Tag: Cade Cunningham

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Olha, os Cleveland Cavaliers conseguiram passar pelos Raptors — que, convenhamos, deram muito mais trabalho do que qualquer um esperava. Mas agora? Agora a coisa complica de verdade. Pela frente têm os Detroit Pistons, que fecharam a temporada regular com 60 vitórias. Sessenta!

    E vocês sabem como é: playoff é outro campeonato. Os Pistons começaram meio moles contra o Orlando Magic, chegaram até a ficar atrás por 3-1 na série. Todo mundo pensando “opa, será que esses caras não conseguem traduzir o basquete da temporada regular pro playoff?”. Aí os caras foram lá e viraram a série. Virou bagunça.

    A defesa que vai dar pesadelo no Mitchell

    Mano, Detroit teve a segunda melhor defesa da liga na temporada regular. E não é por acaso não — esses caras simplesmente não deixam ninguém chegar na cesta. Foram os que menos permitiram arremessos na área restritiva, e quando deixavam, os times convertiam apenas 62,8%. É brincadeira isso.

    E nos playoffs? Continuaram nessa pegada. Tiveram o melhor rating defensivo da primeira rodada. O Magic conseguiu converter apenas 56,2% dos arremessos perto da cesta contra eles.

    Isso me lembra muito do que o Toronto fez com o Donovan Mitchell. Os Raptors conseguiram impedir que ele penetrasse, forçaram ele a ser só um arremessador de fora. E sabemos como foi — Mitchell não conseguiu fazer eles pagarem por essa estratégia.

    Cade Cunningham: o cara que decidiu virar monstro

    Se por um lado a defesa de Detroit é sólida, o ataque deles sempre foi a grande interrogação. E cara, no começo da série contra Orlando parecia que as preocupações eram fundadas mesmo. Offense travado, bola de três não caía, o Jalen Duran sumiu… sobrou tudo pro Cade Cunningham.

    Aí que o bicho pegou. Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder. 45, 32 e 32 pontos nos três jogos de eliminação. Quarenta e cinco pontos! O cara carregou o time nas costas e mandou Orlando pra casa.

    Agora é que vem o teste de verdade pro Dean Wade. Ele que vai ter que marcar o Cade, e olha… não vai ser fácil não. Wade se saiu bem marcando o Brandon Ingram e o Scottie Barnes, mas Cunningham é outro nível. A capacidade de criação desse cara é absurda.

    A chave da série está na mão do Wade?

    Sinceramente? Se o Wade conseguir incomodar o Cunningham, os Pistons podem desmoronar rapidinho. Porque os outros caras — Tobias Harris, Daniss Jenkins, Caris LeVert — são bons coadjuvantes, mas não são criadores de elite. E com o arremesso de três deles meio inconstante, fica tudo muito dependente do Cade.

    Mas não se enganem. Esta vai ser uma série dura, daquelas de sangue no olho. Os Cavs têm mostrado algumas fragilidades, e Detroit não é time que desiste fácil — a virada contra Orlando prova isso.

    O que vocês acham? Mitchell consegue se impor contra essa defesa dos Pistons, ou vai ser mais uma série complicada para o astro dos Cavs?

  • Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Pistons fazem história: virada épica contra Magic no Jogo 7!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Os Pistons — que pareciam mortos e enterrados perdendo por 3-1 na série — fizeram uma das maiores viradas da história da NBA. E sabe o que é mais louco? Foi Tobias Harris quem começou a festa.

    O cara que todo mundo criticava por anos simplesmente resolveu aparecer no momento mais importante. 19 pontos no primeiro tempo, incluindo 11 pontos SEGUIDOS nos últimos 2 minutos e meio da primeira metade. Monstro total. Terminou com 30 pontos no jogo, acertando 5 de 7 bolas de três. Sinceramente, eu não esperava isso dele.

    Cade assumiu o controle quando precisava

    Se o Harris dominou no primeiro tempo, o segundo foi todo do Cade Cunningham. O garoto simplesmente disse “agora é comigo” e transformou os 11 pontos de vantagem do intervalo em 20 rapidinho no terceiro quarto. 32 pontos e 12 assistências — números de MVP.

    O técnico J.B. Bickerstaff falou tudo depois do jogo: “Ninguém pode falar m**** do Tobias. Ele é confiável, preparado para o momento”. E olha, depois de ontem, quem vai contestar?

    Detroit fechou em 116 a 94. Parecia até fácil no final, mas quem acompanhou a série sabe que não foi nada disso.

    Magic lutou, mas não foi suficiente

    Paolo Banchero fez tudo que podia pelo Magic — 38 pontos, incluindo quatro bolas de três. O problema é que ele jogou sozinho. O resto do time combinou para acertar apenas 34% dos arremessos e um triste 26% das tentativas de três pontos.

