Tag: Boston Celtics

  • Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu em Boston ontem à noite. Os Celtics simplesmente destruíram os Pelicans por 144 a 118, mas o mais absurdo foi como fizeram isso: com 29 arremessos de 3 pontos convertidos. VINTE E NOVE!

    Sam Hauser foi o protagonista da noite com 24 pontos, acertando 8 de 3. Oito! O cara tava com o braço quente que nem ferro de passar roupa. E olha que ele nem é considerado uma das estrelas do time — mas ontem jogou como se fosse o próprio Curry.

    Recorde histórico que dá arrepio

    Esse número de 29 cestas de três empata o recorde da NBA, que os próprios Celtics já tinham (contra os Knicks em 2024) e que também pertence ao Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks. Cara, imagina você estar no TD Garden vendo isso ao vivo? Cada arremesso que subia, a galera já sabia que ia entrar.

    E o mais louco: até o Neemias Queta, nosso pivô brasileiro, entrou na dança! O gigante acertou a primeira bola de 3 da carreira dele. Sério, quando vi o replay, quase derramei o café aqui em casa. Queta fazendo de três é coisa que eu nunca pensei que veria na minha vida.

    Jaylen Brown comandando sem o Tatum

    Com o Jayson Tatum poupado (ainda se recuperando da cirurgia no tendão de Aquiles), foi o Jaylen Brown quem puxou a fila. 23 pontos em apenas 29 minutos — nem precisou jogar o último quarto. O cara voltou da lesão no tendão de Aquiles e já chegou mandando bala.

    Payton Pritchard também merece destaque: 21 pontos e 10 assistências. Double-double do cara que todo mundo subestima, mas que sempre aparece quando precisa. Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de 3. Era chuva de bandeja lá de cima mesmo.

    Pelicans desfalcados e sem reação

    Do outro lado, os Pelicans tavam praticamente jogando com o time reserva. Zion Williamson fora (joelho direito), Herb Jones descansando, Dejounte Murray machucado… difícil competir assim, né? Jeremiah Fears até tentou com 36 pontos, mas quando o time adversário acerta 29 de três, não tem jeito.

    Com essa vitória, os Celtics garantiram a segunda posição no Leste para os playoffs. E vocês acham que eles conseguem repetir esse desempenho ofensivo na pós-temporada? Porque se mantiverem essa precisão de fora, vão dar muito trabalho pra qualquer um.

    Os Pelicans, coitados, vão ficar de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo. Nova Orleans merecia coisa melhor, mas com essas lesões todas, fica difícil mesmo.

  • Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Cara, os Celtics simplesmente resolveram fazer história ontem à noite. E que história! 29 arremessos de três pontos convertidos em uma única partida — empatando o recorde da franquia e da NBA inteira. Eu já vi muito basquete na minha vida, mas esse tipo de espetáculo ainda me arrepia.

    O show começou com Sam Hauser tendo literalmente a noite da vida dele. 24 pontos acertando 8 de 3. Oito! O cara não errava uma, parecia videogame. Jaylen Brown também estava inspiradíssimo, anotando 23 pontos em apenas 29 minutos — tanto que nem precisou jogar o último quarto. Relaxou no banco vendo o massacre.

    Quando até o pivô acerta de três, você sabe que é noite especial

    Olha, o mais absurdo de tudo foi ver o Neemias Queta — nosso brasileiro naturalizado português que joga de pivô — acertando sua primeira bola de três da carreira. Imagina a emoção do cara! Além disso, pegou 10 rebotes. Quando até o grandão está acertando de longe, você sabe que é uma dessas noites mágicas que só acontecem no basquete.

    Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de três. É impressionante como esse time todo mundo sabe arremessar. Payton Pritchard fechou com 21 pontos e 10 assistências — double-double lindo de se ver.

    Pelicans viraram saco de pancadas

    Coitados dos Pelicans, né? Estavam desfalcados e acabaram levando uma goleada histórica: 144 a 118. Em alguns momentos, Boston abriu 41 pontos de vantagem. Quarenta e um! Eu até senti pena assistindo.

