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  • Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Cara, a temporada regular da NBA nem acabou ainda e os GMs já estão de olho no que pode ser o melhor Draft dos últimos anos. O sorteio do dia 10 de maio vai definir quem pega o primeiro pick dessa classe 2026 que tá prometendo muito.

    Conversei com mais de uma dúzia de scouts e executivos da liga pra entender como eles veem essa disputa maluca pelo topo. E olha, não tá fácil escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Dybantsa favorito, mas Peterson assombra

    A maioria dos caras que entrevistei vê o Dybantsa como favorito pro primeiro pick. E faz sentido – o moleque tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m pesando uns 105kg até os 25 anos. Um monstro fisicamente.

    “É melhor falhar apostando nele e no potencial dele do que não apostar”, me disse um GM da Conferência Oeste. “Porque aos 25 anos ele pode simplesmente ser um monstro absoluto.”

    Mas o Peterson não sai da cabeça de ninguém. Quando tá 100%, o cara é simplesmente absurdo. Foi considerado o melhor prospecto no início da temporada por uma razão – o talento ofensivo dele é de outro planeta.

    O problema? As lesões. O garoto só jogou 24 partidas por Kansas por causa de problemas na perna e câimbras constantes. “Se você vai pegar ele no primeiro ou segundo pick, precisa investigar muito bem o que aconteceu e por quê”, me explicou um scout do Leste.

    Boozer fazendo barulho

    E não dá pra ignorar o Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer). O cara teve uma das melhores temporadas estatísticas da história do basquete universitário – 22,5 pontos e 10,2 rebotes por jogo. Foi o único jogador do país a terminar no top 12 nas duas categorias.

    Duke chegou pertinho da Final Four por causa dele. Se não fosse por um arremesso milagroso de 10 metros do adversário… mas enfim, basquete é assim mesmo.

    “Este Draft é parecido com o de 2024 do Risacher, mas num nível muito mais alto”, me disse um executivo da Oeste. “Naquele ano a pergunta era ‘alguém vai prestar?’. Este ano é ‘cara, tem muito cara bom’. Você tem certeza que pelo menos alguns vão ser realmente especiais. Só não sabe quais.”

    E aí, pessoal – quem vocês acham que deveria ir no primeiro pick? Eu sinceramente ainda tô dividido entre o físico do Dybantsa e o talento puro do Peterson. O Boozer também não é brincadeira não.

    Uma coisa é certa: quem pegar o primeiro pick este ano tem uma decisão difícil pela frente. Pelo menos não vai ser por falta de opção, né?

  • Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Cara, o Mock Draft 2026 da CBS Sports saiu e já vou adiantando: AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto. Mas olha, o que mais me chamou atenção foi o Cameron Boozer se consolidando no top 3. O filho do Carlos Boozer tá mostrando que o basquete é de família mesmo.

    Dybantsa pelo Indiana faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que tá metendo 25.5 pontos por jogo em BYU. Wingspan de mais de 2,13m e consegue criar jogada do nada. Na minha visão, ele tem tudo pra ser franquia player — só espero que não seja mais um prospecto que promete demais e entrega de menos.

    Boozer consolidado no top 3

    E o Boozer? Sinceramente, acho que pode ser a pick mais segura do draft. 22.4 pontos e 10.3 rebotes por Duke. O cara joga com uma maturidade absurda pra um calouro, tem QI de basquete altíssimo e já chegaria pronto pra contribuir na NBA. Pelo Brooklyn seria perfeito.

    O que eu curto no Boozer é que ele não é só hype — é resultado. Enquanto outros caras do topo ainda têm interrogações, ele entrega consistência todo jogo. Lembra um pouco do Jayson Tatum quando saiu de Duke, sabe? Aquele tipo de jogador que você sabe que vai dar certo.

    Surpresas no meio da primeira rodada

    Keaton Wagler subindo pra quinta posição me surpreendeu positivamente. O cara de Illinois tá com 40.8% do perímetro e 4.4 assistências. Com 1,98m de altura, seria um combo guard interessante pro Utah — principalmente com o Keyonte George já estabelecido por lá.

    Darryn Peterson pelo Washington no segundo pick também faz sentido. 1,98m jogando de armador, 38.2% de três pontos… tem potencial pra ser especial. A questão é: vocês acham que ele aguenta a pressão de ser pick tão alta?

    O que mais me impressiona é como esse draft tá equilibrado no topo. Diferente de anos anteriores onde tinha um consenso absoluto, aqui qualquer um dos primeiros cinco pode virar estrela — ou busto completo.

    Uma coisa é certa: com a loteria rolando no dia 10 de maio, os GMs já tão fazendo hora extra nos ginásios universitários. March Madness sempre muda algumas posições, e esse ano não vai ser diferente.