Tag: Cade Cunningham

  • NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    Cara, essa história do Cade Cunningham tá me deixando revoltado. O cara faz a temporada da vida dele, leva o Pistons pro topo do Leste, e agora pode ficar de fora de todas as premiações por causa de uma regra ridícula.

    O problema? Cade jogou 61 partidas esta temporada, mas um pneumotórax (pulmão colapsado — que situação bizarra) pode impedir ele de chegar nos 65 jogos obrigatórios para concorrer ao MVP e fazer o All-NBA Team. E olha só que ironia cruel: ele também fica de fora da exceção de 62 jogos para lesões que encerram a temporada.

    A revolta da NBPA faz todo sentido

    A associação dos jogadores não poupou palavras na crítica: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para prêmios de fim de temporada depois de uma campanha que define carreira é uma clara acusação contra a regra dos 65 jogos”.

    E tem mais — eles chamaram a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. Sinceramente? Concordo 100%. Como você pode ignorar uma temporada de 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo só porque o cara se machucou?

    Jeff Schwartz, agente do Cade, foi direto ao ponto: “Cade entregou uma temporada de primeiro time do All-NBA. Se ele ficar pouco abaixo de um limite arbitrário devido a uma lesão legítima, isso não deveria desqualificá-lo do reconhecimento que claramente conquistou”.

    Pistons dominando sem reconhecimento?

    Olha a situação absurda: Detroit tem o melhor recorde do Leste com 52-19. Cinco jogos na frente do Boston, oito à frente do Cleveland na divisão. E o cara que comandou essa reviravolta histórica pode não ganhar nada?

    Lembro quando o Pistons era piada na liga há poucos anos. Agora o Cade, escolha número 1 do draft de 2021, transformou completamente a franquia. Nos últimos dois anos foram duas seleções pro All-Star, sétimo lugar na votação de MVP na temporada passada…

    E aí, vocês acham justo um jogador perder todas as premiações por uma lesão? Na minha visão, a NBA precisa urgentemente rever essa regra dos 65 jogos.

    O que vem por aí

    O técnico J.B. Bickerstaff resumiu bem: “É difícil para o Cade passar pelo que está passando agora. O quão importante ele é para o time, o quão importante estar com seu time é para ele, não torna isso fácil”.

    A reavaliação do Cade acontece em duas semanas, mas as chances de ele voltar a tempo de chegar nos 65 jogos parecem bem remotas. Uma pena gigantesca — talvez a melhor temporada da carreira dele resulte em zero reconhecimento oficial.

    Essa regra precisa mudar. Ponto final.

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    Olha, eu não consigo entender como a NBA ainda insiste nessa regra dos 65 jogos. Cade Cunningham tava voando na temporada — terceiro lugar nas pesquisas de MVP, praticamente garantido no First Team All-NBA — e aí se machuca mergulhando numa bola dividida. Pulmão colapsado, gente. O cara literalmente se machuca dando a vida pelo time e pode perder todas as premiações por causa de uma regra burocrática.

    A NBPA não engoliu essa e soltou uma nota pesadíssima hoje. Basicamente falaram que a regra dos 65 jogos tem que ser abolida ou pelo menos reformada pra criar exceções quando o jogador se machuca de verdade. E olha, concordo 100%.

    Quando a regra vira injustiça

    Cunningham precisa jogar mais cinco partidas pra se qualificar pros prêmios. Cinco jogos entre ele possivelmente ficar de fora pro resto da temporada regular por conta da lesão. É absurdo, cara.

    O agente dele, Jeff Schwartz, não poupou críticas: disse que Cade fez uma temporada de First Team All-NBA e que cair fora por uma “cota arbitrária” é ridículo. E tem razão — o cara tá carregando Detroit nas costas, os Pistons provavelmente vão ser cabeça de chave número 1 no Leste.

    Mas não é só com Cade que isso acontece. Há algumas semanas a gente tava com o coração na mão vendo se Jokic e Wembanyama iam conseguir voltar a tempo de bater os 65 jogos. Anthony Edwards ainda tá fora com lesão no joelho e precisa jogar sete dos próximos dez jogos do Minnesota.

