Tag: Brooklyn Nets

  • AJ Green quebra recorde histórico dos Bucks com 11 bolas de 3

    AJ Green quebra recorde histórico dos Bucks com 11 bolas de 3

    Gente, vocês viram o que o AJ Green aprontou ontem à noite? O cara simplesmente decidiu que ia reescrever a história dos Milwaukee Bucks — e olha que estamos falando de uma franquia que já teve Ray Allen e Damian Lillard, hein!

    Green acertou ONZE bolas de três na vitória por 125 a 108 sobre o Brooklyn Nets. Onze! Isso mesmo que vocês leram. Ele quebrou o recorde de arremessos de 3 pontos em um único jogo da franquia, que era de 10 e pertencia justamente ao Ray Allen e ao Dame Lillard.

    E não foi só questão de volume — o garoto teve 35 pontos na noite (recorde pessoal também) e acertou 11 de 16 tentativas do perímetro. Eficiência absurda. Com esses 11 arremessos, Green chegou aos 227 bolas de três na temporada e agora está a apenas duas do recorde histórico da franquia, que pertence ao próprio Ray Allen (229 em 2001-02).

    Bucks mostram que têm futuro, mesmo sem Giannis

    O que mais me chamou atenção foi ver outros caras brilhando também. Cormac Ryan fez 28 pontos (recorde pessoal) na primeira vez que começou como titular. Taurean Prince contribuiu com 18 pontos e 10 rebounds. Como time, Milwaukee acertou 24 de 48 tentativas de três — uma chuva mesmo.

    Isso tudo acontecendo justamente no último jogo em casa dos Bucks numa temporada histórica pelas razões erradas. É a primeira campanha perdedora da franquia em dez anos, quebrando uma sequência de nove aparições consecutivas nos playoffs.

    A situação do Giannis continua nebulosa

    E por falar em situações complicadas… Giannis Antetokounmpo ficou de fora pelo 14º jogo consecutivo. Oficialmente por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea, mas o próprio Greek Freak já disse que se sente bem e quer jogar. A NBA está investigando toda essa situação — e sinceramente, não tá cheirando bem.

    O futuro do duas vezes MVP continua indefinido. Em outubro, ele pode assinar uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões. Se não assinar, vira agente livre após a próxima temporada. Ou seja: os Bucks podem tentar trocá-lo antes disso. Que situação, né?

    Do lado do Brooklyn, Tyson Etienne teve sua melhor noite na carreira com 23 pontos — pelo menos alguém dos Nets aproveitou o jogo. E.J. Liddell foi expulso no último quarto depois de dar uma cotovelada na cara de Jericho Sims. Temperatura subiu ali no final.

    E aí, pessoal — acham que esse Green pode mesmo quebrar o recorde do Ray Allen ainda nesta temporada? Duas bolas de três em dois jogos… tá na mão!

  • AJ Green quebra recorde dos Bucks com 11 bolas de 3 – que show!

    AJ Green quebra recorde dos Bucks com 11 bolas de 3 – que show!

    Gente, que noite absurda foi essa do AJ Green! O cara simplesmente decidiu fazer história em Milwaukee, cravando 11 bolas de três pontos e quebrando o recorde de arremessos de longa distância em uma única partida pelos Bucks. E ainda por cima fez 35 pontos — recorde pessoal dele.

    Onze de dezesseis tentativas do perímetro. ONZE! Pra vocês terem ideia do que isso significa: ele quebrou o recorde que era dividido entre Ray Allen e Damian Lillard, que tinham 10 cada. Cara, quando você supera dois monstros desses no quesito arremesso de três, é porque realmente mandou bem demais.

    Uma chuva de três pontos histórica

    O mais louco é que o Green não estava sozinho na festa do arremesso. Cormac Ryan, que estava fazendo sua primeira partida como titular, também resolveu aparecer e fez 28 pontos — outro recorde pessoal. O time todo pegou fogo do perímetro: 24 de 48 tentativas convertidas. É muita bola de três, pessoal!

    Taurean Prince também contribuiu com um double-double (18 pontos e 10 rebotes), acertando 6 das 11 tentativas de três. Sinceramente, foi uma daquelas noites em que tudo que os Bucks arremessavam entrava.

    O contexto por trás da festa

    Agora, vamos ao que realmente importa aqui. Essa vitória por 125 a 108 sobre o Brooklyn Nets aconteceu no último jogo da temporada em casa para os Bucks, e cara… que temporada complicada foi essa para Milwaukee.