    Vocês acham que Orlando precisa de mudanças drásticas? Porque essa eliminação vai doer bastante. Eles estavam com tudo na mão, 3-1 na série, e deixaram escapar.

    Agora os Pistons vão para a segunda rodada dos playoffs pela primeira vez desde 2008. Isso mesmo, 2008! Eles se tornaram apenas o 15º time na história da NBA a conseguir uma virada de 3-1 nos playoffs.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo adversário deles? Toronto ou Cleveland decidem hoje à noite no outro Jogo 7 da rodada.

    Uma coisa eu garanto: depois dessa série, ninguém mais vai subestimar os Pistons. Tobias Harris e Cade Cunningham provaram que quando a pressão aperta, eles aparecem. Motor City está de volta, galera!

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.

  • Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cara, que jogo foi aquele! O Detroit Pistons fez uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, superando uma desvantagem de 24 pontos para vencer o Orlando Magic por 93-79 no Jogo 6. E o nome da festa? Cade Cunningham, claro.

    O garoto simplesmente resolveu carregar o time nas costas. 32 pontos e 10 rebotes — sendo 19 pontos só no segundo tempo, quando o jogo estava pegando fogo. Sinceramente, eu já estava dando esse playoff como perdido para os Pistons quando vi que estavam perdendo por mais de 20, mas o Cade mostrou porque é considerado um dos melhores jogadores do mundo.

    Duncan Robinson elogia o líder

    Depois do jogo, Duncan Robinson — que também jogou bem com seus 14 pontos — não poupou elogios ao companheiro de equipe. “Ser nosso melhor jogador, ser um dos melhores do mundo, e ainda assim confiar em nós nesses momentos… ele faz isso de forma magistral”, disse Robinson.

    E olha, o cara tem razão. O que mais me impressiona no Cunningham é como ele consegue equilibrar ser o cara que resolve e ainda fazer os outros jogarem melhor. Robinson ainda completou: “A forma como ele nos acalmou no segundo tempo, sempre que precisávamos de uma cesta, ele chegava no lugar certo”.

    Temporada de MVP interrompida por lesão bizarra

    Não dá pra falar do Cade sem mencionar a temporada absurda que ele fez. Médias de 23.9 pontos e 9.9 assistências por jogo — números de MVP mesmo. O mais louco? Ele estava sendo cotado como um dos principais candidatos ao prêmio até sofrer uma lesão no pulmão (sim, vocês leram certo, pulmão colapsado!) que o tirou de 11 jogos no final da temporada regular.

    Imaginem se ele não tivesse se machucado… Provavelmente estaria brigando de igual para igual com os favoritos ao MVP. Mas enfim, lesão é parte do jogo, né?

    Agora vem o Jogo 7 em Detroit no domingo. Os Pistons estavam perdendo a série por 3-1, mas Cunningham acordou: 45 pontos no Jogo 5 e agora essa atuação monstro no Jogo 6. Será que conseguem completar essa virada histórica em casa?

    Eu não sei vocês, mas tô torcendo demais por essa história. Ver um jovem como o Cade carregando um time tradicional como o Pistons de volta aos playoffs depois de tanto tempo é simplesmente lindo. E aí, acham que eles conseguem fechar no Jogo 7?

  • Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. O Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada do Detroit Pistons morrer no jogo 6 contra o Orlando Magic. E quando eu digo que ele decidiu, é porque o cara literalmente fez mais pontos sozinho no segundo tempo do que O TIME INTEIRO do Magic. Isso mesmo que vocês leram.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essa estatística é de outro planeta: Cunningham anotou 24 pontos no segundo tempo. O Magic? 19. Todo o time. Dezenove pontos em dois quartos inteiros. Cara, isso é constrangedor.

    A virada histórica dos Pistons

    No intervalo, a situação era desesperadora. Pistons perdendo por 22 pontos (60-38) e com a corda no pescoço na série — já estava 3-2 pro Magic. Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra Detroit. Mas aí aconteceu algo que só o basquete consegue proporcionar.

    Os caras saíram do vestiário com uma energia completamente diferente. Sabe quando você sente que algo mudou? Foi exatamente isso. A defesa engrenhou, o ataque fluiu e o Cade virou o monstro que a gente sabe que ele pode ser.

    O placar final foi 93-79 para Detroit. Sim, eles viraram 22 pontos de desvantagem. No playoff. Contra um time que tava com tudo pra fechar a série.

    Cade Cunningham no modo destruição

    Os números do Cade no jogo foram surreais: 32 pontos, 10 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas o mais impressionante mesmo foi o quarto período. O cara anotou 19 pontos só no último quarto — exatamente os mesmos 19 que o Magic inteiro fez no segundo tempo todo.