    Load management virou problema maior

    Sinceramente? Eu entendo o que a NBA quis fazer com essa regra. Load management tava virando bagunça, estrelas faltando jogo por qualquer coisa. A liga usou os prêmios como “chantagem” — sem All-NBA, sem Super Max pro jogador.

    Mas aí que tá: os jornalistas que votam já levavam em conta quantos jogos o cara jogou! Se Cunningham não voltasse essa temporada, talvez ele saísse do First Team mas ainda mereceria um Second ou Third Team pelo impacto que teve. Agora essa discrição foi tirada das mãos de quem vota.

    E o pior: os jogadores reclamam que tão se arriscando a voltar cedo demais de lesão só pra bater a cota. Isso não deveria acontecer nunca.

    E aí, vocês acham que a NBA vai mudar essa regra? Porque na minha opinião, casos como o do Cade mostram que ela precisa de pelo menos uma reforma urgente. Ver um cara que fez uma temporada histórica ficar de fora dos prêmios por causa de uma lesão legítima é de partir o coração.

  • NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    Olha, a situação do Cade Cunningham virou uma bomba na NBA e agora a associação dos jogadores tá batendo o pé pra mudar essa regra dos 65 jogos. E não é pra menos, né?

    O cara do Detroit tá fazendo uma temporada ABSURDA — provavelmente a melhor da carreira dele — mas pode ficar de fora de todas as premiações individuais por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo: pulmão colapsado. Uma lesão completamente fora do controle dele.

    A regra que tá pegando todo mundo

    Cunningham jogou 61 partidas até agora e precisa chegar nos 65 pra ser elegível pras premiações principais (MVP, All-NBA, essas paradas). Com a lesão que ele teve, vai ser praticamente impossível bater essa marca. E aí que a NBPA entrou com tudo.

    “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham após uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”, disse o sindicato. Cara, quando eles falam assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    E o Cunningham não tá sozinho nessa, viu? O LeBron James — 21 anos consecutivos no All-NBA — vai ter a sequência quebrada. O Giannis perdeu muitos jogos, o Curry também. Até o Jokic e o Wemby, que são candidatos ao MVP, tão na corda bamba.

    Por que essa regra existe?

    Olha, a regra foi criada com boa intenção. Era pra acabar com esse negócio de “load management” — jogadores descansando jogos importantes só por estratégia. Mas tá pegando quem realmente se machucou, e isso não faz sentido nenhum.

    O Donovan Mitchell resumiu bem: “Não é como se os caras tivessem descansando e perdendo esses jogos. São lesões legítimas”.

    Na minha visão, a NBPA tá certíssima. Tem que ter algum tipo de exceção pra lesões significativas. Imagina você fazendo a temporada da sua vida e ficar de fora das premiações por causa de uma lesão que nem você provocou?

    E aí, vocês acham que a NBA vai ceder e mudar a regra? Ou vão manter essa rigidez toda mesmo com casos como o do Cunningham?

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    Olha só que situação bizarra: o Cade Cunningham fez uma temporada monstro pelo Detroit Pistons, foi pro All-Star Game, tá jogando o fino da bola… e pode perder a elegibilidade pro MVP por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo que você leu.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) finalmente bateu o pé e disse que chega dessa regra maluca dos 65 jogos mínimos pra concorrer aos prêmios de fim de temporada. E sinceramente? Era hora.

    A situação do Cade é absurda

    Cunningham jogou apenas 61 partidas até agora por causa dessa lesão séria – um pulmão colapsado não é brincadeira, gente. O garoto de 24 anos precisa aparecer em mais 4 jogos das 11 partidas que restam pro Pistons pra poder concorrer ao MVP e fazer parte do All-NBA. Uma corrida contra o tempo que não deveria existir.

    A porta-voz da NBPA não poupou críticas: chamou a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. E olha, eu concordo 100%. Quando você vê um cara tendo a temporada da vida sendo prejudicado por uma lesão séria, a regra deixa de fazer sentido.

    Não é só o Cade sofrendo

    A lista de estrelas que tão na mesma situação é de dar dó. Shai Gilgeous-Alexander (o atual MVP), Luka Doncic e Nikola Jokic – todos com 60 jogos ou menos. O Victor Wembanyama precisa jogar 8 dos últimos 10 jogos do Spurs pra continuar elegível pro Defensor do Ano.

