Tag: CJ McCollum

  • Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Olha, eu confesso que esperava mais movimento dos Hawks nesta offseason, mas parece que a diretoria decidiu ir pelo caminho mais conservador. Segundo o Jake Fischer, do The People’s Insider, Atlanta não tá planejando nenhuma trade bombástica pros próximos meses.

    E sinceramente? Depois de ver como o time reagiu às trocas do Trae Young e do Kristaps Porzingis no deadline, até entendo a estratégia. Os caras da diretoria ficaram empolgados com a melhora que rolou internamente — e quando digo empolgados, é porque realmente viram algo diferente em quadra.

    Apostando no desenvolvimento interno

    A ideia agora é trabalhar com o que já têm em casa. Nada de sair por aí gastando fortunas ou mexendo no núcleo que tá funcionando. É aquela velha máxima: se tá dando certo, não mexe muito.

    Mas não é só sentar e esperar milagre, né? O foco tá em melhorias internas mesmo — desenvolvimento dos mais novos, ajustes táticos, essas coisas que a gente às vezes subestima mas que fazem toda a diferença na temporada.

    Decisões importantes pela frente

    Agora, tem umas decisões pesadas esperando. O futuro do CJ McCollum e do Jonathan Kuminga tá em aberto, e isso pode definir muito do que vem por aí. E claro, tem a situação do Quin Snyder também — vocês acham que ele fica mesmo?

    Ah, e tem mais: o Bryson Graham, executivo dos Hawks, ainda tá na lista de candidatos pra assumir as operações de basquete dos Bulls. Se ele vazar pra Chicago, aí sim pode rolar alguma mudança na estratégia de Atlanta.

    Olha, eu entendo a lógica dos Hawks. Às vezes a melhor jogada é não fazer jogada nenhuma. Mas será que essa paciência toda vai dar resultado quando a temporada começar?

  • Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Cara, o Josh Hart é simplesmente diferente. O maluco literalmente xingou o técnico assistente dos Knicks porque não queria sair de cima do CJ McCollum. E olha só o que ele falou depois: “O cara cai e faz média de 30 pontos nos dois primeiros jogos? Nem ferrando.”

    Isso que eu chamo de orgulho de defensor, mano.

    O momento que mudou tudo

    Nos primeiros dois jogos da série contra os Pelicans, McCollum estava voando — quase 30 pontos por jogo, destruindo qualquer um que aparecesse na frente dele. Hart viu aquilo e pensou: “Não, não vai rolar assim não.”

    Aí no final do Jogo 3, quando o técnico quis tirar ele da marcação do McCollum, Hart perdeu a linha. Foi direto na sala dos técnicos e mandou a real: “Eu fico nele. Não me tira dele. Eu vou marcar ele.”

    E funcionou, né? Os Knicks viraram a série e avançaram. Hart conseguiu dar trabalho pro McCollum e o time todo engrenau.

    KAT assumindo o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Karl-Anthony Towns finalmente assumiu o protagonismo que a gente esperava dele. Hart até comentou sobre isso — KAT fez dois triple-doubles nos últimos três jogos da série. Absurdo.

    “Ele consegue arremessar, jogar com a bola na mão e passar muito bem”, disse Hart. E é isso mesmo. Towns sempre teve esse potencial, mas parecia que faltava aquela confiança, aquela atitude de ‘eu que mando aqui’.

    O técnico Mike Brown também elogiou as mudanças ofensivas que fizeram depois do Jogo 3. Basicamente, eles pararam de complicar e deixaram os caras jogarem com mais liberdade, explorando as qualidades individuais.

    Agora é descansar e ver o circo pegar fogo

    Enquanto isso, os Knicks estão de boa assistindo Celtics e Sixers se matando no Jogo 7. O Jalen Brunson já mandou o recado: “É bom comemorar as vitórias, mas não podemos deixar isso se estender. Temos que focar. Acordar amanhã e partir para a próxima.”

    Sabedoria pura do garoto.

    Ah, e o Mitchell Robinson tomou uma multa de 50 mil dólares por uma briguinha com o Dyson Daniels. Nada demais, só os ânimos exaltados dos playoffs mesmo. O importante é que não foi suspenso.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem aproveitar esse embalo e chegar longe nos playoffs? Porque se o Hart continuar com essa intensidade na defesa e o Towns mantendo esse nível ofensivo, vai dar trabalho pra qualquer um.

  • Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Olha, quando você menos espera, sempre aparece uma lesão para complicar tudo. Josh Hart está listado como “questionável” para o Jogo 6 contra os Hawks, e sinceramente? Isso pode virar um baita problema para os Knicks.

    O cara saiu de quadra faltando 6:27 para o final do Jogo 5 — que por sinal foi uma surra histórica de 126 a 97 — e não voltou nem para o banco. Deu para ver ele segurando as costas durante o jogo, e agora tá aí: contusão na lombar.

    O problema não é só a ausência do Hart

    Hart pode até estar errando uns arremessos nessa série, mas cara, o que ele tá fazendo defensivamente é absurdo. A grande sacada dos Knicks foi colocar ele para marcar o CJ McCollum — e funcionou perfeitamente. Finalmente conseguiram parar aquele monstro que tava destruindo tudo nos primeiros jogos.

    Se o Hart não jogar, como é que fica? O plano defensivo para o McCollum vira uma dor de cabeça gigante. E vocês sabem como é: numa série de playoffs, essas pequenas mudanças podem decidir tudo.

    Mike Brown até tentou algumas coisas diferentes no Jogo 5. Colocou Towns e Mitchell Robinson juntos em quadra — coisa que ele evitava fazer porque achava que dava problemas defensivos. Mas funcionou: nos cinco minutos que jogaram juntos, os Knicks aumentaram a vantagem.

    Veteranos mandando no pedaço

    Uma coisa que achei interessante foi o Brown falando sobre como deixa os veteranos participarem das decisões. “É um grupo veterano, eles já passaram por muita coisa juntos”, disse ele. “Se eles falam ‘vamos treinar em tal horário’ ou ‘vamos assistir os vídeos agora’, eu escuto.”

    Faz sentido, né? Quando você tem um grupo maduro que já se entende, às vezes é melhor dar essa liberdade mesmo. E pelo jeito tá funcionando — estão a uma vitória de eliminar os Hawks na primeira rodada.

    A real é que os Knicks estão numa situação boa: 3-2 na série, jogando em casa, e com momentum total depois dessa goleada. Mas basquete é basquete — qualquer coisa pode acontecer, ainda mais se ficarem sem uma peça importante como o Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham a série mesmo sem o Hart? Ou os Hawks conseguem forçar um Jogo 7?

  • Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Cara, o que tá rolando entre CJ McCollum e Jalen Brunson já virou caso de polícia na série entre Hawks e Knicks. E olha, eu não sei se o McCollum tá fazendo de propósito ou se é só azar mesmo, mas o cara já acertou o Brunson na região… digamos, sensível, duas vezes nessa série.

    A primeira foi no Jogo 1, onde ele levou até técnica por isso. Agora no Jogo 5, que os Knicks ganharam de 126 a 97 (que surra!), aconteceu de novo. Durante o movimento de arremesso, a perna do McCollum vai parar exatamente no mesmo lugar. Coincidência? Sei não, viu…

    A resposta de veterano do Brunson

    Mas o que mais me impressiona é como o Brunson lidou com isso. Sinceramente, eu esperava um pouco mais de revolta, mas o cara escolheu o caminho da maturidade. Quando perguntaram sobre os chutes do McCollum na coletiva, ele simplesmente disse: “Não penso nada sobre isso”.

    E sabe o que é mais massa? Em vez de entrar numa guerra de palavras (que ia dar uma confusão desnecessária), o Brunson decidiu responder onde importa: na quadra. O monstro fez 39 pontos com 15/23 nos arremessos de campo. Quarenta pontos quase, cara! É assim que se responde.

    Quando o jogo fala por você

    O segundo tempo foi um show à parte. Brunson meteu 22 pontos só nos dois últimos quartos e simplesmente acabou com qualquer esperança de reação dos Hawks. Foi daquelas atuações que você assiste e pensa: “Por isso que esse cara é estrela”.

    Os Knicks pareciam meio perdidos depois de levar duas seguidas nos Jogos 2 e 3 (aquelas que o próprio McCollum roubou no clutch), mas acordaram na hora certa. Agora estão 3-2 na série e com o momentum total do lado deles.

    Vocês acham que essa história do McCollum é lance mesmo ou tem maldade? Porque duas vezes no mesmo lugar já é demais para ser coincidência, né? O que importa é que o Brunson mostrou que experiência de playoff se resolve assim: jogando bola e mantendo a cabeça fria.

