Tag: Cade Cunningham

  • Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cara, o que o Cade Cunningham fez ontem à noite em Cleveland foi simplesmente absurdo. O garoto chegou lá, em território hostil, com a temporada do Detroit Pistons na corda bamba e simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    Olha só a situação: os Pistons vinham de uma derrota em casa no Jogo 5, praticamente com o pé na cova. Precisavam vencer fora de casa ou a temporada acabava ali mesmo. E o Cade? Simplesmente entrou em quadra como se fosse jogar no quintal de casa.

    Uma atuação de gente grande

    Em 42 minutos de jogo, o cara cravou 21 pontos, distribuiu 8 assistências e ainda pegou 2 rebotes. Mas o que mais me impressionou foi a frieza dele nos arremessos de três pontos — 5 de 10! Em um jogo decisivo, longe de casa, com a torcida contra. Isso é mentalidade de monstro.

    E a galera de Cleveland, que teoricamente deveria estar torcendo contra, começou a gritar “MVP! MVP!” pro garoto. Sinceramente, eu não esperava essa reação da torcida adversária, mas mostra o respeito que o Cade conquistou na liga.

    Time inteiro jogando junto

    O legal foi ver que não foi só o Cunningham carregando o piano. Seis jogadores fizeram duplo dígito! Paul Reed saiu do banco voando e cravou 17 pontos — esse cara tá sendo fundamental nos playoffs. Jalen Duren fez um double-double maneiro com 15 pontos e 11 rebotes, mostrando que a dupla de garrafão dos Pistons tá funcionando.

    Daniss Jenkins também contribuiu com 15 pontos, Duncan Robinson acertou suas bolas de três como sempre, e o Ausar Thompson… cara, que jogador completo! 10 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola. É ou não é um sexto homem de luxo?

    No primeiro tempo, o jogo tava parelho — Detroit ganhando só por 54-51. Mas no segundo tempo os Pistons simplesmente atropelaram: 61 a 43 nos últimos 24 minutos. Cleveland não teve resposta.

    Jogo 7 em casa — agora é tudo ou nada

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Jogo 7 em Detroit! Os Pistons estão 4-0 em jogos de eliminação nestes playoffs (que número louco, né?), então a confiança tá lá em cima.

    Do outro lado, tem os Cavaliers querendo não desperdiçar a vantagem de casa que tiveram a série toda. Vai ser um jogaço! Quem ganhar pega o Knicks na final do Leste — imaginem só a loucura que vai ser.

    E aí, vocês acham que o Cade consegue repetir essa atuação em casa e levar os Pistons pra final? Eu tô começando a acreditar que esse menino pode chegar longe mesmo.

  • Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Olha, eu sempre falo que basquete é um esporte de detalhes. E quando você tem a chance de ir pras finais de conferência pela primeira vez desde 2018, não pode vacilar. Mas foi exatamente isso que o Cleveland Cavaliers fez ontem à noite — vacilou feio numa derrota de 115 a 94 pro Detroit Pistons.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Do jeito mais difícil possível.

    A mesma novela de sempre

    Cara, quantas vezes eu já vi essa história? Cavs começam mal, tomam susto, acordam no segundo tempo… só que dessa vez não acordaram de verdade. Foram 21 turnovers! Vinte e um! É muita bola perdida pra um jogo eliminatório contra um time que ganhou 60 jogos na temporada.

    O mais irritante? Eles chegaram no intervalo perdendo só de 3, tinham todo o momentum. Aí no terceiro quarto… bum. Detroit abriu 14-4 logo de cara e matou o jogo. Foi doloroso de assistir.

    James Harden perdeu OITO bolas sozinho. Oito! Mesmo marcando 23 pontos arremessando bem, você não pode dar presente assim numa semifinal de conferência. E Donovan Mitchell, que deveria ser o cara da equipe, fez só 18 pontos com 6-20 nos arremessos. Quando seu melhor jogador não consegue terminar as jogadas no garrafão (3-12 lá dentro), é sinal de problema.

    Detroit jogou como campeão

    Do outro lado, Cade Cunningham mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. 21 pontos, 8 assistências, controlando o ritmo do jogo como veterano. E o mais impressionante: todo mundo contribuiu.

