Tag: Brooklyn Nets

  • Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Olha, eu não esperava essa declaração do Michael Porter Jr., mas o cara tá decidido: quer ficar no Brooklyn mesmo depois de uma temporada bem complicada. E sinceramente? Faz sentido a visão dele.

    Porter admitiu que foi frustrante pra caramba estar em um time perdedor pela primeira vez na carreira. “Nunca perdi consistentemente na minha carreira inteira até chegar ao Brooklyn”, disparou o ala. “A gente tava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá. Então foi definitivamente difícil, mano.”

    A aposta no futuro

    Mas aqui que fica interessante — Porter não tá desistindo. Na verdade, ele tá vendo algo que talvez muita gente não veja. O cara comparou o Nets com o Oklahoma City, lembrando que os Thunder também demoraram pra engatar.

    “Eu vejo o que temos nos garotos jovens. Vejo que temos o maior dinheiro pra gastar. Acho que temos o máximo. Somos o time mais jovem. Meio que como Oklahoma City – eles demoraram um tempo pra ficar bons”, explicou Porter. “Acho que será assim aqui também. Mas eu topo. Quero ficar no Brooklyn.”

    E não é papo furado não. Porter tá entrando no último ano do contrato que assinou originalmente com o Denver antes de ser trocado pro Nets. Ele pode renovar neste verão e claramente quer fazer isso.

    Nets com grana pra gastar

    A situação financeira do Brooklyn é bem interessante. O time deve ter entre 44 e 50 milhões de dólares em espaço salarial nesta off-season. É uma grana considerável pra mexer no elenco.

    O problema é que eles não controlam a própria escolha de primeira rodada em 2027 (obrigado, trade do Kevin Durant). Isso pode empurrar a franquia pra tentar competir por uma vaga nos playoffs já na próxima temporada, em vez de ficar só desenvolvendo jovens.

    Vocês acham que Porter tem razão em apostar no futuro do Nets? Ou será que é só otimismo demais depois de uma temporada bem difícil? Uma coisa eu sei: se o Brooklyn conseguir fazer boas contratações com essa grana toda, as coisas podem mudar rápido na NBA.

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.

  • Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Olha só, enquanto todo mundo está vidrado no sorteio da loteria do Draft da NBA no domingo, os caras que vão realmente fazer a festa começam suas avaliações oficiais como prospectos da liga nos próximos dias. E tudo vai rolar em Chicago a partir de domingo mesmo.

    O Draft Combine da NBA vai acontecer de 10 a 17 de maio na Wintrust Arena e no Marriott Marquis. Sinceramente? Essa é sempre uma das épocas mais empolgantes do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da liga.

    Os “Sete Magníficos” do Brooklyn

    A NBA convidou 73 jogadores pro evento, mas vou focar nos sete monstros que estão sendo cotados na faixa de pick do Brooklyn – que pode ser desde a primeira escolha até a sétima posição:

    AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer, Caleb Wilson, Darius Acuff Jr., Keaton Wagler e Kingston Flemmings. Cara, que geração absurda essa, não acham?

    Todos esses caras vão estar em Chicago fazendo de tudo: drills, scrimmages, medições corporais, exames médicos e entrevistas. Lembro que ano passado dois jogadores que acabaram no Brooklyn dominaram nas estatísticas físicas – Drake Powell no salto vertical e Grant Nelson na corrida, com o gigante de 2,13m até quebrando o recorde do combine.

    A magia dos “Agent Days”

    Além do combine oficial, no final da semana que vem os agentes vão organizar os famosos “agent days” onde os clientes deles fazem mais drills. Foi num desses eventos ano passado que Egor Demin simplesmente explodiu depois de acertar 16 cestas de três consecutivas em 35 segundos. Absurdo demais!

    E vocês acham que algum desses prospects vai conseguir uma performance parecida esse ano?

