Tag: Boston Celtics

  • Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Olha, os Celtics tão numa sinuca de bico. Duas eliminações seguidas nos playoffs que doeram na alma dos fãs, e agora o Brad Stevens tem que mexer o pau na panela se quiser voltar a brigar pelo título de verdade.

    E o problema maior? O garrafão, mano. A rotação de pivôs dos caras foi uma das piores da liga na temporada passada.

    O drama do Neemias Queta

    Neemias Queta até mostrou que não é tão ruim quanto todo mundo pensava — aliás, o cara jogou pra caramba na temporada regular. Mas aí chegaram os playoffs contra o Philadelphia 76ers e… cara, foi de dar dó. Não só o Queta, mas toda a linha de frente dos Celtics derreteu.

    Justo né? Era o primeiro playoff do rapaz. Uma série ruim não apaga uma temporada boa, mas pra competir lá em cima, os Celtics PRECISAM melhorar esse setor.

    Por que todo mundo tem pivô bom menos eles?

    Sinceramente, dá uma olhada nos times que mandam bem hoje em dia. Victor Wembanyama e Nikola Jokic são praticamente aliens — esses dois sozinhos carregam seus times nas costas. O Thunder tem Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein fazendo uma muralha na defesa. Os Knicks com Karl Anthony Towns e Mitchell Robinson são uma dupla física que assusta qualquer um.

    Lembra quando os próprios Celtics ganharam o título em 2024? Al Horford e Kristaps Porzingis foram FUNDAMENTAIS. A única exceção recente foi o Indiana Pacers em 2025 com Myles Turner — mas o cara tem 2,11m e mete bola de três, então não conta.

    A bomba: trocar o Jaylen Brown pelo Giannis?

    Aqui que a coisa fica interessante (e polêmica). A troca que tá circulando nos bastidores seria: Jaylen Brown pro Portland, Giannis pros Celtics, e o Milwaukee recebe de volta suas picks do draft mais Jerami Grant, Toumani Camara e Kris Murray.

    Na minha visão, essa história de que o Giannis tá sempre machucado é papo furado. Em 2025 — ou seja, temporada passada — o cara jogou 67 partidas e ficou em TERCEIRO no MVP. Depois meteu 33 pontos, 15 rebotes e 7 assistências nos playoffs mesmo com o Damian Lillard fora por lesão no Aquiles. O maluco carregou aquele time do Milwaukee o máximo que um ser humano consegue.

    “Ah, mas Giannis não é pivô tradicional”, você deve estar pensando. Cara, os números não mentem. Quando ele joga de cinco, o negócio funciona. Entre 2020 e 2025, com Brook Lopez no banco e Giannis jogando de centro, o Milwaukee teve um net rating de 7.5 — isso daria o quinto lugar na liga essa temporada.

    Agora imagina o Giannis dividindo quadra com Jayson Tatum ao invés de Bobby Portis…

    Vocês acham que vale a pena trocar o Brown por essa possibilidade? Eu sei que é difícil, mas às vezes pra ganhar título você tem que ser corajoso. E sinceramente, vendo o que o Wembanyama tá fazendo lá no Oeste, talvez só outro monstro pra parar ele.

    O que tá claro é que os Celtics não podem ficar parados. Seja uma bomba dessas ou movimentos menores, eles precisam resolver logo essa situação no garrafão se quiserem voltar a sonhar alto.

  • Bill Simmons previu o futuro do Jaylen Brown em 2017 e ninguém acreditou

    Bill Simmons previu o futuro do Jaylen Brown em 2017 e ninguém acreditou

    Cara, às vezes o universo conspira de um jeito que você fica sem palavras. Lembram daquele lance clássico de 2017 quando o Curry deu uma bandeja no Jaylen Brown, acertou uma bomba no buzzer e ainda saiu falando? Pois é, o Bill Simmons tweetou algo que hoje em dia parece coisa de vidente.

    A história é a seguinte: Warriors e Celtics se enfrentando em 2017, terceiro quarto, placar apertado 72-72. O Curry pega a bola, faz aquele movimento característico dele – uma finta que deixou o Brown voando -, mete uma de três no buzzer e ainda sai provocando o garoto que tava só no segundo ano de NBA. Típico Steph, né?

