Tag: Cade Cunningham

  • Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Cunningham machucado: pulmão colapsado tira ele da briga por prêmios

    Mano, que azar do caramba. O Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada absolutamente monstruosa pelos Pistons, vai perder a chance de concorrer aos prêmios da NBA por causa de uma lesão bizarra: pulmão colapsado.

    É isso mesmo que vocês leram. O cara mergulhou numa bola perdida contra o Washington Wizards no dia 17 de março, bateu com o Tre Johnson e… pulmão colapsado. Desde então, fora de combate.

    A regra cruel da NBA

    A NBA tem uma regra meio sem coração: se você perder 18 jogos ou mais, já era — não pode concorrer a MVP, Melhor Jogador Defensivo, nada. E o Cade, que jogou 61 partidas, vai ser reavaliado só semana que vem. Com três jogos ainda pela frente antes dessa reavaliação, dificilmente ele volta a tempo.

    O mais doloroso? O garoto tava fazendo uma temporada surreal. 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. E olha só: os Pistons estão com 55-21, na liderança isolada do Leste! Quem diria que Detroit estaria brigando pelo primeiro lugar, né?

    Lista dos “azarados” cresce

    Cunningham vai se juntar a uma galera que também perdeu a chance por lesão. A lista inclui nomes pesados: Anthony Edwards, Giannis, LeBron, Curry, Joel Embiid… É de cortar o coração ver tantos craques ficando de fora.

    Sinceramente, acho que essa regra dos 18 jogos deveria ser repensada. Entendo que é pra valorizar a consistência, mas às vezes as lesões são parte do jogo — principalmente quando o cara se machuca se doando pela equipe, como foi o caso do Cade.

    O que vocês acham? Será que ele volta ainda nessa temporada pra ajudar Detroit nos playoffs? Uma coisa é certa: quando voltar, vai ter que provar que ainda é o mesmo monstro que vinha sendo antes da lesão.

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cara, essa doeu. O Cade Cunningham vai ficar de fora por pelo menos mais uma semana por causa da lesão no pulmão, e isso significa uma coisa: ele não vai poder concorrer ao MVP nem fazer o All-NBA Team. A maldita regra dos 65 jogos acabou com o sonho do cara.

    Olha só que situação bizarra: o Cunningham estava tendo a temporada da vida dele — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de MVP mesmo, não tem como negar. Mas aí ele sofre um pneumotórax (lesão no pulmão, coisa séria) no jogo contra Washington em março e já perdeu 8 jogos. Agora vai perder pelo menos mais 4.

    Detroit voando sem ele, mas…

    O mais louco é que os Pistons estão indo absurdamente bem mesmo sem o cara. 55 vitórias e 21 derrotas, brigando pelo melhor recorde do Leste! Eles foram 6-2 nos jogos sem ele e ainda por cima conquistaram o título da divisão Central pela primeira vez desde 2008. Até apareceu no banco contra o Toronto essa semana.

    Mas sinceramente? Isso não deveria importar pra elegibilidade de prêmios individuais. O moleque estava no papo de MVP antes de se machucar, e agora vai ficar de fora por causa de uma lesão que nem foi culpa dele.

    A polêmica regra dos 65 jogos

    A Associação dos Jogadores já veio com tudo criticar essa regra. E olha, eu concordo 100% com eles. Falaram que é “arbitrária e rígida demais” — e tá certo mesmo. Como é que você pune um cara que se machucou de verdade?

    O Adam Silver respondeu dizendo que a regra tá funcionando como deveria, mas demonstrou empatia pela situação do Cunningham. Cara, empatia é legal e tal, mas não resolve o problema do moleque, né?

    Na minha opinião, essa regra precisa de pelo menos uma exceção pra lesões graves. Pneumotórax não é moleza — é coisa que pode ser perigosa se não tratada direito. E aí o cara vai ser punido por cuidar da saúde?

    Vocês acham que essa regra dos 65 jogos faz sentido ou é sacanagem demais com quem se machuca? Porque pra mim, ver o Cunningham perdendo a chance de disputar o MVP depois da temporada monstruosa que ele tava fazendo é de partir o coração.

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Olha, quando o Cade Cunningham machucou o pulmão, todo mundo achou que os Pistons iam desabar. Eu mesmo fiquei preocupado — não vou mentir. Mas cara, esse time tá mostrando uma garra que eu não esperava.

    E o grande responsável por isso? Jalen Duren. O pivô simplesmente virou um monstro nas últimas semanas.

    A noite histórica contra os Raptors

    Na terça-feira, contra o Toronto, o cara fez uma apresentação absurda: 31 pontos e 9 rebotes. Mas o mais impressionante não foram os números — foi a eficiência. Duren perdeu apenas UM arremesso de quadra em 13 tentativas. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    E sabe o que é mais louco? Com essa performance, ele entrou num clube bem exclusivo. Só Charles Barkley (1988-89) e Dwight Howard (2006-07) conseguiram fazer isso DUAS VEZES numa mesma temporada: pelo menos 30 pontos e 9 rebotes errando só um arremesso.

