Tag: Cade Cunningham

  • Pistons x Magic: onde assistir o jogo 1 dos playoffs da NBA

    Pistons x Magic: onde assistir o jogo 1 dos playoffs da NBA

    Galera, chegou a hora! Os playoffs da NBA começaram e temos um duelo que promete muita emoção: Detroit Pistons recebendo o Orlando Magic para o jogo 1 da primeira rodada da Conferência Leste. E olha, eu não esperava ver os Pistons como cabeça de chave #1 tão cedo, mas aqui estamos.

    Detroit fechou a temporada regular com 58 vitórias e apenas 24 derrotas — um negócio absurdo considerando onde esse time estava alguns anos atrás. Do outro lado, o Magic (45-37) vem pegando fogo depois de garantir a vaga pelo Play-In Tournament. Sinceramente? Acho que vai dar muito pano pra manga.

    O duelo dos jovens estrelas

    A grande atração fica por conta do confronto entre Cade Cunningham e Paolo Banchero. Dois ex-primeiros escolhidos do Draft que estão mostrando porque foram tão cobiçados. Cunningham tem sido simplesmente monstruoso nesta temporada — médias de carreira tanto em pontos quanto em assistências, comandando essa máquina dos Pistons.

    Já o Banchero… cara, que jogador! A força física dele impressiona, e com Franz Wagner dando aquela ajuda na defesa, o Magic tem argumentos pra incomodar. Por mais que Detroit tenha varrido a temporada regular (4-0), playoffs é outro papo. Vocês acham que a experiência do Play-In vai fazer diferença pro Magic?

    Casa forte e defesa sólida

    O Little Caesars Arena virou uma fortaleza mesmo — 32 vitórias em 41 jogos em casa. É de dar inveja. Os Pistons jogam um basquete coletivo bonito de ver, com Jaden Ivey e Jalen Duren dando aquela força extra. Mas ó, cuidado com a defesa do Orlando. Top 5 da liga não é brincadeira.

    Se o Magic conseguir desacelerar o jogo e forçar Detroit pro garrafão, pode rolar surpresa. Eu sempre digo: nos playoffs, qualquer coisa pode acontecer. E um confronto 1 vs 8 sempre tem seus temperos especiais.

    A briga no rebote vai ser épica. Duren contra Wendell Carter Jr. — dois caras que sabem brigar pela bola. Detroit precisa tirar o Banchero da linha de lance livre, senão a coisa complica.

    Informações do jogo

    Quando: Domingo, 19 de abril
    Horário: 15h (horário de Brasília)
    Onde assistir: Peacock (streaming)
    Local: Little Caesars Arena, Detroit

    As odds estão com tudo pro Detroit (-10.5 pontos), o que faz sentido jogando em casa sendo cabeça de chave. Mas eu tenho um pressentimento que Orlando vai dar trabalho nos primeiros três quartos.

    Minha aposta? Pistons vencem, mas Magic cobre o spread. Algo como 106-94 pra Detroit, com o banco fazendo a diferença no final. E aí, vocês concordam ou acham que o Magic pode surpreender de vez?

  • J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    Cara, imagina só: há algumas temporadas o Detroit Pistons era uma verdadeira bagunça com 14 vitórias na temporada. Agora? J.B. Bickerstaff levou esse time pro primeiro seed do Leste e ainda foi eleito Coach of the Year pelos próprios técnicos da NBA.

    Bickerstaff ganhou o prêmio Michael H. Goldberg Coach of the Year 2025-26 da National Basketball Coaches Association. E olha, quando são os próprios técnicos votando, isso tem um peso diferente, né? Eles sabem exatamente o que é fazer milagre em quadra.

    Da lama ao primeiro lugar

    60 vitórias e 22 derrotas. Sessenta vitórias! Os Pistons foram de piada da liga para o melhor time da Conferência Leste. Sinceramente, eu não imaginava que esse turnaround seria tão rápido assim.

    E o mais impressionante? Fizeram isso mesmo com Cade Cunningham perdendo 11 jogos por causa de um pulmão colapsado — parada séria. Mas o time não desabou, muito pelo contrário. A defesa que o Bickerstaff montou foi a segunda melhor da temporada inteira.

