Tag: CJ McCollum

  • Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Cara, que dor no peito foi essa de ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam praticamente mortos no jogo 3 contra os Hawks, aí resolveram acordar nos minutos finais e quase fizeram a casa vir abaixo. Quase. Porque o CJ McCollum decidiu ser cruel e mandou uma bomba no final para quebrar o coração da torcida: Hawks 109 x 108 Knicks.

    Atlanta agora lidera a série por 2-1, e sinceramente? Eu tô preocupado com esse time de Nova York.

    Começou tudo errado (de novo)

    Os problemas ofensivos do quarto período do jogo 2 se arrastaram pro início do jogo 3. Foi de dar dó — os Knicks acertaram apenas 35% dos arremessos e um patético 1 de 10 do perímetro no primeiro quarto. Seis bolas perdidas completaram o desastre.

    Só o Jalen Brunson (11 pontos) e OG Anunoby (10) conseguiram balançar as redes pelos Knicks no primeiro período. Olha, quando só dois caras pontuam no seu time, você já sabe que a coisa não vai bem.

    Do outro lado, os Hawks encontraram o ritmo rapidinho: 60% de aproveitamento geral e absurdos 75% de três. O banco deles meteu 18 pontos contra 0 dos reservas de NY. Zero. Como é que pode?

    Towns salvou o segundo quarto

    Mike Brown finalmente botou o Karl-Anthony Towns pra começar o segundo período com o segundo time, e funcionou. O grandão acordou, fez suas primeiras três cestas da noite e pegou quatro rebotes importantes quando os Hawks chegaram a abrir 15 de vantagem.

    Quando parecia que o McCollum (11 pontos só no segundo quarto) ia resolver sozinho, os Hawks erraram os últimos cinco arremessos do período. Aí o Miles McBride resolveu aparecer com duas bombas de três seguidas e cortou a diferença pra oito pontos no intervalo.

    Detalhe bizarro: Josh Hart e Mikal Bridges passaram o primeiro tempo inteiro em branco. Zero pontos. Como assim, cara?

    Final de filme (quase)

    O terceiro período foi vai-e-vem puro. Atlanta abriu 15 de novo, os Knicks encostaram, os Hawks responderam… Brown colocou o Hart pra marcar o McCollum pela primeira vez e funcionou — limitou ele a só dois pontos no período.

    No último quarto, começou mal de novo. Brown tirou Brunson e Towns juntos (por que, Mike? Por que?), e mesmo mantendo a diferença em 10, o time patinou. Três erros consecutivos de três e mais uma bola perdida — a 14ª da noite.

    Mas aí os Knicks lembraram que são da NBA. Anunoby e McBride mandaram umas bombas cruciais, Brunson fez bandeja com falta e deu três pontos de vantagem com pouco mais de um minuto.

    Atlanta empatou, parou o ataque dos Knicks e… McCollum. Aquele fadeaway maldito com 12,5 segundos restantes. Brunson perdeu a bola na posse seguinte e acabou o sonho.

    Brunson fechou com 26 pontos, Anunoby liderou com 29, Towns fez 21 e 17 rebotes. Mas Hart e Bridges? Dois pontos somados. É brincadeira isso.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa ou a série já tá decidida? Porque do jeito que o McCollum tá jogando, vai ser difícil…

  • Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Cara, eu tô começando a ficar preocupado com os Knicks. E olha que sou um cara que sempre acredita nos caras de Nova York, mas essa série contra o Hawks tá ficando complicada pra caramba.

    Os Hawks acabaram de vencer o jogo 3 por 109-108 e agora lideram a série por 2-1. E não foi só uma vitória qualquer não — foi mais uma demonstração de que os Knicks tão com problemas sérios que não conseguem resolver.

    CJ McCollum tá destruindo a defesa dos Knicks

    O veterano CJ McCollum tá simplesmente monstruoso nessa série. Já são 81 pontos em três jogos, mano. Oitenta e um! E o pior? Ele tá caçando o Jalen Brunson na defesa como se fosse um lanche da tarde.

    Quando um repórter perguntou pro McCollum se ele gosta de enfrentar o Brunson, a resposta foi hilária: “O que você acha?”, ele respondeu com aquela cara de deboche. E completou com um “Yeah” bem enfático. Traduzindo: tá mamão com açúcar atacar o armador dos Knicks.

    Sinceramente, isso me lembra muito quando o pessoal caçava o Marcelinho Machado na defesa lá nos anos 2000. Quando um cara vira alvo assim, complica demais pro time todo.