    Cara, quando você vê nomes desse calibre sendo prejudicados, fica claro que tem algo errado com a regra. Esses caras são literalmente os melhores jogadores da liga!

    E o pior de tudo? A regra tá criando um incentivo perigoso. Jogadores machucados se sentem pressionados a voltar antes da hora só pra não perder a chance de concorrer aos prêmios. Isso é receita pro desastre.

    A regra que virou pesadelo

    Ironicamente, foi a própria NBPA que aceitou essa regra no acordo coletivo de 2023. Agora eles tão pedindo pra derrubar ou pelo menos criar exceções pra lesões significativas. O acordo vai até 2029-30, então vai ser uma briga longa.

    Na minha opinião, faz todo sentido ter uma regra pra evitar que jogadores “descansem” demais durante a temporada regular. Mas quando a lesão é real e séria? Aí complica. Vocês acham que deveria ter exceção pra casos médicos comprovados?

    Uma coisa é certa: ver o Cade perdendo a chance de concorrer ao MVP depois da temporada que ele fez é de partir o coração. Esperamos que a liga encontre uma solução que proteja tanto a integridade da competição quanto os jogadores machucados.

  • Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    A regra dos 65 jogos tá causando o maior climão na NBA, galera. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu em defesa do Cade Cunningham, de Detroit, que pode ficar de fora das premiações individuais por causa dessa regra meio maluca. E olha, eles têm razão — a situação tá ficando absurda.

    O garoto do Pistons jogou apenas 61 partidas nesta temporada e agora tá se recuperando de um pulmão colapsado. Imagina só — o cara tem uma lesão séria dessas e ainda pode perder as chances de ser All-NBA por causa de um número arbitrário. Sinceramente, isso não faz o menor sentido.

    A situação tá feia pra galera

    E não é só o Cade que tá nessa furada. LeBron James — pasmem — vai ter sua sequência histórica de 21 anos consecutivos no All-NBA Team quebrada por causa dessa regra. Vinte e um anos, cara! Giannis Antetokounmpo e Stephen Curry também estão fora da briga.

    O mais doido é que até candidatos ao MVP como Nikola Jokic e Victor Wembanyama estão na corda bamba. Imagina se o Wemby, que tá fazendo uma temporada monstruosa, fica de fora das premiações por alguns jogos a menos? Seria um crime contra o basquete.

    Pelo menos Shai Gilgeous-Alexander e Luka Doncic ainda podem dar uma faltinha aqui e ali sem perder a elegibilidade. Mas convenhamos, a situação tá complicada.

    “É pelos motivos certos, mas é difícil”

    O Donovan Mitchell resumiu bem a parada: “É pelos motivos certos, mas é difícil”. E ele tem razão — a regra existe para evitar que os caras simplesmente descansem games importantes, mas não dá pra punir quem se machuca de verdade.

    A questão é que lesões fazem parte do jogo. Pulmão colapsado não é “load management” — é coisa séria. E quando você vê um cara que tá tendo a melhor temporada da carreira podendo ficar de fora das premiações por causa disso, fica claro que algo precisa mudar.

    O sindicato até mencionou que existe uma brecha na regra: jogadores com 62 games que sofreram lesão que encerra a temporada podem ser elegíveis. Mas isso não se aplica ao caso do Cade, porque tecnicamente ele ainda pode voltar.

    E aí, vocês acham que essa regra precisa mesmo de uma reformulada? Na minha opinião, criar exceções para lesões legítimas faria todo sentido. Afinal, ninguém quer ver talentos genuínos sendo penalizados por coisas que estão completamente fora do controle deles.

  • NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    Olha, eu sempre achei essa regra dos 65 jogos uma bobagem — mas depois do que aconteceu com o Cade Cunningham, ficou impossível defender essa parada. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu ontem pedindo pra abolir ou reformar essa regra depois que o astro do Detroit Pistons teve um pulmão colapsado numa partida contra o Washington Wizards.

    Sinceramente? Era óbvio que isso ia dar merda uma hora dessas.

    O Cade estava fazendo uma temporada monstro — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de All-NBA fácil, igual ele conseguiu na temporada passada. Só que agora, por causa de uma lesão bizarra (quem espera um pulmão colapsado numa partida de basquete?), o cara provavelmente não vai conseguir completar os 65 jogos necessários pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A revolta do sindicato faz todo sentido

    O comunicado da NBPA foi direto no ponto: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para os prêmios pós-temporada depois de uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”. E não é pra menos — o moleque jogou 61 partidas antes da lesão.