    Charles Barkley, gente. O Round Mound of Rebound. Isso não é brincadeira não.

    Pistons de pé sem o Cade

    Sinceramente, eu achava que sem o Cunningham eles iam patinar. Mas olha só: seis vitórias em oito jogos sem o armador titular. E as duas derrotas? Uma pro Hawks (que tá voando) e outra pro Thunder (atual campeão) — sendo que contra OKC ainda levaram pra prorrogação faltando o próprio Duren e o Tobias Harris.

    O que mais me impressiona é como eles mudaram o estilo de jogo. Esqueceram o basquete vistoso e abraçaram o “pau na máquina”. É pancadaria no garrafão, rebote disputado, enterrada com força. E o Duren tá sendo o cara que faz essa filosofia funcionar.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível quando o Cade voltar? Porque do jeito que as coisas andam, eles podem surpreender muita gente nos playoffs. Ou pelo menos tentar — porque esse Duren tá jogando num nível que eu não via desde os tempos do Ben Wallace em Detroit.

  • Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Cara, eu ainda tô processando isso aqui. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que há dois anos perdeu 28 jogos SEGUIDOS — acabaram de conquistar o título da Divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos esperando por esse momento!

    A vitória por 127-116 contra o Toronto na terça-feira selou uma das viradas mais impressionantes que eu já vi na NBA. E olha que eu acompanho essa liga há décadas.

    De 14 vitórias para campeões da divisão

    Vocês lembram da temporada 2023-24? Aquele horror de 14-68, com direito a sequência histórica de 28 derrotas consecutivas? Pois é, os caras foram de lá pra 55-21 nesta temporada. Cinquenta e cinco vitórias! Isso é crescimento ou não é?

    “Vocês fazem questão de entender como é difícil conseguir essas coisas nesta liga”, disse o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. E ele tá certíssimo — a NBA não perdoa, e ver esse time jovem conquistando isso é de arrepiar.

    Com Cade Cunningham fora por lesão no pulmão, Jalen Duren simplesmente destruiu: 31 pontos em 12 de 13 arremessos. Doze de treze! O garoto tá virando um problema sério pra qualquer defesa adversária. Na minha opinião, ele já é um dos pivôs mais versáteis da liga.

    A ascensão improvável

    O mais louco é que Daniss Jenkins — que começou a temporada com contrato two-way — contribuiu com 21 pontos e 5 assistências. Desde que assumiu a posição de armador titular no lugar do Cunningham, o cara tá fazendo 18.6 pontos e 6.9 assistências por jogo. Que história, meu!

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial este ano”, disse Jenkins. E conseguiram mesmo. Mas eles não querem parar por aí — playoffs tão no horizonte, e sinceramente? Eu acho que esse time pode incomodar muita gente.

    Olha, depois daquela era dourada de 2004-2008 (lembram daquele time com Billups, Hamilton, Wallace?), os Pistons viraram sinônimo de sofrimento. Dez temporadas seguidas sem uma vitória sequer nos playoffs, oito técnicos diferentes… foi um pesadelo que culminou naquela temporada apocalíptica de 2023-24.

    E agora? Agora eles tão de volta onde merecem estar. Dois All-Stars no elenco, um técnico que entende do riscado e uma química que tá dando certo quando mais importa. Vocês acham que eles conseguem fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Cara, que jogo temos pela frente nesta terça-feira! Os Detroit Pistons recebem o Toronto Raptors no Little Caesars Arena, e olha, não é qualquer partida não. Estamos falando de um confronto direto que pode mexer com toda a classificação do playoff na Conferência Leste.

    Os Pistons estão voando com 54 vitórias e apenas 21 derrotas — quem diria que veríamos Detroit brigar pelo primeiro seed geral da liga? Do outro lado, os Raptors (42-32) fizeram uma segunda metade de temporada absurda e agora querem garantir uma boa posição pra pós-temporada.

    O que torna esse jogo especial

    A série entre os times está empatada em 1-1, então hoje é literalmente o “vale tudo” do confronto direto. E que confronto de estrelas, meu amigo!

    Detroit vem com a dupla Cade Cunningham e Jalen Duren mandando muito. O Cade tá numa temporada monstro com 23.4 pontos e 8.1 assistências por jogo — o garoto evoluiu demais. Já o Duren no garrafão é uma máquina: 11.8 rebotes por partida e impressionantes 62.8% de aproveitamento nos arremessos.

