Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

Os Celtics não estão perdendo tempo com o Draft 2026, pessoal. Já agendaram mais três treinos com possíveis escolhas, e tem um nome que me chamou muito a atenção: Baba Miller.

Olha, eu já vi muito ala-pivô prometendo muito e entregando pouco, mas esse cara tem algo diferente. Com 2,09m, Miller não é só mais um grandão – ele tem fundamentos de armador mesmo sendo quase um poste ambulante.

O gigante que joga como armador

A história do Miller é interessante: era armador quando menor, deu o estirão e manteve todos os fundamentos. O resultado? Um cara de 2,09m que distribui 3.7 assistências por jogo e tem uma visão de quadra absurda.

Passou por Florida State, Florida Atlantic e agora estava em Cincinnati, onde fez sua melhor temporada. Os números falam por si: 13 pontos, 10.3 rebotes, 1.2 tocos. Mas o que mais me impressiona é a versatilidade – pode jogar de pivô, ala-pivô, e até mesmo criar jogadas.

E tem um detalhe curioso: assim como Hugo Gonzalez (primeira escolha recente dos Celtics), Miller também veio das categorias de base do Real Madrid. Coincidência? Eu acho que não. Brad Stevens claramente tem um olho clínico para esses europeus com fundamento.

Defesa é o ponto forte (e o arremesso é a interrogação)

Na defesa é onde Miller realmente brilha. Com aquela envergadura e mobilidade lateral, consegue marcar desde alas até pivôs menores. É daqueles jogadores que incomodam mesmo sem aparecer na estatística – você sente a presença dele em quadra.

Agora, vou ser honesto com vocês: o arremesso de três ainda é uma interrogação. Converteu apenas 19% das tentativas de longa distância, o que é preocupante na NBA atual. Mas cara, com 22 anos e aquela pegada de jogo, dá pra desenvolver, né?

O que me deixa mais animado é que ele tem tudo pra ser aquele sexto homem versátil que resolve problemas. Imaginem ele entrando no segundo time dos Celtics, criando jogadas e protegendo o aro? Seria perfeito para o sistema do Mazzulla.

E aí, acham que os Celtics vão apostar nessa versatilidade ou vão preferir algo mais “pronto”? Com o histórico deles desenvolvendo jovens talentos, eu apostaria no Miller sem pestanejar.

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