    O tweet profético que ninguém entendeu na época

    Aí que vem o plot twist absurdo da história. O Bill Simmons, irritadinho com a provocação do Curry, vai lá e tuíta: “Não gostei do Steph Curry provocando o MVP de 2024, Jaylen Brown.” Isso em MARÇO DE 2017, galera. Quando o Brown ainda era praticamente um novato.

    Na época, todo mundo deve ter pensado: “tá, Bill, relaxa aí com a profecia”. Mas olha só… sete anos depois, o Jaylen Brown realmente ganhou o MVP das Finais de 2024 levando os Celtics ao título em cima do Dallas Mavericks. Coincidência? Eu sinceramente acho que o Simmons tem uma máquina do tempo escondida em casa.

    A internet pirou quando descobriu

    Esse tweet ressurgiu nas redes sociais recentemente e a galera simplesmente não acreditou. Os comentários são hilários – todo mundo checando a data umas cinco vezes, postando GIFs de gente em choque, aquela coisa toda que a internet faz quando encontra algo surreal assim.

    “Diz 2017 mesmo?” foi basicamente o comentário mais repetido. E olha, eu entendo a reação. Imagina você fazer uma previsão dessas de zoeira e ela se tornar realidade anos depois? O próprio Simmons deve estar rindo até hoje da situação.

    O mais irônico de tudo isso? Em 2022, foi justamente o Curry que levou o MVP das Finais quando os Warriors bateram… os Celtics do Jaylen Brown. Aí em 2024, o Brown devolveu a provocação de 2017 da melhor forma possível: com um anel no dedo e o troféu de MVP das Finais nas mãos.

    Vocês acham que isso foi sorte ou o Bill Simmons realmente consegue ver o futuro? Porque se for assim, eu quero saber quem vai ser o próximo MVP!

  • Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Cara, o Joe Mazzulla simplesmente arrasou na votação para Coach of the Year da NBA. E quando eu falo arrasou, é porque foi mesmo — 62 votos de primeiro lugar num total de 100. Isso é praticamente uma goleada no basquete dos técnicos.

    Olha, vou ser sincero: quando a temporada começou, eu tinha minhas dúvidas sobre os Celtics. O Jayson Tatum machucado no Aquiles, algumas mudanças no elenco… parecia que Boston ia ter uma temporada complicada pela frente. Mas o Mazzulla provou que eu (e muita gente) estava errado.

    56 vitórias sem elenco completo é coisa de monstro

    Os Celtics terminaram com 56-26 e ficaram com a segunda melhor campanha do Leste. Tá, eu sei que perderam na primeira rodada pros 76ers numa série de sete jogos que doeu na alma, mas cara — considerando as circunstâncias, foi um baita trabalho.

    O segundo colocado na votação foi o JB Bickerstaff, do Detroit Pistons, que recebeu 29 votos de primeiro lugar. Impressionante o trabalho que ele fez com aquele time dos Pistons, mas a diferença foi gritante mesmo.

    Críticas pela eliminação precoce são justas?

    Tem gente criticando o Mazzulla pela saída precoce nos playoffs. Eu entendo a frustração — depois de ganhar o título na temporada 2023-24, a expectativa era alta. Mas vocês acham que é justo culpar só o técnico? Na minha visão, tem que considerar que o cara trabalhou praticamente o ano todo sem o elenco ideal.

    E olha, conquistar o primeiro Coach of the Year da carreira aos 37 anos não é moleza. O Mazzulla mostrou que sabe se adaptar e tirar o máximo do que tem disponível. Isso é qualidade de técnico de elite.

    Agora a real questão é: o que os Celtics vão fazer na offseason? Com Tatum e Brown como pilares, eles precisam de peças que complementem o duo. E pelo jeito que o Mazzulla conduziu esse time na temporada, eu diria que eles estão no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa premiação foi justa ou tinha outro técnico mais merecedor? Eu fico curioso pra ver como vai ser a próxima temporada com esse reconhecimento nas costas.

  • Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Cara, que história mais maluca essa. O Joe Mazzulla acabou de ganhar o prêmio de Técnico do Ano da NBA — o mesmo prêmio que ele chamou de “idiota” há algumas semanas. E olha, não vou mentir, tem uma ironia deliciosa nisso tudo.

