Tag: Cade Cunningham

  • Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Cara, vou ser direto: o Detroit Pistons tem um problemão com bola de três. E olha que não é só questão de percentual — é questão de filosofia mesmo.

    Eu sempre curti a pegada física dos Pistons, essa cara de Detroit raiz, mas assistindo os caras jogarem, fica claro que eles precisam urgentemente de gente que saiba ameaçar do perímetro. Trajan Langdon e JB Bickerstaff têm trabalho pela frente nessa offseason.

    O que é espaçamento de verdade?

    Espaçamento no basquete é quase um ato de caridade, sabe? É você se posicionar longe da bola pra dar espaço pro seu companheiro fazer a jogada. Funciona assim: ou você puxa o defensor pra longe e abre corredor pra infiltração, ou força ele a fechar no garrafão e você fica livre pra arremesso de três. É matemática pura.

    Vi um lance genial do Spurs ontem que exemplifica isso perfeitamente. Stephon Castle infiltrou, puxou a ajuda do Chet Holmgren, rolou a bola pro Keldon Johnson no canto, que achou De’Aaron Fox livre pra bomba de três. Defesa do Thunder ficou completamente perdida. Isso é espaçamento de verdade.

    E o Jared McCain? Monstro. O cara cruza a linha do meio de quadra já com as mãos prontas pra arremessar. Podia ter cortado pro garrafão, mas não — ele sabe qual é o trabalho dele. Três pontos limpos.

    Detroit tá sufocado no garrafão

    Com dois caras que não arremessam no quinteto titular, o Pistons não consegue ter o mesmo espaçamento que San Antonio ou Oklahoma City têm. Eles até pontuaram bem dentro do garrafão na temporada regular, mas nos playoffs? Virou um inferno.

    O garrafão ficava entupido de gente. Contra Cleveland, vi Cade Cunningham virar várias bolas simplesmente porque não tinha ninguém no canto pra receber o passe. Ausar e Duren colapsando pro rebote ofensivo, mas deixando o armador na mão na hora H.

    Tem um lance que me irritou profundamente: Caris LeVert saiu do canto (onde deveria estar ameaçando) pra fazer um bloqueio completamente desnecessário, colocando um defensor extra no caminho do Cade. Cara, isso é falta de QI de jogo básico.

    Até o Ron Holland, que é novato, já sacou a parada — vi ele gesticulando pro Daniss Jenkins e Tobias Harris se afastarem. O moleque entende mais de espaçamento que veteranos no elenco!

    Cadê os atiradores de ofício?

    Olha, não vou criticar ninguém por jogar com suas forças. Se você é bom infiltrando, vai pra cima mesmo. Mas Langdon precisa urgentemente encontrar caras que querem arremessar de três.

    Os números são assustadores: Detroit foi 29º em tentativas de três na temporada regular (entre 30 times) e 14º em 16 nos playoffs. O percentual até que não foi tão ruim (5º lugar), mas isso meio que prova o ponto — eles só arremessam quando tão MUITO livres.

    Ataque de meio de quadra vira previsível quando o adversário não tem medo do seu arremesso de fora. É simples assim.

    Analisando os 10 principais do elenco, fica claro que a maioria vive de arremessos de dois pontos. E aí, como que você vai espaçar direito? Como que você vai criar para o Cade fazer a magia dele?

    Na minha opinião, Detroit precisa de pelo menos dois caras que cheguem no verão pensando: “Meu trabalho é fazer chover de três”. Senão, temporada que vem vai ser mais do mesmo: garrafão lotado e Cade fazendo milagre.

    Vocês acham que os Pistons conseguem resolver isso na agência livre ou vão ter que apostar em trade mesmo?

  • Jokic e SGA dominam: veja quem foi pro All-NBA 2026

    Jokic e SGA dominam: veja quem foi pro All-NBA 2026

    Cara, que seleção maluca foi essa do All-NBA 2026! Jokic e Shai Gilgeous-Alexander foram UNÂNIMES no primeiro time — e olha, isso não é pouca coisa não. Quando 100 jornalistas concordam sobre alguma coisa na NBA, é porque o negócio tá óbvio mesmo.

