Tag: Charlotte Hornets

  • Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Cara, o play-in chegou e eu tô hypado pra caramba! Quando a NBA inventou essa parada em 2020, galera reclamou demais, mas olha só — hoje em dia é uma das partes mais emocionantes da temporada. É basicamente um purgatório entre temporada regular e playoffs de verdade.

    Para quem ainda não manjou o esquema: os times que ficaram em 7º e 8º lugar se enfrentam, quem ganha garante a vaga direto. O perdedor ainda tem uma chance contra o vencedor do duelo entre 9º e 10º. É eliminação simples, pressão máxima — do jeito que a gente gosta.

    O cronograma que vai nos deixar sem dormir

    Terça, 14 de abril: Heat x Hornets às 21:30 no Leste, e Trail Blazers x Suns às 00h no Oeste. Na quarta é a vez de Magic x 76ers e Warriors x Clippers. Sexta tem os jogos finais — quem perde dos confrontos 7×8 encara quem ganhou dos duelos 9×10.

    Sinceramente? Nunca vi a NBA tão equilibrada. Até os times em 9º e 10º são monstros. Phoenix Suns no play-in? Warriors também? Isso era impensável há alguns anos.

    No Leste, juventude vs experiência

    Miami Heat chegou em duas finais recentemente e tem aquela “Heat Culture” que funciona demais em atmosfera de playoffs. O Bam Adebayo tá voando — lembram dos 83 pontos dele? Absurdo!

    Mas eu tô com os Hornets nessa. A gurizada de Charlotte finalmente encontrou o caminho com o Kon Knueppel trazendo essa mentalidade vencedora. E cara, eles arremessam de 3 como poucos na liga. Se a bola entrar do perímetro, Miami vai sofrer.

    Do outro lado, Orlando Magic decepcionou um pouco na temporada, mas terminou quente. O Franz Wagner voltou saudável no momento certo. Já o Philadelphia… bom, Joel Embiid com apendicite é uma pancada e tanto. Jogar sem o pivô titular nunca é fácil.

    Na minha visão, Charlotte vai surpreender geral e chegar nos playoffs. Vocês acham que eles conseguem ou a experiência de Miami fala mais alto?

    Oeste selvagem como sempre

    No Oeste a coisa tá ainda mais louca. Phoenix Suns, que já foram finalistas, precisam passar pelo play-in. Golden State Warriors também. É muita qualidade brigando por duas vagas.

    Olha, eu não consigo nem imaginar um cenário onde Warriors ou Suns ficam de fora dos playoffs. Mas é isso que torna o play-in tão especial — qualquer coisa pode acontecer em jogo único.

    A real é que independente de quem avançar, os playoffs vão estar recheados de time bom. E nós, como sempre, vamos ter que escolher entre dormir ou assistir basquete de primeira. Eu já escolhi meu lado.

  • LaMelo e Kon fazem história igual aos Splash Brothers

    LaMelo e Kon fazem história igual aos Splash Brothers

    Olha, eu não esperava ver uma dupla fazer isso tão cedo, mas os caras do Charlotte conseguiram. LaMelo Ball e Kon Knueppel viraram apenas o segundo duo da história da NBA a acertar pelo menos 270 bolas de três em uma temporada. E adivinhem quem foi o primeiro? Curry e Klay Thompson, os lendários Splash Brothers.

    Sinceramente, quando vi esse número pensei: “Pera aí, isso é real mesmo?”. Mas é, mano. Os dois moleques dos Hornets meteram fogo de três pontos a temporada inteira e agora estão na mesma prateleira que os caras que revolucionaram o basquete moderno.

    A virada de chave dos Hornets

    Charlotte foi uma das maiores surpresas da temporada. Começaram meio mornos (26-26 antes do All-Star Game), mas depois pegaram fogo e fecharam com 18 vitórias em 27 jogos. Essa arrancada toda tem muito a ver com a dupla LaMelo-Kon se entendendo melhor na quadra.