    Esse recorde de 29 bolas de três já tinha sido alcançado pelos próprios Celtics em outubro de 2024 contra os Knicks. Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks também dividiram essa marca. Mas cara, ver isso ao vivo (mesmo que pela TV) é de arrepiar.

    E olha que fizeram tudo isso sem o Jayson Tatum, que está sendo preservado depois da cirurgia no tendão de Aquiles. Estratégia inteligente do técnico — por que arriscar o cara principal quando o time já tá garantido nos playoffs?

    Com essa vitória, Boston garantiu o 2º lugar na Conferência Leste e ainda levou o título da Divisão Atlântico. Vocês acham que eles conseguem repetir esse show nos playoffs? Porque se conseguirem, vai ser muito difícil parar esse time…

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Cara, que momento. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden ontem à noite e, sinceramente, eu não sei como ele conseguiu controlar a emoção. Imaginem vocês: 11 meses atrás, no mesmo lugar, o cara rompeu o tendão de Aquiles numa semifinal de conferência contra os Knicks. O que ele mesmo chamou de “o pior momento da minha vida”.

    E agora? Voltou lá e saiu andando com as próprias pernas. Literalmente.

    “Só queria sair de pé”

    O Tatum foi direto ao ponto depois da derrota por 112-106 (que nem importa muito nesse contexto): “Obviamente eu queria ganhar e jogar bem, mas o mais importante era sair da quadra com meus próprios pés”.

    Monstro. 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências em 40 minutos. Ok, não foi perfeito — errou muito arremesso de três (2 de 10) e deu seis bolas perdidas. Mas quem liga? O cara enfrentou o fantasma de frente e ganhou.

    O Baylor Scheierman, companheiro do Tatum, disse que ele estava “calmo e controlado”. Mas o próprio astro admitiu: “Foi muito intenso, especialmente no começo. Demorei um tempo pra me acalmar”.

    A decisão mais difícil

    Olha, eu achei genial a escolha dele. Como não joga nos dois jogos de back-to-back seguidos (ainda se recuperando), tinha que decidir: MSG na quinta ou em casa contra o Pelicans na sexta. Escolheu enfrentar os demônios logo.

    “Precisava tirar esse gosto amargo de jogar aqui”, explicou. E fez bem — porque se os Celtics enfrentarem os Knicks nos playoffs (o que é bem provável), pelo menos agora ele já quebrou essa barreira mental.

    Durante o jogo, teve momentos que ele próprio admitiu: “Tive que me lembrar de respirar e que tudo ia ficar bem”. Imaginem a pressão psicológica, cara.

    O que vem por aí

    Com o Tatum de volta e jogando 39-40 minutos nas últimas partidas, Boston virou favorita nas casas de apostas pra chegar na Final da NBA pela terceira vez em cinco anos. Absurdo, né? Considerando tudo que rolou — a lesão grave, as saídas de jogadores importantes…

    Mas o mais legal foi ver até a torcida dos Knicks aplaudindo quando ele foi apresentado. E o Jalen Brunson falando como fica feliz de ver o Tatum saudável de novo. Isso é basquete, pessoal.

    E aí, acham que essa volta ao MSG vai dar aquela confiança extra pro Tatum nos playoffs? Pra mim, foi o momento que ele precisava pra provar — principalmente pra ele mesmo — que tá 100% de volta.

  • Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Que jogaço foi esse no MSG! Josh Hart simplesmente resolveu virar o monstro no último quarto e carregou os Knicks nas costas pra uma vitória de 112 a 106 sobre os Celtics. Cara, 15 pontos só no quarto período final — quando a coisa apertou, o cara apareceu.

    Olha, eu já falei aqui no Sexto Homem que o Hart é subestimado demais. O cara fez 26 pontos no total (10/15 nos arremessos, sendo 5/7 do perímetro) e ainda defendeu pra caramba. Quando você tem um jogador que aparece nos momentos decisivos assim, é porque o time tem mentalidade vencedora mesmo.