    Quatro jogos. Quatro míseros jogos separando um cara que merecia estar no All-NBA do esquecimento total nos prêmios individuais. Isso é de uma injustiça gritante que até dói de ver.

    E não para por aí — Stephen Curry, LeBron James, Joel Embiid e Jimmy Butler também já estão fora da corrida pelos prêmios este ano. Imagina quantos talentos vão ser ignorados por causa dessa regra maluca?

    Hora de repensar essa parada

    Mano, eu entendo a intenção original da NBA com essa regra — eles queriam forçar os astros a jogar mais, dar mais valor pro torcedor que paga ingresso. Mas na prática? Só tá penalizando jogador por se machucar.

    Uma coisa é um cara decidir descansar 20 jogos porque não tá nem aí. Outra completamente diferente é ter o pulmão colapsando no meio de uma partida (que situação mais bizarra, por sinal).

    Na minha visão, tem que ter exceção pra lesão grave comprovada. Não dá pra tratar tudo igual — load management e lesão séria são coisas totalmente diferentes. Vocês acham que a liga vai ceder e mudar essa regra? Ou vão manter essa teimosia mesmo vendo a injustiça que tá rolando?

    O caso do Cade é só mais um exemplo de como essa regra precisa ser repensada urgentemente. Espero que a pressão do sindicato faça a NBA acordar pra vida.

  • LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso hoje, mas os Detroit Pistons acabaram com a sequência de nove vitórias seguidas dos Lakers. E olha que não foi moleza — 113 a 110 em Detroit, num jogo que teve de tudo.

    O mais impressionante? Os Pistons estão voando mesmo sem o Cade Cunningham, que tá fora por tempo indeterminado com um pulmão colapsado (situação bem complicada mesmo). Oito vitórias em dez jogos sem o cara que muita gente considera candidato ao MVP. Absurdo.

    LeBron reconhece a real

    E foi o próprio LeBron quem botou os pingos nos “is”: “Eles são super físicos, super rápidos, jogam bem, executam bem e são bem treinados. Nenhuma diferença. A única diferença óbvia é que você tem um jogador de calibre MVP fora”.

    Sinceramente? Achei que o King ia minimizar a situação, mas não. Ele foi direto: quando você tem um time bem estruturado, os caras se reinventam. E é exatamente isso que tá rolando em Detroit.

    O LeBron mesmo teve uma noite estranha — zerou no primeiro tempo e terminou “apenas” com um double-double: 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências. Pro padrão dele, foi quase um jogo off.

    Daniss Jenkins virou estrela de uma noite

    Mas o cara que realmente brilhou foi o Daniss Jenkins. Mano, 30 pontos (recorde pessoal na carreira!), acertando 11 de 18 arremessos e 4 de 5 de três. Oito assistências ainda por cima.

    É isso que o LeBron tava falando — quando um cara sai, outro aparece. Jenkins tá aproveitando a oportunidade e fazendo o trabalho sujo que o Cade faria.

    Os Lakers ainda tentaram a virada. Austin Reaves fez uma cesta importante faltando 30 segundos e colocou LA na frente por 110 a 109. Mas aí o Jenkins apareceu de novo com uma bandeja e dois lances livres que definiram a parada.

    E vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo até Cade voltar? Porque com 52 vitórias e 19 derrotas, eles já garantiram vaga nos playoffs e tão mostrando que não são mais aquele time piada de alguns anos atrás.

    Marcus Sasser, Caris LeVert, Kevin Huerter, Javonte Green… tem peça de qualidade no banco. E com esse sistema que eles montaram, qualquer um pode explodir num jogo.

    Agora é esperar pra ver se os Lakers conseguem se recuperar dessa ou se o baque vai afetar o ritmo pro final da temporada regular.

  • Cade fura o pulmão e pode perder os playoffs dos Pistons

    Cade fura o pulmão e pode perder os playoffs dos Pistons

    Cara, que notícia mais bizarra chegou ontem dos Pistons. O Cade Cunningham — sim, o cara que estava praticamente carregando Detroit nas costas nessa temporada histórica — sofreu um pneumotórax. Em português claro: o pulmão dele colapsou.