    Mas os Raptors não vieram pra passear. A chegada do Brandon Ingram no meio da temporada mudou completamente o time. Ele tá fazendo 20.5 pontos por jogo desde que chegou, formando uma dupla letal com Scottie Barnes (21.2 pontos, 8.4 rebotes). Sinceramente? Esse Toronto virou um dos times mais perigosos no contra-ataque.

    Onde o jogo vai se decidir

    Na minha visão, vai ser uma guerra no rebote. O Duren e Isaiah Stewart vão tentar dominar Jakob Poeltl e companhia no garrafão. Mas olha, os Raptors têm uma vantagem nas alas — esse comprimento deles pode incomodar muito o ataque dos Pistons.

    O rookie Collin Murray-Boyles dos Raptors vai ter um teste de fogo contra a defesa veterana de Detroit. E vocês acham que ele aguenta a pressão?

    As odds colocam Detroit como favorito por 2.5 pontos, o que faz sentido jogando em casa com esse retrospecto absurdo. Mas cara, Toronto com Ingram e Barnes pode surpreender qualquer um — eles têm aquele fator “time jovem sem nada a perder”.

    O over/under tá em 219.5 pontos, mas eu acho que vai ser um jogaço mais truncado. Defesas sólidas dos dois lados, muita intensidade de playoff… não me surpreenderia se ficasse abaixo dos 215.

    Onde assistir: O jogo rola às 21h (horário de Brasília) nos canais Bally Sports Detroit e Sportsnet, além do streaming pelo Fubo.

    Olha, eu não esperava ver Detroit brigando pelo topo da conferência no início da temporada, mas aqui estamos. E os Raptors provaram que nunca devemos subestimar a cultura de basquete de Toronto. Vai ser um jogaço!

  • Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Olha, eu tô empolgado pra esse jogo de segunda à noite. Thunder recebendo o Pistons em Oklahoma City, e cara, que contraste de momentos! O Thunder com 59-16 (sim, cinquenta e nove vitórias) tá voando na temporada, enquanto Detroit com seus 54-20 chega desfalcado pra esse back-to-back.

    E o pior: Cade Cunningham já foi descartado. Injury management, né? Aquela velha estratégia de preservar o astro antes dos playoffs. Mas sinceramente, será que não é arriscado demais deixar um jogo desses de lado?

    Shai vs quem conseguir parar ele

    O MVP da temporada (na minha opinião) tá metendo 31.4 pontos por jogo. Trinta e um vírgula quatro! O Shai Gilgeous-Alexander tá numa temporada absurda, e sem o Cade do outro lado, vai sobrar pra quem mesmo?

    Daniss Jenkins e Marcus Sasser vão ter que dar conta do recado. Dois caras que cresceram muito nessa temporada, mas enfrentar o Thunder em casa, com essa defesa monstro que eles têm… é osso.

    E não posso esquecer do Chet Holmgren ali no garrafão. 17.1 pontos, 8.9 rebotes, mais de 54% de aproveitamento. O cara é um poste diferenciado, sabe? Aquele tipo de jogador que muda o jogo só de estar em quadra.

    Detroit vai surpreender ou vai tomar uma sapatada?

    Vou ser honesto com vocês: as odds tão pesadas pro Thunder (-13.5 pontos). Treze pontos e meio! Isso significa que as casas de apostas acham que vai ser massacre.

    Mas peraí… Detroit ganhou o último confronto entre os dois em fevereiro. Claro, era outro contexto, mas mostra que esse time tem qualidade quando tá inteiro.

    O problema é que hoje não tá. Sem Cade, a responsabilidade vai toda pro Jalen Duren no meio e pros caras do banco que vão ter que virar titulares. É muita pressão pra galera jovem.

    Eu acho que o Thunder ganha, mas não com essa facilidade toda que as odds sugerem. Detroit tem orgulho demais pra entregar de bandeja. Minha previsão? Thunder 115, Pistons 108. Mais apertado do que parece.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fazer bonito sem seu principal craque, ou o Thunder vai mesmo atropelar?

  • Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Olha, o Kawhi Leonard tá tendo a melhor temporada da carreira dele — e isso é falar muito, considerando que o cara já foi Finals MVP duas vezes. Mas agora ele se viu no meio de uma polêmica que tá pegando fogo na NBA: essa regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A situação ficou tensa mesmo depois que o Cade Cunningham, que tava voando pelos Pistons, sofreu um colapso pulmonar e vai ficar fora por tempo indeterminado. O moleque tem apenas 61 jogos na temporada, e precisa de mais quatro pra chegar nos 65. Sinceramente? É de partir o coração ver um cara que tá fazendo 24.5 pontos, quase 10 assistências e levando Detroit pro topo do Leste ficar de fora da briga pelos prêmios por causa de uma lesão.