    E vocês sabem o que é mais louco? O Magic acertou apenas 1 de 20 arremessos no último quarto. Um de vinte! Isso é 5% de aproveitamento. Eu já vi defesa sufocante, mas isso aí foi além. Os Pistons literalmente não deixaram o Magic respirar.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Em casa. Com o Cade nesse nível. Sinceramente, eu não apostaria contra os Pistons agora. E vocês, acham que Detroit consegue completar essa virada épica na série?

  • Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Gente, o que eu vi na sexta-feira foi simplesmente absurdo. Os Detroit Pistons estavam mortos e enterrados contra o Orlando Magic, perdendo por 60-38 no terceiro quarto. VINTE E DOIS PONTOS de diferença. Qualquer um normal teria jogado a toalha, mas não o Cade Cunningham.

    O cara simplesmente disse “não” pro destino e carregou os Pistons nas costas pra uma virada histórica: 93-78 pro Detroit. Uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs recentes, sinceramente.

    O show do Cunningham

    32 pontos e 10 rebotes. Double-double maestral quando mais importava. Depois do jogo, o jovem soltou uma frase que já virou meme: “Never say die” (Nunca desista). E olha, ele provou isso na prática.

    Lembram do Jogo 5? Cunningham meteu 45 pontos quando os Pistons estavam 3-1 na série. Quarenta e cinco! O moleque de 22 anos simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada morrer ali.

    Na minha opinião, é isso que separa os grandes jogadores dos medianos — essa capacidade de aparecer quando tudo parece perdido.

    Jogo 7 vai ser guerra

    Agora é aquela parada: Jogo 7 em Detroit, casa lotada, tudo ou nada. Os números dos Pistons nessa série não são nada animadores — só 29% nas bolas de três e uns 20 turnovers no Jogo 4 que quase me fizeram chorar de nervoso.

    Mas sabe o que importa? A defesa funcionou na segunda etapa do Jogo 6. Só 12 pontos permitidos em 20 minutos. Tobias Harris ajudou com 22 pontos e 10 rebotes, Ausar Thompson também pegou 10 rebotes. O time finalmente apareceu quando precisava.

    Vocês acham que os Pistons conseguem fechar em casa? Porque se depender só da garra do Cunningham, eu tô começando a acreditar que sim. O cara tem aquela mentalidade Kobe Bryant de “mamba mentality” — nunca desiste, nunca aceita a derrota.

    Domingo vai ser daqueles jogos que a gente lembra pra sempre. E conhecendo o Cunningham, ele não vai deixar a temporada morrer fácil.

  • Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. Os Pistons estavam MORTOS. Perdendo por 24 pontos em Orlando, cara a cara com a eliminação, e de repente… simplesmente destruíram tudo.

    Final do jogo 6: Detroit 93 x 79 Orlando. Mas esses números não contam nem metade da história.

    O que diabos aconteceu com o Magic?

    Paolo Banchero resumiu bem quando perguntaram o que deu errado: “Eles fizeram uma sequência absurda e a gente não conseguiu pontuar”. É, Paolo, foi isso mesmo.

    Mas olha só esses números que me deixaram de queixo caído:

    Nos primeiros 25 minutos: Orlando 62 x 38 Detroit. Tava tudo controlado para o Magic, né? Nos últimos 23 minutos: Detroit 55 x 17 Orlando. DEZESSETE PONTOS em quase meia partida!

    No último quarto então foi de chorar. Orlando converteu apenas 1 de 20 arremessos. UM de VINTE! Isso dá 5% de aproveitamento – pior performance em um quarto nos últimos 20 mil jogos da NBA. Vinte mil jogos, pessoal!

    A sequência mais bizarra que eu já vi

    O Magic errou 23 arremessos seguidos. Vinte e três! Paolo Banchero e Desmond Bane foram 0/6 cada um, Jalen Suggs 0/4… foi um massacre psicológico mesmo.

    Quando essa sequência começou, Orlando ganhava 70-54. Quando terminou, Detroit já liderava 89-75. Uma corrida de 35-5 para os Pistons que durou quase 14 minutos de jogo.

    Sinceramente, eu assisto NBA há anos e nunca vi uma zebra dessas. Como é que um time simplesmente esquece como jogar basquete em plenos playoffs?

    Cade Cunningham virou o monstro

    E o Cade? O garoto assumiu o protagonismo que todo mundo esperava. Sozinho no segundo tempo, ele fez 24 pontos – mais que o Magic INTEIRO, que fez apenas 19.

    “A gente não ia desistir de jeito nenhum”, disse o Cunningham depois. E realmente não desistiram. O técnico J.B. Bickerstaff tava certo quando falou sobre o espírito desse time.

    Detroit nem jogou nas alturas – 40% de aproveitamento no segundo tempo. Mas com a defesa funcionando e dominando os rebotes (35-17 na segunda metade), foi mais que suficiente para quebrar o psicológico do adversário.