    Pela primeira vez em uma década, os Bucks vão ter uma temporada com mais derrotas que vitórias. Dez anos! E o pior: isso quebra uma sequência de nove classificações consecutivas para os playoffs. É de cortar o coração de qualquer torcedor dos Bucks.

    E claro que não posso deixar de falar do elefante na sala: Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak perdeu o 14º jogo consecutivo por causa de uma lesão no joelho esquerdo. Mas aqui que a coisa fica estranha — o próprio Giannis já disse que está saudável e quer jogar. A NBA está até investigando a situação.

    Vocês acham que os Bucks estão protegendo o Giannis ou realmente preservando ele para algo maior? Porque com aquela extensão de contrato de $275 milhões esperando em outubro, qualquer movimento errado pode mudar completamente o futuro da franquia.

    Do lado do Brooklyn, Tyler Etienne teve uma noite legal com 23 pontos (também recorde pessoal dele), mas não deu para competir com a chuva de três dos Bucks. E ainda rolou uma expulsão do E.J. Liddell no último quarto por dar uma cotovelada no Jericho Sims — dessas que você não pode fazer mesmo.

    Agora é aguardar para ver se o Green consegue quebrar também o recorde de três pontos em uma temporada da franquia. Faltam só 2 para igualar as 229 bolas de três que Ray Allen fez em 2001-02. Apostam que ele consegue?

  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Cara, que surra foi essa que o Indiana Pacers aplicou no Brooklyn Nets ontem à noite! 123 a 94. Vinte e nove pontos de diferença. Os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e acabaram com a sequência de duas vitórias consecutivas do Brooklyn.

    Olha, eu não esperava isso dos Pacers não, principalmente com o time tendo só 19 vitórias em 80 jogos na temporada. Mas às vezes é assim mesmo na NBA — quando você menos espera, um time resolve aparecer e fazer bonito.

    Obi Toppin comandou a festa

    O grande nome da noite foi Obi Toppin, que meteu 26 pontos e pegou 9 rebotes. O cara tá jogando demais ultimamente, e ontem foi só mais uma amostra do potencial dele. Sinceramente acho que ele ainda vai dar muito trabalho na liga.

    Mas não foi só ele não. Micah Potter fez um double-double com 18 pontos e 14 rebotes — que performance! E olha só isso: sete jogadores do Indiana pontuaram em dois dígitos. Sete! Ethan Thompson (15), Jarace Walker (14), Jay Huff (14), Jalen Slawson (12) e Quenton Jackson (12) também contribuíram pra goleada.

    Sem técnico, mas com resultado

    O mais curioso é que o Rick Carlisle nem estava no banco. O cara faltou porque foi na formatura de primavera da filha dele — prioridades certas, né? Lloyd Pierce assumiu o comando e, cara, funcionou perfeitamente.

    Do lado do Nets, E.J. Liddell até tentou com 26 pontos e 10 rebotes, mas não teve jeito. Ben Saraf ajudou com 19 pontos e Tyson Etienne botou 14, mas o time como um todo não funcionou. Arremessaram apenas 37% dos chutes — isso não ganha jogo na NBA.

    A coisa ficou feia desde o primeiro quarto. Os Pacers abriram 31 a 14 logo de cara, foram pro intervalo ganhando por 26 (63-37) e entraram no último período com vantagem de 26 pontos. Foi um massacre do começo ao fim.

    E aí, vocês acham que os Pacers conseguem manter esse nível? Porque olha, com 19 vitórias em 80 jogos, qualquer coisa que vier é lucro. Mas performances como essa mostram que talento não falta no elenco de Indiana.

  • Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Olha, eu não sei vocês, mas estou completamente viciado nessas projeções de Draft. E o nome que mais me chama atenção agora é o de Darryn Peterson, do Kansas.

    O garoto de 19 anos está sendo cotado para ir na terceira posição geral para o Brooklyn Nets no Draft de 2026. E cara, faz todo sentido.

    Os números não mentem

    Peterson fechou a temporada com médias absurdas: 19,8 pontos por jogo, 4,4 rebotes e 44,2% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressiona? Os 38,4% nas bolas de três. Para um cara que tinha uma usage rate altíssima no Kansas, manter essa eficiência é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu acho que ele ainda é o jogador mais talentoso dessa classe toda de Draft. Sim, ele não é mais aquela aposta certeira para número 1 que era antes – teve umas inconsistências e uns problemas com lesão que assustaram os scouts. Mas talento puro? Poucos têm o que ele tem.

