Tag: Cade Cunningham

  • Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas o Cade Cunningham tá preocupando MUITO nessa série contra o Magic. Os Pistons estão 3-1 atrás na primeira rodada dos playoffs, e sinceramente? O cara que deveria ser a estrela do time tá jogando como se fosse rookie nervoso.

    Na derrota de segunda-feira por 94-88, o Cunningham até fez 25 pontos no papel. Mas mano, que 25 pontos horríveis foram esses. O cara errou DEZESSEIS arremessos (acertou só 7 de 23) e ainda perdeu a bola oito vezes. Oito! Isso é coisa de veterano experiente ou de moleque perdido?

    O quarto período que ninguém quer lembrar

    Agora vem a parte que mais dói: no último quarto — quando o jogo se decide, quando a estrela tem que aparecer — o Cade simplesmente sumiu. Dois pontos míseros. Errou todos os cinco arremessos que tentou, incluindo três bolas de três que nem chegaram perto do aro.

    Cara, eu sei que ele voltou há pouco tempo daquela lesão no pulmão no final da temporada regular. Mas é playoffs, brother! É agora ou nunca para esses Pistons que todo mundo falava que estavam “à frente do cronograma”.

    A torcida não tá perdoando

    E os fãs? Rapaz, estão surtando nas redes sociais. “Já é hora de termos uma conversa sobre o Cade também. Ele tem jogado mal”, escreveu um torcedor revoltado. Outro foi mais cirúrgico: “Detroit precisa arrumar outro pontuador porque o ataque não pode viver e morrer pelo Cunningham se eles querem brigar de verdade no Leste”.

    Eu concordo com esse ponto, sabe? Por mais que o Cade seja talentoso (e é muito), não dá pra colocar toda a responsabilidade nas costas de um cara de 23 anos. O time precisa de mais opções ofensivas.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem a virada histórica? Porque olhando esse Cunningham aí, tá difícil de acreditar…

  • Pistons quebram jejum histórico e empatam série contra o Magic

    Pistons quebram jejum histórico e empatam série contra o Magic

    Cara, que jogaço foi esse dos Pistons ontem à noite! Detroit simplesmente destruiu o Orlando Magic por 98-83 e empatou a série em 1-1, mas o mais impressionante foi quebrar um jejum que já tava virando lenda urbana da NBA.

    Eleven jogos. ONZE! Era o recorde histórico da liga de derrotas em casa nos playoffs. A última vitória em Detroit nos playoffs tinha sido em 2008 — quando eu ainda tava no ensino médio, mano. Foi contra o Boston nas finais da conferência, e desde então… só pancada em casa.

    O discurso que mudou tudo

    O técnico J.B. Bickerstaff deve ter soltado o verbo no vestiário no intervalo, porque o que rolou no terceiro quarto foi simplesmente absurdo. Um parcial de 30-3. Trinta a três! O Magic não sabia nem onde tava mais.

    “Ele pegou pesado com a gente no vestiário”, contou Tobias Harris depois. “A mensagem dele foi clara: chega de ‘foi mal aí’. Eles tão correndo mais, pegando rebote ofensivo na nossa cara. E isso não pode acontecer.” E funcionou, né?

    A defesa dos Pistons foi de outro mundo. Onze tocos no jogo inteiro e seguraram Orlando em apenas 18% de aproveitamento nos arremessos contestados. Isso é o menor percentual registrado nos playoffs desde 2013-14, quando a ESPN começou a acompanhar essa estatística.

    Cade Cunningham continua monstro

    E o Cade? Que fase esse menino tá vivendo! 27 pontos, 11 assistências e 6 rebotes. Isso depois de fazer 39 no primeiro jogo. Sinceramente, acho que ele tá pronto pra ser o cara dessa franquia de vez.

    “Isso é basquete dos Pistons”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Tivemos uma noite ruim no jogo 1, mas eu conhecia os meus caras. Sabia que eles iam voltar e mostrar a melhor versão deles.”

    Do lado do Magic, Paolo Banchero fez o que deu: 18 pontos, 8 assistências e 6 rebotes. Mas o cara tava sozinho ali, né? O resto do time simplesmente sumiu com a pressão defensiva de Detroit.

