Tag: Cleveland Cavaliers

  • Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. Ontem eles simplesmente massacraram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na decisão.

    E o mais absurdo? A torcida dos Knicks praticamente invadiu Cleveland. Tinha gente famosa pra todo lado: Timothée Chalamet (sim, o ator do Duna), Spike Lee — que é um fanático histórico do time —, Ben Stiller, até a Kylie Jenner tava lá. Imagina a cena: arena lotada de nova-iorquinos comemorando em território inimigo.

    Uma seca histórica que finalmente acabou

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que os Knicks chegaram às Finais foi em 1999. Barack Obama ainda nem era presidente, o primeiro filme do Homem-Aranha do Tobey Maguire nem existia, e o Michael Jordan tinha acabado de se aposentar (pela segunda vez).

    Patrick Ewing, lenda do time e último cara dos Knicks a pisar numa Final, desceu pra quadra pra comemorar com o elenco atual. Walt Frazier também tava lá — duas gerações de ídolos vendo esse momento histórico.

    Sinceramente? Eu já tava meio descrente que esse time conseguiria. Mas eles provaram que estou errado da melhor forma possível.

    Dominação total nos playoffs

    E não foi sorte não, viu. Os caras fizeram algo ABSURDO nesses playoffs: ganharam TODOS os três jogos decisivos por mais de 20 pontos de diferença. Contra o Hawks foi por 51 pontos (cinquenta e um!), contra o Sixers por 30, e ontem contra o Cavs por 37.

    Primeira franquia na história da NBA a conseguir isso numa única pós-temporada. Monstro demais.

    O Mike Brown também entrou pra história como o quinto técnico diferente a levar os Knicks às Finais. Tá numa lista que tem Jeff Van Gundy e Pat Riley — não é pouca coisa.

    E agora? Final contra quem?

    Agora é aguardar quem sai da conferência Oeste entre Spurs e Thunder. Na minha opinião, independente de quem vier, vai ser um jogaço. Os Knicks tão jogando um basquete que eu não via há anos.

    E vocês, acham que eles conseguem quebrar o jejum e trazer o título pra Nova York depois de décadas? Eu tô começando a acreditar de verdade nesse time.

  • Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Olha, eu já vi muito jogador mal perdedor na minha vida, mas o que o James Harden falou depois da varrida pros Knicks foi de outro nível. O cara levou 4 a 0 nas finais da Conferência Leste e AINDA acha que o Cleveland tinha o melhor time. Sério mesmo, James?

    “Foi 4 a 0, mas eu genuinamente sinto que somos o melhor time”, disse o barbudo na entrevista pós-jogo. Cara, eu entendo que dói perder, principalmente sendo varrido, mas os números não mentem. Os Knicks ganharam a série por uma diferença TOTAL de 77 pontos. Isso dá uma média de quase 20 pontos por jogo!

    A troca que não deu certo

    Vamos contextualizar aqui. O Cleveland apostou todas as fichas quando trocou o Darius Garland — um moleque de 26 anos que era peça fundamental do time — pelo Harden de 36 anos. Na teoria, fazia sentido. Na prática? Bom, vocês viram o resultado.

    O que mais me impressiona é como o time desabou completamente no Rocket Arena. Durante quase todos os playoffs de 2026, eles transformaram a casa deles numa fortaleza. Aí chegaram os Knicks e… 130 a 93 no Jogo 4. Em casa. Uma humilhação dessas proporções.

    Orgulho ou negação?

    Sinceramente, eu não sei se isso é orgulho ou pura negação. O Harden sempre foi conhecido por essa personalidade forte, esse ego gigante que o levou ao Hall da Fama. Mas, cara, tem hora que você precisa olhar no espelho e admitir: “Ó, tomamos um chocolate e o adversário era melhor mesmo.”

    Não foi nem questão de azar ou alguns lances duvidosos. Os Knicks simplesmente dominaram em TODOS os aspectos do jogo. Defesa, ataque, rebotes, intensidade — foi uma aula de basquete. E olha que eu sou fã do Harden desde os tempos de Oklahoma City.