    O que mais me impressionou? Wembanyama perdeu a unanimidade por UM VOTO só. Um! O francesão teve 99 votos pro primeiro time e um maluco decidiu colocar ele no segundo time. Sinceramente, quem foi esse cara que pensou diferente? Porque Victor foi simplesmente monstruoso essa temporada toda.

    O primeiro time que ninguém esperava

    Junto com Jokic, SGA e Wemby, temos Luka Doncic (que já virou rotina mesmo) e… Cade Cunningham! Isso aí, o garoto de Detroit finalmente chegou lá. 60 votos pro primeiro time contra 44 do Jaylen Brown. Na minha visão, Cade merecia mesmo — o cara carregou um Pistons que ninguém dava nada nas costas.

    Jokic fazendo All-NBA pela oitava vez já virou brincadeira. O sérvio tá numa consistência absurda que só lembra os grandes mesmo. E SGA? Quarta vez no All-NBA e ainda tem uns 25 anos. Esse aí vai longe.

    Onde estão LeBron, Curry e Giannis?

    Agora vem o plot twist: LeBron James ficou de fora! Segunda vez em 23 temporadas que isso acontece. A regra dos 65 jogos pegou ele, junto com Stephen Curry e Giannis Antetokounmpo. É… quando você não joga, não tem como aparecer na lista, né?

    Giannis tinha uma sequência de oito anos consecutivos aparecendo em TODO ballot do All-NBA. Acabou. Curry também ficou de fora por lesão. É o fim de uma era? Não sei, mas é estranho ver um All-NBA sem esses caras.

    No segundo time, Kevin Durant conseguiu sua 12ª seleção All-NBA (o cara é uma máquina), junto com Kawhi Leonard, Donovan Mitchell, Jaylen Brown e Jalen Brunson. KD aos 37 anos ainda mandando ver é de impressionar.

    O terceiro time trouxe várias caras novas: Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren. Todos estreando no All-NBA. É a nova geração chegando com tudo.

    E aí, vocês concordam com essa seleção? Cade Cunningham no primeiro time foi surpresa ou merecido mesmo?

  • Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Cara, que montanha-russa foi essa temporada do Detroit Pistons, né? Sessenta vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e depois aquela humilhação no jogo 7 contra o Cleveland Cavaliers. Sinceramente, dói no coração ver um time que fez uma campanha histórica se desmanchar desse jeito nos playoffs.

    Olha, vou ser direto: os Pistons provaram que são time de verdade, mas também aprenderam na marra que dominar a temporada regular não significa nada se você não consegue entregar quando a coisa aperta. E agora? Trajan Langdon tem duas decisões difíceis pela frente.

    A temporada mágica que virou pesadelo

    Vamos dar o devido valor primeiro — o que os Pistons fizeram foi absurdo. De 60 derrotas para 60 vitórias em duas temporadas? Isso nunca aconteceu na NBA. Nunca. Eles viraram a segunda melhor defesa da liga, ganharam a divisão pela primeira vez desde 2008, e transformaram Cade Cunningham num astro de verdade.

    O garoto evoluiu demais, ganhou troféu de jogador do mês várias vezes e mostrou que pode carregar um time nas costas. Até quando se machucou no final da temporada, Detroit foi 13-4 sem ele. Parecia que tinha entrosamento e banco forte.

    Mas aí chegaram os playoffs… E cara, que exposição dolorosa. Cleveland simplesmente parou o jogo, dissecou o ataque dos Pistons na meia-quadra, e mostrou que aquela ofensiva linda da temporada regular tinha furos gigantes. Os caras não conseguiam criar arremessos limpos de 3, o espaçamento desmoronou, e alguns jogadores viraram peso morto nos momentos decisivos.