    “Não vamos baixar a cabeça”, garantiu o técnico Jamahl Mosley. “Quando voltarmos pra Orlando, temos que superar isso aí.”

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível em Orlando? O jogo 3 é no sábado, e Detroit aparece como favorito por 3.5 pontos. Depois de 16 anos sem ganhar em casa nos playoffs, qualquer coisa é possível, não acham?

  • Pistons quebram jejum histórico e mostram que ainda têm fogo no forno

    Pistons quebram jejum histórico e mostram que ainda têm fogo no forno

    Cara, eu não acreditei quando vi. Depois de levar uma surra no primeiro jogo contra o Magic, o Detroit Pistons resolveu mostrar pra que veio no jogo 2 e quebrou um jejum que já tava virando lenda urbana.

    18 anos. DEZOITO ANOS sem vencer um jogo de playoffs em casa. O último tinha sido lá em 2008, nas finais da Conferência Leste contra os Celtics, quando ainda jogavam no antigo Palace. Na época, o time tinha monstros como Rip Hamilton, Tayshaun Prince e Rasheed Wallace — que inclusive estavam lá na arquibancada ontem pra ver a história sendo reescrita.

    Cade assumiu as rédeas e não brincou em serviço

    O garoto Cade Cunningham simplesmente resolveu fazer um show. Logo nos primeiros nove minutos já tinha nove pontos no placar, incluindo uma enterrada que fez a Little Caesars Arena explodir. 27 pontos e 11 assistências no final — números de quem tá pronto pra carregar esse time nas costas mesmo.

    E olha, não foi só o Cade não. Seis caras diferentes chegaram aos dois dígitos. Tobias Harris contribuiu com 16 pontos e 11 rebotes, Ausar Thompson mandou 11 pontos com 8 rebotes, Jalen Duren quase fechou um double-double… foi um massacre coletivo.

    Defesa que fez Ben Wallace se orgulhar

    Agora, o que mais me impressionou foi a defesa. SETE tocos só no primeiro quarto! Isso iguala um recorde de playoffs, galera. Ben Wallace devia tá sorrindo na arquibancada vendo essa muralha que o time montou.

    Os Pistons dominaram completamente o garrafão, marcando 54 pontos na área contra apenas 34 do Magic. Uma inversão total do que aconteceu no jogo 1, quando Orlando que tinha dominado lá embaixo.

    Sinceramente? Eu tava começando a achar que esse time nunca ia conseguir quebrar essa maldição. 11 jogos seguidos perdendo em casa nos playoffs — o maior jejum da história da NBA. Mas às vezes é isso mesmo: quando você menos espera, o basquete te surpreende.

    E aí, vocês acham que esse foi só um solavanco ou o Pistons realmente acordou pra valer? Porque se for o segundo caso, essa série pode ficar muito mais interessante do que todo mundo imaginava.

  • Cade Cunningham entra pro clube do Isiah Thomas nos playoffs

    Cade Cunningham entra pro clube do Isiah Thomas nos playoffs

    Mano, que noite foi essa do Cade Cunningham! O garoto simplesmente entrou para o clube mais seleto da história dos Pistons — e olha que estamos falando de uma franquia com duas taças da NBA.

    Na vitória por 98 a 83 sobre o Orlando Magic no Jogo 2, Cade fez 27 pontos e distribuiu 11 assistências, se tornando apenas o segundo jogador na história dos Pistons a ter múltiplos jogos de playoffs com pelo menos 25 pontos e 10 assistências. O outro? Nada mais, nada menos que Isiah Thomas — que fez isso 10 vezes na carreira.

    A lenda estava lá pra ver

    E o mais louco de tudo? Isiah Thomas estava nas arquibancadas do Little Caesars Arena assistindo tudo. O cara recebeu uma ovação de pé da galera e deve ter ficado orgulhoso vendo Cade alcançar essa marca histórica.

    Olha, eu sempre achei que Cade tinha potencial pra ser especial, mas depois daquela lesão no pulmão que quase acabou com a temporada dos Pistons, ele voltou ainda mais determinado. No Jogo 1 já tinha metido 39 pontos, e agora essa exibição completa no Jogo 2.