    Segundas escolhas também importam

    O Brooklyn também tem duas picks de segunda rodada – a própria (33ª) e a do Los Angeles Clippers (43ª), que veio na troca do Mikal Bridges. Com essas escolhas bem depois da loteria, o leque de opções fica bem mais amplo.

    Pra pick 33, os mocks estão projetando nomes como Luigi Suigo (pivô de 2,18m), Joshua Jefferson do Iowa State, Tounde Yessoufou de Baylor e Tyler Tanner de Vanderbilt. Já pra 43ª posição, aparecem Malachi Moreno de Kentucky, Trevon Brazile do Arkansas e outros caras interessantes.

    Mas né, tudo isso pode mudar completamente depois que soubermos quem pega qual posição no sorteio de domingo. Na minha opinião, essa é uma das classes de Draft mais imprevisíveis dos últimos anos – e isso deixa tudo ainda mais emocionante pra nós que acompanhamos cada detalhe dessa maluquice toda.

  • MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    Cara, o Michael Porter Jr. nunca decepciona quando resolve falar, né? O cara foi parar num podcast aí e soltou umas bombas sobre a troca dele do Denver pro Brooklyn no ano passado.

    Olha só a sinceridade do monstro: quando soube que tava sendo mandado pros Nets, ele ficou PISTOLA. “Minha primeira reação foi ficar doente”, admitiu ele. E o motivo? “Eu sabia que o Brooklyn não era um time bom na época e eu odiava Nova York”.

    Do ódio ao amor em Nova York

    MPJ explicou que sempre detestou NYC por ser muito claustrofóbico. Vindo do Missouri, no meio do nada americano, a diferença era brutal. “Nova York é o oposto de onde eu cresci”, falou ele.

    Mas aí que tá o plot twist — depois que chegou lá e conheceu melhor a cidade, o cara mudou completamente de opinião. “Agora que conheço meu caminho por lá, é incrível! Nova York tá pegando fogo!”, disse empolgado.

    Sinceramente, adoro essa honestidade dele. Quantos jogadores admitiriam que odiaram uma troca no começo?

    Nets tem futuro, segundo MPJ

    Sobre o time, Porter tá bem otimista. Chamou a cultura do Nets de “ótima” e destacou que é uma equipe jovem — ele é só o terceiro mais velho do elenco aos 27 anos. Imaginem isso!

    “Mesmo não tendo ido bem essa temporada, consigo ver o futuro. Somos o time mais jovem da liga e temos muito dinheiro pra gastar”, falou ele sobre as perspectivas do Brooklyn.

    E vocês acham que ele tá certo? Porque olhando friamente, os Nets têm sim potencial pra crescer nos próximos anos.

    Denver se arrependeu?

    Agora vem a parte mais interessante. Quando perguntaram se o Denver teria ganhado o título com ele no elenco (lembrando que eles caíram na primeira rodada), MPJ foi direto: “Sim, eles nunca deveriam ter me trocado”.

    Cara, isso é pesado. O Nuggets trocou ele e um pick desprotegido de 2032 por Cam Johnson e espaço salarial. Bill Simmons até chamou de “uma das piores trocas da década” — e se ele tava falando do lado do Denver, pode ter razão mesmo.

    MPJ tá “vivendo sua melhor vida no Brooklyn”, nas palavras dele. E considerando como as coisas andaram em Denver depois, talvez a troca tenha sido boa pra todo mundo no final das contas. O que vocês acham — foi melhor pra ambos os lados?

  • Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Cara, o Brooklyn Nets acabou de fazer uma jogada que mostra que tá levando esse rebuild a sério mesmo. A franquia renovou o contrato do técnico Jordi Fernández — e de toda a comissão técnica dele — por vários anos. E olha, eu sinceramente acho que foi uma decisão acertada.

    “O Jordi é um líder tremendo”, disse o GM Sean Marks no comunicado oficial. E não é papo furado não. Desde que chegou no Brooklyn em 2024, o espanhol vem mostrando que entende do riscado mesmo sendo um técnico relativamente novo como head coach.