    Brooklyn precisa urgente de pontos

    E vamos combinar uma coisa: o Nets tem o pior ataque da NBA nesta temporada. É de dar dó. Eles PRECISAM de alguém que saiba colocar a bola na cesta, e Peterson resolve isso na primeira jogada.

    O que mais me anima nele é a capacidade de criar seu próprio arremesso. Quantos caras de 19 anos conseguem fazer isso com a eficiência que ele faz? É raro demais encontrar um prospecto que consegue pontuar tanto mantendo percentuais decentes.

    Vocês acham que o Brooklyn vai mesmo apostar nele na terceira posição? Na minha opinião, seria um acerto e tanto. O franchise precisa de uma mudança de rumo, e Peterson pode ser exatamente isso.

    Agora é esperar junho chegar para ver se essa projeção se confirma. Mas uma coisa eu garanto: quem pegar Peterson vai estar levando um jogador especial para casa.

  • Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Olha, eu sei que você tá pensando: “um jogo entre Nets e Wizards em abril, sério?”. Mas cara, esse 121-115 de domingo foi bem mais emocionante do que deveria ser. E o melhor? Foi uma verdadeira guerra pela primeira pick do Draft!

    Nolan Traore simplesmente decidiu que ia ser protagonista. Cinco bolas de três convertidas, 23 pontos no placar e ainda distribuiu 7 assistências. O cara tá jogando como se fosse estrela — e quem sabe não é mesmo? Jalen Wilson também apareceu com 19 pontos numa partida que os Nets precisavam muito vencer.

    A matemática cruel da tankagem

    Vamos falar do elefante na sala: os Wizards (17-61) ainda lideram essa “corrida” pelo pior recorde, com duas vitórias a mais que os Nets (19-59). Indiana aparece ali no meio com 18-58, mas o foco mesmo tá nesses dois times que se enfrentaram ontem.

    Washington perdeu seis seguidas e absurdos 22 dos últimos 23 jogos. Sabe o que é mais impressionante? Eles haviam tomado 305 pontos COMBINADOS nos dois jogos anteriores — 153 pro Philadelphia e 152 pro Miami. Mano, isso é desespero defensivo ou genialidade da tankagem?

    Will Riley continua voando

    Pelo lado dos Wizards, Will Riley segue impressionando. Depois dos 31 pontos contra o Heat no sábado, o cara cravou 30 ontem. Jamir Watkins ajudou com 20, e Julian Reese fez um double-double nervoso: 17 pontos e 16 rebotes.

    O final foi tenso pra caramba. Com 3min50 restando, Watkins acertou uma bomba de três que colocou Washington na frente por quatro. Aí os Nets responderam com um 8-0 devastador, culminando numa bandeja do Traore que virou o jogo: 109-105.

    Leaky Black ainda tentou diminuir com um arremesso do perímetro, mas Wilson e Traore acertaram duas bolas de três consecutivas que definiram tudo. Trevon Scott selou com uma bandeja: 117-108 faltando 42 segundos.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem “alcançar” os Wizards na reta final? Sinceramente, por mais estranho que pareça, essa pode ser uma das corridas mais importantes da temporada — só que pelo motivo errado!

  • Wizards quase estraga o tanque contra o Nets, mas perde do jeito certo

    Wizards quase estraga o tanque contra o Nets, mas perde do jeito certo

    Cara, que jogo bizarro foi esse entre Wizards e Nets. Quando vi as escalações, já sabia que ia ser uma dessas partidas que só quem gosta MUITO de basquete aguenta até o final. Dois times claramente fazendo de tudo pra perder, mas mesmo assim rolou uma partida até que divertida.

    A situação tava tão surreal que Washington tinha apenas OITO jogadores disponíveis. Oito! E mesmo assim quase conseguiu estragar todo o plano de tanque quando virou uma desvantagem de 17 pontos no primeiro período e chegou a liderar no último quarto.

    Sorte que o Brooklyn “acordou” nos minutos finais com uma sequência de 20-10 e entregou a derrota pros Wizards. Ufa! Tank mission accomplished.

