, quando anunciaram que o Joel Embiid ia voltar no Jogo 4 depois daquela cirurgia de apendicite, até me arrepiei um pouco. O cara tinha perdido três jogos seguidos da série contra o Celtics, e todo mundo sabe o monstro que ele pode ser quando tá 100%. Mas na real? Não adiantou quase nada. Boston meteu 128 a 96 nos Sixers e mostrou que tá em outro patamar.

    O mais interessante foi a postura do Joe Mazzulla depois do jogo. Cara, o técnico do Celtics podia ter falado qualquer coisa arrogante, né? Afinal, o time dele tá 3-1 na série e acabou de dar uma sova histórica. Mas não. O cara foi lá e deu o respeito que o Embiid merece.

    A verdade crua do Mazzulla

    “Embiid errou alguns arremessos que ele normalmente acerta. Você não vai conseguir parar ele. Só dá pra tentar contê-lo”, disse Mazzulla na entrevista pós-jogo. E sinceramente? Essa é a mais pura verdade.

    Quem acompanha NBA sabe que o Embiid é daqueles caras que podem explodir a qualquer momento. O maluco já foi MVP, já dominou temporadas inteiras, e mesmo vindo de uma cirurgia, continua sendo um problema gigantesco pra qualquer defesa. Mazzulla entende isso e não tá subestimando nada — atitude de técnico experiente.

    A defesa do Boston funcionou bem, mas teve sorte também. O pivô dos Sixers realmente perdeu algumas que ele costuma acertar. Em uma noite normal dele, esse placar poderia ter sido bem diferente.

    Embiid de volta mudou alguma coisa?

    Aqui fica uma parada interessante: será que a volta do Embiid não atrapalhou mais do que ajudou? Nos jogos sem ele, Filadélfia estava usando Adem Bona e Andre Drummond no garrafão, e isso dava mais velocidade pro time. Com a bola mais nas mãos do Tyrese Maxey e Paul George, os Sixers conseguiam jogar num ritmo mais acelerado.

    Com Embiid em quadra, o jogo fica mais lento, mais centrado no poste. E contra uma defesa organizada como a do Celtics, isso pode ser um problema. Não que o cara seja ruim — longe disso — mas às vezes o timing de uma volta faz toda diferença.

    Boston dominou completamente os rebotes e chuvas de três, receita perfeita pra uma vitória de 32 pontos de diferença. Os caras simplesmente jogaram melhor em todos os fundamentos.

    Agora é decidir em casa

    A real é que o Celtics pode fechar a série na terça-feira, no Jogo 5. E depois dessa demonstração de força, fica difícil imaginar os Sixers reagindo. Mas né, NBA é NBA. Com Embiid saudável e jogando em casa, qualquer coisa pode acontecer.

    Vocês acham que Filadélfia ainda tem chance de virar essa série? Porque eu, sinceramente, acho que Boston já mostrou que tá num nível muito acima. Mas no basquete, a gente nunca sabe…

  • Tatum promete apoiar DiVincenzo após lesão no tendão de Aquiles

    Tatum promete apoiar DiVincenzo após lesão no tendão de Aquiles

    Cara, quando vi o Donte DiVincenzo se machucando ontem, meu coração apertou. E pelo jeito, o Jayson Tatum sentiu a mesma coisa. O astro do Celtics, que passou pelo mesmo perrengue com o tendão de Aquiles ano passado, já prometeu que vai dar todo o apoio pro cara do Minnesota.

    “Foi tenso ver aquilo. Eu nunca quero que ninguém passe por essa lesão”, disse o Tatum depois do jogo contra o Philadelphia. E olha, ele sabe bem do que tá falando — quando ele se machucou nos playoffs do ano passado contra os Knicks, parecia que o mundo tinha desabado pro Celtics.

    A empatia de quem já passou pelo sufoco

    O que mais me impressiona é a humanidade do Tatum nessa história. Ele falou que ficou “enjoado” vendo o DiVincenzo se machucar, porque sabe exatamente como é. “Eu sei exatamente como ele tá se sentindo, sei exatamente pelo que ele vai passar”, completou.

    Sinceramente, essa é uma das coisas mais bonitas do esporte. Dois caras que se enfrentam na quadra, mas na hora do sufoco, toda rivalidade fica de lado. O Tatum deixou bem claro: “Ele tem meu apoio, querendo ou não. Com certeza vou falar com ele em breve.”

