Tag: Cade Cunningham

  • Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Gente, que volta é essa? Cade Cunningham está de volta hoje contra o Milwaukee Bucks depois de 11 jogos parado por causa de um pulmão colapsado. Pulmão colapsado, cara! Não é uma torçãozinha no tornozelo — é coisa séria mesmo.

    O lance aconteceu no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e inicialmente todo mundo achava que a temporada dele tinha acabado. Os médicos falaram que ele só voltaria na semana dos playoffs, que começam dia 18 de abril. Mas não, o monstro se recuperou muito mais rápido que o esperado.

    Os números do garoto impressionam

    Olha só os números que ele tava fazendo antes da lesão: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo em 61 partidas. Média de mais de 34 minutos em quadra. Sinceramente, não dá pra negar que o cara é especial.

    E vocês sabem o que é o mais absurdo nessa história toda? O Detroit foi MELHOR sem ele! 8 vitórias e apenas 3 derrotas no período que ele ficou fora. Até garantiram o mando de quadra nos playoffs da Conferência Leste no sábado passado. Isso mostra a qualidade do elenco que eles montaram.

    A polêmica dos 65 jogos

    Agora vem a parte interessante — e que pode mudar tudo na NBA. Por causa da lesão do Cunningham, o sindicato dos jogadores (NBPA) tá pressionando pra acabar com aquela regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios individuais.

    A regra foi aceita há três anos, mas o caso do Cade virou o ponto de ruptura. Imagina você fazendo uma temporada monstro dessas e não poder concorrer ao prêmio de Jogador Mais Melhorado ou coisa parecida por causa de uma lesão grave? É sacanagem mesmo.

    O timing da volta dele não podia ser melhor — três jogos restantes na temporada regular pra ele pegar ritmo antes dos playoffs. E olha que o Pistons não brinca: eles querem fazer barulho nos playoffs depois de tanto tempo na zona de rebaixamento.

    E aí, vocês acham que o Cade volta no mesmo nível? Pulmão colapsado não é brincadeira, mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que esses caras são de outro planeta quando se trata de recuperação.

  • Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Mano, que volta é essa do Cade Cunningham! O armador do Detroit Pistons finalmente retornou às quadras ontem contra o Milwaukee Bucks depois de ficar 11 jogos fora por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo — pulmão colapsado. Coisa de louco mesmo.

    A lesão rolou no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e na época todo mundo pensava que o Cade só ia voltar nos playoffs. Mas olha só que recuperação absurda — o cara tá pronto pra jogar os últimos três jogos da temporada regular.

    Pistons voando sem o craque

    E o mais impressionante? Detroit foi simplesmente monstro na ausência do seu astro: 8 vitórias em 11 jogos. Oito! E ainda garantiram a vantagem de jogar em casa durante todos os playoffs da Conferência Leste. Sinceramente, ninguém esperava que os Pistons conseguissem manter esse nível sem o Cade.

    Isso mostra como esse time evoluiu. Não é mais aquele Detroit que dependia só de uma estrela — agora tem profundidade, sistema, química. Mas óbvio que ter o Cade de volta deixa todo mundo mais tranquilo, né?

    A questão dos prêmios individuais

    Agora vem uma parada interessante: se o Cade jogar esses últimos três jogos da temporada regular, ele vai ficar com 64 partidas — uma a menos que o mínimo de 65 exigido pra concorrer aos prêmios de fim de temporada.

    Mas tem uma brecha no acordo coletivo chamada “desafio de circunstâncias extraordinárias”. Basicamente, um árbitro independente pode revisar o caso e decidir se a situação do Cade se encaixa. E convenhamos, pulmão colapsado é bem extraordinário mesmo.

    O cara tá fazendo uma temporada absurda: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo. Números de All-Star, fácil. Seria uma injustiça tremenda se ele ficasse de fora da briga pelos troféus por causa de uma lesão bizarra dessas.

    Vocês acham que ele consegue a liberação do árbitro? Eu acho que deveria rolar — afinal, não foi culpa dele ter tido essa complicação médica louca. E agora que ele voltou, Detroit pode sonhar ainda mais alto nos playoffs que começam dia 18 de abril.

  • Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Galera, essa história do Cade Cunningham me deixou genuinamente preocupado. Pulmão colapsado é coisa séria, não é brincadeira — e agora finalmente temos uma luz no fim do túnel. O astro do Detroit Pistons foi considerado “duvidoso” antes de ser descartado da derrota de segunda-feira para o Orlando Magic, mas olha só: isso pode significar que ele volta antes dos playoffs começarem.

