Tag: Cleveland Cavaliers

  • Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Cara, que jogo foi esse dos Pistons! Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse sair na frente contra Cleveland logo no primeiro jogo da série, mas os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e saíram com a vitória por 111-101.

    A coisa começou bem ruim pros Pistons — Cavaliers abriram 5-0 no placar. Mas aí que você viu a magia acontecer. Detroit respondeu com uma sequência absurda de 30-9 que deixou todo mundo de queixo caído. Javonte Green ainda fechou o primeiro quarto com uma bomba de três no estouro do cronômetro: 37-21 pros visitantes.

    Ausar Thompson fez o que com o Keon Ellis?

    Monstro, a enterrada que o Ausar Thompson deu foi de outro mundo. O cara correu atrás do Keon Ellis numa transição e aplicou uma dessas bloqueadas que você guarda na memória pra sempre. Defesa pura, do tipo que faz o estádio inteiro ficar em silêncio.

    Donovan Mitchell até tentou carregar Cleveland nas costas — terminou com números decentes —, mas James Harden tava completamente perdido contra a defesa organizada dos Pistons. O Cade Cunningham tava colado nele, não deixava o barbudo respirar. Resultado? Onze bolas perdidas só no primeiro tempo.

    A conexão Cade-Duren que decidiu tudo

    No último quarto, quando Cleveland empatou o jogo em 93-93, eu pensei: ‘pronto, acabou a festa de Detroit’. Mas aí que o Cade mostrou por que é estrela. O cara encontrou o Jalen Duren em três posses consecutivas para enterradas monumentais. Duas foram passes lindos depois que Cade quebrou a defesa dos Cavs.

    Vocês viram aquela conexão? É coisa de dar inveja em qualquer dupla da liga. Cunningham terminou com 23 pontos (mesmo sem acertar muito bem os arremessos) e Duren, além dos 11 pontos, pegou 12 rebotes e ainda deu 4 assistências. O impacto do pivô vai muito além dos números — defesa no garrafão e presença de quadra impressionantes.

    Tobias Harris continuou firme como segundo cestinha do time com 20 pontos e 8 rebotes. Duncan Robinson meteu 19 pontos com cinco bombas de três, e até o Daniss Jenkins saiu do banco pra contribuir com 12 pontos.

    E aí, quem aqui apostava que Detroit ia conseguir essa vitória fora de casa? Porque eu confesso que tava desconfiado. Agora a série tá 1-0 e os Pistons mostraram que vieram pra brigar de verdade. Esse time tem cara de quem pode incomodar muito mais gente nos playoffs.

  • Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cara, que frustração ontem à noite. Os Cavaliers tinham tudo pra roubar o primeiro jogo da série contra Detroit, jogando fora de casa, mas conseguiram entregar de bandeja — literalmente. Vinte turnovers. VINTE. É pedir pra perder mesmo.

    Olha, eu tava assistindo o jogo e não conseguia acreditar no que tava vendo. James Harden e Donovan Mitchell, que deveriam ser os caras que organizam o ataque, combinaram 10 turnovers contra apenas 9 assistências. Isso é de doer, gente.

    Harden precisa parar de entregar a bola

    O Harden foi o maior vilão da noite — perdeu a bola 7 vezes só nesse jogo. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: já são 43 turnovers só nestes playoffs. Cara, o maluco tá jogando como se fosse pelada de domingo no parque.

    E o Mitchell? Rapaz, desde o Game 2 contra Toronto que ele tá sumido. Não é possível que o principal jogador do time termine a partida com mais turnovers que assistências. Os Cavs precisam URGENTE de alguém que saiba controlar o jogo, e nem Harden nem Mitchell tão entregando isso.

    Max Strus salvou o que dava pra salvar

    Pelo menos teve uma luz no fim do túnel: Max Strus jogou pra caramba. 19 pontos em 7 de 13 arremessos, sendo 4 de 8 do perímetro. O cara mostrou por que é importante ter um arremessador de volume na equipe.

    Sinceramente, prefiro Strus em quadra do que Dean Wade nesses momentos decisivos. Wade até defende melhor, mas ofensivamente ele trava o ataque dos Cavs. Com Strus, pelo menos a defesa adversária tem que grudar nele lá no perímetro, abrindo espaço pros outros.

    Kenny Atkinson perdeu a mão nas rotações

    Agora vem a parte que me deixou mais irritado: Kenny Atkinson usou 11 jogadores. ONZE! Nos playoffs, cara! Isso não faz sentido nenhum.