    O técnico dos Celtics desbancou J.B. Bickerstaff (Pistons) e Mitch Johnson (Spurs) para levar a honraria da temporada 2025-26. Ele se tornou apenas o quarto técnico na história da franquia a ganhar esse prêmio, juntando-se a lendas como Bill Fitch, Tommy Heinsohn e Red Auerbach — sim, o cara que dá nome ao troféu.

    “Prêmio idiota” que ele não queria

    Lembram quando ele falou aquilo em março? “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio idiota. Não deviam ter isso. É mais sobre os jogadores.” Mano, que personalidade forte! E ele manteve a linha mesmo ganhando.

    No discurso de agradecimento, Mazzulla continuou desviando o mérito: “Este prêmio pertence ao nosso staff, que está lá pros caras todo dia. Deveria se chamar Staff do Ano.” Sinceramente? Adoro essa humildade, mesmo que seja meio forçada às vezes.

    Temporada que justifica o prêmio (mesmo com o vexame)

    Olha, por mais que ele não goste do prêmio, foi merecido. Os Celtics perderam peças importantes na offseason — Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — e ainda ficaram sem Jayson Tatum até março. Mesmo assim? 56-26 de campanha e 2ª colocação no Leste.

    Oito jogadores dos Celtics bateram recordes pessoais em pelo menos quatro categorias estatísticas. Jaylen Brown virou candidato a MVP e o Neemias Queta (nosso português querido!) terminou em 4º no Most Improved Player. Isso é trabalho de técnico, não tem como negar.

    Mas aí vem o porém… O timing desse prêmio é meio constrangedor. Os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1 contra os 76ers e caíram logo na primeira rodada dos playoffs. Que vexame histórico! As críticas choveram, especialmente pela dependência excessiva das bolas de 3 e pelas escolhas questionáveis no Jogo 7.

    O que vem por aí

    Brad Stevens, o presidente de operações, saiu em defesa de Mazzulla e prometeu melhorar o elenco. “Acho que eles são muito bons”, disse Stevens sobre a comissão técnica.

    E os números do Mazzulla em Boston são absurdos mesmo: 72,6% de aproveitamento na temporada regular — o maior da história da NBA — e um título em 2024. Não é pouca coisa.

    Agora a pergunta que fica é: será que esse prêmio vai motivar ainda mais o cara que já disse que não precisa de reconhecimento? Ou vai ser só mais uma lembrança de que temporada regular não significa nada se você não entregar nos playoffs? Vocês acham que ele consegue levar os Celtics de volta ao topo na próxima temporada?

  • Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Cara, eu tenho que confessar uma coisa: quando vi o Jayson Tatum se machucar no Aquiles no começo da temporada, achei que era o fim de linha pros Celtics. Sério mesmo. Como é que você mantém um time competitivo perdendo sua estrela principal e ainda tendo que trocar metade do elenco por causa do salary cap?

    Pois é, Joe Mazzulla mostrou como. O cara simplesmente pegou esse time destroçado e fez o impossível — levou Boston pra segunda posição no Leste com 56 vitórias. E ontem foi oficialmente reconhecido como o melhor técnico da NBA de 2025-26.

    O milagre de Boston explicado

    Olha só a situação que o Mazzulla enfrentou: além do Tatum fora por quase toda temporada (só jogou 16 partidas), os Celtics tiveram que trocar Kristaps Porziņģis e Jrue Holiday, e ainda perderam Al Horford na free agency. Basicamente, era pra ser uma temporada de reconstrução.

    Mas o Mazzulla não aceita essa de “ano perdido”. O cara pegou o Jaylen Brown e falou: “agora é com você, monstro”. E o Brown respondeu à altura — 28.7 pontos por jogo, recorde da carreira. Absurdo o nível que esse cara atingiu quando precisou carregar o time nas costas.

    E a defesa? Continuou elite, como sempre. É isso que eu mais admiro no trabalho do Mazzulla — ele nunca abre mão da identidade defensiva dos Celtics, independente de quem está em quadra.

    Concorrência pesada, mas merecida

    A disputa não foi moleza. J.B. Bickerstaff levou o Detroit Pistons (sim, o Detroit!) pra primeira posição no Leste — coisa que ninguém esperava. E o Mitch Johnson fez um trabalho espetacular no San Antonio, segunda melhor campanha da liga.

