Tag: Boston Celtics

  • Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Cara, o Ron Harper Jr. não conseguiu segurar a revolta e eu entendo completamente o cara. O resultado do All-NBA Team saiu no domingo à noite e o Jaylen Brown ficou de fora do primeiro time. E olha, sinceramente? Também fiquei meio perplexo com essa.

    O parceiro do Brown postou no Instagram Stories apenas “2nd team????” com aquela cara de quem não acredita no que tá vendo. Simples, direto e cheio de indignação. Harper Jr. pode não ser o cara mais conhecido do elenco dos Celtics, mas ele tá lá no dia a dia vendo o que o Brown faz em quadra.

    Brown carregou Boston nas costas

    E não é pra menos a revolta, né? O Jaylen teve que virar o cara dos Celtics praticamente sozinho. Com o Jayson Tatum fora na maior parte da temporada por lesão, Brown assumiu a responsabilidade total – e olha que responsabilidade.

    Os números dele não mentem: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Boston era esperado pra desandar depois de todas as mudanças no elenco no verão passado, problemas com luxury tax, essas coisas. Mas não. Os caras ganharam 56 jogos na temporada regular!

    Na minha visão, Brown mostrou uma liderança absurda. Não foi só os números – foi a atitude, a consistência, aquela pegada de “vem que eu resolvo” que todo time campeão precisa ter.

    Mas quem sai do primeiro time?

    Aí que tá o problema, né? O primeiro time All-NBA ficou com Shai Gilgeous-Alexander (MVP da temporada), Nikola Jokic, Victor Wembanyama, Luka Doncic e Cade Cunningham. Monstros, todos eles.

    Eu fico pensando: quem vocês tirariam pra colocar o Brown? É complicado mesmo. Cada um desses caras teve temporadas espetaculares. O Shai foi MVP, o Jokic é o Jokic, Wemby tá revolucionando a liga, Luka… bem, é o Luka. E o Cade teve uma evolução impressionante em Detroit.

    Mas poxa, 56 vitórias praticamente carregando o time nas costas não vale um primeiro time? É de doer mesmo.

    No fim das contas, Brown ficou no segundo time ao lado de Jalen Brunson, Kevin Durant, Kawhi Leonard e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, não tem como negar. Mas a revolta dos Celtics é mais do que justificada – às vezes os números não capturam o impacto real de um jogador na temporada.

  • Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Cara, imagina a cena: você tá fazendo uma live tranquila no Twitch e de repente descobrem que você foi escolhido pro All-NBA Second Team. Foi exatamente isso que rolou com o Jaylen Brown dos Celtics no domingo à noite, e a reação dele foi simplesmente genuína.

    “Sou grato. Deus é o maior”, disse Brown pra galera que tava assistindo sua live no FCHWPO Twitch. O maluco descobriu na hora, ao vivo, que tinha sido selecionado junto com as maiores estrelas da liga. Monstro demais.

    Temporada de outro mundo sem o Tatum

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que nem todo mundo consegue carregar um time nas costas quando o parceiro cai. Brown não só conseguiu, como mostrou que é craque de verdade. Com Jayson Tatum fora por 62 jogos por causa da lesão no tendão de Aquiles, JB assumiu as rédeas dos Celtics de um jeito absurdo.

    Os números não mentem: 28.7 pontos por jogo (recorde pessoal), 5.1 assistências (também recorde), 47.7% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressionou foi ele ter encontrado seu cantinho no meio da quadra — 58.5% de aproveitamento no mid-range. Isso é coisa de All-Star mesmo.

    Boston terminou em segundo no Leste com 56-26, atrás só do Detroit Pistons (quem diria, né?). Brad Stevens tinha chamado alguns reforços de “não comprovados”, mas Brown provou que quando a situação aperta, ele aparece.

    A humildade que impressiona

    O que mais me chamou atenção na fala do Brown foi a humildade. “Às vezes eu fico surpreso por ganhar qualquer prêmio”, disse ele. Sinceramente? Acho essa postura massa demais. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um cara desse nível sendo grato é refrescante.

    Ele terminou em sexto no MVP e foi titular pela primeira vez no All-Star Game. Sexto no MVP, pessoal! Sem o Tatum na maior parte da temporada. Vocês acham que ele não merecia estar ainda mais alto nessa votação?