    O problema é que agora o Cleveland vai ter que voltar pra prancheta de desenho. Quinta temporada tentando chegar lá e nada. Precisam de mais jogadores 3-and-D, mais atletismo, mais… tudo, na verdade.

    E vocês, o que acham? O Harden tá certo de manter essa confiança ou é só mal perdedor mesmo? Porque pelo que eu vi, os Knicks foram superiores do primeiro ao último minuto.

  • Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Cara, isso aqui é o tipo de coisa que só acontece quando o Knicks tá voando alto mesmo — literalmente! O Stephon Marbury pegou o microfone do avião e transformou o voo para Cleveland numa festa completa da torcida dos Knicks. Imagina a cena: centenas de fãs a 10 mil metros de altitude cantando “Go New York, Go New York, Go!” com o Starbury comandando tudo.

    “Depois do jogo. Depois do jogo, não antes do jogo, aí sim a gente vai à loucura”, disse Marbury pelo sistema de som do avião. E olha, eu vi o vídeo umas cinco vezes e ainda me arrepio. A energia desses caras tava simplesmente absurda.

    O show não parou por aí

    Mas o Marbury não se contentou só com o grito de guerra. O maluco virou apresentador de game show ali mesmo, fazendo perguntas sobre a história dos Knicks pros passageiros e distribuindo óculos especiais do time pro ganhador. Sinceramente? Esse é o tipo de conexão que jogador aposentado deveria ter com a torcida.

    E não é pra menos — Marbury jogou cinco temporadas pelos Knicks, fez média de 18,2 pontos por jogo e foi titular em 282 jogos. Não foi a fase mais vitoriosa da carreira dele, mas o cara sangra laranja e azul até hoje.

    A invasão de Cleveland tá real

    O que mais me impressiona é como a torcida dos Knicks lotou Cleveland no Jogo 4. Os ingressos lá estão mais baratos que no MSG, então os nova-iorquinos aproveitaram pra fazer uma verdadeira invasão. E funcionou — os Knicks já tinham ganhado 3-0 na série e estavam a uma vitória das Finais pela primeira vez desde 1999.

    “Significa tudo pra mim como um nova-iorquino nato, vivendo e morrendo a cada arremesso”, disse um torcedor que voou de Miami só pra ver o jogo. “Foram 27 anos desde 1999. Estou pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Dez vitórias consecutivas nos playoffs, ganhando por uma média de 22,5 pontos de diferença. Vocês acham que essa torcida não merece mesmo sonhar alto? Porque eu já tô imaginando a festa se os Knicks chegarem às Finais…

  • Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Cara, eu não sei nem como começar essa. O Donovan Mitchell simplesmente pediu desculpas pra cidade inteira de Cleveland depois da varrida humilhante que os Knicks deram nos Cavaliers. E olha, ele não poupou palavras.

    “Peço desculpas pra cidade de Cleveland por ter sido assim, numa varrida. Isso é uma merda”, disse Mitchell pros repórteres depois do jogo 4. Foi direto no peito, sem enrolação.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração do cara. Os Cavs chegaram nas finais da Conferência Leste, estavam com uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo… e aí entregaram tudo de bandeja. Foi doloroso de assistir, imagina jogar.

    A realidade doeu, mas Mitchell quer ficar

    O mais interessante é que mesmo depois dessa lambança toda, Mitchell deixou claro que quer continuar em Cleveland. “Eu amo estar aqui. Não sei de que outra forma dizer isso”, falou o cara.

    Mitchell ainda tem um ano garantido no contrato de 3 anos e $153.3 milhões, com opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele não vai sair como agente livre se quiser vazar. Mas pelo que ele disse, a intenção é ficar mesmo.

    E vocês acham que é a decisão certa? Porque olha, depois de uma varrida dessas, qualquer jogador estrela estaria pelo menos pensando em outras opções…

    James Harden também quer ficar (será que isso é bom?)

    Aí que fica interessante a coisa. O James Harden também disse que quer continuar nos Cavs. “Sim, 100%. Definitivamente pras duas perguntas. Acho que encontramos algo especial”, disse Harden quando perguntaram se ele quer e espera ficar.