    Mas no final, os 62 votos de primeiro lugar pro Mazzulla mostram que a galera reconheceu o tamanho do desafio que ele superou. Sinceramente, acho que foi a escolha certa. Qualquer um consegue técnico um super time — o difícil é fazer milagre com o que você tem.

    O engraçado é que esse é o primeiro prêmio de técnico do ano do Mazzulla, mesmo tendo uma porcentagem de vitórias de .726 em quatro anos. Ele sempre ficava ali no top 3, mas nunca levava. Dessa vez não teve como negar.

    Na entrevista, o cara foi humilde demais, dando crédito pra comissão técnica e pros jogadores. “Eu me sinto mal que eles não estão aqui”, disse sobre os assistentes. Essa humildade é o que faz a diferença, na minha opinião.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem o Tatum? Com o Brown jogando nesse nível e o Mazzulla comandando, eu não duvido de nada.

  • Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Cara, só o Joe Mazzulla mesmo pra conseguir ganhar um prêmio e ainda assim manter a pose de quem não liga. O técnico do Boston Celtics foi eleito o Treinador do Ano da NBA, mas continua firme na opinião dele: o prêmio é “idiota”.

    Há alguns meses, quando perguntaram pro Mazzulla sobre a possibilidade de ganhar o Coach of the Year, a resposta foi direta no queixo: “Acho que é um prêmio idiota”. E ontem? Bom, ele ganhou esse prêmio “idiota”.

    A filosofia Mazzulla

    Olha, eu até entendo o ponto do cara. Basquete é esporte coletivo, e técnico não joga sozinho – tem toda uma comissão técnica por trás. Mazzulla sempre bateu nessa tecla de que deveria ser um prêmio para toda a staff, não só pra ele.

    Mas convenhamos: quando você pega um time que já era bom e transforma numa máquina de 64 vitórias na temporada regular, algum mérito individual você tem que ter, né? Os Celtics dominaram a conferência leste de uma forma que foi até meio assustadora.

    Temporada histórica em Boston

    E que temporada foi essa dos Celtics, hein? Lideraram a NBA em vitórias, tiveram um dos melhores ataques da história da liga, e Mazzulla conseguiu fazer o Jayson Tatum e Jaylen Brown funcionarem como nunca.

    Sinceramente, eu achei que o técnico ia pelo menos fingir que ficou feliz com o prêmio. Mas não – o cara manteve a coerência até o final. É meio rebelde, mas também é honesto. Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio individual?

    No final das contas, o que importa mesmo é se ele vai conseguir levar esse discurso de trabalho em equipe até o título da NBA. Porque individual ou coletivo, prêmio idiota ou não, o que os fãs de Boston querem mesmo é ver aquele banner 18 pendurado no TD Garden.

  • Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Cara, que temporada absurda do Joe Mazzulla! O técnico dos Celtics acabou de levar o prêmio de Coach of the Year da NBA e, olha só que loucura — é o primeiro técnico de Boston a ganhar isso em 46 anos. Desde 1980, galera!

    O mais engraçado? O próprio Mazzulla odeia esse prêmio. Em março ele falou que era “um prêmio estúpido” e que “não deveria nem existir”. Na moral, ele mandou: “Não preciso disso. É mais sobre os jogadores. É sobre o trabalho que a comissão técnica faz. Não quero nem ser perguntado sobre isso de novo”.

    Mas querendo ou não, o cara mereceu pacas.

    A reviravolta épica de Boston

    Deixa eu explicar o cenário: depois que o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles na segunda rodada dos playoffs passados contra os Knicks, os Celtics desmancharam tudo. Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — todo mundo foi embora pra fugir do luxury tax.

    Sobraram basicamente o Jaylen Brown, Derrick White, Payton Pritchard e uns caras desenvolvidos internamente. A projeção era de 41.5 vitórias — praticamente um time de Play-In. Os Pacers, que passaram pela mesma situação com o Haliburton machucado, terminaram com 19-63. Todo mundo esperava que Boston tivesse uma “temporada de transição”.

    E aí o Mazzulla pegou esse elenco “quebrado” e fez 56 vitórias. Cinquenta e seis! Eu sinceramente não esperava isso.