    Recuperação inspiradora do camisa 0

    A volta do Tatum depois da lesão foi simplesmente absurda. O cara se matou na fisioterapia e voltou bem antes do esperado. Ontem mesmo, contra o Philadelphia, ele mostrou que tá voando: 30 pontos (cinco bolas de três), sete rebotes e 11 assistências. Um show completo.

    Com essa vitória, os Celtics estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. Mas o foco do Tatum agora não é só no próprio time — ele quer ser uma fonte de apoio pro DiVincenzo, que vai ficar fora por tempo indeterminado.

    E vocês, o que acham dessa atitude do Tatum? Eu acho que isso mostra o tamanho do cara, não só como jogador, mas como pessoa. Lesão de tendão de Aquiles é uma das piores coisas que pode acontecer com um atleta, e ter alguém que passou pela mesma situação do seu lado faz toda diferença no mundo.

  • Celtics destroem 76ers mesmo com volta de Embiid pós-cirurgia

    Celtics destroem 76ers mesmo com volta de Embiid pós-cirurgia

    Mano, que massacre foi esse em Philly ontem! Os Celtics simplesmente não tiveram dó dos 76ers e construíram uma vantagem de 3-1 na série, mesmo com o Joel Embiid voltando direto do hospital depois de uma apendicectomia.

    Pritchard foi o grande nome da noite — e olha que ninguém esperava isso. O cara acertou 6 de 8 tentativas do perímetro e terminou com 32 pontos. Trinta e dois! Do banco ainda por cima. Tatum fez a sua parte com 30 pontos e 11 assistências, mostrando que tá 100% recuperado da lesão no tendão de Aquiles.

    Embiid voltou com tudo… por uns 5 minutos

    O cara voltou apenas 17 dias depois de tirar o apêndice e começou inspirado. Fez os primeiros 8 pontos do Philly, incluindo uma enterrada monstruosa que fez o Wells Fargo Center ir à loucura.

    Mas aí que tá — depois desse início, o bicho desandou completamente. Perdeu 7 arremessos seguidos! Sinceramente, dá pra entender… cirurgia abdominal não é brincadeira, ainda mais pra um cara de 2,13m que depende tanto do físico.

    “O que eu vou fazer? Chorar por isso?”, disse Embiid após o jogo. Tem que admirar a mentalidade do cara, mas deu pra ver que ele não tava 100%.

    Boston simplesmente não deu chance

    A diferença foi gritante nos rebotes: 51 a 30 para os Celtics. É muita diferença, cara! Isso gerou 13 pontos de segunda chance só no primeiro tempo, enquanto os Sixers fizeram… zero.

    Tyrese Maxey assumiu a culpa pela lentidão inicial da equipe — ele tentou apenas 3 arremessos no primeiro tempo, deixando tudo nas mãos do Embiid que mal conseguia se mover direito. “Isso não pode acontecer”, disse o garoto. “A culpa é minha.”

    Vocês acham que o Philly ainda tem chances de virar essa série? Porque pelo que eu vi ontem, parece que os Celtics tão jogando em outro nível. Jaylen Brown mal precisou forçar (20 pontos) e mesmo assim foi tranquilo.

    Agora é jogo 5 em Boston na terça. Se os Celtics fecharem em casa, vão ter tempo de descansar e observar quem sai de Hawks x Knicks. E pelo jeito que eles tão jogando, essa Eastern Conference pode mesmo passar por Boston este ano.

    Embiid mostrou coragem voltando tão rápido, mas coragem não ganha jogo sozinha. Principalmente quando você tem Payton Pritchard do outro lado fazendo chover de três como se fosse treino livre.

  • Embiid volta mas não resolve: Celtics massacram Sixers e abrem 3-1

    Embiid volta mas não resolve: Celtics massacram Sixers e abrem 3-1

    Olha, eu tava esperando que a volta do Embiid mudasse tudo pra Philadelphia. Cara voltou de uma apendicectomia em menos de três semanas — um monstro, né? Mas sinceramente? Foi exatamente o contrário do que todo mundo imaginava.

    Os Celtics simplesmente destruíram os Sixers por 129-96 em Philly e abriram 3-1 na série. E o pior: Boston fez isso parecendo um treino de terça-feira.

