Tag: Brooklyn Nets

  • Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Cara, o que aconteceu no Barclays Center na sexta à noite foi quase desumano. Os Hawks simplesmente destruíram os Nets por 141-107, e CJ McCollum foi o grande nome dessa surra.

    McCollum terminou com 25 pontos e 7 assistências, acertando 8 de 12 arremessos e mandando 4 de 7 bolas de três. O cara tá numa fase absurda — e olha que ele já tem 32 anos! É aquela coisa: jogador experiente que sabe exatamente quando apertar o acelerador.

    Hawks voando rumo aos playoffs

    E não foi só o CJ não, viu? Nickeil Alexander-Walker meteu 21 pontos, Jalen Johnson fez um double-double com 18 pontos e 11 rebotes, e Onyeka Okongwu contribuiu com 15. Quando o time todo tá conectado assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Os Hawks agora estão com 45-33 e ocupam a quinta posição no Leste. Ficaram apenas 1 jogo e meio na frente do sexto colocado Philadelphia e do sétimo Toronto. Sinceramente? Esse time de Atlanta tá me surpreendendo — 18 vitórias em 20 jogos não é brincadeira.

    Nets já pensando na próxima temporada

    Do lado do Brooklyn, a temporada já era há muito tempo. Nic Claxton liderou com apenas 16 pontos e Malachi Smith fez 15. Com o placar de 18-59, os Nets estão claramente focados no futuro — e no draft que vem por aí.

    A partida foi definida logo cedo: Hawks abriram 10-0 e chegaram no final do primeiro quarto ganhando por 35-17. No intervalo já estava 71-55, com McCollum fazendo 16 pontos na primeira metade e acertando 3 de 3 do perímetro. Quando ele tá inspirado assim, pode esquecer.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Com CJ McCollum jogando nesse nível, eles podem incomodar qualquer um na primeira rodada.

  • Hawks massacram Nets por 34 pontos e já são 18 vitórias em 20 jogos

    Hawks massacram Nets por 34 pontos e já são 18 vitórias em 20 jogos

    Gente, que paulada foi essa que os Hawks deram no Brooklyn ontem! 141 a 107, uma surra histórica que deixa claro que esse time de Atlanta tá jogando num nível completamente diferente.

    CJ McCollum foi o cara da noite: 25 pontos e 7 assistências, mandando bala de todos os cantos da quadra. O maluco acertou 8 de 12 arremessos, sendo 4 de 7 do perímetro. Quando o McCollum tá inspirado assim, não tem defesa que segure.

    O show começou cedo

    Os Hawks simplesmente não deram chance pro Brooklyn respirar. Abriram 10 a 0 no placar e já no primeiro quarto estavam ganhando de 35 a 17. Imagina a cara dos torcedores do Nets vendo isso no Barclays Center…

    No intervalo já era 71 a 55, com McCollum fazendo 16 pontos sem desperdiçar quase nada (4 de 5 dos arremessos) e acertando TODOS os três que tentou. Jalen Johnson também contribuiu com 13 pontos no primeiro tempo.

    Elenco inteiro contribuindo

    E não foi só o McCollum não. Nickeil Alexander-Walker meteu 21 pontos, Jalen Johnson fez um double-double com 18 pontos e 11 rebotes, e Onyeka Okongwu ajudou com 15. Esse é o basquete que eu gosto de ver — todo mundo envolvido, bola girando, enterradas e arremessos de três chovendo.

    Do lado do Brooklyn, só deu pra ver Nic Claxton tentando fazer alguma coisa com seus 16 pontos e Malachi Smith com 15. Mas com o time em 18 vitórias e 59 derrotas na temporada, já era de se esperar uma atuação assim mesmo.

    Sinceramente? Esses Hawks de 45-33 estão me impressionando. Quarta vitória consecutiva e agora são 18 triunfos nos últimos 20 jogos. Monstro isso! Eles estão na quinta colocação do Leste, 1 jogo e meio na frente do Philadelphia e só 3 jogos e meio atrás do Cleveland — que, aliás, vai enfrentar Atlanta na próxima semana numa série que pode definir muita coisa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo alucinante até os playoffs?

  • Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Olha, o Brooklyn Nets acabou de fazer aquele movimento clássico de fim de temporada: promoveu Tre Scott do Long Island Nets (o time da G-League) com um contrato de 10 dias por necessidade médica. E sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara vinha fazendo a diferença lá embaixo

    Scott não estava brincando na G-League não. Em 47 jogos pelo Long Island, o moleque de 2,03m vinha fazendo 12 pontos, quase 5 rebotes e 2 assistências por jogo. Números sólidos para um cara que estava esperando a oportunidade aparecer.

