Tag: Charlotte Hornets

  • Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Olha só que coisa interessante: três times que você não esperaria estão desesperados pra subir no top 10 do draft de 2026. Thunder, Bulls e Hornets. Cada um por um motivo diferente, mas todos com a mesma sede de pegar um talento premium.

    Vamos começar pelo Oklahoma City Thunder, que ainda deve estar com gosto amargo na boca depois daquela derrota em casa pro San Antonio Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste. Cara, perder um jogo 7 em casa dói demais. Mas Sam Presti não é bobo – ele já está pensando no futuro.

    O Thunder quer Cam Boozer (e quem não quer?)

    Segundo Brett Siegel, insider da ClutchPoints, o Thunder está “ativamente tentando subir pro top 10” do draft. E adivinha quem eles querem? Cam Boozer. Filho do Carlos Boozer, pra quem não lembra daqueles tempos do Chicago Bulls.

    O problema é que pra pegar o Boozer, eles vão precisar subir pro top 4. E isso não vai ser barato, não. O Thunder tem duas picks nesse draft, então talvez consigam fazer uma troca interessante. Eles também estão de olho no Nate Ament, do Tennessee, como uma possível substituição pro Lu Dort.

    Sinceramente? Faz sentido. O Thunder é jovem, talentoso, e quase chegou nas finais. Um talento a mais pode ser a diferença entre quase e conseguir.

    Bulls querem duas picks no top 10 – ambição ou desespero?

    Agora vem a parte que me deixou surpreso: o Chicago Bulls também quer subir no draft. Eles já têm a 4ª pick (sorte deles na loteria), mas querem MAIS. Querem uma segunda pick no top 10.

    Mano, isso é ambição ou é desespero? Depois de anos sendo medianos, parece que a diretoria finalmente acordou pra vida. Ter duas picks no top 10 num draft que promete ser absurdo pode revolucionar aquela franquia.

    Charlotte também quer entrar na festa

    E pra fechar o trio, temos o Charlotte Hornets. Eles têm duas picks de primeira rodada e estão considerando usar elas pra subir também. Faz sentido total – o time tem alguns talentos interessantes, mas precisa de mais consistência.

    O que mais me chama atenção é que todo mundo sabe que essa classe de draft vai ser especial. Não é à toa que rolou uma “tankagem histórica” essa temporada. Times literalmente jogaram pra perder pra ter picks melhores.

    Vocês acham que algum desses times consegue fazer a troca? O draft começa dia 23 de junho, então a loucura da negociação já deve estar rolando nos bastidores. Eu tô ansioso pra ver se o Presti consegue fazer mais uma de suas mágicas.

  • Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Mano, que situação maluca é essa do Terry Rozier? O cara tá pedindo pro juiz flexibilizar as condições da fiança dele porque quer voltar pra NBA — mesmo sendo acusado de participar de um esquema de apostas que envolveu subornar jogadores.

    Pra quem não lembra, Rozier foi preso pelo FBI em outubro passado. A acusação? Conspiração para fraude, lavagem de dinheiro e corrupção no esporte. Dizem que em março de 2023, quando ainda jogava pelo Charlotte Hornets, ele teria recebido 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e fazer os apostadores ganharem dinheiro nas apostas de desempenho individual dele.

    O problema da fiança

    Como parte das condições da fiança, Rozier não pode ter contato nenhum com os Hornets — time onde jogou de 2019 até ser trocado pro Miami Heat em janeiro de 2024. E aí que tá o pepino: o advogado dele argumenta que essa proibição tá “injustamente punitiva” e pode acabar com qualquer chance do Terry voltar pra liga.

    Olha só a lógica: se ele não pode jogar contra os Hornets, tecnicamente ele tá falhando em “prestar serviços” pro time que eventualmente o contratasse. E isso praticamente elimina qualquer chance de alguma franquia querer assinar com ele. Sinceramente? Faz sentido, mesmo considerando toda a confusão que ele tá metido.

    NBA não tá facilitando

    A liga colocou Rozier em licença quando ele foi preso, e a coisa só foi piorando. Primeiro, um árbitro disse que a NBA não podia reter os 26,6 milhões de dólares do salário dele. Mas depois, quando a liga argumentou que as condições da fiança faziam ele quebrar o contrato, o árbitro mudou de ideia e decidiu a favor da NBA.