    Will Riley brilhando no vazio

    O garoto Will Riley foi o destaque do Washington com 30 pontos. Olha, não vou mentir — foi legal ver ele atacando uma defesa que tava focada em pará-lo. Cometeu quatro turnovers, mas tá aprendendo. Teve até uns arremessos malucos, incluindo um que bateu no topo do backboard enquanto recebia falta e caindo fora da quadra, e uma bola de três que entrou no capricho. Conta tudo mesmo!

    JuJu Reese mais uma vez dominou no rebote contra um time sem pivô de verdade — 16 rebotes em 44 minutos de quadra. O cara é uma máquina no garrafão quando não tem resistência séria pela frente.

    Tanque honesto dos dois lados

    Sinceramente, foi engraçado ver como os dois técnicos estavam claramente priorizando desenvolvimento ao invés de vitórias. Brian Keefe mal colocou Sharife Cooper e Jaden Hardy pra jogar, mesmo com o elenco super reduzido.

    Do lado do Brooklyn, Nolan Traore mostrou que é rapidinho e parece estar evoluindo no arremesso. Chaney Johnson também deu uns flashes interessantes. Mas vamos ser honestos — não dá pra tirar muitas conclusões de uma partida dessas com tão pouco talento NBA real em quadra.

    E vocês, acham que esses jogos de tanque descarado são ruins pro espetáculo ou é interessante ver os jovens ganhando minutos? Eu tenho que admitir que me diverti assistindo, mesmo sabendo que nenhum dos dois queria ganhar de verdade. Restam só quatro jogos na temporada — a reta final do tanque tá chegando!

  • Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Cara, que noite do Nolan Traoré! O garoto simplesmente resolveu destruir os Wizards ontem, marcando 23 pontos e distribuindo 7 assistências na vitória do Brooklyn Nets por 121-115. E o melhor de tudo? Acertou cinco bolas de três. CINCO!

    Sinceramente, eu não esperava muito dessa partida. Os dois times estão brigando pra ver quem termina pior na temporada — os Wizards com 17-61 e os Nets com 19-59. É aquela briga pelo tanking mesmo, sabe? Mas o Traoré não tava nem aí pra isso e decidiu jogar bola de verdade.

    Show de horrores dos Wizards continua

    Os Wizards tão numa situação absurda. Perderam seis jogos seguidos e 22 dos últimos 23. Vinte e dois de vinte e três, gente! Nos últimos dois jogos, levaram uma surra histórica: perderam por 153-131 pro Philadelphia e 152-136 pro Miami. Somando os dois jogos, tomaram 305 pontos. Trezentos e cinco!

    Will Riley até tentou ajudar com 30 pontos (depois de fazer 31 no jogo anterior), Jamir Watkins fez 20 e Julian Reese cravou um double-double com 17 pontos e 16 rebotes. Mas não adiantou nada.

    Nets acordaram na reta final

    O jogo tava equilibrado mesmo. Os Wizards chegaram a abrir quatro pontos de vantagem faltando 3min50s, com uma bola de três do Watkins. Aí que o Brooklyn mostrou que ainda tem um pouco de orgulho.

    Partiram pra cima com tudo: 8-0 de parcial que culminou numa bandeja do Traoré que colocou eles na frente por 109-105. A partir daí, foi só administrar. Jalen Wilson (19 pontos) e o próprio Traoré acertaram bolas de três consecutivas que praticamente definiram a parada.

    Pra vocês terem uma ideia do desespero dos dois times, o Brooklyn havia vencido apenas uma vez nos últimos 14 jogos. Uma em catorze! Mas ontem foi noite de quebrar o jejum.

    E aí, quem vocês acham que vai terminar com as melhores chances no draft? Os Wizards ainda lideram essa “corrida” com dois jogos a menos de vitórias, mas o Indiana Pacers tá ali na cola com 18-58. Vai ser uma reta final emocionante… pro tanking!

  • Nets apostam em Malachi Smith com contrato de 2 anos

    Nets apostam em Malachi Smith com contrato de 2 anos

    Os Brooklyn Nets acabaram de fazer uma aposta interessante no mercado — assinaram com Malachi Smith por duas temporadas. E olha, depois de ver o cara jogar nos dois contratos de 10 dias, dá pra entender o porquê.

    Smith fez uma média de 7.3 pontos e 2.1 rebotes nesses jogos como “teste”. Números modestos? Pode até parecer, mas quem acompanha basquete sabe que mostrar serviço em contratos curtos é complicado pra caramba. O cara chegou, se adaptou e produziu.