    Eu vi o lance na partida contra os Wizards na terça-feira e achei que tinha sido só uma pancada nas costas. O garoto foi defender o Tre Johnson na quadra toda, forçou a perda de bola, mas na hora de pegar o rebote levou uma trombada feia. Ficou no chão um tempo, até conseguiu jogar mais um minutinho, mas saiu e não voltou mais.

    Agora faz sentido. Não era só dor nas costas não — o negócio era muito mais sério.

    Detroit pode perder tudo por causa disso

    Os Pistons estão vivendo um sonho, galera. 49 vitórias e 19 derrotas, na ponta do Leste. Primeira colocação! Quando foi a última vez que isso aconteceu? 2007. E a última série de playoffs que eles ganharam foi em 2008 — eu tinha 15 anos, imagina.

    O time tem 3 jogos e meio de vantagem sobre os Celtics faltando 14 partidas. Na teoria, conseguem segurar a ponta mesmo sem o Cade — eles têm o tiebreaker sobre Boston e sobre os Knicks. Mas sinceramente? Sem ele nos playoffs, não vejo como esse time vai longe.

    É que o Cade não é só mais um jogador bom no elenco. O cara é TUDO para os Pistons. Está fazendo 24.5 pontos, 5.6 rebotes e 9.9 assistências por jogo. Quase 10 assistências! Só perde pro Jokic na liga toda.

    Temporada monstro interrompida no pior momento

    E olha que o menino estava tendo a temporada da vida dele. Era cotado pra All-NBA First Team tranquilamente, estava em quarto lugar nas odds do MVP (tá bom, 60-1 estava meio longe do Shai, mas mesmo assim). Agora? Nem aparece mais nas casas de aposta.

    O mais louco é que ele foi diretamente responsável por 35.4% dos pontos dos Pistons na temporada. Mais de um terço! Quando um cara carrega esse peso todo e se machuca assim, você sente na pele.

    Detroit disse que vai reavaliar em duas semanas, e está esperançoso que ele volte pros playoffs que começam em 18 de abril. Mas pneumotórax não é brincadeira não. Dependendo do caso, pode precisar de cirurgia, pode complicar…

    Vocês acham que os Pistons conseguem segurar a primeira colocação sem o Cade? E mais importante: será que ele volta a tempo de fazer diferença nos playoffs, ou vamos ver mais uma temporada promissora de Detroit indo pro espaço?

  • Pulmão perfurado do Cade pode virar o Leste de cabeça pra baixo

    Pulmão perfurado do Cade pode virar o Leste de cabeça pra baixo

    Cara, quando vi a notícia que o Cade Cunningham sofreu um pulmão perfurado, minha primeira reação foi: “Que timing mais azarado possível”. Estamos a menos de um mês dos playoffs e o cara que tava sendo o motor dos Pistons simplesmente fica fora por tempo indeterminado. Isso não é só um problema pro Detroit — é uma bomba que pode explodir em todo o Leste.

    A matemática cruel de março

    Olha só a situação: se essa lesão tivesse acontecido em dezembro, beleza. O time teria tempo pra se adaptar, talvez fazer alguma troca, ajustar as expectativas. Mas agora? Os caras passaram a temporada toda acreditando que tinham chance real de título e, do nada, podem ser eliminados antes mesmo do Cade voltar.

    Os Pistons disseram que vão reavaliar ele em duas semanas — teoricamente poderia voltar no início de abril. Mas pulmão perfurado não é brincadeira, monstro. É uma lesão rara na NBA e ninguém sabe direito como o corpo vai reagir. Vai voltar 100%? Vai aguentar uma série de playoffs? São perguntas sem resposta.

    E o pior: sem o Cade, o ataque dos Pistons despenca 11.2 pontos por 100 posses. Onze pontos! O effective field goal deles cai pra míseros 52% sem ele em quadra. Isso é desastroso pra um time que tinha pretensões de chegar longe.

    Boston esfregando as mãos

    Os Celtics tão aí, 3.5 jogos atrás na luta pela primeira seed do Leste. E cara, eles vinham jogando muito bem ultimamente — as únicas derrotas recentes foram aquele jogo em San Antonio onde o Jaylen Brown foi expulso e uma derrota por dois pontos pro Thunder sem Tatum e Derrick White.

