Tag: Boston Celtics

  • Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Cara, que temporada regular maluca essa de 2025-26, né? Com o playoff começando, é hora de fazer aquela análise clássica: quem entregou o que prometeu e quem simplesmente desapontou. E olha, teve surpresa pra caramba esse ano.

    Vou ser sincero com vocês – algumas dessas notas me surpreenderam mesmo. Time que todo mundo achava que ia brigar pelo lottery pick chegando nos playoffs, medalhão fazendo feio… enfim, a NBA nunca deixa de nos surpreender.

    Os monstros que mereceram nota A

    Boston Celtics (56-26) – Mano, depois que o Tatum rasgou o tendão de Aquiles, todo mundo pensou “era isso pro Boston”. Aí eles foram lá e trocaram Porzingis e Jrue Holiday, perderam o Horford… parecia receita pro desastre. Mas o Jaylen Brown simplesmente decidiu virar Super Saiyan e o Joe Mazzulla mostrou por que é um dos melhores técnicos da liga. 56 vitórias sem o seu astro principal? Isso é coisa de técnico do ano mesmo.

    Charlotte Hornets (44-38) – Gente, isso aqui é surreal. O Charlotte foi de 26 vitórias (previsão) pra 44 e ainda por cima garantiu vaga no play-in. Depois do All-Star break foram 18-9 – números absurdos! Quem diria que veríamos os Hornets brigando por playoff de novo? Primeira vez em quase uma década que eles têm essa chance real.

    Detroit Pistons (60-22) – Olha só essa loucura: de 14 vitórias em 2023-24 pra 60 agora. SESSENTA! Isso só aconteceu duas vezes na história da franquia. O Cade Cunningham virou candidato a MVP (e merece), o Jalen Duren explodiu de vez… Detroit voltou a ser aquele time físico e cascudo que a gente conhece. Que evolução absurda.

    Phoenix renasceu das cinzas

    Phoenix Suns (45-37) – Sinceramente? Todo mundo achava que eles iam terminar em último lugar. EU achava isso também, não vou mentir. Mas o técnico Jordan Ott (que contratação, hein?) criou uma cultura de trabalho que funcionou. 45 vitórias sendo que a previsão era 30? Agora vão ter que ganhar na sexta pra garantir playoff, mas já foi um sucesso tremendo.

    San Antonio Spurs (62-20) – E o Wemby, galera? Depois daquela temporada passada complicada com o problema do coágulo… ninguém imaginava 62 vitórias. O cara simplesmente voltou e mostrou por que é considerado o futuro da liga. San Antonio de volta ao topo – que nostalgia boa!

    E vocês, qual resultado mais os surpreendeu?

    Eu confesso que não esperava tanto do Charlotte e do Detroit. Phoenix também foi uma surpresa positiva gigante. Já o Boston, mesmo sem Tatum, tem essa cultura vencedora que impressiona.

    Claro que ainda tem as notas B, C, D e F pra falar – e acreditem, tem muita decepção por aí também. Mas esses cinco times que tiraram A realmente merecem os parabéns. Superaram expectativas de forma espetacular.

    O que vocês acham? Quem mais merecia estar nessa lista dos melhores da temporada regular?

  • Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Cara, que temporada o Boston Celtics teve! Acabou a temporada regular e, sinceramente, preciso confessar: eu não esperava metade do que vi. Com o Tatum fora, todo mundo pensou que seria um ano perdido pros C’s. Mas olha só — segundo lugar no Leste e uma performance que deixou qualquer um de queixo caído.

    E aí, quem vocês acham que merece os prêmios individuais dessa temporada absurda? Vou dividir aqui minha visão sobre quem mandou bem de verdade.

    Jaylen Brown virou um monstro

    MVP da temporada? Jaylen Brown, sem discussão. O cara simplesmente decidiu carregar o time nas costas quando todo mundo duvidava. 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo — todos recordes pessoais dele.

    Três triple-doubles, 14 double-doubles, e aquele jogo de 50 pontos contra o Clippers em janeiro que me fez gritar sozinho aqui em casa. Seis jogos com mais de 40 pontos. O maluco não só foi o MVP do Celtics como ainda brigou pelo prêmio da liga inteira!

    Na minha opinião, essa foi a temporada que definitivamente provou que o Brown pode ser o cara principal de um time grande. Que evolução absurda.

    A surpresa portuguesa que ninguém viu vindo

    Neemias Queta foi o jogador que mais evoluiu, sem sombra de dúvida. O português de 26 anos dobrou literalmente todos os números da temporada passada: 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo. Dezessete double-doubles como pivô titular!