    Brunson e Towns fazendo a parte deles

    Jalen Brunson não deixou por menos: 25 pontos e 10 assistências. Double-double caprichado do armador que tá tendo uma temporada absurda. E o Karl-Anthony Towns? 16 pontos e 12 rebotes. Nada espetacular nos números, mas fez o trabalho sujo quando precisava.

    O que mais me impressionou foi a dupla Brunson-Towns funcionando bem nos pick-and-rolls. Eles tão entendendo o jogo um do outro cada vez mais, e isso vai ser fundamental nos playoffs.

    Tatum voltou, mas não foi suficiente

    Jayson Tatum jogou pela primeira vez no Madison Square Garden desde que rompeu o Aquiles nos playoffs do ano passado. Que volta difícil, né? O cara fez 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências — números bons —, mas com apenas 7/22 nos arremessos. Dá pra ver que ainda tá voltando ao ritmo.

    Sem o Jaylen Brown em quadra, quem salvou os Celtics foi o Payton Pritchard saindo do banco com 23 pontos em 35 minutos. E o Baylor Scheierman? Meu Deus, 20 pontos com 6/7 do perímetro! O cara quase roubou o jogo sozinho no quarto período.

    Sinceramente, achei que os Celtics iam levar essa. Eles chegaram a abrir 7 pontos no último quarto, mas aí o Hart decidiu que não ia deixar barato. Duas bolas de três no último minuto pra fechar o caixão — isso é de clutch player raiz.

    Com essa vitória, os Knicks (52-28) chegaram no total de vitórias da temporada passada com ainda dois jogos pela frente. E olha que briga gostosa pela segunda posição do Leste! Vocês acham que eles conseguem passar os Celtics na classificação geral?

    O clima no MSG tava de playoff mesmo. Esse tipo de jogo que te prepara pro que vem pela frente. Hart foi o MVP da noite, sem dúvida — defendeu bem o Tatum e apareceu quando mais precisava. É esse tipo de jogador que faz a diferença nas séries eliminatórias.

  • Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Cara, que noite emocionante no Mecca do basquete. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde que rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado — e mesmo marcando 24 pontos, viu os Knicks levarem a melhor por 112 a 106.

    Olha, eu não sei vocês, mas fiquei arrepiado só de pensar na pressão que o cara deve ter sentido pisando naquela quadra de novo. Ruptura de Aquiles é coisa séria, e voltar justamente no MSG? Isso é filme.

    Jogo de vai e vem épico

    Os Knicks começaram mandando — chegaram a abrir 72-59 no terceiro quarto. Aí que eu pensei: “Pronto, vai ser massacre”. Mas não, né? Os Celtics não são time pra entregar os pontos assim.

    Boston aplicou um 24-9 devastador e virou o jogo. Baylor Scheierman e Tatum acertaram arremessos de 3 consecutivos, colocaram os visitantes na frente por 89-83, e a galera do Garden ficou meio tensa (imagino eu, né).

    Só que os Knicks responderam na mesma moeda — empataram em 92-92 com sete pontos seguidos. Daí pra frente foi troca-troca o tempo todo. Karl-Anthony Towns acertou uma bomba pra colocar NY na frente por 99-98, e o negócio ficou maluco.

    Josh Hart resolve no final

    No finalzinho, quem decidiu foi Josh Hart. O cara terminou com 26 pontos — mais que o próprio Tatum — e quando precisou, meteu a decisiva de longa distância. Jalen Brunson também jogou muito, com 25 pontos e 10 assistências. Que dupla, cara.

    Towns fez um double-double discreto mas eficiente: 16 pontos e 12 rebotes. Os Knicks melhoraram pra 52-28 e seguem firmes na terceira posição do Leste.

    Boston jogou sem Jaylen Brown, que ficou de fora por causa de uma tendinite no tendão de Aquiles esquerdo. Coincidência meio estranha, né? Os dois principais jogadores do time com problemas no Aquiles… Enfim, os Celtics recebem o Pelicans hoje no TD Garden.

