Tag: Charlotte Hornets

  • LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    Gente, que notícia! LaMelo Ball acabou de anunciar que virou pai em janeiro e só contou pra gente agora no Dia das Mães. O armador do Charlotte Hornets teve um filho com a modelo Ana Montana, e adivinha só… o nome é LaOne. Sim, continuando a tradição da família Ball com os nomes começados em “La”.

    Cara, essa família é mesmo diferenciada. O pai LaVar Ball já tinha criado esse padrão com LaMelo, Lonzo e LiAngelo — todos com esse “La” na frente. E agora o LaOne entra na dinastia. Sinceramente, eu acho genial essa identidade visual que a família criou, né?

    A chegada do LaOne

    O casal fez o anúncio oficial numa matéria da revista People, e não vou mentir — as fotos são lindas demais. Eles só mostraram as perninhas do bebê, mas o detalhe que me chamou atenção foi ele já usando uma versão infantil do tênis do pai, o Puma MB.01. Monstro já nasce estiloso!

    “Dar as boas-vindas ao LaOne mudou nossos corações da melhor forma possível”, disseram os pais em comunicado conjunto. “A família sempre significou tudo para nós, mas nos tornar pais nos deu uma perspectiva completamente nova sobre amor, propósito e legado.”

    Muito além do basquete

    Mas olha que legal: junto com o anúncio, o casal revelou que está criando uma organização sem fins lucrativos chamada “I Am Fertility”. A ideia é ajudar famílias que querem ter filhos através de fertilização in vitro e outros tratamentos. Ana Montana revelou que concebeu LaOne através de FIV e quer ajudar outras mulheres que passam por isso.

    “Em um momento da minha jornada de FIV, me senti sobrecarregada, emocional, isolada e sem saber onde procurar ajuda”, contou ela. A organização vai dar $5.000 para duas famílias por ano ajudarem com os tratamentos. Cara, que atitude incrível, né?

    E pra fechar com chave de ouro: no mesmo dia do anúncio, os Hornets ganharam a 14ª pick no draft da NBA. Coincidência? Talvez seja sorte de pai novo mesmo! O que vocês acham — o LaOne vai seguir os passos do pai e dos tios no basquete?

  • Charles Lee renova e os Hornets vivem o melhor momento em anos

    Charles Lee renova e os Hornets vivem o melhor momento em anos

    Cara, que temporada absurda foi essa do Charlotte Hornets! Sinceramente, eu não esperava que eles fossem fazer essa virada toda — mas Charles Lee simplesmente transformou esse time em uma máquina de vencer jogos.

    Os Hornets acabaram de renovar o contrato do técnico depois de uma temporada que foi de 19 vitórias para 44. Vinte e cinco vitórias a mais! É a maior melhora de uma temporada pra outra na história da franquia. Olha, eu acompanho NBA há anos e esse tipo de salto é coisa de filme.

    A virada começou no meio da temporada

    O mais louco é que o time começou mal pra caramba — 16-28 nas primeiras 44 partidas. Eu já tava pensando “lá vamos nós pra mais um ano de sofrimento em Charlotte”. Mas aí… BOOM. O Lee conseguiu fazer alguma mágica ali e o time emplacou 28-10 no final da temporada.

    E não foi sorte não, viu. A partir de janeiro, os Hornets tiveram o melhor net rating da NBA (+10.5). Primeiro em ataque (120.7) e quinto em defesa (110.2). Quando você consegue ser elite nos dois lados da quadra, o resultado aparece.

    LaMelo Ball e o rookie Kon Knueppel foram simplesmente monstros nos arremessos de 3 — ficaram em primeiro e segundo lugar na liga em cestas de três convertidas. O time liderou a NBA em rebotes ofensivos e pontos de segunda chance. Era um basquete bonito de assistir.

    Quebrou jejum histórico no play-in

    A cereja do bolo foi vencer o Miami Heat no play-in e quebrar um jejum de oito anos sem ganhar um jogo de playoffs. Não foi muito longe — caíram pro Orlando Magic na sequência — mas cara, pra um torcedor dos Hornets isso deve ter sido emocionante demais.

    Charles Lee não é qualquer um não. O cara foi assistente técnico por dez anos no Boston Celtics, Milwaukee Bucks e Atlanta Hawks. Conquistou títulos da NBA com Celtics (2024) e Bucks (2021). Ou seja, ele sabe o que é preciso pra chegar lá.

    “Charles fez um trabalho excepcional estabelecendo uma base para quem queremos ser como equipe”, disse Jeff Peterson, presidente de operações de basquete. E olha, não é papo furado não — os números mostram isso.