    “Ele provavelmente é um dos jogadores que mais melhorou esse ano”, disse o próprio Brown sobre o companheiro. E olha, eu concordo completamente. Com Porzingis e Horford fora, o Queta assumiu a responsabilidade e entregou muito mais do que qualquer um esperava.

    O cara deu uma nova dimensão pro ataque dos Celtics, que sempre foi muito dependente do arremesso de 3. Defensivamente então, nem se fala — foi excepcional no garrafão.

    White na defesa e Garza como grande surpresa

    Derrick White merece o prêmio de melhor defensor do time. Passou por alguns momentos ruins no ataque, mas ainda assim fez 16.5 pontos por jogo (recorde pessoal). Na defesa, foi ainda melhor que o normal.

    O maluco quase fez história: ficou apenas dois tocos de se tornar o primeiro jogador da NBA a fazer 200 cestas de 3 e 100 tocos na mesma temporada. Impressionante, né? 1.3 tocos e 1.1 roubos por jogo. Primeira seleção pro All-Defense vem aí.

    Agora, a maior surpresa foi Luka Garza. Quando os Celtics negociaram Porzingis e perderam Horford, todo mundo ficou preocupado com a falta de opções no garrafão. Garza era praticamente a única adição, e sinceramente? Ninguém esperava nada demais dele.

    Mas o cara entregou: 8.1 pontos e 4.1 rebotes em 69 jogos, acertando 43.3% das cestas de 3! Aquele jogo de 27 pontos e 12 rebotes contra o Orlando no último jogo da temporada foi simplesmente mágico.

    Vocês acham que ele consegue espaço nos playoffs disputando com Vucevic? Eu acho que o Mazzulla já confia nele o suficiente pra dar minutos importantes se precisar.

  • Thunder e Spurs dominam, mas Boston pode surpreender no Leste

    Thunder e Spurs dominam, mas Boston pode surpreender no Leste

    Cara, olhando esse ranking dos 20 times que vão brigar pelos playoffs, uma coisa fica clara: o Oeste continua um massacre e o Leste… bom, é uma briga de quatro times no máximo. E vocês sabem como eu amo essa época do ano!

    Oklahoma City quer o bi

    Os Thunder (64-18) estão com tudo pra repetir o título. Shai Gilgeous-Alexander tá simplesmente monstruoso – vai levar o MVP de novo, pode anotar. O time chegou a sonhar com o recorde de 73 vitórias dos Warriors, mas uma sequência ruim em dezembro/janeiro freou essa empolgação.

    O que me impressiona? Mesmo com Jalen Williams jogando só 33 partidas e Alex Caruso perdendo um monte de jogos, esse time não desandou. A defesa é a melhor da liga e, sinceramente, quando todo mundo tá saudável (como agora), é difícil ver quem para essa máquina.

    A adição do Jared McCain deu uma turbinada no banco. Aposta pra favorito nas odds (+110) faz todo sentido.

    San Antonio não tá de brincadeira

    Mas ó, se tem alguém que pode derrubar o Thunder, é o Spurs (62-20). Victor Wembanyama e companhia ganharam 4 dos 5 jogos contra Oklahoma City na temporada regular – isso não é brincadeira!

    O que me chama atenção nos Spurs é a profundidade. Sete caras fazendo dois dígitos por jogo? É time pra playoffs mesmo. E olha só: 18-2 nos últimos 20 jogos. Tão entrando nos playoffs no timing perfeito.

    Na minha visão, essa vai ser A série do Oeste se eles se encontrarem. Wemby versus Shai é o tipo de duelo que a gente sonha em ver.

    Boston lidera a bagunça do Leste

    No Leste, Boston (56-26) parece ser a melhor opção. Joe Mazzulla tá fazendo um trabalho absurdo de coaching, e a dupla Tatum-Brown continua mandando bem.

    Mas o que mudou o jogo pros Celtics foi o crescimento do Neemias Queta (dobrou os números!) e do Payton Pritchard (17 pontos por jogo – carreira!). A troca que trouxe Nikola Vucevic foi genial também. Mandaram Anfernee Simons embora pra Chicago, o que na época até confundiu, mas fez sentido.

    Agora Boston tem a segunda melhor ofensiva da liga e a quarta melhor defesa. Dos poucos times (junto com o Spurs) que ficou no top 5 nas duas pontas. É difícil apostar contra isso numa série de 7 jogos no Leste.