    A temporada acabou meio amarga com aquele colapso histórico contra o Philadelphia 76ers nos playoffs — perder de 3-1 depois de estar na frente dói até em mim que sou apenas um fã. Mas isso não tira o brilho do que Brown fez durante a temporada regular.

    “É uma benção fazer parte do grupo que eu fiz parte”, comentou ele, “especialmente com as expectativas que colocaram em nós. A expectativa era nem mesmo sermos um time de playoffs, e terminamos em segundo no Leste.”

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Brown tá pronto pra ser a cara da franquia dos Celtics quando (se) o Tatum sair? Porque depois dessa temporada, eu tô convencido que o cara tem tudo pra ser.

  • Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Cara, o Neemias Queta teve uma temporada que foi a cara dos Celtics: muita promessa na temporada regular, mas quando chegou na hora H dos playoffs, tudo desmoronou. E olha que não foi por falta de esforço do português.

    O pivô de 26 anos fez uma temporada regular sensacional — 76 jogos (coisa rara pra ele), 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo, com uns absurdos 65.3% de aproveitamento nos arremessos. Subiu de 13.9 minutos por jogo pra 25.3. Números de gente grande, sem dúvida.

    Quando as faltas viram pesadelo

    Mas aí chegaram os playoffs contra o Sixers e… bom, vocês viram o que aconteceu. O moleque simplesmente não conseguiu ficar em quadra por causa das faltas. Frustração total.

    “Começa comigo, eu preciso ser melhor”, disse Queta após a eliminação no Jogo 7. “Mas é a natureza do trabalho de um pivô — você fica em muitas posições onde pode tomar falta. Seja nos bloqueios, nos rebotes, na defesa individual, protegendo o garrafão… Tenho que me olhar no espelho primeiro.”

    Sinceramente? Ele tem razão. A vida de pivô na NBA é complicada mesmo. Mas dói ver um cara que trabalhou tanto durante o ano todo ser prejudicado justamente na hora mais importante.

    De Portugal para Boston: a pressão de representar

    O que mais me impressiona no Queta é a responsabilidade que ele carrega. O cara é o PRIMEIRO português a jogar na NBA. Imaginem a pressão? Quando estive em Portugal ano passado cobrindo seu camp de basquete, vi de perto como ele lida com isso.

    O moleque treinava de manhã, passava o dia inteiro com centenas de crianças no camp, descansava algumas horas, e voltava pra treinar até o sol se pôr. Arremessos de gancho, jumpshots, bolas de três — tudo isso depois de um dia inteiro de trabalho. Ficava literalmente estirado no chão da quadra de cansaço, mas nunca deixava de fazer o último treino do dia.

    A história dele é linda, né? Pais que imigraram da Guiné-Bissau, pai que trabalhava no exterior, mãe que pegava balsa todo dia pra trabalhar em Lisboa. Até tem um mural gigante dele no bairro onde cresceu. É muita responsa nas costas de um garoto.

    E agora, o que esperar?

    Joe Mazzulla foi esperto ao avisar Queta no verão que ele seria titular — deu tempo pro cara se preparar mentalmente pra pressão de ser o pivô dos Celtics. “Ele assumiu essa responsabilidade bem”, disse o técnico.

    Olha, eu ainda acredito no potencial do Queta. Ele baixou as faltas de 5.4 por 36 minutos na primeira temporada pra 4.0 nesta — mostra que tá evoluindo. Mas precisa dar esse próximo passo nos playoffs.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar como titular dos Celtics mesmo depois dessa frustração nos playoffs? Ou será que Boston vai atrás de outro pivô?

  • Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Cara, que temporada o Jaylen Brown fez! Segundo Time All-NBA pela segunda vez na carreira, e olha que mereceu cada voto. Com o Tatum machucado até março, o Brown simplesmente assumiu o protagonismo em Boston e mostrou do que é capaz.

    28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Números de estrela absoluta. E não é só estatística não — o cara carregou os Celtics nas costas pra um record de 56-26 e a 2ª colocação no Leste. Numa temporada que todo mundo esperava ser de transição, ele fez questão de provar que Boston continua relevante.

    O time que ninguém esperava

    Sabe o que mais me impressiona? Brown dividir esse Segundo Time com caras como Kevin Durant, Kawhi Leonard, Jalen Brunson e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, né? O Primeiro Time ficou com os monstros: Shai, Luka, Cade Cunningham, Wembanyama e Jokić.