    Resultado? Rozier vai perder a maior parte do salário da temporada passada. Aos 32 anos, ele jogou pelo Heat e fez médias de 10.6 pontos, 3.7 rebotes e 2.6 assistências — números bem abaixo do que já produziu na carreira.

    E agora?

    Com a agência livre começando no dia 30 de junho, Rozier tá numa corrida contra o tempo. Ele tem audiência marcada pra 10 de junho em Brooklyn, e provavelmente vai ser lá que vamos saber se ele tem alguma chance de voltar à NBA.

    Cara, é uma situação absurda. Por um lado, o cara ainda não foi condenado e tem direito à presunção de inocência. Por outro, a acusação é pesadíssima — manipular jogos é praticamente o pior pesadelo de qualquer liga esportiva.

    Vocês acham que algum time seria louco o suficiente pra contratar o Rozier nessa situação? Porque olhando de fora, parece que a carreira dele na NBA já era, independente do que acontecer no tribunal.

  • Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Olha só que movimento inteligente dos Charlotte Hornets: acabaram de garantir totalmente o contrato do Moussa Diabaté para a temporada 2026-27. Antes estava só parcialmente garantido, mas agora o pivô francês de 2,08m pode dormir tranquilo.

    E faz todo sentido, cara. O moleque de 23 anos foi um dos principais motivos dos Hornets terem melhorado tanto defensivamente. Foram 73 jogos na temporada passada, sendo titular em 47 deles — números de quem virou peça fundamental no esquema.

    Os números não mentem

    Diabaté fechou a última temporada com médias de 7.9 pontos, 8.7 rebotes, 1.9 assistências e 1 toco por jogo. Ok, não são números de estrela, mas quem assiste sabe que o impacto vai muito além das estatísticas básicas.

    Tanto é que a própria NBA reconheceu isso e deu pra ele o Hustle Award de 2025-26 — um prêmio que homenageia jogadores que contribuem pra vitória de formas que não aparecem na súmula tradicional. Sabe aqueles caras que fazem o trabalho sujo? É exatamente isso.

    Aposta que pode dar muito certo

    Na minha visão, os Hornets estão fazendo a coisa certa. Diabaté ainda é novinho e tem margem gigante pra crescer. Além disso, pivô defensivo que trabalha duro está sempre em falta na liga.

    O contrato que antes só seria garantido por $250 mil na noite de abertura da temporada, e depois totalmente garantido apenas em 10 de janeiro de 2027, agora já tá carimbado. Charlotte não quis arriscar.

    Vocês acham que foi uma boa aposta dos Hornets? Sinceramente, eu acho que esse tipo de jogador — que faz as pequenas coisas certas — sempre tem espaço na NBA. E pelo jeito, a franquia de Charlotte pensa igual.

  • Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Cara, eu li essa história umas três vezes e ainda não consigo acreditar. Terry Rozier — sim, o mesmo que ganhou mais de R$ 800 milhões na carreira — supostamente topou receber 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e ferrar com as apostas dos caras. É de doer a cabeça mesmo.

    Pra vocês terem noção do absurdo: é como se alguém que ganha 100 mil reais por ano aceitasse 384 reais pra fazer uma parada dessas. Quatro centenas de reais! Eu sinceramente não consigo entender o que passou na cabeça do cara.

    O esquema era mais tosco que defesa do Lakers

    O negócio funcionava assim: em março de 2023, quando ainda estava no Charlotte Hornets, Rozier avisou pros comparsas que ia sair mais cedo do jogo contra o New Orleans Pelicans fingindo lesão na perna. Os apostadores fizeram a festa, colocando mais de 250 mil dólares apostando que ele NÃO ia bater suas médias de pontos, rebotes e assistências.

    Só que aí o tiro saiu pela culatra. O monstro saiu no primeiro quarto mesmo (9 minutos só), mas fez 4 rebotes — mais que sua média de 3.3 por jogo. Resultado? Algumas apostas deram errado e Rozier teve que “devolver” parte da grana, ficando com “só” 70 mil dólares.