    O ataque dos Knicks tá travado

    E por falar em Brunson, o cara tá carregando o piano sozinho no ataque — e isso não tá dando certo. A bola fica parada na mão dele, os outros caras ficam parados esperando, e quando o jogo aperta mesmo, vira aquele isolado desesperado.

    No último lance do jogo 3, quando não conseguiram nem passar a bola pro Brunson direito, deu pra ver como o sistema tá falho. O Karl-Anthony Towns até fez 21 pontos, mas o técnico Mike Brown não consegue usar ele como segunda opção de verdade.

    E tem mais: pelo segundo jogo seguido, Brown começou o último quarto com Brunson E Towns no banco ao mesmo tempo. Cara, isso não faz sentido algum! Você não tira seus dois melhores jogadores juntos num momento crucial dos playoffs.

    O OG Anunoby salvou a pátria com 29 pontos, mas o Mikal Bridges e o Josh Hart — dois titulares — fizeram APENAS 2 pontos juntos. Dois pontos! Com 1 acerto em 12 tentativas. Isso é coisa de pelada de domingo de manhã.

    A matemática não tá a favor

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas os números são cruéis: historicamente, quem ganha o jogo 3 depois de um empate 1-1 leva a série em 74% das vezes. E os Hawks não tão jogando por acaso não — o time tem equilíbrio, o banco tá rendendo, e jogadores como Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker tão fazendo a diferença nas duas pontas.

    Vocês acham que os Knicks conseguem reverter essa situação? O jogo 4 é sábado, em Atlanta, e sinceramente virou quase um mata-mata. Se perderem, vão precisar de um milagre pra voltar de 3-1.

    Não vou mentir: sempre torço pros times de Nova York nos playoffs, mas essa série tá com cara de que pode acabar mais cedo do que todo mundo esperava. Os Hawks tão jogando com confiança e os Knicks… bem, os Knicks tão parecendo perdidos.

  • CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks! Sério mesmo, essa série tá sendo puro entretenimento e CJ McCollum simplesmente resolveu virar protagonista quando ninguém esperava.

    Atlanta venceu por 109-108 em um final de tirar o fôlego e agora lidera a série por 2-1. E olha, não vou mentir — eu não esperava que o McCollum fosse dominar dessa forma depois da troca dele pros Hawks.

    McCollum simplesmente monstro

    O cara fez 23 pontos e ainda cravou a cesta da vitória nos segundos finais com uma frieza absurda. Vocês viram aquele pull-up? Completamente no controle, corpo alinhado, sem pressa nenhuma. Isso é veterano experiente fazendo o que sabe de melhor.

    Eu sempre achei que o McCollum encaixaria melhor jogando ao lado do Jalen Johnson do que com o Trae Young, mas confesso que tô impressionado com a versatilidade que ele tá mostrando. O cara tá fazendo de tudo — criando jogadas, pontuando, sendo válvula de escape. É plug-and-play no melhor sentido.

    Knicks com problemas sérios

    Do outro lado, Nova York tá com uns problemas bem chatos. Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (29) foram bem, mas não dá pra ganhar jogo na NBA dependendo só de dois caras.

    E o que tá acontecendo com o Karl-Anthony Towns, hein? O homem simplesmente não aparece no primeiro tempo — dessa vez foram só 8 pontos na primeira metade, sendo ZERO no primeiro quarto. Zero! Isso não pode acontecer com um jogador do calibre dele.

    Mikal Bridges então… 21 minutos, quatro turnovers e nenhum ponto. Nenhum! Sinceramente, tá difícil de entender como um jogador desse nível some completamente numa série de playoffs.

    A única salvação veio do banco mesmo, com Miles McBride contribuindo com 15 pontos importantes. Mas não dá pra viver disso, né?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem reagir no próximo jogo? Porque se o Towns não acordar pra vida e o Bridges continuar sumido, vai ficar complicado demais pra Nova York. Essa série tá longe de acabar, mas os Hawks tão numa posição bem confortável agora.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e Gobert domina Jokić nos playoffs

    CJ McCollum vira vilão no MSG e Gobert domina Jokić nos playoffs

    Mano, que noite foi essa nos playoffs da NBA! O CJ McCollum simplesmente decidiu que ia virar o pesadelo dos torcedores dos Knicks no Madison Square Garden, enquanto lá em Denver o Rudy Gobert deu uma aula de como parar o Nikola Jokić. Vamos por partes porque teve muita coisa boa rolando.