    Pritchard roubou o show (e minha sanidade)

    Payton Pritchard saindo do banco pra meter 32 pontos com seis bolas de três. SEIS! O maluco tava jogando NBA Jam na vida real. Enquanto isso, Tatum fez a parte dele com 30 pontos, cinco de três e ainda distribuiu 11 assistências como se fosse brincadeira.

    A dupla simplesmente não deu chance. Boston abriu 16 de vantagem no primeiro quarto e nunca mais olhou pra trás. Quando você vê um cara como Pritchard entrando e chovendo de três, já sabe que não é seu dia.

    O problema da volta do Embiid

    Aqui que fica interessante (e triste pro Philadelphia). Embiid voltou, marcou seus 26 pontos e pegou 10 rebotes — números até decentes. Mas o time simplesmente travou.

    Tyrese Maxey, que vinha sendo o cara da temporada, teve apenas três arremessos no primeiro tempo. TRÊS! Parecia que todo mundo ficou com medo de atirar e deixou tudo na mão do Big Man. Paul George também sumiu de cena.

    Resultado? Philadelphia converteu apenas 33% dos arremessos na primeira metade e tomou uma surra de 21 pontos no intervalo. Quando você vê seu time errando tudo e o adversário acertando até de olhos fechados, já sabe como vai terminar.

    E vocês acham que Philadelphia consegue se recuperar pra terça-feira? Porque olhando esse jogo, parece que Boston tá em outro nível mesmo. Nick Nurse tem até terça pra fazer mágica, senão a temporada dos Sixers acaba bem antes do que eles sonhavam.

    Jaylen Brown ainda colaborou com 20 pontos pra fechar a conta. Três caras de Boston com mais de 20 — isso é o que eu chamo de basquete coletivo funcionando.

  • Celtics atropelam 76ers mesmo com volta de Embiid e abrem 3-1

    Celtics atropelam 76ers mesmo com volta de Embiid e abrem 3-1

    Olha, eu sabia que ia dar ruim pros 76ers, mas não imaginei que seria assim. Os Celtics simplesmente destruíram Philadelphia por 128 a 96 no domingo à noite, mesmo com Joel Embiid voltando depois da cirurgia de apendicite. Agora tão com vantagem de 3-1 na série e precisam de só mais uma vitória pra selar a classificação.

    O maluco do Embiid — que passou por uma apendicectomia de emergência há menos de um mês — voltou sim, e até começou bem. Fez os primeiros 8 pontos dos Sixers, com direito a enterrada no contra-ataque. Deu uma animada na torcida, né? Mas durou pouco…

    Pritchard saiu do banco e virou monstro

    A real é que o Boston não tava nem aí pra volta do MVP. Payton Pritchard saiu do banco e meteu 32 pontos com seis bolas de três! O cara literalmente decidiu que ia ser o protagonista da noite. E o Jayson Tatum? 30 pontos, 11 assistências e 7 rebotes. Double-double tranquilo.

    Sabe o que mais me chamou atenção? Boston converteu 24 arremessos de três contra apenas 9 de Philly. Vinte e quatro! É muito volume, meu amigo. Quando um time tá acertando desse jeito do perímetro, fica difícil competir.

    Embiid voltou, mas não foi suficiente

    O pivô dos 76ers até que se esforçou — terminou com 26 pontos e 10 rebotes. Mas sinceramente, dava pra ver que ele não tava 100%. Primeiro quarto foi bem (10 pontos), mas no segundo período nem acertou um arremesso de quadra. E olha que o cara jogou com uma proteção especial na barriga pra não machucar a região operada.

    É frustrante ver um jogador desse nível sempre lidando com lesão, né? Essa já é a terceira temporada consecutiva que Embiid joga menos de 40 partidas. Antes da apendicite, ele já tinha lidado com problema no oblíquo, joelho direito, canela… É muito azar mesmo.

    Tyrese Maxey tentou ajudar com 22 pontos e Paul George colocou 16, mas não deu. Quando Boston resolve jogar assim, fica complicado pra qualquer um.

    Vocês acham que os Sixers conseguem forçar um jogo 6? Porque pelo que eu vi ontem, os Celtics tão voando. E com Embiid ainda se readaptando, vai ser difícil viu…

  • Embiid volta 17 dias após cirurgia e salva os Sixers no Game 4

    Embiid volta 17 dias após cirurgia e salva os Sixers no Game 4

    Cara, eu não acreditei quando vi o nome do Embiid no lineup titular ontem à noite. Dezessete dias após uma apendicectomia. Dezessete! A maioria de nós fica de molho uma semana inteira só com uma gripe, e o monstro volta pra decidir playoff menos de três semanas depois de abrir a barriga.