    “Fico extremamente honrado em receber esse reconhecimento dos meus pares”, disse o técnico. Ele ainda agradeceu o pai, que sempre foi sua inspiração para entrar no coaching. Humildade total do cara.

    Prêmio que realmente importa

    Esse prêmio é diferente do Coach of the Year oficial da NBA — aquele é votado pela mídia. Mas quando os próprios técnicos te escolhem? É porque eles sabem que você fez algo especial mesmo.

    E tem mais: dos últimos nove vencedores desse prêmio dos técnicos, sete também levaram o oficial da NBA. Ou seja, as chances do Bickerstaff fazer a dobradinha são bem altas.

    Vocês acham que ele consegue levar os Pistons longe nos playoffs também? Porque uma coisa é transformar um time ruim em bom na temporada regular, outra é sustentar isso quando a pressão realmente aperta em maio e junho.

    De qualquer forma, chapéu pro Bickerstaff. Pegou uma franquia completamente perdida e construiu algo sólido. Agora é ver se consegue dar o próximo passo: fazer barulho nos playoffs.

  • NBA quebra a própria regra: Luka e Cade liberados pros prêmios

    NBA quebra a própria regra: Luka e Cade liberados pros prêmios

    Olha só que reviravolta absurda na NBA! A liga acabou de fazer uma exceção histórica na famosa regra dos 65 jogos — sabe, aquela que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas da temporada regular pra concorrerem aos prêmios.

    Luka Dončić (Lakers) e Cade Cunningham (Pistons) foram liberados pra disputarem MVP, All-NBA e tudo mais, mesmo não tendo atingido o mínimo de jogos. E cara, as justificativas são de partir o coração.

    As razões que sensibilizaram a liga

    Cunningham jogou 63 partidas porque perdeu 12 jogos por conta de um pulmão colapsado diagnosticado em março. Pulmão colapsado, gente! O moleque literalmente não conseguia respirar direito e ainda assim quase chegou nos 65 jogos.

    Já o Luka (64 jogos) perdeu duas partidas pra estar presente no nascimento da filha na Eslovênia. E sinceramente, quem vai criticar um pai por querer estar presente num momento desses?

    Agora Anthony Edwards, que jogou 60 partidas pelos Timberwolves, não teve a mesma sorte. O cara perdeu 11 dos últimos 14 jogos da temporada por lesão no joelho direito, mas a liga negou o pedido de exceção. Vai entender…

    A polêmica da regra dos 65 jogos

    Essa regra sempre foi controversa mesmo. Por um lado, força as estrelas a jogarem mais, o que melhora o espetáculo pros torcedores que pagaram caro pra ver os craques. Por outro, imagina ter cláusula de bônus no contrato atrelada a prêmios e perder grana por lesão?

    O Edwards é o exemplo perfeito disso. Ele tinha chance de All-NBA, que garantiria elegibilidade pro contrato supermax em 2027. Agora vai ter que torcer pra conseguir na próxima temporada — pressão extra que ninguém merece.

    Na minha opinião, a NBA fez certo com Luka e Cade. São situações genuinamente excepcionais que fogem do controle dos jogadores. Nascimento de filha e problema pulmonar não são “escolhas” — são vida acontecendo.

    E os prêmios, quem leva?

    Nem Luka nem Cade devem ganhar o MVP (esse deve ficar entre outros nomes), mas ambos têm chances reais de All-NBA. O Cunningham especialmente vem fazendo uma temporada monstruosa em Detroit.

    Vocês acham que a NBA vai ser mais flexível com essas exceções daqui pra frente? Porque se for pra avaliar caso a caso, o Edwards mereceria estar na conversa também. O critério ainda tá meio nebuloso…

    Uma coisa é certa: essa temporada vai ficar marcada como a primeira vez que a NBA quebrou a própria regra dos 65 jogos por “circunstâncias extraordinárias”. Precedente aberto!

  • Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Olha só que reviravolta! Luka Dončić e Cade Cunningham conseguiram derrubar a regra dos 65 jogos da NBA e agora estão elegíveis para todos os prêmios da temporada, incluindo MVP e All-NBA. E o Anthony Edwards? Esse se ferrou – recurso negado.

    A liga anunciou ontem que tanto o Luka quanto o Cade se enquadraram na tal “cláusula de circunstâncias extraordinárias” do acordo coletivo. Sinceramente, eu não esperava que fosse dar certo, mas que bom que deu!

