Tag: Boston Celtics

  • Os irmãos Harper fazem história nos playoffs da NBA

    Os irmãos Harper fazem história nos playoffs da NBA

    Mano, que história absurda os irmãos Harper estão escrevendo nos playoffs! Ron Harper Jr. e Dylan Harper — dois caras que passaram por Rutgers — estão vivendo realidades completamente diferentes na pós-temporada, mas juntos mostram como o basquete universitário pode formar jogadores pro nível mais alto.

    Ron Harper Jr.: A luta pela sobrevivência

    Vou ser sincero: quando vi o Ron começando o jogo 7 dos Celtics contra o Philadelphia, quase cuspi minha cerveja na TV. O cara foi de banco profundo pra titular numa partida de vida ou morte! Boston estava tão ferrado com lesões (principalmente do Tatum) que teve que apostar no Harper.

    Claro que ele só jogou 4 minutos no final das contas, mas cara… começar um jogo 7 de playoffs na NBA? Isso é coisa de filme. Mesmo com números modestos (1.8 pontos por jogo em 4.2 minutos), o que importa é que ele provou estar pronto quando chamaram.

    E olha, eu lembro desse garoto em Rutgers — sempre foi guerreiro. Agora está provando que pode ser confiável numa situação de pressão extrema. Isso vale ouro na NBA.

    Dylan Harper: O rookie que não tem medo

    Já o Dylan… nossa, esse moleque é um monstro! Enquanto o irmão mais velho luta por minutinhos, o caçula está destruindo geral como se fosse veterano. 12.6 pontos por jogo nos playoffs como ROOKIE? Absurdo!

    A performance dele no jogo 3 contra Portland foi de cinema: 27 pontos e 10 rebotes, com o Wembanyama machucado. Junto com o Stephon Castle, os dois fizeram 60 pontos e carregaram San Antonio nas costas. E não foi sorte não — o cara acertou 4 de 5 bolas de três e teve +25 de plus-minus.

    O que mais me impressiona é como ele parece tranquilo lá dentro. Nada de nervosismo de rookie, nada de pressa. Está jogando um basquete inteligente e eficiente, exatamente o que os Spurs precisavam.

    Dois caminhos, uma lição

    A diferença entre os dois é gritante, né? Ron lutando por cada minuto, Dylan já sendo peça fundamental do time. Mas sabe o que é mais legal? Os dois estão mostrando que existe espaço pra todo tipo de carreira na NBA.

    Ron está naquele caminho tradicional — batalhando, provando seu valor aos poucos, esperando a oportunidade. Dylan já chegou pisando forte, mas isso não diminui a importância do que o irmão está fazendo.

    Vocês acham que os dois vão conseguir se estabelecer de vez na liga? Eu apostaria que sim. Ron tem o perfil de jogador que toda equipe precisa — confiável, preparado, sempre pronto. E o Dylan… cara, esse aí pode virar estrela mesmo.

    Agora é torcer pra que San Antonio continue avançando (eles enfrentam Minnesota na segunda rodada) e o Ron consiga mais oportunidades na próxima temporada. Que história linda esses dois estão construindo!

  • Torcida do 76ers invade programa dos Celtics e Scalabrine perde a linha

    Torcida do 76ers invade programa dos Celtics e Scalabrine perde a linha

    Cara, o que rolou ontem à noite foi de chorar de rir. O Brian Scalabrine, lenda dos Celtics, estava lá no programa pós-jogo da NBC Sports Boston tentando digerir a eliminação do time dele quando uma galera do Philadelphia resolveu fazer a festa bem na cara dele.

    Imagina a cena: os Celtics acabaram de tomar uma virada histórica dos 76ers no jogo 7, perdendo por 109-100 em casa, e o Scalabrine está lá tentando manter a compostura no ar. De repente, um bando de torcedores da Filadélfia aparece gritando “We want Boston!” (Nós queremos Boston!).

    O momento que virou meme

    E aí que a coisa ficou boa. O Scalabrine, que já não estava com a paciência lá em cima depois de ver seu time desperdiçar uma vantagem de 3-1 na série, simplesmente perdeu a linha e mandou um “You are ugly!” (Vocês são feios!) para os torcedores.

    Mano, eu entendo o cara. Imagina você ali tentando fazer seu trabalho profissionalmente e uma galera do time rival aparece pra zoar na sua cara? Mas ao mesmo tempo, que trollada épica dos fãs dos Sixers!