    O mais interessante é que ele já conhece a casa — participou do training camp do Nets no começo da temporada. Então não vai chegar completamente perdido, sabe como funciona o esquema do técnico e já tem alguma química com o elenco.

    Lesão abre a porta

    A promoção dele veio porque Danny Wolf deve ficar fora pelo resto da temporada com uma entorse no tornozelo. Cara, que azar do Wolf — a temporada toda lutando por minutagem e agora isso.

    Para Scott, que não foi draftado em 2020 depois de sair de Cincinnati, é aquela chance de ouro. Ala de 2,03m tem sempre espaço na NBA, ainda mais um que consegue jogar múltiplas posições como ele.

    Será que cola?

    Vamos ser honestos: contrato de 10 dias é basicamente um teste. O Nets vai avaliar se ele consegue contribuir nos últimos jogos da temporada. Se rolar química e ele mostrar que pode ajudar, quem sabe não vira algo mais permanente para a próxima temporada?

    Eu acho que o cara tem tudo para aproveitar. Já estava acostumado com o ritmo profissional na G-League, conhece o sistema do time, e ala versátil sempre encontra minutagem. Vocês acham que ele consegue se firmar? Ou vai ser só mais um desses contratos de emergência que a gente esquece na semana seguinte?

  • Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Olha, eu sabia que o Brooklyn tava numa situação difícil nessa temporada, mas o que rolou ontem à noite no Barclays Center foi de dar dó. Os Nets levaram uma surra histórica dos Hornets por 117-86, e sinceramente? Foi ainda pior do que o placar sugere.

    Brandon Miller foi simplesmente imparável. 25 pontos, sendo que no primeiro quarto o cara acertou TODOS os cinco arremessos que tentou — incluindo três bolas de três. É desse tipo de performance que a gente lembra quando fala de jovens talentos explodindo na NBA. O garoto tem apenas 21 anos e já tá mostrando que pode carregar um time nas costas.

    Charlotte voltou a sorrir

    Depois de duas derrotas seguidas em casa (Sixers e Celtics), os Hornets precisavam dessa goleada pra recuperar a moral. E que recuperação! LaMelo Ball distribuiu nove assistências numa noite em que o time teve 28 assistências no total — um basquete bonito de se ver, daqueles que flui que nem água.

    Miles Bridges contribuiu com 19 pontos, e Moussa Diabaté dominou o garrafão com um double-double (10 pontos e 12 rebotes). O mais impressionante? Charlotte acertou 54,5% dos arremessos no primeiro quarto e nunca tirou o pé do acelerador.

    Nets seguem na fossa

    Cara, o que tá acontecendo no Brooklyn é de partir o coração. 18 vitórias em 76 jogos? Onze derrotas nas últimas doze partidas? Josh Minott, que ninguém conhecia há seis meses, foi o cestinha do time com 14 pontos — isso diz tudo sobre onde os Nets chegaram.

    É aquela situação clássica de reconstrução total, mas ainda assim dói ver um time que há poucos anos sonhava com o título apanhando dessa forma. A defesa permitiu apenas 86 pontos — empatou a melhor marca defensiva da temporada dos Hornets, que já tinham feito isso contra Toronto em dezembro.

    E aí, vocês acham que Charlotte consegue brigar por uma vaga nos playoffs? Com 40-36, eles tão empatados com Miami na nona posição do Leste, apenas meio jogo atrás do Orlando. Não é impossível, né?

  • Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Olha só que duelo interessante temos hoje: Charlotte Hornets visitam o Brooklyn Nets no Barclays Center, e sinceramente, essa partida tem tudo pra ser mais disputada do que o esperado.

    Os Hornets (39-36) estão brigando pra caramba por uma vaga nos playoffs — quarta posição na divisão não é nada mal, mas a Conferência Leste tá pegando fogo. Do outro lado, o Nets (18-57) tá tendo uma temporada pra esquecer, mas conseguiu quebrar uma sequência de derrotas recentemente. E detalhe: a série entre os times tá empatada 1-1. Ou seja, vale tudo hoje.

    O show de LaMelo Ball contra a juventude do Brooklyn

    Cara, ver o LaMelo Ball jogando é sempre um espetáculo. O cara tá fazendo uma temporada monstro: 19.7 pontos e 7.0 assistências por jogo. Junto com Brandon Miller (20.3 pontos), eles formam uma dupla que pode explodir a qualquer momento. Miller virou um cestinha mesmo, evoluiu demais.