    Gente, o cara tem contrato de 26 milhões por temporada e se arriscou por migalhas. É de perder o juízo.

    A coisa tá feia pro armador

    As novas acusações que saíram essa semana são pesadas: suborno em competições esportivas e conspiração de fraude. Isso se soma às duas acusações de fraude eletrônica que ele já enfrentava desde outubro. O advogado dele, Jim Trusty, tá dizendo que os outros réus estão inventando história pra se salvar.

    “São homens desesperados com fichas criminais terríveis que sabem o que dizer pra agradar os promotores”, falou Trusty. Olha, até pode ser, mas os detalhes do caso são bem específicos, né?

    E não é só o Rozier não — Chauncey Billups (que hoje treina o Portland) e Damon Jones (ex-assistente do Lakers) também estão no meio dessa confusão. Ao todo são 34 réus nessa investigação gigantesca.

    O mais bizarro? Um dos caras envolvidos, Marves Fairley, se apresentava no Instagram como “guru das apostas” e confessou tudo na quinta-feira. Disse que pagava jogadores pra alterar performance e que fazia apostas fraudulentas.

    Vocês acham que o Rozier realmente fez essa loucura toda? Porque pra mim não faz o menor sentido um cara com essa grana toda se arriscar assim. Mas também, já vimos cada coisa no mundo do esporte…

  • Terry Rozier acusado de aceitar propina de US$ 100 mil por esquema

    Terry Rozier acusado de aceitar propina de US$ 100 mil por esquema

    Cara, que bomba essa que explodiu hoje sobre o Terry Rozier. O cara tá sendo acusado pelo FBI de ter topado receber 100 mil dólares pra manipular uma partida da NBA. Cem mil! Isso é quase meio milhão de reais.

    Olha, eu sempre achei o Rozier um jogador ok, nada demais, mas isso aí é de cair o queixo. Os procuradores federais botaram mais duas acusações em cima dele: suborno em competições esportivas e conspiração de fraude. A NBA e o Charlotte Hornets foram listados como vítimas do esquema.

    O que rolou naquela partida de março

    Segundo a acusação, o bagulho aconteceu em 23 de março de 2023, num jogo contra o New Orleans Pelicans. O Rozier supostamente avisou um cara chamado Deniro Laster (que nome é esse, gente?) que ia se retirar do jogo por causa de uma lesão na perna. O Laster então vazou a informação pra galera que apostava.

    Só que aqui que fica interessante — e meio patético também. O Rozier jogou apenas 9 minutos, fez 5 pontos e 4 rebotes. Mas olha só: os 4 rebotes fizeram algumas apostas perderem! Aí o cara teve que reduzir a propina dele de 100 mil pra 70 mil dólares. Imagina a cena: “Ó, mano, você pegou rebote demais, agora você vai ganhar 30 mil a menos.”

    A defesa não tá brincando

    O advogado do Rozier, Jim Trusty, tá batendo o pé que tudo isso é mentira. Ele falou pra ESPN: “Essa nova acusação só confirma que nossa moção pra arquivar o caso estava certa — novas acusações, novas teorias, mas tudo isso é só um esforço triste pra fazer alguma coisa colar.”

    Sinceramente? Essa história toda me deixa puto. A NBA já tem problema de credibilidade às vezes, e aí aparece uma parada dessas. E vocês, acham que o Rozier fez isso mesmo? Porque 100 mil dólares pra um cara que ganha milhões por ano… sei não. Ou talvez seja exatamente por isso que ele topou — achou que ninguém ia suspeitar.

    O que mais me impressiona é como esses esquemas são descobertos. Alguém sempre acaba entregando o jogo, literalmente. Agora é aguardar pra ver se a justiça americana vai conseguir provar essas acusações ou se o Rozier vai sair limpo dessa confusão toda.

  • Terry Rozier acusado de receber propina de US$ 100 mil pra sair de jogo

    Terry Rozier acusado de receber propina de US$ 100 mil pra sair de jogo

    Mano, que loucura é essa? Terry Rozier, aquele mesmo que já vestiu as camisas do Hornets e Heat, tá sendo acusado de ter recebido uma propina de US$ 100 mil pra sair de um jogo mais cedo. Isso mesmo que vocês leram.