    E que volta, hein? O Wells Fargo Center explodiu quando anunciaram o nome dele. Você conseguia sentir a energia através da TV — era aquele tipo de momento que te arrepia mesmo assistindo de casa.

    O show começou logo cedo

    Embiid não perdeu tempo. Primeiros pontos do jogo? Dois lances livres dele. Logo depois? Uma enterrada de duas mãos que quase derrubou a tabela. Os primeiros oito pontos dos Sixers saíram todos da mão do MVP de 2023.

    Sinceramente, eu não esperava que ele fosse conseguir jogar no nível normal dele. O cara tava listado como “duvidoso” no início do dia e só foi liberado 40 minutos antes da bola subir. Ainda por cima usando uma proteção no abdômen — dava pra ver que não tava 100%.

    Mas é o Embiid, né? O cara que já jogou playoff com paralisia facial em 2024, que já enfrentou Boston com o rosto inchado por causa da lesão que levou do Pascal Siakam em 2022. Este homem simplesmente não desiste.

    A sequência de azar que não acaba

    Olha, eu torço pra que essa volta dê certo porque o histórico de lesões do Embiid nos playoffs é de partir o coração. Desde 2018 ele perdeu jogos de playoff praticamente todo ano: menisco rasgado, fratura orbital, ligamento do polegar, joelho, a paralisia facial do ano passado… É como se todo abril chegasse com uma nova desgraça.

    Este ano foram só 19 jogos na temporada regular. Dezenove jogos de um cara que fez média de 26.9 pontos e 7.7 rebotes quando jogou. É frustrante demais ver um talento desse limitado pelo próprio corpo.

    A série contra Boston tava 2-1 pra eles. Os Sixers eram azarão em casa — imagina que loucura é isso? Mas com o Embiid voltando ao lado do Maxey, do Paul George e desse rookie VJ Edgecombe que tem mostrado muita categoria, talvez a coisa mude de figura.

    E agora, aguenta o tranco?

    A grande pergunta é: por quanto tempo ele consegue sustentar essa volta? O Nick Nurse não tinha respostas antes do jogo, e convenhamos, ninguém sabia o que esperar de um cara que teve o abdômen aberto há menos de três semanas.

    Mas às vezes é isso que faz a diferença nos playoffs, né? Não é só talento — é coragem, é vontade, é aquela capacidade de superar o próprio corpo quando tudo tá em jogo.

    Vocês acham que o Embiid consegue manter esse nível e levar os Sixers longe? Ou será que foi só uma centelha de grandeza antes do corpo cobrar a conta? Eu tô na torcida, mas com o pé atrás — já vi esse filme muitas vezes.

  • Embiid volta após cirurgia e já vai jogar contra os Celtics!

    Embiid volta após cirurgia e já vai jogar contra os Celtics!

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas o Joel Embiid conseguir voltar apenas duas semanas depois de uma apendicectomia de emergência é de outro mundo. O gigante dos Sixers está confirmado para o Jogo 4 contra os Celtics hoje — e cara, que timing!

    Vamos combinar uma coisa: Philadelphia está numa situação complicadíssima. Boston lidera a série por 2-1 e todo mundo sabe que sem Embiid, os Sixers ficam órfãos na quadra. O cara é literalmente o coração do time.

    A saga médica que quase acabou com os playoffs

    A história é absurda. Embiid vinha bem na temporada (dentro do possível, porque convenhamos, o homem sempre tem alguma coisa), estava saudável chegando nos playoffs… aí do nada começa a passar mal antes do Play-In. Todo mundo pensando que era só uma gripe ou coisa assim.

    Resultado? Apendicite. Cirurgia de emergência. Playoffs em risco.

    Sinceramente, quando soube da cirurgia, pensei: “Acabou pra Philadelphia”. Porque vamos ser honestos — Embiid é tudo nos Sixers. Sem ele, o time vira uma sombra do que poderia ser.

    Volta heroica ou loucura?

    Agora a grande questão: será que é sensato ele voltar tão cedo? Duas semanas é muito pouco tempo pra se recuperar de uma cirurgia dessas. Claro que os caras têm os melhores médicos do mundo, fisioterapeutas, todo o aparato… mas ainda assim.