    Brown foi o cara que mais recebeu votos no Segundo Time — e ainda terminou em 6º no MVP. Quatro votos em quarto lugar, sete em quinto. Nada mal pra quem muita gente ainda vê como “apenas” o segundo melhor dos Celtics.

    Futuro incerto em Boston?

    Mas aí que vem o drama. Mesmo depois dessa temporada absurda — que o próprio Brown chamou de sua “favorita” em 10 anos de NBA — o futuro dele em Boston tá longe de garantido.

    Os rumores ligando os Celtics ao Giannis são cada vez mais fortes, e convenhamos: qualquer troca pelo Greek Freak provavelmente incluiria o Brown saindo de Boston. É meio irônico, né? O cara faz a temporada da vida e ainda assim pode ter que fazer as malas.

    Durante uma live na Twitch (porque é assim que os jogadores se comunicam hoje em dia), Brown foi bem direto: “Eu amo Boston. E se dependesse de mim, eu jogaria em Boston pelos próximos 10 anos”.

    Sinceramente? Espero que dê certo. Depois de uma performance dessas, seria sacanagem demais os Celtics mandarem ele embora. O que vocês acham — Brown merece ficar em Boston ou vocês topam a troca pelo Giannis?

  • Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu não acreditava muito no Baylor Scheierman no começo da temporada. E não era nem descrença, sabe? Era mais uma questão de não saber onde enfiar o cara.

    Com a maioria dos jogadores, mesmo os imperfeitos, seu cérebro consegue colar uma etiqueta rapidinho. Jordan Walsh é aquela ala caótica e comprida. Hugo González é pura energia defensiva. Sam Hauser é o cara dos arremessos de 3. Mas o Baylor? Cara, o cara não me dava essa facilidade.

    A evolução que ninguém viu chegando

    Scheierman chegou na temporada com aquele brilho da Summer League, um cabelo despenteado que gerou muito hate nas redes sociais, e um jogo que mudava de forma dependendo da posse de bola. Às vezes parecia um arremessador. Outras vezes, um stopper defensivo. Na maioria do tempo, parecia alguém que tinha sido jogado num jogo da NBA depois de passar a tarde jogando no campinho da esquina.

    Mas sabe o que aconteceu? No final da temporada, essa falta de um rótulo limpo parou de ser um problema e virou justamente o ponto forte dele.

    Os números da temporada não são de outro mundo: 5.5 pontos, 3.5 rebotes e 1.5 assistências em 18.6 minutos por jogo. Mas a evolução conta a história real.

    Como rookie na temporada 24-25, ele converteu 35.5% dos arremessos de quadra e apenas 31.7% das bolas de três. Nesta temporada? Saltou para 45.3% e 39.9%, respectivamente. O true shooting dele subiu de 49.0 para 61.6. Os minutos foram de 12.4 para 18.6 por jogo.

    O crescimento constante que impressiona

    A melhora não chegou de uma vez só, foi mais como uma torneira pingando ao longo da temporada. 10 pontos e 13 rebotes barulhentos contra os Knicks em 8 de fevereiro (desculpa por ter que mencionar esses caras). Outro double-double com 16 pontos e 10 rebotes contra os Cavs em 8 de março. E o ponto alto: 30 pontos na última partida da temporada regular numa vitória gostosa do banco contra o Magic.

    Na entrevista de saída, Scheierman descreveu sua temporada como “um nível constante de crescimento durante todo o ano”. Parece chato? Talvez. Mas é provavelmente a maneira mais precisa de descrever o que realmente aconteceu.

    O cara simplesmente foi ficando mais confortável até os Celtics estarem usando ele em jogos importantes e ninguém mais questionando. E isso importa porque o jogo do Scheierman pode ser meio arriscado – ele joga com uma confiança que às vezes chega antes da justificativa. Eu respeito. Eu temo. Entendo por que o Joe Mazzulla às vezes parece estar fazendo conta de dividir na cabeça antes de colocar o Baylor em quadra.

    Confiança conquistada na marra

    O engraçado é que os Celtics começaram a confiar nele também. Depois que Scheierman fraturou o polegar, toda a sua comemoração se resumia a um bom e velho joinha. Olhando pra trás, tem algo perfeito nisso. A temporada do Baylor não foi especialmente barulhenta. Não foi suave o suficiente para ser entediante nem explosiva o suficiente para ser óbvia.

    Simplesmente continuou mandando um joinha até você finalmente ter que reconhecer que a jogada estava funcionando.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse crescimento na próxima temporada? Sinceramente, acho que o cara encontrou seu lugar no time. Não como uma estrela, mas como aquela peça útil que todo time campeão precisa ter.

  • Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Olha só que plot twist interessante: Bill Simmons soltou uma bomba no podcast dele que me deixou pensando. Segundo o cara, Giannis Antetokounmpo tem interesse em jogar pelo Boston Celtics, mas… os Celtics podem não estar assim tão afim do Greek Freak.

    “Eu acho que o Giannis quer ir pra Boston, e não tenho certeza se Boston quer o Giannis”, disse Simmons. Cara, isso é de quebrar a cabeça de qualquer fã de NBA, não é?

    Por que Giannis olharia pra Boston?

    Na visão do Simmons, faz total sentido o bicampeão de MVP mirar nos Celtics. Primeiro, ele quer ficar no Leste — que é meio óbvio, né? Milwaukee tá ali do lado. Segundo, tem um detalhe curioso: aparentemente Giannis tem o mesmo treinador de arremesso que um jogador dos Celtics (provavelmente o Jayson Tatum).

    E convenhamos, a organização dos Celtics sempre teve muito respeito na liga. Mesmo com essa temporada decepcionante, onde entregaram uma vantagem de 3-1 contra os Sixers no primeiro round — meu Deus, que vexame —, Boston ainda é Boston.

    Mas Giannis também tá de olho no Miami Heat, segundo Simmons. E sinceramente? Faz até mais sentido. O Heat tem aquela cultura de vencedores, Pat Riley no comando, e sempre consegue atrair estrelas. Imagina o monstro que o Giannis viraria no sistema do Erik Spoelstra?

    Por que Boston hesitaria?

    Aqui que a coisa fica interessante. Os Celtics têm um dos elencos mais talentosos da liga no papel. Tatum, Brown, eles construíram algo sólido ali. Trazer o Giannis significaria provavelmente desmontar boa parte dessa base.

    E olha, eu entendo a hesitação. O cara é um monstro — 31 anos, ainda no auge, dois MVPs no currículo. Mas Boston já tem dois forwards de elite. Como você encaixa todo mundo? Alguém teria que sair, e não seria barato.

    Além disso, depois daquela melada épica contra os Sixers, talvez a diretoria esteja mais focada em ajustar o que já tem do que fazer uma revolução completa. Às vezes menos é mais, sabe?

    E agora?

    Por enquanto, Giannis não pediu trade oficial dos Bucks. Milwaukee contratou Taylor Jenkins depois da saída do Doc Rivers, então ainda tem esperança de consertar as coisas por lá. Mas convenhamos, ficar fora dos playoffs foi um baque pesado.

    O que vocês acham? Boston deveria ir com tudo atrás do Giannis ou focar em melhorar o que já tem? Eu fico dividido — o cara é genial, mas às vezes mexer muito numa receita pode dar errado. E o Heat ali de espreita só complica mais a situação.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser movimentada. E se o Giannis realmente se movimentar, vai balançar a liga inteira.

  • White faz história: primeiro Celtic no All-Defensive desde Smart

    White faz história: primeiro Celtic no All-Defensive desde Smart

    Derrick White quase fez história essa temporada — faltaram só dois bloqueios pra ele se tornar o primeiro cara da NBA a fazer pelo menos 200 bolas de três E 100 bloqueios na mesma temporada. Absurdo, né?

    Mas olha, ele não ficou no vácuo não. O armador do Celtics acabou de ser eleito pro All-Defensive First Team da NBA pela primeira vez na carreira. E cara, que merecimento!

    Os números são de outro planeta

    Vou ser sincero: quando vi as estatísticas do White nessa temporada, quase não acreditei. O maluco liderou TODOS os jogadores da NBA com menos de 2,00m em bloqueios — foram 98 no total. Pra vocês terem noção, o segundo colocado (Andrew Wiggins) teve só 69.

    E não para por aí. White foi um dos únicos dois caras da liga (junto com Scottie Barnes) a conseguir pelo menos 80 bloqueios E 80 roubadas de bola na mesma temporada. Isso é coisa de monstro mesmo.

    O mais impressionante? Na defesa no garrafão, ele segurou os adversários em apenas 56,4% de aproveitamento. Entre os não-pivôs, ele foi o MELHOR da NBA inteira nesse quesito. Imagina você sendo um armador de 1,93m e conseguindo intimidar os caras na área igual um pivô?