    E cara, que dupla! LaMelo já sabíamos que tinha esse talento absurdo pro arremesso de longa distância, mas o Kon Knueppel tem me surpreendido demais. O cara chegou quieto e já tá fazendo história junto com um dos jovens mais talentosos da liga.

    Comparação inevitável com os Splash Bros

    Curry e Thompson fizeram essa marca duas vezes (2015-16 e 2022-23), e olha que eles são considerados a melhor dupla de arremessadores da história. Quatro títulos da NBA, 13 seleções pro All-NBA e 17 All-Star Games combinados. É currículo pra ninguém botar defeito.

    Agora, será que o LaMelo e o Kon conseguem chegar nem que seja na metade disso? Porque se conseguirem, cara, os Hornets podem finalmente virar uma franquia relevante de novo. Faz tempo que Charlotte não empolga tanto assim.

    O mais legal é ver como o basquete evoluiu. Antes era só Golden State fazendo chover de três, agora você tem duplas pelo país inteiro tentando imitar os Splash Brothers. E esses dois dos Hornets não estão só tentando — estão conseguindo.

    Vocês acham que essa dupla tem potencial pra ir longe mesmo? Porque pelo que eu vi nessa temporada, o céu é o limite pra esses caras. Agora é torcer pra passarem do play-in e mostrarem que vieram pra ficar.

  • Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Que jogaço! O Greensboro Swarm fez história e conquistou o primeiro título da G League da franquia. E olha, não foi moleza não — eles atropelaram o Stockton Kings por 2 a 0 numa final melhor de três que deixou todo mundo de queixo caído.

    O MVP que ninguém esperava

    Mas a grande estrela da festa foi Tosan Evbuomwan. O cara simplesmente resolveu no jogo decisivo: 22 pontos pra selar o título. Evbuomwan tem contrato de mão dupla com o Swarm e o Charlotte Hornets, e sinceramente? Depois dessa performance, não me surpreenderia nada se ele ganhasse mais minutos na NBA.

    É impressionante como a G League virou esse laboratório incrível pra revelar talentos. Quantos caras não começaram aí embaixo e hoje são peças importantes nos times principais?

    Charlotte deve estar de olho

    O timing não poderia ser melhor pro Hornets. Com a temporada da NBA chegando ao fim, ter um cara motivado e em alta na afiliada é ouro puro. Evbuomwan já mostrou que sabe jogar sob pressão — e isso vale ouro na liga.

    Na minha opinião, esse título do Swarm não é só sobre eles. É sobre como o sistema de desenvolvimento da NBA tá funcionando. A G League cada vez mais se consolida como uma ponte real entre o college e a NBA.

    E aí, vocês acham que o Evbuomwan consegue uma chance real no time principal dos Hornets na próxima temporada? Eu tô torcendo pra ver esse moleque jogar no nível mais alto!

  • Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Cara, que surra! O Detroit Pistons simplesmente atropelou o Charlotte Hornets por 118-100 e chegou à vitória número 59 na temporada. Falta só mais uma pra chegar aos 60 triunfos — um número que eu sinceramente não imaginava ver os Pistons alcançando há alguns anos.

    O jogo começou quente mesmo, literalmente. Brandon Miller enterrou logo no começo e aterrissou em cima do Duncan Robinson. Os caras se empurraram, o Jalen Duren teve que separar… Mano, nem dois minutos de jogo e a treta do confronto anterior já tava voltando à tona. Você sabe como é, NBA tem memória curta mas rivalidade dura o ano todo.

    Ron Holland tá virando problema sério

    O Ron Holland resolveu fazer 10 pontos seguidos no primeiro quarto. Duas bolas de três seguidas e ainda arrancou umas bandejas no “Holland Hustle” — que apelido monstro esse, né? O cara tá confiante no arremesso e já ganhou até entrevista no intervalo. George Blaha chamando ele de “Mr. Hustle” é poesia pura.