    Uma aposta no futuro

    Sinceramente, acho que o Brooklyn está fazendo a coisa certa aqui. Smith tem 22 anos e aquela fome de quem ainda tem muito a provar na liga. É exatamente o tipo de jogador que pode surpreender — e os Nets precisam de surpresas positivas depois de todas as turbulências dos últimos anos.

    O interessante é que ele conseguiu mostrar versatilidade mesmo com minutos limitados. Não é fácil entrar numa rotação já estabelecida e fazer diferença, mas o garoto deu conta do recado.

    Cenário complicado em Brooklyn

    Por outro lado, os Nets anunciaram que perderam Michael Porter Jr. e Danny Wolf pelo resto da temporada. Lesões sempre complicam qualquer planejamento, mas isso pode abrir ainda mais espaço para Smith mostrar do que é capaz.

    E aí, vocês acham que foi uma boa aposta dos Nets? Na minha visão, contratos de duas temporadas para jovens talentosos sempre valem a pena — especialmente quando o cara já provou que consegue contribuir mesmo em situações adversas. Às vezes é desses “desconhecidos” que saem as melhores surpresas da NBA.

  • Nets desabam contra os Hawks e levam surra de 141-107

    Nets desabam contra os Hawks e levam surra de 141-107

    Olha, eu já vi muito jogo ruim do Brooklyn Nets essa temporada, mas o que rolou contra o Atlanta Hawks ontem foi de outro nível. Uma surra histórica de 141-107 que doeu até de assistir.

    Os Hawks tiveram três temporadas em uma só — começaram como azarão no Leste, depois se perderam completamente, trocaram o Trae Young e agora estão voando. Já os Nets? Cara, foi uma campanha cinza do começo ao fim. Stagnada, entorpecente, sem alma mesmo.

    A derrocada começou cedo

    Brooklyn começou com Nolan Traoré, Drake Powell, Terance Mann, Noah Clowney e Nic Claxton. Menos de um minuto de jogo e o técnico Jordi Fernández já estava pedindo tempo — 58 segundos apenas! Claxton e Traoré se enrolaram numa defesa básica no pick-and-roll e deixaram o CJ McCollum livre no canto.

    O que veio depois foi massacrante: 25-8 para os Hawks logo de cara. Os Nets erraram cinco vezes nas primeiras 14 posses. Cinco! “Execução muito ruim da nossa parte”, admitiu Fernández depois. E olha que essa foi a quarta vez que eles enfrentaram Atlanta nesta temporada.

    Na minha opinião, quando você não consegue executar o básico contra um time que já conhece bem, é sinal de que a temporada realmente acabou na cabeça dos jogadores.

    A centelha de esperança durou pouco

    Quem salvou a honra foi Malachi Smith, garoto chamado da Long Island. Em cinco minutinhos entre o primeiro e segundo período, o moleque acertou 4 de 4 arremessos, sendo 3 de 3 do perímetro. Chegou a deixar o Nets a apenas quatro pontos de diferença.

    “Os técnicos falam para encontrar as janelas, porque eles são muito agressivos tentando roubar a bola”, explicou Smith. O garoto tem sede de oportunidade — você vê que ele joga cada minuto como se fosse o último. “Não vou desperdiçar nenhum minuto”, disse ele. Sinceramente, esse é o tipo de atitude que faltou pro resto do elenco a temporada toda.

    Mas a alegria durou pouco. Atlanta disparou novamente e foi para o intervalo vencendo por 71-55, com incríveis 55.8% nos arremessos de quadra e 52.6% nas bolas de três. Os Hawks fizeram 20 pontos em transição só no primeiro tempo — isso é absurdo.

    Quando tudo desandou de vez

    O terceiro período até começou melhor para o Brooklyn. Clowney e Claxton acordaram um pouco na defesa, forçaram algumas perdas de bola e chegaram a marcar os primeiros oito pontos do período. Por um momento, pensei: “será que vai ter virada?”. Mas não. Foi só ilusão mesmo.

    O que mais me incomoda é ver um time que claramente já entregou os pontos. Os Nets estão só cumprindo tabela nessa reta final, e isso fica evidente em jogos como esse. Não é questão de talento — é questão de mentalidade.

    Vocês acham que essa desmoralização vai afetar as decisões da franquia na offseason? Porque sinceramente, depois de uma temporada dessas, é difícil ver luz no fim do túnel para Brooklyn.