    O que acham? Denver ainda consegue incomodar no Oeste mesmo com essa defesa meio frouxa? E vocês acreditam que Boston realmente é superior aos outros times do Leste?

  • Reservas do Celtics mandam Magic pro play-in contra os 76ers

    Reservas do Celtics mandam Magic pro play-in contra os 76ers

    Cara, que final de temporada maluco! O Boston Celtics jogou com praticamente todo mundo no banco — Tatum, Brown e companhia assistindo da arquibancada — e mesmo assim conseguiu quebrar os sonhos do Orlando Magic de garantir mando de quadra nos playoffs.

    Scheierman e Garza brilham quando importa

    Baylor Scheierman fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. Luka Garza não ficou atrás com 27 pontos e ainda acertou aquela bola de 3 decisiva faltando 31 segundos pro fim. Ron Harper Jr. também entrou na festa com 27 pontos. Sinceramente, quando você vê esses caras que normalmente mal entram em quadra fazendo esse tipo de performance, é impossível não admirar a profundidade do elenco de Boston.

    Do lado do Magic, Paolo Banchero fez um triple-double (23 pontos, 11 assistências e 10 rebotes) e Jalen Suggs contribuiu com 23 pontos, mas não foi o suficiente. Orlando vinha embalado com cinco vitórias seguidas e parecia que ia conseguir aquela posição confortável como 7º colocado no Leste.

    Magic vai pegar os 76ers na estrada

    Agora a situação ficou complicada pro Magic. Com essa derrota, eles caíram pra 8ª posição (45-37) e vão ter que enfrentar o Philadelphia 76ers fora de casa no play-in. Olha, eu não esperava essa reviravolta toda no final da temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar dessa pancada psicológica e passar pelo play-in? Porque uma coisa é certa: jogar contra os Sixers na Filadélfia não vai ser nada fácil.

    Outras partidas que chamaram atenção

    Enquanto isso, o Detroit Pistons — que virou o primeiro colocado no Leste, acredita se quiser — meteu 133 nos Pacers. Paul Reed foi perfeito: 11/11 nos arremessos de quadra, 26 pontos. Absurdo de eficiência.

    O Miami Heat também se preparou bem pro play-in, goleando o Hawks por 143 a 117. Jaime Jaquez Jr. marcou 26 saindo do banco e tá brigando forte pelo prêmio de sexto homem do ano. Bam Adebayo e Norman Powell também mandaram bem com 25 cada um.

    No final das contas, essa última rodada mostrou que na NBA não existe jogo fácil. Mesmo com os reservas, o Celtics conseguiu estragar os planos de Orlando. Basquete é isso aí — nunca se sabe o que pode acontecer.

  • Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Cara, vocês viram o que rolou na vitória massacrante dos Celtics sobre o Pelicans? 144-118 e o destaque nem foi só a chuva de três do time. Foi o Neemias Queta — isso mesmo, nosso pivô português — metendo sua PRIMEIRA bola de três na carreira NBA!

    Olha, eu não esperava isso mas o momento foi perfeito. Terceiro quarto, Celtics dominando, defesa do Pelicans meio perdida no jogo. Aí deixam o gigante de 2,13m sozinho lá no perímetro. Erro crasso. O homem não pensou duas vezes: pegou a bola e mandou ver com uma confiança absurda.

    “Buttery” – A reação épica do Hauser

    O banco dos Celtics explodiu na hora. Mas quem mais curtiu foi o Sam Hauser, que sabe bem o que é meter de três (meteu oito na partida, aliás). A descrição dele do arremesso do Queta foi simplesmente perfeita: “Buttery, foi buttery” — ou seja, macio como manteiga.

    Mano, imagina a felicidade do Queta nesse momento! Cinco anos na liga, sempre tentando se firmar. Começou ralando no Sacramento Kings sem conseguir minutos, passou pelo G League, chegou aos Celtics em 2023 com contrato de duas vias… E agora? Titular absoluto do time e ainda metendo de três!

    A evolução absurda do pivô português

    Sinceramente, a trajetória do Neemias é inspiradora. De cara que mal jogava no Kings pra titular dos Celtics — e olha que não é qualquer titular, não. O cara tá tendo médias de carreira em tudo: minutos, pontos, roubos de bola, tocos, rebotes e assistências.

    O Hauser não economizou nos elogios: “Ele fez um trabalho incrível o ano todo, só melhorando. Realmente mostrou por que é um cinco titular nesta liga e neste time. O nome dele deveria estar na conversa do Jogador Que Mais Evoluiu.”