    Paul Reed com 17 pontos, Daniss Jenkins com 15, até Duncan Robinson jogando lesionado marcou 14. Jalen Duren dominou o garrafão com double-double (15 pontos, 11 rebotes) enquanto Jarrett Allen e Evan Mobley simplesmente sumiram de quadra.

    Sinceramente? Detroit mereceu essa vitória. Jogaram com a intensidade e atenção aos detalhes que Cleveland não conseguiu ter.

    Agora é matar ou morrer

    A real é que eu queria acreditar nos Cavs, mas eles sempre fazem isso comigo. Toda vez que penso “cara, esse time pode ir longe”, eles entregam numa situação decisiva.

    Jogo 7 domingo à noite em Detroit. Ambiente hostil, pressão total, temporada na linha. Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa pancada? Ou será que Detroit vai completar a virada histórica?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço. Só espero que os Cavs acordem dessa vez, porque oportunidades assim não aparecem todo ano.

  • Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Os Cleveland Cavaliers chegaram num ponto da série contra o Detroit Pistons onde todas as cartas já estão na mesa. Dificilmente algum dos times vai fazer algo muito surpreendente no Jogo 6. Vai ser mais do mesmo, com pequenos ajustes e execução variada.

    Mas tem um truque que os Cavs ainda guardam na manga: quando e onde escolher fazer a marcação dupla no Cade Cunningham.

    O fardo de Cade

    Olha, o Cunningham talvez carregue a maior responsabilidade individual de toda a liga. O sucesso ofensivo do Detroit depende quase que inteiramente dos ombros dele. Por isso a utilização dele tá nas alturas – Cade tenta mais arremessos por jogo nos playoffs (21.6) que qualquer outro cara.

    Isso pode dar muito certo. Cunningham foi um monstro na maior parte do Jogo 5, fazendo 39 pontos e quase colocando o time dele numa vantagem de 3-2. Mas algo mudou nos minutos finais, e o peso de tudo que o Cade tinha carregado até ali finalmente cobrou o preço.

    Os Cavs começaram a mandar dois na bola. Cunningham via múltiplos defensores na frente dele, com pressão assim que cruzava o meio da quadra. Isso forçou o garoto a se desfazer da bola e trabalhar mais pra ficar livre. É muito pra pedir de alguém que jogou 48 minutos no Jogo 5.

    A armadilha perfeita

    E os resultados falam por si só. Cunningham patinou contra a marcação dupla. Fez apenas 2 pontos nos últimos 10 minutos da partida regular e prorrogação, acertando 1 de 4 arremessos e perdendo bola num momento crucial do jogo.

    Max Strus, que já tinha roubado o passe de reposição do Cunningham no quarto período do Jogo 3, aproveitou mais uma vez o cansaço do cara e arrancou a bola dele na prorrogação do Jogo 5. Quando você tá cansado, comete erros. Os Cavs esperaram o momento perfeito pra aumentar a pressão no Cunningham.

    A pergunta que fica é: eles conseguem a mesma sorte hoje à noite?

    “É uma questão de feeling”, disse Kenny Atkinson. “Você faz depois de um pedido de tempo? Você faz pra tirar eles do ritmo, então faz na primeira jogada? Pra terminar o jogo? Obviamente, você tem que saber quando fazer, ou quando não fazer.”

    Risco calculado

    Marcar duplo um jogador como Cunningham vem com riscos. Você tá entregando de bandeja uma vantagem numérica pro ataque do Pistons ao colocar dois na bola. Pode se queimar rapidinho se os coadjuvantes do Detroit converterem nessas situações.

    Por isso é importante usar essa estratégia na hora certa. Faz muito cedo, e você corre o risco de deixar os Pistons pegarem ritmo. Faz muito tarde, e bem… é tarde demais. Variar a cobertura e manter Cunningham sempre alerta é tudo que dá pra fazer.

    “Ele é um grande jogador, não podemos dar só uma marcação pra ele”, disse Atkinson. “Então vamos continuar variando, e houve jogos nessa série onde não fizemos marcação dupla, então é questão de feeling mesmo.”

    Os Cavs têm a chance de eliminar os Pistons de 60 vitórias e avançar pras Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Pra isso, vão ter que ativar sua melhor estratégia defensiva no momento certo e dar o golpe de misericórdia.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue apertar esse botão secreto na hora exata?

  • Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Cara, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo incrédulo. Os Pistons tinham TUDO nas mãos pra fechar o jogo contra os Cavaliers no Game 5, mas os árbitros… ah, os árbitros.