    Por que eles perderam jogos mesmo?

    O caso do Luka é meio emocionante, não vou mentir. O cara jogou 64 partidas, mas perdeu duas em dezembro porque voltou pra Eslovênia para o nascimento da filha. Mano, como você vai negar isso? É pai de primeira viagem, gente!

    Já o Cade teve azar mesmo – também com 64 jogos válidos porque saiu de uma partida em março com apenas 5 minutos após sofrer um pneumotórax (pulmão colapsado). Bagulho sério! Ficou fora 11 jogos na reta final.

    O Edwards tentou também com seus 61 jogos, mas tomou um não redondo. Às vezes a vida é assim mesmo.

    E agora, muda alguma coisa no MVP?

    Bom, nem o Luka nem o Cade devem ganhar o troféu de MVP – vamos ser realistas. Mas os dois provavelmente terminam no top 5, o que já é histórico pra caramba. E olha, ter seu nome entre os cinco melhores da temporada não é pouca coisa não.

    O mais provável é que ambos peguem uma vaga no All-NBA First Team. Pro Luka seria a sexta vez em oito temporadas (monstro demais), enquanto o Cade nunca conseguiu antes. Na pior das hipóteses, os dois garantem pelo menos um All-NBA, que já faz toda diferença no legado e no bolso também.

    Lakers e Pistons nos playoffs

    Agora, uma coisa é estar elegível pros prêmios, outra é estar disponível pros playoffs. O Luka continua machucado e foi até pra Espanha tratar a lesão no posterior da coxa. O JJ Redick falou que ele e o Austin Reaves estão “fora por tempo indeterminado”.

    Os Lakers estreiam sábado contra o Houston, mas com intervalos grandes entre os jogos. Se o LeBron conseguir esticar a série, quem sabe o Luka não volta?

    Já o Cade voltou a tempo e está 100% pros playoffs. Os Pistons conseguiram 60 vitórias pela primeira vez desde 2006 – mesmo sem ele no final da temporada. Absurdo!

    E aí, vocês acham que essa decisão da liga foi justa? Pra mim, nascimento de filho é motivo mais que suficiente pra perder jogo. Pneumotórax então, nem se fala!

  • NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    Olha só que situação interessante: a NBA e o sindicato dos jogadores acabaram de anunciar que Cade Cunningham e Luka Dončić vão poder concorrer aos prêmios da temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos mínimos exigidos.

    E o motivo? Circunstâncias extraordinárias — e olha que faz sentido mesmo.

    Os casos que a liga considerou válidos

    Cade jogou 63 partidas porque teve que ficar fora por 12 jogos com um pulmão colapsado. Cara, isso é sério pra caramba! Foi diagnosticado em março e, sinceramente, saúde não se brinca. O garoto tava tendo uma temporada absurda com os Pistons — finalmente mostrando por que foi primeira escolha do draft.

    Já o Luka perdeu algumas porque foi pra Eslovênia pro nascimento da filha. E olha, quem é pai aqui sabe que não tem discussão — família em primeiro lugar, sempre. São prioridades que vão muito além do basquete.

    Na minha opinião, a liga acertou em cheio. Ambos os casos são genuinamente extraordinários, não foi moleque ou lesão por descuido.

    Edwards fica de fora e deve estar pistola

    Agora, Anthony Edwards tentou a mesma jogada mas se ferrou. Jogou só 60 partidas e pediu pra ser considerado também, mas o árbitro independente negou o pedido.

    Não divulgaram exatamente qual foi a justificativa do Ant-Man, mas aparentemente não convenceu ninguém. E olha que ele tá tendo uma temporada monstruosa com os Wolves — deve estar mordido de raiva agora.

    É complicado porque a regra dos 65 jogos existe justamente pra evitar que jogadores descansem demais e ainda concorram aos prêmios principais. Mas esses casos do Cade e Luka mostram que tem situações onde faz sentido ter flexibilidade.

    E aí, vocês acham que a NBA tomou a decisão certa? Eu acho que sim — pulmão colapsado e nascimento de filho são coisas que não dá pra programar ou evitar. Já o caso do Edwards… bom, sem saber os detalhes fica difícil opinar.