    Finalmente o reconhecimento que merecia

    White já tinha aparecido no All-Defensive Second Team em 2023 e 2024, mas esse primeiro time é outra história. Ele dividiu a honraria com uma galera pesada: Victor Wembanyama, Chet Holmgren, Ausar Thompson e Rudy Gobert.

    O técnico Joe Mazzulla comentou sobre a evolução do White: “A evolução da defesa dele tem sido incrível. Este ano, ele passou de marcar mais na bola pra impactar mais longe dela — roubadas, bloqueios, recuperações…”

    E olha que dado curioso: White é o primeiro Celtic a entrar no All-Defensive First Team desde Marcus Smart em 2022. Smart, aliás, foi DPOY naquele ano. Será que o White consegue dar esse passo também?

    O contexto que poucos falam

    Na minha opinião, esse reconhecimento vem em boa hora. White teve alguns altos e baixos no ataque essa temporada, mas nunca deixou a defesa cair. E convenhamos, um armador que bloqueia quase 100 bolas por temporada? Isso é raridade pura.

    Os Celtics terminaram como a melhor defesa da NBA, permitindo apenas 107,2 pontos por jogo. Não é coincidência que isso aconteça com White voando pelo garrafão e roubando bola de todo mundo.

    E aí, galera, vocês acham que ele consegue manter esse nível na pós-temporada? Porque uma coisa é fazer isso na temporada regular, outra é sustentar nos playoffs quando todo mundo eleva o nível.

  • Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Os Celtics não estão perdendo tempo com o Draft 2026, pessoal. Já agendaram mais três treinos com possíveis escolhas, e tem um nome que me chamou muito a atenção: Baba Miller.

    Olha, eu já vi muito ala-pivô prometendo muito e entregando pouco, mas esse cara tem algo diferente. Com 2,09m, Miller não é só mais um grandão – ele tem fundamentos de armador mesmo sendo quase um poste ambulante.

    O gigante que joga como armador

    A história do Miller é interessante: era armador quando menor, deu o estirão e manteve todos os fundamentos. O resultado? Um cara de 2,09m que distribui 3.7 assistências por jogo e tem uma visão de quadra absurda.

    Passou por Florida State, Florida Atlantic e agora estava em Cincinnati, onde fez sua melhor temporada. Os números falam por si: 13 pontos, 10.3 rebotes, 1.2 tocos. Mas o que mais me impressiona é a versatilidade – pode jogar de pivô, ala-pivô, e até mesmo criar jogadas.

    E tem um detalhe curioso: assim como Hugo Gonzalez (primeira escolha recente dos Celtics), Miller também veio das categorias de base do Real Madrid. Coincidência? Eu acho que não. Brad Stevens claramente tem um olho clínico para esses europeus com fundamento.

    Defesa é o ponto forte (e o arremesso é a interrogação)

    Na defesa é onde Miller realmente brilha. Com aquela envergadura e mobilidade lateral, consegue marcar desde alas até pivôs menores. É daqueles jogadores que incomodam mesmo sem aparecer na estatística – você sente a presença dele em quadra.

    Agora, vou ser honesto com vocês: o arremesso de três ainda é uma interrogação. Converteu apenas 19% das tentativas de longa distância, o que é preocupante na NBA atual. Mas cara, com 22 anos e aquela pegada de jogo, dá pra desenvolver, né?

    O que me deixa mais animado é que ele tem tudo pra ser aquele sexto homem versátil que resolve problemas. Imaginem ele entrando no segundo time dos Celtics, criando jogadas e protegendo o aro? Seria perfeito para o sistema do Mazzulla.

    E aí, acham que os Celtics vão apostar nessa versatilidade ou vão preferir algo mais “pronto”? Com o histórico deles desenvolvendo jovens talentos, eu apostaria no Miller sem pestanejar.

  • Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Galera, preparem-se para uma notícia que tá mexendo com o basquete universitário americano. Yam Madar, armador israelense de 25 anos que foi escolhido pelos Celtics no draft de 2020, decidiu largar a Europa e partir para a LSU. E olha, não foi por pouco dinheiro não — estamos falando de um contrato de US$ 5 milhões!

    Sinceramente? Eu não esperava essa. O cara tava jogando EuroLeague, foi Rising Star em 2023 pelo Partizan Belgrade, tem currículo pesado na Europa… e resolve ir pra NCAA aos 25 anos. Isso é praticamente inédito, cara.