    Tá certo que Sam Merrill se machucou logo no começo e Jarrett Allen pegou 4 faltas. Mas começar o último quarto com Thomas Bryant, Keon Ellis e Dennis Schroder juntos em quadra? Isso é pedir pra entregar o jogo de mão beijada.

    E aí, vocês acham que Allen não conseguia jogar mais que 18 minutos mesmo com 4 faltas? O cara foi herói no Game 7 contra Toronto e fica no banco vendo Bryant tentar fazer milagre. Enquanto isso, Cunningham jogou 43 minutos pelos Pistons. Essa é a diferença entre querer ganhar e facilitar pro adversário.

    Os Cavs desperdiçaram uma oportunidade de ouro de largar na frente da série. Com essa quantidade absurda de turnovers e essas rotações malucas, não dá pra competir nos playoffs. Espero que aprendam pra o Game 2, porque senão essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Detroit Pistons estavam praticamente eliminados, perdendo por 3-1 na série, e simplesmente viraram o jogo. VIRARAM! Em sete jogos, com direito a uma volta histórica no segundo tempo do jogo 6.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Quando vi eles perdendo por 3-1, pensei “pronto, acabou a temporada dos caras”. Mas esse time tem uma garra que é absurda. Durante toda a temporada regular, 82 jogos, a gente viu essa raça deles de nunca desistir. E nos playoffs foi a mesma coisa — só que com a pressão lá em cima.

    Cade Cunningham virou um monstro

    O destaque óbvio vai pro Cade Cunningham. O moleque simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. A evolução dele de quando chegou na liga pra agora é coisa de maluco. Lembra quando todo mundo duvidava se ele tinha o que precisava pra ser a cara de uma franquia? Pois é, agora ninguém mais duvida.

    E não posso esquecer do Tobias Harris — veterano fazendo o que veterano tem que fazer: liderar nos momentos cruciais. O cara trouxe uma experiência que esse time jovem precisava desesperadamente.

    JB Bickerstaff merece todos os créditos

    Olha, eu sempre achei o JB Bickerstaff meio subestimado como técnico. O cara conseguiu fazer ajustes durante a série que foram fundamentais. Não deve ser fácil comandar um time jovem numa situação dessas, mas ele soube exatamente quando apertar e quando afrouxar.

    Agora vem o Cleveland Cavaliers pela frente na segunda rodada. E aí que a coisa fica interessante mesmo. Os Cavs têm um esquema defensivo que pode dar muito trabalho — parecido com o que o Magic tentou fazer, só que mais consistente.

    A grande pergunta é: será que os Pistons conseguem manter esse nível de intensidade? Porque uma coisa é fazer uma virada heroica, outra coisa é sustentar isso contra um time mais experiente como Cleveland.

    O que esperar da próxima fase?

    Na minha visão, Detroit tem algumas vantagens. Primeiro, o momentum tá todo com eles — time que vem de uma virada dessas chega confiante pra qualquer jogo. Segundo, eles já provaram que não desistem mesmo quando tudo parece perdido.

    Mas os Cavaliers não são bobos. Eles viram o que aconteceu com o Magic e certamente vão se preparar melhor. A defesa deles no garrafão é sólida, e isso pode complicar a vida dos Pistons no ataque.

    E vocês, o que acham? Os Pistons conseguem manter essa pegada e chegar nas finais da Conferência Leste, ou foi só um momento mágico que não se repete? Uma coisa eu garanto: depois dessa virada histórica, ninguém pode subestimar esse time nunca mais.

  • Pistons x Cavaliers: Jogo 1 dos playoffs promete ser um show

    Pistons x Cavaliers: Jogo 1 dos playoffs promete ser um show

    Cara, eu tô ansioso demais pra esse confronto. Detroit Pistons contra Cleveland Cavaliers no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste — e olha, tem matchup interessante pra caramba nessa série.

    Vamos começar pelo óbvio: Jarrett Allen contra Jalen Duren no garrafão. Duren foi uma decepção ofensiva contra o Orlando Magic, não vou mentir. Mas agora é playoff de verdade, e o cara pode explodir. Do outro lado, Allen foi o herói do Jogo 7 pros Cavs, mas convenhamos — Toronto não tem o tamanho que Detroit pode colocar em quadra.

    Os matchups que vão decidir tudo

    Ausar Thompson defendendo James Harden (ou Donovan Mitchell)? Isso vai ser cinema. Todo mundo sabe que o Ausar pode marcar qualquer um na liga, mas será que ele consegue ficar longe das faltas quando essas estrelas de Cleveland forçarem as jogadas?