    Uma coisa é certa: isso vai dar muito pano pra manga nas discussões de MVP, Jogador Mais Melhorado e por aí vai. A temporada tá longe de acabar, mas essa decisão já mexeu com o cenário de prêmios.

  • Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Olha, às vezes a liga tem coração mesmo! Luka Dončić e Cade Cunningham acabaram de conseguir uma prorrogação pra disputar os prêmios de fim de temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos obrigatórios. A NBA e o sindicato dos jogadores bateram o martelo na quinta-feira e liberaram os dois.

    O caso do Luka é até emocionante — ele perdeu apenas dois jogos em dezembro porque viajou pro nascimento da filha no exterior. Cara, imagina você perdendo o nascimento do seu filho por causa de basquete? Terminou a temporada com 64 jogos, um a menos que o mínimo exigido.

    Cunningham teve azar médico

    Já o Cade passou por uma parada bem mais séria. O garoto sofreu um pneumotórax (pulmão colapsado) em março e ficou 12 jogos fora, terminando com 63 partidas. Sinceramente, acho que casos médicos assim não deveriam nem entrar na conta — o moleque quase morreu em quadra!

    “Sou grato ao sindicato por lutar por mim e à NBA pela decisão justa”, postou o Luka no X. Dá pra sentir o alívio dele. Essa temporada dos Lakers foi especial demais pra ele ficar de fora dos prêmios por dois jogos.

    Edwards não teve a mesma sorte

    Agora, o que me deixou meio revoltado foi o caso do Anthony Edwards. O cara dos Timberwolves jogou 60 partidas, perdeu tempo por causa de uma infecção, e o árbitro negou o recurso dele. Sério? O empresário do Ant até falou que ficou confuso com a decisão — por que liberar o Cade que se machucou em quadra e não o Edwards que teve um problema de saúde?

    O técnico do Minnesota, Chris Finch, não poupou críticas: “Não sei por que temos uma regra se há um processo de recurso que é aceito em dois terços dos casos. Parece mais uma sugestão do que uma regra”.

    E olha, ele tem razão. Essa regra dos 65 jogos virou uma bagunça total essa temporada. Giannis, Curry, LeBron, Devin Booker — galera pesada ficou de fora dos prêmios. Enquanto isso, Wembanyama e Jokic passaram os últimos meses correndo atrás do número mínimo.

    O comissário Adam Silver ainda diz que a regra tá funcionando, mas será mesmo? Quando você tem que fazer malabarismo pra grandes estrelas conseguirem disputar prêmios, alguma coisa não tá certa. E aí, vocês acham que essa regra faz sentido ou é hora de repensar?

  • Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Mano, finalmente chegou. Os Pistons tão de volta aos playoffs depois de 19 anos — DEZENOVE ANOS — e eu não consigo parar de sorrir aqui.

    Eles vão estrear no domingo contra quem sobreviver do play-in entre Magic, Sixers e Hornets na sexta. E olha, sinceramente? Não tô nem um pouco preocupado com essa primeira fase.

    Play-in? Relaxa aí

    Detroit é o primeiro colocado do Leste por um motivo, galera. Fizeram 9-2 contra esse trio na temporada regular — e uma das derrotas pro Orlando foi sem Cade Cunningham, Tobias Harris e outros titulares descansando.

    Charlotte até assusta pela chuva de três, mas esse tipo de coisa funciona melhor em jogo único do que numa série de sete jogos. Difícil manter o percentual alto por tanto tempo.

    Philadelphia tá sem Joel Embiid (pelo menos por enquanto). Tyrese Maxey é monstro, mas o resto do elenco não mete medo. E mesmo que o Embiid volte, ele não é mais aquele cara que destruía todo mundo na época de MVP.

    Orlando? Cara, tá tudo estranho lá. O talento existe — Paolo Banchero é absurdo —, mas o clima no vestiário tá pesado e eles terminaram a temporada mal. Não dá pra levar muito a sério.

    Por que a galera de Detroit tá tão desconfiada?

    Tem uma coisa estranha rolando. Nacionalmente eu até entendo a desconfiança — primeiro colocado sem tradição nos playoffs sempre gera aquela desconfiança. Mas localmente? Os próprios torcedores de Detroit parecem com medo.

    Deve ser trauma dos Tigers ano passado ou dos Lions que prometeram e não entregaram. Mas poxa, esse time não tá indo pros playoffs no escuro. Eles já passaram pelo batismo de fogo ano passado — e isso conta muito.