    Do lado do Nets, a situação é complicada sem o Michael Porter Jr., mas o Ziaire Williams tá aproveitando a oportunidade. Nas últimas cinco partidas, o cara tá fazendo mais de 17 pontos por jogo. Nada mal pra quem tá assumindo responsabilidade maior. E olha que interessante: os garotos Nolan Traore e Ben Saraf vão ter que mostrar serviço contra uma defesa experiente.

    O fator garrafão pode decidir

    Moussa Diabate vai ser fundamental pros Hornets no rebote. O Brooklyn tem sofrido demais na consistência do garrafão, e isso pode ser decisivo. Grant Nelson vai ter que fazer hora extra na proteção do aro, porque o ataque de Charlotte é bem agressivo.

    Na minha opinião, os Hornets levam essa. Eles têm muito mais a perder — playoff spot não é brincadeira. O Nets até pode incomodar jogando em casa, mas a diferença de elenco é grande demais.

    Vocês acham que o Brooklyn consegue surpreender? Eu não duvido de nada nessa NBA maluca.

    Onde assistir e apostas

    O jogo começa às 20h30 (horário de Brasília) e vai passar nos canais locais. Pras apostas, Charlotte é favorito por 8.5 pontos — parece razoável considerando o momento dos times.

    Minha previsão: Hornets 112 x 101 Nets. LaMelo e Miller fazem a diferença no segundo tempo.

  • Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Olha, quando você vê Brooklyn Nets (17-57) recebendo Sacramento Kings (19-56) no domingo, você já sabe que não vai ser exatamente um clássico da NBA. Mas ei, às vezes esses jogos entre times que já estão pensando no Draft são os mais imprevisíveis — e divertidos de assistir, na minha opinião.

    Os Nets estão numa situação complicada em casa. Quatro derrotas consecutivas jogando no Barclays Center, cara. E quando você é o pior time da Conferência Leste em rebotes (39.7 por jogo), fica difícil mesmo. Michael Porter Jr., que tá liderando esse departamento com 7.1 rebotes por partida, nem vai jogar — lesionado.

    Sacramento também não tá pra brincadeira

    Do lado dos Kings, a situação é igualmente dramática. 6-31 fora de casa! Sinceramente, eu não sei como um time consegue ser tão ruim longe da sua torcida. Eles até que controlam bem a bola (13.6 turnovers por jogo), mas quando você tem esse retrospecto na estrada, qualquer vantagem vira ilusão.

    A única coisa positiva é que o último encontro entre esses dois foi até emocionante. Os Kings ganharam por 126-122 no dia 22 de março, com Malik Monk metendo 32 pontos. Agora me diz: quem esperava o Monk carregando um time nas costas em 2026?

    Os números não mentem (e assustam)

    Vamos aos fatos que doem: o Brooklyn perdeu TODOS os últimos 10 jogos. Todas mesmo. Zero vitórias. Tá fazendo apenas 99.9 pontos por partida nesse período — isso é tipo coisa de time universitário fraco, meu amigo.

    Sacramento pelo menos ganhou 4 dos últimos 10, mas olha só a defesa deles: tomando 121.7 pontos por jogo. É muita bola na cesta, mesmo pra padrões da NBA atual.

    E a lista de lesionados? Monstro, é praticamente um hospital. Nos Nets: Porter Jr., Day’Ron Sharpe (temporada acabou), Egor Demin (idem). Nos Kings então… Sabonis, Westbrook, Zach LaVine, De’Andre Hunter — todos fora da temporada. Parece time de fantasia depois que você esquece de fazer as trocas por dois meses.

    Nic Claxton (57.1% nos arremessos, 11.8 pontos) vai tentar segurar as pontas pelo Brooklyn, enquanto DeMar DeRozan (18.5 pontos, 4.1 assistências) ainda tenta mostrar que tem lenha pra queimar pelos Kings.

    A linha de apostas coloca os Nets como favoritos por apenas 1 ponto. Um ponto! Entre dois times com quase 60 derrotas cada um. É o tipo de jogo que pode terminar 95-93 ou 130-125 — ninguém sabe, e talvez seja exatamente isso que torna interessante. Vocês vão assistir a essa ‘obra de arte’ do basquete?

  • AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    Gente, vocês viram o que esse cara fez no March Madness? AJ Dybantsa simplesmente meteu 35 pontos e 10 rebotes no único jogo de BYU no torneio. TRINTA E CINCO. E olha que nem foi surpresa — o maluco já tinha feito 40 contra Kansas State no torneio da Big 12.

    Na minha opinião, esse garoto pode muito bem ser a segunda escolha geral no Draft de 2026. O Brooklyn Nets está ali na rabeira da liga com o pior ataque da NBA, e sinceramente? Dybantsa seria a injeção de ânimo perfeita.