    Um técnico que já provou valor

    Antes de pegar o Nets, Fernández foi assistente técnico do Michael Malone no Denver Nuggets por anos — e quem acompanha sabe que aquele time sempre teve um basquete muito bem jogado. Depois ainda passou pelo Sacramento Kings como assistente antes do Brooklyn apostar nele pra substituir o Jacque Vaughn no meio da temporada 2023-24.

    E cara, que desafio ele herdou, né? O Nets ainda tava se recuperando da implosão daquele super time com Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden. Ben Simmons no meio da confusão também. Era um time completamente perdido.

    Resultados que aparecem no desenvolvimento

    Bom, no quesito vitórias ainda tá complicado — o Nets teve a terceira pior campanha da liga nesta temporada. Mas olha, quando você vê os jovens se desenvolvendo, aí você entende o trabalho que tá sendo feito.

    O Egor Demin, rookie russo, tava voando antes da lesão no pé que acabou com a temporada dele em março. O Nic Claxton virou um dos melhores defensores de garrafão da NBA. E o Michael Porter Jr., que veio do Denver, fez uma das melhores temporadas da carreira.

    Essa temporada horrorosa nas vitórias deu ao Brooklyn 14% de chance de conseguir a primeira escolha do draft. E olha, essa classe de calouros tá recheada de talento lá em cima. Se conseguirem um desses prospetos top, muda tudo.

    Arsenal de escolhas para o futuro

    E aqui que fica interessante: os Nets têm uma penca de picks de primeira rodada nos próximos anos. Escolhas do Knicks em 2027, 2029 e 2031. Uma protegida do Philadelphia em 2028. Swaps com Houston, Dallas e Phoenix em 2029. É muito arsenal pra trabalhar.

    Vocês acham que o Fernández vai conseguir transformar todo esse potencial em um time competitivo de verdade? Na minha opinião, dar continuidade pro trabalho dele foi o caminho certo. Rebuild que funciona precisa de paciência e de alguém que entenda de desenvolvimento de jogador.

    Brooklyn finalmente parece ter encontrado a direção certa depois de anos perdidos naquela loucura de super team. Agora é esperar pra ver se conseguem acertar no draft e se os jovens continuam evoluindo.

  • Nets renovam com Jordi Fernandez mesmo no rebuild – acertaram?

    Nets renovam com Jordi Fernandez mesmo no rebuild – acertaram?

    Olha só que interessante: o Brooklyn Nets acabou de renovar o contrato de Jordi Fernandez e de toda a comissão técnica por mais alguns anos. E isso com o time no fundo do poço, em pleno processo de reconstrução.

    Na minha opinião, foi uma jogada inteligente da franquia. O cara assumiu esse pepino sabendo que ia ser pancada – time desmontado, jovens inexperientes, duas temporadas no mínimo só “catando” derrotas pra pegar draft picks bons.

    O currículo que convenceu

    Fernandez não chegou do nada, né. O espanhol passou anos como assistente do Michael Malone no Denver Nuggets (aquele time que foi campeão em 2023) e depois trabalhou com Mike Brown no Sacramento Kings. Cara aprendeu com técnicos que sabem desenvolver jogador.

    E teve um detalhe que eu achei massa: ele foi técnico da seleção canadense nas Olimpíadas de 2024. Comandar Shai Gilgeous-Alexander, Jamal Murray e essa galera não é pra qualquer um.

    Apostando no longo prazo

    Sinceramente, acho que os Nets estão fazendo a coisa certa. Em vez de ficar trocando técnico todo ano (que nem algumas franquias fazem), eles tão dando estabilidade pro cara trabalhar. O time pode estar perdendo, mas pelo que eu vejo, os jovens estão evoluindo.