    McCollum vira o novo vilão do MSG

    Cara, cinco anos depois do Trae Young ter traumatizado Nova York, os Hawks arrumaram outro cara pra deixar a torcida dos Knicks pistola. O CJ McCollum foi simplesmente absurdo no Jogo 2 – 32 pontos e uma atuação que me lembrou muito dos tempos de Portland quando ele era aquele cara clutch que resolvia os jogos.

    O mais engraçado é que tudo começou com uma provocação. Depois do Jogo 1, McCollum zoou o Jalen Brunson dizendo que ele “pensou que estava num show da Broadway” por causa de uma suposta cena que o armador fez. A torcida não perdoou – rolou até “f— you, CJ” no ginásio inteiro.

    E o McCollum? Respondeu da melhor forma possível: no quarto período, com os Knicks ganhando de 12, o cara simplesmente pegou o Brunson e passou a mão na cara dele. Uma cesta atrás da outra. A enterrada que ele deu na reta final foi de arrepiar – daquelas que fazem você levantar do sofá gritando.

    Gobert mostra como se marca o MVP

    Agora, se tem uma coisa que eu não esperava ver era o Rudy Gobert conseguir dar trabalho pro Jokić desse jeito. O cara simplesmente fez uma clínica defensiva contra o atual MVP e ajudou os Timberwolves a empatarem a série em 1-1 em Denver. Isso mesmo, em casa do favorito.

    Olha, eu sempre fui meio cético com o Gobert em playoffs – já vimos ele apanhar pra jogadores menores várias vezes. Mas contra o Jokić ele mostrou exatamente por que ganhou três prêmios de Melhor Defensor. A forma como ele contestou os arremessos do sérvio sem cometer faltas bobas foi de mestre.

    O que mais me impressionou foi a inteligência tática. Em vez de tentar apenas força bruta, o Gobert usou a experiência pra antecipar os movimentos do Jokić. E quando o MVP tentava aquelas assistências malucas dele, lá estava o francês cortando as linhas de passe.

    Playoffs esquentando

    Depois de um primeiro final de semana meio morno (todos os Jogos 1 foram decididos por pelo menos 9 pontos), os playoffs finalmente começaram a esquentar. Os Hawks provaram que podem competir mesmo sendo azarão, e os Wolves mostraram que não vão facilitar pro atual campeão.

    E vocês, o que acharam dessas viradas? Acreditam que McCollum consegue manter esse nível ou foi só uma noite especial? E o Gobert, será que finalmente vai ter uma campanha de playoffs à altura do salário que ganha?

    Uma coisa é certa: se os jogos continuarem nesse nível, vai ser uma pós-temporada memorável. Já estou ansioso pros próximos jogos!

  • Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu ontem à noite. Os Knicks tinham OITO pontos de vantagem faltando menos de seis minutos pro fim do jogo. Oito! E conseguiram entregar tudo de bandeja pro Hawks. Foi doloroso de assistir, mesmo pra quem não é fã de Nova York.

    A derrota por 107 a 106 foi dessas que dói na alma. O time estava controlando o jogo a noite toda, dominando no garrafão, pegando rebote, fazendo tudo certinho. Aí no último quarto? Simplesmente derreteram. Foram massacrados por 28 a 15 nos minutos finais. É o tipo de coisa que assombra jogador pelo resto da vida.

    McCollum destruiu tudo nos momentos decisivos

    Olha, tem que dar crédito onde crédito é devido. CJ McCollum simplesmente resolveu virar o Michael Jordan nos últimos minutos. O cara terminou com 32 pontos, acertando 12 de 22 arremessos. Quando o Hawks mais precisava, ele apareceu com aqueles arremessos impossíveis que só veterano cascudo consegue fazer sob pressão.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson até que lutou – 29 pontos e 7 assistências. Mas nos momentos cruciais, quando o time mais precisava dele, as bolas não caíram. Karl-Anthony Towns também contribuiu com 18 pontos e 8 rebotes, mas sinceramente? Esperava mais dele num jogo desses.

    Playoff é isso aí: psicológico vale tudo

    Josh Hart foi um dos poucos que se salvaram. O cara fez um double-double (15 pontos e 13 rebotes) e trabalhou a noite toda. Mikal Bridges também se esforçou, mas 10 pontos com 30% de aproveitamento não dá pra ganhar jogo de playoff.