    O engraçado é que esse grito “We want Boston” virou meio que o bordão da torcida do Philadelphia. Eles já tinham usado isso quando venceram o Magic no play-in e garantiram a 7ª colocação. E olha, provaram que não estavam só falando por falar.

    Virada histórica dos 76ers

    Porque vamos combinar — o que os 76ers fizeram foi absurdo. Estar perdendo por 3-1 na série e conseguir virar? Isso é coisa de filme. E fazer isso no TD Garden, na casa dos Celtics, no jogo 7? Cara, eu tô impressionado mesmo.

    O Joel Embiid, que por sinal foi acusado pelo Jaylen Brown de “fingir faltas” depois do jogo (a treta continua!), mandou muito bem junto com o Tyrese Maxey e o V.J. Edgecombe. Do outro lado, sem o Jayson Tatum (problemas no joelho esquerdo), os Celtics simplesmente não conseguiram acertar nada: apenas 39,8% nos arremessos de quadra e uns patéticos 26,5% nas bolas de três.

    E aí, o que vocês acham? Os 76ers conseguem manter esse nível contra os Knicks na próxima fase? Porque segunda-feira, às 8 da noite no Madison Square Garden, a brincadeira recomeça. Uma coisa eu garanto: depois dessa virada épica, ninguém mais vai subestimar essa turma da Filadélfia.

    PS: Alguém precisa fazer um compilado dos melhores momentos do Scalabrine perdendo a paciência. O cara é uma lenda, mas quando perde a linha é hilário demais!

  • Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no TD Garden. Os Celtics tinham TUDO na mão — vantagem de 3-1 na série, temporada regular espetacular — e conseguiram entregar de bandeja pros Sixers. Philadelphia virou uma série que parecia impossível e eliminou Boston no primeiro round dos playoffs.

    E o mais doloroso? Foi no jogo 7, em casa, com a torcida dos Sixers cantando “We want Boston” dentro do próprio TD Garden. Imagina a humilhação.

    Tatum fora e o desespero no banco

    Uma hora antes do jogo mais importante da temporada, a bomba: Jayson Tatum estava fora por causa de uma rigidez no joelho esquerdo. Primeiro jogo que ele perde por lesão desde que voltou daquela ruptura no tendão de Aquiles em maio passado.

    Mazzulla teve que improvisar um quinteto que nunca havia usado na temporada inteira. Jaylen Brown, Derrick White, Baylor Scheierman, Luka Garza e Ron Harper Jr. começaram o jogo. Deu no que deu: Philadelphia abriu 30-15 nos primeiros 10 minutos e Boston nunca mais conseguiu respirar direito.

    “Tivemos fé em todos que jogaram hoje à noite”, disse Payton Pritchard depois da derrota por 109-100. “Foi assim o ano todo. Os caras deram o sangue e fizeram seu trabalho.”

    A reação que quase deu certo

    Olha, vou dar o braço a torcer: os Celtics mostraram personalidade. Estavam perdendo por 18 pontos no terceiro período e conseguiram chegar a 99-98 nos minutos finais. Tiveram três chances claras de virar o jogo — dois arremessos de 3 livres e uma bandeja limpa do Jaylen Brown — mas a bola não quis entrar.

    “No quarto período tivemos algumas tentativas excelentes que eu gostaria que tivessem entrado”, admitiu Brown. “Mas não é motivo pra baixar a cabeça. Nada pra gente se envergonhar.”

    Sinceramente? Eu achei que iam conseguir. Quando vi aquele placar apertado, pensei: “Agora os caras acordaram”. Mas não rolou. E sabe o que mais me impressiona? A frieza deles depois da eliminação.

    “Confiamos no processo”

    Podia esperar um clima de velório no vestiário, né? Mas não. Os Celtics saíram da quadra com a cabeça erguida, falando em processo e aprendizado. Mazzulla foi direto: “Amo o processo que tivemos. Odeio o resultado.”

    A real é que eles sabiam que estavam operando com déficit de talento. Depois que perderam Jrue Holiday, Kristaps Porziņģis, Al Horford e Luke Kornet na offseason, precisavam compensar na base da união e do volume de arremessos de 3. Funcionou na temporada regular, mas nos playoffs…

    Philadelphia tinha Joel Embiid (que voltou no meio da série), Tyrese Maxey, Paul George e VJ Edgecombe. Difícil competir com isso quando seu melhor jogador está no banco de uniforme.