  • McCollum manda indireta pros Warriors após vitória de Kuminga

    McCollum manda indireta pros Warriors após vitória de Kuminga

    Olha só que situação interessante rolou ontem nos playoffs da NBA. O CJ McCollum simplesmente decidiu cutucar o vespeiro depois que os Hawks viraram o jogo contra os Knicks por 109-108 — e o protagonista da história foi ninguém menos que Jonathan Kuminga, ex-Warriors.

    O McCollum, que fez a cesta que decidiu o jogo faltando 12.7 segundos, não perdeu a oportunidade de mandar uma alfinetada bem sutil na direção de Golden State quando falou sobre o Kuminga na coletiva:

    “Ele estava numa situação não muito boa e agora encontrou um lar feliz aqui”, disse McCollum pros repórteres.

    A saga Kuminga em Golden State

    Cara, a história do Kuminga com os Warriors foi mesmo uma montanha-russa. Uma temporada e meia de altos e baixos, com lesões, poucos minutos em quadra e uns atritos com o técnico Steve Kerr. Sinceramente? Já dava pra ver que a coisa não tava fluindo bem.

    Em fevereiro de 2026, finalmente rolou a troca que todo mundo esperava: Kuminga e Buddy Hield foram pra Atlanta em troca do Kristaps Porziņģis. E olha, pelo que a gente tá vendo agora nos playoffs, parece que foi a melhor coisa que podia ter acontecido pro garoto.

    Números que falam por si só

    Os números dele em Atlanta são bem parecidos com os de Golden State na temporada regular: 12.3 pontos, 5.3 rebotes e 2.1 assistências em 22.1 minutos pelos Hawks, contra 12.1 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências em 23.8 minutos pelos Warriors.

    Mas aqui vem o detalhe que faz toda a diferença: nos playoffs, o Kuminga tá jogando 31 minutos por partida. Trinta e um! E tá ajudando os Hawks a abrir 2-1 na série contra os Knicks.

    É impressionante como um jogador pode florescer quando encontra o ambiente certo, não acham? O garoto tem DNA de campeão — afinal, veio dos Warriors — mas às vezes você precisa de um técnico e um sistema que realmente acreditem no seu potencial.

    E aí, vocês acham que os Warriors se arrependeram da troca? Porque pelo jeito o Kuminga tá mostrando que tem muito basquete pra oferecer quando tem a confiança da comissão técnica.

  • CJ McCollum lembra da Jennifer: 8 anos depois do tweet viral

    CJ McCollum lembra da Jennifer: 8 anos depois do tweet viral

    Cara, tem coisa que nunca morre na internet, né? O CJ McCollum acabou de provar isso de novo.

    Antes do jogo 3 dos playoffs contra os Knicks ontem, mostraram pro McCollum um print daquele tweet lendário de 2018. Lembram da Jennifer? Aquela que mandou ele “ganhar um jogo de playoff pra depois falar” quando o CJ criticou os super teams. A resposta dele virou história: “Eu tô tentando, Jennifer”.

    “Jennifer perdida há muito tempo”

    A reação do McCollum foi impagável. “Caramba, Jennifer. A Jennifer perdida há muito tempo”, ele riu ao ver o print. E quando perguntaram se tinha alguma mensagem pra ela, o monstro foi classe pura: “Espero que ela esteja bem”.

    Olha, eu achei fofo demais. O cara podia ter zoado, podia ter sido petulante — mas não. Oito anos depois, ainda tratou a torcedora com respeito. Isso que é maturidade.

    Ainda tentando (mas agora em Atlanta)

    E a ironia? O McCollum realmente ainda tá tentando ganhar jogos de playoff. Só que agora vestindo a camisa dos Hawks, depois daquela troca maluca que trouxe ele de Washington em troca do Trae Young em janeiro.

    No jogo 2 contra os Knicks, o cara simplesmente destruiu: 32 pontos em 22 arremessos, 6 assistências, 3 roubos de bola. Uma performance absurda que garantiu a vitória por 107-106 no Madison Square Garden. Velho de guerra fazendo velho de guerra.

    A série tá empatada 1-1, e sinceramente? Tô adorando ver o CJ ainda brigando por playoff aos 34 anos. Jennifer, onde quer que você esteja, o homem continua tentando — e muito bem, por sinal.

    Vocês acham que ele consegue levar os Hawks longe nesses playoffs? Eu tô acreditando nesse time de Atlanta.

  • CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum não tá nem tentando ser vilão como o Trae Young fazia em 2021, mas tá virando um naturalmente. E os fãs dos Knicks devem estar tendo pesadelos com esse cara — de novo.

    Na quinta-feira, foi o McCollum que cravou a faca no coração dos nova-iorquinos mais uma vez. Arremesso no meio da garagem por cima do Miles McBride, faltando 12,5 segundos, e pronto: Hawks 109 x 108 Knicks. Série 2-1 para Atlanta.

    A virada que não veio

    Os Knicks pareciam que iam dar o troco nos Hawks. Sabe como é — depois de levar aquela reviravolta absurda no Jogo 2 (Hawks estavam perdendo por 12 no último quarto), Nova York queria mostrar que também sabia jogar de virada.

    Só que não rolou. Os Hawks seguraram a pressão e o McCollum apareceu na hora H. Aquele arremesso foi de monstro mesmo — dificulta, com defesa colada, mas ele mandou no ângulo. Playoff basketball, né galera?

    Knicks desperdiçam última chance

    Igualzinho ao Jogo 2, os Knicks ainda tinham uma posse para empatar ou ganhar. Mas dessa vez nem conseguiram arremessar. O Jalen Brunson foi pressionado na linha de fundo, rolou um duplo marcação e… turnover. O Jonathan Kuminga ainda devolveu a bola pros Hawks com o cronômetro zerando.

    Sinceramente, tá difícil para os Knicks. Duas derrotas seguidas depois de estar ganhando bem no começo dos jogos. Psicologicamente isso pesa muito numa série de playoffs.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar ou os Hawks vão fechar em casa? O Jogo 4 é sábado às 20h (horário de Brasília). Pode ser o jogo que define tudo.

  • McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa os Knicks. Depois de fazer aquela loucura no jogo 2 no Madison Square Garden, o cara voltou e decidiu mais uma vez — dessa vez em casa, em Atlanta.

    Com 12.5 segundos no relógio e os Hawks perdendo por um ponto, McCollum recebeu a bola e mandou um fadeaway de 15 pés que foi direto no fundo da rede. 109-108 para Atlanta, série 2-1. Vinte e três pontos no final das contas.

    Uma noite de altos e baixos

    Olha, os Hawks dominaram praticamente o jogo inteiro, chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo. Parecia que ia ser tranquilo, mas aí você lembra que é playoff da NBA — nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: voltaram no sufoco. Jalen Brunson (26 pontos) converteu um and-one com 1:03 no relógio e colocou Nova York na frente por 108-105. Meu coração já estava acelerando só de imaginar outro colapso dos Hawks.

    Mas Jalen Johnson, que foi o cestinha da noite com 24 pontos, respondeu na lata. Josh Hart errou uma de três para os Knicks, eles pegaram o rebote ofensivo mas não conseguiram arremessar a tempo. Sinceramente? Foi um alívio ver que dessa vez Atlanta não entregou.

    McCollum é problema sério para Nova York

    Esse cara tá assombrado com os Knicks, não é possível. Começou o jogo já mandando uma de três step-back — como se estivesse mandando um recado: “oi, eu ainda tô aqui”.

    E não foi só no ataque. Teve uma jogada defensiva absurda quando o Hart pegou uma sobra e saiu em velocidade. McCollum foi lá e tocou a bola, que bateu no pé do Hart e virou posse dos Hawks. Jogada de veterano mesmo.

    Jonathan Kuminga saindo do banco também foi monstro — 21 pontos. Do lado dos Knicks, o OG Anunoby liderou com 29, mas não adiantou muito.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar no jogo 4? Porque até agora o McCollum tá fazendo o que quer com essa defesa de Nova York. E olha que ainda tem mais dois jogos possíveis em Atlanta…

    Mike Brown reclamou da arbitragem depois do jogo, disse que perderam algumas faltas no garrafão. Pode até ser, mas no fim das contas quem decidiu foi aquela fadeway do McCollum. Puro sangue frio.

  • CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    Olha, eu já vi muito final dramático na NBA, mas essa foi de arrepiar. CJ McCollum simplesmente decidiu ser clutch nos últimos segundos e mandou um fadeaway de 15 pés que calou Madison Square Garden. Hawks 109, Knicks 108. Série virada: 2-1 pra Atlanta.