    E o Duncan Robinson? Aposto que os caras de Cleveland tão doidos pra conseguir uma troca e cair em cima dele na defesa. Vai ser interessante ver como o cara vai se virar.

    Sinceramente, eu tô curioso pra ver se alguns heróis inesperados vão aparecer por Detroit. Será que Ron Holland consegue fazer a diferença nessa série? E o Isaiah Stewart — com Cleveland jogando com dois pivôs grandes, ele pode ter um papel muito maior.

    Cade Cunningham é a chave de tudo

    Os armadores de Cleveland não conseguem parar o Cade, isso é fato. Mas o Kenny Atkinson não é bobo — com certeza já preparou Dean Wade e um monte de outras opções pra tentar neutralizar nosso cara. Como o Cade vai responder? Essa é a pergunta de um milhão de dólares.

    Olha, eu já cansei de ver jogaços feios nos playoffs. Espero que esse confronto seja diferente e que a bola role solta. Detroit jogando em casa, favoritismo de 3.5 pontos — vocês acham que os Pistons conseguem aproveitar a vantagem de casa no Jogo 1?

    Horário: 19h (horário de Brasília)
    Local: Little Caesars Arena, Detroit
    Onde assistir: Peacock e NBC
    Odds: Pistons -3.5

  • Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Galera, vocês viram o que aconteceu em Detroit na terça? Os Pistons simplesmente destruíram os Cavaliers no primeiro jogo da série, ganharam de 111 a 101 e quebraram um jejum que já tava ficando constrangedor.

    Doze jogos. DOZE. Era o que os Pistons tinham perdido seguido pros Cavs nos playoffs desde 2007 — todas essas derrotas vieram quando o LeBron tava lá dominando tudo. Mas ontem não tinha King James pra salvar Cleveland, e Detroit mostrou que essa nova geração não tem medo de nada.

    Detroit saiu voando no primeiro quarto

    Os Pistons começaram o jogo como se fossem um foguete. Pressão na defesa, forçaram 6 roubos de bola só no primeiro quarto e abriram 37 a 21. Eu tava vendo e pensando: “Cara, vai ser goleada”. O ataque dos Cavs, que é normalmente uma metralhadora, travou completamente.

    Mas aí você já sabe como é playoff, né? Nada é fácil. O Detroit esfriou no ataque e Cleveland começou a roer a vantagem aos poucos. No quarto período, os Cavs fizeram uma sequência absurda de 11 a 0 — com o James Harden metendo 9 pontos nessa corrida — e empataram o jogo em 93 a 93.

    Mano, que sufoco. Imagina a tensão na Little Caesars Arena nessa hora.

    Cade Cunningham salvou a pátria

    Mas aí que entra o diferencial: Cade Cunningham. O garoto saiu do banco e puxou uma corrida de 6 a 0 que definiu o jogo. É isso que separa os bons dos grandes — saber aparecer na hora que o time mais precisa.

    E olha, os números mostram por que Detroit ganhou: 19 turnovers dos Cavaliers. Dezenove! Os Pistons transformaram essas bobeiras em 31 pontos. Mesmo Cleveland acertando mais arremessos (45% contra 44%) e sendo muito melhor nos lances livres (94% contra 77%), as perdas de bola custaram caro demais.

    Harden virou vilão da própria história

    Sinceramente? O James Harden foi o grande responsável pela derrota. O cara fez 22 pontos, pegou 8 rebotes e deu 7 assistências — números até bons. Mas perdeu a bola SETE vezes. Sete! Pra você ter noção, ele errou mais arremessos (9) do que acertou (6).

    E não é a primeira vez que isso acontece com ele nos playoffs — já é a terceira vez só nesta pós-temporada que ele tem mais turnovers que cestas convertidas. Na carreira toda, já aconteceu 29 vezes. Cara, isso não é sorte, é padrão.

    Harden representou quase 37% de todas as 19 perdas de bola de Cleveland. Em playoff, contra uma defesa organizada como a do Detroit, você não pode dar essas bobeiras de graça.

    Agora é esperar o jogo 2. Será que os Cavs conseguem se recuperar, ou os Pistons vão confirmar que essa nova fase do time é pra valer? Eu tenho a impressão de que Detroit tá com fome de fazer história neste playoff. E vocês, o que acham?

