Tag: Cleveland Cavaliers

  • Harden sumiu no jogo e os Cavs estão no buraco contra Detroit

    Harden sumiu no jogo e os Cavs estão no buraco contra Detroit

    Cara, eu tô vendo essa série dos Cavaliers contra o Pistons e sinceramente? Tá doendo assistir. James Harden, que foi a grande aposta de Cleveland no meio da temporada, simplesmente desapareceu no Jogo 2 — e agora os Cavs estão perdendo por 2-0 na série.

    Os números do Barba foram de dar dó: 10 pontos com apenas 3/13 nos arremessos de quadra e um ZERO em quatro tentativas de três. Zero, galera. Um cara que já foi campeão de pontuação da liga errando tudo do perímetro. No primeiro tempo então… 2/10 e 0/3 de três. Absurdo.

    A pressão toda em cima do veterano

    Olha, quando Cleveland trouxe o Harden na trade deadline, a expectativa era clara: evitar outro vexame nos playoffs como aconteceu ano passado contra o Indiana. Lembram? Cavs terminaram como primeiro colocado no Leste e tomaram uma surra de 4-1 dos Pacers.

    E o que a gente viu no Jogo 2? Harden cometendo TO crucial com 30 segundos no relógio, Cleveland perdendo por seis e tentando uma reação desesperada. Quatro turnovers no total, só três assistências… Mano, pra um cara que sempre foi conhecido pelo playmaking, isso é preocupante demais.

    No Jogo 1 já tinha sido ruim — 22 pontos com 40% de aproveitamento e apenas 1/7 do perímetro. Mas pelo menos ele tinha distribuído sete assistências (mesmo cometendo sete erros também). Agora no Jogo 2 foi pior em praticamente todos os aspectos.

    Cavs precisam reagir em casa

    A boa notícia é que agora a série volta pra Cleveland. Jogo 3 no sábado, 15h, e a torcida vai estar pegando fogo. Mas vocês acham que o Harden consegue se encontrar no jogo? Porque se ele continuar assim, essa série vai acabar em quatro ou cinco jogos pra Detroit.

    Na minha visão, o problema não é só técnico — é mental. O cara tá sentindo muito a pressão de ser “a solução” dos Cavs. Detroit tá jogando uma defesa física, grudando nele, e Harden não tá conseguindo se adaptar.

    E aí, galera do Sexto Homem? Vocês acreditam numa reação dos Cavaliers ou já era pro time de Cleveland? Porque do jeito que o Barba tá jogando, fica difícil apostar nos Cavs…

  • Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Pistons domam os Cavs e abrem 2-0 na série – Cade monstro!

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Detroit mesmo. Os Pistons seguraram a pressão dos Cavaliers e venceram o Jogo 2 por 107-97, abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E olha, depois daquele susto na primeira rodada contra o Magic, ver esse time jogando assim é de arrepiar.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu que ia carregar o piano nas costas. 25 pontos e 10 assistências, sendo que metade dos pontos veio no segundo tempo – que é quando o moleque vira bicho mesmo. O mais impressionante? Foi perfeito na linha do lance livre: 8 de 8. Isso aí é frieza de veterano.

    A confusão rolou solta

    Mas nem tudo foram flores, viu. Ausar Thompson e James Harden se estranharam feio durante o jogo. O jovem Ausar perdeu a linha no segundo quarto e empurrou o veterano Harden no chão – resultado? Terceira falta e banquinho. Sinceramente, acho que foi mais nervosismo de playoff mesmo, mas o técnico fez certo tirando ele de quadra.

    Thompson voltou no segundo tempo, mas logo pegou a quarta falta no terceiro quarto. Cara ansioso demais! Mas no final das contas, quando voltou no último quarto, ajudou pacas na defesa da vantagem.

    Mitchell quase virou o jogo

    Donovan Mitchell fez o que sabe fazer de melhor: destruir no segundo tempo. O cara terminou com 31 pontos e quase botou os Cavs de volta no jogo. Evan Mobley até conseguiu dar a primeira liderança de Cleveland desde o início da partida no quarto período – eu já estava pensando “lá vamos nós de novo”.

    Mas aí que mora a diferença: Cade Cunningham não amoleceu. Quando Mitchell esquentou, o jovem armador dos Pistons respondeu na mesma moeda. Aquela tripla dele com menos de 30 segundos no relógio foi de gelar o sangue. Monstro!