    A visão do Kawhi sobre a regra

    Quando perguntaram pro Leonard sobre isso após o jogo de quarta-feira, ele foi direto ao ponto — e falou algumas verdades que muita gente não quer ouvir:

    “Acho que é ótimo pra liga, tentando evitar que os caras simplesmente não joguem”, disse o Kawhi. “Mas como eu já falei antes, não acho que essa regra vai fazer ninguém jogar se tiver realmente machucado. Não faz sentido tentar aguentar um jogo se você tá com dor chata ou tentando controlar alguma coisa.”

    E o cara tem razão, né? A gente sabe como é — quantas vezes já vimos jogadores forçando a barra e piorando lesões? O próprio Kawhi é expert no assunto de gerenciar o corpo.

    Numbers absurdos do Klaw

    Falando em Kawhi, os números dele essa temporada são de outro planeta: 28.3 pontos por jogo, 50.4% nos arremessos de quadra, 38.4% de três e — pasmem — 90.1% nos lances livres. Isso com 6.3 rebotes e 2.0 roubos de bola por partida.

    O mais maluco? Ele tá com 49 jogos consecutivos marcando pelo menos 20 pontos. É a segunda maior sequência ativa da liga, atrás só do Shai Gilgeous-Alexander. E detalhe: é a maior sequência de qualquer jogador com 30 anos ou mais na NBA atual.

    Leonard jogou 57 dos 73 jogos do Clippers até agora e precisa de oito dos nove últimos pra ser elegível pros prêmios. Fora uma ausência de 10 jogos por torção no tornozelo direito em novembro, ele tem se mantido relativamente saudável — que já é uma vitória considerando o histórico dele.

    O dilema dos prêmios individuais

    “São honras individuais e todo mundo tá trabalhando duro pra conseguir All-NBA, All-Defensive, DPOY, Most Improved e MVP”, completou o Kawhi. “Quando você consegue uma dessas premiações, sabe que seu trabalho duro meio que valeu a pena.”

    Vocês acham que a NBA deveria rever essa regra em casos de lesão como a do Cade? Porque uma coisa é load management estratégico, outra é um cara ter um colapso pulmonar no meio da temporada.

    O que mais me impressiona é como o Kawhi conseguiu dar a volta por cima depois de tantas críticas sobre ele “não jogar” nas temporadas passadas. Agora ele tá aí, mostrando que quando saudável, continua sendo um dos melhores jogadores do planeta. E olha que os Clippers conseguiram sair de um buraco que parecia impossível — muito por conta dessa fase monstro do Leonard.

  • Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Cara, eu sinceramente não esperava isso. Com Cade Cunningham machucado e meio time no departamento médico, o Detroit ia lá jogar contra New Orleans e eu já tava preparado pro pior. Mas aí o Jalen Duren resolve virar o Shaq e meter 30 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Quase um triple-double, monstro!

    O jogo começou equilibrado, com Zion fazendo uma bandeja no estouro do cronômetro pra fechar o primeiro quarto 33-31 pros Pelicans. Aí eu pensei: “Pronto, vai ser mais uma noite longa pro Detroit”.

    A dupla inesperada que funcionou

    Mas olha só que loucura – Daniss Jenkins (quem?) e Kevin Huerter formaram um backcourt que funcionou de verdade. Os caras combinaram pra 41 pontos e acertaram 9 de 14 tentativas do perímetro. Huerter especialmente tava com a mão quente, metendo uns step backs que até eu fiquei impressionado aqui de casa.

    Jenkins, que tá fazendo as vezes do Cade, distribuiu 9 assistências e mostrou que tem futuro. E o Duren? Rapaz, 10/12 nos arremessos de quadra E 10/12 nos lances livres. Quando foi a última vez que vocês viram um pivô com essa eficiência na linha?

    Detroit resolveu no último quarto

    O terceiro quarto me deixou nervoso – Pelicans colaram no placar e eu já tava vendo mais uma virada sofrida. Mas no quarto período foi show do Duren e companhia. Um início devastador de 15-2 que quebrou o jogo completamente.

    A enterrada do Duren com a mão direita foi poster puro. 20 pontos de vantagem e JB Bickerstaff pôde até dar minutos pros reservas. Chaz Lanier, Bobi Klintman e Tolu Smith entraram pra curtir a festa. Vitória por 129-108.

    Sinceramente? Tô começando a me perguntar se esse Duren não pode ser aquele segundo opção que Detroit tanto procura ao lado do Cade. Média de 20+ pontos não tá fora de cogitação não, principalmente com essa versatilidade que ele tá mostrando.

    Agora é viajar pra Minnesota enfrentar Anthony Edwards e os Wolves no sábado. Com apenas alguns jogos restantes na temporada regular, cada vitória dessas conta muito pra moral do time. E aí, acham que Detroit consegue manter esse ritmo mesmo sem o Cade?