  • Bickerstaff renova com os Pistons depois do milagre em Detroit

    Bickerstaff renova com os Pistons depois do milagre em Detroit

    Olha, eu tenho que admitir: quando os Pistons contrataram o J.B. Bickerstaff no meio da temporada passada, não esperava que a coisa ia virar desse jeito. E agora o cara acabou de renovar o contrato com Detroit — literalmente um dia depois de eliminar o Orlando Magic no jogo 7 da primeira rodada.

    Sinceramente? O que esse treinador fez em Detroit é de outro mundo. Pegou um time que estava na lama total, daqueles que você nem lembra que existe na NBA, e transformou eles no primeiro colocado da Conferência Leste. Primeiro colocado da Leste, gente. Os Pistons.

    De piada da liga para candidatos ao título

    Quando ele assumiu o lugar do Monty Williams em 2024, todo mundo pensou “mais um técnico tentando ressuscitar os mortos em Detroit”. Mas não, o homem chegou e fez o trabalho sujo. Segundo ano consecutivo como finalista a técnico do ano — e dessa vez eu acho que ele leva mesmo.

    O mais louco é que agora na segunda rodada ele vai enfrentar justamente o Cleveland, time onde ele trabalhou antes. Imagina a pressão? Conhece todo mundo lá, sabe como os caras jogam, mas agora está do outro lado. Vai ser um jogaço psicológico.

    E agora, aguenta a pressão dos playoffs?

    Claro que uma coisa é fazer milagre na temporada regular, outra é manter isso nos playoffs. Mas cara, se conseguiu tirar os Pistons do buraco e ainda eliminar o Magic numa série de sete jogos, o cara tem algo especial.

    Vocês acham que Detroit tem chance real de chegar longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar nesse time — e olha que nunca pensei que ia falar isso sobre os Pistons em 2024.

  • Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cara, que série foi essa entre Cavaliers e Raptors! Cleveland conseguiu avançar nos playoffs da NBA depois de vencer por 114-102 no jogo 7, mas olha — foi sofrido pra caramba. E o melhor de tudo? O técnico Kenny Atkinson e os jogadores não fizeram corpo mole, assumiram que quase tomaram um baile dos canadenses.

    “Antes de qualquer coisa, quero dar os parabéns pros Raptors”, disse Atkinson logo no começo da coletiva. “Darko [Rajakovic] e sua comissão fizeram um trabalho absurdo. Eles nos deram trabalho pra todo lado. É um puta time, com um futuro brilhante.”

    E sinceramente? Ele tá certo. Cleveland entrou como favorito moleza, abriu 2-0 na série e… quase entregou tudo. Os Raptors empataram e levaram pro jogo 7. Imagina a pressão!

    Max Strus reconhece: “Galera não sabe o quão bons eles são”

    Max Strus foi na mesma linha do técnico: “Chapéu pros caras de Toronto. Eles eram muito bons mesmo. Acho que o pessoal não tem noção de quão boa é essa equipe deles.”

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo e é raro ver um time admitir publicamente que quase tomou uma rasteira assim. Geralmente é aquele papo furado de “sempre soubemos que seria difícil”. Mas não — os Cavs foram honestos.

    James Harden (que tá jogando em alto nível, diga-se de passagem) também elogiou: “Dá crédito pra Toronto. Time muito bom, especialmente na defesa. Eles vêm pra cima, fazem pressão na bola, forçam erros e saem no contra-ataque.”

    Série que quase virou pesadelo

    Pensa só: Cleveland ganhando os dois primeiros em casa, todo mundo já achando que era mamão com açúcar. Aí do nada os Raptors empatam a série e levam pro jogo 7. Eu teria infartado se fosse torcedor dos Cavs, não vou mentir.

    Evan Mobley, sempre na dele, viu o lado positivo: “Foi uma série difícil, e pode ficar ainda mais difícil. Mas ser testado assim, batalhar desse jeito… vai ser benéfico no longo prazo.”

    E ele tem razão. No ano passado, Cleveland passou fácil pelo Miami Heat na primeira rodada. Agora enfrentaram um adversário que realmente os fez suar a camisa. Isso tempera o time pra fases mais difíceis.

    Kenny Atkinson foi cirúrgico: “Essa série nos fortaleceu. A fisicalidade deles, a velocidade, o atletismo… nada estava perfeito pra gente. Ano passado tivemos uma série mais fácil. Esse tipo de série constrói o time.”