    Por outro lado, que alternativa os Sixers tinham? Assistir a série escapar das mãos? Embiid deve estar louco pra jogar — imagina a frustração de ver o time perdendo quando você sabe que faz diferença.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele consegue fazer a diferença mesmo não estando 100%? Porque uma coisa é certa: Boston não vai pegar leve só porque o cara acabou de sair do hospital. Os Celtics vão partir pra cima do mesmo jeito.

    O Jogo 4 promete ser emocionante. Philadelphia precisa vencer pra empatar a série, e com Embiid de volta, pelo menos têm uma chance real. Sem ele, seria praticamente impossível.

  • Embiid ainda é dúvida e agora Oubre virou desfalque nos Sixers

    Embiid ainda é dúvida e agora Oubre virou desfalque nos Sixers

    Olha, a situação dos Sixers tá ficando complicada mesmo. Joel Embiid continua como dúvida para o Jogo 4 contra os Celtics (que acontece amanhã), mas agora Kelly Oubre Jr. também entrou na lista de problemas com uma lesão no adutor direito.

    Sinceramente? Não podia ser numa hora pior.

    Oubre carregando o piano sozinho

    O cara tem sido um dos poucos pontos positivos dos Sixers nesta série. Jogou 40 minutos na sexta-feira (mesmo com a derrota), tem marcado tanto o Jaylen Brown quanto o Jayson Tatum — que não é brincadeira não — e ainda contribuiu com 13 pontos e 6 rebotes de média.

    Mas olha só a ironia: depois de fazer a melhor temporada da carreira nos arremessos de três pontos, Oubre tá acertando apenas 3 de 15 tentativas (20%) de longa distância nestes playoffs. O cara tá carregando um peso absurdo defensivamente e isso pode estar afetando o ataque.

    “Eu só estou tentando ser consistente e sólido”, disse Oubre após assistir aos vídeos do jogo. “E quando minha oportunidade aparecer, tenho total confiança no que posso fazer.” Mano, a personalidade do cara é admirável mesmo.

    E o Embiid? Como é que tá?

    Joel continua se recuperando da apendicectomia (que foi no dia 9 de abril), e Nick Nurse, o técnico, disse que o treino de amanhã de manhã pode ser decisivo. O MVP já participou de partes do treino na quinta-feira e aparentemente está evoluindo.

    “Ele está na quadra agora fazendo trabalho individual”, explicou Nurse. “Como eu disse antes, ele está trabalhando o mais duro que pode para voltar. Só precisamos ver como vai hoje e amanhã de manhã.”

    A real é que tanto Adem Bona quanto Andre Drummond têm feito um trabalho decente, mas não chegam nem perto do que Embiid representa. A proteção de aro que o cara oferece faz uma diferença gigantesca — e olha que nem estou falando do ataque ainda.

    Situação crítica para Philly

    Com a série em 2-1 para Boston, os Sixers precisam MUITO vencer este Jogo 4. Perder significa praticamente dar tchau aos playoffs, e aí vira aquela velha história de “ano que vem a gente tenta de novo”.

    Se Oubre não conseguir jogar ou tiver que diminuir os minutos, Justin Edwards e Dominick Barlow devem ganhar mais tempo de quadra. Barlow nem entrou na rotação do Jogo 3, então imaginem o desespero.

    Vocês acham que Embiid consegue voltar a tempo? Ou os Sixers vão ter que se virar sem o seu astro mais uma vez? Uma coisa eu sei: contra os Celtics, cada posse vai fazer diferença.

  • Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    E lá vamos nós de novo com essa dança do “vai jogar, não vai jogar” com o Joel Embiid. O cara tá listado como duvidoso pro Jogo 4 contra os Celtics, exatamente igual estava pro Jogo 3 — e sabemos como terminou essa história, né? Cortaram ele de última hora.

    Olha, eu entendo a situação. Embiid passou por uma apendicectomia e tá se recuperando, mas sinceramente? Essa indefinição tá deixando todo mundo maluco. O Nick Nurse falou que o Embiid tá fazendo trabalhos individuais na quadra, até treinou com alguns companheiros, mas “ainda não tá pronto”.