    A história é a seguinte: segundo os promotores federais, lá em março de 2023, num jogo entre Hornets e Pelicans, o Rozier teria combinado de se machucar de propósito no primeiro quarto. E pasmem — ele realmente saiu com apenas nove minutinhos de jogo.

    O esquema por trás da jogada

    A coisa toda gira em torno de apostas esportivas. O cara que supostamente pagou a propina, Deniro Laster, compartilhou a informação com outros apostadores. Eles fizeram apostas pesadas — mais de US$ 258 mil — apostando que o Rozier teria números baixos no jogo.

    E funcionou quase perfeitamente. Terry saiu de quadra alegando lesão na perna (que até existia, mas aí que tá o problema) com apenas 5 pontos, 4 rebotes e 2 assistências. Números bem abaixo do que ele costumava fazer na época.

    O mais engraçado — se é que dá pra rir dessa situação — é que ele não recebeu os US$ 100 mil completos. Pegou “só” US$ 70 mil porque os 4 rebotes que ele conseguiu fizeram algumas apostas perderem. Imagina a cara dos caras: “Pô, Terry, era pra você pegar menos rebote, cara!”

    A real por trás dessa bagunça

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca pensei que veria algo assim envolvendo um jogador conhecido. O Terry sempre foi um cara que eu respeitava — não era craque, mas era esforçado, jogador de role mesmo.

    Agora descobrir que ele pode ter manipulado resultados? Isso mexe com a credibilidade de todo o esporte, mano. Quantos outros jogos podem ter sido afetados? Quantas apostas foram baseadas em informações privilegiadas?

    E tem mais gente envolvida nisso. Marves Fairley, que era parte do esquema, já se declarou culpado e confirmou que pagou o jogador. No total, são seis pessoas indiciadas nessa investigação.

    Terry nega tudo, óbvio. Mas as evidências parecem bem pesadas contra ele. E vocês, o que acham? Dá pra confiar nos números que vemos em quadra depois de uma notícia dessas?

    Sinceramente, espero que seja tudo mentira. Mas se for verdade, é mais um golpe pesado na imagem da liga que a gente tanto ama.

  • LaMelo surpreende Moussa Diabate com prêmio da NBA em treino épico

    LaMelo surpreende Moussa Diabate com prêmio da NBA em treino épico

    Cara, que momento maneiro! O LaMelo Ball resolveu fazer uma surpresa que mexeu com todo mundo que acompanha os Charlotte Hornets. Durante um treino da equipe, o astro chegou com o troféu do NBA Hustle Award para entregar pessoalmente pro Moussa Diabate — e a reação foi de arrepiar.

    “Mousa! The Moose is loose!” (referência ao apelido do pivô), gritou o LaMelo enquanto entregava o prêmio. A resposta do Diabate? Um simples mas emocionado “Valeu, mano. Valeu, galera” que mostrou o quanto isso significava pra ele.

    De reserva a protagonista defensivo

    Sinceramente, eu não esperava que o Diabate fosse explodir desse jeito na segunda temporada dele em Charlotte. O cara começou devagar, meio perdido ainda, mas quando pegou o embalo virou um monstro no garrafão.

    Os números não mentem: 7.9 pontos, 63.1% nos arremessos de quadra (absurdo!), 8.7 rebotes e 1.0 toco por jogo. Mas quem acompanha os Hornets sabe que as estatísticas não contam nem a metade da história. O Diabate virou a alma da defesa do time — mergulhando em cada bola perdida, tomando porrada nas cortinas, fazendo o trabalho sujo que ninguém quer fazer mas que ganha jogos.

    Um prêmio que faz todo sentido

    O NBA Hustle Award existe desde 2017 e mede exatamente essas jogadas que não aparecem no placar mas que decidem partidas: mergulhos em bolas perdidas, cargas ofensivas tomadas, deflexões, cortinas bem feitas e contestações de arremesso. É literalmente o prêmio da raça pura.