    O sistema que funcionou

    O estilo do Mazzulla é todo baseado nos arremessos de 3 e na posse de bola. Os Celtics ficaram em 3º lugar em rebotes sem ter um pivô de verdade, e em 3º lugar também em menor número de turnovers sem ter um armador All-Star. Absurdo, né?

    Defensivamente, mesmo perdendo a base do ano passado, ainda ficaram em 4º na liga. No ataque, só perderam pro Denver. Caras como Neemias Queta, Baylor Scheierman e Jordan Walsh viraram peças importantes — isso é trabalho de técnico, galera.

    Mazzulla levou 62 dos 100 votos de primeira colocação, batendo o J.B. Bickerstaff do Detroit. Merecido demais.

    Claro que dói ter caído na primeira rodada pros Sixers, mas o que o cara fez na temporada regular foi de outro nível. Vocês acham que os Celtics voltam mais fortes ano que vem? Eu tô começando a acreditar nesse sistema do Mazzulla, não vou mentir.

  • 3 times querem arrancar Jaylen Brown dos Celtics

    3 times querem arrancar Jaylen Brown dos Celtics

    Olha, eu não sei se vocês estão preparados pra essa bomba, mas parece que o Jaylen Brown pode estar com os dias contados em Boston. Hawks, Rockets e Trail Blazers estão de olho no cara — e quando digo de olho, é com “interesse legítimo de trade” mesmo.

    Vamos aos fatos: Brown ainda tem três anos e US$ 183 milhões restantes no contrato dele. Isso mesmo, quase 200 milhões de dólares. O cara assinou uma extensão de cinco anos por US$ 304 milhões e só pode virar agente livre em 2029. É dinheiro pra caramba, mas convenhamos — depois da temporada que ele fez, vale cada centavo.

    A temporada que mudou tudo

    Sinceramente? Eu não esperava que Brown chegasse ao Second Team All-NBA esse ano, mas o monstro entregou tudo. Os Celtics foram além das expectativas na temporada regular, mesmo com o Jayson Tatum fora até março por causa da lesão no tendão de Aquiles. E olha que eles ainda perderam peças importantes como Jrue Holiday, Kristaps Porzingis, Al Horford e Luke Kornet.

    Claro que aquela eliminação em sete jogos pro 76ers na primeira rodada dos playoffs doeu. Mas cara, keeping the Celtics competitivos no topo do Leste com metade do elenco machucado? Isso é coisa de craque.

    O que os pretendentes têm a oferecer?

    Aqui que fica interessante. Hawks, Rockets e Blazers não são times quaisquer — eles têm picks de primeira rodada pra dar e vender. E sabemos como front offices adoram essas draft picks, né? É tipo moeda de troca no mercado da NBA.

    Mas olha só que situação bizarra: se os Celtics realmente toparem negociar o Brown, pode ser justamente pra ir atrás do Giannis Antetokounmpo. Os Bucks parecem que vão partir pro rebuild, e aí… imagina só Boston com o Greek Freak?

    E aí, vocês acham que seria loucura os Celtics trocarem Brown pelo Giannis? Ou será que é melhor manter a dupla Brown-Tatum e tentar mais uma vez? Eu tô dividido, não vou mentir. Brown tá no auge, mas Giannis é Giannis, né?

    Uma coisa é certa: esse verão vai ser quente no mercado da NBA. E se o Brown realmente sair de Boston, qualquer um dos três times interessados vai estar fazendo um baita negócio. O cara é jovem, talentoso e já provou que consegue carregar um time nas costas quando precisa.

  • Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Galera, a bomba que todo mundo estava esperando finalmente explodiu. Giannis Antetokounmpo está mesmo de saco cheio dos Bucks e já tem duas franquias na cabeça: Miami Heat e Boston Celtics. E olha, não posso dizer que estou surpreso — depois da temporada decepcionante que Milwaukee fez, era questão de tempo.

    O mais interessante é que o Greek Freak quer ficar no Leste. Faz todo sentido, né? Além de ficar mais perto da Grécia (imagina o jet lag que seria ir pra Califórnia toda hora), ele sabe que o caminho até as Finais por aqui é bem menos complicado que enfrentar os monstros do Oeste como Oklahoma City e San Antonio.