    Jalen Duren: o dilema de 30 milhões

    E aqui chegamos na decisão mais difícil: o que fazer com Jalen Duren? Na temporada regular, o cara foi monstro — primeiro All-Star Game, double-double toda noite, âncora defensiva. Mas nos playoffs contra Cleveland? Completamente exposto.

    Os Cavaliers lotaram o garrafão e praticamente falaram: ‘se vira aí, gigante’. Duren não consegue arremessar de longe, não castiga as trocas de marcação, e ainda por cima entupiu as linhas de penetração do Cade. O ataque ficou previsível demais sempre que ele estava em quadra com outros jogadores que não arremessam de 3.

    O problema é que agora vem a conta: Duren pode pedir algo entre 30-35 milhões por ano na agência livre. Com o Cade ganhando mais de 50 milhões daqui a pouco, será que vale a pena pagar essa fortuna por um pivô tradicional que some nos playoffs?

    Na minha opinião, não vale. Os Pistons precisam explorar um sign-and-trade enquanto o valor de mercado do Duren ainda está alto. Trocar por um pivô que arremessa de longe ou um segundo criador de jogadas seria muito mais inteligente. Lealdade emocional não ganha championship.

    E aí, vocês acham que Detroit vai ter coragem de mexer no time que fez 60 vitórias? Ou vão apostar que foi só azar nos playoffs?

  • Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Pistons. Sessenta vitórias na temporada regular — algo que ninguém esperava após aquela catástrofe de 2024 com 68 derrotas. Mas sinceramente? Esse time nunca teve cara de candidato real ao título, e os playoffs deixaram isso bem claro.

    Sete jogos pra eliminar o Orlando Magic (que demitiu o técnico Jamahl Mosley na sequência, imaginem a humilhação). Depois perderam em sete pro Cleveland Cavaliers, parecendo uma equipe de ensino médio no ataque. É doloroso de assistir.

    A defesa salvou, mas o ataque afundou

    Olha só que loucura: os Pistons tiveram a segunda melhor defesa da liga. Segunda! Isso explica as 60 vitórias, mas também mostra o problema — quando você depende SÓ da defesa, vai dar ruim nos playoffs. E deu.

    O time começava dois caras que não sabem arremessar de 3: Jalen Duren e Ausar Thompson. O Cade Cunningham, que deveria ser a estrela, jogou com uma eficiência medíocre o ano todo. Como que você quer competir assim na pós-temporada? É impossível.

    A diretoria teve a oportunidade de fazer uma troca grande antes do deadline e não fez. Erro crasso. Agora tá aí o resultado — eliminação precoce e cara de quem não sabe por onde começar.

    Duren sumiu na hora H

    O Jalen Duren teve uma temporada regular monstro: 19.5 pontos, 10.5 rebotes, 65% de aproveitamento nos arremessos. O garoto parecia ter virado gente grande. Mas aí chegaram os playoffs e… cadê? Simplesmente desapareceu quando mais precisavam dele.

    Agora ele vai ser agente livre restrito, e vocês acham que ele merece uma renovação gorda depois dessa performance? Eu tô na dúvida, não vou mentir. Talvez a pressão dos playoffs tenha mostrado que ele ainda não tá pronto pra ser o cara.

    E agora, José?

    A resposta é óbvia: ARREMESSO DE 3. Os Pistons precisam desesperadamente de caras que saibam chutar de longe. Não dá pra ganhar nada na NBA moderna se você não espalha a quadra.

    Eles têm a 21ª escolha do draft — não vai resolver o problema, mas já ajuda se pegarem um cara que sabe atirar. O foco tem que ser encontrar veteranos que complementem o Cade e tragam esse espaçamento que tanto falta.

    Duncan Robinson tá com garantia parcial, Tobias Harris é agente livre… decisões importantes pela frente. Mas uma coisa é certa: se continuarem com essa filosofia de “vamos ganhar só na defesa”, vão passar mais uns anos vendo os outros brigarem pelo título.

    Sessenta vitórias foram ótimas, mas os torcedores de Detroit merecem mais que isso. Merecem um time que saiba jogar basquete moderno nos dois lados da quadra.