    Jarrett Allen também fez sua parte com 22 pontos, mas não foi suficiente. Detroit defendeu bem nos momentos decisivos e segurou os 10 pontos de vantagem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível jogando em Cleveland? Porque agora é que a coisa fica séria mesmo. Cinco vitórias seguidas é bonito, mas quatro delas foram em casa. O único triunfo fora foi naquele colapso histórico do Orlando…

    Enfim, série 2-0 para Detroit. Na minha visão, se os Pistons roubarem pelo menos um jogo em Cleveland, essa série tá praticamente decidida. Mas playoff é playoff – tudo pode acontecer!

  • Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Olha, as coisas não estão fáceis para os Cavaliers nestes playoffs. Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante saindo do banco, está fora do Jogo 2 contra os Pistons por conta de uma lesão no posterior da coxa.

    O cara se machucou logo no começo da derrota no Jogo 1 na terça-feira – e sinceramente, os Cavs já não podem se dar ao luxo de perder mais ninguém nesta altura do campeonato. Merrill fez ressonância magnética e ficou de fora do treino de quarta-feira, o que já era um sinal de que a coisa não estava boa.

    Números que pesam na ausência

    Merrill pode não ser o astro do time, mas os 12.8 pontos de média na temporada regular não são brincadeira. E olha só que interessante: o cara pontuou em dois dígitos duas vezes naquela série de sete jogos contra o Toronto na primeira rodada. Pra um sexto homem, isso é ouro puro.

    Na minha visão, essa ausência pode complicar ainda mais as coisas para Cleveland. O Merrill tem aquele arremesso de 3 pontos que abre espaço pra galera, e quando você perde isso saindo do banco… bom, vocês sabem como é.

    Pistons aproveitam o momento

    Enquanto isso, Detroit deve estar esfregando as mãos. Já saíram na frente na série e agora pegam um adversário desfalcado jogando em casa. Esse tipo de situação pode definir uma série inteira – e eu tenho a sensação de que os Pistons sabem disso.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs conseguem compensar essa ausência? O banco deles vai ter que aparecer, porque senão essa segunda rodada pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    Sam Merrill fora do jogo 2: Cavs enfrentam Detroit sem seu melhor atirador

    E lá vamos nós de novo com lesão em hora ruim. Sam Merrill, o cara que mais acerta de três no Cleveland, foi cortado do jogo 2 contra o Detroit por causa de uma distensão no músculo posterior da coxa esquerda.

    O mais frustrante? O cara até tentou forçar durante o aquecimento, testou a perna e tudo, mas na hora H teve que voltar pro vestiário. Seis minutos e meio de quadra no jogo 1 e tchau. Ressonância na quarta-feira confirmou o que todo mundo já sabia — não ia rolar.

    Cleveland já tá com o pé na cova

    Olha, não vou mentir: os Cavs já tavam numa situação complicada depois de perder o primeiro jogo por 111-101. Agora, sem o Merrill? A coisa fica bem mais difícil.

    O Detroit praticamente desafiou Cleveland a acertar de longe no jogo 1. “Pode atirar, vamos ver se vocês conseguem”. E sem o melhor arremessador do time, deu no que deu. Vinte perdas de bola que viraram 31 pontos pros Pistons. Absurdo.

    Donovan Mitchell e James Harden até fizeram a parte deles — 45 pontos combinados. Mas também foram responsáveis por 10 daquelas perdas de bola catastróficas. É complicado quando seus melhores jogadores estão forçando demais.

    Quem vai assumir a responsa?

    Merrill vinha de uma temporada regular monstro: 42.1% de aproveitamento de três pontos e média de 12.8 pontos por jogo — recorde da carreira. Não é à toa que ganhou uma extensão de quatro anos por 38 milhões de dólares.

    “Você não consegue substituir o que o Sam traz”, disse Jaylon Tyson na quarta-feira. “Ele é uma peça fundamental deste time. Nosso melhor atirador. Alguém tem que dar um passo à frente por ele.”

    No jogo 1, esse “alguém” foram Tyson, Keon Ellis e Dennis Schroder. Os três combinados acertaram 5 de 11 tentativas de três e fizeram 22 pontos em 56 minutos de quadra. Não é ruim, mas será que aguenta a pressão de uma série de playoffs?