    E olha, eu concordo. Ok, talvez ele não ganhe o prêmio, mas estar na conversa já é muito. Quantas vezes vimos pivôs europeus chegarem na NBA e demorarem anos pra se adaptar? O Queta não só se adaptou como virou peça fundamental de um candidato ao título.

    Vocês acham que esse primeiro triplo é só o começo? Com os playoffs chegando, ter um pivô que consegue abrir o jogo até o perímetro é uma arma extra pros Celtics. E pelo jeito que ele mandou essa bola, parece que tem muito mais de onde veio.

    Agora é focar nos playoffs. O último jogo da temporada regular é contra o Magic em casa, mas provavelmente vão poupar os titulares — incluindo o Queta — pra chegar inteiro na pós-temporada. E cara, depois dessa noite histórica, a confiança do português deve estar lá em cima.

  • Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Mano, o que foi isso que os Celtics fizeram ontem? 29 cestas de 3 pontos em 59 tentativas. VINTE E NOVE! Sinceramente, parecia que a bola tinha um ímã na cesta.

    Começou com o Derrick White mandando uma bomba de 34 metros com menos de um segundo no relógio — daquelas que você normalmente pensa ‘cara, que loucura’, mas que ontem simplesmente entrou. E a partir daí, foi um verdadeiro festival de arremessos de longa distância.

    Todo mundo arremessando, até o Queta!

    O mais doido é que TODOS que jogaram mais de 10 minutos tentaram pelo menos um arremesso de 3. Até o Neemias Queta — nosso pivô brasileiro que normalmente vive no garrafão — mandou uma de longe. E acertou! Saiu de uma jogada bem trabalhada, com o Jordan Walsh tocando de volta pra ele. Uma beleza.

    Olha, eu não esperava ver o Queta acertando de 3 em 2024, mas aqui estamos. O basquete é louco mesmo.

    Defesa também funcionou

    Enquanto o ataque estava pegando fogo, a defesa mostrou disciplina depois daquela noite complicada contra os Knicks. Os Pelicans normalmente vivem atacando a cesta — 42% dos arremessos deles vêm de perto do aro, liderando a liga.

    Mas os Celtics conseguiram baixar isso pra 22%. Tiraram completamente o garrafão do New Orleans, forçando eles a tentarem mais arremessos de meia distância e bandejas forçadas.

    O Queta ancorou bem a defesa no garrafão, com o Sam Hauser conectado na bola, o Walsh ajudando no topo da chave… Funcionou como um relógio suíço. Foi bom ver essa disciplina defensiva voltando — vão precisar disso nos playoffs.

    Jaylen Brown imparável no garrafão

    Do outro lado da quadra, o Jaylen mostrou por que é MVP das Finais. O cara forçou sete lances livres e converteu cinco penetrações. Quando ele pega velocidade descendo para a cesta, é muito difícil de parar mesmo.

    Mas não foi tudo perfeito. JB perdeu sete bolas pro New Orleans — assim como o Tatum havia perdido seis contra os Knicks na noite anterior. Os Pelicans aplicaram uma pressão violenta sempre que ele tinha a posse, especialmente nos pick-and-rolls.

    É interessante como esses dois jogos mostraram por que o Brown e o Tatum precisam um do outro. Quando um vira o foco total da defesa adversária, as coisas ficam mais complicadas. Juntos eles se completam e abrem espaço um pro outro.

    Vocês acham que essa chuva de 3 pontos vai se repetir nos playoffs? Porque se acontecer, vai ser complicado pra qualquer adversário…

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.

    O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.

    A jogada genial da diretoria

    Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.

    Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.

    Banton conhece a casa

    E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.

    O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.

    Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.

    No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.

  • Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Mano, que noite absurda dos Celtics! Eles destruíram os Pelicans por 144-118 ontem, fazendo 29 bolas de três e ficando A UM ARREMESSO de quebrar o recorde da NBA. Um! Imagina a frustração.

    E olha que ironia — foi a segunda temporada consecutiva que Boston teve a chance de quebrar esse recorde e não conseguiu. O recorde atual é de 29 cestas de três, dividido por três times (incluindo os próprios Celtics na temporada passada). Cara, isso deve doer.

    Queta fez história (finalmente!)

    Mas nem tudo foi frustração. Neemias Queta — nosso português naturalizado — finalmente acertou a primeira bola de três da carreira! O cara estava 0/10 antes dessa partida. Quando vi ele comemorando, quase chorei de emoção. É isso aí, Queta!