    Vocês acham que vale apostar num técnico durante o rebuild? Eu prefiro assim do que contratar um “nome” só pra tentar salvar uma temporada perdida.

    É uma mensagem clara: “Relaxa, Jordi. Nós sabemos que vai ser difícil, mas confiamos no seu trabalho.” No basquete moderno, ter essa paciência é fundamental pra construir algo sólido.

  • Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Cara, o Draft de 2026 tá prometendo ser ABSURDO. E olha só que situação interessante: três times dividindo as melhores chances (14% cada) de fisgarem a primeira escolha – Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets. É quase como se fosse um jogo de cara ou coroa triplo, só que com milhões de dólares em jogo.

    Sinceramente? Não lembro de ver uma loteria tão equilibrada assim no topo. Normalmente tem sempre aquele azarão que disparou na frente por ser muito ruim mesmo, mas dessa vez a coisa tá bem distribuída.

    A profundidade histórica da classe 2026

    Os scouts estão falando que essa turma de 2026 é uma das mais profundas da história recente. Sabe aqueles anos em que você pega um cara na 25ª escolha e ele vira All-Star? Pois é, pode ser um desses anos. E isso deixa a galera ainda mais nervosa porque qualquer posição no top 14 pode render um jogadoraço.

    O Utah Jazz e Sacramento Kings vêm logo atrás com 11,5% de chance cada um. Imagina o Kings finalmente acertando uma escolha alta depois de tanto sofrimento? Os fãs de Sacramento merecem, viu.

    Mas aqui que fica interessante: lembram do que aconteceu com o Dallas no ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance e pescaram a primeira escolha. Então qualquer time entre os 14 pode sonhar alto, inclusive o Charlotte Hornets que fecha a lista com míseros 0,5%.

    As trocas que mudaram tudo

    Uma coisa que me chama atenção é a quantidade de picks trocados. O Atlanta Hawks tem a 7ª escolha (que era do New Orleans), o Oklahoma City Thunder aparece com a 12ª (via Clippers), e por aí vai. É impressionante como alguns GMs pensam anos à frente enquanto outros vivem só o presente.

    O Thunder, aliás, continua colecionando escolhas como se fosse cartinha do álbum da Copa. Eles têm picks na primeira E segunda rodada vindos de outras franquias. Sam Presti é um monstro mesmo.

    E vocês viram que o Chicago Bulls aparece duas vezes na primeira rodada? Têm a 9ª própria e a 15ª que veio do Portland. Pode ser a chance de ouro pra eles reconstruírem depois de anos meio perdidos.

    O que vem por aí

    A loteria acontece no dia 10 de maio, e eu já tô ansioso pra ver a cara dos dirigentes quando as bolinhas saírem. Sempre tem aquela cara de poker tentando disfarçar o desespero, né?

    Uma coisa é certa: com essa profundidade toda da classe 2026, até quem pegar lá na 20ª posição pode sair ganhando. Mas óbvio que todo mundo quer estar entre os primeiros. Afinal, quanto mais cedo você escolhe, maior a chance de pegar aquela peça que vai mudar sua franquia pros próximos 10 anos.

    E aí, quem vocês acham que vai dar sorte na loteria? Eu tenho um palpite de que um azarão vai surpreender, igual aconteceu com Dallas. Esses negócios de porcentagem às vezes não significam nada quando as bolas começam a rolar.

  • Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Olha, eu confesso que não esperava essa notícia tão cedo. O Brooklyn Nets acabou de renovar o contrato do técnico Jordi Fernandez e de toda sua comissão técnica por mais alguns anos. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa.

    Joe Tsai e Sean Marks bateram o martelo essa semana, mostrando que acreditam no trabalho do espanhol mesmo com duas temporadas bem difíceis pela frente. 46 vitórias e 118 derrotas em dois anos não é exatamente o que você chama de sucesso, né? Mas calma aí…

    Por que essa renovação faz sentido

    “Jordi é um líder tremendo que, junto com sua comissão técnica, deixou sua marca nesta franquia desde o momento em que chegou no Brooklyn”, disse Marks. E cara, ele não tá errado não.