    Diabate se juntou a uma lista selecta que inclui Patrick Beverley, Marcus Smart (três vezes!), Draymond Green e Alex Caruso. Ou seja, puro sangue na veia. O pivô de 24 anos mostrou que quando você abraça seu papel no time — mesmo que seja o mais ingrato — coisas boas acontecem.

    E olha, os Hornets quase quebraram um jejum de nove anos sem playoffs, chegando até o Play-In Tournament. Perderam por um jogo só! Com esse núcleo jovem de LaMelo, Brandon Miller, Miles Bridges e agora o Diabate consolidado, eles podem aprontar muito nos próximos anos.

    Vocês acham que Charlotte finalmente volta aos playoffs na próxima temporada? Com essa química que o time tá mostrando, eu tô começando a acreditar mesmo…

  • Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Olha, já era mais do que esperado que o Cooper Flagg ia levar o prêmio de Rookie do Ano — o cara simplesmente destruiu na temporada. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o Kon Knueppel quebrando um recorde que parecia intocável.

    A NBA divulgou o All-Rookie Team de 2025-2026 e, cara, que turma boa entraram na liga esse ano. Flagg obviamente liderou o primeiro time junto com Knueppel (Hornets), VJ Edgecombe (76ers), Dylan Harper (Spurs) e Cedric Coward (Grizzlies).

    Flagg fez o que todo mundo esperava

    21 pontos por jogo liderando todos os rookies. Sinceramente, eu já esperava isso do garoto — desde Duke você via que ele tinha algo especial. Os 6.7 rebotes e 4.5 assistências mostram que não é só cestinha, sabe jogar coletivo também. E aqueles 46.8% de aproveitamento? Monstro.

    Mas vou te falar, Dallas acertou em cheio nessa escolha. O cara já tá sendo peça fundamental no time.

    Knueppel quebrou tudo no arremesso de 3

    Agora o que me deixou de queixo caído foi o Knueppel. 273 bolas de três na temporada! Pra vocês terem noção, o recorde anterior era do Keegan Murray com 207 em 2022-23. O cara literalmente pulverizou a marca.

    42.5% do perímetro é coisa de maluco. E olha que não foi sorte não — foram mais de 80 tentativas, então é consistência mesmo. Charlotte pode ter encontrado um atirador especial aí.

    Edgecombe também fez bonito nos Sixers com 16 pontos de média em 75 jogos. Consistência é tudo na NBA, e o garoto provou que aguenta o tranco da temporada inteira.

    Harper e as enterradas que viraram meme

    Dylan Harper pode ter saído do banco na maior parte da temporada pelos Spurs, mas cara… essas enterradas que ele dava eram absurdas. Aquela que deixou o Dwyane Wade e a Candace Parker de boca aberta no Prime? Eu assisti umas 50 vezes, não vou mentir.

    13.6 pontos em 25.8 minutos é produção boa vindo do banco. San Antonio sempre soube desenvolver jovem, né? E Coward no Memphis também mostrou serviço com seus 13.6 pontos e 5.9 rebotes por jogo.

    No segundo time ficaram Jeremiah Fears (Pelicans), Ace Bailey (Jazz), Maxime Raynaud (Kings), Collin Murray-Boyles (Raptors) e Derik Queen (também Pelicans).

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo a quebrar o recorde do Knueppel? Com a liga cada vez mais voltada pro arremesso de 3, não duvido que apareça alguém tentando chegar nas 300 bolas na próxima temporada!

  • 3 destinos perfeitos pro Randle se o Wolves decidir trocar ele

    3 destinos perfeitos pro Randle se o Wolves decidir trocar ele

    Cara, depois daquela eliminação humilhante pros Spurs, parece que o Julius Randle tá com os dias contados em Minnesota. E olha, sinceramente? Eu não culpo o front office dos Timberwolves se eles estiverem pensando em mexer no elenco.

    O problema é claro: o Anthony Edwards precisa de mais espaço pra operar, e o Randle meio que atrapalha isso. Por mais que o cara seja um monstro no garrafão e saiba distribuir umas assistências, a química simplesmente não tá rolando nos momentos decisivos.

    Detroit Pistons – O encaixe perfeito

    Detroit seria moleza pra ele. Os Pistons precisam urgentemente de alguém experiente no garrafão que saiba criar jogada própria e tire um pouco da pressão do Cade Cunningham. E convenhamos — aquele time ainda tá muito cru, falta pegada veterana.