    Sam Hauser foi simplesmente um monstro de três pontos, acertando 8 das 10 tentativas e liderando a equipe com 24 pontos. No terceiro quarto, quando ele acertou a sexta bola de três dele, os Celtics já estavam ganhando por 40 pontos. Quarenta!

    Jaylen Brown também fez a sua parte com 24 pontos, enquanto Payton Pritchard saiu do banco com 15 pontos no primeiro tempo. O time estava simplesmente inspirado.

    O drama do quarto período

    O último quarto virou uma caçada ao recorde. Os Celtics começaram o período com 25 bolas de três (uma a menos que o recorde) e precisavam de mais 5 para fazer história.

    Pritchard acertou as duas primeiras. Ron Harper Jr. cravou a terceira. Hugo Gonzalez (que por sinal teve uma boa participação) fez a quarta. E aí… Baylor Scheierman teve a chance de ouro para quebrar o recorde, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Sinceramente? Eu acho que o universo não queria que eles quebrassem o recorde em um jogo contra um Pelicans completamente desfalcado. Zion, Herb Jones, Dejounte Murray — basicamente todo mundo importante estava fora.

    Números que impressionam

    Os números dessa partida são de outro planeta: Celtics atiraram 54% dos arremessos de quadra e 49% das bolas de três. QUARENTA E NOVE POR CENTO! Enquanto isso, os Pelicans fizeram apenas 28% das tentativas do perímetro.

    No intervalo, Boston já estava ganhando por 82-51. Oitenta e dois pontos em um tempo! É o tipo de coisa que você vê e pensa “cara, isso é NBA mesmo”.

    E aí, vocês acham que os Celtics vão conseguir quebrar esse recorde ainda nesta temporada? O último jogo da temporada regular é domingo contra o Magic. Quem sabe…

  • Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Cara, que noite foi essa no TD Garden! Os Celtics empataram o recorde da NBA de cestas de 3 pontos em um jogo (29), mas ficaram ali na torcida pra quebrar o recorde histórico. No final das contas, saíram com algo ainda mais valioso: a segunda colocação do Leste garantida nos playoffs.

    O Boston fez 29 arremessos de longa distância na goleada de 144-118 sobre o New Orleans Pelicans. Quando o Hugo Gonzalez acertou a 29ª bola do perímetro faltando 1:20 para o fim, a galera no Garden começou a gritar “One more three!” e todo mundo de pé. Imagina a pressão, né?

    Na trave histórica

    Eles tiveram três chances de quebrar o recorde no último minuto. O Luka Garza teve uma oportunidade mas preferiu infiltrar pra uma enterrada (ainda bem que não perdeu a chance fácil). Depois o Baylor Scheierman tentou do lado mas a bola bateu no aro e saiu. Na última posse, o técnico Joe Mazzulla mandou segurar a bola e deixaram o tempo esgotar.

    Sinceramente? Eu entendo a decisão do treinador. Forçar um arremesso só pelo recorde quando o jogo já tava ganho não faz muito sentido. Mas imagina se fosse aqui no Brasil – a torcida ia ficar louca!

    Show coletivo de arremesso

    O mais impressionante foi ver oito jogadores diferentes acertando pelo menos duas bolas de 3. Até o pivô Neemias Queta (nosso português naturalizado) entrou na festa e acertou seu primeiro arremesso de 3 na carreira! O banco inteiro pulou comemorando – o Sam Hauser, que foi o cestinha com 24 pontos e 8 de 3, disse que o arremesso do Queta foi “manteiga”.

    O Payton Pritchard também fez um jogaço: 21 pontos, 10 assistências e 5 de 3. Double-double com estilo. Depois ele comentou sobre a importância de valorizar esse momento, já que muita gente não acreditava que Boston conseguiria chegar onde chegou.

    Temporada de superação

    E olha, ele não tá errado não. Com 55 vitórias e 26 derrotas, os Celtics conseguiram pelo menos 50 vitórias pela quarta temporada consecutiva sob o comando do Mazzulla. Isso depois de perder peças importantes como Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, e com Jayson Tatum jogando apenas 16 partidas na temporada.

    Muita gente apostava que Boston ia parar na loteria do draft. Mas esses caras provaram que têm muito mais casca do que imaginávamos. Agora é focar nos playoffs – e quem sabe não quebram esse recorde de 3 pontos numa partida que realmente importe?

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem essas peças que saíram?