    E o Ausar Thompson? Rapaz, esse garoto tá construindo um case sólido pro DPOY. A defesa que ele fez foi de outro planeta — literalmente filminho de prêmio de melhor defensor. Charlotte até tentou bombardear de três (28 tentativas só no primeiro tempo!), mas quando o Ausar decide incomodar, ninguém tem paz.

    Cade volta com tudo após lesão

    Segundo jogo do Cade de volta depois daquela lesão no pulmão assustadora. E olha, o cara não perdeu o timing não. 14 pontos, chegando nos spots de sempre no meio da quadra. Sinceramente, eu tava com um pé atrás — pneumotórax não é brincadeira — mas o menino mostrou que tá 100%.

    O Jalen Duren foi outro que mandou muito: 20 pontos e 9 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. Oito de onze nos arremessos. Quando esse cara joga solto assim, vira problema sério pros adversários. Duncan Robinson também colaborou com 19 pontos.

    Hornets morreram pela bola de três

    Charlotte começou acertando tudo que era três pontos (11 de 28 no primeiro tempo), mas aí veio o famoso “live by the three, die by the three”. Na segunda metade? Dois acertos em dezenove tentativas. DOIS! E no último quarto foram só 10 pontos. Charles Lee até desistiu e esvaziou o banco.

    O mais louco é que nenhum jogador dos Pistons jogou mais de 28 minutos. Os titulares passaram metade do jogo no banco e mesmo assim foi goleada. Isso que é profundidade no elenco, pessoal.

    Domingo tem o último jogo da temporada regular contra o Pacers, em Indianápolis. A vitória 60 tá ali, esperando. Quem diria que ia falar isso dos Pistons há dois anos, né? Como as coisas mudam rápido nessa liga…

  • Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Cara, que sufoco pros Hornets! Os Pistons chegaram em Charlotte e fizeram o que quiseram: 118 a 100 e mandaram os donos da casa direto pro play-in tournament. E olha que não foi nem apertado no final — Detroit simplesmente resolveu o jogo no terceiro período.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O garoto tá cada vez mais sólido no garrafão, né? Duncan Robinson também caprichou com 19 pontos — aquele arremesso de 3 dele continua letal.

    Detroit tá voando rumo aos 60 vitórias

    E tem mais: os Pistons já garantiram a primeira colocação no Leste e tão a uma vitória de completar 60 wins na temporada. Cara, 60 vitórias! A última vez que eles fizeram isso foi há 20 anos. Sinceramente, quem diria que esse time ia chegar nesse nível?

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos de boa, Ronald Holland II contribuiu com 13 e Ausar Thompson com 12. Time jogando junto, distribuindo bem a bola. É isso que eu gosto de ver.

    LaMelo tentou, mas não deu

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde: 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também colaborou com 22 pontos, mas não foi suficiente. O negócio é que até o final do terceiro quarto tava equilibrado — 11 trocas de liderança, 13 empates. Ninguém abria mais que 8 pontos de vantagem.

    Mas aí veio o baque. Charlotte tava liderando 83-82 no terceiro período quando os Pistons simplesmente explodiram. Uma parcial de 24-8 que acabou com qualquer esperança dos Hornets. Quando você vê, Detroit tava ganhando de 111-92 faltando 6 minutos. Game over.

    E aí, vocês acham que Charlotte tem moral pra fazer barulho no play-in? Porque pelo que vi hoje, vai precisar jogar MUITO mais que isso pra incomodar os grandes do Leste.

  • Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Cara, que domínio do Detroit! Os Pistons simplesmente resolveram a vida contra o Charlotte na noite de sexta, ganhando por 118 a 100 e garantindo que os Hornets ficassem presos no play-in. E o melhor de tudo? Eles fizeram isso sem nem forçar muito a máquina.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O pivô de 22 anos tá numa fase monstruosa e mostrou mais uma vez por que é uma das peças mais promissoras dessa reconstrução de Detroit. Duncan Robinson veio logo atrás com 19 pontos — o veterano tiroteador continua fazendo a diferença quando precisa.