    Domínio total no terceiro quarto

    O jogo estava empatado no intervalo, mas aí os Pistons resolveram mostrar serviço. Terceiro quarto foi um show à parte: 38 a 16 para Detroit. O Magic simplesmente não conseguiu mais reagir.

    A defesa dos Pistons foi monstruosa — limitaram Orlando a apenas 33% nos arremessos de quadra e ridículos 8 de 32 nas bolas de três. Até o técnico do Magic, Jamahl Mosley, teve que reconhecer o esforço ‘operário’ de Detroit nas duas pontas da quadra.

    Vocês acham que Cade consegue manter esse nível no Jogo 3 em Orlando? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando, não duvido nada que os Pistons façam história nestes playoffs. Quebrar um jejum de 11 derrotas em casa nos playoffs já foi um baita primeiro passo.

    O Jogo 3 rola no sábado no Kia Center, e eu tenho a impressão que vamos ver mais um show do jovem Cunningham. Se continuar nesse ritmo, logo logo vai estar disputando espaço com Isiah Thomas nas discussões sobre os maiores da história da franquia.

  • Cade Cunningham manda bala e Pistons empata série nos playoffs

    Cade Cunningham manda bala e Pistons empata série nos playoffs

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder em casa de novo e mandou uma aula de basquete: 27 pontos, 11 assistências e 6 rebotes na vitória por 98 a 83 sobre o Orlando Magic. E olha, não foi só mais uma vitória — foi o fim de uma maldição histórica.

    Os Pistons estavam com 11 derrotas consecutivas em casa nos playoffs. ONZE! Uma sequência que começou lá em 2008 e virou o maior jejum da história da NBA em jogos de playoff em casa. Sinceramente, eu já estava achando que essa zica nunca ia acabar.

    O show do terceiro quarto

    Mas aí chegou o terceiro quarto e foi simplesmente absurdo. Jogo empatado no intervalo e o Pistons voltou inspirado — 38 a 16 no período! Seis caras diferentes marcando pelo menos 5 pontos cada. Foi um massacre organizado.

    E o mais legal foi ver que o Cade não precisou carregar o piano sozinho dessa vez. No Jogo 1 ele fez 39 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) mas não teve ajuda. Agora? Cinco companheiros marcaram dois dígitos. Tobias Harris com 16, Jalen Duren e Ausar Thompson com 11 cada, Duncan Robertson e Isaiah Stewart com 10.

    Orlando não conseguiu reagir

    Do lado do Magic, Paolo Banchero (18 pontos) e Jalen Suggs (19) até tentaram, mas a dupla errou 14 dos 25 arremessos. O time todo teve apenas 33% de aproveitamento — foi a menor pontuação da temporada deles. Wendell Carter Jr., que tinha feito 17 no primeiro jogo, praticamente sumiu: só 3 pontos em 1 de 6 tentativas.

    Franz Wagner e Desmond Bane conseguiram 12 cada, mas não foi suficiente pra segurar a pressão de Detroit jogando em casa.

    Agora a série tá empatada em 1 a 1 e vai pra Orlando no sábado. Vocês acham que o Magic consegue usar o fator casa pra virar essa situação? Porque se o Cade continuar jogando desse jeito e ainda por cima com ajuda dos companheiros, vai ser complicado segurar essa ofensiva dos Pistons.

    Uma coisa é certa: depois de quebrar essa sequência maldita de derrotas em casa, o Pistons tá com uma confiança renovada. E isso pode fazer toda a diferença numa série que promete ser bem disputada.

  • Isaiah Stewart vira muralha e Cade elogia: ‘Faz tudo em quadra’

    Isaiah Stewart vira muralha e Cade elogia: ‘Faz tudo em quadra’

    Olha, eu sempre falei que o Isaiah Stewart era subestimado, e ontem ele provou isso mais uma vez. Na vitória de 98 a 83 dos Pistons sobre o Magic no jogo 2 dos playoffs, o cara simplesmente virou uma muralha humana no garrafão.

    O Cade Cunningham foi o cestinha da noite com 27 pontos, mas fez questão de dar os méritos pro companheiro de equipe. E não é pra menos — Stewart fez apenas 10 pontos, mas o impacto dele foi absurdo em outras áreas.