    O próximo desafio? Quebrar o jejum de 11 anos sem playoffs — o maior da NBA atualmente. Mas com essa evolução toda e o LaMelo Ball no auge, vocês acham que os Hornets conseguem dar esse próximo passo na temporada que vem?

  • Hornets renovam com Charles Lee: aposta no futuro deu certo

    Hornets renovam com Charles Lee: aposta no futuro deu certo

    Olha, eu confesso que quando o Charlotte Hornets contratou o Charles Lee em 2024, fiquei meio cético. Mais um técnico saindo do banco de assistente — será que ia dar liga? Pois é, parece que eu estava errado. O cara acabou de renovar contrato com o time, e sinceramente, foi mais que merecido.

    Vinte e cinco vitórias a mais na segunda temporada dele. Vinte e cinco! Isso é praticamente sair do fundo do poço pra brigar por playoffs. Tá, os Hornets não conseguiram passar do play-in, mas cara, o progresso foi absurdo. Depois de um começo meio travado na temporada 2024-25, o time simplesmente decolou.

    De assistente a protagonista

    O Lee veio com uma bagagem interessante — passou pelos Hawks, Bucks e Celtics como assistente. Ou seja, viu de perto como times vencedores funcionam. E parece que absorveu as lições, né? Jeff Peterson, o GM dos Hornets, não poupou elogios: falou sobre desenvolvimento de jogadores, cultura de equipe, responsabilidade. Essas palavras podem soar clichê, mas quando você vê 25 vitórias a mais, aí o negócio fica sério.

    “Charles fez um trabalho excepcional estabelecendo uma base para quem queremos ser como equipe”, disse Peterson. E olha, considerando o histórico dos Hornets nos últimos anos — sempre promessas, raramente resultados — essa fala tem peso.

    O que vem por aí?

    O próprio Lee falou sobre estar “apenas começando”, e eu acredito. Charlotte tem peças interessantes no elenco, jovens com potencial. Se o cara conseguiu essa virada toda em duas temporadas, imagina com mais tempo e talvez algumas contratações inteligentes?

    Vocês acham que os Hornets finalmente encontraram o técnico certo? Porque, sinceramente, faz tempo que não via uma renovação de contrato de técnico em Charlotte que fizesse tanto sentido. O time tem futuro brilhante pela frente — pelo menos é o que os números estão dizendo.

    A questão agora é: conseguem dar o próximo passo e chegar nos playoffs de verdade na próxima temporada? Com Lee no comando e essa cultura que ele tá construindo, eu diria que as chances são bem reais.

  • Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Poxa, que notícia ruim pra galera do Hornets. Brandon Miller, o cara que tava carregando o time nas costas essa temporada, teve que passar pela faca pra resolver um problema no ombro esquerdo. A cirurgia rolou na quarta-feira e agora ele fica fora por tempo indefinido.

    Olha, eu já tava vendo que o garoto tava sofrendo com essa lesão há um tempão. Lembram que ele ficou 13 jogos parado lá no final de outubro? Era exatamente esse problema de instabilidade no ombro que tava incomodando. Depois voltou, mas jogando com aquela proteção no ombro — dava pra ver que não tava 100%.

    Miller jogou no sacrifício a temporada toda

    E mesmo assim, o moleque foi um monstro! 20.2 pontos por jogo sendo o cestinha do time, 4.9 rebotes, 3.3 assistências. Cara, 38.3% de aproveitamento do perímetro — uma evolução absurda pro segundo ano dele na liga. Fez 204 bolas de três!

    Mas o que mais me impressionou foi ele acertar 89.2% dos lances livres. Nono melhor da NBA inteira! Com um ombro zuado, imaginem se tivesse 100%.

    Hornets perde sua principal peça

    Sinceramente, não sei como Charlotte vai se virar sem o Miller. O cara era literalmente o motor ofensivo do time. E olha que estamos falando da segunda escolha geral do draft de 2023 — uma aposta altíssima da franquia que tava rendendo muito bem.

    A boa notícia é que os médicos esperam recuperação total. Mas vocês sabem como é cirurgia de ombro, né? Pode demorar uns meses bons pra voltar ao nível anterior. E aí, acham que o Hornets consegue se manter competitivo sem seu principal pontuador?

    Torcer pra que o garoto volte ainda mais forte. Com 21 anos só, tem muito basquete pela frente ainda.

  • Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Gente, vou começar falando uma coisa: o Moussa Diabate ganhar o NBA Hustle Award foi uma das coisas mais justas que aconteceu na temporada. Sinceramente, esse prêmio é um dos mais importantes da liga — reconhece aquele cara que faz o trabalho sujo, que não aparece no SportsCenter mas que ganha jogos.

    O pivô do Charlotte Hornets levou o prêmio de 2025-26, e olha só que timing perfeito: a partir do momento que ele virou titular titular de verdade (23 de dezembro), os Hornets simplesmente viraram outro time. Coincidência? Eu acho que não.

    A virada que ninguém esperava

    Os números falam por si só, e são absurdos. Charlotte estava 9-20 até 22 de dezembro — ou seja, praticamente morto na temporada. Aí o Diabate assume a titularidade e… BAM! 35-18 no restante da temporada. Sexta melhor campanha da liga nesse período!

    É aquele tipo de impacto que só quem acompanha basquete de verdade entende. O cara não vai fazer 25 pontos por jogo, mas vai pegar todos os rebotes ofensivos, vai fazer as cortinas que abrem espaço pro LaMelo Ball, vai disputar toda bola dividida. É o tipo de jogador que todo técnico ama e que faz a diferença real.

    Os números do trabalho sujo

    O prêmio é calculado através de uma fórmula que mede deflexões, bolas recuperadas, faltas ofensivas sofridas, assistências em cortina, arremessos contestados e rebotes disputados. Entre 124 jogadores elegíveis, Diabate foi o PRIMEIRO em rebotes ofensivos por minuto e quarto em assistências de cortina.

    Na quarta temporada dele na NBA, os números pessoais também foram de outro mundo: 7.9 pontos com 63.1% de aproveitamento (monstro!), 8.7 rebotes, 1.9 assistências, 1.0 toco e 0.8 roubo de bola em 26 minutos. E olha que dado louco: ele fez 20 double-doubles — quase o triplo de toda sua carreira anterior.

    O top-5 ainda teve Dyson Daniels, Draymond Green, Cedric Coward e Josh Hart. Uma companhia e tanto, né?

    Vocês acham que esse tipo de prêmio deveria ter mais destaque na mídia? Porque na minha opinião, esses caras que fazem o trabalho sujo merecem muito mais reconhecimento do que recebem.

  • Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cara, que disputa absurda foi essa pelo Rookie of the Year! Cooper Flagg conseguiu levar a melhor sobre Kon Knueppel por apenas 26 pontos na votação. Imagina só — dois caras que jogavam juntos em Duke há poucos anos agora brigando pelo prêmio de calouro do ano na NBA.

    Flagg fez algo que não víamos desde Michael Jordan em 84-85: liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubadas de bola. Isso com 19 anos, gente. Dezenove. O moleque teve médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubadas por jogo nos Mavericks.

    A rivalidade entre irmãos de Duke

    O mais legal é ver como eles encaram essa competição. “Eu estava assistindo o Kon porque ele é um dos meus irmãos”, disse Flagg depois de ganhar o prêmio. “A gente tem essa conexão e sempre vai estar um pelo outro. Eu estava assistindo ele como fã também, mas sempre vai ter essa competição ao mesmo tempo.”

    Sinceramente? Acho lindo isso. Competição saudável entre dois jovens que se conhecem desde a época da faculdade.

    Knueppel não ficou muito atrás não — 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.5 assistências pelo Charlotte. O cara ainda quebrou o recorde de cestas de 3 para calouros com 273 bolas enterradas do perímetro. Monstro demais.

    Números que impressionam

    Flagg virou o jogador mais jovem da história da NBA a fazer jogos de 35, 40, 45 e 50 pontos. E também o mais novo a distribuir pelo menos 10 assistências numa partida. Os recordes vão caindo um atrás do outro.

    Na votação final, Flagg levou 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel. V.J. Edgecombe completou os finalistas mas ficou no zero a zero nos primeiros lugares.

    O que me chama atenção é que Charlotte com Knueppel conseguiu brigar pelo Play-In (mesmo perdendo pro Magic depois), enquanto Dallas com Flagg fez apenas 26-56. Às vezes o prêmio individual não reflete o sucesso coletivo, né? Vocês acham que isso pesou na votação ou os números individuais do Flagg falaram mais alto?

    De qualquer forma, Duke pode se orgulhar. Ter dois ex-alunos brigando pelo ROY e fazendo temporadas de rookie assim é coisa de programa de elite mesmo. E o melhor? Esses dois ainda têm muito chão pela frente na liga.

  • Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Olha, eu sabia que a situação do Terry Rozier estava complicada, mas isso aqui passou de todos os limites. O cara que já estava enfrentando acusações federais por esquema de apostas agora vai pegar mais uma — dessa vez por aceitar propina. Não é brincadeira não.

    Na segunda-feira, durante uma audiência federal, os promotores soltaram a bomba: eles têm evidências de que o Rozier não só pediu como aceitou suborno. A promotora Kaitlin Ferrell foi direto ao ponto: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou propina.” Imagina o advogado do cara recebendo essa notícia duas horas antes da audiência — deve ter gelado.

    O esquema que pode derrubar o armador

    A história toda começou lá em março de 2023, quando Rozier ainda defendia o Charlotte Hornets. Segundo os federais, ele passou informação privilegiada pro tal do Deniro Laster sobre quando ia sair de jogo mais cedo. O Laster? Vendeu essa informação pra apostadores que queriam lucrar em cima do tempo de quadra do Terry.

    Dois crimes federais já estavam na conta dele por isso. Agora vem mais suborno e fraude por “serviços desonestos” — basicamente, os promotores dizem que ele traiu tanto a NBA quanto os Hornets. Cara, que situação.

    Miami dispensou, NBA suspendeu, mas o salário…

    O Heat não perdeu tempo e dispensou o Rozier logo depois que essa confusão toda veio à tona. A NBA também suspendeu ele, mas aqui tem um detalhe interessante: um árbitro decidiu que ele ainda tem direito aos $26,4 milhões do contrato. Vinte e seis vírgula quatro milhões! Mesmo suspenso, mesmo dispensado.

    Sinceramente? Eu não sei o que é pior — se é a situação legal dele ou o fato de que um cara com esse talento decidiu se meter numa dessa. Terry Rozier sempre foi daqueles jogadores que eu respeitava, sabe? “Scary Terry”, como chamavam ele nos playoffs de 2018 com o Celtics. Mas isso aqui… é de outro mundo.

    E não para por aí. Tem mais cinco réus no caso, incluindo o ex-NBA Damon Jones, que vai se declarar culpado na terça-feira — primeiro do grupo a fazer isso. Até o Chauncey Billups tá envolvido numa parada de poker ilegal separada, mas ele se declarou inocente.

    A próxima audiência tá marcada pra 10 de junho. E vocês, acham que o Terry consegue se livrar dessa ou vai mesmo pro xadrez? Porque pelo jeito que a coisa tá andando, não tá fácil não.

  • Hornets querem renovar com Coby White – e faz todo sentido

    Hornets querem renovar com Coby White – e faz todo sentido

    Olha, eu vou ser sincero: quando os Hornets trocaram por Coby White no deadline, muita gente achou que foi só mais uma dessas trocas de meio de temporada que não dão em nada. Mas cara, que engano.

    O GM Jeff Peterson deixou bem claro na segunda-feira que quer renovar com o armador, e depois do que White mostrou em Charlotte, eu entendo perfeitamente o porquê. Em apenas 21 jogos saindo do banco, o cara cravou 15.6 pontos em menos de 20 minutos por jogo. Isso é absurdo de eficiência.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 46.1% nos arremessos de quadra e 39.1% nas bolas de três (tentando mais de 5 por jogo). Esses são números de All-Star, pessoal. E o mais impressionante? White fez isso vindo do banco, sem muito tempo pra se adaptar ao sistema.

    Peterson foi direto ao ponto: “Nós o vemos como alguém que vai ficar nos Hornets por muito tempo”. E não é só pela parte técnica – o cara elogiou a postura profissional e o caráter do jogador. Isso pesa muito na NBA atual.

    A aposta que deu certo

    Lembram da troca? Charlotte mandou Collin Sexton e três picks de segunda rodada pro Bulls (depois virou dois picks porque White tava machucado). Na época, parecia meio arriscado trocar por um cara lesionado.

    Mas White chegou e mostrou que está num momento completamente diferente da carreira. Aos 24 anos, no sétimo ano na liga, ele finalmente encontrou seu papel ideal – e os Hornets encontraram uma peça importante pro futuro.

    Com White se tornando agente livre irrestrito em julho, a renovação não é garantida. Outros times certamente vão fazer ofertas depois dessa amostra em Charlotte. Vocês acham que os Hornets conseguem segurar ele, ou alguém vai roubar com uma proposta maior?

    Uma coisa é certa: se Charlotte conseguir renovar com White, vai ter um backcourt bem interessante pra próxima temporada. E considerando o histórico recente da franquia, qualquer movimento positivo já é lucro.

  • GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    Olha, eu confesso que gosto da postura do Jeff Peterson. O GM dos Charlotte Hornets saiu da eliminação no play-in contra o Orlando Magic com uma mentalidade que, sinceramente, faz todo sentido: sem pressa, sem atalhos.

    “Não podemos pular etapas”, disse Peterson em entrevista. “Já vi isso acontecer muitas vezes e nunca termina do jeito que você espera quando tenta acelerar o processo.”

    E cara, ele não tá errado não. Quantas vezes já vimos times tentando forçar a barra, trocando picks por veteranos caros, só pra se complicar depois? O próprio Charlotte já passou por isso no passado.

    Construção sólida em andamento

    O interessante é que Peterson tá genuinamente empolgado com o progresso interno que o time fez essa temporada. E olha, dá pra entender o otimismo — LaMelo Ball quando saudável é um monstro, Brandon Miller mostrou flashes do que pode ser, e Miles Bridges voltou bem depois de toda aquela confusão.

    “Fizemos muito progresso essa temporada internamente, e estou animado porque sei que isso vai continuar acontecendo”, completou o GM.

    Na minha visão, essa paciência estratégica pode ser exatamente o que Charlotte precisa. Eles têm flexibilidade financeira e assets pra trabalhar.

    Draft 2026: duas chances na primeira rodada

    Aqui fica interessante: os Hornets têm duas picks de primeira rodada no draft de 2026. Peterson chamou de “um dos drafts mais profundos” que já participou. Duas chances de ouro pra encontrar peças que se encaixem na cultura do time.

    “Estou muito empolgado com este draft”, disse Peterson. “Seja trazendo dois jogadores ou consolidando as picks, teremos diferentes opções pra explorar.”

    E vocês, acham que Charlotte tá certo em ter paciência? Ou deveriam tentar acelerar o processo pra aproveitar a janela do LaMelo? Eu tô torcendo pra que essa construção devagar e sempre dê certo — seria legal ver os Hornets brigando por algo mais sério nos próximos anos.

  • Barkley e Jordan finalmente fazendo as pazes depois de 12 anos brigados

    Barkley e Jordan finalmente fazendo as pazes depois de 12 anos brigados

    Olha, eu nunca pensei que fosse ver esse dia chegando. Charles Barkley e Michael Jordan — dois dos maiores da história — estão tentando resolver essa treta que já dura mais de uma década. E o Chuck foi direto ao ponto na semana passada: “A gente não é o Príncipe William e o Harry, cara. Sempre teve muito amor entre nós”.

    Sinceramente? Era hora. Essa briga toda começou em 2012 quando o Barkley meteu o pau na gestão do Jordan como dono do Charlotte Hornets. E olha, sendo bem honesto aqui — o Chuck não tava errado não. O time era uma várzea completa naquela época.

    A treta que dividiu dois monstros

    A situação ficou feia mesmo quando o Barkley disse que o MJ não tinha gente ao redor dele pra falar “não”. Imagina só — você critica seu melhor amigo publicamente e ele fica pistola. O Jordan “surtou” (palavras do próprio Chuck) e mandou aquele papo de “você era pra ser meu melhor amigo e faz uma dessa”.

    Mas aí que tá: o Barkley tava fazendo o trabalho dele de comentarista. Como ele mesmo falou, “se eu critico outros caras por escolhas ruins no draft, como vou passar pano pro Jordan?”. Faz sentido, né?

    Durante os 13 anos que o MJ foi dono majoritário do Charlotte (primeiro como Bobcats, depois Hornets), o time foi uma piada. Playoffs só três vezes. Uma gestão que, vamos combinar, não foi nada boa mesmo.

    Golf pode curar qualquer ferida

    Agora parece que os dois decidiram que chega de chilique. Barkley disse que conversaram nos últimos dias e já marcaram um golf assim que a temporada acabar. Cara, se tem uma coisa que une os caras da NBA aposentados é uma boa partida de golf — é praticamente terapia pra eles.

    O mais engraçado é que em 2023 o Barkley ainda jogava a responsa pro Jordan: “Ele tem meu número”. Agora que o MJ vendeu o time e tá focado na NASCAR com a 23XI Racing, talvez tenha ficado mais de boa pra resolver as paradas.

    Vocês acham que essa amizade volta ao normal? Eu torço pra que sim — esses dois juntos sempre deram muito entretenimento pra gente. E convenhamos, já passou da hora de enterrar o machado de guerra.