    Vamos aos fatos: Detroit dominando, 9 pontos na frente faltando 3 minutos. Aí vem aquele clássico colapso dos Pistons (que dor) e Cleveland empata. Nos segundos finais, Donovan Mitchell vai pra cima do Ausar Thompson, que faz uma defesa MONSTRO, rouba a bola e sai correndo atrás da sobra. Só que o Jarrett Allen simplesmente derruba o garoto e… nada. Sem falta. Jogo pra prorrogação.

    Cade Cunningham não engoliu

    E olha, o Cade não deixou passar batido. Com 39 pontos, 7 rebotes e 9 assistências (que jogaço, aliás), ele foi direto ao ponto na entrevista: “Todo mundo viu a jogada, é bem claro que foi falta”.

    J.B. Bickerstaff, técnico dos Pistons, foi na mesma linha: “[Allen] fez falta no Ausar. É claro. Ele derrubou o garoto quando ele ia atrás da bola solta”.

    Sinceramente? Eu concordo com eles. Vi o lance e é inacreditável como não marcaram. O Thompson fez uma defesa perfeita no Mitchell, roubou a bola limpa e na sequência leva uma ‘rasteira’ do Allen. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre podendo ser o herói da partida.

    Árbitros se defendem, mas…

    O Tony Brothers, chefe da arbitragem, disse que foi “contato incidental” entre os dois jogadores. Ah, Tony… a gente não nasceu ontem, né?

    O relatório dos últimos 2 minutos que saiu depois disse que o no-call tava certo, que os dois foram “legalmente” pro mesmo lugar. Legalmente uma ova. Vocês acham mesmo que isso foi lance normal?

    Mas o Ausar mostrou maturidade: “Não posso culpar os árbitros. Não podemos nos colocar nessas situações”. Classe pura do garoto, mas eu não teria essa paciência toda não.

    Agora os Pistons precisam de dois milagres: vencer o Game 6 em Cleveland na sexta E ainda ganhar o jogo 7. Tudo isso pra voltar às finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2008. Uma eternidade.

    O que vocês acham? Foi roubo mesmo ou estou sendo muito clubista aqui?

  • Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Gente, vocês viram aquele lance do Cade Cunningham ontem? O cara simplesmente deixou o Donovan Mitchell perdido na quadra e ainda enterrou a bomba de três. A cara do Mitchell depois foi impagável — daquelas que viram meme na hora.

    Foi no Game 5 entre Pistons e Cavaliers, lá em Detroit. Série empatada 2-2, aquela tensão toda no ar. O Cade fingiu que ia fazer o hand-off com o Paul Reed, o Mitchell mordeu a fake, e quando viu, o garoto de Detroit já tava lá atrás da linha dos três pontos mandando pra dentro. Pura maldade.

    O lance que parou a internet

    Sinceramente, esse tipo de jogada me lembra por que o Cade é considerado um dos armadores mais espertos da liga. O cara tem apenas 24 anos e já tá fazendo esse tipo de coisa com veteranos casca-grossa como o Mitchell. A expressão do Donovan foi de quem pensou: “Nossa, fui feito de otário”.

    Mas olha, por mais bonito que tenha sido o lance, o resultado final doeu. Os Pistons perderam na prorrogação por 117-113, e agora os Cavs lideram a série por 3-2. Cleveland ganhou três jogos seguidos — isso dói, cara.

    Cade foi um monstro, mas não bastou

    O armador dos Pistons fez uma partida absurda: 39 pontos (maior pontuação do jogo), 7 rebotes, 9 assistências e 2 roubadas de bola. Arremessou 13/27 dos campo e acertou 6 das 10 tentativas de três. Numbers de MVP, sem dúvida.

    Do outro lado, Mitchell teve uma noite mais discreta com 21 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Não foi mal, mas certamente não foi o suficiente pra segurar a pressão do Cade.

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons quase viraram no final. Chegaram a dois pontos de diferença faltando 26 segundos, mas aí os Cavs foram cirúrgicos nos lances livres e fecharam o caixão.

    Ausar salvou, mas não foi suficiente

    Menção honrosa pro Ausar Thompson, que forçou a prorrogação com uma tapada épica no Mitchell no último lance do tempo regulamentar. Imaginem a emoção — o cara salvou o time na raça, mas não conseguiram aproveitar na overtime.