    E aí, vocês acham que essa eliminação vai marcar os Celtics pra sempre? Ou foi só um azar mesmo com a lesão do Tatum na hora errada?

  • Jaylen Brown detona Embiid: ‘Ficou se jogando no chão’ no Jogo 7

    Jaylen Brown detona Embiid: ‘Ficou se jogando no chão’ no Jogo 7

    Cara, que eliminação dolorosa pros Celtics. Depois de estar ganhando de 3-1 na série, Boston tomou uma virada histórica do Philadelphia 76ers e foi pra casa mais cedo. E o Jaylen Brown? Não engoliu não.

    Em coletiva após a derrota por 109-100, Brown foi direto ao ponto sobre o Joel Embiid: “Ele colocou muita pressão em nós, mas também ficou se jogando no chão. Ele conseguiu algumas faltas extras e os árbitros recompensaram ele por isso, mas é a liga que a gente vive.”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina só — você tá liderando 3-1 numa série de playoffs e de repente o gigante do outro time volta de uma apendicite e vira tudo de perna pro ar. Embiid foi simplesmente monstro no Jogo 7: 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências em Boston. Foi provavelmente o melhor jogo da carreira dele nos playoffs.

    A polêmica das faltas

    Mas será que o Brown tem razão? Embiid foi pra linha de lance livre 11 vezes no Jogo 7 e converteu 9. Na temporada regular, ele teve média de 8,8 tentativas por jogo, mas jogando menos minutos. Fazendo a conta por 36 minutos, daria umas 10 tentativas — e ele jogou 39 minutos no Jogo 7. Ou seja, estatisticamente não tem nada absurdo aí não.

    O próprio Brown cometeu duas faltas no Embiid, ambas no último período. Na primeira, ele tentou defender o camarão no garrafão e acabou empurrando o pivô. Na segunda, foi aquela briga de posição clássica que terminou com falta do ala dos Celtics.

    Sinceramente? Acho que o Brown tá é frustrado mesmo. Os Celtics foram o time que menos foi pra linha de lance livre na temporada inteira. E o Embiid sempre foi especialista em buscar falta — em 2022 ele liderou a NBA com 11,8 tentativas por jogo.

    Boston pagou o preço da inconsistência

    O que mais me chama atenção é que Brown recebeu 10 faltas ofensivas nos primeiros seis jogos da série. Dez! A maioria por usar demais o braço de apoio nas penetrações. Quando perguntaram sobre isso após o Jogo 6, ele só respondeu: “Não tenho nada pra vocês.”

    E aí, vocês acham que o Embiid realmente exagerou nas simulações ou o Brown tá só descontando a raiva? Eu acho que foi um pouco dos dois. O Embiid sabe jogar com os árbitros como poucos na liga, mas também não dá pra tirar o mérito — ele jogou pra caramba quando mais precisava.

    No final das contas, como o próprio Brown falou: “É a liga que a gente vive.” Boston tinha que ter encontrado uma resposta pro gigante da Filadélfia e não conseguiu. Primeira vez na história da franquia que os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1. Doeu, mas faz parte do jogo.

  • Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Mano, que momento mais fofo! Enquanto todo mundo estava celebrando a virada histórica dos Sixers contra os Celtics no TD Garden, o Arthur — filho do Embiid — só queria mostrar uma coisa pro pai: o dentinho que caiu.

    Imagina a cena: Joel Embiid acabara de destruir Boston com 34 pontos e 12 rebotes no Jogo 7, completando uma virada absurda de 3-1 na série. O cara tava dando entrevista pós-jogo com o garoto no colo quando ouve: “Papai, olha meu dente!”

    Sinceramente? Esse momento me emocionou mais que qualquer enterrada da noite. Ver o Embiid passando de estrela da NBA pra pai coruja em questão de segundos foi lindo demais.

    Do dominante pro papai

    “Eu sei, você perdeu seu dente”, respondeu o Embiid sorrindo. E ali você viu a transformação completa: de franchise player pra pai babão. Enquanto o mundo do basquete tava pirando com a atuação monstruosa dele, o Arthur só queria dividir a alegria de ter perdido o primeiro dentinho.

    É isso que eu mais curto no Embiid da temporada 2026. O cara evoluiu não só como jogador, mas como pessoa. Tá mais maduro, mais centrado. E essa calma se reflete em quadra também — vocês viram como ele controlou o jogo nos momentos decisivos?