    Desde 19 de março que o Cade está fora por conta desse problema no pulmão esquerdo. Cara, quando eu soube da lesão, pensei “lá se vai a temporada histórica do Detroit”. Mas o protocolo de retorno já começou, e junto com ele, Isaiah Stewart (que tá fora desde 15 de março com uma distensão na panturrilha) também está progredindo.

    JB Bickerstaff otimista com os retornos

    O técnico J.B. Bickerstaff não quis cravar nada — e fez bem, né? — mas deixou claro que ambos estão “fazendo mais e mais a cada dia”. A frase dele que mais me chamou atenção foi: “sempre se trata de como você responde no dia seguinte”. É isso aí, uma lesão dessas é dia após dia mesmo.

    “Até agora, tudo bem. Eles estão dando passos na direção certa”, disse Bickerstaff. Sinceramente? Eu tô torcendo muito pra que dê tudo certo. Ver um jogador desse nível fora por algo tão sério mexe comigo.

    Detroit surpreendeu sem seu craque

    Aqui que a história fica absurda: o Detroit GARANTIU a primeira colocação no Leste sem o Cade! Isso mesmo, bateram o Philadelphia 76ers no sábado e fecharam como cabeça de chave número 1. Quem diria, hein?

    Antes da lesão, o menino estava cotado pra MVP — e com razão. 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Números de monstro. Agora imagina esse time, que já provou ser resiliente, com o Cade de volta pra uma corrida nos playoffs? Pode dar muito certo.

    Restam apenas três jogos na temporada regular. E aí, vocês acham que o Detroit consegue fazer barulho nos playoffs mesmo se o Cade não voltar 100%? Ou será que essa pausa forçada pode até ter sido boa pra ele descansar antes da pós-temporada?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste sem Cade – que defesa é essa?

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Detroit Pistons acabaram de garantir a primeira colocação na Conferência Leste, e isso COM O CADE CUNNINGHAM FORA há quase duas semanas por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo, pulmão colapsado. Basketball é esporte de contato mesmo.

    O que mais me impressiona? Eles fizeram isso atropelando o Philadelphia 76ers por 116 a 93 no sábado. Foi uma surra dessas que você assiste e fala: “opa, esse time tá diferente”.

    Defesa que funciona mesmo sem as estrelas

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando o Cade caiu, eu pensei que os Pistons iam desandar. O cara estava fazendo 24,5 pontos e quase 10 assistências por jogo – era praticamente o motor do time. Mas aí que tá a loucura: sem ele, o Detroit foi 7-2 em nove jogos. E as duas derrotas? Ambas na prorrogação, sendo uma pro Oklahoma City Thunder, que são os campeões vigentes.

    O Ausar Thompson disse uma coisa que me chamou atenção: “Com o Cade aqui éramos mais relaxados, sabíamos que tínhamos um superstar pra nos levar às vitórias. Mas desde que ele saiu, todo mundo se uniu e soube que tinha que ser mais garra”.

    E monstro, que garra. Thompson lidera a NBA em roubos de bola e já ganhou duas vezes o prêmio de Melhor Defensor do Mês no Leste. O cara tá numa missão de segurar todo mundo abaixo dos 100 pontos. Contra o Sixers conseguiu – eles fizeram só 93.

    Jalen Duren assumindo o protagonismo

    Sem o Cade distribuindo o jogo, quem assumiu foi o Jalen Duren. O pivô All-Star tá fazendo 23 pontos e 11 rebotes com 66% de aproveitamento nos arremessos desde que o armador se machucou. Absurdo, né?

    E o Daniss Jenkins, que tava numa fase ruim no meio da temporada, aproveitou os minutos extras pra renascer: 19,3 pontos e mais de 7 assistências. No sábado deu 14 assistências – uma a menos que seu recorde pessoal.

    Vocês acham que quando o Cade voltar (e vai voltar pros playoffs, pelo que tudo indica), esse time vai ser ainda mais perigoso? Eu acho que sim. A defesa melhorou, os arremessos de 3 decolaram (38,8% sem o Cade, sendo que eram um dos piores times da liga nesse fundamento), e todo mundo ganhou confiança.