    Agora é jogo 7 em Detroit. O Cade já avisou: “Isso nos mantém vivos, nos dá mais um dia para lutar. Mas nada disso importa se não ganharmos o jogo 7”.

    Vocês acham que Detroit consegue completar essa zebra histórica? Porque olha, depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada…

  • Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem em Orlando. O Magic tinha TUDO na mão — 24 pontos de vantagem, jogando em casa, com a chance de eliminar o primeiro colocado da conferência. E conseguiu entregar da pior forma possível.

    Os Pistons viraram o jogo por 93 a 79 e agora temos jogo 7 em Detroit no domingo. Mas olha, não foi só uma virada qualquer não. Foi um colapso histórico mesmo.

    O pesadelo do Magic no segundo tempo

    Vocês não vão acreditar nos números: o Magic ERROU 23 arremessos consecutivos no segundo tempo. Vinte e três! E no último quarto? Acertaram apenas 1 de 20 tentativas. Um de vinte, gente!

    O resultado? Fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo — o MENOR número de pontos em qualquer tempo da história dos playoffs da NBA. Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha nessa liga, mas isso aí foi de outro mundo.

    Paolo Banchero, que a gente sabe que é craque, ficou perdido: 4 de 20 nos arremessos. O único lance que deu certo pro Magic no último quarto foi uma enterrada dele faltando 2:24. Uma enterrada só. Em 12 minutos de jogo.

    Cade Cunningham virou a chave

    Do outro lado, Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. O cara fez 19 pontos só no segundo tempo, terminando com 32 pontos e 10 rebotes. Quando a coisa apertou mesmo, ele assumiu a responsabilidade.

    Na minha visão, essa é a diferença entre um jogador comum e um craque de verdade — saber a hora de pegar o jogo pra si. E o Cade fez exatamente isso.

    Detroit fez uma corrida absurda de 18-1 no último quarto pra empatar o jogo em 72-72. Dali pra frente, foi só administrar e aplicar a pressão que o Magic não conseguiu aguentar.

    Agora é jogo 7 em Detroit

    A virada dos Pistons foi a maior de um time visitante enfrentando eliminação nos últimos 40 anos. Quarenta anos! E olha que coisa louca: no placar final, Detroit ganhou o segundo tempo por 55 a 19. É quase impossível de acreditar.

    O Magic ainda jogou sem Franz Wagner (lesão na panturrilha), mas isso não explica errar 23 arremessos seguidos. Isso é coisa da cabeça mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva no jogo 7? Eu tô achando que depois de uma entregada dessa, vai ser difícil pro Magic se recuperar mentalmente. Mas é jogo único, né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Uma coisa é certa: quem for pro Little Caesars Arena no domingo vai ver um jogaço. Tomara que o Magic consiga esquecer esse pesadelo e fazer um último jogo digno.

  • Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Olha, eu não sei vocês, mas eu tava esperando que o Magic fechasse a série ontem à noite. Paolo Banchero também tava — e cara, que show ele deu em quadra!

    O garoto simplesmente explodiu com 45 pontos no Jogo 5 contra os Pistons, mesmo com a derrota por 116-109. Foi o maior jogo da carreira dele nos playoffs, superando os 39 que tinha feito contra o Cavaliers no ano passado.

    Quando o Banchero pega fogo, é um negócio absurdo

    17 de 31 nos arremessos de quadra e 6 de 11 do perímetro em 41 minutos. Sinceramente, depois daquela exibição horrível no Jogo 4 (18 pontos com 4/18 nos arremessos), eu não esperava essa explosão toda. O moleque de 23 anos vinha sofrendo críticas pela inconsistência na temporada, mas ontem lembrou todo mundo por que foi escolhido em primeiro no draft.

    A questão é que do outro lado tinha o Cade Cunningham fazendo a mesma coisa. 45 pontos também, 13/23 nos arremessos. Foi literalmente um duelo de titãs — daqueles jogos que a gente lembra anos depois.

    Magic ainda tem tudo na mão

    Por mais frustrante que tenha sido perder essa chance de fechar em casa, o Orlando ainda lidera por 3-2. Jogo 6 vai ser na casa deles de novo, e se o Banchero mantiver esse nível, é difícil ver os Pistons escapando.

    O que me chamou atenção foi a mudança de postura do Paolo. Nos três jogos anteriores ele tinha convertido menos de 41% dos arremessos — números bem ruins pra um cara do calibre dele. Mas quando ele acerta a mão igual ontem? Monstro demais.

    Agora é ver se ele consegue repetir a dose no Jogo 6. Vocês acham que o Magic fecha ou os Pistons forçam um Jogo 7? Esse Cunningham tá jogando muita bola também…