    Do lado do Hawks, Jalen Johnson conseguiu 17 pontos e 8 rebotes numa partida bem equilibrada. Onyeka Okongwu também ajudou com 15 pontos. Mas a grande diferença mesmo foi a intensidade defensiva que Atlanta trouxe nos momentos finais.

    E aquela confusão entre Mitchell Robinson e Dyson Daniels? Cara, isso é playoff raiz. Robinson deu uma “corridinha” por cima do australiano depois de um bloqueio e levou técnica por provocação. É esse tipo de coisa que faz a diferença no psicológico dos times.

    Agora a série está empatada 1 a 1, e vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa? Porque entregar um jogo desses pode quebrar qualquer vestiário. O próximo duelo é em Atlanta na quinta-feira, e depois de uma entregada dessas, jogar fora de casa vai ser ainda mais complicado.

    Playoff é isso: não importa o quanto você domina por três quartos se não consegue fechar o jogo. Os Knicks que se cuidem, porque engasgar com penas de falcão pode custar uma série inteira.

  • CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    Cara, o CJ McCollum simplesmente resolveu assumir o papel de vilão em Nova York. Com o Madison Square Garden lotado xingando seu nome, o cara meteu 32 pontos e comandou uma virada absurda dos Hawks, que saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 107-106 dos Knicks. Série empatada em 1-1, e eu tô aqui pensando: será que encontramos o sucessor do Trae Young como inimigo público número 1 de Manhattan?

    “Eu não sou o vilão”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e uma esposa.” Ahn tá, CJ. Conta outra. O cara meteu seis dos últimos oito pontos do time, provocou a torcida pedindo mais barulho e ainda vem com essa de “cara legal”. Eu adoro essa postura, sinceramente.

    O novo pesadelo do MSG

    Olha, quem acompanha NBA sabe que o Trae Young traumatizou essa torcida do Knicks em 2021. Agora o cara foi pros Wizards, mas parece que o McCollum veio justamente pra ocupar esse vazio de vilão. E que timing perfeito – ele chegou nos Hawks justamente na troca que levou o Young embora.

    A coisa ficou quente mesmo depois daquela falta feia que ele fez no Brunson no Jogo 1 – uma chutada no “baixo ventre” que gerou muito climão. Primeiro o CJ falou que o Brunson tava atuando “como se estivesse na Broadway” (essa foi boa), depois admitiu que foi falta mesmo. Mas pra torcida do Knicks? Já era tarde. O cara virou alvo.

    E no terceiro quarto de ontem rolou uma confusão linda com o Jose Alvarado. Dupla técnica, torcida gritando “F- you, CJ” e o maluco jogando os braços pro alto pedindo mais barulho. Monstro demais!

    Clutch time de gente grande

    Agora vamos ao que realmente importa: basquete puro. O McCollum não foi só provocação não. 32 pontos, seis assistências, três rebotes e dois roubos de bola. Oito pontos no terceiro quarto quando o Knicks tentava matar o jogo. O cara usou as telas pra forçar o switch pro Brunson e atacou o garoto sem dó.

    Mas quase que a casa cai no final, hein? Com cinco segundos restantes, Hawks na frente por um ponto, McCollum vai pra linha do lance livre… e erra os dois! Eu tava aqui gritando na TV. Sorte que o Mikal Bridges resolveu tentar um fadeaway impossível da linha de fundo em vez de atacar a cesta.

    E o Knicks? Cara, que desperdício. 17 de 27 nos lances livres (dez erros!), 11 de 34 nas bolas de três, 14 turnovers que viraram 18 pontos pro Hawks. O Mike Brown tá certo quando fala que tiveram várias chances de matar o jogo e não conseguiram.

    Vocês acham que o McCollum consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, essa série vai ser um show à parte. O cara tem 32 anos, experiência de playoff e agora tem uma torcida inteira pra motivar ele. Perigoso demais.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Cara, que dor no coração foi ver o Mikal Bridges com a bola na mão, 5 segundos no relógio, chance de virar o jogo 2 dos playoffs — e a bola batendo na frente do aro. Sinceramente, doeu até em mim que tava assistindo em casa.

    O cenário era perfeito pra um final épico no Madison Square Garden. Os Knicks vinham de um colapso no quarto período (clássico, né?), mas ainda tinham uma chance dourada de sair com a vitória e abrir 2-0 na série contra o Hawks.