    Proteção de aro no mais alto nível

    “Protegendo o aro, dominando por dentro, nos dando rebotes ofensivos… fazendo tudo”, disse Cade sobre o Stewart. “Ele é um jogador muito versátil.”

    E cara, quando você vê os lances do jogo, entende perfeitamente o que o Cade quis dizer. Stewart distribuiu uns tocos monstruosos, incluindo uma enterrada que o Paolo Banchero tentou fazer e simplesmente não passou. O moleque de 1,98m mostrou que tamanho não é documento quando se tem timing e vontade.

    O que mais me impressiona no Stewart é a mentalidade dele. “Estou disposto a colocar meu corpo na linha para fazer essas jogadas”, falou ele após o jogo. Sinceramente, é esse tipo de atitude que separa os bons dos grandes nos playoffs.

    A cultura defensiva dos Pistons

    Não foi coincidência o Ben Wallace estar na arquibancada assistindo. O cara que foi um dos maiores defensores da história da franquia deve ter se orgulhado vendo essa nova geração abraçar a mesma identidade.

    Stewart deixou claro que não sente pressão alguma em carregar essa responsabilidade: “Eu nasci pra isso. Não sinto esse peso porque é quem eu sou, e curto carregar essa identidade pro time”.

    Mano, que mentalidade é essa? Com 24 anos, o cara já entendeu qual é o seu papel e abraça de peito aberto. Não tenta ser o que não é — sabe que pode não ser o maior pontuador, mas pode ser aquele que muda o jogo na defesa.

    Com essa vitória, os Pistons quebraram uma sequência negativa longa de derrotas em casa nos playoffs. E vocês acham que Detroit tem condições reais de incomodar o Magic nessa série? Porque pra mim, com essa dupla funcionando assim, qualquer coisa pode acontecer.

  • Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cara, assistindo esse Pistons x Magic ontem, uma coisa ficou cristalina: Detroit é o tipo de time que ou atropela todo mundo ou sofre pra caramba. Não tem meio termo com essa galera.

    O Pistons venceu por 98 a 83 no Jogo 2, empatando a série em 1-1, mas sinceramente? Continuo com a pulga atrás da orelha sobre esse time de Detroit. Sim, eles foram a primeira seed do Leste na temporada regular, mas essa inconsistência me mata.

    Cade fazendo a diferença (de novo)

    O moleque Cade Cunningham foi simplesmente monstro no segundo jogo. Acertou 11 de 19 arremessos e carregou o time nas costas — de novo. É impressionante como esse cara evoluiu, mas aí que tá o problema: cadê o resto do elenco?

    Jalen Duren, que é All-Star, começou mal pelo segundo jogo consecutivo. 11 pontos e 9 rebotes tá longe de ser ruim, mas pra um cara do calibre dele, esperava mais. E olha que não é só ele — ninguém além do Cade consegue criar jogada própria de forma consistente nesse time.

    Na minha visão, isso deixa uma pressão absurda na movimentação de bola. Funcionou no segundo tempo (onde eles destruíram Orlando), mas dá pra sustentar isso numa série longa? Tenho minhas dúvidas.

    Magic continua um mistério ofensivo

    Agora, sobre o Magic… meu Deus do céu. Esse time às vezes parece que não entende que basquete é sobre fazer mais pontos que o adversário. 16 pontos no terceiro quarto? DEZESSEIS!

    Paolo Banchero tem estrelas nos olhos, mas assim como o Cade, ainda peca na eficiência. Os dois estão acertando pouco mais de 40% dos arremessos e são fracos na linha de três. A diferença é que Detroit pelo menos consegue criar um sistema ofensivo de vez em quando.

    Jamahl Mosley tá com os dias contados se continuar assim. Billy Donovan livre no mercado aí, né? Só digo isso.

    E vocês, acham que o Pistons consegue manter esse nível inconsistente até o final? Porque eu tô vendo esse time oscilando entre parecer candidato ao título e dar uma de jovem demais pros playoffs. Essa série vai ser decidida por quem conseguir acordar o próprio astro primeiro — e até agora, Cade tá levando essa.