    A trajetória européia que impressiona

    Madar não é qualquer um. O moleque rodou a Europa inteira: Hapoel Tel Aviv (Israel), Fenerbahçe (Turquia), Bayern de Munique (Alemanha) e Partizan Belgrade (Sérvia). Uma verdadeira excursão pelos principais campeonatos europeus.

    Mas pelo visto, as coisas não andavam bem no Hapoel recentemente. Segundo a imprensa europeia, ele tava insatisfeito com os poucos minutos que vinha recebendo — imaginem só, 10 minutos totais contra o Real Madrid nas quartas de final! Para um cara do nível dele, isso é praticamente uma humilhação.

    Como diabos ele pode jogar na NCAA aos 25?

    Essa é a pergunta que todo mundo tá fazendo, né? Normalmente, jogadores profissionais não podem ir pra universidade americana. Mas Madar conseguiu através de uma brecha nas regras — exemptions por serviço militar obrigatório e participação em seleção nacional. Basicamente, o tempo que ele passou servindo Israel e jogando pela seleção “congela” sua elegibilidade universitária.

    É meio maluco quando você pensa que ele vai enfrentar garotos de 18-19 anos tendo já uma carreira profissional inteira nas costas. Vantagem desleal? Talvez. Mas as regras permitem, então…

    LSU apostando pesado no retorno de Will Wade

    Will Wade voltou pra LSU depois de uma passagem conturbada (e controversa) e tá montando um time interessante. Além do Madar, já trouxe Mouhamed Dioubate (Kentucky), Divine Ugochukwu (Michigan State) e Abdi Bashir Jr. (Kansas State).

    Cinco milhões de dólares por um ano de basquete universitário é absolutamente absurdo. Mostra como o NIL (Name, Image, Likeness) mudou completamente o jogo. Antigamente, os caras iam pra NBA ganhar essa grana — agora dá pra fazer isso na faculdade.

    E aí, vocês acham que vai dar certo? Um cara de 25 anos, acostumado com o profissionalismo europeu, se adaptando ao ambiente universitário americano? Vai ser interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Brown detona Stephen A: ‘Não faz jornalismo, só quer cliques’

    Brown detona Stephen A: ‘Não faz jornalismo, só quer cliques’

    Olha, eu não esperava que essa treta entre Jaylen Brown e Stephen A. Smith fosse escalar tanto assim. O cara simplesmente não engoliu os comentários do analista da ESPN e resolveu partir pra cima sem filtro algum na live da Twitch.

    Pra quem perdeu os capítulos anteriores: depois que o Celtics entregou uma vantagem de 3-1 contra o Philadelphia 76ers na primeira rodada dos playoffs (sim, doeu até escrever isso), Stephen A. sugeriu que Brown deveria sair de Boston. O MVP das Finais de 2024 não curtiu nada e acusou o jornalista de tentar criar confusão entre ele e o time.

    A resposta sem papas na língua

    E aí que o negócio ficou feio. Na live, Brown não poupou palavras: “F*** Stephen A. Minha oferta ainda vale. Você quer que eu fique quieto e pare de fazer stream? Eu quero que você fique quieto e saia dessas redes. Você não usa sua plataforma pra fazer jornalismo real. Você usa pra fazer clickbait.”

    Cara, é raro ver um jogador da NBA indo com tanta sede ao pote assim. Brown claramente tá pistola com a abordagem do Stephen A., que na real sempre foi mais do espetáculo do que análise técnica mesmo.

    Stephen A. não ficou quieto

    Como era de se esperar, o analista rebateu na mesma moeda. Disse que Brown tá fazendo feio reclamando depois de entregar uma vantagem histórica, ainda mais em casa: “Um campeão e MVP das Finais dizendo que sua temporada favorita é a que terminou em casa na PRIMEIRA RODADA.”

    Sinceramente? Os dois têm seus pontos. Brown tem todo direito de se irritar com comentários que podem prejudicar sua imagem, mas Stephen A. também não tá errado sobre a entregada épica contra os Sixers.

    O mais engraçado é que Brown continuou fazendo streams depois de perder o jogo 7. O cara simplesmente não tá nem aí pra opinião alheia e, olha, eu respeito essa atitude. Às vezes é isso mesmo: falar o que pensa e seguir a vida.

    E vocês, acham que Brown foi longe demais ou Stephen A. que mereceu mesmo? Porque essa treta tá longe de acabar, podem ter certeza.