    Os números não mentem

    Cara, os stats desse jovem são de outro mundo. 25.3 pontos por jogo na temporada, acertando mais de 51% dos arremessos de quadra. E o mais impressionante: ele liderou TODO o basquete universitário americano em pontos sem assistência — foram 680! Isso significa que o garoto cria as próprias jogadas, não depende de ninguém pra fazer cesta.

    Nos últimos 17 jogos da temporada, a média subiu pra 28.8 pontos. Monstro mesmo.

    Brooklyn precisa urgente de pontuação

    Olha, eu acompanho os Nets faz tempo e posso garantir: eles estão desesperados por alguém que consiga botar a bola na cesta. O time tem o pior ataque da liga, e Dybantsa seria exatamente o tipo de jogador que pode mudar isso do dia pra noite.

    O que mais me impressiona no garoto é a versatilidade — 6.7 rebotes e 3.8 assistências por jogo mostram que ele não é só um pontuador. É um jogador completo que pode fazer diferença em várias facetas do jogo. E acertando 34% das bolas de três? Perfeito pro basquete moderno.

    Claro que muito pode mudar até junho, mas se eu fosse apostar hoje, diria que Brooklyn vai de Dybantsa mesmo. E vocês, acham que ele aguenta a pressão de ser uma escolha tão alta logo de cara?

  • Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Olha, não vou mentir: quando vi que os Lakers (47-26) vão enfrentar os Nets (17-55) em casa hoje, minha primeira reação foi “essa é moleza”. E vocês sabem por quê? Brooklyn está literalmente no fundo do poço, perdeu os últimos nove jogos seguidos.

    Os Lakers acabaram de voltar de uma road trip absurda — ganharam cinco de seis jogos, bateram o Houston duas vezes (que estava colado neles na classificação) e só perderam por um ponto pro Detroit. Sinceramente, foi uma das melhores viagens da temporada considerando o momento.

    Nets em modo tanque total

    Aqui que a coisa fica interessante (ou triste, dependendo do ponto de vista). Os Nets simplesmente tiraram o Michael Porter Jr. de linha — que era praticamente o único cara que ainda jogava bola lá. É tanking na veia mesmo, pessoal.

    Brooklyn é o segundo pior time da liga inteira. Só perde para os Pacers, que os Lakers acabaram de enfrentar e ganharam. Então assim, não tem muito mistério nesse jogo, né?

    A única coisa que me preocupa é justamente essa: jogo “fácil” pode virar cilada se o time relaxar. Mas considerando que os Lakers estão brigando pela terceira posição no Oeste, acredito que vão entrar focados.

    Luka pode aparecer (ou não)

    A grande dúvida fica no Luka Dončić, que está como questionável por causa de uma dor no posterior da coxa esquerda. Cara, seria massa ver ele jogando, mas honestamente? Nem precisa forçar contra um time desse nível.

    Da última vez que se enfrentaram, os Lakers dominaram completamente — foi um daqueles jogos raros onde nenhum dos principais jogou mais de 30 minutos. Basicamente um treino.

    Os Nets vão tentar alguma coisa com Ziaire Williams, Nic Claxton e Jalen Wilson comandando o ataque, mas convenhamos… não é exatamente um Big Three de assustar, né não?

    Minha visão do jogo

    Sinceramente, se os Lakers perderem esse jogo, vai ser mais por relaxamento do que por mérito do adversário. Brooklyn não tem poder de fogo, não tem defesa, não tem motivação (estão no tanque mesmo).

    O que os Lakers precisam fazer? Simples: jogar o básico, aproveitar que estão em casa no Crypto.com Arena e construir mais uma sequência de vitórias. Ainda mais que vão ter dois dias de descanso depois desse jogo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter o foco contra um adversário tão fraco assim? Eu apostaria que sim, mas já vi cada zebra nessa liga…

  • Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Cara, a situação do Brooklyn Nets tá absurda — e no bom sentido para quem quer draft pick alto. Com apenas nove jogos restantes na temporada, o time literalmente PRECISA perder para garantir as melhores chances no Draft Lottery de maio.

    E olha, eles tão bem posicionados: segundo pior recorde da liga, apenas um jogo atrás do Indiana Pacers que lidera essa “corrida para o fundo”. Mas aqui vem o problema…

    O calendário mais fácil da NBA

    Segundo os especialistas, os Nets têm o calendário mais tranquilo até o final da temporada. Seis dos nove jogos são em casa, e muitos são contra times que também tão brigando lá embaixo. Uma vitória nessa reta final pode mudar completamente a ordem do lottery — e ninguém quer isso em Brooklyn.