  • Pistons precisam de milagre: só um jogo pra salvar a temporada

    Pistons precisam de milagre: só um jogo pra salvar a temporada

    Cara, eu ainda não acredito no que vi no Jogo 1 entre Pistons e Magic. Detroit passou a temporada INTEIRA na liderança da Conferência Leste — não teve um dia sequer fora do primeiro lugar — e chega nos playoffs pra entregar uma das performances mais constrangedoras que já vi.

    O Orlando Magic, oitavo colocado, simplesmente não deixou Detroit liderar nem por um segundo. Nem quando Cade Cunningham fez 39 pontos (trinta e nove!), os Pistons pareceram capazes de assumir o controle do jogo. Foi humilhante.

    A realidade cruel dos playoffs

    Olha, eu sempre defendia Detroit quando todo mundo falava que Celtics, Knicks e Cavs eram os verdadeiros candidatos ao título. “Os caras não tão vendo os Pistons jogando”, eu falava. Agora? Os haters têm toda razão pra dobrar a aposta contra a gente.

    O problema é que playoff não é temporada regular. Você tem tempo demais pra estudar o adversário, montar esquemas específicos. E o Magic fez a lição de casa: fechou completamente o garrafão pros Pistons. Pra um time que não tem arremesso exterior consistente como Detroit, isso foi um desastre completo.

    Quer um número que dói? 34 pontos no paint. Trinta e quatro. O mesmo time que fez 80 pontos na área contra o Brooklyn e pelo menos 60 pontos no garrafão em 38 jogos na temporada conseguiu míseros 34 contra Orlando.

    Jalen Duren sumiu quando mais precisava

    E o Duren? Meu amigo, melhor nem falar. O cara foi completamente anulado — só dois jogadores do Magic tentaram menos arremessos que ele. Na defesa então, foi um festival de cortes pelas costas e posições perdidas. Sinceramente, foi doloroso de assistir.

    Mas sabe o que me deixa com um pingo de esperança? Cade mostrou que aguenta a pressão dos playoffs. 39 pontos provam que ele pode resolver sozinho quando precisa. O problema é que basquete é esporte coletivo, e ele precisa da ajuda dos companheiros.

    A questão agora é: como Detroit vai ajustar? Precisam usar mais o Duren no short-roll, deixar ele trabalhar de frente pro aro em vez de só tentar enfiá-lo no poste baixo. Qualquer coisa pra criar pelo menos um pouco de espaçamento e dar trabalho pra defesa do Magic.

    Quarta-feira é tudo ou nada

    Se os Pistons não conseguirem ajustar no Jogo 2 em casa — e olha que Little Caesars Arena vai estar pegando fogo —, a temporada acabou. Mais que isso: vai ser hora de repensar todo esse projeto.

    Porque se é tão fácil assim anular seu ataque só colocando defensores melhores em quadra, então você não tem fórmula pra ser campeão. E aí Detroit vai ter que tomar decisões difíceis sobre quem faz parte desse futuro de candidato ao título.

    Cunningham já provou que é o cara. Agora os outros precisam aparecer, ou essa história linda de temporada regular vai virar apenas mais uma frustração na história dos Pistons. Vocês acham que eles conseguem dar a volta por cima, ou já era?

  • Duren promete ser mais agressivo após apenas 4 arremessos no Jogo 1

    Duren promete ser mais agressivo após apenas 4 arremessos no Jogo 1

    Cara, o Jalen Duren tá pistola — e com razão. O pivô dos Pistons ficou lá depois do treino de ontem, ralando com três assistentes técnicos grudados nele, simulando aquela defesa sufocante que o Magic aplicou no Jogo 1. E olha, eu entendo a revolta do cara.

    Quatro arremessos. Só quatro! Um jogador que teve média de 19.5 pontos na temporada regular, candidato a Most Improved Player, e os caras conseguiram neutralizar ele desse jeito. “Não é o suficiente”, repetiu duas vezes sobre ter convertido 3 de 4 tentativas. “Isso é culpa minha. Preciso ser melhor pelos meus companheiros.”