    E o mais louco? McCollum já tinha destruído os Knicks no Jogo 2, e repetiu a dose ontem à noite. 23 pontos do cara, sendo que o arremesso mais importante veio faltando 12.5 segundos no relógio. Fadeaway limpo, sem dó.

    Hawks mostraram coração de campeão

    Sinceramente, eu não esperava que esse time de Atlanta tivesse essa mentalidade. Jalen Johnson foi o cestinha com 24 pontos — esse moleque tá crescendo demais nos playoffs. E olha só que banco produtivo: Jonathan Kuminga saiu do banco pra fazer 21 pontos. Quando o sexto homem aparece assim, é sinal que o time tá encaixado.

    “Eles trabalham, eles compartilham”, disse o técnico Quin Snyder. E é isso mesmo. Os Hawks chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo, mas isso é NBA, né? New York não ia desistir fácil.

    Final de infarto em Atlanta

    A virada dos Knicks veio mesmo. Jalen Brunson — que tá jogando muita bola nessa série — acertou uma jogada de três pontos e colocou New York na frente: 108-105 com 1:03 no relógio. Pensei: “Pronto, acabou pra Atlanta”.

    Mas não. Jalen Johnson respondeu na lata, cortou a diferença pra um ponto só e deixou tudo preparado pro show do McCollum. E que arremesso, meu amigo! Frieza total.

    Os Knicks ainda tiveram duas chances no final. Josh Hart errou um arremesso de três, a equipe não conseguiu bater o cronômetro de posse na sobra ofensiva, e Brunson perdeu a bola pro Kuminga quando o tempo zerou. Assim que acaba uma série — nos detalhes.

    OG Anunoby liderou New York com 29 pontos, Brunson fez 26 e Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Time bom, mas faltou um pouco de sorte no final.

    “Você não poderia pedir nada melhor que isso”, disse o técnico Mike Brown sobre a situação final. “Menos de um minuto pra jogar e a chance de abrir três pontos de vantagem.” Realmente, era pra ter dado certo pros Knicks.

    Agora é Jogo 4 no sábado, em Atlanta. Os Hawks saltaram pra favoritos na série com 57% de probabilidade de classificação. E aí, vocês acham que conseguem fechar em casa ou os Knicks vão empatar tudo?

  • McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa quando o assunto é quebrar o coração dos fãs de Nova York. Ontem à noite, em Atlanta, o cara foi lá e decidiu o jogo com um fadeaway aos 12.5 segundos do fim, dando a vitória por 109-108 para os Hawks e colocando o time em vantagem de 2-1 na série de primeira rodada dos playoffs.

    E olha, não é a primeira vez que ele faz isso com os Knicks nessa série. Depois de já ter brilhado no Jogo 2 no Madison Square Garden, McCollum recebeu a bola com o time perdendo por um ponto e simplesmente resolveu. Arremesso de 15 pés, swish, 23 pontos no final da noite. Monstro.

    Hawks dominaram, mas quase entregaram tudo

    O mais louco dessa história toda é que os Hawks controlaram praticamente o jogo inteiro. Chegaram a abrir 18 pontos de vantagem no primeiro tempo — parecia que ia ser tranquilo. Mas aí você lembra que isso aqui são os playoffs da NBA, né? Nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: lutaram até o final. Jalen Brunson (que terminou com 26 pontos) fez uma jogada de três pontos tradicional faltando 1:03 e colocou Nova York na frente por 108-105. Eu sinceramente achei que ia dar zebra.

    Mas o Jalen Johnson, que foi o cestinha dos Hawks com 24 pontos, empatou o jogo. E aí veio o McCollum para resolver a parada. Jonathan Kuminga ainda roubou a bola do Brunson no final para selar a vitória — que noite do garoto saindo do banco com 21 pontos!

    Knicks têm time, mas…

    Olha, não dá para falar que os Knicks não brigaram. OG Anunoby foi o cara da noite com 29 pontos, o Brunson fez os dele (26) e o Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Mas vocês acham que esse time aguenta a pressão de estar perdendo a série em casa?

    Na minha visão, os Hawks estão jogando um basquete muito mais solto e confiante. McCollum tá naquela fase onde tudo que ele arremessa vai dentro, e quando um jogador experiente como ele tá assim nos playoffs… complicado de parar.

    O Jogo 4 é sábado, ainda em Atlanta. Se os Hawks ganharem, podem fechar a série em casa no Jogo 5. Será que os Knicks conseguem reagir ou vão embora cedo mais uma vez?