Tag: Brooklyn Nets

  • Jason Collins nos deixou — um gigante dentro e fora de quadra

    Jason Collins nos deixou — um gigante dentro e fora de quadra

    Cara, que notícia triste pra começar o dia. Jason Collins nos deixou, e eu tô aqui tentando processar isso. O Brooklyn Nets soltou uma nota emocionante sobre a morte do ex-jogador, e sinceramente, bateu forte.

    Collins passou oito temporadas vestindo a camisa dos Nets — tanto em New Jersey quanto em Brooklyn — e cara, que legado ele deixou. Não é todo mundo que pode dizer que ajudou um time a chegar em duas finais consecutivas da Conferência Leste, né? Foi isso que ele fez em 2002 e 2003, sendo peça fundamental daqueles times históricos.

    Mais que um jogador de basquete

    O comunicado dos Nets fala tudo sobre quem era o Jason: “constante no vestiário, altruísta, durão e profundamente respeitado”. Quem conviveu com ele todo dia sabia que não era só um competidor — era uma pessoa genuinamente boa, que unia todo mundo ao redor.

    E olha, tem uma coisa que não dá pra ignorar: a coragem desse cara mudou o jogo pra sempre. Em 2013, ele se assumiu publicamente como gay, e no ano seguinte voltou pros Nets (já em Brooklyn) com um contrato de 10 dias. Quando entrou em quadra contra os Lakers, jogou 11 minutinhos que valeram uma vida inteira — se tornou o primeiro atleta abertamente gay a jogar nas quatro grandes ligas esportivas da América do Norte.

    Uma carreira que marcou época

    Jason foi draftado pelos Nets em 2001 como 18ª escolha geral, e rapidamente virou peça-chave da franquia. Treze temporadas na NBA, a maior parte delas defendendo New Jersey. Saiu em 2008 quando foi trocado pro Memphis, mas o destino fez ele voltar em 2014 pra escrever mais um capítulo histórico.

    Eu lembro daqueles times dos Nets no começo dos anos 2000 — com Jason Kidd armando, Kenyon Martin voando no garrafão, e o Collins segurando a área. Duas finais seguidas não é brincadeira, e ele foi fundamental nessa conquista.

    Vocês acham que a gente dá o devido valor pra jogadores como o Collins? Caras que não eram superestrelas, mas que faziam o trabalho sujo e eram a cola do time? O comunicado dos Nets deixa claro: “Jason sempre será parte da família Nets, e sentiremos muito sua falta.”

    Uma perda gigantesca pro basquete e pra vida. Descanse em paz, guerreiro.

  • Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Cara, eu tô passando mal aqui. O Brooklyn Nets conseguiu a façanha de ter a terceira PIOR campanha da NBA e mesmo assim caiu para a sexta posição no Draft Lottery de 2026. Sexta posição! Com o terceiro pior recorde da liga!

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra nessa NBA, mas isso aí foi de doer o coração. Os Nets tinham 7% de chance de cair para a sétima posição e 26% de ficar na sexta. Adivinha o que aconteceu? Exato.

    O plano que deu errado

    Pra entender a dor, preciso voltar um pouquinho. Em junho de 2024, o Sean Marks fez umas trocas que pareciam geniais na época. Mandou o Mikal Bridges pro Knicks em troca de CINCO escolhas de primeira rodada. Logo depois, trocou quatro picks do Phoenix e swaps com Houston pra recuperar suas próprias escolhas de 2025 e 2026.

    A ideia era simples: fazer tank pesado por duas temporadas e pegar uns caras bons no topo do Draft. Marks até foi eleito o 8º melhor executivo da liga pelos próprios pares. Todo mundo achando que o cara era um gênio.

    Só que tank é uma loteria, né? E o Nets descobriu isso da pior forma possível.