    Pistons na cola da história

    Olha só que situação absurda: Detroit já garantiu a primeira colocação no Leste e agora tá a apenas UMA vitória de fazer sua primeira temporada de 60 triunfos em 20 anos. Vinte anos, pessoal! A última vez foi em 2005-06, época do Chauncey Billups e companhia.

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos sem forçar nada, Ronald Holland II colaborou com 13 e Ausar Thompson adicionou 12. É isso que eu mais gosto nesse time: todo mundo contribui. Ninguém precisa fazer 35 pontos todo jogo porque o coletivo funciona perfeitamente.

    Charlotte lutou, mas não aguentou

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde com 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também batalhou com seus 22 pontos. O problema é que o time simplesmente desabou no final do terceiro quarto.

    Até ali, o jogo tava pegado mesmo — 11 mudanças de liderança, 13 empates, nenhum time abrindo mais que 8 pontos de vantagem. Mas Charlotte conseguiu liderar pela última vez em 83 a 82, faltando 5:52 para acabar o terceiro período. Depois disso? Detroit simplesmente voou.

    Os Pistons fizeram uma sequência brutal de 24 a 8 que praticamente definiu o jogo: 111 a 92 com 6:23 para jogar. Sinceramente, foi uma demonstração de maturidade impressionante de um time que até poucos anos atrás amargava as piores campanhas da franquia.

    E vocês viram a confusão logo no início? Miller fez uma enterrada, caiu em cima do Robinson e levou um empurrão. Dupla técnica para os dois — o clima esquentou logo de cara na despedida de Charlotte em casa, com casa cheia e tudo (19.623 pessoas).

    Agora é só uma vitória para os Pistons fazerem história. Será que conseguem?

  • Pistons pode enfrentar Hornets nos playoffs — prévia hoje?

    Pistons pode enfrentar Hornets nos playoffs — prévia hoje?

    Olha só que situação interessante: Detroit Pistons contra Charlotte Hornets hoje à noite pode ser uma prévia do que a gente vai ver na primeira rodada dos playoffs. Os Pistons estão na primeira colocação do Leste com 58-22, enquanto os Hornets brigam pela oitava posição com 43-37.

    Mas peraí — esse não é um oitavo seed qualquer não, gente. Os Hornets estão pegando fogo desde o final de janeiro. Time que arremessa bem de qualquer posição da quadra, tem vários caras que sabem tocar a bola e ainda por cima joga uma defesa coletiva decente. Sinceramente, se eu fosse técnico de primeiro seed, ficaria meio preocupado com um confronto contra Charlotte.

    Detroit pode usar como laboratório

    O técnico JB Bickerstaff tem uma decisão interessante pela frente. Com os Pistons já classificados na primeira posição, ele pode usar esses últimos dois jogos da temporada regular pra testar algumas combinações de quinteto. Principalmente colocar Kevin Huerter com os titulares e ver como Daniss Jenkins se sai jogando ao lado do Cade Cunningham.

    É aquele dilema clássico: você joga pra ganhar com o melhor time possível ou aproveita pra experimentar pensando nos playoffs? Na minha opinião, Detroit deveria levar a sério — afinal, é melhor manter o ritmo do que relaxar e tomar um susto lá na frente.

    O que esperar do confronto

    Com LaMelo Ball comandando o ataque de Charlotte e Cade Cunningham do lado dos Pistons, a gente pode ter um duelo de armadores bem interessante. Os odds dão Detroit como azarão por 5 pontos jogando fora de casa, o que faz sentido considerando que Charlotte tá jogando em casa e precisa dessa vitória mais do que ninguém.

    Vocês acham que os Pistons vão mesmo experimentar ou vão partir pra cima pensando em manter o ritmo? Jogo às 20h pelo horário de Brasília, transmissão pela FanDuel Sports Network Detroit.

    Uma coisa é certa: se esse for mesmo um preview dos playoffs, a primeira rodada no Leste pode ser bem mais equilibrada do que a diferença de campanhas sugere.