    O Tobias Harris, que voltou pro Detroit depois de mais de 5 anos no Sixers, foi vaiado a noite toda na Filadélfia. Resposta dele? 19 pontos em 26 minutos liderando a vitória. “Não assumimos uma mentalidade de banco de reservas”, disse ele. “Eu falei: vamos mostrar pra todo mundo que sabemos jogar”.

    Primeira colocação no Leste desde 2006-07. Defesa funcionando. Jovens assumindo responsabilidade. E o melhor: o Cade deve voltar pros playoffs. Esse Detroit pode dar muito trabalho, hein?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Cara, eu ainda tô processando o que acabou de acontecer. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que a gente via brigando pra não ser o pior da NBA — acabaram de garantir a primeira colocação da Conferência Leste. Atropelaram os 76ers por 116 a 93 no sábado e agora tão com 57 vitórias e 21 derrotas.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição tão cedo. A última vez que eles foram cabeças de chave do Leste foi em 2007, quando perderam nas finais de conferência pro LeBron (aquela série histórica que transformou o King em lenda).

    Jogo coletivo que impressiona

    O que mais me chama atenção nesse time é como eles jogam em conjunto. Contra os Sixers, sete caras diferentes terminaram com dois dígitos no placar. Tobias Harris foi o cestinha com 19 pontos, mas olha só: também pegou 4 rebotes e fez 4 roubadas de bola. É esse tipo de jogo completo que tá levando Detroit longe.

    E a defesa? Monstro. Limitaram os 76ers (que tavam sem Embiid, é verdade) a apenas 44% nos arremessos de quadra e uns patéticos 28% de três pontos. Forçaram 15 turnovers também. Tyrese Maxey até tentou, fez 23 pontos, mas não teve jeito.

    A grande incógnita: Cade Cunningham

    Agora vem a pergunta que não quer calar: e o Cade? O cara tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — coisa séria, gente. Os Pistons falaram na quinta que ele tá progredindo, mas ainda não tem data pra voltar. Vai ser reavaliado semana que vem.

    Olha, na minha visão, isso é meio preocupante. Os playoffs começam no dia 18 de abril, e ter teu principal jogador numa situação incerta não é o ideal. Por outro lado — e aqui tá o absurdo — o time fez 8-2 sem ele. Isso mostra a profundidade do elenco ou a fase mágica que eles tão vivendo?

    Os Pistons já garantiram vantagem de mando enquanto avançarem no Leste. Ultrapassar Oklahoma City Thunder (61-16) e San Antonio Spurs (59-19) pra ter vantagem em toda a pós-temporada seria quase impossível, mesmo com Cade 100%.

    E aí, vocês acham que essa campanha dos Pistons é sustentável nos playoffs? Ou vai ser mais uma daquelas histórias bonitas que acaba na primeira rodada?

  • Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Mano, que azar do caramba. O Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada absolutamente monstruosa pelos Pistons, vai perder a chance de concorrer aos prêmios da NBA por causa de uma lesão bizarra: pulmão colapsado.

    É isso mesmo que vocês leram. O cara mergulhou numa bola perdida contra o Washington Wizards no dia 17 de março, bateu com o Tre Johnson e… pulmão colapsado. Desde então, fora de combate.

    A regra cruel da NBA

    A NBA tem uma regra meio sem coração: se você perder 18 jogos ou mais, já era — não pode concorrer a MVP, Melhor Jogador Defensivo, nada. E o Cade, que jogou 61 partidas, vai ser reavaliado só semana que vem. Com três jogos ainda pela frente antes dessa reavaliação, dificilmente ele volta a tempo.

    O mais doloroso? O garoto tava fazendo uma temporada surreal. 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. E olha só: os Pistons estão com 55-21, na liderança isolada do Leste! Quem diria que Detroit estaria brigando pelo primeiro lugar, né?

    Lista dos “azarados” cresce

    Cunningham vai se juntar a uma galera que também perdeu a chance por lesão. A lista inclui nomes pesados: Anthony Edwards, Giannis, LeBron, Curry, Joel Embiid… É de cortar o coração ver tantos craques ficando de fora.

    Sinceramente, acho que essa regra dos 18 jogos deveria ser repensada. Entendo que é pra valorizar a consistência, mas às vezes as lesões são parte do jogo — principalmente quando o cara se machuca se doando pela equipe, como foi o caso do Cade.