    Dois anos de sofrimento pra nada

    Em 2025, depois de começar 9-10, eles conseguiram a oitava posição – apenas duas à frente do pick do Suns que tinham trocado. Agora pegaram a sexta, perdendo a chance de escolher entre os quatro consensos do topo: AJ Dybantsa, Cameron Boozer, Darryn Peterson e Caleb Wilson.

    E o mais doloroso? O Knicks pode estar vindo de uma final da NBA enquanto isso. A vida não perdoa mesmo.

    Um analista da CBS resumiu bem: “Os Nets trocaram três picks de primeira e um swap pra recuperar controle das suas escolhas de 2025 e 2026 e poder fazer tank. Resultado? Caíram um total de cinco posições nas duas loterias. Absolutamente brutal.”

    Eu concordo 100%. Brutal é pouco.

    E agora, José?

    O Houston ainda tem swap com Brooklyn em 2027, então essa janela de duas temporadas realmente acabou. Tem gente falando que o Nets pode tentar trocar pra subir no Draft agora, mas sinceramente? Todo mundo ama esses quatro caras do topo. Vai ser difícil demais.

    O Washington Wizards, que teve a pior campanha, levou a primeira escolha. Indiana, com o segundo pior recorde, caiu “só” pra quinta posição. Mas Chicago, com o NONO pior recorde, subiu pra quarta. Memphis saltou da sexta pra terceira, trocando de lugar justamente com o Nets.

    Vocês acham que o Nets deveria ter feito tank ainda mais pesado? Ou a sorte simplesmente não estava do lado deles? Porque olhando assim, parece que o universo conspirou contra o Brooklyn mesmo.

    Uma coisa é certa: dois anos sofrendo pra isso é de amargar qualquer torcedor. Pelo menos eles têm mais algumas escolhas pra trabalhar, mas cara… que decepção brutal.

  • Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Cara, chegou o dia. A loteria do Draft da NBA acontece domingo e eu tô aqui mordendo as unhas pensando se finalmente os Nets vão conseguir uma pick alta decente.

    Olha, não vou mentir — não é o dia mais importante da franquia desde que se mudaram pro Brooklyn. Isso seria aquele junho de 2019 quando pegaram Durant, Kyrie e DeAndre Jordan de uma vez só. (Melhor nem falar do que rolou depois…)

    Mas é gigante mesmo assim. Os Nets têm 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, empatados com Wizards e Pacers. Vocês acham que finalmente a sorte vai sorrir pra gente?

    Como funciona essa história toda

    A coisa toda rola em Chicago, no McCormick Place. A ESPN começa a cobertura às 15h (horário de Brasília vai ser 17h). O negócio funciona assim: 14 times na sala, bolinhas de ping pong sendo sorteadas numa sala super segura.

    Vince Carter vai estar lá representando os Nets — e cara, que escolha perfeita. Hall da Fama, jogou quatro anos com o time quando ainda era em New Jersey. Aliás, ele vai ser o único Hall of Famer na mesa, junto com John Wall pelos Wizards.

    Joe Tsai, o dono, vai estar na sala onde a coisa realmente acontece. Vai ser o único dono lá dentro. Até o famoso Mr. Whammy (Bruce Reznick) vai estar presente como convidado.

    As chances dos Nets (e porque eu tô nervoso)

    Então, matematicamente: 14% pra primeira pick, 13,4% pra segunda, 12,7% pra terceira e 12% pra quarta. Somando tudo, são 52,1% de chances de ficar no top 4. Não é ruim, mas também não é garantia de nada.

    O que me deixa meio bolado: os Nets NUNCA ganharam a loteria desde que estão no Brooklyn. A última vez que pegaram a primeira escolha foi em 2000, quando tinham apenas 4,4% de chance e escolheram Kenyon Martin.

    Nos últimos 15 anos, eles tiveram apenas UMA pick de loteria — a oitava do ano passado, que virou o Egor Demin. Antes disso? Derrick Favors em 2010, que foi trocado quatro meses depois no negócio do Deron Williams.