    Sinceramente, acho que os Cavs vão sentir muito a falta do Merrill. Detroit não é time pra brincadeira, e quando você perde seu especialista em arremessos de longa distância justamente quando mais precisa dele… É de lascar. Vocês acham que Cleveland consegue virar essa situação sem seu cestinha?

  • Cavs tentaram o Giannis! Bucks pediram Mobley + tudo

    Cavs tentaram o Giannis! Bucks pediram Mobley + tudo

    Olha só que bomba: os Cleveland Cavaliers ligaram pra Milwaukee perguntando sobre o Giannis Antetokounmpo antes da trade deadline. E cara, o preço que os Bucks cobraram foi de arrepiar — queriam o Evan Mobley MAIS todas as picks que Cleveland tinha disponível. Três picks e três swaps. Basicamente, metade do futuro da franquia.

    Eu fico imaginando essa ligação. Dan Gilbert do outro lado do telefone pensando: “É… talvez valha a pena né?” Porque vários executivos de outras equipes, quando souberam dos detalhes, disseram que fariam o negócio mesmo com esse preço salgado.

    A matemática cruel dos playoffs

    E aí que a coisa fica interessante. Os Cavs estão aí, vivendo o melhor momento pós-LeBron desde 1992, mas sabem que qualquer eliminação precoce pode virar essa história de cabeça pra baixo. É que o Donovan Mitchell tem praticamente a mesma situação contratual do Giannis — uma temporada garantida e depois uma player option milionária.

    Mitchell pode assinar extensão já em julho. Giannis só em novembro. Então Cleveland tem uma janela de alguns meses pra resolver a vida, seja convencendo o Mitchell a ficar ou partindo pra cima do Greek Freak.

    Tudo ou nada em Cleveland

    Sinceramente? Eu acho que os Cavs estão no momento perfeito pra uma jogada arriscada dessas. Eles têm um time jovem e talentoso, mas também sabem que janelas se fecham rápido na NBA. O Mobley é um talento especial, mas trocar por um MVP consolidado e ainda no auge… cara, é tentador demais.

    A questão é: será que Milwaukee realmente toparia se a coisa apertar? Porque uma coisa é cobrar caro pra desencorajar, outra é realmente querer negociar. E vocês, acham que vale trocar o futuro pelo presente? Mobley + picks pelo Giannis seria o negócio do século ou loucura total?

    De qualquer forma, vai ser um verão quente em Cleveland. Ou eles convencem o Mitchell a ficar e apostam no crescimento natural do time, ou partem pra cima de algo maior. Não tem meio termo.

  • Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Cara, quando você menos espera, a lesão vem e bagunça tudo. O Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante dos Cavaliers nesta temporada, teve que fazer uma ressonância magnética na coxa esquerda ontem.

    O problema aconteceu no primeiro jogo contra os Pistons — aquela derrota chata que ninguém queria ver. Merrill sentiu o posterior da coxa e pronto, teve que sair de quadra. Agora os médicos estão investigando o estrago.

    Merrill estava voando na temporada

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Merrill quando chegou aos Cavs, mas o cara me surpreendeu. Média de 12.8 pontos na temporada regular, jogando com confiança e acertando uns arremessos de 3 bem pesados. Para um cara que não é estrela, estava fazendo a diferença mesmo.

    E justo agora que os playoffs começaram, né? É foda quando isso acontece.

    E agora, como fica o Jogo 2?

    Com o segundo confronto rolando hoje à noite, a pergunta que não quer calar é: será que Merrill aguenta jogar? Porque pelo que tudo indica, ele nem treinou ontem. Posterior da coxa é uma lesão chatinha — você força um pouquinho a mais e pode virar algo sério.

    Sinceramente, acho que os Cavs vão com calma. Melhor perder Merrill por um jogo do que por uma série inteira, não acham? Mas também sei que todo ponto conta nos playoffs, e os 12 pontos de média dele fazem falta.

    Vamos torcer para que seja só um susto e ele volte logo. Cleveland precisa de todas as armas disponíveis se quiser fazer barulho nesta pós-temporada.

  • Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Olha, não é assim que você quer começar uma série de playoffs. Sam Merrill, um dos caras mais importantes do banco do Cleveland Cavaliers, machucou o posterior da coxa esquerda no Jogo 1 contra o Detroit Pistons e agora virou preocupação real pra equipe.