    Dos nove confrontos restantes, quatro são contra times que provavelmente vão pros playoffs: Lakers, Hawks, Raptors e Hornets. Esses são os jogos “seguros” para perder, se é que posso falar assim.

    Mas os outros cinco? Aí é que tá o perigo. Dois jogos contra o Milwaukee Bucks (com ou sem o Giannis), além de confrontos diretos com os concorrentes na briga pelo pior recorde: Pacers, Wizards e Jazz.

    Time desmontado de propósito

    Sinceramente, os Nets tão fazendo tudo certinho para garantir o tanking. Já colocaram vários jogadores no “shut down”: Egor Demin (fascite plantar), Day’Ron Sharpe (mão) e praticamente o Michael Porter Jr. também (ele só vai ser reavaliado nos últimos jogos).

    Noah Clowney e Danny Wolf também tão no departamento médico, e até o Grant Nelson que tava num contrato de 10 dias teve que parar por conta do joelho. O time literalmente chamou jogadores da G League só pra completar o elenco.

    Nine straight losses, meu amigo. Nove derrotas seguidas. E pode apostar que eles querem mais algumas.

    A semana final vai ser loucura

    A última semana da temporada promete. Cinco jogos em oito dias, sendo três em casa contra concorrentes diretos: Wizards, Bucks (duas vezes) e Pacers. Isso sem contar Toronto fora de casa.

    Cada resultado pode mudar completamente a ordem do lottery. E vocês sabem como funciona essa parada toda: os três piores times têm 14% de chance cada um pela primeira pick, mas o pior colocado tem quase 50% de chance de pegar apenas a quinta posição.

    Aliás, vale lembrar que desde 2019, quando mudaram as regras, o time com o pior recorde nunca ganhou a primeira pick no lottery. Meio frustrante, não é?

    Mas olha, o Sean Marks não tá bobo não. Com a quantidade insana de picks que o Nets acumulou, eles podem até tentar subir no draft se ficarem decepcionados com a posição. É o famoso “strike opportunistically” — guardar munição pra hora certa.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem manter essa sequência de derrotas até o final? Ou algum desses jovens vai acabar ganhando um jogo e estragando os planos?

  • Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Mano, que noite foi essa do Gui Santos! O brasileiro simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele — 31 pontos, recorde pessoal — e levou os Warriors pra vitória por 109-106 sobre o Brooklyn Nets. E olha que não foi fácil não, o jogo foi decidido nos detalhes.

    Com 6,9 segundos no relógio, Draymond Green foi pra linha dos lances livres com sangue frio total. Converteu os dois e garantiu a vitória que colocou Golden State matematicamente no play-in. Cara, eu até arrepiei aqui assistindo. O veterano sabe como é que faz nos momentos decisivos.

    Gui Santos no modo destruição

    Sinceramente, eu não esperava que o Gui fosse explodir desse jeito. 31 pontos! O menino tava pegando fogo, atacando o garrafão, acertando de fora — um verdadeiro show. E não foi só ele não: Brandin Podziemski mandou 22 pontos com 6 rebotes e 5 assistências, jogando pra cacete.

    O mais louco é que os Warriors tavam sem o Curry ainda, mas encontraram um jeito de vencer. Porzingis ajudou com 17 pontos e De’Anthony Melton fechou a conta com 14, incluindo dois lances livres importantes no final. Time lutador esse, viu.

    Nets no buraco — nove derrotas seguidas

    Do outro lado, cara… os Nets tão vivendo um pesadelo. Nove derrotas consecutivas! Ziaire Williams até tentou carregar o time com 19 pontos, Jalen Wilson saindo do banco fez 15, mas não rolou.

    O mais frustrante pros caras do Brooklyn é que eles dominaram boa parte do jogo, chegaram no intervalo ganhando por 58-50. Mas aí no último quarto… puft. Simplesmente murcharam. Erraram tudo que é tipo de arremesso — 8 de 20 nos minutos finais, sendo só 2 de 9 do perímetro. Dá pra ganhar jogo assim não, né?

    E vocês acham que os Nets conseguem quebrar esse jejum logo? Porque olha, tá difícil… O próximo é contra os Lakers em Los Angeles na sexta. Vai ser tenso.

    Uma curiosidade massa: esse foi o 600º jogo consecutivo com casa lotada pros Warriors no Chase Center. É a sexta maior sequência da história da NBA! A torcida de Golden State não brinca em serviço mesmo. E deu sorte porque presenciaram o Gui Santos fazendo história.