    Sinceramente, depois de tantos anos vendo esse time trocar picks por veteranos que não deram em nada, seria monstro ter uma escolha alta de verdade. Uma chance de pegar um cara que pode mudar a franquia.

    E agora?

    Olha, eu sei que odds são odds e no final das contas são só bolinhas numa máquina. Mas cara, depois de tudo que esse time passou — as trocas malucas, os veteranos caros, os playoffs frustrados — seria absurdo finalmente ter sorte na loteria.

    O que vocês acham? Será que domingo é o dia da virada? Ou vamos ver os Nets caindo pra sexta ou sétima pick de novo, como sempre parece acontecer?

    Uma coisa é certa: vou estar colado na TV domingo, torcendo pra que essas malditas bolinhas finalmente sorriam pros Nets. Afinal, depois de tanto sofrimento, a gente merece pelo menos uma alegria no Draft, não é mesmo?

  • Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Cara, parece que o Steve Hetzel virou a sensação do momento no mercado de técnicos da NBA. O assistente do Brooklyn Nets, que já tava na disputa pela vaga do New Orleans Pelicans, agora tem mais um time correndo atrás dele: o Portland Trail Blazers.

    E olha, não é qualquer interesse não. Segundo o Jake Fischer, que sempre tem as informações quentes, Hetzel tá na mira dos Blazers caso não role com os Pelicans. Pra quem não lembra, ele já trabalhou três temporadas em Portland antes de vir pro Brooklyn — então conhece a casa.

    Dame tem voz ativa na escolha

    A situação fica ainda mais interessante quando você descobre que o próprio Damian Lillard tá dando pitaco na busca pelo novo técnico. E convenhamos, se o Dame quer você como técnico, é porque confia no seu trabalho. Isso tem um peso absurdo na decisão.

    O timing é perfeito pra Hetzel também. Portland parece estar alguns passos à frente do Brooklyn na reconstrução, especialmente depois daquela temporada surpreendente onde conseguiram vaga nos playoffs com 42 vitórias no Oeste competitivo pra caramba.

    Tiago Splitter pode sair

    Por mais que o Tiago Splitter tenha feito um trabalho monstro levando os Blazers aos playoffs — algo que ninguém esperava no começo da temporada —, tudo indica que Portland quer partir pra uma contratação mais definitiva. Splitter, que também passou quatro anos no banco do Brooklyn, foi a chave certa na hora certa, mas parece que foi só uma solução temporária.

    Sinceramente, não dá pra culpar Hetzel se ele escolher Portland. A franquia tem uma estrutura mais sólida no momento, um craque como o Lillard endossando, e aquele clima de time que tá subindo na vida. E vocês, acham que ele vai aceitar a primeira proposta que aparecer ou vai esperar todas as opções?

    Uma coisa é certa: depois de anos como assistente, chegou a hora do cara mostrar do que é capaz como técnico principal. E pelo visto, não vai faltar oportunidade.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Olha, quando eu vi que o Vince Carter ia representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery de domingo, minha primeira reação foi: “Pera aí, ele é lenda do Nets mesmo?” Mas depois que você para pra pensar, faz todo sentido.

    A NBA anunciou os representantes dos 14 times que vão estar no palco em Chicago no domingo, e tem cada nome interessante nessa lista. Carter é um dos três lendários que vão estar lá — junto com Rolando Blackman pelos Mavericks e John Wall pelos Wizards.

    Por que Carter pelos Nets faz sentido

    Muita gente pode achar estranho, mas das oito franquias que o Half Man, Half Amazing defendeu na carreira, o Nets (que na época era New Jersey) foi onde ele passou mais tempo depois do Toronto. Cinco temporadas inteiras, cara. E não foi só passagem — ele meteu 23.6 pontos por jogo lá, praticamente a mesma média que tinha no Raptors (23.4).

    Sinceramente, acho que o pessoal esquece do quanto o Carter foi importante pra franquia. Ele chegou no New Jersey em 2004 e foi uma das estrelas principais do time por um bom tempo.