    Agora é tudo ou nada no Game 6, em Cleveland. Os Pistons precisam vencer pra forçar o jogo 7 e manter o sonho vivo. E vocês, acham que Detroit consegue dar a volta por cima? Eu confesso que tô com um pé atrás — três derrotas seguidas é coisa séria nos playoffs.

    Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que nunca dá pra descartar um time com um armador do nível do Cade. O garoto tá jogando como se a vida dependisse disso.

  • Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Olha, eu adoro essa mentalidade do Ausar Thompson. Depois de levar uma surra dos Cavaliers por 116-109 no jogo 3, quando todo mundo esperava que o cara fosse ficar cabisbaixo, o moleque solta: “Nada abala nossa confiança”.

    Sinceramente? Isso é exatamente o que você quer ouvir de um jogador jovem numa série de playoffs. Os Pistons tinham começado dominando em casa, 2-0 na série, e aí tomaram a primeira pancada fora de casa. É normal ficar abalado, mas não o Ausar.

    A virada que quase veio

    O mais louco é que o Detroit quase conseguiu a virada. Estavam perdendo por 16 pontos no intervalo (64-48), e no terceiro quarto fizeram 33 contra 19 dos Cavs. Quase, né? Mas Donovan Mitchell decidiu que não ia deixar barato e cravou 35 pontos.

    Cade Cunningham fez sua parte com 27 pontos, mas cara… 8 turnovers do garoto? Isso dói. No total foram 15 bolas perdidas do time todo. Contra o Cleveland você não pode dar essas bobeiras.

    Problemas que dá pra resolver

    Agora, analisando friamente (que nem o Ausar), os problemas dos Pistons no jogo 3 são totalmente ajustáveis. Além dos turnovers, erraram demais do perímetro – apenas 9 de 25 tentativas de três pontos. Só Tobias Harris e Duncan Robinson acertaram mais da metade dos arremessos.

    E olha que detalhe importante: Cleveland foi 6 vezes mais na linha de lance livre (28 contra 22). Num jogo que você perde por 7 pontos, esses detalhes fazem toda diferença.

    A confiança do Thompson faz sentido porque, se o Detroit conseguir limpar essas três coisas básicas no jogo 4 – cuidar melhor da bola, acertar os chutes abertos e ser mais agressivo pra ganhar faltas – eles podem muito bem voltar pra casa com vantagem de 3-1.

    E aí, vocês acham que essa confiança do Ausar é realismo ou só papo de vestiário? Eu tô na torcida pra ver se ele tava certo!

  • Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Cade Cunningham falando com essa confiança depois de perder o Jogo 3 para os Cavaliers me deixou ainda mais animado com esse time dos Pistons. O cara é líder mesmo.

    “Definitivamente há otimismo. Nos sentimos bem sobre onde estamos, nos sentimos bem sobre como estamos jogando basquete”, disse Cunningham após a derrota por 3-2 na série. E cara, ele tem razão de estar otimista!

    A temporada histórica que ninguém esperava

    Vamos contextualizar essa loucura: os Pistons fizeram 60 vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e garantiram a primeira colocação no Leste. Quem diria isso há uns anos, né?

    E o mais absurdo: na primeira rodada dos playoffs, estavam perdendo por 3-1 para o Orlando Magic. Parecia acabado. Aí os caras simplesmente viraram a série ganhando os três jogos seguintes. A primeira vitória em série de playoffs desde 2008!

    Contra os Cavaliers, começaram dominando com 2-0 na série. Tinham tudo pra fechar 3-0 em Cleveland, mas Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden está lá agora) disseram “não vai rolar”.

    O que rolou no Jogo 3

    Detroit começou devagar demais. Intervalo: 64-48 para Cleveland. Aí no terceiro quarto os Pistons acordaram e fizeram 33-19, quase virando o jogo. Mas nos momentos decisivos, os Cavaliers foram mais eficientes.

    A diferença mesmo foi o aproveitamento de arremessos. Cleveland acertou 58% dos chutes (monstro!), enquanto Detroit ficou em 45%. Isso decide jogo de playoff.

    O Cade fez sua parte: 27 pontos, 10 rebotes, 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff! Arremessou 10-27 do campo (não foi sua melhor noite, mas acontece). Tobias Harris ajudou com 21 pontos, Duncan Robinson contribuiu com 15, e Jalen Duren com Paul Reed fizeram 11 cada.