    Agora imagina: se Boston conseguir a primeira posição, toda a chave muda de figura. A expectativa era de um Celtics x Knicks nas semifinais — série que Nova York já ganhou ano passado. Mas os Knicks não conseguem fazer nada contra Detroit. Em três jogos essa temporada, os Pistons golearam os Knicks por 84 pontos de diferença total. Oitenta e quatro!

    Então se Detroit escorregar na tabela mas o Cade voltar a tempo, pode ser um problemão pros Knicks, que provavelmente tavam torcendo pro Cleveland eliminar Detroit na segunda rodada.

    O caos do All-NBA

    E tem mais: Cunningham tava numa temporada absurda, brigando forte por uma vaga no All-NBA. Agora? Difícil defender um cara que perdeu as últimas semanas da temporada regular e talvez o início dos playoffs.

    Sinceramente, eu não consigo lembrar de uma lesão que bagunçou tanto as coisas no final de temporada. Detroit passou de favorito real no Leste pra ponto de interrogação gigante. E vocês acham que o Cade volta 100% ou vai sentir o físico numa eventual série longa?

    Uma coisa é certa: março de 2026 vai ficar marcado como o mês que mudou completamente os rumos da conferência Leste. E tudo por causa de um pulmão perfurado no pior momento possível.

  • Pulmão colapsado do Cunningham pode não ser tão grave assim

    Pulmão colapsado do Cunningham pode não ser tão grave assim

    Galera, quando saiu a notícia de que o Cade Cunningham teve um pulmão colapsado, confesso que fiquei com aquele frio na barriga. Cara, “pulmão colapsado” soa como algo bem sério, né? Mas calma aí — segundo os médicos especializados, essa lesão pode ser bem menos dramática do que parece.

    O craque do Detroit Pistons foi diagnosticado com colapso do pulmão esquerdo e vai ser reavaliado em duas semanas. Por incrível que pareça, isso é uma boa notícia considerando o que poderia ser.

    Por que atletas se recuperam mais rápido?

    A Dra. Juanita Mora, que faz parte da American Lung Association, explicou pro CBS Sports algo que faz bastante sentido: “A menos que existam fatores de risco como problemas cardíacos, esses caras são tão atléticos e têm uma capacidade pulmonar tão boa que conseguem se recuperar de forma absurda.”

    Basicamente, o pulmão colapsado não é necessariamente tão grave quanto soa. Na maioria dos casos, é só ar pressionando o pulmão. Pro Cunningham, parece ser um caso leve — desses que você trata em casa mesmo, só acompanhando pra ver se os sintomas (falta de ar, dor no peito) não pioram.

    “Se os sintomas não estão piorando, você reavalia em duas semanas e vê se o pulmão se expandiu sozinho e se curou completamente. Num cara jovem e saudável como ele, é muito provável que seja exatamente isso que vai acontecer”, disse a médica.

    Precedentes na NBA são até animadores

    Olha, já tivemos outros casos assim na liga. O Gerald Wallace passou por isso em 2008-09 e perdeu apenas sete jogos. O Terrence Jones ficou fora só seis partidas com a mesma lesão.

    O caso mais recente é do CJ McCollum, que já teve pulmão colapsado DUAS vezes. A primeira foi em 2021 no Portland e ele ficou 41 dias fora (18 jogos). A segunda foi em 2023 já no New Orleans — dessa vez foram 22 dias e 12 jogos.

    Agora, se o Cunningham ficasse fora uns 40 dias como o McCollum na primeira vez, seria tenso. Perderia toda a primeira rodada dos playoffs. E convenhamos, Detroit sem o Cade basicamente não tem ataque — seria complicado passar até mesmo de Hawks, Heat ou Hornets.

    Mas por enquanto o Pistons só colocou esse prazo de duas semanas. Se der certo, ele perderia uns nove jogos, continuaria elegível pro All-NBA e ainda teria cinco ou seis partidas da temporada regular pra voltar ao ritmo antes dos playoffs.

    E aí, acham que o garoto volta com tudo? Eu sinceramente tô otimista — esses caras são monstros mesmo quando se trata de recuperação.