    Magic mostrou as garras quando precisou

    Olha, tem que dar crédito pro Orlando. Depois de uma temporada frustrante, cheia de lesões e inconsistência, eles chegaram nos playoffs pela porta dos fundos — tiveram que ganhar aquele play-in contra Charlotte pra garantir a 8ª colocação. Mas quando a coisa apertou, mostraram aquela defesa física que a gente conhece.

    E no Jogo 1? Simplesmente atropelaram os Pistons, que terminaram como 1º colocado do Leste com 60 vitórias. Duren foi limitado a apenas 8 pontos e 7 rebotes — números que não condizem nem um pouco com o monstro que ele se tornou esta temporada.

    Cunningham não pode carregar o piano sozinho

    O Cade Cunningham fez a parte dele — 39 pontos, 5 rebotes, 4 assistências. Mas basquete é esporte coletivo, né? Só o Tobias Harris conseguiu ajudar com dois dígitos (17 pontos). O resto do time simplesmente sumiu.

    “Temos que colocar a bola nas mãos dele mais vezes”, disse o técnico J.B. Bickerstaff sobre Duren. “Eles fizeram um bom trabalho cortando o pick-and-roll, mas precisamos encontrar outras maneiras de ele tocar na bola.”

    Sinceramente? Eu ainda acho que Detroit é time superior. Sessenta vitórias na temporada regular não é brincadeira. Mas playoffs é outra realidade — intensidade, pressão, cada posse vale ouro. E o Magic mostrou que quando joga com aquela garra desesperada de quem não tem nada a perder, pode incomodar qualquer um.

    “Somos melhores do que mostramos no Jogo 1”, garantiu Duren. “Não tenho dúvida de que vamos responder como fizemos a temporada toda.”

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem ajustar e mostrar por que foram o melhor time do Leste? Ou o Magic vai continuar pegando todo mundo de surpresa?

  • Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Cara, EU NÃO ESPERAVA ISSO. O Orlando Magic simplesmente foi lá na casa do Detroit Pistons – primeira cabeça de chave dos playoffs – e mostrou quem manda. 112 a 101. Uma surra que começou no primeiro minuto e não parou mais.

    Desde o jump ball inicial, o Magic foi mais físico que o Detroit. Muito mais. 54 pontos no garrafão contra apenas 34 dos Pistons. É isso mesmo que vocês leram: VINTE PONTOS de diferença só pintando área. O Orlando começou acertando tudo – 7 de 10 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro – enquanto Detroit parecia estar jogando de ressaca.

    Paolo mandou o recado pro Cade

    Paolo Banchero mostrou por que foi a primeira escolha do draft. 23 pontos, 9 rebotes, e jogando como um veterano. Do outro lado, Cade Cunningham até fez 39 pontos (monstro mesmo), mas ficou praticamente sozinho. Só o Tobias Harris chegou aos dois dígitos além dele, com 17 pontos em 5 de 15 arremessos. Sinceramente? Não dá pra ganhar playoff assim.

    O mais impressionante foi a distribuição do Magic. TODOS os cinco titulares fizeram pelo menos 16 pontos. Franz Wagner com 19, e a galera toda contribuindo. Isso é basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.

    Detroit sentiu o peso da expectativa

    “Acho que começamos meio enferrujados”, admitiu o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. Cara, enferrujado é pouco. Tomar 35 pontos no primeiro quarto em casa? Isso não é coisa de time que terminou em primeiro lugar na conferência.

    O problema do Detroit foi exatamente o que eu imaginava: falta de pontuação secundária e dificuldade no perímetro. 36,8% de aproveitamento fora do garrafão, apenas 31,3% das bolas de três. O Orlando não precisou nem respeitar os arremessadores de Detroit – resultado? Jalen Duren quase sumiu de quadra com só 8 pontos.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar no jogo 2? A pressão agora é toda em cima deles. O Magic chegou confiante depois de duas vitórias monstruosas seguidas, incluindo aquela classificação dramática contra Charlotte no play-in.

    Uma coisa eu tenho que dar o braço a torcer: esse time do Orlando, quando está saudável, é MUITO perigoso. Talvez esteja chegando no momento certo da temporada. E o Detroit? Bom, vai ter que mostrar por que terminou em primeiro se quiser evitar uma zebra histórica.

    Jogo 2 é na quarta-feira, ainda em Detroit. A resposta vem aí.