    Mas mano… será que os fãs de Cleveland querem o Harden de volta? O cara teve mais uma performance patética nos playoffs. No jogo 4 foram só 12 pontos com 2/8 nos arremessos de quadra e 0/6 do perímetro. Cinco turnovers. É o padrão Harden em jogos decisivos, infelizmente.

    Na série toda ele teve aproveitamento de 38.1% nos arremessos e cometeu mais turnovers que cestas importantes. Aos 37 anos, com uma opção de $42.3 milhões pra próxima temporada, será que vale a pena apostar nele de novo?

    Olha, eu sei que basketball é um esporte de química e os caras parecem ter se entendido bem durante a temporada regular. Mas quando chegou a hora H, o time simplesmente derreteu. E isso dói.

    Agora é esperar pra ver o que a franquia vai fazer. Manter o núcleo e tentar de novo, ou mexer nas peças? Uma coisa é certa: depois dessa vexame, alguma coisa precisa mudar em Cleveland.

  • Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cara, que vexame. Os Cleveland Cavaliers conseguiram uma façanha que ninguém queria: fazer o tipo errado de história nos playoffs. E olha que eu torcia pra eles chegarem longe esse ano…

    Imagina só a cena: dia 17 de maio, o Donovan Mitchell e a galera toda comemorando a classificação pras finais da Conferência Leste. Todo mundo eufórico, né? Oito dias depois — OITO DIAS — já estavam de férias. Os Knicks mandaram eles pra casa de um jeito que até doeu assistir.

    O vexame do jogo 4

    130 a 93. Em casa. Nas finais de conferência. Sinceramente, eu não esperava um colapso desses. O Mitchell deve ter ficado se perguntando o que diabos aconteceu com o time que vinha jogando tão bem durante a temporada.

    Mas o pior é que isso já é um padrão meio preocupante. Quatro anos consecutivos sem chegar nas finais da NBA. Quatro! O Mitchell chegou justamente pra quebrar essa escrita, mas parece que o problema é mais profundo do que só precisar de um craque.

    Os números que explicam tudo

    Sabe o que me chamou atenção? Os Cavs tomaram 20 pontos ou mais de bola perdida em DEZ jogos desses playoffs. Dez! De 18 jogos totais. Isso é mais da metade dos jogos sendo destruído no contra-ataque.

    E não é coincidência, não. Quando você usa duas torres no garrafão (como eles fazem com Mobley e Allen), fica complicado correr de volta pra defender. A quadra fica desbalanceada, os caras não conseguem acompanhar o ritmo do jogo moderno.

    E agora, qual é o plano?

    Na minha visão, a diretoria vai ter que mexer bastante no elenco. O core com Mitchell é bom, mas falta atleta, falta gente que defenda com intensidade. Vocês acham que eles vão conseguir manter essa formação ou precisam de uma reformulação mais drástica?

    Porque uma coisa é certa: do jeito que está não rola. Você não pode desperdiçar o prime do Mitchell assim. O cara veio pra Cleveland justamente pra brigar por título, e aí o time desaba nos momentos decisivos.

    Enfim, vai ser uma off-season bem movimentada em Cleveland. Espero que eles aprendam com esses erros e voltem mais preparados ano que vem. Porque talento não falta — o que falta é consistência mental nos playoffs.

  • Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu com os Cavs. Uma varredura. VARREDURA. Em casa. Para os Knicks. 130-93 no último jogo. Sinceramente, dói até escrever isso.

    A pergunta que não quer calar: e agora, Cleveland? O que vocês vão fazer com esse time que parecia tão promissor?

    O teto baixo demais dos Cavaliers

    Olha, quando eles trocaram o Darius Garland pelo James Harden em fevereiro, eu já fiquei com o pé atrás. Garland era jovem, tinha futuro, era parte do núcleo que os Cavs vinham construindo. Trocar ele por um Harden de 35 anos? Na época já achei arriscado.

    E o técnico Kenny Atkinson foi honesto depois da humilhação: “Estou decepcionado pelo grupo. Normalmente eu diria que precisávamos de mais peças no elenco, mas não posso falar isso. A diretoria nos deu um elenco talentoso.”

    É isso aí. O problema não é talento — é que esse grupo chegou no seu limite. E esse limite, infelizmente, é uma semifinal de conferência. Igual ao Harden a carreira inteira: ótimo, mas nunca o melhor.