    Os Sixers voaram longe demais

    Com o Tyrese Maxey jogando um absurdo e o elenco todo comprando a briga, Philadelphia virou uma das equipes mais perigosas do Leste. Agora vão encarar os Knicks na segunda rodada — e olha, eu tô com um pressentimento bom sobre esse time.

    Mas se o Jogo 7 provou alguma coisa, é que mesmo nos maiores momentos da carreira, o Embiid sabe o que realmente importa. E às vezes isso vem na forma de um garotinho de seis anos mostrando o dente que caiu.

    Vocês acham que os Sixers conseguem chegar longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano deles, não vou mentir.

  • Jaylen Brown detona cera do Embiid após eliminação histórica

    Jaylen Brown detona cera do Embiid após eliminação histórica

    Cara, que eliminação mais dolorosa essa dos Celtics. Perder em casa no Jogo 7 já dói, mas perder depois de estar 3-1 na frente? Isso aí é de amargar qualquer torcedor pelo resto da vida.

    Os Sixers fizeram história ontem à noite no TD Garden, virando uma série que parecia impossível e quebrando um jejum de mais de 40 anos contra Boston. A última vez que eles tinham conseguido eliminar os Celtics nos playoffs foi em 1982 — eu nem era nascido, imagina vocês.

    O show (e a polêmica) do Embiid

    Joel Embiid foi simplesmente monstruoso: 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O cara jogou como se a vida dependesse disso, e considerando que ele perdeu os três primeiros jogos da série por causa de uma apendicite, foi uma atuação épica mesmo.

    Mas nem todo mundo curtiu o estilo do camerunês. Jaylen Brown, que fez 33 pontos na derrota (jogou pra caramba também), não poupou críticas ao pivô dos Sixers depois do jogo.

    “Embiid colocou muita pressão em nós, nos nossos pivôs e armadores”, disse Brown. “A gente não tinha resposta pra ele. Tentamos várias coisas diferentes. Ele é grandão, mas também ficou fazendo cera por aí e conseguiu umas faltas extras. Eles recompensaram ele por isso. Mas é a liga que a gente vive.”

    Olha, eu entendo a frustração do Brown. Perder dessa forma dói mesmo, e quando você vê o cara do outro time indo 11 vezes na linha de lance livre enquanto você luta pra conseguir as faltas… é de tirar do sério.

    Tensão na quadra

    O jogo teve seus momentos quentes. No terceiro quarto, Embiid converteu uma jogada de três pontos sobre o Brown e os dois trocaram umas palavrinhas. No último período, o pivô ainda tomou uma técnica depois de um contato com o ala-armador dos Celtics.

    Mas no final das contas, os dois se abraçaram e mostraram respeito mútuo — que é assim que tem que ser no basquete, né? Você pode competir ferozmente na quadra, mas depois do apito final é outra história.

    O que mais me impressiona é como o Embiid conseguiu voltar depois da cirurgia e fazer essa diferença toda. Sinceramente, achei que os Celtics iam fechar a série quando ele perdeu os três primeiros jogos. Mas o cara voltou inspirado e levou os Sixers nas costas.

    Celtics pagaram caro pelas falhas

    E olha que os Celtics ainda jogaram sem o Jayson Tatum, que ficou de fora por causa de um problema no joelho. Imagina se ele tivesse em quadra? Talvez a história fosse diferente.

    Essa eliminação expôs vários problemas do time de Boston: decisões de rotação questionáveis, inconsistência e execução ruim nos momentos decisivos. Quando você tem 3-1 na frente e deixa escapar, é porque alguma coisa não funcionou direito.

    E aí, vocês acham que o Brown tem razão sobre a arbitragem, ou é só desculpa de quem perdeu? Uma coisa é certa: essa série vai ficar marcada na história dos dois times por muito tempo.

  • Shumpert sabe o que tá falando: Sixers com Embiid são assombração

    Shumpert sabe o que tá falando: Sixers com Embiid são assombração

    Olha, quando o Iman Shumpert fala, eu escuto. O cara tem anel, já viu de tudo na liga, e agora ele tá alertando: os Philadelphia 76ers com Joel Embiid saudável são uma verdadeira assombração.

    E não é pra menos. Depois daquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics — na casa deles, no TD Garden —, os Sixers provaram que não são mais aquele time do “e se”. Sabe aquela história de potencial desperdiçado? Esquece. Eles tão cobrando a conta agora.