    O que o Fernandez conseguiu fazer com esse time jovem é impressionante. Estamos falando de um elenco onde metade dos caras tem menos de 24 anos — o mais jovem da NBA! E ainda por cima, eles quebraram um recorde ao ter cinco jogadores escolhidos na primeira rodada do Draft de 2025.

    Michael Porter Jr., Nic Claxton e Day’Ron Sharpe tiveram suas melhores temporadas na carreira sob o comando do técnico. Isso não é coincidência, pessoal. É trabalho de desenvolvimento que tá dando resultado.

    A estratégia do tanque consciente

    Vou ser honesto com vocês: o Nets tá fazendo o tanque do jeito certo. Não é aquele tanque descarado onde você só perde por perder. É um processo de reconstrução inteligente, focando no desenvolvimento dos jovens.

    Lembram da sequência horrível que eles tiveram? Perderam 15 de 17 jogos depois do dia 27 de dezembro, e depois emendaram mais 16 derrotas em 18 jogos. Parecia um desastre, mas era parte do plano.

    E olha só que interessante: no final de novembro e dezembro, durante 15 jogos, os Nets eram a segunda melhor defesa da liga. Mostraram que quando querem, sabem jogar. É só questão de timing — e de lottery picks.

    O futuro promete

    Agora vem a parte boa. Os Nets têm 40% de chance de pegar uma escolha no top 3 da draft de maio — seria a primeira vez desde 2010! Mais de 30 milhões em cap space, 13 picks de primeira rodada nos próximos sete anos (nove delas podem ser trocadas) e ainda 19 picks de segunda rodada.

    Com esse arsenal todo, Fernandez vai ter material pra trabalhar. E considerando que o cara passou pelo Denver Nuggets como assistente do Michael Malone de 2016 a 2022 (época que culminou com o título), ele sabe o que é construir algo sólido.

    E aí, vocês acham que o Nets tá no caminho certo com essa aposta no Fernandez? Eu sinceramente acho que sim. Às vezes é melhor ter paciência e fazer as coisas direito do que ficar trocando técnico a cada temporada ruim.

  • Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Michael Porter Jr. tá falando sério sobre querer ficar no Brooklyn. O cara literalmente disse que quer fazer dos Nets sua casa pelos próximos anos — e olha, considerando o momento de reconstrução da franquia, isso é bem interessante.

    “Se dependesse de mim, eu adoraria assinar uma extensão com essa franquia”, disparou Porter Jr. em entrevista. “Sinto que nos encaixamos bem. Temos ótimas vibrações, ótima energia no vestiário, e fazer parte de algo que está construindo de forma positiva seria incrível.”

    Acredita no projeto dos Nets

    O que mais me chamou atenção foi a confiança dele no projeto. Porter Jr. não tá só falando da boca pra fora — ele genuinamente acredita que Brooklyn pode decolar. “Vimos vislumbres disso nesta temporada”, disse ele, se referindo aos momentos bons que o time teve mesmo numa temporada de tantas mudanças.

    E sinceramente? Faz sentido. Os Nets têm uma base interessante e uma direção que parece saber o que tá fazendo. Porter Jr. ainda tem 25 anos e pode ser uma peça importante nessa reconstrução.

    “O front office tem a capacidade de fazer algumas jogadas e nos deixar ainda melhores”, completou o jogador. “Se o objetivo é vencer, que todos sabemos que é, então eu adoraria fazer daqui minha casa.”

    Autocrítica depois do All-Star

    Mas o cara também foi honesto sobre suas próprias limitações. Porter Jr. admitiu que não terminou a temporada no mesmo nível que começou — e a razão é meio que… humana demais.