    As outras lendas e representantes

    Além do Vinsanity, tem outros nomes que despertam nostalgia na lista. O Rolando Blackman pelos Mavs é outro que faz total sentido — 11 das 13 temporadas dele na NBA foram em Dallas. Já o John Wall pelos Wizards… nossa, que saudade de ver esse cara voando pela quadra.

    Uma coisa curiosa é que tem de tudo um pouco representando os times: desde lendas aposentados até jogadores atuais como o T.J. McConnell (Pacers) e Keyonte George (Jazz). Ah, e a Mallory Edens vai representar os Bucks de novo — ela é filha do dono e já fez isso antes, em 2014, quando o Milwaukee pescou o Jabari Parker.

    E aí, vocês acham que ter essas lendas no palco traz sorte pro Draft Lottery? Eu sempre fico na expectativa pra ver se rola alguma surpresa com os times que trazem ex-jogadores. O negócio vai ser domingo, 15h no horário de Brasília, e a gente vai descobrir quem vai ter a primeira pick. Apostam em quem?

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Cara, o Michael Porter Jr. soltou umas verdades no podcast Road Trippin’ que me deixaram pensando. O cara foi bem honesto sobre como foi difícil lidar com a temporada dos Nets — e principalmente sobre como reagiu depois de não ser chamado pro All-Star Game.

    Olha, eu sempre respeitei quando um jogador assume os próprios erros, e o MPJ fez exatamente isso. Ele admitiu que “tirou o pé do acelerador” depois do snub do All-Star em fevereiro. Nas palavras dele: “Eu me arrependo de ter tirado o pé do acelerador depois de não conseguir ir pro All-Star Game, porque realmente não tinha mais nada pelo que a gente estava jogando.”

    A temporada difícil em Brooklyn

    E não é que o cara tem razão? A situação dos Nets era complicada mesmo. Porter Jr. contou que nunca tinha perdido tanto na carreira até chegar no Brooklyn. “A gente estava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá”, desabafou pro Kendrick Perkins.

    Sinceramente, dá pra entender a frustração dele. Imagina sair do Denver (onde tinha chances reais de título) pra uma reconstrução total? É osso mesmo. Mas o que me chamou atenção foi a maturidade dele em reconhecer que relaxou depois do snub. Disse que não estava frequentando tanto a academia, não se preparava direito, e o arremesso de 3 despencou.

    Apostando no futuro dos Nets

    Mas aqui vem a parte interessante: mesmo com toda essa dificuldade, o MPJ tá otimista com o futuro. Ele falou que conversou com o front office e acredita que os Nets vão conseguir um bom pick no Draft (que rola no domingo) e ainda têm muito espaço salarial — ele chegou a dizer que têm “o maior dinheiro da NBA” pra contratar um armador ou ala-armador de qualidade.

    Na real, ele exagerou um pouco aí — os Bulls provavelmente têm mais espaço que Brooklyn. Mas os Nets devem ter uns 50 milhões pra gastar, o que não é pouco não.

    O que mais me impressionou foi a comparação que ele fez com o Thunder. “É tipo Oklahoma City — demorou um tempo pra ficarem bons. Acho que vai ser assim aqui também”, disse ele. E olha, faz sentido. O OKC também passou por uma reconstrução longa antes de virar esse monstro que são hoje.

    E aí, vocês acham que o Porter Jr. tem razão em apostar nesse projeto dos Nets? Ou será que ele tá sendo otimista demais? Uma coisa é certa: assumir os próprios erros já é um primeiro passo importante. Agora é ver se ele volta com tudo na próxima temporada.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Cara, que notícia massa! O lendário Vince Carter foi escolhido para representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery deste domingo em Chicago. E olha, não podia ter escolha melhor.

    Depois de entrar no Hall da Fame em 2024 e ter sua camisa aposentada pelo Nets em janeiro passado, o VC vai mais uma vez ser homenageado pela franquia. Só que dessa vez é sobre o futuro — e que futuro promissor, diga-se de passagem.