    CJ McCollum quase foi o vilão perfeito

    O veterano CJ McCollum tava tendo uma noite monstro — 32 pontos, 12/22 dos arremessos, fazendo a torcida do MSG passar raiva a noite toda. Só que aí ele perdeu dois lances livres seguidos numa diferença de 1 ponto. Dois. Lances. Livres.

    Josh Hart pegou o rebote defensivo e aí foi aquela correria maluca. Sem mais pedidos de tempo, os Knicks tinham que resolver na raça. Hart driblou algumas vezes e achou o Bridges um pouco depois do meio da quadra.

    O que aconteceu depois… olha, foi daqueles momentos que você segura a respiração. Bridges entrou no garrafão, cortou pra lateral e soltou um fadeaway contestado que — pra nossa tristeza coletiva — bateu na frente e saiu.

    Técnico e jogador não se arrependem da jogada

    O mais interessante é que nem o Mike Brown (técnico) nem o próprio Bridges ficaram se lamentando pela escolha da jogada. Brown foi direto: “Achei um bom arremesso. Mikal chegou na posição certa, tava um pouco desequilibrado, mas não estava sob muita pressão — é um arremesso que ele já converteu pra gente antes.”

    E o Bridges? Cara, a frieza do maluco me impressiona. “Só errei. Não tinha nada de errado com o arremesso, só preciso acertar da próxima vez.” Essa mentalidade de killer que você precisa ter nos playoffs.

    Agora a série volta pro Atlanta empatada em 1-1, quando os Knicks podiam ter saído de Nova York com uma vantagem quase decisiva. É isso aí — no basquete, especialmente nos playoffs, você não pode desperdiçar essas oportunidades porque elas podem não voltar mais.

    E vocês, acham que foi a jogada certa ou o Bridges tinha que procurar outro companheiro? Eu, particularmente, prefiro ver a bola na mão de um cara que não treme na hora H.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Cara, eu não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks tinham 14 pontos de vantagem, estavam controlando o jogo tranquilamente, e conseguiram entregar tudo de bandeja pros Hawks. 107-106 para Atlanta no final, e os torcedores saíram do MSG com cara de velório.

    Olha, eu vi esse filme antes. Time de Nova York dominando por três quartos e derretendo na reta final — é quase uma tradição. No quarto período, os Hawks fizeram 28 pontos contra apenas 15 dos Knicks. Vinte e oito contra quinze! Como que você permite isso jogando em casa?

    Josh Hart foi um monstro, mas não foi suficiente

    O Hart fez de tudo em quadra: 15 pontos, 13 rebotes, e ainda distribuiu bola. Esse cara é o tipo de jogador que faz a diferença quando os astros principais estão meio apagados. No primeiro tempo, enquanto o Towns estava sumido (só 4 pontos na primeira metade), o Hart segurou a barra junto com o Mitchell Robinson.

    Falando no Robinson, que volta por cima! O cara cravou 11 dos seus 13 pontos no primeiro tempo, pegou rebote, intimidou no garrafão. Foi exatamente isso que os Knicks precisavam dele nos playoffs. Quando o Towns finalmente acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), parecia que o jogo estava resolvido.

    Brunson lutou, mas cadê o apoio na hora H?

    Jalen Brunson fez o que sempre faz — carregar o time nas costas. 29 pontos, incluindo aquela tripla que empatou o jogo em 103-103 com pouco mais de um minuto no relógio. Mas sinceramente? O cara não pode fazer tudo sozinho, principalmente nos playoffs.

    E o Towns? Simplesmente zerou no quarto período. Zero pontos no momento mais importante do jogo. Não dá pra aceitar isso de um jogador do calibre dele, ainda mais depois de ter feito 14 no terceiro quarto. É essa inconsistência que me deixa maluco com esse time.

    CJ McCollum foi implacável

    Do outro lado, o CJ McCollum destruiu. 32 pontos e comandou a virada histórica dos Hawks. Tá, ele perdeu dois lances livres nos segundos finais que poderiam ter definido o jogo, mas mesmo assim foi ele quem manteve Atlanta viva quando parecia impossível.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em Atlanta? Porque olha, perder um jogo que você estava ganhando por 14 pontos em casa é de doer. Agora eles vão ter que jogar na casa dos Hawks no Jogo 3, quinta-feira às 19h, e a pressão vai estar toda em cima deles.

    Essa é a NBA, galera. Um minuto você está comemorando, no outro está saindo cabisbaixo do seu próprio ginásio. Os Knicks têm time para reagir, mas precisam mostrar muito mais consistência se quiserem passar dos Hawks nessa série.