    “Depois do intervalo do All-Star, quando percebi que não fui selecionado, tive uma pequena queda no foco, na preparação”, confessou. “Isso não pode acontecer independentemente do que está rolando com o time.”

    Cara, essa sinceridade é refrescante. Quantas vezes a gente não vê jogador assumindo que deixou a peteca cair por causa de frustração pessoal? Porter Jr. tá sendo real sobre isso.

    A questão agora é: será que Brooklyn vai apostar nele? O jogador entra no último ano de contrato e claramente quer ficar. Do lado dos Nets, ter um cara de 25 anos que já mostrou que pode render (lembrem dos números que ele fazia no Denver) e que quer fazer parte da reconstrução pode ser gold.

    Vocês acham que os Nets vão estender o contrato dele? Ou vão deixar rolar até o fim da temporada pra ver como as coisas se desenrolam?

  • De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    Mano, eu tô impressionado com a história do Chaney Johnson. Cara que saiu da Division II direto pro Brooklyn Nets — isso é coisa de filme, sério.

    Pra quem não conhece, Johnson é um ala de 23 anos que tá fazendo história nos Nets com um contrato two-way. E quando eu digo fazendo história, é porque o cara literalmente veio do nada. Zero ofertas de Division I saindo do ensino médio no Alabama. ZERO. Imagina a frustração?

    Mas olha só a mentalidade do monstro: em vez de desanimar, ele foi pra Alabama/Huntsville (Division II) e simplesmente resolveu dominar tudo. Foi eleito Jogador do Ano da Gulf South Conference em 2023. Aí sim as grandes escolas começaram a prestar atenção.

    Auburn e o salto da carreira

    A virada mesmo veio quando ele transferiu pro Auburn. E cara, que timing perfeito — chegou bem na hora de ajudar os Tigers na campanha histórica até a Final Four de 2025. Saindo do banco, fez 8.3 pontos e 6.5 rebotes por jogo no March Madness. Nada espetacular no papel, mas quem assistiu sabe que ele foi fundamental.

    O mais impressionante é como ele chegou lá. O técnico Bruce Pearl não deixou o cara nem sair do prédio depois da visita. “Você vai ficar aqui”, basicamente. E o Johnson? “Beleza, vamo que vamo.”

    O que me chama atenção é essa sede dele. Em entrevista exclusiva, ele falou: “Eu estava sempre pensando na próxima coisa. Preciso sair do ensino médio? OK, vou pra D2. Preciso sair da D2? OK, vou continuar trabalhando pra chegar no Auburn.” É essa mentalidade que separa os caras especiais dos comuns.

    Do Draft ignorado ao Brooklyn

    Aí vem a parte mais louca: passou despercebido no Draft de 2024. Completamente ignorado. Assinou um Exhibit 10 com o Cleveland, não conseguiu vaga no roster principal, foi pro G League… e aí que a história fica interessante.

    No Cleveland Charge (afiliada do Cavs no G League), o cara simplesmente virou líder do vestiário em questão de semanas. O técnico Eli Kell-Abrams disse que “ninguém jogava mais duro que o Chaney”. Em 16 jogos lá, chamou tanta atenção que os Nets resolveram apostar nele em dezembro.

    E no domingo passado? Double-double de 16 pontos e 13 rebotes. Monstro. Eu fico pensando: quantos caras com talento “superior” já desistiram pelo caminho enquanto esse cara aqui tá realizando o sonho na NBA?

    O Johnson sempre credita tudo ao “meu Senhor e Salvador Jesus Cristo” — e olha, independente da sua religião, você tem que respeitar a humildade e a força mental do cara. Saiu de uma cidadezinha no Alabama, passou por todos os níveis possíveis do basquete americano, e agora tá dividindo quadra com Kevin Durant.

    Vocês acham que ele consegue firmar uma vaga definitiva no Brooklyn? Eu tô torcendo muito pra esse cara, sinceramente. História dessas a gente torce mesmo sendo de outro time.