  • Heat corta Rozier e abre vaga para os playoffs – que loucura!

    Heat corta Rozier e abre vaga para os playoffs – que loucura!

    Gente, o Miami Heat acabou de fazer uma jogada que ninguém esperava: cortaram o Terry Rozier na sexta-feira passada! E olha que timing — bem na véspera dos playoffs.

    O Heat tem até domingo para assinar com outro jogador antes do play-in tournament começar na terça ou quarta. Sinceramente, essa situação toda do Rozier virou uma bagunça que eu nunca vi igual na NBA.

    A treta que não acaba

    Cara, o Rozier tá fora desde outubro por causa de uma investigação federal sobre apostas ilegais. Isso mesmo — apostas ilegais! O cara foi preso no dia 23 de outubro e desde então não pisou na quadra pelo Heat. A NBA botou ele em licença e pronto, temporada acabou pra ele.

    O mais louco? Ele tá ganhando 26,6 milhões de dólares essa temporada. Vinte e seis milhões! Pra ficar em casa assistindo os jogos pela TV. Que situação bizarra, né?

    E o pior: ele se declarou inocente das acusações de conspiração, lavagem de dinheiro e fraude. Mas mesmo assim, o Heat decidiu que era melhor cortar logo antes dos playoffs.

    Charlotte mandou até draft pick de desculpa

    Aqui que a coisa fica interessante. O Heat trocou pelo Rozier em janeiro de 2024, vindo do Charlotte. Só que agora todo mundo tá questionando: o Charlotte sabia dessa investigação e não avisou Miami na hora da troca?

    Pra resolver essa treta, Charlotte mandou uma segunda rodada do draft de 2025 pro Heat de “desculpa”. E Miami ainda deve uma primeira rodada de 2027 pros Hornets (protegida na loteria, que vira 2028 se não rolar).

    Adam Silver chamou isso de “situação sem precedentes” em dezembro. E olha, eu concordo totalmente — nunca vi nada parecido na liga.

    Rozier tem média de 13,9 pontos na carreira, passou quatro anos em Boston antes de ir pro Charlotte e depois Miami. Um cara que sempre foi sólido, mas agora… que desperdício de talento, véi.

    E vocês, acham que o Heat fez certo em cortar agora? Ou deviam ter esperado a investigação acabar? Vai ser interessante ver quem eles vão assinar pra completar o roster pros playoffs.

  • Pistons já garantidos x Hornets desesperados: jogaço à vista!

    Pistons já garantidos x Hornets desesperados: jogaço à vista!

    Olha, eu sei que parece só mais um jogo da temporada regular, mas esse Pistons x Hornets de sexta-feira tem tudo pra ser um jogaço. E o mais louco? Os Pistons já garantiram a primeira colocação no Leste com 58-22 (que virada absurda, né?), enquanto Charlotte tá na nona posição brigando por cada vitória pra melhorar a posição no Play-In.

    Cara, imagina a situação: Detroit já pode até poupar alguns titulares, mas Charlotte precisa DESESPERADAMENTE dessa vitória em casa. É aquela pressão que pode fazer qualquer coisa acontecer na quadra.

    Cade vs LaMelo: o duelo que todo mundo quer ver

    O confronto principal é entre Cade Cunningham e LaMelo Ball — dois monstros que definem o futuro da NBA. Cade voltou de uma lesão no pulmão (imagina isso!) e tá com 24.5 pontos por jogo. O problema? Ele não vai conseguir concorrer ao All-NBA por causa da regra dos 65 jogos. Sinceramente, acho essa regra meio injusta às vezes.

    Do lado de Charlotte, LaMelo tá fazendo a diferença com 19.7 pontos e 7.1 assistências. E tem o Brandon Miller também, que tá numa pegada impressionante com mais de 20 pontos por jogo. Esse garoto promete muito.

    Vocês acham que a falta de pressão pode fazer os Pistons relaxarem? Eu acho que pode ser perigoso subestimar um time desesperado em casa.