    O monstro acordou no momento certo

    Cara, o que o Embiid fez no jogo 7 foi de outro planeta. 34 pontos, 12 rebotes, e simplesmente DOMINOU os dois lados da quadra. O gigante camaronês finalmente tá conseguindo se manter saudável nos playoffs — e isso muda tudo.

    Vocês lembram quantas vezes a gente viu o Embiid machucado nas pós-temporadas passadas? Machucou o joelho, machucou o dedo, sempre alguma coisa. Mas agora em 2026, o cara tá inteiro. E quando o Embiid tá 100%, sinceramente, não tem defesa que segure.

    O Shumpert captou exatamente isso: “Eles são um daqueles times assustadores que a gente sempre acreditou, e agora estão bem na nossa frente”. Monstro mesmo.

    Não é só o Embiid (mas é principalmente ele)

    Claro que ter o Tyrese Maxey voando pela quadra e o VJ Edgecombe aproveitando toda a atenção que o Embiid atrai ajuda muito. Mas sejamos honestos — tudo começa e termina com o pivô.

    Quando você tem um cara de 2,13m que faz de tudo — pontua de qualquer lugar, protege o aro, distribui assistências e ainda por cima fala uns trash talks maroto —, os adversários simplesmente não sabem como jogar. É muita coisa pra processar.

    E agora eles vão enfrentar os Knicks na segunda rodada. Nova York é time cascudo, mas será que aguenta a pressão de um Embiid inspirado? Eu tenho minhas dúvidas.

    A hora da verdade chegou

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e sempre tive um pé atrás com os Sixers. Muito hype, pouca entrega quando a coisa apertava. Mas essa virada contra Boston foi diferente — mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto neles.

    Na minha visão, se o Embiid continuar nesse nível e conseguir se manter saudável (que é sempre a grande incógnita), os Sixers podem ir longe mesmo. O Shumpert tá certo — eles viraram daqueles times que ninguém quer enfrentar.

    E aí, vocês acham que Philadelphia finalmente vai quebrar a maldição dos playoffs? Ou será que é só mais um falso alarme da franquia que mais nos ilude na NBA?

  • Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Cara, se tem uma coisa que eu adoro na NBA são essas rivalidades que pegam fogo mesmo. E ontem à noite no TD Garden foi simplesmente absurdo o que rolou. A torcida dos Celtics resolveu partir pra cima do Joel Embiid de um jeito que… bom, não dá pra repetir aqui no site da família.

    Durante os lances livres do gigante dos Sixers, a galera de Boston começou um coro que ecoou pela arena inteira: “F*ck Embiid”. Isso mesmo. Sem filtro, sem diplomacia. Puro ódio gratuito — do tipo que só existe nos playoffs.

    História de amor e ódio

    Olha, não é de hoje que essa rivalidade existe. Desde 2018 que o Embiid e os Celtics se encontram nos playoffs, e adivinha só? Boston ganhou em 2018, 2020 e 2023. Ou seja, três vezes seguidas o cara volta pra casa mais cedo por causa dos mesmos caras. Imagina a frustração.

    E o mais louco é que os Sixers estavam com tudo pra virar a página dessa história. Saíram perdendo por 3-1 na série, mas conseguiram forçar o Game 7 depois de ganhar os jogos 5 e 6. Só que aí chegaram no Garden e… bem, vocês viram o que aconteceu com a recepção.

    Na minha visão, isso aí é combustível puro pros dois lados. Pro Embiid, que ou usa como motivação extra ou deixa entrar na cabeça. E pra torcida, que tava claramente tentando desestabilizar o cara nos momentos decisivos.

    Como foi o jogo até o intervalo

    Falando do basquete em si, os Celtics jogaram sem o Tatum — que dor, cara. Mas mesmo assim não facilitaram nada pros visitantes.

    Philadelphia começou melhor, abrindo 32-19 no primeiro quarto. Parecia que ia ser massacre, mas Boston reagiu e conseguiu até virar o placar em alguns momentos. No intervalo, os Sixers levavam por 55-50.

    O Derrick White tava simplesmente em estado de graça: 19 pontos, sendo 4 de 7 do perímetro. O cara tava decidido a não deixar a temporada acabar ali. Jaylen Brown também contribuiu com 13 pontos, tentando carregar o time nas costas sem o parceiro de sempre.