    O que vocês acham? Será que ele volta ainda nessa temporada pra ajudar Detroit nos playoffs? Uma coisa é certa: quando voltar, vai ter que provar que ainda é o mesmo monstro que vinha sendo antes da lesão.

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cara, essa doeu. O Cade Cunningham vai ficar de fora por pelo menos mais uma semana por causa da lesão no pulmão, e isso significa uma coisa: ele não vai poder concorrer ao MVP nem fazer o All-NBA Team. A maldita regra dos 65 jogos acabou com o sonho do cara.

    Olha só que situação bizarra: o Cunningham estava tendo a temporada da vida dele — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de MVP mesmo, não tem como negar. Mas aí ele sofre um pneumotórax (lesão no pulmão, coisa séria) no jogo contra Washington em março e já perdeu 8 jogos. Agora vai perder pelo menos mais 4.

    Detroit voando sem ele, mas…

    O mais louco é que os Pistons estão indo absurdamente bem mesmo sem o cara. 55 vitórias e 21 derrotas, brigando pelo melhor recorde do Leste! Eles foram 6-2 nos jogos sem ele e ainda por cima conquistaram o título da divisão Central pela primeira vez desde 2008. Até apareceu no banco contra o Toronto essa semana.

    Mas sinceramente? Isso não deveria importar pra elegibilidade de prêmios individuais. O moleque estava no papo de MVP antes de se machucar, e agora vai ficar de fora por causa de uma lesão que nem foi culpa dele.

    A polêmica regra dos 65 jogos

    A Associação dos Jogadores já veio com tudo criticar essa regra. E olha, eu concordo 100% com eles. Falaram que é “arbitrária e rígida demais” — e tá certo mesmo. Como é que você pune um cara que se machucou de verdade?

    O Adam Silver respondeu dizendo que a regra tá funcionando como deveria, mas demonstrou empatia pela situação do Cunningham. Cara, empatia é legal e tal, mas não resolve o problema do moleque, né?

    Na minha opinião, essa regra precisa de pelo menos uma exceção pra lesões graves. Pneumotórax não é moleza — é coisa que pode ser perigosa se não tratada direito. E aí o cara vai ser punido por cuidar da saúde?

    Vocês acham que essa regra dos 65 jogos faz sentido ou é sacanagem demais com quem se machuca? Porque pra mim, ver o Cunningham perdendo a chance de disputar o MVP depois da temporada monstruosa que ele tava fazendo é de partir o coração.

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Olha, quando o Cade Cunningham machucou o pulmão, todo mundo achou que os Pistons iam desabar. Eu mesmo fiquei preocupado — não vou mentir. Mas cara, esse time tá mostrando uma garra que eu não esperava.

    E o grande responsável por isso? Jalen Duren. O pivô simplesmente virou um monstro nas últimas semanas.

    A noite histórica contra os Raptors

    Na terça-feira, contra o Toronto, o cara fez uma apresentação absurda: 31 pontos e 9 rebotes. Mas o mais impressionante não foram os números — foi a eficiência. Duren perdeu apenas UM arremesso de quadra em 13 tentativas. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    E sabe o que é mais louco? Com essa performance, ele entrou num clube bem exclusivo. Só Charles Barkley (1988-89) e Dwight Howard (2006-07) conseguiram fazer isso DUAS VEZES numa mesma temporada: pelo menos 30 pontos e 9 rebotes errando só um arremesso.

    Charles Barkley, gente. O Round Mound of Rebound. Isso não é brincadeira não.

    Pistons de pé sem o Cade

    Sinceramente, eu achava que sem o Cunningham eles iam patinar. Mas olha só: seis vitórias em oito jogos sem o armador titular. E as duas derrotas? Uma pro Hawks (que tá voando) e outra pro Thunder (atual campeão) — sendo que contra OKC ainda levaram pra prorrogação faltando o próprio Duren e o Tobias Harris.

    O que mais me impressiona é como eles mudaram o estilo de jogo. Esqueceram o basquete vistoso e abraçaram o “pau na máquina”. É pancadaria no garrafão, rebote disputado, enterrada com força. E o Duren tá sendo o cara que faz essa filosofia funcionar.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível quando o Cade voltar? Porque do jeito que as coisas andam, eles podem surpreender muita gente nos playoffs. Ou pelo menos tentar — porque esse Duren tá jogando num nível que eu não via desde os tempos do Ben Wallace em Detroit.