    A matemática do jogo

    A defesa de Detroit tá entre as cinco melhores da liga em porcentagem de arremessos dos adversários — dado que impressiona pra um time que fazia tempo que não via playoff. Mas Charlotte vem numa sequência de 4-1 nas últimas cinco, arremessando muito bem do perímetro.

    O Jalen Duren vai ser fundamental por dentro. O cara tá fazendo double-double consistentemente (19.5 pontos e 11.3 rebotes), e Detroit lidera a liga em pontos de segunda chance. Se Charlotte não conseguir controlar o garrafão, pode dar ruim.

    Mas olha, jogando em casa com a torcida empurrando e o LaMelo no comando da transição, os Hornets podem surpreender. A atmosfera vai estar elétrica no Spectrum Center — esses jogos de fim de temporada regular com tanta coisa em jogo sempre rendem.

    Na minha visão, vai ser um jogo bem disputado. Charlotte -2.5 de favorito em casa faz sentido, considerando que Detroit pode rodar o elenco. Over/under em 226.5 pontos também parece razoável pra um jogo que promete ser corrido.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô inclinado a acreditar na urgência dos Hornets jogando em casa, mas nunca se sabe com esses times jovens da NBA.

  • Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Mano, que jogo foi esse no TD Garden! Os Celtics fizeram aquilo que todo mundo ama ver: uma virada épica no último quarto pra calar a boca de quem duvidava. 113-102 no placar final, mas o resultado não conta nem metade da história.

    Era noite de bobblehead do Tatum — e cara, que presente melhor pro cara do que uma vitória suada assim? Os Celtics entraram precisando de apenas duas vitórias nas últimas quatro partidas pra garantir a segunda colocação no Leste. Pressão? Com certeza. Mas eles souberam lidar.

    LaMelo veio pra guerra, mas não aguentou o tranco

    O garoto do Charlotte começou metendo bala de três como se não houvesse amanhã. Treze pontos nos primeiros sete minutos — eu tava aqui pensando “ó o perigo aí”. La Melo terminou o primeiro tempo com 23 pontos e deixou os Hornets na frente por 61-55.

    Sinceramente, achei que ia ser uma daquelas noites onde o moleque ia fazer 40 e decidir o jogo sozinho. Mas aí que tá — basquete não é esporte individual, né?

    Queta mostrou serviço no garrafão

    Quem tava assistindo viu o Neemias Queta fazendo a festa embaixo da cesta. O cara começou dominando o paint, marcou 10 pontos logo de cara e ainda pegou uns rebotes ofensivos que foram cruciais. Pra quem acompanha a NBA, sabe como é importante ter alguém fazendo o trabalho sujo.

    E o Jaylen Brown? Rapaz, o cara chegou nos 2.000 pontos na temporada — marco histórico que poucos conseguem. Aquele reverse layup dele no segundo quarto foi simplesmente absurdo. Vocês viram como ele girou e ainda acertou com a mão esquerda?

    Último quarto foi puro show dos Celtics

    Aqui que a coisa ficou interessante mesmo. Boston tava correndo atrás do prejuízo praticamente o jogo todo, mas quando começou o quarto período… cara, foi como se alguém tivesse apertado um botão diferente.

    O Derrick White acertando de três, o Tatum fazendo aqueles arremessos impossíveis dele, e a defesa finalmente funcionando como deveria. Os Hornets que vinham jogando bem o jogo todo simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo.

    Grant Williams, ex-Celtic, até tentou incomodar voltando ao TD Garden, mas não deu conta do recado. É sempre estranho ver um cara que já vestiu sua camisa jogando contra, mas é isso aí — NBA é negócio.

    O que mais me impressionou foi como o time soube lidar com a pressão. Precisavam dessa vitória pra manter a segunda posição, e entregaram exatamente quando importava. Isso é mentalidade de time campeão.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse nível nos playoffs? Porque se continuarem jogando assim no último quarto, vai ser difícil parar eles…