    E agora?

    Sinceramente? Eu ainda acredito nesse time. Estar 2-1 na série não é ruim — aliás, é bem melhor que estar 1-3 como estavam contra o Magic, né?

    O Jogo 4 é segunda-feira às 21h, e os Pistons podem muito bem voltar pra Detroit com vantagem de 3-1. Vocês acham que eles conseguem? Eu tô otimista igual o Cade!

    Esse garoto de 24 anos já provou que sabe liderar um time em momentos difíceis. E cara, ver Detroit competindo assim depois de tantos anos sofrendo… é emocionante demais.

  • Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cara, que reconhecimento bonito! Depois da vitória dos Cavaliers sobre os Pistons no Jogo 3, Cade Cunningham não poupou elogios para James Harden. E olha, quando um jovem craque como o Cade fala que alguém é “all-timer” (um dos maiores de todos os tempos), é porque realmente impressionou.

    O show do Barba no momento decisivo

    Harden fez exatamente o que sempre fez na carreira: aparecer quando o jogo estava pegando fogo. Dos 19 pontos que marcou, nove vieram no último quarto — justamente quando Detroit estava apertando o cerco após uma reação no terceiro período.

    O veterano acertou 8 de 14 arremessos (incluindo 3 de 7 do perímetro) e ainda distribuiu 7 assistências. Sinceramente, aos 36 anos, ver o Harden ainda mandando dessa forma é de arrepiar. O cara simplesmente não envelhece quando o assunto é decidir jogos.

    “Ele é um dos maiores de todos os tempos. Um pontuador de isolamento é onde ele se sente confortável”, disse Cunningham após o jogo. “Achei que fizemos um bom trabalho nele, mas obviamente, quando um cara pega o ritmo e consegue jogar com a bola, ele vai acertar os arremessos.”

    Cavaliers escapam da vassoura

    Cleveland estava contra a parede — ninguém quer ser varrido nos playoffs, né? Mas a experiência falou mais alto. Donovan Mitchell liderou com 35 pontos (monstro!), mas foi Harden quem deu o toque de mestre nos momentos finais.

    Os Pistons até tentaram uma reação heroica no terceiro quarto, diminuindo de 64-48 para algo mais respeitável, mas aí que mora o perigo de enfrentar veteranos cascudos como Harden. Eles sabem exatamente quando apertar o acelerador.

    A diferença mesmo foi na eficiência: Cavaliers acertaram 58% dos arremessos contra 45% de Detroit. Quando você tem cinco caras em duplo dígito (Mitchell, Harden, Jarrett Allen, Mobley e Schroder), fica difícil parar.

    Agora é Jogo 4 na segunda-feira, e vocês acham que os Pistons conseguem empatar a série? Ou a experiência dos Cavs vai falar mais alto de novo? Eu tô curioso pra ver se o jovem Cade vai conseguir responder à altura desse show todo do Barba.

  • Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Cara, que dor de barriga deve ter sido essa para o JB Bickerstaff. O técnico dos Pistons não conseguiu esconder a frustração depois da derrota por 2-1 na série contra os Cavaliers no sábado à noite. Detroit tinha TUDO na mão — estava 2-0 na série, vinha de cinco vitórias seguidas — e simplesmente entregou o jogo 3 de bandeja.

    Na minha opinião, o que mais doeu foi ver um time que estava voando alto cometer erros bobos na hora que mais importava. Bickerstaff foi direto ao ponto na coletiva: defesa mal posicionada e muitos turnovers.

    O que deu errado na defesa

    “A gente precisa diminuir mais o espaço em quadra. Estamos muito grudados no nosso marcador por causa da habilidade deles de arremessar”, explicou Bickerstaff. E olha, ele tem razão. Cleveland aproveitou cada espacinho que Detroit deu e converteu 58% dos arremessos. Cinquenta e oito por cento! É um absurdo de aproveitamento.

    Enquanto isso, os Pistons converteram apenas 45% — uma diferença que pesou demais no resultado final. Quando você está numa semifinal de conferência, esses detalhes fazem toda a diferença entre avançar e ver a série ficar mais complicada.