    Sinceramente? Mesmo na derrota, ver o Tatum de volta àquela quadra já foi uma vitória. E vocês, acham que ele tá 100% recuperado ou ainda sente alguma coisa da lesão?

  • Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Que noite foi essa no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar serviço quando mais precisavam e derrubaram os Celtics por 112-106, mantendo viva a briga pela segunda posição no Leste. E olha, não foi qualquer vitória não — foi daquelas que você assiste e pensa: “cara, esse time tem personalidade”.

    Josh Hart foi simplesmente monstruoso no último quarto. 15 dos seus 26 pontos vieram nos momentos decisivos, incluindo duas bombas de 3 nos últimos 42 segundos que praticamente selaram o jogo. Jalen Brunson fez a sua parte também: 25 pontos e 10 assistências, comandando o time como um verdadeiro general.

    O retorno emotional de Tatum ao MSG

    Agora, vamos falar do elefante na sala. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles nos playoffs da temporada passada. O cara admitiu que estava nervoso — e olha, quem não estaria, né?

    Mesmo assim, Tatum mostrou que é craque: 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Por pouco não fez um triple-double no retorno ao palco da sua lesão. Tem que respeitar a coragem do garoto.

    Mas sinceramente? Deu pra perceber que ele ainda não está 100%. A ausência do Jaylen Brown (machucado) pesou demais pro Boston, mesmo com Payton Pritchard (23 pontos) e Baylor Scheierman (20 pontos, 6/7 de 3) fazendo a parte deles.

    A corrida pelo 2º lugar esquentou de vez

    Agora a matemática fica interessante. Os Knicks (52-28) ficaram a apenas dois jogos dos Celtics (54-26) com duas partidas restantes para cada time. E o mais importante: New York tem a vantagem no confronto direto depois de ganhar a série por 3-1.

    Ou seja, se os Knicks ganharem os próximos dois jogos (Toronto e Charlotte) e Boston tropeçar duas vezes (New Orleans e Orlando), a segunda posição vai pro MSG. Improvável? Talvez. Impossível? Definitivamente não.

    O que mais me impressiona é como esse time do Mike Brown evoluiu. Eles já têm mais vitórias agora do que na temporada passada inteira sob o Thibodeau (51-31). E convenhamos, derrotar justamente os Celtics — time que eles eliminaram nos playoffs do ano passado — tem um gosto especial.

    Vocês acham que os Knicks conseguem essa façanha nas últimas duas rodadas? Eu tô começando a acreditar que esse time pode surpreender muito gente nos playoffs, independente de onde termine na classificação.

  • Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Olha, quando o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles e os Celtics perderam três titulares do time campeão, todo mundo já tinha decretado: temporada perdida em Boston. Mas o Jaylen Brown? Cara, ele viu isso de um jeito completamente diferente.

    “Do ponto de vista financeiro, isso era uma reconstrução, né?”, disse Brown para a ESPN. “Mas eu não encarei assim. Eu vi como uma oportunidade de mostrar pro mundo quem eu sou e o que posso fazer.”

    E mano, ele fez exatamente isso. O cara tá tendo a melhor temporada da carreira – recordes pessoais em pontos, rebotes e assistências. Tá carregando o segundo maior usage rate da NBA inteira e botou Boston como segundo colocado no Leste. Quem diabos previu isso no começo da temporada? Ninguém.

    O isolamento que mudou tudo

    A base dessa transformação toda foi construída no verão passado, num momento bem difícil. Três semanas depois da cirurgia no menisco, Brown se trancou em casa em Boston. Não atendia chamada de ninguém – nem amigos, nem família, nem companheiros de time.

    “Um dos meus defeitos é que tenho dificuldade de deixar as pessoas me verem fraco”, confessou.

    Mas olha que loucura o que ele fez durante a recuperação: meditava, estudava mapas astrais e numerologia dos companheiros pra entender melhor a personalidade de cada um no vestiário. Além disso, fazia terapia de luz vermelha no joelho várias vezes por dia. Dedicação total.