  • Paul Pierce detona Pistons: ‘Só 2 jogadores prestam’

    Paul Pierce detona Pistons: ‘Só 2 jogadores prestam’

    Cara, quando o Paul Pierce fala, todo mundo para pra escutar. E dessa vez ele não foi nada gentil com os Pistons — que saíram humilhados no Jogo 7 contra Cleveland por 125-94, em casa mesmo.

    O lendário ala dos Celtics foi direto ao ponto no podcast “No Fouls Given”: Detroit só tem DOIS jogadores que não podem ser negociados. Cade Cunningham (óbvio) e Daniss Jenkins. O resto? “Eu estaria explorando opções de trade pra todos eles”, disse Pierce sem papas na língua.

    A bronca pesada do The Truth

    “Olha esse elenco, não tem potencial nenhum”, disparou Pierce. Mano, quando você ouve isso vindo de um cara que ganhou anel em 2008, dói diferente.

    E olha que ele até deu uma chance pro Ausar Thompson… meio que zoando: “A não ser que o Ausar volte arremessando de três como o Klay Thompson, aí beleza. Mas isso não vai acontecer”.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração. Os Pistons foram CABEÇA DE CHAVE no Leste e tomaram uma surra histórica em casa, no jogo mais importante da temporada. Cleveland meteu 125 pontos neles como se fosse treino.

    Tobias Harris na berlinda

    Pierce não poupou nem o Tobias Harris, que foi contratado justamente pra dar experiência pro time. “Estou explorando trades pra ele também”, foi categórico.

    E eu fico pensando: será que ele tem razão? Donovan Mitchell (26 pontos em 31 minutos), Jarrett Allen (23) e Evan Mobley (21) fizeram o que quiseram contra Detroit. Pareceu que os Pistons nem apareceram pra jogar.

    “Eu pensei que fosse o primeiro jogo da temporada regular, do jeito que Detroit jogou”, completou Pierce. “Não parecia que a vida estava em jogo, a temporada estava em jogo, em casa, pra avançar”.

    Vocês acham que Pierce exagerou ou falou a real? Porque olhando esse elenco dos Pistons, fora o Cade que é craque mesmo, o resto deixa a desejar pra um time que quer brigar por título.

  • Cade desabafa após eliminação dolorosa: ‘Esse jogo foi uma merda’

    Cade desabafa após eliminação dolorosa: ‘Esse jogo foi uma merda’

    Cara, que dor ver o Cade Cunningham assim. O garoto não conseguiu esconder a frustração depois da eliminação brutal do Detroit Pistons no jogo 7 contra o Cleveland Cavaliers. E quando digo brutal, é porque foi 125-94 mesmo — um massacre em casa, na frente da torcida.

    A franqueza dolorosa do Cade

    “Esse jogo foi uma merda”, disse Cade pros repórteres. Direto, sem rodeios. É isso que eu gosto no moleque — ele não vem com papinho de coach, fala o que tá sentindo mesmo.

    E olha, dá pra entender a revolta dele. Os Pistons tinham TODA a moral depois de forçar o jogo 7 com aquela vitória heroica no jogo 6. Estavam em casa, com a torcida empurrando… e aí acontece isso. O próprio Cade falou que lembrou da eliminação do ano passado, também em casa. Imagina que bad trip.

    Os números do Cade no jogo 7 foram bem frustrantes: apenas 13 pontos, com 5/16 nos arremessos e um terrível 0/7 do perímetro. Para um cara que vinha sendo o motor do time, deve ter doído muito não conseguir aparecer no momento mais importante.

    Cavaliers voando alto

    Do outro lado, os Cavs mostraram por que estão entre os favoritos no Leste. Donovan Mitchell comandou com 26 pontos antes de ser expulso por faltas, mas nem precisou mais — Jarrett Allen e Sam Merrill fizeram 23 cada, Evan Mobley contribuiu com 21. Foi um show coletivo.