    O veterano de 29 anos fez uma ressonância magnética na perna e ficou de fora do treino desta quarta-feira. Sinceramente? Não é o timing que ninguém queria, principalmente depois daquela derrota feia pro Pistons no primeiro jogo da segunda rodada.

    Lesão no pior momento possível

    Merrill jogou apenas seis minutos no Jogo 1 — tempo suficiente pra uma assistência, uma bola perdida e… uma lesão que pode complicar os planos dos Cavs. E vocês sabem como é: nos playoffs, cada peça importa. Principalmente quando você é um cara que vem do banco e precisa dar conta do recado quando chamado.

    Durante a temporada regular, o cara teve números sólidos: média de 12,8 pontos por jogo. Nada espetacular, mas consistente. Na primeira rodada contra o Toronto Raptors — que durou sete jogos sangrentos — ele pontuou em dois dígitos duas vezes. Ou seja, quando precisava aparecer, aparecia.

    Cavs precisam se reinventar

    A questão agora é: como Cleveland vai se virar sem ele? O time já não está numa situação confortável depois de perder em casa, e perder uma peça do banco justamente agora pode ser o tipo de problema que transforma uma série equilibrada numa dor de cabeça gigante.

    Amanhã tem Jogo 2 em Detroit, e os Cavs precisam empatar a série. Sem Merrill disponível (pelo menos não a 100%), vai ser interessante ver como o técnico vai mexer na rotação. E aí, vocês acham que dá pra compensar a ausência dele ou isso vai pesar mesmo nos playoffs?

    Uma coisa é certa: lesão nos playoffs é sempre drama. Torcer pra não ser nada grave e o cara voltar logo, porque Cleveland vai precisar de todo mundo se quiser sonhar grande nesta pós-temporada.

  • JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Os Detroit Pistons simplesmente atropelaram o Cleveland Cavaliers por 111-101 no primeiro jogo das semifinais da Conferência Leste, e sabe o que mais me impressionou? JB Bickerstaff creditar essa vitória àquela série massacrante de sete jogos contra o Orlando Magic na primeira rodada.

    Olha, eu confesso que na época pensei que aquela guerra contra o Magic ia prejudicar Detroit. Sete jogos, muito desgaste físico, jogadores no limite… Mas o técnico JB Bickerstaff provou que às vezes o que não te mata te fortalece mesmo.

    A lição que valeu ouro

    “Entender o que o momento exige e ter a serenidade e confiança para executar”, disse Bickerstaff na coletiva pós-jogo. E complementou com uma frase que me arrepiou: “Jogar basicamente três jogos de eliminação te ensina isso. Você entende a importância dos inícios, da urgência. Você aprende como fechar, como finalizar e como chegar aos seus spots.”

    Mano, isso é basquete de playoff no mais alto nível. Aquela pressão absurda contra o Magic – que por pouco não causou uma das maiores zebras da história dos playoffs – moldou esse time Pistons de uma forma que talvez uma série mais tranquila não conseguiria.

    O time todo apareceu quando precisava

    E sabe o que mais me chamou atenção? Contra Orlando, era só Cade Cunningham carregando o piano nas costas. Ontem foi completamente diferente. Cunningham até que não teve sua melhor noite (6/19 nos arremessos), mas apareceram Tobias Harris e Duncan Robinson combinando 39 pontos eficientes, Jalen Duren com +17 de plus-minus, e Ronald Holland II saindo do banco pra fazer a diferença.

    Sinceramente, essa é a receita que Detroit precisa pra ir longe. Não dá pra Cade carregar tudo sozinho – o cara vai morrer no meio do caminho se for assim. Ver outros jogadores assumindo responsabilidade foi lindo de assistir.

    Vocês acham que essa experiência contra o Magic realmente foi o diferencial? Eu tô começando a acreditar que sim. Às vezes você precisa passar pelo fogo pra entender do que é capaz, e os Pistons definitivamente passaram pelo fogo naquela primeira rodada.

    Agora é manter os pés no chão. Cleveland não vai entregar de bandeja, e jogo 2 é quinta-feira às 21h. Mas se Detroit mantiver essa intensidade e esse basquete coletivo que mostrou ontem… cara, pode dar zebra grande nestes playoffs.

  • Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Olha, eu não esperava que o Donovan Mitchell fosse falar isso tão claramente. Depois da derrota do Cleveland na abertura dos playoffs contra o Detroit, o cara praticamente mandou a real: se não tá apitando pra ele, talvez seja hora de começar a simular faltas também.