    Brad Stevens apostou alto

    O Brad Stevens, presidente dos Celtics, foi direto com Brown: o time tinha se reconstruído várias vezes desde que o draftaram em 2017, mas ainda esperavam competir forte apesar de todas as mudanças.

    “Muitos caras teriam interpretado mal isso e não teriam feito o que ele fez”, disse Stevens. “E o que ele fez foi jogar de forma espetacular e empoderar os outros. A gente precisava que ele fizesse os dois pra equipe ser realmente boa.”

    Stevens disse que a chave era Brown reconhecer do que os novos companheiros eram capazes. “A única coisa que muitos desses caras eram era não-testados”, explicou. Brown sabia que Jordan Walsh conseguia jogar, que Baylor Scheierman tinha potencial, que Neemias Queta e Luka Garza podiam contribuir. Mas ele também sabia que mostrando confiança neles, tiraria o melhor de cada um.

    E cara, Brown levou isso a sério mesmo. Organizava jantares do time, mentorava os mais novos individualmente, defendia publicamente a candidatura do Queta pro Most Improved Player. O Walsh até chama ele de “tio” por causa dessa mentoria toda.

    Os números não mentem: os Celtics têm 65,2% de aproveitamento nos arremessos que saem de passes do Brown – quinta melhor marca entre jogadores com mais de 500 assistências na temporada. Payton Pritchard, Sam Hauser, Derrick White e Queta estão todos com recordes pessoais de pontuação.

    Uma nova versão do Jaylen

    Por muito tempo, a motivação do Brown vinha de críticas, rumores de trade e a sensação de que o mundo do basquete o subestimava. Mas essa temporada algo mudou nele.

    “Às vezes eu me diminuía pra outras pessoas se sentirem confortáveis”, refletiu. “Há uma diferença entre isso e se diminuir apagando sua própria luz.”

    Quando o Tatum voltou da lesão em março, viu de perto o que Brown construiu na ausência dele. E não tem dúvida do que motivou essa transformação: “Obviamente ele sempre foi capaz disso. Foi só uma oportunidade onde mais foi exigido de todo mundo, especialmente dele. A NBA é sobre oportunidades, e os caras especiais fazem o máximo dela. Foi exatamente isso que ele fez esse ano.”

    Sinceramente? Essa versão do Jaylen Brown me impressiona mais que qualquer estatística. Ver um cara usar um momento difícil pra se reinventar e ainda por cima elevar todo mundo ao redor… isso é liderança de verdade. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível quando o time voltar a ter todas as peças?

  • Tatum volta ao MSG onde se machucou — e os Knicks tremem

    Tatum volta ao MSG onde se machucou — e os Knicks tremem

    Cara, que jogo vai ser essa quinta-feira no Madison Square Garden. Jayson Tatum volta pela primeira vez ao palco do seu pesadelo — onde rompeu o tendão de Aquiles no ano passado contra os próprios Knicks. E olha, não é qualquer volta não.

    O cara se recuperou de uma lesão que normalmente tira um jogador por uma temporada inteira em tempo recorde. Dezesseis jogos desde que voltou, e os Celtics estão 13-2 quando ele joga. Absurdo.

    A pressão está no ar

    Pra ser sincero, esse jogo tem cara de preview dos playoffs. Se os Knicks perderem, já era — acabou a briga pela segunda posição no Leste. Os Cavaliers estão colados, meio jogo atrás, e vocês sabem como é: uma escorregada e despenca na classificação.

    Karl-Anthony Towns falou uma coisa que eu concordo totalmente: “Agora é o presente, depois a gente vê o futuro”. Cara centrado. Mas deve estar nervoso — vai ter que marcar um Tatum motivado pra caramba.