    O Randle chegaria lá como protagonista mesmo, sem precisar dividir bola com outro astro. Seria aquele cara que pega rebote, empurra contra-ataque e resolve quando a jogada empaca. Exatamente o que Detroit precisa pra sair dessa de “time promissor” e virar algo perigoso de verdade.

    Pra Minnesota, Detroit tem peças jovens interessantes pra oferecer, ou até mesmo picks de draft. Não seria uma troca espetacular, mas às vezes as mais simples são as que dão certo.

    Brooklyn Nets – Aposta calculada

    Brooklyn seria uma aposta interessante. Os Nets têm um elenco equilibrado, mas falta alguém que resolva quando a coisa aperta. O Randle pode não ser a primeira opção ideal, mas num time que precisa de mais criação ofensiva, ele viraria peça-chave na hora.

    E olha, o mais importante: Brooklyn tem assets pra negociar. Se Minnesota quer flexibilidade salarial ou picks, os Nets conseguem montar um pacote decente. Não dá pra simplesmente se livrar do Randle de qualquer jeito depois daquela vexação nos playoffs.

    Charlotte Hornets – A surpresa da lista

    Agora Charlotte pode ser a jogada mais esperta de todas. Os Hornets precisam de adultos na sala, cara. O LaMelo Ball é craque, o Brandon Miller promete muito, mas falta alguém que ensine como se ganha jogo na raça.

    Randle seria perfeito pra isso. Um cara que faz 20 pontos qualquer noite, aguenta pancada e ainda tira pressão dos garotos. Charlotte não tá no nível de ficar escolhendo encaixe perfeito — eles precisam é de produção real pra virar um time competitivo.

    E aí, vocês acham que Minnesota deveria mesmo trocar o Randle? Ou será que vale a pena dar mais uma chance pra ele se encaixar com o Edwards? Eu acho que depois daquela eliminação, qualquer mudança é bem-vinda.

  • LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    Gente, que notícia! LaMelo Ball acabou de anunciar que virou pai em janeiro e só contou pra gente agora no Dia das Mães. O armador do Charlotte Hornets teve um filho com a modelo Ana Montana, e adivinha só… o nome é LaOne. Sim, continuando a tradição da família Ball com os nomes começados em “La”.

    Cara, essa família é mesmo diferenciada. O pai LaVar Ball já tinha criado esse padrão com LaMelo, Lonzo e LiAngelo — todos com esse “La” na frente. E agora o LaOne entra na dinastia. Sinceramente, eu acho genial essa identidade visual que a família criou, né?

    A chegada do LaOne

    O casal fez o anúncio oficial numa matéria da revista People, e não vou mentir — as fotos são lindas demais. Eles só mostraram as perninhas do bebê, mas o detalhe que me chamou atenção foi ele já usando uma versão infantil do tênis do pai, o Puma MB.01. Monstro já nasce estiloso!

    “Dar as boas-vindas ao LaOne mudou nossos corações da melhor forma possível”, disseram os pais em comunicado conjunto. “A família sempre significou tudo para nós, mas nos tornar pais nos deu uma perspectiva completamente nova sobre amor, propósito e legado.”

    Muito além do basquete

    Mas olha que legal: junto com o anúncio, o casal revelou que está criando uma organização sem fins lucrativos chamada “I Am Fertility”. A ideia é ajudar famílias que querem ter filhos através de fertilização in vitro e outros tratamentos. Ana Montana revelou que concebeu LaOne através de FIV e quer ajudar outras mulheres que passam por isso.

    “Em um momento da minha jornada de FIV, me senti sobrecarregada, emocional, isolada e sem saber onde procurar ajuda”, contou ela. A organização vai dar $5.000 para duas famílias por ano ajudarem com os tratamentos. Cara, que atitude incrível, né?

    E pra fechar com chave de ouro: no mesmo dia do anúncio, os Hornets ganharam a 14ª pick no draft da NBA. Coincidência? Talvez seja sorte de pai novo mesmo! O que vocês acham — o LaOne vai seguir os passos do pai e dos tios no basquete?