    E aí, vocês acham que essa pressão da torcida realmente afeta um cara experiente como o Embiid? Eu sinceramente acho que pode fazer diferença sim, ainda mais em momentos tensos como os lances livres. Mas o gigante já mostrou que aguenta pressão antes…

    Se os Celtics ganharem esse Game 7, vão enfrentar os Knicks na próxima fase. E uma coisa eu garanto: essa atmosfera de caldeirão do Garden vai fazer falta pro adversário que vier pela frente.

  • Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Cara, só o Joel Embiid mesmo pra arranjar confusão até na hora de pegar uma bola no banco adversário. No jogo 7 mais tenso entre 76ers e Celtics, o pivô camaronês se meteu numa briguinha com um funcionário de Boston que simplesmente se recusou a entregar a bola pra ele.

    A cena foi bizarra — Embiid foi buscar a bola morta no banco dos Celtics e o cara do staff simplesmente disse “não vai rolar”. Resultado? Luta pela posse da bola, juiz intervindo e violation de delay of game pros Celtics. O clima já tava pesado no TD Garden, mas isso aí só esquentou mais ainda os ânimos.

    Embiid comandando a virada histórica

    E olha, o cara tá jogando pra valer mesmo depois da cirurgia de apendicite que todo mundo achava que ia acabar com a temporada dele. Foram 19 pontos só no primeiro tempo, liderando os Sixers numa vantagem de 55-50 sobre um Celtics sem Jayson Tatum.

    Na minha visão, esse é o Embiid que a gente sempre quis ver nos playoffs. Não aquele cara que some nos momentos decisivos — esse aqui tá indo pra cima, buscando falta, criando oportunidade pros companheiros. VJ Edgecombe, Tyrese Maxey e Paul George até ajudam, mas quem tá carregando o piano é o camisa 21.

    A pressão de quebrar um tabu de 42 anos

    Vocês conseguem imaginar a pressão que é estar ali? Os 76ers estavam 3-1 pra baixo na série e agora têm a chance de eliminar os Celtics nos playoffs pela primeira vez desde 1982. Quarenta e dois anos, gente. Quarenta e dois!

    Sinceramente, eu não esperava que o Embiid voltasse nesse nível tão rápido. Todo mundo (eu incluído) achava que ele ia voltar meio capenga da cirurgia, mas o monstro tá aí provando que quando a coisa aperta, ele aparece.

    E pelo jeito que a coisa tá caminhando, com esse clima de guerra no TD Garden e a tensão lá nas alturas, não me surpreenderia nada se rolassem mais algumas discussões antes do apito final. Afinal, estamos falando do Joel Embiid — o cara que transforma até pegar uma bola numa batalha épica.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada absurda?

  • 76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    Gente, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Os Philadelphia 76ers acabaram de quebrar uma maldição de 42 anos contra os Boston Celtics nos playoffs. Quarenta e dois anos! Para vocês terem ideia, a última vez que o Sixers passou pelos Celtics numa série de playoffs foi em 1982 — eu nem tinha nascido ainda.

    E olha só a situação: estavam perdendo por 3-1 na série. Historicamente, os 76ers eram 0-18 quando ficavam nessa situação. Zero vitórias em dezoito tentativas. Era praticamente impossível, né?

    Embiid voltou no momento perfeito

    O timing da volta do Joel Embiid foi simplesmente perfeito. O cara saiu de uma cirurgia de apendicite e voltou justamente quando o time mais precisava dele. E que volta! 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências no jogo 7. Monstro.

    Sinceramente, eu sempre critiquei o Embiid nos momentos decisivos, mas ontem ele calou minha boca. Quando o jogo ficou tenso no final e ele começou a sentir desconforto, quem assumiu? O Tyrese Maxey. Esse moleque tem coragem, viu. Fechou com 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências.

    Celtics perderam a chance de ouro

    Do lado dos Celtics, cara, que desperdício. Estar 3-1 na frente e perder assim deve doer demais. O Jaylen Brown fez de tudo — 33 pontos — mas não deu. E o mais bizarro foi a decisão do técnico Joe Mazzula de começar o jogo com um quinteto que nunca tinha jogado junto na temporada. Nunca!

    Philadelphia dominou no início justamente por causa dessa experimentação estranha dos Celtics, e Boston nunca conseguiu recuperar o momentum totalmente. O Derrick White até ajudou com 26 pontos, mas não foi suficiente.

    O que vocês acham? Será que essa virada histórica pode levar os Sixers longe nos playoffs? Porque quebrar uma maldição dessas não é pouca coisa. Depois de 42 anos apanhando dos Celtics, finalmente conseguiram dar o troco na hora que mais importava.