    A matemática cruel dos 170 milhões

    Agora vem a parte dolorosa. Os Cavs teriam que desembolsar 170 milhões de dólares pra manter Mitchell, Harden, Mobley e Jarrett Allen juntos na próxima temporada. Cento e setenta milhões! Pra um time que não conseguiu ganhar UM jogo sequer na final do Leste.

    O Harden tem uma opção de 42,3 milhões pra ficar. Se ele aceitar e eles tentarem de novo, o Mitchell (que tem mais um ano garantido) não vai ficar pensando em vazar? E se todo mundo já tá imaginando isso, por que não trocar ele agora enquanto ainda vale alguma coisa?

    Apostas malucas pra 2025

    E é aí que a coisa fica interessante. Os rumores tão voando: trocar o Mobley pelo Giannis? Trazer o LeBron de volta pra Cleveland? Cara, nenhuma das duas opções garante título, mas pelo menos seria divertido de assistir.

    Imagina o Mitchell jogando com o Giannis. Dois caras famintos por um anel, se carregando mutuamente. Talvez até o Harden e o LeBron entrem na brincadeira (seria a coisa mais louca da NBA nos últimos anos).

    Pode dar errado? Claro. Lembrem do Giannis com o Damian Lillard — prometeu muito e entregou pouco. Mas pelo menos eles tentariam algo diferente, né?

    Porque ficar com essa formação atual é aceitar que o máximo que conseguem é chegar numa final de conferência pra tomar sapatada. E convenhamos, Cleveland merece mais que isso. Os torcedores merecem mais que isso.

    E vocês, o que acham? Vale a pena apostar numa mudança radical ou é melhor ter paciência com esse núcleo? Porque sinceramente, depois dessa humilhação, qualquer coisa tá na mesa.

  • Cavs tiraram ingresso do Fat Joe: ‘fã dos Knicks não senta na beira’

    Cavs tiraram ingresso do Fat Joe: ‘fã dos Knicks não senta na beira’

    Olha, eu já vi de tudo na NBA, mas essa do Cleveland Cavaliers com o Fat Joe passou dos limites. O rapper comprou ingresso de courtside pro Jogo 4 dos playoffs e os Cavs simplesmente… tiraram os ingressos dele. Motivo? “Fãs dos Knicks não podem sentar na beira da quadra”.

    Cara, isso é surreal.

    A revolta do Fat Joe ao vivo na ESPN

    Fat Joe foi direto ao ponto durante uma participação no “NBA Today” da ESPN. Ele tava lá em Cleveland mesmo quando soltou a bomba: “Compramos alguns ingressos de courtside pro jogo e, quando descobriram que era o superfã Fat Joe, falaram que eu não podia sentar na beira. Fãs dos New York Knicks não podem sentar courtside. Eles tiraram os ingressos depois que compramos, então que vergonha de vocês”.

    E não foi só ele, viu? Pelo menos outros 10 torcedores dos Knicks que tinham courtside receberam ligação de um executivo dos Cavaliers dizendo que não tinham mais lugar. Os Cavs pelo menos realocaram o pessoal pra uma seção mais alta na arena.

    Na minha opinião, isso é pequenez demais. Entendo que seja playoff e a tensão esteja lá nas alturas, mas comprou o ingresso, tem que honrar.

    Não foi caso isolado

    O entrepreneur Jason Calacanis também reclamou nas redes sociais que os Cavs “me bloquearam de comprar” ingressos de courtside. E olha só que absurdo: ele disse que Dan Gilbert, dono dos Cavs, fez quem tinha courtside assinar um DocuSign prometendo não revender os ingressos ou enfrentariam banimento vitalício do time.

    Mano, que paranoia é essa?

    Os Cavaliers se defenderam dizendo que “assentos de courtside nos playoffs são governados por um acordo específico que proíbe revenda ou transferência de ingressos sem aprovação”. Tudo bem, regra é regra, mas será que não dava pra resolver isso de outra forma?

    O show tem que continuar

    Mesmo sem o courtside, Fat Joe conseguiu entrar na arena pro Jogo 4. Spike Lee e Timothée Chalamet também marcaram presença em Cleveland – esses caras não perdem uma dos Knicks, né?