    A conexão especial com New Jersey

    Muita gente lembra do Vince pelos anos em Toronto, mas sinceramente? Acho que foi em New Jersey que ele realmente brilhou. Chegou lá em dezembro de 2004 numa trade que o jornalista Peter Vecsey chamou de “a mais desequilibrada em 25 anos”. E que desequilibrada mesmo — os Raptors praticamente deram o cara de presente.

    Os números falam por si só: 23.6 pontos por jogo no Nets contra 23.4 em Toronto. E jogou quase a mesma quantidade de partidas (374 vs 403). Mas o mais importante? Ele recuperou toda aquela magia que parecia ter perdido no Canadá.

    O próprio Mr. Whammy — que aliás vai estar lá em Chicago como convidado do Joe Tsai — descreveu o VC de uma forma que me arrepia: “Ele era a estrela de balé da NBA. Você ficava imaginando as coisas que ele fazia e o que viria a seguir. Ele voava, girava embaixo da cesta. Não acho que já houve um jogador tão gracioso quanto Vince Carter.”

    E agora é sobre o futuro

    O Nets tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral e não pode cair abaixo da sétima posição. Não é uma situação ruim, mas vocês sabem como é esse negócio de lottery — sempre dá aquele frio na barriga.

    Outras equipes também escolheram seus ídolos do passado: Chicago com Tony Kukoc e Washington com John Wall. Mas convenhamos, poucos têm a presença e o carisma do VC.

    O Draft Lottery rola às 16h (horário de Brasília) na ESPN. E aí, acham que o Vince vai trazer sorte pro Nets? Eu tô torcendo — sempre gostei dessa combinação de talento veterano representando o futuro da franquia. É isso que faz a NBA ser especial.

  • Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Olha, eu não esperava essa declaração do Michael Porter Jr., mas o cara tá decidido: quer ficar no Brooklyn mesmo depois de uma temporada bem complicada. E sinceramente? Faz sentido a visão dele.

    Porter admitiu que foi frustrante pra caramba estar em um time perdedor pela primeira vez na carreira. “Nunca perdi consistentemente na minha carreira inteira até chegar ao Brooklyn”, disparou o ala. “A gente tava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá. Então foi definitivamente difícil, mano.”

    A aposta no futuro

    Mas aqui que fica interessante — Porter não tá desistindo. Na verdade, ele tá vendo algo que talvez muita gente não veja. O cara comparou o Nets com o Oklahoma City, lembrando que os Thunder também demoraram pra engatar.

    “Eu vejo o que temos nos garotos jovens. Vejo que temos o maior dinheiro pra gastar. Acho que temos o máximo. Somos o time mais jovem. Meio que como Oklahoma City – eles demoraram um tempo pra ficar bons”, explicou Porter. “Acho que será assim aqui também. Mas eu topo. Quero ficar no Brooklyn.”

    E não é papo furado não. Porter tá entrando no último ano do contrato que assinou originalmente com o Denver antes de ser trocado pro Nets. Ele pode renovar neste verão e claramente quer fazer isso.

    Nets com grana pra gastar

    A situação financeira do Brooklyn é bem interessante. O time deve ter entre 44 e 50 milhões de dólares em espaço salarial nesta off-season. É uma grana considerável pra mexer no elenco.

    O problema é que eles não controlam a própria escolha de primeira rodada em 2027 (obrigado, trade do Kevin Durant). Isso pode empurrar a franquia pra tentar competir por uma vaga nos playoffs já na próxima temporada, em vez de ficar só desenvolvendo jovens.

    Vocês acham que Porter tem razão em apostar no futuro do Nets? Ou será que é só otimismo demais depois de uma temporada bem difícil? Uma coisa eu sei: se o Brooklyn conseguir fazer boas contratações com essa grana toda, as coisas podem mudar rápido na NBA.

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.