    Miami já tinha interesse desde sempre

    O Heat não é novidade nessa história. Eles correram atrás do Giannis no deadline de trades e, pelo que rolou, foram os que chegaram mais perto de fazer negócio com Milwaukee. A proposta de Miami gira em torno de Kel’el Ware, Tyler Herro e Jaime Jaquez, mais as picks de primeira rodada que eles têm disponíveis.

    Sinceramente? Herro jogando ao lado de Giannis seria absurdo. O cara é um cestinha nato e o Greek Freak criaria espaços infinitos pra ele. Pat Riley deve estar babando só de imaginar.

    Boston teria que sacrificar Jaylen Brown

    Agora os Celtics… aí a coisa complica. Boston demonstrou interesse no deadline, mas todo mundo sabe que pra conseguir um cara do calibre do Giannis, eles teriam que colocar Jaylen Brown no pacote. E aí eu pergunto: vocês acham que vale a pena desfazer a dupla que acabou de ganhar o título?

    Por um lado, Giannis + Tatum seria uma dupla demolidora. Por outro, Brown tem só 27 anos e uma química absurda com Tatum. É uma decisão complicadíssima, mas que qualquer GM faria correndo se tivesse a chance de pegar o Greek Freak.

    O que mais me chama atenção é a pressão da diretoria dos Bucks. Eles querem uma resposta até o Draft — ou seja, as coisas estão esquentando rápido. Na minha opinião, Giannis já bateu o martelo internamente e só está decidindo entre Heat e Celtics.

    Imaginem o caos que seria Giannis no Heat de Spoelstra ou destruindo todo mundo com a camisa verde dos Celtics. De qualquer forma, o Leste vai ficar ainda mais insano na próxima temporada.

  • Nick Wright mete o pau em Stephen A. Smith na treta com Jaylen Brown

    Nick Wright mete o pau em Stephen A. Smith na treta com Jaylen Brown

    Gente, essa treta entre Stephen A. Smith e Jaylen Brown do Celtics tá virando uma novela mexicana — e agora o Nick Wright entrou na dança também. E olha, o cara não veio pra brincadeira.

    Pra quem tá por fora: tudo começou quando o Stephen A. criticou o Brown por fazer uma live logo depois da eliminação vergonhosa pro Philadelphia 76ers (sério, perder de 3-1 pra 3-4 é de chorar). Desde então, os dois ficaram se cutucando pela mídia que nem criança no recreio.

    Wright entra com tudo na discussão

    O Nick Wright, que apresenta o “First Things First”, não aguentou ficar quieto e chamou o Stephen A. de “chefão da máfia” por ficar ameaçando o Brown. Na minha opinião? Sacou certeiro.

    A resposta do Stephen A. foi… digamos que previsível. O cara fez exatamente aquilo que tava sendo criticado: começou a fazer mistério, dizendo que “sabia quem” tinha colocado o Wright contra ele, fazendo drama como se fosse protagonista de filme de suspense.

    Aí o Wright não perdoou. Postou no X (antigo Twitter): “Nunca vi a defesa de alguém ser simplesmente repetir exatamente o comportamento pelo qual está sendo criticado. ‘EU SEI (balança as mãos) COISAS SOBRE VOCÊ! Não vou falar e são totalmente fruto da minha imaginação… mas EU SEI COISAS! Vou deixar por isso mesmo!’ 10 de 10. Sem comentários.”

    Quem tá certo nessa história?

    Cara, sinceramente? O Wright tem razão. O Stephen A. Smith virou especialista em criar polêmica do nada e depois se fazer de vítima quando alguém rebate. É aquela velha: quem planta vento colhe tempestade.

    O Jaylen Brown pode ter errado fazendo live depois da eliminação — eu concordo que não foi o momento ideal. Mas daí a transformar isso numa guerra pessoal? Stephen A. Smith tá passando dos limites há tempo já.

    E vocês, o que acham? O Wright fez certo em entrar na treta ou deveria ter ficado na dele? Essa história tá longe do fim, porque o Stephen A. não é de deixar barato e o Brown também não parece disposto a baixar a guarda.

    Uma coisa é certa: quem ganha com isso são os fãs de drama da NBA. Só espero que isso não vire distração pro Celtics na próxima temporada — time bom demais pra ficar perdendo tempo com besteira.