    Não vou falar que vão ganhar tudo (não vão), nem que chegam nas Finals (podem chegar), mas esse Pistons não é mais aquele time perdido de alguns anos atrás.

    Jalen Duren vai ser o diferencial

    Esse cara deu um salto absurdo essa temporada. All-Star, provavelmente vai fazer time All-NBA, e deveria ganhar o prêmio de jogador que mais evoluiu (mas não vai ganhar, né).

    A defesa dele vai ser crucial. Se conseguir se virar bem nos switches como fez na temporada regular, esse time pode ir longe mesmo. Contra Charlotte ou Philly sem Embiid, ele vai dominar o garrafão. Até contra Cleveland na segunda rodada os números impressionam: 21.7 pontos e 12.3 rebotes contra Mobley e Jarrett Allen.

    É uma vantagem gigante que Detroit tem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem uma boa campanha ou vão decepcionar como sempre? Eu tô apostando numa chegada pelo menos na semifinal de conferência. Esse time é diferente, galera.

  • Pistons com 60 vitórias? Esse time tá maluco e pode surpreender geral

    Pistons com 60 vitórias? Esse time tá maluco e pode surpreender geral

    Gente, eu ainda não acredito no que estou vendo. Os Detroit Pistons — sim, aquele mesmo time que teve 14 vitórias há duas temporadas — terminaram a temporada regular com 60 vitórias e são a primeira seed do Leste. Sessenta vitórias! É muita coisa.

    O que mais me impressiona é como eles chegaram até aqui. Defesa sufocante, intensidade que lembra os velhos tempos dos Bad Boys, e o Cade Cunningham finalmente mostrando por que foi escolhido em primeiro no draft de 2021.

    Mas será que aguenta o tranco dos playoffs?

    Aqui que fica interessante. Detroit tem uma das melhores defesas que já vi — eles lideram a liga em roubos de bola E tocos. Isso é coisa de monstro mesmo. Mas o ataque? Aí complica um pouco.

    O Cunningham evoluiu muito, mas quem mais vai aparecer quando a coisa apertar? Porque playoff é outra pegada, né. A intensidade é diferente, os times estudam cada jogada sua, e você precisa de mais opções ofensivas.

    E tem outro problema: Cunningham voltou há pouco tempo de uma lesão no pulmão (sim, pulmão perfurado — imagina o susto). Ele jogou bem nos últimos dois jogos, mas será que tá 100%? Essa é a pergunta que não quer calar.

    O que esperar da primeira rodada

    Detroit vai enfrentar o 8° colocado que sair do play-in tournament. Não importa quem seja — vai ser guerra. Porque time que chega no playoff pelo play-in já vem com sangue nos olhos.

    Na minha opinião, se os Pistons passarem da primeira rodada, já é lucro. Eu sei que com 60 vitórias o pessoal espera mais, mas vamos com calma. Esse time tava no fundo do poço há dois anos. É evolução demais em pouco tempo.

    Olha, eu tô curioso pra ver se Detroit consegue manter essa pegada defensiva nos playoffs. Porque quando você vê um time liderando roubos E tocos na liga, você sabe que tem coisa boa ali. Lembra um pouco os Warriors de 2016-17, que também fizeram isso.

    E vocês, acham que os Pistons têm potencial pra chegar longe ou vão parar cedo? Sinceramente, eu tô torcendo pra eles surpreenderem geral.

  • Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Cara, que surra! O Detroit Pistons simplesmente atropelou o Charlotte Hornets por 118-100 e chegou à vitória número 59 na temporada. Falta só mais uma pra chegar aos 60 triunfos — um número que eu sinceramente não imaginava ver os Pistons alcançando há alguns anos.

    O jogo começou quente mesmo, literalmente. Brandon Miller enterrou logo no começo e aterrissou em cima do Duncan Robinson. Os caras se empurraram, o Jalen Duren teve que separar… Mano, nem dois minutos de jogo e a treta do confronto anterior já tava voltando à tona. Você sabe como é, NBA tem memória curta mas rivalidade dura o ano todo.