    Agora Cleveland vai enfrentar o New York Knicks na final da conferência. E sinceramente? Depois de ver os Cavs destruírem Detroit dessa forma, eles chegam com uma confiança absurda.

    O que vem por aí

    O mais interessante foi ver a maturidade do Cade na reflexão pós-jogo. “Tinha uma grande oportunidade de seguir em frente e vivenciar coisas novas que não tínhamos experimentado. Ficamos próximos, mas falhamos. Essa dor vai ficar por um tempo.”

    E ele tem razão, né? Detroit chegou mais longe do que muita gente esperava, mas quando você prova o gostinho dos playoffs, quer mais. A pergunta que fica é: será que essa experiência vai fazer o time voltar mais forte ano que vem, ou vai ser mais um “quase” na carreira do Cade?

    Na minha opinião, esse tipo de derrota dolorosa pode ser o combustível que o Pistons precisa. O Cade já mostrou que tem personalidade de estrela — agora é sobre transformar essa frustração em motivação para a próxima temporada. Vocês acham que Detroit consegue dar o próximo passo?

  • Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Olha, quando eu vi que ia ter Game 7 entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers, quase derramei o café aqui. Depois de anos vendo esses times brigando pra sair do fundo da tabela, agora eles estão decidindo uma série de playoffs em pleno 2026. E ainda por cima em Detroit!

    A série tá 3-3 e hoje é domingo, dia 17 de maio, 20h (horário de Brasília) no Little Caesars Arena. Amazon vai transmitir – pelo menos uma coisa boa dessa era das streamings, né? E detalhe: os Pistons são favoritos por 4.5 pontos jogando em casa.

    Cade vs Mitchell: o duelo que define tudo

    Sinceramente? Eu não esperava que o Cade Cunningham chegasse nesse nível tão cedo. O cara tá carregando Detroit nas costas, e agora vai ter que fazer isso num Game 7 contra o Donovan Mitchell – que todo mundo sabe que é monstro em jogos decisivos.

    Do lado de Cleveland, olha essa escalação: Mitchell, James Harden (sim, o Barba ainda tá aí), Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen. É um time que no papel parece muito mais experiente, mas a juventude dos Pistons tá fazendo diferença nessa série.

    E vocês viram o Ausar Thompson? O garoto tá defendendo como um louco e ainda contribuindo no ataque. Ao lado do Cade, ele tá sendo fundamental pra essa campanha histórica de Detroit.

    A pressão tá toda em Cleveland

    Na minha visão, os Cavs que têm mais a perder aqui. Eles montaram esse time pra chegar longe nos playoffs, com o Mitchell e o Harden (que por algum milagre ainda tá jogando em alto nível). Perder pra um Pistons que teoricamente ainda tá “em reconstrução” seria um vexame histórico.

    Mas é isso que eu amo na NBA – qualquer coisa pode acontecer num Game 7. Mobley e Allen vão ter que dominar o garrafão contra o Jalen Duren, que tá tendo uma série absurda. E o Tobias Harris, veterano do time, sabe o que é pressão de playoffs.

    O que vocês acham? Quem leva essa? Eu tô com o coração dividido, mas algo me diz que a energia da torcida de Detroit pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Olha, que história maluca essa do MVP de 2026. O Shai Gilgeous-Alexander levou merecidamente, mas o que mais me chamou atenção foi como o Luka Dončić e o Cade Cunningham conseguiram driblar o sistema e ainda saíram ganhando.

    Os dois perderam o recurso por jogos perdidos — Luka ficou com 64 jogos (faltou 1 pra regra dos 65 mínimos) e o Cunningham também. Mas a liga aceitou as justificativas: Luka perdeu dois jogos porque nasceu a filha dele na Eslovênia (cara, imagina perder MVP por estar no parto da filha?), e o Cunningham ficou fora 12 jogos por causa de um pulmão colapsado. Bagulho sério mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    E agora vem o plot twist: Dončić terminou em 4º no MVP e Cunningham em 5º. Como o All-NBA primeiro time segue a mesma votação, os dois devem estar garantidos na seleção principal junto com SGA, Jokić e Wembanyama.