    A matemática do “duvidoso” do Embiid

    Aqui vai uma curiosidade interessante que descobriram: das cinco vezes que o Embiid foi listado como duvidoso nesta temporada, ele só jogou duas. E nas duas ocasiões que ele entrou em quadra, mudaram o status dele pra “questionável” ou “provável” algumas horas antes do jogo.

    Então fica a dica aí galera — se até o shootaround da manhã ele continuar como duvidoso, pode ir se preparando pra mais um jogo sem o Big Man dos Sixers. É meio que um código não-oficial já.

    O que me impressiona é como o Philadelphia depende desse cara. Sem ele, a série contra Boston fica bem mais complicada. Tá 2-1 pro Celtics, e sinceramente, sem o Embiid dominando o garrafão, fica difícil competir com aquele time.

    Oubre Jr. também preocupa

    E pra completar o cenário, agora o Kelly Oubre Jr. apareceu no relatório médico também — questionável por dores no adutor direito. Cara jogou quase 40 minutos no Jogo 3, inclusive nos momentos decisivos, então deve ter sentido algo durante a partida.

    É aquela coisa né, playoffs é isso aí mesmo. Todo mundo jogando no limite, machucado, com dor. O próprio Tyrese Maxey confirmou que vai ter que usar aquela tala no dedo até o final da temporada — desde 28 de março com essa história.

    Vocês acham que o Embiid consegue voltar pra esse Jogo 4? Eu tô começando a ficar cético. A recuperação de apendicite não é brincadeira, e forçar a barra pode ser pior ainda. Mas ao mesmo tempo, sem ele, as chances do Philadelphia nessa série ficam bem menores.

    O shootaround da manhã vai ser decisivo. Se ele não subir de status até lá, pode ir preparando o coração pra mais uma decepção da torcida dos Sixers.

  • Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Cara, que noite foi essa nos playoffs! Os Lakers fizeram uma das viradas mais absurdas que eu já vi na minha vida — e olha que eu acompanho NBA há muito tempo. Estavam praticamente mortos contra os Rockets e conseguiram a vitória para abrir 3-0 na série. Sinceramente? Achei que Houston ia conseguir pelo menos uma em casa.

    E não foi só isso. Bronny James, o filho do King, finalmente mostrou por que tanto barulho foi feito em torno dele. O garoto entrou no final do terceiro quarto e simplesmente mudou o jogo. Três cestas de três seguidas, uma enterrada que deixou a casa abaixo — monstro demais.

    Celtics fazem a matemática funcionar

    Do outro lado do país, Boston fez exatamente o que todo mundo esperava: choveu bola de três. Vinte cestas do perímetro contra doze dos Sixers. Na minha visão, isso aí é pura matemática mesmo — uma hora a lei dos grandes números ia cobrar.

    O que mais me impressiona nos Celtics é como eles têm dez caras diferentes que podem acertar de longe. Payton Pritchard salvou o jogo com uma tripla absurda quando parecia que Philly ia virar, e depois o Tatum enterrou o último prego no caixão. É isso aí — quando você tem tanto armamento ofensivo, alguém sempre aparece.

    Os Sixers até tentaram. Chegaram a ficar a dois pontos de diferença faltando pouco mais de um minuto. Mas aí que tá — rebote ofensivo do Derrick White, bola pro Tatum, e tchau e benção. Essa é a diferença entre ter profundidade no elenco e depender de dois ou três caras.

    Spurs provam que não são só Wemby

    E os Spurs? Cara, que evolução! Todo mundo fica falando do Wembanyama (e com razão, o cara é um alienígena mesmo), mas ontem a equipe toda jogou. Bateram Portland por 120-108 e agora lideram a série por 2-1.

    O que mais me chama atenção é como San Antonio conseguiu criar uma identidade de jogo que não depende só do Victor fazer tudo. Claro que ele é o cara, mas quando você vê os outros jogadores aparecendo também, aí você sabe que o time evoluiu pra valer.

    Vocês acham que Portland ainda tem chances? Eu tô achando difícil, viu. Os Blazers até jogam bem em casa, mas esse time dos Spurs tá com uma confiança que não dá pra ignorar. E playoffs é isso — quem consegue manter a consistência por mais tempo leva.

    No final das contas, foi uma noite que mostrou por que os playoffs da NBA são simplesmente os melhores do esporte mundial. Drama, reviravolta, estrelas nascendo — tem tudo o que a gente ama nesse jogo.