    A situação é meio absurda mesmo. Mitchell teve só 2 lances livres no jogo todo, enquanto o Detroit foi 35 vezes pra linha. 35 contra 16 pro Cavs inteiro. Pra quem conhece o estilo físico dos dois times, essa disparidade não faz muito sentido não.

    “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação”

    A declaração do Mitchell foi cirúrgica. Ele começou deixando claro que não era desculpa pela derrota – maturidade que eu respeito demais. Mas aí veio o golpe: “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação, então não vou insistir no assunto… mas sinto que é isso que tenho que fazer agora”.

    Cara, que indireta elegante. O moleque tá claramente frustrado, e com razão. Ele é um dos caras que mais ataca o garrafão na liga, sempre buscando o contato, mas parece que os árbitros tão vendo outra coisa.

    No primeiro round contra o Toronto, Mitchell teve apenas 16 lances livres em SETE jogos. Dezesseis! Pra um cara que na temporada regular tinha média de 6.1 tentativas por partida. Os números não batem mesmo.

    A frustração de quem joga certo

    O que mais me chamou atenção foi ele falar “eu não simulo, talvez seja por isso”. Sinceramente, acho que ele tem um ponto. A NBA hoje premia muito quem sabe “vender” a falta, e jogadores honestos como o Mitchell acabam sendo prejudicados.

    E vocês, o que acham? Será que o Mitchell deveria mesmo começar a encenar mais pra conseguir as faltas que merece? Ou os árbitros é que precisam abrir mais o olho pra um dos melhores atacantes da liga?

    Uma coisa é certa: se o Cleveland quer brigar de igual pra igual nessa série, essa disparidade nos lances livres não pode continuar. O Jogo 2 é quinta-feira, e vai ser interessante ver se a arbitragem vai mudar alguma coisa – ou se o Mitchell vai começar a “interpretar” um pouquinho mais.

  • Duncan Robinson virou problema sério pros Cavs nos playoffs

    Duncan Robinson virou problema sério pros Cavs nos playoffs

    Cara, o Duncan Robinson tá simplesmente pegando fogo nesses playoffs. Na vitória dos Pistons sobre os Cavaliers por 111-101 no jogo 1 das semifinais do Leste, o cara foi um dos principais responsáveis por Detroit largar na frente na série.

    Olha, eu sempre achei o Robinson um jogador interessante, mas o que ele tá fazendo em Detroit é outro nível. 19 pontos com cinco bolas de três? E ainda arrumou treta com o James Harden no último quarto — o que, sinceramente, só mostra que ele tá incomodando mesmo.

    O efeito dominó do arremesso certeiro

    O técnico JB Bickerstaff explicou perfeitamente por que o Robinson é tão perigoso quando tá acertando. “Isso abre toda a defesa”, disse ele. “A forma como os times têm que marcar ele. Eles têm que correr atrás dele; têm que colocar quatro olhos nele porque ele tá recebendo bloqueios. E isso abre o jogo.”

    É exatamente isso que eu vejo acontecendo. Quando o Robinson tá quente, a defesa adversária entra em desespero. Os caras têm que sair correndo atrás dele nas trocas de lado, e aí sobra espaço pra todo mundo. O Cade Cunningham (23 pontos e 7 assistências) que o diga.

    Números que impressionam

    Nesses playoffs, o Robinson tá convertendo mais de 40% das tentativas de três pontos. Isso é absurdo, galera. Na temporada regular, ele já vinha bem com 41% de aproveitamento do perímetro e 12,2 pontos por jogo.

    E não é de hoje que ele vem decidindo. Contra o Orlando Magic na primeira fase, o cara foi fundamental. 10 pontos, 6 rebotes e 3 roubadas no jogo 2. No jogo 6, quando os Pistons precisavam forçar o jogo 7, lá estava ele: 14 pontos, 5 rebotes e 3 assistências numa vitória por 93-79.

    Vocês acham que Cleveland consegue encontrar uma resposta pro Robinson no jogo 2? Porque do jeito que ele tá jogando, os Cavaliers vão ter que inventar alguma coisa diferente. O próximo confronto é quinta-feira, na casa dos Pistons, e eu tenho a impressão de que essa série vai ser muito mais disputada do que muita gente imaginava.