    Sinceramente? Acho que fizeram certo em aceitar os recursos. Imagina o Luka perdendo prêmios porque quis estar presente no nascimento da filha. Isso seria desumano demais, né?

    Cunningham ainda fez história sendo o primeiro americano a receber votos de primeiro lugar para MVP desde 2021. Dois votos só, mas quebrou uma seca de 5 anos. O último tinha sido Stephen Curry, Chris Paul e Derrick Rose em 2021.

    Jokić continua sendo um monstro absurdo

    Falando em consistência, o Nikola Jokić terminou em segundo pela terceira vez — e isso coloca ele numa lista bem seleta. Seis temporadas consecutivas terminando entre os dois primeiros no MVP (ganhou em 2021, 2023 e 2024, foi segundo em 2022, 2025 e agora 2026).

    Sabe quem mais fez isso? Só Bill Russell e Larry Bird. Russell nos anos 50/60 e Bird nos anos 80. Ou seja, o sérvio tá literalmente entre os maiores da história quando falamos de dominância prolongada.

    E tem outro dado maluco: 13 anos consecutivos sem um número 1 do draft ganhar MVP. O último foi LeBron em 2013 pelo Miami. De lá pra cá, só caras que foram escolhidos depois: KD (2º), Curry (7º), Westbrook (4º), Harden (3º), Giannis (15º), Jokić (41º) e Embiid (3º).

    Vocês acham que essa ‘maldição’ dos primeiros picks vai continuar? Porque olhando os candidatos atuais, não vejo nenhum número 1 recent dominando assim não…

    O que mais me impressiona é como o basquete tá internacional. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wemby (francês), Luka (esloveno). Só o Cunningham representando os EUA no top 5. Os tempos mudaram mesmo.

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Cara, que jogaço foi esse em Cleveland! Os Detroit Pistons simplesmente não quiseram ir embora de casa e empataram a série contra os Cavaliers em 3-3 com uma vitória dominante por 115-94. E olha, eu não esperava que eles conseguissem jogar assim fora de casa.

    O Cade Cunningham fez o que já virou rotina — liderou a pontuação com 21 pontos. Mas a grande sacada do técnico JB Bickerstaff foi apostar no banco de reservas. Paul Reed saiu do banco e meteu 13 pontos só no segundo tempo, empatando com Daniss Jenkins como maior pontuador dos Pistons nos dois quartos finais.

    O banco fez a diferença

    Sinceramente, quem esperava que o Paul Reed ia ser protagonista numa partida de playoff? O cara simplesmente apareceu na hora certa. E não foi só ele — Marcus Sasser teve um +27 absurdo em apenas 18 minutos, sendo uma dor de cabeça constante para a defesa dos Cavs.

    O mais impressionante é que Detroit conseguiu quebrar uma sequência histórica: Cleveland não havia perdido nenhum jogo em casa nos playoffs até ontem. Era literalmente uma fortaleza o Rocket Arena, mas os Pistons chegaram lá e fizeram a festa.

    Dominaram do garrafão às bolas de 3

    Foi uma aula de basquete completo. Os Pistons controlaram totalmente o garrafão — 48 pontos na pintura contra apenas 26 dos Cavs. Jalen Duren finalmente acordou e cravou um double-double com 15 pontos e 11 rebotes. Era disso que Detroit precisava do seu pivô.

    Nas bolas de três, então? Chuva total. 16 de 36 tentativas (44,4%), enquanto Cleveland ficou patinando com apenas 34,3% do perímetro. E ainda por cima, forçaram 20 turnovers dos donos da casa e converteram isso em 28 pontos. Basquete moderno na veia.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem fechar a série em casa no jogo 7? Porque na minha opinião, se jogarem assim de novo, os Cavs vão ter que suar muito para passar. Domingo vai ser guerra total em Detroit!