    Ron Holland tá virando problema sério

    O Ron Holland resolveu fazer 10 pontos seguidos no primeiro quarto. Duas bolas de três seguidas e ainda arrancou umas bandejas no “Holland Hustle” — que apelido monstro esse, né? O cara tá confiante no arremesso e já ganhou até entrevista no intervalo. George Blaha chamando ele de “Mr. Hustle” é poesia pura.

    E o Ausar Thompson? Rapaz, esse garoto tá construindo um case sólido pro DPOY. A defesa que ele fez foi de outro planeta — literalmente filminho de prêmio de melhor defensor. Charlotte até tentou bombardear de três (28 tentativas só no primeiro tempo!), mas quando o Ausar decide incomodar, ninguém tem paz.

    Cade volta com tudo após lesão

    Segundo jogo do Cade de volta depois daquela lesão no pulmão assustadora. E olha, o cara não perdeu o timing não. 14 pontos, chegando nos spots de sempre no meio da quadra. Sinceramente, eu tava com um pé atrás — pneumotórax não é brincadeira — mas o menino mostrou que tá 100%.

    O Jalen Duren foi outro que mandou muito: 20 pontos e 9 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. Oito de onze nos arremessos. Quando esse cara joga solto assim, vira problema sério pros adversários. Duncan Robinson também colaborou com 19 pontos.

    Hornets morreram pela bola de três

    Charlotte começou acertando tudo que era três pontos (11 de 28 no primeiro tempo), mas aí veio o famoso “live by the three, die by the three”. Na segunda metade? Dois acertos em dezenove tentativas. DOIS! E no último quarto foram só 10 pontos. Charles Lee até desistiu e esvaziou o banco.

    O mais louco é que nenhum jogador dos Pistons jogou mais de 28 minutos. Os titulares passaram metade do jogo no banco e mesmo assim foi goleada. Isso que é profundidade no elenco, pessoal.

    Domingo tem o último jogo da temporada regular contra o Pacers, em Indianápolis. A vitória 60 tá ali, esperando. Quem diria que ia falar isso dos Pistons há dois anos, né? Como as coisas mudam rápido nessa liga…

  • Pistons pode enfrentar Hornets nos playoffs — prévia hoje?

    Pistons pode enfrentar Hornets nos playoffs — prévia hoje?

    Olha só que situação interessante: Detroit Pistons contra Charlotte Hornets hoje à noite pode ser uma prévia do que a gente vai ver na primeira rodada dos playoffs. Os Pistons estão na primeira colocação do Leste com 58-22, enquanto os Hornets brigam pela oitava posição com 43-37.

    Mas peraí — esse não é um oitavo seed qualquer não, gente. Os Hornets estão pegando fogo desde o final de janeiro. Time que arremessa bem de qualquer posição da quadra, tem vários caras que sabem tocar a bola e ainda por cima joga uma defesa coletiva decente. Sinceramente, se eu fosse técnico de primeiro seed, ficaria meio preocupado com um confronto contra Charlotte.

    Detroit pode usar como laboratório

    O técnico JB Bickerstaff tem uma decisão interessante pela frente. Com os Pistons já classificados na primeira posição, ele pode usar esses últimos dois jogos da temporada regular pra testar algumas combinações de quinteto. Principalmente colocar Kevin Huerter com os titulares e ver como Daniss Jenkins se sai jogando ao lado do Cade Cunningham.

    É aquele dilema clássico: você joga pra ganhar com o melhor time possível ou aproveita pra experimentar pensando nos playoffs? Na minha opinião, Detroit deveria levar a sério — afinal, é melhor manter o ritmo do que relaxar e tomar um susto lá na frente.

    O que esperar do confronto

    Com LaMelo Ball comandando o ataque de Charlotte e Cade Cunningham do lado dos Pistons, a gente pode ter um duelo de armadores bem interessante. Os odds dão Detroit como azarão por 5 pontos jogando fora de casa, o que faz sentido considerando que Charlotte tá jogando em casa e precisa dessa vitória mais do que ninguém.

    Vocês acham que os Pistons vão mesmo experimentar ou vão partir pra cima pensando em manter o ritmo? Jogo às 20h pelo horário de Brasília, transmissão pela FanDuel Sports Network Detroit.

    Uma coisa é certa: se esse for mesmo um preview dos playoffs, a primeira rodada no Leste pode ser bem mais equilibrada do que a diferença de campanhas sugere.