    E tem mais: Jaylen Brown pode nem jogar (tendinite no Aquiles esquerdo), mas quando os dois estão em quadra juntos… monstro. É uma das duplas mais mortais da liga. Os Knicks montaram o time pensando nisso — OG Anunoby e Mikal Bridges como especialistas defensivos pra tentar segurar esses caras.

    O trauma do MSG

    Olha só o que o Tatum falou sobre voltar ao Madison: “Não estou exatamente empolgado pra jogar lá. Da última vez foi uma experiência traumática”. Imagina o psicológico do cara.

    Mas sabe o que eu acho? Isso pode ser combustível puro. Nada como uma revanche no lugar onde você se machucou pra mostrar pra todo mundo (e pra você mesmo) que voltou mais forte.

    Towns, por outro lado, tá respeitoso: “É uma honra jogar contra um dos melhores”. Mikal Bridges elogiou a recuperação relâmpago do Tatum. Mas Jaylen Brown? Esse aí é pura provocação com os Knicks.

    Brown, o vilão que a gente ama odiar

    O cara não perdoa. Falou que os fãs dos Knicks são “insuportáveis”, que Tom Thibodeau entregou segredos do time, mandou um “F*** the Knicks” numa live… (risos) Esse cara vive pra irritar Nova York.

    E disse mais: que a eliminação do ano passado “foi como morrer” e que “esse ano é uma história diferente”. Rapaz, a provocação tá no sangue.

    Sinceramente? Espero que os dois joguem. Tatum voltando onde se machucou, Brown falando que é ano de vingança, Knicks lutando pela classificação… Tem tudo pra ser um jogaço histórico. E vocês, acham que o Tatum vai conseguir superar o trauma do MSG?

  • Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Mano, que situação complicada pros Celtics. Na véspera do jogo contra os Knicks no Madison Square Garden, Boston pode entrar em quadra praticamente sem time titular. Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Sam Hauser (espasmo nas costas), Neemias Queta (entorse no dedão) e Derrick White (contusão no joelho direito) estão todos questionáveis.

    E olha só a ironia: Jayson Tatum volta ao MSG pela primeira vez desde que rompeu o Aquiles nesse mesmo ginásio em maio passado. Cara, só de imaginar o que deve estar passando na cabeça dele…

    A volta traumática de Tatum ao Madison Square Garden

    “Não estou exatamente empolgado para voltar a jogar lá”, disse Tatum. “Da última vez que joguei lá, obviamente foi uma experiência traumática para mim.” Sinceramente? Eu entendo completamente. Dez meses fora por causa de uma lesão dessas não é brincadeira.

    Mas o cara decidiu encarar de frente. “Obviamente, eu sabia que em algum momento teria que superar essa barreira e jogar lá novamente. Então, vai ter que ser nesta quinta-feira.” Que mentalidade, né? Não dá pra fugir para sempre dos fantasmas.

    Chance de ouro para os reservas

    Se realmente quatro titulares ficarem de fora, imaginem a oportunidade que jogadores como Nikola Vucevic, Luka Garza, Baylor Scheierman e Jordan Walsh vão ter. É nessas horas que carreiras podem deslanchar — ou afundar de vez.

    Na minha visão, pode até ser interessante ver como Joe Mazzulla vai montar esse quebra-cabeças. Boston tem banco suficiente para competir? Vamos descobrir na prática.

    Duelo de ataques poderosos

    O mais louco é que mesmo nessa situação, ainda promete ser um jogaço. Os Celtics têm o segundo melhor ataque da liga (119.9 de rating ofensivo) e os Knicks vêm logo atrás em terceiro (118.8). Nas defesas, Boston em quarto lugar (111.7) e Nova York em oitavo (112.3).

    A temporada regular entre esses dois está 2-1 para os Knicks, mas todos os jogos foram sem Tatum. Agora com ele de volta, mesmo que sozinho, pode dar uma reviravolta interessante nessa rivalidade.

    Vocês acham que Tatum consegue carregar o time nas costas se precisar? O jogo é às 19h30 (horário de Brasília) e promete emocionar — mesmo que seja pelos motivos errados para Boston.