    Donovan Mitchell contou como até as coisas mais simples deram errado no começo do jogo 7: “Jarrett Allen perdeu uma enterrada logo no início. Nunca vi isso antes. Eu errei duas bolas de três abertas, Evan jogou uma na tabela… Mas ficamos calmos.”

    E aí, vocês acham que essa ‘quase zebra’ vai fortalecer os Cavaliers ou deixar cicatrizes? Porque uma coisa é certa: Toronto mostrou que não tem time fácil nos playoffs da NBA.

  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    Olha, eu sei que a temporada dos Raptors acabou de forma dolorosa — perder no jogo 7 sempre dói. Mas tem uma coisa que me chamou atenção depois da eliminação para os Cavaliers: RJ Barrett simplesmente saiu em defesa do parceiro Scottie Barnes de uma forma que me arrepiou.

    “Acho que ele calou muita gente, e fico feliz que ele conseguiu fazer isso porque, cara, esse é um jogador vencedor. Só porque ele não é um cara que sai tentando fazer 30 pontos toda noite não significa que ele não é um dos melhores jogadores de basquete desta liga”, disparou Barrett após o jogo 7.

    Sinceramente? Barrett tem razão total.

    Barnes mandou bem quando precisava

    No jogo decisivo, Barnes fez 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências e 1 toco. Aproveitamento? Um absurdo: 8/14 dos arremessos de quadra, 1/1 do perímetro e 7/7 nos lances livres. Isso é eficiência, galera.

    O problema é que vivemos numa era obcecada por números individuais. Todo mundo quer ver 30+ pontos por noite, triple-doubles a rodo. Mas basquete não é só isso — e Barnes prova isso constantemente.

    Barrett também fez a sua parte com 23 pontos e 6 assistências, mas foi na defesa de Barnes que ele realmente brilhou. Essa parceria entre os dois está ficando cada vez mais sólida.

    O que vem pela frente?

    Toronto levou Cleveland até o jogo 7, primeira vez nos playoffs desde 2022. Para uma equipe jovem, isso é gigante. E o melhor: dá pra ver que Barnes e Barrett se entendem dentro e fora de quadra.

    A eliminação doeu — principalmente depois daquele terceiro quarto onde os Cavaliers meteram 38-19 e praticamente definiram a série. Mas olhando o panorama geral, os Raptors têm motivos para acreditar.

    E aí, vocês concordam com Barrett sobre Barnes? Na minha visão, jogadores que fazem a equipe funcionar são tão valiosos quanto os cestinhas. Às vezes até mais.

  • Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Cara, que série foi essa entre Raptors e Cavaliers, hein? Sete jogos de pura emoção e no final, Cleveland levou a melhor por 114-102 no decisivo. Mas olha, considerando o que todo mundo esperava do Toronto nesta temporada, chegar até um Game 7 contra um time forte como os Cavs já foi um baita resultado.

    O show do Scottie Barnes

    E que atuação do Scottie Barnes no jogo decisivo! 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O moleque fez de tudo em quadra — defendeu desde o James Harden até o Evan Mobley. Sinceramente, com apenas 24 anos, esse cara já tá mostrando que pode ser uma estrela de verdade na liga.

    O técnico Darko Rajakovic não poupou elogios depois do jogo: “Para esta fase da carreira dele, acho que ele deu tudo. Fez um progresso enorme e melhorou muito durante esta série de playoffs, mas esta ainda não é a melhor versão do Scottie… Acho que vamos ver um Scottie ainda melhor no ano que vem.”

    A ausência que pesou

    A lesão do Brandon Ingram realmente complicou as coisas pro Toronto. Por mais que ele não tenha feito sua melhor série, a falta de poder de fogo ofensivo do cara fez muita diferença. Barnes tentou carregar o time nas costas, mas sozinho fica difícil contra uma equipe completa como Cleveland.

    Uma coisa que chamou atenção: o time da casa ganhou TODOS os jogos da série. Isso mostra como foi equilibrada a disputa, mas também como jogar fora de casa no decisivo é complicado demais.

    Futuro brilhante

    Na minha visão, os Raptors saíram dessa série com muito mais do que entraram. Barnes mostrou que pode ser a cara da franquia pelos próximos anos, e essa experiência de playoffs vai ser fundamental pro desenvolvimento dele.

    Claro que ainda faltam algumas peças pro Toronto brigar de igual pra igual com os grandes times do Leste. Mas com Barnes jogando nesse nível aos 24 anos, o futuro tá bem promissor. E aí, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e virar uma estrela All-Star na próxima temporada?