    Turnovers que custaram caro

    Mas o que mais irritou o técnico foram os 16 turnovers. “Dezesseis é demais. Demos 27 pontos de presente por causa desses erros”, desabafou. E sinceramente, é difícil discordar. Nossa defesa é boa quando conseguimos forçar o jogo de meio-campo, mas se você fica entregando a bola pro adversário…

    O pior é que Detroit chegou a reagir no terceiro quarto. Saíram perdendo por 64-48 no intervalo (um buraco considerável), mas conseguiram diminuir com uma parcial de 33-19. Por um momento, parecia que iam virar o jogo — mas Cleveland mostrou por que joga em casa e fechou melhor.

    Cade brilhou, mas não foi suficiente

    Pelo menos o Cade Cunningham fez a sua parte: 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff — isso é coisa de craque. Tobias Harris também ajudou com 21 pontos, e Duncan Robinson foi importante com 15 pontos e 5 roubos de bola.

    Mas vocês acham que individual resolve tudo? Claro que não. Basquete é esporte coletivo, e os Pistons sentiram isso na pele quando mais precisavam da consistência do grupo.

    Agora é corrigir os erros e voltar com tudo no jogo 4. A série ainda está 2-1 para Detroit, mas todo mundo sabe que momentum em playoffs é uma coisa real. Será que conseguem fechar em 4-1 ou vão deixar Cleveland crescer ainda mais? A resposta vem no próximo domingo.

  • Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Que jogaço! Os Detroit Pistons acabaram de mostrar que não vieram pra brincadeira nos playoffs, vencendo os Cleveland Cavaliers por 107-97 e abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E cara, foi bem mais suado que o primeiro jogo — Cleveland veio com sangue nos olhos.

    Mas vamos direto ao ponto: Cade Cunningham simplesmente resolveu o jogo quando precisava. 25 pontos e 10 assistências, sendo 12 pontos nos últimos seis minutos do quarto período. Esse menino tem sangue frio nas veias, não é possível.

    O susto do terceiro quarto

    Olha, não vou mentir — por um momento ali eu pensei “será que vão entregar o jogo?”. Detroit estava tranquilo no primeiro tempo, mas aí veio aquele terceiro quarto maldito. Sabe como é, né? A arbitragem mudou completamente o critério (interessante como isso sempre acontece depois de reclamação), os Cavs diminuíram pra 4 pontos de diferença e ainda abriram o último período fazendo os três primeiros arremessos.

    Quando o Evan Mobley meteu aquela enterrada violenta e Cleveland tomou a frente pela primeira vez desde o começo do jogo, eu já estava preparando o coração pra sofrer. Mas aí entraram em cena os dois caras que já tinham salvado o primeiro jogo.

    Tobias e Duncan: a dupla da confiança

    Tobias Harris com aquele jump shot clássico dele de meio distância (21 pontos no jogo), Duncan Robinson chuva de três (17 pontos, 5 bolas do perímetro). Toda vez que Cleveland diminuía, esses dois respondiam na lata. É isso que separa time de playoff de time comum — ter jogadores que não tremem na pressão.

    E quando a coisa ficou feia mesmo? Aí chegou a “Cade Time”. Arremesso de três no topo da chave, fadeaway na linha de fundo, foi pra linha de lance livre e fechou com um stepback absurdo faltando dois minutos. Sinceramente, esse mlk me lembra muito o que a gente via de Kobe nos playoffs — aquela frieza de assassino.

    Cleveland lutou, mas não foi suficiente

    Donovan Mitchell fez a parte dele — 31 pontos, liderando todos os cestinhas da noite. O cara jogou como um monstro, com aquele seu drive característico e alguns chutes impossíveis de fora. Jarrett Allen ajudou com 22 pontos. Mas cara, o James Harden… que decepção.

    3 de 13 nos arremessos, quatro turnovers (incluindo um crucial no final quando o Ausar Thompson roubou a bola dele), e passando o jogo inteiro tentando cavar falta. Não dá pra ganhar playoff assim, não é possível. O Beard precisa acordar urgente se Cleveland quer ter alguma chance.

    Os Pistons tiveram contribuição coletiva mesmo: Ausar Thompson com 10 pontos (mesmo com problemas de falta), Daniss Jenkins com 14 pontos sendo fundamental quando Cade estava mais quieto. Esse é o basquete que eu gosto de ver — todo mundo contribuindo.

    Agora é partir pra Cleveland e tentar dar o golpe de misericórdia. Vocês acham que os Cavs conseguem reagir jogando em casa, ou Detroit vai fechar em 4?