    E por falar em celebridades na beira da quadra, Taylor Swift e Travis Kelce (que é de Cleveland, por sinal) sentaram courtside no Jogo 3. Interessante como pra eles não teve problema…

    Não é a primeira vez que times tentam barrar torcedores visitantes nos playoffs. Os Sixers fizeram algo parecido, limitando venda de ingressos só pra quem morava na região da Filadélfia. Resultado? Torcida dos Knicks tomou conta do Xfinity Mobile Arena mesmo assim.

    Fat Joe, que é do Bronx e superfã dos Knicks há anos, disse que foi pra Cleveland “para terminarmos hoje à noite”. Os Knicks estão a um passo da primeira final da NBA desde 1999 – imagina a emoção do cara.

    E aí, o que vocês acham? Os Cavs foram muito mesquinhos ou é tática legítima de playoff?

  • Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Olha só que loucura: a torcida dos New York Knicks literalmente invadiu Cleveland na véspera do jogo 4 das finais da Conferência Leste. E o motivo? Ingressos baratos, meu amigo. Enquanto no Madison Square Garden você precisa vender um rim pra assistir um jogo dos playoffs, em Cleveland os fãs conseguiram entrar por 150-200 dólares.

    É surreal ver essa onda laranja e azul tomando conta da cidade. Milhares de nova-iorquinos fizeram a peregrinação até Ohio pra ver os Knicks tentarem uma vaga nas finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Vinte e sete anos, cara! E se conseguirem, vão brigar pelo primeiro título em 53 anos.

    A diferença de preço é absurda

    Monica Martinez dirigiu seis horas pra chegar em Cleveland e nem estava planejando ficar. “É insano. Não estávamos nem planejando ficar”, disse ela. “Estendemos nossa viagem. Esperei 25 anos por isso, então vamos fazer tudo e com estilo.”

    Vernon Balanza, de Forest Hills, conseguiu ingresso pro jogo 3 por apenas 137 dólares. Compara isso com o MSG, onde o ingresso mais barato custa 500-600 dólares. “É caro demais”, ele disse sobre a arena mais famosa do mundo. “Mesmo assim, não consigo me convencer a pagar isso.”

    Sinceramente? Eu entendo perfeitamente. Se você é um fã de carteirinha mas não tem o orçamento de um executivo de Wall Street, essas viagens acabam sendo a única chance de ver seu time jogando eliminatórias ao vivo.

    Até ex-jogador entrou na onda

    O mais engraçado foi ver Stephon Marbury – lembram dele? – animando os passageiros num voo pra Cleveland. “Depois do jogo, não antes do jogo, nós vamos à loucura”, ele gritou. “Vai New York, vai New York!”

    Archer Batravil veio lá de Miami (é, nasceu no Brooklyn mas mora na Florida agora) e resumiu o sentimento: “Significa o mundo pra mim como nova-iorquino de nascença, vivendo e morrendo com cada arremesso. Já fazem 27 anos desde 1999. Tô pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Falando nisso, vocês acham que os Knicks conseguem mesmo chegar nas finais? E se chegarem, será que aguenta os Spurs ou o Thunder na decisão? Essa temporada tá sendo um negócio muito louco pra quem acompanha a NBA de perto.

  • Knicks DESTROEM Cavs e voltam às Finals depois de 27 anos!

    Knicks DESTROEM Cavs e voltam às Finals depois de 27 anos!

    Galera, eu ainda tô processando o que eu acabei de assistir. Os New York Knicks não apenas venceram — eles MASSACRARAM o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 no jogo 4 e fecharam a série por 4 a 0 nas Finais da Conferência Leste. Primeira vez nas Finals desde 1999, mano!

    Vinte e sete anos. VINTE E SETE ANOS. Eu tinha 8 anos da última vez que vi os Knicks nas Finals. Metade da galera que lê isso aqui nem era nascida ainda.

    Landry Shamet foi o cara da noite

    O cara saiu do banco e virou o Steph Curry, juro por Deus. 16 pontos sendo 5/6 nos arremessos e um absurdo 4/4 nas bolas de três. O apelido “Sham-wow” nunca fez tanto sentido — foi literalmente um show de enterradas e cestas impossíveis.

    Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem como sempre, mas foi o banco que definiu essa guerra. Miles McBride também meteu umas bombas importantes no primeiro tempo. Quando você tem profundidade assim, cara… é assustador.

    No segundo quarto rolou uma sequência de 12-0 dos Knicks que simplesmente enterrou qualquer esperança dos Cavs. 24 pontos de vantagem e o jogo já estava decidido. Cleveland pareceu um time amador do lado dos nova-iorquinos.

    Cleveland não teve resposta

    Donovan Mitchell até tentou — 31 pontos dele, o cara é monstro mesmo. Mas James Harden? Rapaz, que jogo horrível. 12 pontos apenas, 2/8 nos arremessos e 0/6 nas bolas de três. Quando seu segundo melhor jogador some assim, não tem como competir.

    Os Knicks acertaram 44% das bolas de três enquanto Cleveland cravou uns tristes 27,5%. A diferença foi gritante em todos os aspectos: rebotes (60-33 pro NY), roubadas de bola (15 dos Knicks), assistências (33!). Foi uma aula de basquete coletivo.

    O mais impressionante? A vantagem chegou a 45 pontos no último quarto. QUARENTA E CINCO! Os técnicos esvaziaram o banco ainda com 8 minutos no relógio. Até os reservas dos Knicks jogaram melhor que os titulares de Cleveland.

    Agora é Finals, baby!

    Mitchell Robinson pegou 10 rebotes em apenas 18 minutos saindo do banco. KAT terminou com 14 rebotes e acertou todas as três tentativas de longa distância. Todo mundo que entrou em quadra pelos Knicks teve plus-minus positivo — isso é trabalho de equipe no mais alto nível.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão fácil assim. Cleveland tinha um timão no papel, mas os Knicks estão jogando num nível diferente. E agora… cara, FINALS! Depois de quase três décadas no deserto.

    Vocês acham que esse time dos Knicks tem condições reais de levar tudo? Porque do jeito que eles tão jogando, eu tô começando a sonhar alto aqui…

  • Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Cara, o Charles Barkley não perdoou nada ontem à noite. Os Cavaliers acabaram de levar uma vassourada histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste — 4 a 0 — e o Chuck simplesmente decidiu dar uma aula de vocabulário no intervalo do Jogo 4.

    A situação foi tão constrangedora que ele pediu “tempo especial” durante o programa pra explicar o que significa “desistir” pros telespectadores. E olha, não é que ele literalmente colocou “ver também: Cavaliers no Jogo 4 contra os Knicks” na definição? Que pancada.

    A pancadaria começou cedo

    Os Cavaliers estavam jogando em casa, com a chance de pelo menos não levar uma vassoura completa. Mas aí os Knicks aplicaram uma sequência de 20-0 no primeiro tempo e foram pro intervalo ganhando de 68-49. Vinte pontos de diferença no intervalo de um jogo eliminatório em casa. Isso dói só de pensar.

    E o pior? Barkley mostrou vários lances dos jogadores dos Knicks correndo soltos na transição enquanto os caras de Cleveland simplesmente… caminhavam de volta. “Isso aqui é só questão de esforço”, falou o Chuck, e sinceramente, ele tava certo.

    Os números não mentem

    No final das contas, Nova York pegou 60 rebotes contra 33 de Cleveland. Sessenta rebotes! E marcaram 33 pontos de contra-ataque contra apenas 9 dos Cavaliers. Esses números são de uma surra tão grande que até dói ver.

    Placar final? 130 a 93. Uma diferença de 37 pontos em um jogo eliminatório. Eu já vi muita coisa nessa vida de fã de basquete, mas essa foi de doer mesmo.

    “Os jogadores nunca vão admitir que desistiram, mas vocês sabem o que mostra isso? As ações deles”, completou Barkley. E cara, ele tinha razão total. Quando você vê um time simplesmente parar de correr, parar de lutar pelos rebotes, é porque a cabeça já não tá mais ali.

    E aí, o que vocês acharam da bronca do Chuck? Pesado demais ou foi na medida certa pra um time que realmente entregou os pontos?